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GÊNESIS 10 – Dos três filhos de Noé surgem três principais raças pós Dilúvio. O pecado não fora erradicado na catástrofe. No mesmo capítulo da aliança de Noé com Deus (Gênesis 9), vemos esse herói da fé (Hebreus 11:7) bêbado e amaldiçoando seu filho/neto praticante do pecado da zombaria.
Pequenos erros acarretam grandes problemas no presente e no futuro. Embriaguez, zombaria e fofoca atraem maldições. Noé embriagou-se e atraiu desgraça para sua casa; Cam, ao fofocar do erro do pai, atraiu maldição a sua posteridade. Embriagado, Noé se despiu mostrando que o desequilíbrio na vida espiritual derruba qualquer gigante da fé, acarretando desonra e vergonha.
Desrespeito com quem erra, humilhação, lascívia, vulgaridade, obscenidade e banalização tanto quanto a omissão, são pecados ridículos que atraem maldição. Cam, sem respeito ao pai, ao invés de cobri-lo (omissão), saiu contar ao irmão (fofoca). Diante de escândalos cometidos, o importante não é divulgação; espalhar o erro é tão errado quanto cometê-lo – se não for ainda pior. Ellen White é categórica ao afirmar:
“O Senhor nunca abençoa aquele que critica e acusa a seus irmãos, pois esta é a obra de Satanás” (Ev, 102).
“Cristo é menosprezado e profanado pelos que difamam Seus servos” (4T, 195).
“Em vez de críticas e censuras, tenham nossos irmãos palavras de animação e confiança para com os instrumentos do Senhor” (4T, 185).
Se pequenos erros atraem grandes problemas para a vida, os pequenos acertos acarretam maravilhosas bênçãos. É o que aprendemos com o ato de graça de Sem e Jafé ao cobrir a desgraça do pai (1 Pedro 4:8). Arthur J. Ferch declarou: “Ainda que podemos justificar o pecado, temos de examinar a nós mesmos humildemente, identificarmos com o pecador de forma compreensiva, exortar com amor e procurar em forma redentora cobrir a nudez do pecador”.
Isso faz parte do pano de fundo de Gênesis 10. Setenta nações são apresentadas:
14 nações de Jafé (10:2-5).
30 nações de Cam (10:6-20).
26 nações de Sem (10:21-32).
A origem de uma nação explica sua moralidade. Os canaanitas amaldiçoados se tornaram adoradores pagãos, cultuaram seus deuses através da perversão sexual. Destes surgiram os egípcios, babilônios, assírios e cananeus; os piores vizinhos de Israel.
Jesus descendeu de Sem, para abençoar com Seu amor a todas as nações. Siga-O! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 9 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
GÊNESIS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/9
Gênesis 9 apresenta a aliança que Deus fez com Noé e seus descendentes até o fim dos tempos. Observe cuidadosamente que esta Aliança é sobre o que Deus faria e não o que Noé prometeu fazer. Trata-se da promessa imutável de Deus, não das débeis promessas do homem. Tem tudo a ver com a palavra de Deus e não com a do homem. A aliança é baseada na graça e misericórdia de Deus, não na iniciativa do homem. O arco-íris é o sinal da aliança eterna de que Deus nunca mais destruiria este mundo com um dilúvio.
Mas há algo mais profundo aqui. Na Bíblia, o arco-íris está associado à sala do trono de Deus. (Veja Ezequiel 1:28, Apocalipse 4:3 e 10:1) Pode muito bem representar a justiça e misericórdia de Deus, Sua graça e poder, Sua compaixão e força. É uma promessa de Sua proteção e libertação. O arco-íris é um reflexo do caráter de Deus e um sinal de Sua presença divina. A próxima vez que você vir um arco-íris lembre-se do Deus que está sentado no trono do universo e dirige não apenas o destino deste mundo, mas também a sua vida.
Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/9
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1338 palavras
1 Abençoou Deus a Noé e a seus filhos. Noé e sua família receberam uma bênção que era semelhante à que foi pronunciada sobre Adão e Eva após a criação (1.28). … Uma parte da bênção anterior, porém, não foi incluída nessa nova bênção: a ordem “sujeitai-a”, referindo-se à Terra. Essa omissão sem dúvida implica que, por causa do pecado, o domínio do mundo atribuído ao homem na criação tinha sido perdido. O pecado havia sido perturbado o relacionamento original entre seres humanos e animais, e estes foram liberados da sujeição ao homem, até certo ponto pelo menos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 252.
2 medo de vós. A referência ao “medo” sublinha as mudanças com relação à situação antes da queda, quando o homem era vegetariano. Agora o domínio humano sobre a criação inclui a exploração do reino animal para alimentação. Bíblia de Genebra.
O medo que todos os animais terrestres, alados e aquáticos deviam ter não excluiria sua rebelião ocasional contra o domínio humano. Por vezes, eles iriam se levantar e destruir o homem. Na verdade, Deus ocasionalmente os usou para executar a justiça divina (ver Êx 8:6, 17, 24; 2Rs 2:24). CBASD, vol. 1, p. 252.
3 ser-vos-á para alimento. Isso não significa que as pessoas tenham começado a comer carne pela primeira vez nessa ocasião, mas que pela primeira vez Deus as autorizou, ou melhor, permitiu fazer o que o dilúvio tornou uma necessidade. … Com a destruição temporária de toda a vida vegetal durante o dilúvio e a exaustão dos suprimentos alimentícios colocados na arca, surgiu uma emergência que levou Deus a permitir a ingestão de alimentos cárneos. Além disso, a alimentação carnívora encurtaria a vida pecaminosa dos homens (CRA, 373). CBASD, vol. 1, p. 253.
O fato de não ser apresentada aqui a distinção entre animais limpos e imundos, no que diz respeito à alimentação, não significa que Noé a desconhecesse. Que Noé estava familiarizado com essa distinção fica claro pela ordem prévia de levar na arca mais animais limpos do que imundos (Gn 7:2) e por ele oferecer apenas animais limpos em holocausto (8:20). CBASD, vol. 1, p. 253.
4 não comam carne com sangue, que é vida [NVI]. Lv 17.14 ressalta a estreita relação entre sangue e vida ao declarar duas vezes que “a vida de toda carne é o seu sangue”. A vida é dádiva preciosa e misteriosa de Deus, e o homem não deve buscar preservá-la ou aumentar a força vital dentro de si comendo a “vida” que está “no sangue” (Lv 17.11) – o que muitos povos pagãos no decurso da história acreditaram que podiam conseguir. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Esta proibição é mencionada na carta redigida para as igrejas novas, por ocasião do Concílio de Jerusalém (At 15.20, 28). Bíblia Shedd.
5 requererei a vida do homem. O mandamento “não matarás” é tão amplo em suas implicações que todo tipo de encurtamento da vida é proibido. CBASD, vol. 1, p. 254.
de todo animal o requererei. O estatuto de que um animal que matasse um ser humano devia ser destruído foi posteriormente incorporado ao código mosaico (Êx 21:28-32). Essa ordem não foi dada para punir o animal assassino, que não está sujeito à lei moral e, portanto, não pode pecar, mas para a segurança das pessoas. CBASD, vol. 1, p. 254.
6 derramar o sangue. Expressão idiomática que frequentemente quer dizer assassinato (Gên 37.22; 1Rs 2:31; Ez 22.4). Andrews Study Bible.
pelo homem. A capacitação dos seres humanos por Deus, com esta autoridade judicial, mostra que estes permanecem diante de Deus como dominadores (1.26) e lança fundamentos para o governo pelo Estado (Rm 13.1-7). Bíblia de Genebra.
Ao matar um ser humano, o assassino demonstra desprezo para com Deus e para com o próximo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 minha aliança. Como todos os outros concertos da Escritura, o concerto é baseado na graça de Deus e em Sua iniciativa, não pela performance humana ou comportamento. Andrews Study Bible.
12 sinal. As alianças bíblicas são geralmente confirmadas por símbolos visuais; estes incluem a circuncisão na aliança com Abraão (17.11), o sábado com Moisés (Êz 31.13,17), e a Ceia do Senhor na nova aliança (Lc 22.20). … Muitas vezes, estes sinais já existiam (p. ex., o sábado e a circuncisão), mas receberam novo significado. Bíblia de Genebra.
17 este é o sinal. A aliança entre Deus e Noé concluiu os eventos ligados à maior catástrofe que o mundo já experimentou. A Terra, uma vez bela e perfeita, apresentava, então, até onde alcançava a vista, uma imagem de completa desolação. Os seres humanos haviam recebido uma lição sobre os terríveis resultados do pecado. Os mundos não caídos viriam o fim terrível a que se chega ao seguir as propostas de Satanás. Devia haver um novo recomeço. Uma vez que somente os membros fiéis e obedientes haviam sobrevivido ao dilúvio, havia razões para se esperar que o futuro apresentasse um quadro mais feliz do que o passado. Depois de haverem sido salvos, pela graça de Deus, do maior cataclismo imaginável, era de se esperar que os descendentes de Noé aplicassem para as gerações futuras as lições aprendidas do dilúvio CBASD, vol. 1, p. 255, 256.
18 Cam é o pai de Canaã. Deve ter sido propósito de Moisés dirigir a atenção dos hebreus de seu tempo para o desagradável acontecimento descrito nos versos seguintes, a fim de que compreendessem por que os cananeus, que eles logo conheceriam, eram tão profundamente degradados e moralmente corruptos. CBASD, vol. 1, p. 256.
21 embriagou-se. O pecado de Noé proporciona aos cristãos a seguinte admoestação: 1) Não estará jamais imune ao pecado e às tentações; 2) Pequeninos deslizes cometidos durante o curso normal da existência poderão acarretar perigos graves; 3) O crente poderá dar ocasião a que outros cometam pecados, mesmo entre os familiares; 4) Cumpre que o crente esteja consciente da imparcialidade com que Deus pune o pecado. Bíblia Shedd.
O registro do pecado de Noé mostra a imparcialidade da Bíblia, que registra tanto as virtudes dos grandes servos como as suas faltas. A idade e as vitórias espirituais anteriores não são garantia contra a derrota na hora da tentação. Quem pensaria que um homem que andara com Deus por séculos e que resistira às tentações de multidões, cairia sozinho? Um momento de descuido pode macular a mais pura vida e desfazer grande parte do bem que se faz no decorrer de anos. CBASD, vol. 1, p. 256, 257.
22 vendo a nudez do pai, fê-lo saber, fora, a seus dois irmãos. Divulgou, em vez de encobrir, a indecência do pai. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O pecado de Cam não foi uma transgressão involuntária. Talvez ele tenha visto acidentalmente a condição vergonhosa do pai, mas, em vez de ficar cheio de tristeza pela insensatez do pai, ele se alegrou com o que viu e se deleitou em divulgá-lo. CBASD, vol. 1, p. 257.
25 maldito seja Canaã! Orígenes, um dos pais da igreja, menciona a tradição de que Canaã foi quem primeiro viu a vergonha do avô e contou a seu pai. Não é impossível que Canaã tenha participado da má ação do pai. … A maldição de Noé não parece ter sido pronunciada por ressentimento, mas como uma profecia. … É simplesmente uma predição do que Deus viu de antemão e o anunciou através de Noé. CBASD, vol. 1, p. 257.
Canaã e seus descendentes seriam castigados por serem ainda piores que Cam (Lv 18.2,3,6-30). … A profecia de Noé não pode ser usada para justificar a escravidão da raça negra, pois os amaldiçoados eram cananeus, da raça caucásica – brancos, portanto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 habite ele nas tendas de Sem. Quando o evangelho foi pregado em grego, uma língua jafetita, o povo de Israel, que era descendente de Sem, em borá subjugado por Roma, descendente de Jafé, tornou-se o vencedor espiritual dos jafetitas, e assim, figuradamente, recebeu-os em suas tendas. CBASD, vol. 1, p. 258.
27 todos os dias de Noé. A história de Noé termina como uma bem conhecida fórmula do cap. 5, sugerindo que os relatos contidos nos cap. 6-9 pertencem à história de Noé. Embora Noé fosse um homem justo e andasse com Deus, não atingiu a estatura espiritual de seu bisavô Enoque. Depois de testemunhar o crescimento e a expansão de uma nova geração, e de ter visto quão rapidamente esta seguiu as ímpias inclinações do coração, Noé morreu. CBASD, vol. 1, p. 258.
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“O arco estará nas nuvens; vê-lo-ei e Me lembrarei da aliança eterna entre Deus e todos os seres viventes de toda carne que há sobre a Terra” (v.16).
A bênção do Senhor sobre Noé e seus filhos foi acompanhada de uma aliança estabelecida sete vezes (v.9, 11, 12, 13, 15, 16 e 17), com eles e com toda a humanidade. O mundo seria novamente povoado com a descendência de Noé e nunca mais haveria outro “dilúvio para destruir a terra” (v.11). Um sinal foi estabelecido: um arco composto por sete cores. Era a perfeita obra de Deus aliada à perfeição de Suas promessas. A fidelidade de Noé e o sacrifício que ofereceu ao Senhor não ficaram sem a resposta de um Deus que ama recompensar aqueles que O amam.
A queda original, porém, continuaria revelando nas futuras gerações as faces da maldade. Percebam como a alimentação está diretamente relacionada com a nossa essência: No Éden, Deus estabeleceu o cardápio do homem e da mulher (Gn.1:29). Após a queda, Ele acrescentou no regime do homem, os alimentos reguladores (Gn.3:18), que antes só serviam para os animais (Gn.1:30). Então, após o dilúvio, Deus permitiu que o homem fizesse uso do alimento cárneo. E aqui não confundamos a expressão “tudo o que se move e vive” (v.3), porque senão estaria incluso aqui até o canibalismo. Já na entrada dos animais na arca, o Senhor fez a distinção entre os animais limpos e os imundos (Gn.7:2), o que Ele mesmo confirmou ao estabelecer as leis de saúde em Levítico 11. Deus também estabeleceu um regime alimentar para o Seu povo nos últimos dias (Aconselho a leitura do livro “A Ciência do Bom Viver”, da Casa Publicadora Brasileira).
Mesmo Noé, um homem considerado pelo próprio Deus como um homem justo, era passível de erros. E num momento em que permitiu ser levado pelo ímpeto de sua natureza carnal, “embriagou-se e se pôs nu dentro de sua tenda” (v.21). Contudo, sua atitude não foi pior do que a de seu filho Cam, que ao aproximar-se da tenda de seu pai, ao invés de perceber o constrangimento e prestar-lhe auxílio, ficou contemplando a triste cena e saiu para delatá-la aos seus irmãos. Cam revelou o seu vil caráter e o quanto isto afetaria a sua descendência. Noé não lançou uma praga sobre ele e seus filhos, mas profetizou o que havia de ser uma consequência entre os descendentes de Cam, os povos de Canaã. Sem e Jafé, pelo contrário, revelaram nobreza de caráter diante de Deus e profundo respeito por seu progenitor. Consequentemente, as bênçãos do Senhor os acompanhariam e, da linhagem de Sem, surgiria o povo escolhido, Israel, do qual viria o Salvador.
Amados, nossa lida nesta terra é repleta de altos e baixos. Noé também foi um homem sujeito aos mesmos sentimentos que você e eu. A diferença entre a sua atitude e a de Cam, é que o patriarca estava fora de si pelos efeitos do álcool na mente, mas o seu filho estava em perfeito juízo e, ainda assim, escolheu o mal. Ambos pecaram. Ambos estavam sujeitos à morte. Mas diante de um Deus que sonda os corações, nosso verdadeiro caráter é revelado. Perante o Senhor, aquele que comete um deslize e se arrepende é justificado. Mas aquele que tem prazer em contemplar o deslize do próximo e compartilhar a desgraça alheia, lança maldição sobre si mesmo.
Busquemos, pois, com profundo interesse e súplicas, a inscrição do caráter de Cristo em nós; um caráter que revela a bondade e o respeito com que Ele tratou a mulher adúltera (Jo.8:1-11), Zaqueu (Lc.19:1-10) e tantos que, marginalizados pela sociedade, encontraram em Jesus o caminho da transformação e da salvação. Que não sejamos como Cam, tendo prazer em contemplar e espalhar os erros de outros, mas, como Sem e Jafé, tenhamos sincero interesse em cobrir a vergonha de nossos irmãos com a capa da discrição, cuidando deles com bondade e respeito, até que despertem e percebam onde caíram, se arrependam e voltem “à prática das primeiras obras” (Ap.2:5). Cada vez que contemplarmos o arco-íris da promessa, lembremos que o Senhor fez uma aliança eterna com todas as pessoas e que, portanto, todos somos alvos do amor de Deus. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, aqueles que amam a sua família na fé!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 9 – Deus anseia comprometer-Se conosco e espera que respondamos comprometendo-nos com Ele. Em Gênesis 6:18 acontece a primeira referência explícita de Deus fazendo aliança com humanos; porém, embora “seja a referência mais antiga a uma aliança na Bíblia, o uso desse termo hebraico específico implica que Deus já havia feito uma aliança com a humanidade. Nesse sentido, a aliança de Deus com Noé pode ser vista como uma renovação de Sua aliança com Adão, para a qual a Bíblia aponta implicitamente em Gênesis 3:15”, explicam Gerhard e Michael Hasel.
A aliança que Deus fez após o Dilúvio não se limita a Noé, ela é incondicional e mundial. Deus evidenciou Seu sinal de aliança de compromisso conosco através de um arco-íris; sinal físico, visível, nas nuvens. Prometeu nunca mais destruir a terra com Dilúvio.
O arco-íris nos lembra que Deus castigou a maldade com Dilúvio, mas também garante que ainda que chova, não precisamos temer novo Dilúvio. Cada vez que presenciarmos um arco-íris, deveríamos lembrar que Deus abomina e julga os pecados, mas faz promessa e a cumpre apesar dos pecadores.
Embora Deus cumpra Sua promessa de nunca mais enviar um Dilúvio universal para destruir a Terra, Ele também alega que o mal será erradicado com fogo (2 Pedro 3:7, 10-11; Apocalipse 20:9).
Por isso, precisamos olhar para a história de Noé e sua família com atenção. Noé representa o remanescente fiel que será salvo. Sua prontidão em atender às orientações de Deus lhe garantiram a salvação quanto nossa prontidão de se comprometer com Jesus e tê-lO como Sumo Sacerdote (Hebreus 4:14-16; 8:1-2) e advogado (1 João 2:1-2) através da entrega pelo batismo (Marcos 16:16) garantirá nossa salvação.
Precisamos perseverar na fidelidade ao Deus da aliança quando o mundo todo estará aliado à besta e a sua imagem (Apocalipse 13:1-18; 14:6-12).
Em Gênesis 7:23 encontramos a teologia embrionária do remanescente: “Só restaram Noé e aqueles que com ele estavam na arca”. São estes que começaram na “terra nova” em Gênesis 9. Apenas um remanescente fiel entrará na “Nova Terra” oficial (Apocalipse 21:6-8; 22:3-4); os que vivem de maneira santa e piedosa viverão onde habita a justiça (2 Pedro 3:10-13).
Aprendamos a andar com Deus aqui na Terra para andarmos com Ele lá no Céu! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO GÊNESIS 8 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 8 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/gn/8
Pense em como deve ter sido estar na arca durante aqueles quarenta dias e quarenta noites tempestuosos. Quando os trovões bradavam, os relâmpagos piscavam e as enormes ondas atingiam a arca, Noé e sua família certamente experimentaram o coração acelerado e o estômago embrulhado pelo medo. No entanto, apesar da ansiedade, eles descansaram pela fé na mão protetora de Deus. Com serena segurança eles confiaram no meio da tempestade. Eles sabiam que Deus não os havia esquecido. Eles estavam confiantes de que Seu olhar atento estava sobre eles enquanto a arca era jogada de um lado para o outro pelas ondas tempestuosas.
As primeiras quatro palavras de Gênesis 8 soam com segurança. “Então Deus se lembrou de Noé.” (Verso 1) Nas tempestades da vida Deus não se esquece de nós. Nas provações da vida não somos deixados sozinhos. Nos maiores desafios da vida, não somos órfãos cósmicos. Nas dificuldades da vida, Ele está presente. O mesmo Deus que conduziu Noé e sua família para dentro da arca, os protegeu enquanto estavam lá e os conduziu para um novo e brilhante futuro. Quando aceitamos a Palavra de Deus pela fé, obedecemos aos Seus mandamentos e fazemos a Sua vontade, Ele também nos levará a um futuro cheio de esperança.
Mark Finley
Evangelista aposentado
Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1429 palavras
1. Lembrou-se Deus de Noé. Este verso não implica que Deus houvesse esquecido Noé durante um tempo. Esta é uma expressão que indica divina solicitude e graça. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 248.
A lembrança de Deus é central na história do dilúvio. Quando Deus “se lembra”, Ele também age em benefício de Seu povo (19:29; 30:22; Ex. 2:24; 6:5), individualmente e coletivamente. Note a preocupação divina tanto com a humanidade quanto com os animais. […] De modo similar ao cap. 1, o espírito/vento (a mesma palavra em hebraico) de Deus é um agente no processo de re-criar um ambiente que os humanos possam ocupar. Andrews Study Bible.
A expressão hebraica indica ação baseada em um compromisso prévio (9.15; 19.29; 30.22; Êx 2.24; Lc 1.72-73), não numa mera lembrança. Bíblia de Genebra.
A única coisa que Deus esquece, com referência a Seus filhos, são os pecados (cf Is 43.25 com Is 49.15) (Bíblia Shedd).
4. Ararate. Todos os expositores bíblicos concordam que a referência aqui é à região montanhosa da Armênia, embora não se saiba exatamente qual a parte das montanhas do Ararate. Nada tem sido comprovado sobre a descoberta de restos da arca de Noé. A localização tradicional, o moderno monte Ararate, tem dois picos, um com 5.137 m, outro com 3.896 m de altura. Entre os persas esses picos gêmeos são conhecidos como Koh-i-nuh, “a montanha de Noé”. Este seria um lugar ideal para a arca repousar enquanto as águas baixavam. A partir dele, os sobreviventes do dilúvio podiam se espalhar por todas as terras. CBASD, vol. 1, p. 248.
5 As águas foram minguando. As águas baixaram gradualmente por dois meses e meio após a arca ter repousado sobre as montanhas do Ararate. CBASD, vol. 1, p. 248.
8 Soltou uma pomba. Embora não seja declarado quanto tempo Noé esperou antes de fazer outra tentativa, a expressão “esperou ainda outros sete dias”(v. 10) indica que o primeiro dia de espera tinha tido a mesma duração. Uma semana mais tarde a pomba permaneceu fora o dia todo, mas voltou à noite com uma folha de oliveira, aparentemente de uma árvore que havia sobrevivido ao dilúvio. Em hebraico, a expressão “nova”, literalmente “colhida fresca”, indica claramente que a folha não tinha sido achada flutuando na superfície da água. Noé reconheceu folha de oliveira como evidência de que a terra estava quase seca e que ele logo poderia sair da arca. Uma semana mais tarde a pomba já não voltou mais, o que foi uma evidência de que as condições eram suficientemente normais para que ela permanecesse fora da arca. CBASD, vol. 1, p. 248.
13 A cobertura da arca. Há indicação de que houve um período adicional de espera após o qual Noé achou que era hora de investigar por si mesmo. Uma vez que pouca coisa se podia ver pelas abertura da treliça que ficava abaixo do teto da arca, ele removeu uma parte do teto. A palavra “cobertura”, mikseh, é usada no AT para designar o teto do tabernáculo (Êx 26:14). CBASD, vol. 1, p. 248.
14 Do segundo mês. A arca é prova da bondade de Deus e da é obediente de Noé. A arca foi um refúgio em tempo de perigo, um lar para os desabrigados e um templo onde a família de No;e adorava a Deus. Conduziu-os em segurança do velho mundo para o novo, de um ambiente de vício e pecado para uma Terra purificada do pecado. A arca era o lugar de salvação apontado por Deus, e fora dela não havia segurança. E como foi nos dias de Noé, assim será quando a presente era chegar a um abrupto fim por ocasião da vinda do Filho do homem (ver Mt 24:37). Aqueles que desejam ser salvos precisam se valer da provisão que Deus fez para a salvação. CBASD, vol. 1, p. 249.
16 Sai. Noé havia aprendido a confiar em Deus e a esperar pacientemente durante os 120 anos de pregação e construção da arca. Esse longo período ativo foi seguido por mais de um ano na arca. Durante as primeiras semanas e meses ele havia experimentado incessante chuva, uma turbulenta tempestade e tremendas convulsões da Terra, que pareciam estar prestes a destruir a frágil embarcação. Mais tarde, quando a arca repousou sobre as montanhas do Ararate, começou um tedioso tempo de espera,que durou mais de sete meses. Noé pode ter pensado algumas vezes que Deus tivesse esquecido a solitária arca e seus ocupantes no topo daquela montanha. Ele, no entanto, teve as duas virtudes gêmeas: fé, e paciência. Com que alegria Noé deve ter ouvido uma vez mais a voz de Deus ordenando que saísse da arca. CBASD, vol. 1, p. 248, 249.
Posto que o dilúvio foi uma prefiguração do batismo cristão (1Pe 3.20-21), a saída de Noé e sua família da arca pode ser tida como seu surgimento das águas da morte para uma nova vida (cf. Jo 5.28-29; 11.43; Rm 6.3-6). Bíblia de Genebra.
17 E povoem abundantemente a Terra (ARC). Esta declaração tem sido considerada por alguns comentaristas como uma indicação de que Deus havia restringido a capacidade reprodutora dos animais durante o ano que eles permaneceram nas apinhadas repartições da arca. Então, a bênção original sobre os animais, para que se multiplicassem e enchessem a Terra (Gn 1:22) foi repetida. CBASD, vol. 1, p. 250.
Após a comoção da tormenta e o silêncio do período de secagem, Deus fala novamente a Noé. A divina ordem é clara e ecoa a ordem de Gên. 1:28: “Sede frutíferos e multiplicai-vos”. Andrews Study Bible.
18 Saiu, pois, Noé. Quando um anjo desceu do Céu e abriu a porta que havia sido fechada um ano antes de maneira semelhante, Noé e sua família saíram. Os animais seguiram Noé, saindo da arca de maneira ordenada, cada um segundo a sua espécie. Esse instinto de se associar com outros de sua própria espécie é geralmente característico do mundo animal. CBASD, vol. 1, p. 250.
20 Levantou Noé um altar. O primeiro ato de Noé ao sair da arca foi adorar a Deus. Os sacrifícios oferecidos por Noé não eram apenas expressão de gratidão por haver sido preservado, mas também um testemunho de sua fé no Salvador – que era tipificado pelos sacrifícios de animais. CBASD, vol. 1, p. 250.
holocausto. Isto é, sacrifício totalmente queimado. Bíblia NVI.
A oferta queimada é tomada dentre os animais limpos, uma indicação de que as categorias de animais limpos e imundos era conhecida antes do dilúvio. Somente animais limpos foram utilizados como animais sacrificais. Para mais sobre a identificação entre animais limpos e imundos em relação à alimentação e saúde, veja Lev. 11:1-47; Deut. 14:3-21. Andrews Study Bible.
21 E o SENHOR aspirou o suave cheiro. A satisfação de Deus com a conduta de Noé e a aceitação da oferta são apresentadas em linguagem bastante humana. A resposta divina à adoração de Noé foi uma decisão de que a a Terra não seria destruída por outro dilúvio. Essa promessa só foi comunicada um pouco mais tarde (ver Gn 9:8-17). As palavras “Não tornarei a amaldiçoar a terra” não removeram a maldição original (3:17). Referem-se simplesmente ao fato de que não sobreviria novamente à raça humana uma catástrofe universal como o dilúvio. Enchentes localizadas não estavam incluídas nessa promessa. CBASD, vol. 1, p. 250.
suave A frase implica na aceitação do sacrifício e do ofertante. O “cheiro suave” é geralmente associado com instruções a respeito de sacrifícios. A frase é parte de um monólogo divino do qual o leitor é privado. Apesar do dilúvio ter destruído a “violência” condenada em 6:11, ele não mudou a natureza humana (como logo se tornará evidente nos capítulos seguintes de Gênesis). Contudo, a graça divina entra no tribunal. Andrews Study Bible.
Um jogo de palavras resulta da similaridade entre esta palavra hebraica e o nome de Noé. Esta referência ao olfato divino antropomorficamente retrata o prazer de Deus na adoração de Seu povo (Ez 20.41; Ef 5.2; cf. 2Co 2.15-16). Bíblia de Genebra.
amaldiçoar a terra. Deus não está retirando a maldição de 3.17, porém está prometendo não mais destruir a terra por meio de dilúvio (Bíblia de Genebra).
A resolução divina de não renovar o julgamento se baseia no sacrifício aceito (cf 1 Sm 26.19; Cl 1.20; Ef 5.2), não na incorrigibilidade do homem que causara o dilúvio (6.13). Bíblia Shedd.
22 Enquanto durar a Terra. O relato mais notável do dilúvio fora da Bíblia ocorre no antigo épico de Gilgamés, escrito pelos babilônicos. Embora a seção do épico que trata do dilúvio exiba muitas semelhanças com o relato do Gênesis, há diferenças entre os dois relatos que evidenciam a inspiração e exatidão do relato bíblico. O politeísmo e outras ideias religiosas pagãs dão ao épico de Gilgamés um tom distintamente pagão. Embora histórias semelhantes à do dilúvio persistam em diferentes culturas, é natural que o relato babilônico seja um pouco mais acurado que outros, devido à proximidade entre Babilônia e as montanhas do Ararate. CBASD, vol. 1, p. 251.
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Gênesis 1: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-cap-1.html
Gênesis 2: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-2.html
Gênesis 3: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-3.html
Gênesis 4: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-4.html
Gênesis 5: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-5.html
Gênesis 6: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-6.html
Gênesis 7: http://reavivadopelapalavra.blogspot.com/2012/04/genesis-7-segunda-23042012.html
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“Lembrou-se Deus de Noé e de todos os animais selváticos e de todos os animais domésticos que com ele estavam na arca; Deus fez soprar um vento sobre a terra, e baixaram as águas.” (v.1).
Os concursos e vestibulares estão cheios de casos de pessoas que chegam após o horário limite. Segundo cada edital, há um horário estabelecido para a abertura e para o fechamento dos portões dos locais de prova. E apesar das lágrimas, das desculpas e de qualquer imprevisto que tenha ocorrido, nenhum candidato consegue convencer os fiscais a abrir algum tipo de exceção. Todo o conhecimento adquirido para a realização daquela avaliação foi frustrado por uma porta fechada. Noé tinha ouvintes bem atentos que todos os dias adquiriam mais conhecimento acerca do amor de Deus e de Seu breve juízo. O velho professor não se cansava de lecionar a matéria *Graça*, apontando com veemência para a porta que representava a única chance que tinham de experimentá-la.
Deus concedeu àquele povo um método lúdico de ensino. E, à beira da grandiosa construção, todos tiveram a oportunidade de estudar em numa mesma escola, preparando-se para uma mesma prova. A diferença é que não tinham que competir uns com os outros. Bastava entrar pela porta no tempo determinado pelo “edital” de Deus. A respeito disso, vejamos o que registrou Ellen White: “Seu período de graça estava se aproximando do fim […] E agora o servo de Deus fez o seu último e solene apelo ao povo. Com um desejo angustioso, que as palavras não podem exprimir, solicitou buscassem refúgio enquanto ainda se poderia achar. De novo rejeitaram as suas palavras, e levantaram a voz em zombaria e escárnio” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.58, 59).
Não obstante a corrupção que lhes governava o coração e todas as afrontas e palavras de grosseria que proferiam contra o pregador, as palavras de Noé sempre eram plenas de misericórdia e de amor, ao mesmo tempo em que eram poderosas e cheias de convicção. Não havia um único sinal de chuva. Cada dia amanhecia e terminava como sempre havia sido. Seus negócios prosperavam. “Comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca e não o perceberam” (Mt.24:38-39). “O Senhor fechou a porta” (Gn.7:16), e selados estavam todos para a condenação das águas.
Aquela porta representa a obra de intercessão de Jesus no santuário celestial. De igual forma, Deus tem chamado os Seus filhos para aprender mediante o estudo de Sua Palavra, o caminho da aprovação divina. Enquanto a graça de Cristo estiver à nossa disposição, a porta continuará aberta e todos continuarão sendo chamados a entrar por ela. Mas está chegando o tempo em que a porta que só Deus pode fechar ou abrir, selará o destino eterno de cada ser humano. E assim como Noé e sua família entraram na arca sete dias antes que viesse o dilúvio, o povo de Deus passará por um momento de grande expectativa e de grande prova de fé. Os ímpios afrontarão os filhos de Deus, dizendo: “Onde está a promessa da Sua vinda?” (2Pe.3:4). Contudo, apesar da ardente provação e da dureza de coração daqueles que rejeitaram a salvação, o Senhor susterá os Seus à sombra de Seu abrigo, e, com arrebatadora alegria declararão: “Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (2Pe.3:13).
Eram oito pessoas contra um mundo inteiro e, ao contrário do que se pensa, não é a maioria que define a vitória, e sim o lado que conhece a verdadeira linha de chegada. Noé e sua família foram insultados e a mensagem de Deus de todo rejeitada. Pensavam: “Como podemos todos nós estar errados e somente esta família com a verdade? Impossível!”. E mediante tal pensamento afogaram-se todos nas “águas” de suas próprias teorias. Assim como Noé não levou em conta a controvérsia humana, mas perseverou em andar com Deus, a mesma oportunidade nos é dada hoje. Assim como ele confiou no Senhor, observando o passo a passo da cartilha do Céu, aguardando com paciência a ordem de sair da arca, precisamos clamar a Deus por este fruto do Espírito e todos os demais que nos habilitam a estarmos prontos para o encontro com o Senhor nos ares.
“Levantou Noé um altar ao Senhor e, tomando de animais limpos e de aves limpas, ofereceu holocaustos sobre o altar” (v.20). Seja, portanto, a minha e a sua vida um sacrifício de amor ao Deus que nos salvou. Vigiemos e oremos!
Bom dia, verdadeiros adoradores!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Gênesis8 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100