Reavivados por Sua Palavra


COMENTÁRIO GÊNESIS 8 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de janeiro de 2022, 0:40
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GÊNESIS 8 – Noé prezou por sua família. Sua família se salvou na arca cheia de animais com seus aromas e ruídos. Apesar das inúmeras dificuldades, limitações, e atividades incessantes na arca, ainda era melhor estar dentro dela do que fora dela. Assim é também a igreja. Precisamos dela com todos os seus inúmeros defeitos e problemas.

Precisamos prezar pela família. Em Gênesis 6, a maré da maldade se multiplicou pelos casamentos mistos, filhos de Deus casando-se com filhas dos homens. Visando o cumprimento de Gênesis 3:15 Deus preserva a família de Noé. Essa mensagem deveria ficar clara aos israelitas que amassavam barro para fazer tijolos no Império Egípcio. O povo escravo era herdeiro da promessa – para esse ponto apontava cada página de Gênesis.

Assim, nas entrelinhas, notamos um grande conflito entre o bem e o mal, entre Deus e Satanás. Ambos trabalham com a família. Satanás intenta perverter a família, enquanto Deus faz de tudo para preservá-la, sabendo que sem família, o caos toma conta! Precisamos cooperar com Deus! Inclusive as famílias de animais foram prezadas por Deus, até com os animais se percebe o quanto a família é de suma importância.

Terminado o Dilúvio, e abaixado as águas, Noé e sua família saem da Arca em terra seca com as famílias de animais. Imagino Noé comparando a terra com o que ela era antes do dilúvio. “Mal se consegue investigar como eram a terra, o mar, a atmosfera, a cultura, etc. antes do dilúvio” afirma Alexander vom Stein.

Ficou tudo diferente, menos o amor de Deus pela humanidade. Em Gênesis 8:1, “Deus lembrou-se de Noé…” não indica que havia esquecido, revela que Ele estava atento. Após Noé perceber evidências de terra seca, esperou em Deus; “então Deus disse a Noé: ‘Saia da arca, você e sua mulher, seus filhos e as mulheres deles…”. Depois de sair, “Noé construiu um altar dedicado ao Senhor… o Senhor sentiu o aroma” e fez uma promessa nunca mais destruir a terra com água.

É lindo o relacionamento que Deus deseja ter com os humanos. Deus almeja que nossa família dependa dEle em cada detalhe, assim como a família de Noé dependia.

Coloque tua família nas mãos de Deus, é a melhor coisa a fazer! Busquemos reavivamento familiar! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de janeiro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 7 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

GÊNESIS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



GÊNESIS 7 by Jobson Santos
20 de janeiro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/7

Gênesis 7 começa com uma expressão bíblica familiar. O Senhor diz a Noé: “Entra na arca…” (versículo 1) Ao longo das escrituras “Vem” é o convite divino do Céu. Jesus nos convida: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”. (Mateus 11:28) O último capítulo do último livro da Bíblia, Apocalipse, nos oferece este gracioso convite: “E o Espírito e a noiva dizem: “Vem!” E quem ouvir diga: “Vem!” e quem tem sede venha…” (Apocalipse 22:17) Jesus acrescenta: “… quem vier a mim eu jamais rejeitarei.” (João 6:37)

O convite de Deus a Noé para “entrar na arca” foi um convite para a salvação, segurança e libertação. Era uma promessa de Seu cuidado hoje, amanhã e para sempre. Concedeu esperança a Noé em meio ao caos deste mundo. O convite divino de Jesus também nos dá esperança. Na Arca da Sua segurança encontramos salvação, segurança e libertação.

Por que não compartilhar resumidamente como você encontrou em Jesus uma arca de segurança?

Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



GÊNESIS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de janeiro de 2022, 0:50
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890 palavras

1. Entra. Por 120 anos Deus manteve Sua longanimidade (1Pe 3:20), e durante esse tempo Noé, por sua vida e obra, “condenou o mundo” (Hb 11:7). Mas os seres humanos, em seu descuido e indiferença, aproximavam-se rapidamente de seu fim. Ao salvar uma família e destruir todas as outras, Deus não estava sendo arbitrário. Somente Noé havia se qualificado para estar no novo mundo que surgiria após a purificação da Terra pelas águas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 244.

2. De todo animal limpo. A instrução para que Noé levasse na arca mais animais limpos do que imundos pressupõe que Noé sabia distinguir entre as duas classes. Fica claro que essa distinção não se originou com Moisés. Ela remonta a tempos anteriores, quando Deus deu as instruções relativas aos sacrifícios – nos quais só deviam ser usados animais limpos (ver Gn 8:20). A razão pela qual, em suas primeiras diretrizes a Noé (6:19), Deus não tenha feito distinção entre animais limpos e imundos pode ser explicada pelo fato de que, naquele momento, 120 anos antes do dilúvio, instruções tão detalhadas não eram necessárias (ver com. do v. 9). CBASD, vol. 1, p. 244, 245.

7 Entrou Noé. Comparando-se os v. 7 e 10, fica óbvio que Noé não esperou até o último dia antes do dilúvio para entrar na arca. Impulsionados pelo medo e impelidos pela fé, Noé e sua família não perderam tempo em obedecer à ordem para entrar na embarcação de refúgio. Pedro diz que apenas oito pessoas foram salvas do dilúvio (1Pe 3:20); portanto, é óbvio que Noé e seus três filhos tinham apenas uma esposa cada um. A poligamia, comum entre os cainitas, ainda não era praticada pelos filhos de Deus. CBASD, vol. 1, p. 245.

9 Entraram … de dois em dois. Em obediência a um impulso misterioso, animais de todas as espécies entraram na arca. Nada menos que o poder divino poderia ter orquestrado essa entrada ordenada e pontual. Que vívida advertência deve ter sido essa para os ímpios que a testemunharam! Ali estavam animais domésticos e selvagens, animais rastejantes e aves, todos se dirigindo para a arca, aparentemente por sua própria vontade. Que contraste: mudos irracionais obedientes ao Criador, e seres humanos inteligentes se recusando a dar ouvidos a Seu misericordioso chamado de advertência! Se havia algo capaz de causar uma impressão nos pecadores, isso deveria tê-lo feito; mas eles haviam endurecido o coração por tento tempo que mesmo esse milagre não os impressionou. CBASD, vol. 1, p. 245.

11 As fontes do grande abismo. A Terra, que nunca antes havia recebido chuva (ver com. de Gn 2:6), foi repentinamente inundada por imenso volume de água. Iniciou-se uma chuva pesada e incessante. Simultaneamente, a crosta terrestre se rompeu, e massas de água subterrâneas jorraram, causando estragos e inundando a terra outrora seca. CBASD, vol. 1, p. 245.

16 E o SENHOR fechou a porta após ele. Esta declaração enfatiza a natureza miraculosa dos eventos ocorridos durante a semana imediatamente anterior ao dilúvio. Esse ato divino significou também que o tempo de graça para a raça caída havia chegado ao fim. Como nos dia de Noé, a porta de misericórdia se fechou um tempo antes do dia de visitação de Deus, assim também nos últimos dias o povo de Deus deve ser advertido: “Fecha as tuas portas sobre ti; esconde-te”(Is 26:20, 21; Mt 24:37-39; 2Pe 3:6, 7). CBASD, vol. 1, p. 246.

17-20 Cresceram … predominaram … prevaleceram as águas. Um imensurável volume de água cobriu toda a Terra. A extensão universal do dilúvio dificilmente poderia ter sido expressa em palavras mais fortes. Essa descrição torna impossível o ponto de vista de alguns, de que o dilúvio foi um acontecimento local ocorrido no vale da Mesopotâmia. Os depósitos sedimentares descobertos por arqueólogos em Ur dos caldeus, por exemplo, não podem ser uma explicação para o que é descrito em Gênesis sobre o dilúvio (PP, 107, 108). Em toda a parte, sobre a superfície da Terra, encontram-se restos fósseis de plantas e animais, obviamente depositados pela água. Esses depósitos se estendem, em certos locais, a profundidade de até cinco quilômetros, mas a profundidade média é de pouco mais de 800 metros. A distribuição universal desses restos fósseis e a profundidades que estão enterrados testificam inequivocamente tanto da extensão global quanto da grande violência do dilúvio. A universalidade dessa catástrofe é também atestada pelas lendas do dilúvio preservadas entre povos de quase todas as etnias sobre a face da Terra. Desses relatos, o mais completo é o dos antigos babilônicos que se estabeleceram muito próximo ao local onde a arca repousou após o dilúvio e de onde a raça humana novamente começou a se espalhar. O épico de Gilgamés [ou Gilgamesh] traz muitas semelhanças irrefutáveis com o relato de Gênesis, mas difere dele o suficiente para demonstrar que é uma versão alterada da mesma história. Uma comparação dos dois relatos apresenta impressionantes evidências da inspiração da narrativa do Gênesis. … Os próprios elementos desencadeados para destruir os ímpios levaram em segurança a fiel família de Noé. A Deus nunca faltam recursos para salvarAo mesmo tempo, é de Sua vontade que o homem exerça plenamente a inteligência e a força concedidas por Ele. Deus preservou miraculosamente a arca, mas ordenou que Noé a construísse. CBASD, vol. 1, p. 246.



Gênesis 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de janeiro de 2022, 0:45
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 “Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração” (v.1).

Vimos que o nome “Noé” significa “descanso, repouso”. De uma forma ilustrativa, podemos dizer que houve no mundo antediluviano um período de descanso. Por intermédio de Noé, Deus convidou as pessoas a entrar em Seu repouso se tão somente aceitassem entrar na arca. Porém a rejeição foi geral, não fosse por Noé e sua família. Há quem defenda que Noé foi o pior evangelista de todos os tempos. Pela não aceitação de sua pregação, julgam seu ministério um exemplo de fracasso evangelístico. Quais foram os métodos específicos que ele usou para difundir a mensagem, não sabemos, mas a Bíblia revela o princípio que norteou a sua missão: “E tudo fez Noé, segundo o Senhor lhe ordenara” (v.5).

Noé foi obediente à palavra de Deus. Ele não escolheu o seu ministério. Deus o escolheu para aquele ministério. Ele não agiu de acordo com o que achava ser o melhor, depondo diante do altar de Deus a oferta de Caim, mas agiu em plena harmonia com o “Assim diz o Senhor”, depondo diante do altar de Deus a agradável oferta de Abel. Independente da deplorável situação da humanidade, opiniões contrárias, perseguições e zombarias, e do fato de que até então nunca havia chovido sobre a Terra, ele seguiu a passos firmes na obra que lhe foi confiada. Sobre sua trajetória, escreveu Ellen White:

“Enquanto Noé estava a apregoar sua mensagem de advertência ao mundo, suas obras testificavam de sua sinceridade. Assim foi que sua fé se aperfeiçoou, e se evidenciou. Ele deu ao mundo o exemplo de crer precisamente o que Deus diz. Tudo quanto possuía, empregou na arca. Ao começar a construir aquele imenso barco em terra seca, vinham de todos os lados multidões para verem a estranha cena, e ouvir as palavras sinceras, fervorosas, do pregador original. Cada pancada desferida na arca era um testemunho para o povo” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.56, 57).

A mensagem dada a Noé não foi de todo rejeitada a princípio. A gigantesca construção chamou a atenção de todos, e atraía tanto ouvintes quanto críticos. O mundo ficou dividido entre simpatizantes e acusadores, até que chegou o momento da decisão e os adeptos apenas a uma simpática cortesia acabaram por finalmente se unir à turba escarnecedora. Isto, porém, não significou uma derrota para o idoso pregador, e sim o cumprimento das palavras do Senhor: “Porque estou para derramar águas em dilúvio sobre a terra para consumir toda carne em que há fôlego de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra perecerá” (Gn.6:17). A presciência de Deus não é motivo para a destruição de vida alguma. A vida de Noé, suas palavras, a construção da arca, sua família, tudo servia de porta-voz do Céu chamando todos ao arrependimento genuíno e à salvação. Mas o chamado do Senhor é de liberdade, e não de imposição.

Noé e sua família foram os únicos a entender que entrar pela porta da arca não era simplesmente uma fuga do dilúvio, mas um passo decisivo na direção de Deus. Noé creu na promessa e seguiu pela fé: “Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda se não viam, temeu, e, para salvação de sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé” (Hb.11:7). A vida deste homem de Deus nos deixou um legado de fé, amor e perseverança. Diante de um desafio incomum e humanamente impossível, decidiu confiar no Senhor e assim reger o seu lar no temor de Deus. Se ele não tivesse compreendido que o seu principal público-alvo estava dentro de sua casa, teria levado consigo qualquer esperança futura.

Noé não fracassou em sua missão. Ele teve 100% de aceitação aonde o seu exemplo falou mais do que palavras e marcou mais do que marteladas. Que tipo de influência temos exercido dentro de nossa casa? Como membro de uma família, você tem cumprido fielmente o seu papel? Noé não foi escolhido por Deus simplesmente por se abster dos costumes mundanos de sua geração, e sim porque no meio da balbúrdia desta geração corrompida e depravada, ele conhecia a Deus. Noé andava com Deus. E, por conhecer a Deus e reconhecer-Lhe a voz, exerceu uma influência transformadora sobre sua família. A abstinência das coisas deste mundo não foi a causa da salvação de sua casa, mas o resultado da salvação. Noé e sua família entenderam que o propósito principal da missão não era o serviço da arca do Senhor, mas servir ao Senhor da arca.

Ao aproximar-se o tempo em que o Senhor fechará a porta da graça, que sejamos encontrados na segurança de Sua vontade. Vigiemos e oremos!

Bom dia, família bendita de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



COMENTÁRIO GÊNESIS 7 – PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de janeiro de 2022, 0:40
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GÊNESIS 7 – O Dilúvio foi um grande e impactante marco para a história não apenas da humanidade, mas do próprio planeta e também do Universo. Foi a primeira vez que Deus precisou agir de forma estranha ao Seu gracioso caráter (Isaías 28:21).

Deus não quer que ninguém pereça (2 Pedro 3:9). Entretanto, para não perder tudo, Ele precisa tomar atitudes radicais de vez em quando. Até mesmo nós fazemos isso: quando um saco de laranja apodrece, tiramos as boas e jogamos fora as podres junto com a embalagem.

Apesar de podridão moral, espiritual e social na sociedade de Noé, “durante o tempo da construção da Arca, os homens puderam ser alertados sobre o juízo iminente. Apesar disso, somente Noé e sua família foram salvos. ‘… quando a longanimidade de Deus aguardava nos dias de Noé, enquanto se preparava a arca, na qual poucos, a saber, oito pessoas, foram salvos, através das águas’ (1Pd 3:20)”, comentou Alexander vom Stei, e então acrescentou:

“O relato do dilúvio é, em primeiro lugar, um relato histórico que narra um acontecimento verídico. Além disso, ele contém muita tipologia. A situação dos seres humanos antes do juízo guarda semelhanças com o período imediatamente anterior ao juízo futuro: ‘Assim como foi nos dias de Noé, será também nos dias do Filho do Homem: comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e destruiu a todos’ (Lc 17:27,27)”.

A profecia alega que no tempo do fim, o Dilúvio não seria visto como acontecimento histórico; tal alegação é a base para a rejeição do juízo final e do retorno de Jesus (2 Pedro 3:3-12). Nossa época caracteriza-se por debochados que zombam dos que alegam crer no Dilúvio e na promessa do advento de Cristo. Estamos no fim!

Ao ler atentamente Gênesis 7 nota-se que é um relato histórico, não alegórico. Foi um cataclismo geral, uma catástrofe descomunal. O único lugar de refúgio era a Arca que levou 120 anos para ficar pronta. Foram 120 anos de graça, até fechar a porta da arca.

Fico aqui pensando… quanto tempo de graça Deus está nos concedendo para nos preparar antes do retorno de Cristo. Não sejamos indiferentes, apáticos… estejamos dispostos como Noé… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de janeiro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 6 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 6 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

GÊNESIS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



GÊNESIS 6 by Jobson Santos
19 de janeiro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/6

Gênesis 6 registra a história do dilúvio mundial. Suponha que você fosse Noé. Que confiança você precisaria ter em Deus para começar a construir a arca, contrariando o pensamento da imensa maioria. Noé não apenas começou, ele persistiu por cento e vinte anos construindo a arca. Pense no ridículo que ele suportou. Nunca havia chovido antes. Seria ele louco? O tamanho do empreendimento era notável. Cortar a madeira e posicioná-la neste enorme barco era uma tarefa muito difícil. No entanto, as escrituras dizem: “Noé fez tudo exatamente como Deus lhe tinha ordenado.” (Gênesis 6:22) Que fé! Que coragem!

Há outro aspecto nessa história que é extremamente significativo. Deus declara que Ele haveria de “estabelecer Sua Aliança” com Seu povo. A Aliança de Deus é a promessa de Sua fidelidade e salvação. No meio da tempestade, Deus preparou uma arca de segurança. Jesus é nosso abrigo em meio ao temporal, nossa arca de segurança, nosso refúgio em tempos de angústia. Que boas notícias incríveis – a Aliança de Deus é Sua garantia eterna de que estaremos seguros na arca da Sua graça.

Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



GÊNESIS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de janeiro de 2022, 0:50
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635 palavras

1. Como se foram multiplicando os homens.A raça humana cresceu rapidamente, não só em impiedade, mas em número. Entre os muitos perigos para os que temiam a Deus estavam as belas filhas dos descrentes. Mulheres passaram a ser desposadas, não por causa de sua virtude, mas pela beleza, e a consequência foi que a impiedade e a maldade fizeram grande avanços entre os descendentes de Sete.CBASD –Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 237.

Os filhos de Deus.Os antigos comentaristas judeus, os pais da igreja e muitos expositores modernos interpretam esses “filhos”como sendo anjos, comparando-os com os “filhos de Deus”de Jó 1:6, 2:1 e 38:7. Esse ponto de vista deve ser rejeitado porque a punição que logo sobreviria era pelos pecados dos seres humanos (ver v. 3) e não dos anjos. Além disso, anjos não se casam (Mt 22:30). Os “filhos de Deus” eram os descendentes de Sete, e “as filhas dos homens”eram ímpias cainitas (PP, 81). Mas tarde, Deus falou a Israel, de Seu “primogênito” (Êx 4:22), e Moisés chamou o povo de Israel de “filhos […] do Senhor, vosso Deus” (Dt 14:1). CBASD, vol. 1, p. 238.

Pois este é carnal. Esta expressão também pode ser traduzida como “em seus desvios, o homem é carnal”, de shagag, “vaguear”, “desviar-se”. Ao seguirem as paixões carnais, diz Deus, os homens se entregaram aos desejo da carne, a ponto de não mais responderem ao controle do Espírito Santo. A insensibilidade à influência divina era completa; portanto, o Espírito de Deus deveria ser retirado. CBASD, vol. 1, p. 238.

Havia gigantes na Terra. Esses “gigantes”, nefilim, não eram produto de casamentos mistos, como alguns sugerem. … Uma vez que nessa época todos a raça humana era de grande estatura, pode ser que a palavra designe o caráter, em vez da estatura. Os antediluvianos geralmente possuíam grande força física e mental. Dotados de inteligência e habilidade, eles devotaram persistentemente suas capacidades físicas e intelectuais à gratificação do próprio orgulho e das paixões, e a opressão do próximo (PP, 80, 84, 90). CBASD, vol. 1, p. 238, 239.

Então, Se arrependeu o SENHOR. O “arrependimento” de Deus é uma expressão que se refere à dor do amor divino ocasionada pela pecaminosidade do ser humano. Ressalta que Deus, em harmonia com Sua imutabilidade, assume uma mudança de posição em resposta a uma mudança ocorrida na criação. A menção à dor divina em face da condição depravada do homem é uma tocante indicação de que Deus não o odiou. CBASD, vol. 1, p. 239.

Noé era homem justo. A palavra “justo”não implica inocência imaculada, mas retidão, honestidade e virtude. … Viver em retidão no tempo de Noé exigia assumir uma atitude destemida e firme contra más influências, tentações sutis e vis zombarias. CBASD, vol. 1, p. 240.

12 Viu Deus a terra. Esta investigação revelou que já havia distinção entre os caipiras, que desafiavam a Deus, e os setitas, que antes temiam a Deus. Com poucas exceções, “todo ser vivente” havia se corrompido. CBASD, vol. 1, p. 240, 241.

13 Resolvi dar cabo de toda carne. Os avisos anteriores da intenção divina de destruir a Terra (v. 3, 7) são presumivelmente, o registro de palavras que Deus pronunciou num concílio celestial, e não a ouvidos humanos. Então, foi feito uma comunicação diretamente a Noé. CBASD, vol. 1, p. 241.

18 Estabelecerei a Minha aliança. O primeiro acordo registrado entre Deus e Noé (ver com. de Gn 15:9-7 sobre o procedimento na efetivação de uma aliança). Ao fazer uma aliança com Noé, Deus fortaleceu a confiança desse homem justo na certeza do cuidado divino. Independentemente do que ocorresse, Noé sabia que ele e sua família seriam salvos. CBASD, vol. 1, p. 242.

E teus filhos. Essas promessas incluíam até os filhos de Noé que ainda não haviam nascido e as esposas deles, porque nessa ocasião Noé ainda não tinha filhos, embora já estivesse com 480 anos de idade (ver com. de Gn 5:32). CBASD, vol. 1, p. 242.

22 Assim fez Noé. Este verso curto abrange 120 anos de serviço fiel. CBASD, vol. 1, p. 243.



Gênesis 06 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de janeiro de 2022, 0:45
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 “Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro entre os seus contemporâneos; Noé andava com Deus” (v.9).

As primeiras gerações se foram, novas gerações surgiram e a beleza inicial foi se dissipando. As cores já não eram as mesmas, a paisagem estava modificada e cada vez mais cardos e espinhos apareciam em dissonância com a bela vegetação. Os animais que antes eram mansos foram revelando em seu trato um comportamento de natureza perigosa. Apesar da “supermáquina” humana ter recebido habilidades e características à imagem e semelhança de seu Criador, o tempo começou a mostrar que, assim como o restante da criação, ela também morre. Até que surgiu uma geração diferente de todas as outras. Refiro-me à história do dilúvio.

A geração antediluviana chegou ao limite da impiedade. O povo era tão perverso que se Deus não tomasse uma providência, certamente não existiríamos. Mas Ele chamou um servo para construir uma saída para o que, humanamente, seria impossível de se resolver. A corrupção do gênero humano havia se multiplicado a ponto do Senhor ter Se entristecido de ter criado o homem (v.6). Não confundam o arrependimento humano com o divino. O homem se arrepende do que fez de errado; Deus não Se arrependeu do que fez, pois tudo o que faz é perfeito; Deus aplica o Seu juízo, ou deixa de aplicá-lo (como o foi na história de Jonas; Jn.3:10), movido de profunda dor e compaixão. Deus, portanto, lamentou profundamente o que viu (v.5)! Porém, num cenário de grande escuridão, Ele enxergou luz. Um homem decidiu andar na contramão de sua geração: “Noé achou graça diante do Senhor” (v.8).

Moisés, inspirado por Deus, deixou escrito na Bíblia a biografia de Noé em apenas uma sentença: “Eis a história de Noé. Noé era homem justo e íntegro entre os Seus contemporâneos; Noé andava com Deus” (v.9). A Bíblia revela que “havia gigantes na terra […] varões de renome, na antiguidade” (v.4). Mas eu pergunto: Qual deles teve seu nome revelado na Bíblia ou na História? Eles podem ter sido homens de muito prestígio e fama na Terra, mas nenhum deles possuía o que era preciso para se achar graça diante de Deus. Nenhum deles “andava com Deus”. Em meio a um mundo destruído pelo pecado, o Senhor encontrou um coração justo e íntegro e o capacitou para uma obra única e de consequências eternas.

Os “filhos de Deus” (v.6) não pensaram duas vezes e tomaram para si mulheres que não eram tementes a Deus. Contraíram matrimônio sem a aprovação divina e o resultado foi tão danoso que a corrupção foi geral. O mundo tornou-se um lugar horrível de se viver. Os descendentes de Sete contaminaram-se com as filhas de Caim. Mas eles não habitavam junto da descendência de Caim. Ou seja, eles foram até lá. Permitiram que Satanás lhes aguçasse a curiosidade e foram ver a “formosa” estratégia que o Maligno arquitetou. “São os olhos a lâmpada do corpo”, disse Jesus (Mt.6:22). Se os nossos olhos forem maus, todo o nosso corpo será envolto em trevas. Se os nossos olhos estão voltados para este mundo, todo o nosso corpo manifesta que pertencemos a este mundo. É uma consequência inevitável, como pontuou Ellen White:

Contemplando o mal, tornaram-se os homens transformados na imagem deles, até que Deus não mais pôde tolerar sua impiedade, e foram arrebatados pelo dilúvio” (Fundamentos da Educação Cristã, CPB, p.422).

A grande preocupação de Deus desde o princípio tem sido com a forma como lidamos com o livre arbítrio. Muitos confundem liberdade com libertinagem, e deturpam o ideal divino com relação à nossa livre escolha. Amados, o Espírito Santo não vai agir “para sempre no homem, pois este é carnal” (v.3). As nossas escolhas são reflexos diretos ou da ação divina, ou da ação da carne. Não há meio termo. O mesmo que aconteceu no período antediluviano, vai acontecer no tempo que antecederá a segunda vinda de Cristo: “Com efeito, o mistério da iniquidade já opera e aguarda somente que seja retirado Aquele que agora o detém” (2Ts.2:7).

Estamos vivenciando, hoje, a retirada do Consolador desta Terra. Muitos têm rejeitado o último clamor por considerar a mensagem exagerada e radical, assim como o foi nos dias de Noé. Oh, meus irmãos, não se enganem! O Senhor tem pressa em cumprir a Sua promessa para que os Seus filhos não pereçam! Filhos que se recusam a prostrar-se diante dos ídolos deste mundo. “Eles anunciarão entre as nações a Minha glória”, diz o Senhor (Is.66:19), assim como fez o Seu servo Noé, “consoante a tudo o que Deus lhe ordenara” (v.22). O Senhor estabeleceu uma aliança com Noé e cumpriu a Sua promessa com a salvação dele e de toda a sua casa (v.18). O Senhor estabeleceu uma aliança eterna com o Seu povo e virá para salvar a Sua família do Céu, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Noé escolheu obedecer e foram salvos ele e a sua casa. A Palavra de Deus está em suas mãos. Qual será a sua escolha? Vigiemos e oremos!

Bom dia, família do Céu!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100