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GÊNESIS 6 – Embora houvesse separação entre duas linhagens vistas até agora em Gênesis, a linhagem do bem e a do mal, neste capítulo acontece um sincretismo entre elas. A religião começa a tornar-se híbrida.
No início do capítulo, explica como o sincretismo religioso acontece: Através de casamentos mistos. Jugo desigual (2 Coríntios 6:14-15). Sendo a família a base da moralidade, Satanás foi criterioso ao atingi-la; o mesmo está fazendo hoje. O texto sagrado nos revela o caminho da mornidão espiritual e do sincretismo religioso. Fique alerta!
O mal avançou tanto que pesou no coração de Deus; o arrependimento de Deus nesse texto implica tristeza, não apenas pelo pecado, mas principalmente porque deveria tomar atitude muito radical para frear a forte maré da maldade; a qual se agigantava para engolir tudo e a todos, visando impedir a profecia de Gênesis 3:15.
Na introdução ao livro de Gênesis na Bíblia do Discípulo, contém afirmação interessante que vale destacá-la no estudo deste capítulo. A nota diz que “o livro de Gênesis tem importância doutrinária especial. Ele explica a entrada do pecado no mundo e os princípios do plano redentor de Deus. Desde o início, a justificação pela fé aparece como a ÚNICA maneira de ser salvo”.
Nisso consiste o chamado de Deus a Noé (Gênesis 6:8). A graça de Deus percorre cada página de nossa história de desgraça. O amor de Deus está presente no cuidado de cada detalhe neste mundo corrompido. Deus conhece cada pessoa, e sabia que podia contar com Noé.
Noé era diferenciado, andava com Deus, consequentemente era “justo e íntegro entre o povo de sua época” (Gênesis 6:9). Ao receber instruções divinas sobre o que iria acontecer e o que deveria fazer, “fez tudo exatamente como Deus lhe tinha ordenado” (Gênesis 6:22).
Deus conhece e cuida dos que andam com Ele. Pedro diz que Deus “não poupou o mundo antigo quando trouxe o Dilúvio sobre aquele povo ímpio, mas preservou Noé, pregador da justiça, e mais sete pessoas” (1 Pedro 2:5).
Deus não faz nada sem avisar (Amós 3:7). Antes da segunda vinda de Cristo, o evangelho “será pregado a todo o mundo”, só “então, virá o fim” (Mateus 24:14). Prepare-se!
Ande com Deus para que Ele possa contar contigo em Seus planos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 5 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 5 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
GÊNESIS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/5
As genealogias podem não ser os capítulos mais interessantes da Bíblia, mas estão repletas de insights espirituais para o estudante diligente das escrituras. Um fato óbvio em Gênesis 5 é que os descendentes de Adão viveram muitos anos. Era comum esses patriarcas viverem novecentos anos. Hoje, se alguém vive até cem anos, celebramos isso como uma grande conquista, mas Adão viveu até 930, seu filho Sete viveu até 912 e Matusalém até 969. Isso revela uma verdade vital a respeito de Deus. Nosso Criador projetou os seres humanos para viverem para sempre. Ele nos criou com uma certa força vital que até mesmo depois da entrada do pecado permaneceu durante séculos. Que Deus poderoso Ele é.
Aqui está outra jóia espiritual de Gênesis 5. Enoque viveu sessenta e cinco anos e ele e sua esposa tiveram um menino que chamaram de Matusalém. A Bíblia então declara explicitamente: “Depois que gerou Matusalém, ele (Enoque) andou com Deus…” (Gênesis 5:22)
O amor de Enoque por seu filho revelou o profundo amor de Deus a favor do filho. É através dos laços profundos que nos unem com aqueles que amamos que o amor de Deus é totalmente revelado.
Que gemas espirituais você encontra neste capítulo? Por que não compartilhá-las com outras pessoas em nosso blog?
Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1134 palavras
1 Este é o livro. Um período de cerca de 1500 anos é coberto na lista de gerações apresentada neste capítulo. … Eles [os principais patriarcas]são lembrados pela posteridade só por seus nomes. Somente dois, Enoque e Noé, superaram os outros em excelência e piedade. Enoque foi o primeiro pecador, salvo pela graça, a ser honrado pela trasladação; Noé foi o único chefe de família a sobreviver ao dilúvio … A palavra “livro”, sefer, é usada no AT para se referir a um rolo completo (Jr 36:2, 8) ou a uma única folha de um livro. CBASD –Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 232.
2 E lhes chamou pelo nome de Adão.A única informação nova é o nome que por Deus – e lhes foi dado por Deus: “homem”, adam. A partir deste texto fica claro que o nome Adão era originalmente genérico, incluindo tanto o homem quanto a mulher, e que ele era equivalente à palavra “humanidade”. CBASD, vol. 1, p. 232.
3 À sua semelhança. Embora Sete não fosse o filho primogênito de Adão, era aquele através de quem a linhagem piedosa se perpetuaria. O que sucedeu a Adão depois da queda está resumido em três curtos versos que servem como padrão para as biografias subsequentes. CBASD, vol. 1, p. 232.
5 Os dias todos da vida de Adão foram novecentos e trinta anos. A longevidade da raça antediluviana pode ser atribuída às seguintes causas: (1) vitalidade original com a qual a humanidade foi dotada na criação, (2) piedade e inteligência superiores, (3) efeito residual do fruto da árvore da vida, (4) qualidade superior dos alimentos disponíveis, e (5) graça divina em postergar a execução da penalidade do pecado. Adão viveu para ver oito gerações sucessivas alcançarem a maturidade. Uma vez que sua vida abarcou mais da metade do tempo que decorreu até o dilúvio, é claro que muitos puderam ouvir de seus próprios lábios a história da criação, do Éden, da queda e do plano da redenção, tal como este lhe havia sido revelado. CBASD, vol. 1, p. 233.
E morreu.Com estas sombrias palavras termina a biografia de Adão. A monótona repetição desta declaração no final de cada biografia – exceto de Enoque – afirma o domínio da morte (Rm 5:12). Revela que a sentença de morte não foi uma vã ameaça. A morte é uma lembrança persistente da natureza e dos resultados da desobediência. CBASD, vol. 1, p. 233.
22 Andou Enoque com Deus. Esta expressão … Retrata uma vida de piedade singularmente elevada, não meramente a constante percepção da presença divina ou mesmo o contínuo esforço para uma santa obediência, mas a conservação da mais íntima relação com Deus. A vida de Enoque evidentemente estava em plena harmonia com a vontade divina. CBASD, vol. 1, p. 233.
Depois que gerou a Metusalém. [Esta declaração] não significa que ele havia sido uma pessoa ímpia antes e só nesse momento experimentara conversão. … Porém, com a chegada desse filho, ele compreendeu, por experiência própria, a profundidade do amor de um pai e a confiança de uma criança indefesa. … Sua comunhão com Deus consistiu não apenas na contemplação de Deus, mas também no ministério ativo em favor do próximo. Ele ansiava pela vinda de Cristo em glória, advertindo fervorosa e solenemente os pecadores ao redor sobre o terrível destino que aguardava os ímpios (Jd 14, 15). CBASD, vol. 1, p. 233.
Trezentos anos. A constante fidelidade de Enoque, manifesta ao longo de um periodo de 300 anos, deve encorajar cristãos que acham difícil “andar com Deus” mesmo por um dia. CBASD, vol. 1, p. 233.
E teve filhos e filhas. Segundo o relato inspirado, Enoque gerou filhos e filhas durante sua vida de excepcional piedade. Aqui está uma evidência inegável de que o estado de matrimônio está de acordo com a mais estrita vida de santidade.CBASD, vol. 1, p. 233.
24 E já não era, porque Deus o tomou para Si. O evento mais significativo da era antediluviana, um evento que encheu os fiéis de esperança e alegria, a trasladação de Enoque, é relatado por Moisés nestas poucas e simples palavras. Enoque foi trasladado “para não ver a morte”(Hb 11:5). Esse significado está implícito na palavra laqah, “Ele [Deus] tomou”, uma palavra nunca usada para denotar a morte. O moderno uso cristão da expressão não tem autoridade bíblica. A palavra é usada, contudo, em conexão com a trasladação de Elias (2Rs 2:3, 5, 9, 10). … Como modelo de virtude, Enoque, “o sétimo depois de Adão”, está em distinto contraste com a sétima geração da linhagem cainita, Lameque, que acrescentou o crime de homicídio ao vício da poligamia (Jd 14; cf. Gn 4:6-19). A partida de Enoque foi presenciada por alguns, tanto justo como ímpios (ver PP, 88). Sua trasladação foi planejada por Deus, não só para recompensar a piedade, mas para demonstrar a certeza do livramento do pecado e da morte prometido por Deus. A lembrança desse evento notável sobreviveu na tradição judaica (ver Eclesiástico 44:16), no registro cristão (Hb 11:5; Jd 14) e até em fábulas pagãs. … lendas árabes o apresentam como o inventor da escrita e da aritmética. … A vida exemplar de Enoque, com seu glorioso clímax, ainda testifica da possibilidade de viver num mundo ímpio sem pertencer a ele. CBASD, vol. 1, p. 233,234.
25 Metusalém. A curta vida terrena de Enoque [em comparação a seus contemporâneos], de apenas 365 anos, foi seguida pela de seu filho Metusalém, que viveu 969 anos e chegou até o ano do dilúvio. CBASD, vol. 1, p. 234.
29 Noé. Na esperança de que seu primogênito fosse o descendente prometido, o redentor cuja vinda os fiéis esperavam ansiosamente, Lameque o chamou de Noé, “descanso”, dizendo: “Este nos consolará.” O nome “Noé”(ruah, “descansar”) e a palavra “consolar”vêm de uma raiz comum que significa “suspirar”, “respirar’, “descansar”e “deitar”. CBASD, vol. 1, p. 234.
32 Era Noé da idade de quinhentos anos. Nenhum dos patriarcas esperou tantos anos antes do nascimento de seus descendentes como Noé; passou-se meio milênio antes de seu lar ser abençoado pela chegada de um filho (ver p. 183 [Introdução a Gênesis/CBASD]). Essa lista genealógica é interrompida com Noé, mencionando-se apenas o nascimento de seus filhos. A menção dos três filhos sugere a importância deles no povoamento da terra após o dilúvio. CBASD, vol. 1, p. 234.
Gerou a Sem, Cam e Jafé. A última parte de Gênesis 5:32 … seria traduzida de maneira mais exata da seguinte forma[em ordem de nascimento]: “E gerou a Jafé, Sem e Cam.” Sem é mencionado [no relato bíblico] como o primeiro dos três filhos por causa de sua importância como o progenitor da linhagem patriarcal pós-diluviana, da qual viria o escolhido povo de Deus, bem como o descendente prometido. CBASD, vol. 1, p. 235.
Reparta conosco qual informação você mais gostou de saber
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“Andou Enoque com Deus e já não era, porque Deus o tomou para si” (v.24).
Em minha opinião, esta é a segunda genealogia mais importante de toda a Bíblia. Ela é repleta de significados e possui uma mensagem clara da vitória final do Senhor e do Seu povo. Através dos nomes ali contidos, Deus apresentou o Seu plano de salvação. O plano original do casamento de nossos primeiros pais representa o desejo de Deus para a Sua igreja, de que sejamos um. Percebam que Deus criou o homem e a mulher “e os abençoou, e lhes chamou pelo nome de Adão, no dia em que foram criados” (v.2). Assim como no sexto dia da semana da criação Deus os criou para serem um, no final, Jesus regressará à Terra para buscar um só povo.
“Este é o livro da genealogia de Adão” (v.1), porém, a Bíblia incide maior brilho sobre a vida do sétimo, Enoque. Sua biografia foi resumida em apenas quatro versículos, porém, foi tomado para Deus como as primícias dos justos vivos que hão de ser trasladados ao céu no grande Dia do Senhor (1Ts.4:17). “Andou Enoque com Deus” (v.24). Nada lhe era mais precioso do que a constante companhia do Criador. Talvez mais do que ninguém, Enoque tenha vivido na Terra como se já habitasse no Céu. Tornou-se tão semelhante ao Seu Mestre, que “foi trasladado para não ver a morte […] Pois, antes da sua trasladação, obteve testemunho de haver agradado a Deus” (Hb.11:5). E foi ele mesmo que profetizou: “Eis que veio o Senhor entre Suas santas miríades, para exercer juízo contra todos e para fazer convictos todos os ímpios, acerca de todas as obras ímpias que impiamente praticaram” (Jd.1:14-15). Enoque, portanto, enquanto na Terra, não se calou diante da iniquidade que o rodeava, mas, por palavras e ações, ensinava o povo a verdadeira piedade. E será uma nova geração de “Enoques” que Cristo virá resgatar em Seu glorioso Dia.
De Adão a Noé, foram gravados os oráculos de Deus à humanidade. E à cada primogênito, uma nova ordem era estabelecida, mais um passo era dado na direção da vitória final. Analisemos cada nome desta genealogia, considerando seus significados:
- Adão: “homem”, ou “ser humano”;
- Sete: “determinado”, ou “definido”;
- Enos: “mortal”, ou “homem”;
- Cainã: “pena, aflição”, ou “adquirido, possuidor”;
- Maalalel: “Santo Deus”, ou “louvor a Deus”;
- Jarede: “descerá”, ou “descendente”;
- Enoque: “ensino”, ou “consagrado, dedicado”;
- Metusalém/Matusalém: “sua morte trará”, ou “homem da lança” (que indica juízo);
- Lameque: “sem esperança, pobre”, ou “poderoso”;
- Noé: “descanso, vida longa”.
Com base nesses significados, veremos que a Bíblia não é apenas um compêndio de livros, ela é o perfeito e harmonioso conjunto de palavras, números, símbolos e profecias que apontam sempre para o plano da redenção. O Senhor deseja nos revelar as entrelinhas de Sua Palavra pela iluminação do Espírito Santo e derramar em nossa vida a Sua abundante chuva de amor. Acompanhem comigo a carta de amor que Deus deixou para mim e para você na genealogia de Adão:
Ao homem (Adão), foi determinada (Sete) mortal (Enos) penalidade (Cainã), mas, o Santo Deus (Maalalel) descerá (Jarede), ensinando (Enoque) que Sua morte trará (Matusalém), aos sem esperança, ou pobres [de espírito] (Lameque), descanso e vida longa (Noé).
Eis o plano da salvação! Deus é tremendo! Mas aos que defendem o segundo significado dos nomes, eis que o resumo da ópera é o mesmo:
Ao ser humano (Adão), foi definido (Sete), que o homem (Enos) foi adquirido (Cainã) para louvor a Deus (Maalalel). E o descendente (Jarede) consagrado (Enoque), como homem da lança [ou do juízo] (Matusalém), trará poderoso (Lameque) descanso (Noé).
Vamos reler, agora, sem citar os nomes, para ficar mais claro:
Ao homem, foi determinada mortal penalidade, mas, o Santo Deus descerá, ensinando que Sua morte trará aos sem esperança, ou pobres [de espírito], descanso e vida longa.
Ao ser humano, foi definido que o homem foi adquirido para louvor a Deus. E o descendente consagrado, como homem da lança [ou do juízo], trará poderoso descanso.
Eu não sei que tipo de reação isto causa em você, mas, certamente, ninguém que verdadeiramente creia em Deus e nas Escrituras, pode deixar de sentir o amor do Senhor em cada palavra deste capítulo. Exatamente no ano em que Matusalém morreu, o dilúvio aconteceu. Coincidência? Não, amados! Providência! Veio o juízo e levou a todos, menos a Noé e sua família. Jesus mesmo afirmou que os dias que antecedem o Seu retorno serão como os dias de Noé (Mt.24:37-39). Assim como Ele salvou a última geração de Adão, salvará a última geração de Noé. A “arca” da graça de Deus ainda está aberta. Anda tu com Deus e “serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pela graça de Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 5 – O capítulo anterior revelou a existência de duas linhagens: A de Caim e a de Sete. O ato satânico de Caim que parecia o fim do bem foi revertido com o nascimento de Sete.
Provavelmente, Caim casou-se com uma de suas irmãs, Adão e Eva tiveram dezenas de filhos e filhas (Gênesis 5:4). O sinal que Deus colocara em Caim visava protegê-lo da morte de quem quer o encontrasse; graciosamente preservado com vida, ele gerou Enoque.
Visando preencher o vazio que cabe somente a Deus, a família de Caim criou várias atividades. Assim surgiu o desenvolvimento cultural, político e econômico. Os primeiros construtores, músicos e fazendeiros surgiram ao procurarem sentido na vida sem Deus; sentido este que só existe quando Deus está no centro da existência (Gênesis 4:17-27).
Da família de Sete surgem aqueles que, em contraste com aqueles que buscam sentido nas coisas materialistas e ilusórias deste mundo, descobrem a verdadeira satisfação do coração no ato de invocar o nome do Senhor (Gênesis 4:25-26).
No capítulo 5 continua a estratégia divina de restaurar o estrago operado pelo pecado. Os seres humanos foram criados à imagem e semelhança de Deus para relacionar-se com Ele. Foram abençoados por Ele, e não será o pecado que vai arruinar para sempre as nobres intenções de Deus.
Deus deixa de lado a linhagem de Caim e foca na linhagem de Sete. O que importa para Deus não são os bens materiais, fama, sucesso e prosperidade neste mundo, mas buscar a Sua presença. Ele almeja nosso relacionamento que passou por uma ruptura com a entrada do pecado.
Enfim, a genealogia de Caim termina em maldição, a de Sete apresenta a progressão da promessa messiânica. Ambas as genealogias possuem nomes iguais, Enoque e Lameque (Gênesis 4:17-18; 5:21-25), embora o caráter deles sejam contrastantes. Enoque, sétimo da linhagem de Sete, anda com Deus; já Lameque, sétimo da linhagem de Caim, é bígamo, vingativo, assassino e violento. “A linhagem de Caim leva ao juízo; a linhagem de Sete, à Salvação” (Bruce K. Waltke).
No tempo do fim, duas gerações contrastantes existirão: Uma apegada ao pecado, outra apegada ao Salvador do pecado! Qual é tua escolha? – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 4 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/4
Gênesis 4 descreve as terríveis consequências da raiva descontrolada. As emoções desenfreadas de Caim o levaram a matar seu irmão Abel. Quando nossas emoções ficam fora de controle as consequências são sérias. Caim deixou sua casa e vagou como um “fugitivo e andarilho”. Sua vida mudou em um instante. Más escolhas, emoções descontroladas e atitudes negativas produzem consequências devastadoras. Boas escolhas, emoções sob controle e emoções positivas resultam em consequências positivas. Uma vida sob o controle do Espírito de Deus está preparada para enfrentar qualquer circunstância que a vida apresente com uma atitude de calma segurança nos propósitos preponderantes de Deus.
Uma das perguntas mais fascinantes desta narrativa bíblica é feita por Caim. Ele pergunta: “Sou eu o guardião do meu irmão?” Onde nossas decisões impactam os outros, a resposta é um sonoro “sim”. Embora não sejamos responsáveis pelas escolhas que “nosso irmão” faz, somos responsáveis pelas escolhas que fazemos que influenciam a vida das pessoas ao nosso redor. Isso nos deve fazer parar a fim de avaliarmos a influência de nossas ações e atitudes.
Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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“Se procederes bem, não é certo que serás aceito? Se, todavia, procederes mal, eis que o pecado jaz à porta; o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo” (v.7).
O nascimento de Caim gerou no primeiro casal alegria e conforto. Seus corações expectantes pelo cumprimento da promessa da redenção ficaram sobremodo radiantes. Ao olhar para seu primogênito, Adão via a possibilidade de logo retornar ao lar original. Com a chegada de Abel, a expectativa dobrou e, de uma forma que não podemos alcançar, ele e seu irmão cresciam sob a dedicada orientação e profundo amor de seus pais. Contudo, nem tudo mais eram flores. Assim como os cardos e espinhos cresciam por entre a vegetação, sentimentos ruins começaram a brotar no coração de Caim. O discurso de seu pai sobre os resultados da queda e o plano de Deus para salvá-los eram coisas as quais não compreendia. Ao avistar ao longe os querubins e a espada flamejante a guardar o Éden, pensava ser capaz de mostrar a Deus que ele merecia morar ali.
Caim sabia do engano e da entrada do pecado, bem como da promessa de um Salvador que lhes devolveria o direito de voltar a habitar no lugar para o qual foram criados. Mas parece que nada o convencia de que Deus poderia ter sido menos “duro” com o erro de seus pais. Que ele não tinha culpa de estar ali entre espinhos, quando poderia estar desfrutando das maravilhas do Éden. Não permitiu que seu coração fosse alimentado pela esperança da promessa de libertação dada por Deus, mas o endureceu com pensamentos egoístas e permitiu que Satanás dominasse as suas atitudes a tal ponto, que se negou a sacrificar um cordeirinho no altar do Senhor, mas não mediu esforços para golpear seu próprio irmão até a morte.
Abel, por sua vez, ofereceu a Deus justamente o que Deus havia requerido (v.4). Para que houvesse perdão de pecados, alguém deveria morrer. Enquanto Jesus não vinha, foi estabelecido um sistema de sacrifícios que simbolizava o sacrifício do verdadeiro Cordeiro de Deus. Mas Caim era lavrador e quis dar o que ele, com seu próprio suor, havia conseguido (v.3). Esse foi o problema: ofertar a Deus a vontade humana. Se a nossa vontade não estiver em comunhão com a vontade de Deus, de nada valem os nossos esforços. Como escreveu o sábio Salomão: “Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Pv.14:12).
O versículo sete do capítulo de hoje diz que os nossos desejos maus são contra nós, mas cabe a nós dominá-los. Mas, conseguimos isso sozinhos? De forma alguma! Há um Deus que, assim como falou a Caim na tentativa de fazê-lo chegar ao arrependimento, também fala conosco hoje. Não podemos esquecer que o domínio próprio faz parte do fruto do Espírito Santo (Gl.5:23). Novamente, o Senhor demonstrou a Sua longanimidade. Caim negou-se a oferecer sacrifício, mas, a sangue frio, sobre o campo que lavrou, derramou o sangue de seu próprio irmão. Antes disso, porém, ele não ficou sem admoestação. Novamente, o Senhor falou através de perguntas e terminou alertando sobre os resultados do pecado. Entretanto, Caim escolheu calcificar o coração para o mal e, ao contrário de Adão e Eva, que se esconderam do Senhor após o pecado, ao primeiro filho da perdição não foi perguntado onde estava, e sim: “Onde está Abel, teu irmão?” (v.9).
Até que ponto o ser humano pode chegar sem o temor do Senhor? Até às últimas consequências! Muitos professos cristãos têm sofrido da “síndrome de Caim”, oferecendo a Deus obras vazias, invejando as conquistas espirituais dos verdadeiros adoradores e tramando contra eles. Pensam que ninguém tem nada a ver com suas más atitudes e, em rebelião, declaram: “acaso sou eu tutor de meu irmão?” (v.9). Eximem-se da responsabilidade de zelar pela unidade do corpo de Cristo, fechando o coração aos apelos do Espírito Santo. Ao pôr um sinal sobre Caim e poupar-lhe a vida, ficou claro que Deus “não nos trata segundo os nossos pecados, nem nos retribui consoante as nossas iniquidades” (Sl.103:10). Mas, um dia, o período de misericórdia dos sete (v.15) ou dos “setenta vezes sete” (v.24) findará e o Senhor voltará para vingar os Seus servos.
Irmãos, fomos chamados por Deus para fazer parte da geração que, à semelhança de Enos, começará “a invocar o nome do Senhor” (v.26), cumprindo-se a tão aguardada profecia de Joel. Cheios do Espírito Santo, todos os verdadeiros adoradores estarão unidos num só propósito “e acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Ainda há em sua vida um desejo ruim alimentado ou um pecado acariciado? O Senhor te diz, hoje: “a ti cumpre dominá-lo” (v.7). Clame a Deus pelo Espírito Santo! Se há uma dádiva que Ele deseja nos dar sem reservas é o Seu Santo Espírito (Lc.11:13). Vigiemos e oremos!
Bom dia, cheios do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 4 – Os efeitos do pecado se multiplicaram rapidamente. A frieza espiritual e suas consequências são logo percebidas neste capítulo.
Após você ler o relato bíblico, te convido a uma reflexão:
• Por que Deus aceitou a oferta de Abel e não o fruto do suado esforço e trabalho de Caim?
• Seria Deus arbitrário demonstrando aceitação por um e rejeição por outro?
• Em Levítico 23:10-11 Deus revela interesse nos frutos da terra como forma de aceitar Seu povo, então, por que rejeitou os frutos de Caim?
• Seria predestinação?
O que realmente importa é: No que consistia a questão da desaprovação de Deus à adoração de Caim?
Ao lermos o texto com pressupostos equivocados, julgaremos mal o caráter justo e gracioso de Deus. Embora sejam sucintos os primeiros capítulos da história humana, a revelação desvenda mistérios, não os cria. Observe:
Após o pecado, o Éden não foi imediatamente retirado do planeta; pois, ao afastar-se de Deus, Caim foi ao lado leste dele (Gênesis 4:16). Subentende-se, então, que Adão compartilhara a triste história de sua vida aos filhos e revelara a providência divina para a tragédia do pecado expressa em Gênesis 3:15, 21.
Do contrário, não haveria sentido algum de Deus indagar a Caim: “Se você fizer o bem, não será aceito?” (Gênesis 4:7) caso ele desconhecesse o que era certo.
O problema foi que a ação contrária à instrução caracterizou desobediência e rebelião de Caim, o qual se apresentou “perante Deus com murmuração e incredulidade com respeito ao sacrifício prometido e necessidade de ofertas sacrificais. Sua oferta não expressava arrependimento pelo pecado”; portanto, “Caim não foi vítima de um intuito arbitrário. Um irmão não fora eleito para ser aceito por Deus, e outro para ser rejeitado. Abel escolheu a fé e a obediência; Caim, a incredulidade e a rebeldia. Nisto consistia toda a questão” (Ellen White).
Toda a história de Caim foi corrupta (Gênesis 4:17-24). Somente surgiu um raio de esperança com o terceiro filho de Adão e Eva: Sete, com seu filho Enos (Gênesis 4:25-26). Reavivemo-nos como Sete e Enos nestes dias de frieza espiritual.
Quem deseja verdadeira espiritualidade em meio a tantas formas de religiosidade, a revelação é clara: “Não sejamos como Caim, que pertencia ao Maligno e matou seu irmão” (1 João 3:12) – Heber Toth Armí.