Reavivados por Sua Palavra


Êxodo 31 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de abril de 2022, 0:45
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“E, tendo acabado de falar com ele no monte Sinai, deu a Moisés as duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (v.18).

Moisés já estava para completar quarenta dias em que estava no monte Sinai. Este foi o número de dias em que permaneceu ali na presença de Deus, recebendo dEle todas as instruções sobre a construção do santuário e também as Suas leis. Mas antes de descer e retornar ao arraial, o Senhor lhe falou acerca do artífice e dos homens que Ele capacitaria para a realização de Sua obra, bem como sobre a observância do sábado como um santo dia de descanso. Mesmo a obra da construção do santuário deveria ser interrompida a fim de que pudessem guardar o sábado do Senhor. A obediência ao quarto mandamento do Decálogo foi instituída por Deus como um sinal entre Ele e Seu povo (v.13).

O fato de Bezalel ter sido escolhido para tão nobre e santo ofício revela que era um homem consagrado a Deus e que buscava fazer a Sua vontade. Nenhum trabalho é sem valor quando empreendido segundo a habilitação do Espírito Santo. Nenhuma lida humana é de menor importância quando aplicada para a glória de Deus. O mesmo Senhor que ordenou: “Seis dias se trabalhará” (v.15), é O mesmo que promete capacitar a todos os que O buscam com inteireza de coração. O quarto mandamento, ao contrário do que muitos julgam, é uma lei trabalhista que inclui o dever do serviço e o direito do repouso. É o reconhecimento de que o Legislador é o nosso Criador: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento” (v.17).

Da mesma forma que Deus fez separação entre as coisas santas e as comuns, como Criador da semana de sete dias, Ele separou o sábado como um dia santo, separado dos demais com uma finalidade muito, mas muito especial: para que conheçamos o Senhor que nos santifica (v.13). É um dia de encontro especial com o nosso Criador. É um dia de bênção e de santificação. É a coroa da semana. Como diz a letra da canção: É o “santuário no tempo”. Afirmar que outro dia pode receber a mesma honra do sábado é teoria humana e não vem de Deus. Sem contar com os vários textos no Antigo Testamento, existem mais de 50 referências sobre o sábado só no Novo Testamento e nenhuma, repito, nenhuma, autoriza o homem a observar outro dia que não seja aquele que o Senhor chamou de santo.

Da mesma forma que o Espírito Santo capacita os homens ao trabalho, também os chama ao Seu santo alento. E quando aprendemos o significado da expressão “dedo de Deus” (v.18), entendemos melhor a afirmação anterior. Nos evangelhos de Lucas e de Mateus, encontramos o relato da cura de um endemoninhado mudo; e ao Jesus ser acusado pelos fariseus de expulsar demônios pelo poder de Satanás, a Sua resposta esclarece o que estamos tentando compreender: “Se, porém, Eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente, é chegado o reino de Deus sobre vós” (Lc.11:20). Então, no relato de Mateus, encontramos o significado desta expressão: “Se, porém, Eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós” (Mt.12:28). Ou seja, os dez mandamentos foram escritos pelo Espírito Santo em pedras e, hoje, precisamos permitir que Ele os escreva em nosso coração:

Estando já manifestos como carta de Cristo[…] escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2Co.3:3).

Como Jesus mesmo afirmou: “O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc.2:27), o sábado é um presente do Criador à criatura. É a inscrição do Espírito Santo no tempo. E quer você aceite, quer não, permanecerá sendo um sinal entre Deus e Seus verdadeiros adoradores (Ez.20:12 e 20; Ap.14:7), e identificará o remanescente dos últimos dias, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). O Senhor nos convida a desfrutar de Seu santo dia como um prelúdio do Céu. “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9). Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo31 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 31 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de abril de 2022, 0:40
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ÊXODO 31 – A narrativa desse segundo livro da Bíblia relatando os “atos de Deus em libertar Seu povo do Egito e de lhe dar leis e instituições seria lembrança constante do interesse especial de Deus por Israel e fator de união na adoração. Israel nunca poderia ter se tornado e permanecido como povo cujo Deus é o Senhor sem a consciência destas ocorrências divinas na história de sua existência. Recontar estes eventos gerou fé nas gerações posteriores de Israel. Estes mesmos eventos são espiritualizados na grande redenção feita por Jesus Cristo na cruz do Calvário. Os cristãos olham estas manifestações divinas como símbolos da obra de Deus a favor deles em Cristo (ver Jo 1:29; Hb 8:5; 10:1)”, comenta Leo G. Cox.

Desde o capítulo 25, Moisés vem tratando da planta e da engenharia do Santuário. Este capítulo encerra esse ciclo, abordando a escolha dos artesãos para sua construção (Êxodo 31:1-11).

Após tratar dos construtores do Tabernáculo/Santuário, Moisés reiterou o mandamento do sábado, mostrando ser a sua observância um sinal da aliança entre o povo e Deus (Êxodo 31:12-17). Tanto o santuário quanto o sábado estão intimamente em conexão com a genuína adoração ao verdadeiro Deus.

Essa cessão encerra com uma declaração extremamente importante: “Quando o Senhor terminou de falar com Moisés, deu-lhe as duas tábuas da aliança, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus” (Êxodo 31:18). Por mais sagrado que fosse o Santuário e sua construção requeresse urgência, as horas sagradas do sábado não deveriam ser destinas à sua execução. Assim, Deus ensina respeito e zelo pelo Seu sinal de compromisso com os pecadores. A lei não é de Moisés. Moisés apenas a recebeu de Deus. Moisés não é o autor, nem mesmo o escritor da lei; Deus escreveu com Seu dedo em tábuas de pedra.

O sinal de Deus não é limitado a Israel, já que Ele se apresenta como o Criador dos Céus e da Terra (Êxodo 31:17; Gênesis 1:1; Isaías 56:6-7). Toda criatura racional deve adorar ao Criador; Israel deveria ser propagador dessa verdade ao mundo.

Na Nova Aliança, Deus quer escrever Sua sagrada lei em nosso coração (Jeremias 31:31-33). Aquele que deseja participar dessa Aliança hoje, deve permitir que Deus escreva Sua lei no coração (Apocalipse 12:12). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 30 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 30 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 30 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ÊXODO 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ÊXODO 30 by Jobson Santos
3 de abril de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/30

A oração é o modo pelo qual Deus nos convida a nos comunicarmos diretamente com Ele. O altar de incenso era um símbolo das orações que sempre sobem diante do trono de Deus. Os sacerdotes vinham a este lugar para oferecer incenso (Patriarcas e Profetas, p. 333) que subia por sobre o véu, até o lugar santíssimo, onde o trono de Deus se localizava, acima do propiciatório. O incenso representava as “orações dos santos” (Apocalipse 8:3-4).

Nós devemos “orar sem cessar” (1Tessalonicenses 5:17), sabendo que Jesus permanece como nosso Sumo Sacerdote, diante do trono de Deus. “Cristo mistura a elas [nossas orações] os méritos de Sua própria vida de perfeita obediência. Nossas orações são perfumadas por este incenso. Cristo Se comprometeu a interceder em nosso favor e o Pai sempre ouve o Filho.” (Filhos e Filhas de Deus, p.22). Estas orações são levadas à presença de Deus e são unidas aos méritos de Cristo, nosso Sumo Sacerdote, que intercede em nosso favor.

Isto é uma boa notícia para todos nós hoje – não precisamos de intercessor terreno, todos temos igual acesso ao Criador do Universo, que prometeu que “se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve” (1 João 5:14).

Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/30
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ÊXODO 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2022, 0:50
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1 incenso. Esta fumaça perfumada é o símbolo bíblico da oração dos fiéis (Sl 141.2 e Ap 8.3-4). Este é o sacrifício mais puro, pois a verdadeira oração é o próprio eu se oferecendo em sacrifício integral, entrando em contato imediato com o coração de Deus. Bíblia Shedd.

2 os chifres formarão uma só peça com ele. Ou seja, uma só peça com o altar. Visto que chifres simbolizam poder (ver com. de Êx 27:2), no altar do incenso eles representam o poder da oração (ver Gn 32:24-30). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 709.

defronte do véu. O altar do incenso ficava no lugar santo, junto ao “véu”, a cortina que o separava do santíssimo (Êx 40:21-27). Embora estivesse no lugar santo, considerava-se que o altar de incenso pertencia ao santíssimo (Hb 9:3, 4). Esse conceito surgiu do fato de que, quando se aproximavam da presença divina que estava sobre o propiciatório [tampa da arca da aliança/testemunho/dez mandamentos], era do altar do incenso que os sacerdotes se aproximavam (PP, 353). Somente no Dia da Expiação é que podiam chegar mais perto. Esse era o lugar aonde iam para se encontrar com Deus, cuja morada era no santíssimo. O incenso oferecido ali não apenas enchia o lugar santo, mas ascendia e passava por cima do véu para o santíssimo (ver com de Êx 26:32). O fato de o altar estar “diante do propiciatórios” ensina que a oração nos leva á presença de Deus. Embora o “véu” da humanidade (ver 1Co 13:12) impeça que nossos olhos físicos vejam a Deus, a fé e a oração vão onde o corpo não pode ir. CBASD, vol. 1, p. 709.

incenso contínuo. O incenso devia ser oferecido duas vezes ao dia, no horário da manhã e do crepúsculo da tarde (Êx 30:7, 8). O altar do incenso representava intercessão perpétua. … Seu “contínuo” queimar ensina que a cada dia devemos nos aproximar de Deus em oração (Sl 16:8; 55:17; 1Ts 5:17, 18; PP, 354). Devemos orar “sem cessar” (1Ts 5:17). CBASD, vol. 1, p. 709.

incenso estranho. Incenso não feito segundo a ordem divina (30.34-38) e não oferecido por sacerdotes consagrados (Nm 16.40). Bíblia Shedd.

10 uma vez no ano, Arão fará expiação sobre os chifres do altar. De todas as mobílias do tabernáculo, somente a arca com o propiciatório era considerada de mais importância e santidade que o altar de incenso. Isso sugere o quanto Deus valoriza a oração (ver PP, 353). CBASD, vol. 1, p. 710.

Essa cerimônia anual era chamada o Dia da Expiação. Nesse dia, era realizado um sacrifício pelos pecados de toda a nação israelita. Era o único dia em que o sumo sacerdote poderia entrar no lugar santíssimo, a parte mais interna do tabernáculo. Aqui, ele pedia que Deus perdoasse o povo. O Dia da Expiação servia como lembrança de que os sacrifícios diários, semanais e mensais poderiam cobrir os pecados somente temporariamente. Ele apontava para Jesus Cristo, a expiação perfeita, que poderia expiar pecados para sempre. Life Application Study Bible NVI.

Este dia da Expiação se descreve em Lv 16.1-34. Bíblia Shedd.

12 recenceamento resgate.  Se baseava no princípio que todo o povo pertencia a Deus e portanto precisava ser resgatado por um sacrifício. Sempre que ocorria um censo, ricos e pobres deveriam pagar um resgate. Deus não faz discriminação de pessoas (ver At 10:34; Gl 3:28). Life Application Study Bible NVI.

Considerava-se que sua vida estava à disposição de Deus até que Ele a reivindicasse. Ao pagar essa soma, reconheciam a bondade e a misericórdia de Deus. CBASD, vol. 1, p. 710.

de si próprio. Isto é, pelo “espírito, alma e corpo” (1Ts 5:23). Este é o significado, pois a declaração se refere ao ser vivo, não a alguma parte inanimada de seu corpo ou a um espírito desencarnado. CBASD, vol. 1, p. 710.

13 metade de um siclo. Meio siclo era 5,7 g, e um gera, a décima parte disso. CBASD, vol. 1, p. 710. [Com relação às medidas, recomendamos a leitura do texto bíblico da NVI, por apresentar as medidas no nosso sistema métrico internacional].

15 não dará mais. Como era uma quantia relativamente baixa, o imposto não era pesado para ninguém. … O plano era justo e sugere que toda pessoa tem igual valor ao olhos de Deus (Dt 10:17; At 10:34; Rm 3:22). Todos pecaram, e Deus estende Sua graça a todos. CBASD, vol. 1, p. 710.

18 uma bacia. Não se revela seu tamanho ou sua forma. Era de bronze, feita dos espelhos que as mulheres de Israel deram em oferta voluntária (Êx 38:8). … A bacia simboliza o ato de lavar nossos pecados por meio da fé no sangue derramado por Cristo (At 1Co 6:11; Ef 5:26; Ap 7:14). CBASD, vol. 1, p. 710, 711.

19 lavarão. Lavar as mãos e os pés simbolizava uma reforma de vida. Devido às abluções dos sacerdotes, à morte das vítimas sacrificais e ao aspergir, derramar e verter sangue associados às várias funções do serviço do santuário, a necessidade de água era óbvia (Êx 29:4, 17; Lv 1-5). CBASD, vol. 1, p. 711.

23 mirra. Resina aromática. Cinamomo. Um tipo de canela. Cálamo. Raiz aromática de uma espécie de caniço dos pântanos. Bíblia Shedd.

24 cássia. Árvore com flores amarelas, que dá vagens, cujas sementes são medicinais e perfumadas. him. 3,6 litros. Bíblia Shedd.

34-38 farás incenso. Os israelitas queimavam incenso, mas este incenso sagrado podia ser queimado somente no tabernáculo. Este incenso de aroma doce era queimado em pratos rasos chamados incensários e eram utilizados para demonstrar honra e reverência a Deus. … Este incenso, à semelhança do óleo sagrado de unção, era tão santo que o povo era estritamente proibido de copiá-lo para uso pessoal. Life Application Study Bible NVI.

34 estoraque. Uma resina do Mediterrâneo, chamado também benjoim. ônica. Perfume feito pela queima das partes fibrosas de certas conchas. gálbano. Uma planta umbelífera [família composta por plantas normalmente aromáticas e caule oco, como funcho, salsa, anis] da Pérsia. Bíblia Shedd.

35 temperados com sal. Sal é o símbolo da preservação contra a corrupção. Bíblia Shedd.

O fato de que eram tiradas brasas acesas do altar do holocausto para queimar incenso no altar interior (ver Lv 16:12, 13) ressalta que o coração do adorador deve estar reconciliado com Deus antes que suas orações e devoção possam ser aceitas (Jó 27:8, 9; Sl 66:18; Pv 15:29; 28:9; Is 1:15; Mq 3:4; Jo 9:31). CBASD, vol. 1, p. 711.



Êxodo 30 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de abril de 2022, 0:45
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“O rico não dará mais de meio siclo, nem o pobre, menos, quando derem a oferta ao Senhor, para fazerdes expiação pela vossa alma” (v.15).

Encontramos neste capítulo o terceiro móvel do lugar Santo do santuário: o altar de incenso. Ali, deveria ser queimado diariamente o incenso aromático, especialmente preparado para aquele fim. Seu fragrante aroma perfumava todo o ambiente. Aquele altar era um símbolo do ministério de intercessão de Cristo, que continuamente intercede por nós perante o Pai e, a queima do incenso, representava “as orações dos santos”, ascendendo ao Céu (Ap.8:4). O altar de incenso era o móvel mais próximo do lugar Santíssimo. Bem atrás do véu estava a manifestação da glória de Deus; e poder ministrar tão próximo à gloriosa presença do Senhor era, de fato, uma experiência que os sacerdotes jamais esqueceriam.

O “recenseamento dos filhos de Israel” (v.12) era uma contagem de todos os homens com idade a partir dos vinte anos, geralmente para fins de guerra ou uma espécie de alistamento militar. Neste caso, o objetivo principal era o de arrecadar as ofertas que provavelmente seriam utilizadas na construção do santuário. Havia um valor específico para esta oferta, um valor determinado por Deus que colocava pobres e ricos em pé de igualdade. Todos ofertavam de forma igualitária. Uma clara confirmação de que “para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm.2:11). Assim como a oferta para expiação de cada israelita era igual, Cristo fez expiação por cada um de nós com uma única oferta.

Antes de entrar na tenda da congregação a fim de cumprirem seus deveres diários, os sacerdotes precisavam passar pela “bacia de bronze” (v.18), ou pia da purificação. Só após lavarem “as mãos e os pés” (v.19) poderiam oficiar no lugar Santo. Nenhum sacerdote poderia oficiar no altar ou entrar no Santo lugar sem se lavar, ou, do contrário, morreria. Jesus é a Água da Vida. Só Ele pode nos purificar de nossos pecados. Lavar as mãos e os pés simboliza o fazer a vontade de Deus e o caminhar em Seu caminho eterno. Cristo deseja filtrar em nossa vida todas as impurezas que nos impedem de avançar espiritualmente, a fim de que alcancemos “a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14); uma obra que é realizada pelo Espírito Santo (Tt.3:5).

A Moisés também foi dada a ordem de ungir a tenda da congregação, desde o lugar Santíssimo até ao pátio, inclusive Arão e seus filhos. Ele foi o primeiro homem a entrar no Santo dos Santos, antes mesmo de Arão. Aquele óleo, preparado de forma exclusiva para o uso sagrado, simbolizava o Espírito Santo. Oh, quanto necessitamos desta unção diária! Deve ser o mais alto clamor da alma, o mais ardente desejo do coração de todo o crente, a oração mais insistente, a busca incessante! O Senhor tem prazer em nos dar o Seu Espírito mais do que um pai tem prazer em presentear um filho (Lc.11:13). A unção ou batismo diário com o Espírito Santo não se resume a manifestações sobrenaturais, mas na colheita de Seu fruto: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio” (Gl.5:22-23).

Tudo o que era preparado para o santuário tinha o seguinte peso: “é santo e será santo para vós outros” (v.32). Nada do que ali estivesse e nada do que fosse preparado para o seu uso poderia ser utilizado de forma comum. O óleo da santa unção e o incenso, “perfume segundo a arte do perfumista” (v.35), eram especialmente preparados no cadinho de Deus através de homens hábeis por Ele capacitados. Muitas são as lições sobre santidade que podemos extrair do estudo do santuário. Deus desejava imprimir na mente do Seu povo a distinção entre o santo e o profano, entre o puro e o imundo. Mas também fortalecer na mente de todos, ricos e pobres, de que perante Ele somos todos iguais, de que o Senhor nos ama na mesma medida.

Como santuários do Espírito Santo (1Co.6:19), precisamos contextualizar as lições do santuário em nossa vida. Não se trata da simples leitura de símbolos antigos, mas do estudo de aplicações espirituais práticas que nos preparam para o breve encontro com o nosso Senhor e Salvador. Sem acepção, o Senhor nos escolheu para sermos santos. Creio que o texto a seguir resume bem a mensagem do capítulo de hoje: “Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; pelo contrário, segundo é santo Aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo o vosso procedimento, porque escrito está: ‘Sede santos, porque Eu sou santo’. Ora, se invocais como Pai Aquele que, sem acepção de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portai-vos com temor durante o tempo da vossa peregrinação” (1Pe.1:14-17).

Como Israel, somos todos peregrinos em terra estranha. Oremos e clamemos ao Senhor pelo batismo diário com o Espírito Santo. Que possamos abandonar tudo o que não nos edifica e ser fortalecidos pelo poder do alto. Certamente, o Espírito de Deus nos ungirá, nos santificará e nos conduzirá à vida eterna. Vigiemos e oremos!

Feliz semana, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo30 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 30 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de abril de 2022, 0:40
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ÊXODO 30 – Comunhão é resultado de dedicação no relacionamento, não nos regulamentos. Há muitas pessoas que fazem dos regulamentos fins em si mesmos, quando deveriam ser meios para viver em relacionamento com o soberano Deus.

O sistema de sacrifício e de purificação eram estratégias criadas por Deus para tornar possível o que era impossível: Pecadores se relacionarem com um Deus Santo. A oração é essencial meio de comunicação; é tão importante que o altar de incenso só não era mais importante que a arca com o propiciatório dentro do lugar santíssimo. O altar de incenso era “santíssimo ao Senhor” (Êxodo 30:10).

Após aceitar ser redimido (Êxodo 30:11-16), através da água na bacia e da unção com óleo, as imundícies do pecado devem ser eliminadas a fim de purificar o coração para que o canal de comunicação com Deus fique livre de qualquer obstáculo que interfira/atrapalhe a comunhão (Êxodo 30:17-33).

Todo o sistema do Santuário é um esquema para levar o pecador à presença do Senhor. O altar de incenso perante o propiciatório nos indica que a oração nos coloca na santa presença de Deus (Êxodo 30:1-8). A fumaça do incenso sobe ilustrando que a oração chega até o trono de Deus (Apocalipse 8:3-4). Sabendo que Satanás quer interromper ou impedir a comunicação com Deus, precisamos vigiar para que nossa oração esteja desprovida de qualquer contaminação ou perversão religiosa provocada por ele (Êxodo 30:34-37).

Deus nos quer o tempo inteiro em oração, em todas as ocasiões (Efésios 6:18). Não tem como exagerar na importância e relevância da oração. Não devemos dedicar período de tempo à oração, devemos dedicar toda nossa existência. Deus preza pela oração porque através dela Ele Se relaciona conosco. Por isso a ordem bíblica é: “Orem continuamente” (1 Tessalonicenses 7:17). O apelo insistente é: “Dediquem-se à oração” (Colossenses 1:2)

Deus quer Se relacionar conosco sabendo que pode haver risco; por isso, Ele orienta visando proteger-nos – para que Sua santidade não nos destrua por causa de nossa pecaminosidade (Êxodo 30:20-21). Deus não nos quer mortos, mas vivos para estar conosco. “Bem-aventurados os puros de coração, pois verão a Deus” (Mateus 5:8).

A graça do evangelho reside no fato do Deus santo aproximar-Se do pecador e cuidar dele com profundo amor!

Por isso, alegremo-nos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 29 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 29 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 29 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ÊXODO 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 29 by Jobson Santos
2 de abril de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/29

Muitos anos após o êxodo, na prática israelita posterior, as instruções a respeito das ofertas de sacrifícios foram desconsideradas, o que levou Malaquias a advertir os sacerdotes por negligência diante de Deus. Naquela época animais coxos, cegos e doentes eram aceitos pelos sacerdotes e sacrificados em favor do povo (Malaquias 1:7-8). Deus responde dizendo: “Tentem oferecê-los de presente ao governador! Será que ele se agradará de vocês? “(Ml 1:8 NVI).

Nestas palavras Deus lembra aos sacerdotes de sua responsabilidade diante de Deus e de Seu povo. Eles deviam prover “verdadeira instrução” e andar com Deus “em paz e retidão”, pois os lábios dos sacerdotes deveriam “guardar o conhecimento” (Ml 2:6-7 ARA). Os sacerdotes deveriam ser os propagadores dos ritos e das instruções do sistema de sacrifícios perante Israel, até que o Cordeiro, para Quem estes sacrifícios apontavam, viesse.

Há lições importantes para nós hoje, como pastores e líderes em nossas igrejas, de sempre promovermos as instruções dadas por Deus a respeito da verdadeira adoração perante o povo. Quão tentador é sermos hoje descuidados em nossas responsabilidades! Deus deseja estrita obediência às Suas ordenanças. Portanto, nos aproximemos dEle, com a admiração e o respeito descritos neste capítulo.

Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/29
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ÊXODO 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
2 de abril de 2022, 0:50
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1616 palavras

1 Por que Deus estabeleceu o sacerdócio? Deus originalmente pretendia que Seu povo escolhido fosse um “reino de sacerdotes”, onde tanto a nação como um todo como cada indivíduo tratavam diretamente com Deus. Mas o pecado do povo impediu que isso acontecesse porque uma pessoa pecaminosa não é digna de se aproximar de um Deus perfeito. Deus então apontou sacerdotes da tribo de Levi e estabeleceu o sistema de sacrifício para auziliar o povo a se aproximar de Si. Ele prometeu perdoar os pecados do povo se eles oferecessem, através dos sacerdotes, certos sacrifícios. Através desses sacerdotes e seu trabalho, Deus desejava preparar todo o povo para a vinda de Jesus Cristo, que ofereceria a restauração de um relacionamento direto com Deus para todo aquele que viesse a Ele. Mas até que Cristo, o Messias, viesse, os sacerdotes eram os representantes do povo diante de Deus. Através deste sistema do Antigo testamento, podemos entender melhor o significado do que Cristo fez por nós (ver Hb 10:1-14). Life Appllication Study Bible.

9 consagrarás. Lit. “encherás a mão”, uma expressão idiomática hebraica indicadora da indução ao cargo. Bíblia de Genebra.

10-41 Por que tão detalhados rituais conectados com esses sacrifícios? Em parte, por controle de qualidade. Uma forma de adoração centralizada e padronizada previniria diferenças de crença como as que surgiriam se cada pessoa criasse seu sistema de culto. Além disso, isso diferenciava os hebreus dos pagãos cananitas que eles encontrariam na terra prometida. Se seguissem fielmente as instruções divinas, os hebreus possivelmente nunca se uniriam aos cananitas em suas práticas religiosas imorais. Finalmente, mostrava a Israel que Deus levava muito a sério seu relacionamento com Ele. Life Appllication Study Bible.

10 Farás chegar o novilho. Os sacerdotes colocavam suas mãos sobre o novilho para simbolizar identificação e substituição pessoal nesta oferta pelo pecado. O sangue era espargido nos chifres do altar de sacrifícios queimados, como se fosse um sacrifício para leigos, já que Arão e seus filhos ainda não haviam sido consagrados (Lv 4.25, 30; cf Lv 4.7). O restante do sangue era derramado aos pés do altar como uma oferta pelo pecado. Certas partes deveriam ser queimadas no altar (v. 13), mas o restante deveria ser queimado fora do acampamento, como restos impuros. Bíblia de Genebra.

11 Imolarás o carneiro. Só quem aceita o sacrifício pelos seus pecados pode trilhar o caminho da religião. Cristo é este sacrifício. Bíblia Shedd.

13 toda a gordura. A gordura era em geral considerada a melhor parte do sacrifício, e, portanto, a mais aceitável a Deus (ver com. de Lv 3:3, 5. Isto provavelmente se devia em parte de que ela queimava com uma chama viva e ajudava a consumir o restante do sacrifício. redenho do fígado. Uma membrana que cobre a parte superior do fígado e o une ao estômago. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 705.

14 a carne … queimá-lo-ás fora do arraial; é sacrifício pelo pecado. As partes do sacrifício mencionadas neste versículo eram eliminadas segundo a lei referentes aos sacrifícios pelo pecado (Lv 4:11, 12). A maldição do pecado que estava sobre elas as tornava impróprias para alimento e até mesmo indignas de serem enterradas dentro do acampamento. De modo semelhante, Cristo “sofreu fora da porta” (Hb 13:11-13). CBASD, vol. 1, p. 705.

15 um carneiro. Este carneiro era oferecido como um holocausto dedicatório (Lv 1.3-17). Bíblia de Genebra.

18 queimarás todo o carneiro. (Lv 1:9, 13, 17). A oferta queimada tipificava o espírito de sacrifício próprio, consagração plena e dependência constante do sangue expiatório de Cristo, que é aceitável a Deus. CBASD, vol. 1, p. 705.

19 tomarás o outro carneiro. Outro carneiro é necessário para mostrar a plenitude do significado do sacrifício: o primeiro (15) era totalmente consumido pelo fogo (18), apontando para a necessidade de um sacrifício total, que foi cumprido de uma vez para sempre na pessoa de Cristo. O segundo carneiro se chama de consagração (26). O sacerdote solenemente oferece partes dele em sacrifício pessoal a Deus e se alimenta do seu peito. isto ilustra a necessidade que todo crente tem de alimentar-se da vida do cristo ressurreto e de oferecer a Deus sua própria vida transformada por este sacrifício. Bíblia Shedd.

20 tomarás do seu sangue. A aplicação do sangue do carneiro nos sacerdotes era especial e significativa, o ato culminante da consagração. Indicava completa dedicação da vida e habilidade ao serviço de Deus. CBASD, vol. 1, p. 706.

orelhamão direita … pé direito. A primeira coisa que precisa ser consagrada é o ouvido. Nota-se que a fé vem pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm 10.11ss). Temos de ser discípulos ensinados por Deus (Is 50.4). Depois vem a prática do que aprendemos, a obediência nas atividades diárias envolvendo as mãos e o polegar. Depois os pés que devem andar perpetuamente nos caminhos de Deus (Sl 1.1). Bíblia Shedd.

21 Tomarás, então, do sangue sobre o altar e do óleo da unção e os aspergirás sobre Arão e… A mistura do sangue com o óleo sugere a necessidade de justificação por meio do sangue expiatório de Cristo (Rm 3:23-26) e da santificação por meio do Espírito Sangue (Rm 15:16). CBASD, vol. 1, p. 706.

22 a coxa direita. Normalmente parte da porção do sacerdote (Lv 7.32), esta também era queimada no sacrifício em favor dos sacerdotes. Bíblia de Genebra.

23 também um pãomovendo-as de um lado para outro. Ao colocar estas ofertas nas mãos de Arão e seus filhos, Moisés devia mover as mãos deles de um lado para o outro. Para frente, provavelmente para mostrar que a oferta pertencia a Deus, e para trás, para indicar que era aceita por Deus e devolvida, por assim dizer, com Sua bênção. CBASD, vol. 1, p. 706.

O servo de Deus deve fazer uso reverente dos bens deste mundo para se conservar em condições de servir (cf nota Lv 7.30). Bíblia Shedd.

26 tua porção. Moisés, que já estava atuando como sacerdote, recebia o peito e a coxa do carneiro como sua porção; mais tarde, os sacerdotes as receberiam (Lv 7.31-32). Bíblia de Genebra.

28 obrigação… devida. Esta oferta é para o benefício dos sacerdotes e .. tem de ser custeada pelo povo em geral; é oferta de Deus, que, pelo próprio decreto de Deus, volta às mãos dos Seus servos dedicados. Bíblia Shedd.

29 as vestes santas. Os vs. 29 e 30 também se aplicavam a serviços futuros de consagração. As vestes feitas para Arão deviam ser preservadas após sua morte e usadas na consagração de todo sumo sacerdote que o sucedesse, para serem “ungidos nelas” e “consagrados nelas”. Todo sacerdote, a partir do dia em que começasse a exercer seus deveres, devia usar estas vestes por sete dias (Êx 29:35; Nm 20:24-28). CBASD, vol. 1, p. 706.

seus filhos depois dele. Aqui se refere a toda descendência sacerdotal. O ser humano é mortal, mesmo que seja sacerdote; só Cristo tem o sacerdócio eterno, perfeito e intransmissível (Hb 6.20; 7.24). Bíblia Shedd.

32 pão. Isto inclui as ofertas descritas nos vv 2 e 3, depois de tirar a porção que pertence ao holocausto (23-25). Bíblia Shedd.

33 o estranho não comerá delas. Não um estrangeiro, mas alguém que não fosse sacerdote (cf. Êx 12:19;20:10). CBASD, vol. 1, p. 706.

34 Se sobrar alguma coisa. O sacrifício solene pelo pecado… não pode ser participado por estranhos, em sua prática, nem guardado como se fosse simples comida. É esta atitude que o Novo testamento requer com respeito à Ceia do Senhor que é a lembrança vívida do sacrifício em que Cristo Se ofereceiu por nós (1Co 11.27). Bíblia Shedd.

35 sete dias. O ritual da consagração de Arão e seus filhos devia ser realizado em cada um dos sete dias seguintes. Isso simbolizava a perfeição ideal (ver Js 6:3, 4; 1Rs 18:43, 44; 2Rs 5:14). CBASD, vol. 1, p. 706.

37 Note a esmagadora ênfase na santidade de Deus. Os sacerdotes, as roupas, o tabernáculo e o sacrifício deveriam estar limpos e consagrados, preparados para se encontrar com Deus. Em contraste, hoje tendemos a considerar o favor de Deus como garantido, nos apressando no louvor e O tratando com desconsideração quase casual. Mas nós louvamos o poderoso Criador e Sustentador do universo! Lembre-se dessa profunda verdade quando você orar ou adorar e chegue até Ele. Life Appllication Study Bible.

38 cada dia, continuamente. Os requisitos para as ofertas sacerdotais diárias são revistos (vs. 38-46). O autor de Hebreus faz um contraste entre estes sacrifícios diários pelos pecados (cuja repetição era indicadora de sua insifuciência) e o sacrifício definitivo de Cristo (Hb 10.11-14). Bíblia de Genebra.

43 para que, por Minha glória, sejam santificados. É a revelação da glória de Deus aos homens que os transforma e os santifica. … O crente deve ser transformado de glória em glória pela revelação de Cristo, até ser semelhante a Ele (2Co 3.18). Bíblia Shedd.

44 santificarei Arão e seus filhos. Isto foi realizado de forma miraculosa quando Arão colocou seu primeiro sacrifício sobre o altar (Lv 9:24). CBASD, vol. 1, p. 707.

45 E habitarei no meio dos filhos de Israel. Isso se refere, em primeiro lugar, ao shekinah, no santo dos santos, mas, num sentido mais amplo, ao cuidado, à proteção e à salvação divina estendida por meio da graça ao povo escolhido ano após ano.  CBASD, vol. 1, p. 707.

Só no mundo futuro é que nenhum pecado e nenhuma tristeza poderá ofuscar a glória desta intimidade (Ap 21.1-8). Bíblia Shedd.

42-46 Esta passagem declara o objetivo do êxodo (e do livro). Deus “os tirou da terra do Egito” para que pudesse “habitar no meio deles” (v. 46). O relacionamento da aliança entre Deus e o Seu povo é fundamentalmente um relacionamento de comunhão entre Deus e o homem (Gn 17.7; Êx 6.7). Bíblia de Genebra.

A ação de Deus ao retirar os israelitas do Egito mostrou Seu grande desejo de estar com eles e os proteger. Ao longo da Bíblia, Deus mostra que Ele não é um senhor de terras ausente. Ele deseja viver entre nós, em nossos corações. Não exclua Deus de sua vida. Permita que Ele seja seu Deus através de sua obediência à Sua Palavra e comunicar-se com ele através da oração. Deixe-O ser seu senhorio [senhor de terras] presente. Life Appllication Study Bible.