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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 25 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 25 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/25
Deuteronômio 25 continua a abordar questões que lidam com as leis de Deus para a boa convivência entre os israelitas. Os versículos 13 a 16 falam sobre ser justo em nossos relacionamentos comerciais com os outros, tanto comprando quanto vendendo. Devemos ser honestos, responsáveis e agir sempre com integridade.
Há duas maneiras de responder a esse conselho divino: uma é ser desleal, desonesto, injusto. Essa escolha tem consequências imediatas e de longo prazo. Primeiro, teremos conflitos em nossos relacionamentos interpessoais; em segundo lugar, e a conseqüência mais séria, é ser rejeitado por Deus e perder a vida eterna.
A outra opção é ser justo, honesto, responsável e consistente em nossas práticas de negócios. Essa escolha também tem consequências imediatas e de longo prazo. Primeiro, vamos desfrutar de respeito na sociedade; segundo, e acima de tudo, teremos o favor de Deus. O Senhor nos aconselha a sermos justos “para que se prolonguem os vossos dias na terra que o Senhor vosso Deus vos dá” (v. 15). Lembre-se de que “o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).
Víctor Augusto Choroco
Diretor da Faculdade de Teologia
Universidade Adventista da Bolívia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/25
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1339 palavras
1-3 À primeira vista estes versos parecem irrelevantes nos dias de hoje. Mas um olhar mais atento revela alguns importantes princípios sobre disciplina. É você responsável pela disciplina de um filho, um estudante ou um empregado? Três importantes pontos ajudarão você a desempenhar esta responsabilidade: 1) que a punição seja aplicada logo após a ofensa; 2) que o grau da punição reflita a seriedade da ofensa; e 3) não exagere na disciplina. A disciplina que é imediata, justa e contida atinge o objetivo de preservar a dignidade do ofensor. Life Application Study Bible.
1 condenando ao culpado. Literalmente, a expressão seria “ajustar os anormais [os não ajustados]”. … Devia haver esforço para reabilitar e ajustar, em vez de punir no sentido de vingança. Biblia de Estudo NVI Vida.
não fique aviltado. O castigo indevidamente severo faria com que a pessoa castigada se ressentisse e pensasse ter sido tratada com injustiça. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1144.
3 quarenta açoites. Esse é o pano de fundo para a prática judaica de dar “Uma quarentena de açoites menos um” (2Co 11.24). O intuito dessa prática era resguardar-se contra algum possível erro na contagem dos açoites, e tinha um caráter de misericórdia. Biblia de Genebra.
4 Não atarás a boca ao boi. Qual o objetivo deste regulamento do AT? Bois eram usados para trilhar [pisar] grãos em uma eira [lugar de debulhar grãos]. O animal era preso por uma viga de madeira a uma pedra de moer. à medida que ele andava ao redor desta pedra de moinho, seus cascos pisavam os grãos, separando os grão da palha. Ao mesmo tempo, a mó transformava o grão em farinha. Atar a boca ao boi impediria que ele comesse enquanto a trabalhar. Paulo utilizou este argumento no NT para argumentar que não fossem negadas a obreiros no trabalho de Deus recebessem os benefícios do seu trabalho – eles deveriam receber apoio financeiro (2Co 9:10; 1Tm 5:17, 18). O fato de que uma pessoa está no ministério de Cristo não significa que ele ou ela seja pago injustamente. Existe ainda uma aplicação mais ampla: Não seja mesquinho para com aqueles que trabalham para você. Life Application Study Bible.
O serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais merece reconhecimento. CBASD, vol. 1, p. 1144.
Um trabalhador (um animal, nesse caso) tem o direito de alguns dos resultados de seu trabalho (comparar com 1Co 9:9-10; 1Tm 5:18). Andrews Study Bible.
5-10 O costume do casamento sob levirato era antigo e não se limitava aos hebreus. Quando um homem morria sem filhos, seu irmão devia tomar a esposa dele. Os filhos desse casamento eram reputados filhos do primeiro marido. Onã recusou-se a cumprir com sua responsabilidade porque seus filhos não receberiam herança primária (Gn 38.8-10). O livro de Rute mostra que o costume do cassamento sob levirato incluía mais gente além do irmão falecido. E uma nova extensão do costume é vista no fato que Boaz se casou com Rute, e não com Noemi. … Esta lei levantou a pergunta que os saduceus apresentaram a Jesus acerca da ressurreição (Mt 22.23, ss). Bíblia Shedd.
5 a mulher do que morreu. Uma exceção à proibição do incesto em Lv 18:126, com o propósito de produzir um herdeiro para o irmão morto para que seu nome/identidade se mantivesse através de uma linha de descendentes que herdariam sua porção da propriedade (comparar com Gn 38; Rt 4). Este casamento também proveria suporte à viúva. Andrews Study Bible.
seu cunhado. Temos aqui a única menção, na Bíblia, à lei do casamento levirato (que vem da palavra latina levir, que quer dizer “irmão do marido”). Biblia de Genebra.
O irmão que se recusasse a cumprir este dever era considerado infame. CBASD, vol. 1, p. 1145.
6 nome do seu irmão. Ver Nm 27:4; Rt 4:5. Os homens em todas as épocas valorizaram a perpetuação do nome da família. Isso ainda é verdade nos países orientais, onde não pode sobrevir maior calamidade a um homem do que morrer sem um herdeiro do sexo masculino. CBASD, vol. 1, p. 1145.
7 se o homem não quiser tomar sua cunhada. Apesar do casamento entre cunhados (“levirato”) era fortemente encorajado, o irmão sobrevivente não era forçado a ele. Pode ser que o homem, já casado, não quisesse tomar nova esposa, mesmo em uma sociedade que tolerava a poligamia. Andrews Study Bible.
subirá esta à porta. Tal como no caso de Tamar (Gn 38), a esposa tinha a responsabilidade de zelar para que a obrigação do cunhado fosse cumprida. Bíblia Shedd.
9 descalçará a sandália. A ação de colocar o pé calçado sobre uma propriedade simbolizava … que se exercia o patrimônio legal sobre a mesma (Sl 60:8; 108:9). em consequência, o ato de tirar o calçado de um homem proclamava a indignidade do mesmo. Ele recusara fazer o que se esperava dele. [Ver tb Ct 7:1; 2Sm 15:30; Is 20:2, 4; Êx 3:5; Js 5:15). CBASD, vol. 1, p. 1145.
e lhe cuspirá no rosto. Comentaristas judeus normalmente interpretam que se cuspia no solo “diante de seu rosto”. Isso parece razoável, porque a preposição não é “sobre”, mas “ao lado” ou “diante de ” (Dt 11:25; Js 10:8). Cuspir diante do rosto de alguém era tido como humilhação (Nm 12:14). CBASD, vol. 1, p. 1145.
assim se fará ao homem. As únicas exceções eram o sumo sacerdote, que não estava sujeito à lei do levirato (Lv 21:13, 14), irmãos que viviam distantes um do outro e os idosos. CBASD, vol. 1, p. 1145.
11, 12 O órgão masculino não devia ser maltratado (cf 23.1). Era a fonte da fertilidade e também trazia o sinal do pacto de Deus com Seu povo (Gn 17.11). Bíblia Shedd.
cortar-lhe-ás as mãos. A penalidade por esta intervenção na luta de seu esposo (não para sua auto defesa) é severa, muito provavelmente porque a mulher se arriscaria a causar dano ao outro homem à sua habilidade de ter filhos e removê-lo da participação da assembleia de Israel (comparar nota em 23:1). A lei da retaliação por dano resultante na defesa de um assalto (Lv 24.10-20) não poderia ser aplicada porque a mulher era parte envolvida neste caso. Andrews Study Bible.
Esta lei deriva do princípio declarado em Êxodo 21:24. Alguns comentaristas judeus rejeitam a ideia de que isso devesse ser considerado literalmente. Os rabis, mais tarde, mudaram a sentença, aplicando uma multa pesada em vez de cortar a mão. CBASD, vol. 1, p. 1146.
13 pesos diversos. “Dois padrões para o mesmo peso” (NVI), um peso mais leve para vender e um maior para comprar. … Amós 8:5 indica que esse tipo particular de desonestidade não era incomum entre os judeus. … O desejo de Deus é que entre Seu povo prevaleçam os princípios da justiça e da equidade. Aqueles que servem a Deus não enganarão seus semelhantes (ver 1Jo 4:20). CBASD, vol. 1, p. 1146.
Utilizados para trapacear na pesagem de coisas para comprar ou vender (comparar com Lv 19:35-36). Andrews Study Bible.
Não podiam ser feitos negócios com dois tipos de pesos, um maior para recebimentos, e outro menor para os pagamentos, cf Am 8.5. Bíblia Shedd.
O desprazer de Deus diante de negócios desonestos é salientado (Lv 19.35-36; Pv 11.1; 16.21; 20.10, 23; Mq 6.11). Biblia de Genebra.
14 duas sortes de efa. (ARA; NVI: “dois padrões para a mesma medida”).
15 peso integral e justo. Ver Lv 19:35. Nos negócios é difícil resistir à tentação de ter lucro fácil. Diz-se que a honestidade é a melhor política. Mas a conduta seguida por alguns comerciantes é tão cruel quanto as leis da selva. Seve-se admitir que tais negociações com frequência geram grandes riquezas para alguns, e até boa reputação na sociedade. Porém, sem honestidade nunca poderá haver paz de espírito e consciência limpa perante Deus. CBASD, vol. 1, p. 1146.
17-19 Lembra-te do que te fez Amaleque … apagarás a memória de Amaleque. A referência aqui é contra à hostilidade dos amalequitas para com Israel na jornada desde o Egito (Êx 17:8-16). É verdade que na época em que foi escrito o livro de Deuteronômio os amalequitas já não eram uma ameaça a Israel. Todavia, Deus não tinha se esquecido do dano que haviam feito a Seu povo. CBASD, vol. 1, p. 1146.
18 atacou na retaguarda. Demonstração de covardia e crueldade (ver Êx 17:8-13). CBASD, vol. 1, p. 1146.
não temeu a Deus. Esta era a razão para sua má conduta. A indiferença aos princípios corretos dificilmente pode proporcionar um sólido fundamento para se construir a bondade e o amor para com o próximo. CBASD, vol. 1, p. 1146.
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“Em havendo contenda entre alguns, e vierem a juízo, os juízes os julgarão, justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1).
As sanções penais instituídas em Israel correspondiam às correções respectivas ao grau de rebeldia. Açoites, amputação, exposição vexatória e até pena de morte faziam parte dos dispositivos legais, a fim de provocar no povo aversão ao mal e à injustiça. O propósito de Deus era que ficasse muito claro que o resultado do pecado é ruína e morte. Estas leis limitavam o senso de justiça dos próprios filhos de Israel, que poderia ser aumentado, causando mortes ou punições infundadas; ou ignorado, resultando em quebra de princípios e libertinagem.
A questão do casamento e da procriação era tão importante aos olhos do Senhor, que Ele suscitou a lei do levirato, a fim de dar continuidade à família; além de lidar com firmeza quanto à mulher comprometer a integridade física do homem ao “pegar pelas suas vergonhas” (v.11), na tentativa de apartar uma briga. Além de ser um ato público imoral, também colocava em risco a fertilidade masculina, que também fazia parte do plano original de Deus: “E Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a” (Gn.1:28).
Outra questão fundamental tratada neste capítulo é a honestidade nos negócios. Dois pesos e duas medidas, ou seja, negociar com injustiça, “é abominação ao Senhor” (v.16). Ser justo e honesto ainda que no meio de um mundo onde o lucro é o mais importante, é um dever do cristão em todos os negócios da vida. Desde uma simples atividade do lar até o mais promissor acordo financeiro devem ser realizados sob o sólido fundamento da justiça e da transparência. Nunca espere a bênção de Deus em um negócio duvidoso!
A injustiça e a ameaça de violência sem causa são atitudes perigosas e contaminantes. Por sua atitude egoísta e perversa, Amaleque levou todo o seu povo à destruição. Por outro lado, sua liderança ímpia e corrupta também revelava o caráter perverso de seus liderados. Certamente, Deus faria justiça ao destruir os inimigos de Seu povo, antes que estes atentassem contra a nação de Israel, e a contaminassem com sua corrupção sem limites.
Amados, um dia o nosso Salvador foi exposto à maior situação vexatória, foi cuspido, açoitado e entregue à morte mais injusta de todos os tempos, para que nEle fôssemos justificados. O Inocente deu a vida pelo culpado. Cada sanção sofrida deveria causar no coração dos filhos de Israel dor maior do que a dor física, a dor de ferir o coração de Deus com os seus pecados. O santuário deveria lembrá-los constantemente de que o Substituto logo tomaria o lugar do pecador, assumindo uma culpa que não era Sua. A mensagem do santuário deve ser para nós, hoje, um caminho para o Pai porque, antes, Jesus fez o caminho reverso, deixando a glória do Pai para tornar-se, de fato, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29).
Muito em breve Jesus voltará não mais como servo sofredor, mas como “Rei dos Reis e Senhor dos Senhores” (Ap.19:16), “justificando ao justo e condenando ao culpado” (v.1). Jesus pagou um alto preço para que você e eu possamos receber a Sua justiça e a recompensa eterna que a Ele pertence. Logo, Cristo apagará a memória de Satanás e seus anjos “de debaixo do céu” (v.19), e nos levará para casa. Aceite, agora, a graça que ainda está à nossa disposição! Cristo te ama e te chama!
Nosso Deus e Pai amado, em Tua infinita graça o Senhor nos deu uma segunda chance em Cristo Jesus. Na verdade, todos nós éramos culpados e merecíamos a morte, mas Jesus veio e pagou o preço da nossa redenção. E é por meio da Sua justiça que encontramos libertação, salvação e santificação. Ajuda-nos a estarmos tão unidos a Cristo que a nossa vida esteja imersa nEle! Batiza-nos com Teu Espírito, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, justificados em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 25 – Uma das verdades claras deste capítulo é que Deus preza pela justiça.
Moisés deixa bem claro que Deus detesta quem negocia desonestamente (Deuteronômio 25:16). Por isso, há regras para que não sejamos divinamente detestados:
• Culpados devem receber punição adequada, limitada pela misericórdia.
• O levirato revela preocupação com a preservação familiar.
• Honestidade nos negócios implica em fidelidade para com o próximo.
• A justiça prática deve ir além dos seres humanos, deve beneficiar inclusive aos animais.
• A injustiça tem preço, e custa caro. Em algum momento a conta chega, como chegaria aos amalequitas.
“Os tribunais foram estabelecidos por ordem divina”, declara o Comentário Bíblico Adventista. Eles são fundamentais inclusive entre o povo de Deus; pois, nossa natureza pervertida exerce poder muito forte para o mal, mesmo numa sociedade religiosa.
Temendo o julgamento de Deus, os judeus limitaram os açoites a 39 para não ultrapassarem sem querer os limites e assim serem divinamente punidos. Porém, quando açoitaram Jesus, não se atentaram para Sua inocência visivelmente nítida (João 19:1). O apóstolo Paulo foi punido cinco vezes com 39 açoites, nenhuma vez por um crime que realmente havia cometido, mas por proclamar a Cristo aonde quer que fosse (2 Coríntios 11:24).
O apóstolo que sofreu injustamente a punição orientada em Deuteronômio 25:1-3, “citou Deuteronômio 25:4 [que trata do cuidado amoroso que se deve ter com os animais] como evidência de que o ministro deve receber um salário justo e apropriado em harmonia com seu sagrado ministério (ver 1Co 9:9; 1Tm 5:18; cf. Mt 10:10)”. Pois, “o serviço fiel, seja de seres humanos ou de animais [Provérbios 12:10] merece reconhecimento” (Idem).
“Tanto a lei do Antigo Testamento como Jesus enfatizam esse princípio do sustento dos obreiros. Aqueles que estão no ministério [pastoral] devem viver do ministério. Embora Paulo tenha preferido não tirar vantagem do direito de ser sustentado (1Co 9:3-18; 1Ts 2:7-9), sempre defendia vigorosamente o direito dos apóstolos e seus assistentes de serem materialmente sustentados pela comunidade (2Co 11:8-9; 12:13)”, explica Hernandes Dias Lopes.
Numa sociedade pautada por injustiças e explorações, devemos ser conscientes que, além de cada membro do povo ter de Deus viver de forma diferente, deve agir intencionalmente para fazer a diferença.
Precisamos crescer como povo fiel à revelação bíblica! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 24 – Primeiro leia a Bíblia
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DEUTERONÔMIO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/24
Há pouco tempo conheci uma mãe que junto com seu filho decidiu compartilhar sua comida com uma velha viúva que chegara à igreja com muitas necessidades. Depois de um tempo, eles não a viram mais na igreja, mas sempre havia alguém necessitado a quem eles davam pacotes de solidariedade. A velha viúva serviu para despertar e motivar uma generosidade sistemática para com os menos afortunados.
Nos tempos bíblicos, viúvas, órfãos e estrangeiros eram considerados vulneráveis e eles precisavam da generosidade do povo. Viúvas e órfãos eram considerado vulneráveis, porque a sociedade em que viviam era principalmente agrícola, a qual exigia força física. Os estrangeiros eram residentes não-nativos, que por alguma razão poderiam ter sido forçados a deixar sua aldeia para viverem em outras terras, portanto, também eram vulneráveis, maltratados e explorados.
Deuteronômio 24:19-22 é uma lei que fornece um equilíbrio muito saudável entre a generosidade e dignidade das pessoas, já que os proprietários de terras tinham que deixar parte plantação sem colher e os pobres tinham que ir e fazer a colheita eles próprios.
Sigamos também o exemplo de Cristo, pois Ele alimentou os famintos e cuidou dos doentes.
Freddy Efraín Tancara
Professor de Teologia Pastoral
Universidade Adventista da Bolívia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/24
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1815 palavras
1-4 Alguns pensam que esta passagem apoiava o divórcio, mas este não é o caso. Ela simplesmente reconhece uma prática que já existia em Israel. Todos os quatro versos deveriam ser interpretados com o objetivo de entender o objetivo desta passagem; ela certamente não está sugerindo que um homem se divorciasse de sua esposa por um simples capricho. O divórcio era um ato final e permanente para o casal. … Esta restrição objetivava prevenir o novo casamento efetivado de maneira casual após uma separação frívola. O objetivo era fazer as pessoas pensarem duas vezes antes de se divorciarem. Life Application Study Bible Kignsway.
1 coisa indecente (ARA; NVI: “algo que ele reprova”; NKJV: “algo impuro”). O texto aqui refere-se à mesma “coisa indecente” de Dt 23.14, tendo um sentido bastante genérico. … O divórcio foi reconhecido por uma variedade de razões, mas não necessariamente permitido (os vs. 1-3 são descritivos, e não prescritivos). Bíblia de Genebra.
A palavra heb. literalmente significa “nudez”: de forma figurada como neste caso, é “vergonha” ou “desonra”. Não era ofensa de adultério, pois isso era punido com a morte (Dt 22:22; cf Mt 19:9). Simplesmente era algum comportamento que o marido considerava impróprio. Os judeus compreendiam que este preceito mosaico significava que o homem podia se divorciar da esposa por qualquer motivo (Mt 19:3, 7). No entanto, Cristo explicou que não era a vontade de Deus que o divórcio fosse feito tão facilmente (Mt 19:4-6) e que esta previsão tinha sido feita somente devido à dureza de coração (Mt 19:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1140.
Êx 21 indica outra razão pela qual o casamento poderia ser dissolvido no antigo Israel: se uma escrava fosse libertada por conta de abuso passivo (negligência) ou ativo cometido pelo seu senhor/marido, o casamento poderia ser anulado (Êx 21:10-11, 26-27). Andrews Study Bible.
certificado de divórcio. Literalmente, “uma nota de separação”. … isto deveria ser feito formalmente, provavelmente diante de testemunhas, a fim de ser legalmente válido e incontestável. CBASD, vol. 1, p. 1140.
e a despedir. Outro ato formal. Supõe-se que o marido tinha a obrigação de despedi-la com o mínimo necessário para chegar até a casa de seu pai em segurança (ver Gn 21:14; cf. Dt 15:13).CBASD, vol. 1, p. 1140.
Isto a protegeria da acusação de adultério, indicando que ela foi liberada do casamento por outra razão. Andrews Study Bible.
3 se este a aborrecer (ARA; NVI: “Se … não gostar mais dela).
4 foi contaminada. A consumação do casamento com um segundo marido tornava-se impura para seu primeiro marido. Se ele a tomasse de novo por esposa estaria cometendo adultério. ela lhe era ilícita como esposa (ver Jr 3:1).CBASD, vol. 1, p. 1140.
assim não farás pecar a terra. Isto é, ao permitir a depravação moral. Embora Deus tolerasse algumas coisas que certamente não podia aprovar (ver com. [CBASD] de Dt 14:26), havia limites que não podiam ser transpostos. A “terra” com frequência é personificada, como se pudesse agir e sentir (ver Lv 18:25; Is 24:5). … estes versículos revelam a vida do judeu sem seu lar. Desposar uma mulher era considerado como a aquisição de uma propriedade. A autoridade do marido sobre a esposa era quase absoluta. O propósito da lei anunciado neste versículo era de melhorar a sorte da mulher hebreia. Esta lei, longe de estabelecer um padrão moral baixo, representava um padrão mais elevado do que o reconhecido pelos costumes cruéis da época. … A lei garantia certos direitos à mulher divorciada e a protegia de ser considerada adúltera ou proscrita pela sociedade. A carta de divórcio estabelecia que o primeiro esposo já não tinha mais jurisdição sobre ela e que ela não maias tinha nenhuma obrigação para com ele. Ela estava livre para se tornar esposa de outro homem. … A lei mosaica do divórcio não foi instituída para anular os ideais de casamento instituídos na criação, mas devido à “dureza” do coração dos israelitas (Mt 19:8). A condição de uma mulher sozinha e rejeitada era deplorável. A carta de divórcio amenizava o infortúnio. Esta lei simplesmente reconhecia a situação prevalecente e tentava atenuá-la. Era uma lei de permissão, não de ordenança. Essas restrições precisas foram designadas para eliminar o fácil processo de divórcio que os hebreus tinham aprendido aparentemente no convívio com povos pagãos. Criso falou de forma enfática contra o conceito de esposa como propriedade (Mt 5:27-32; 10:3-9). Essa prática tinha acarretado muita desgraça e injustiça às mulheres judias. … No tempo de Cristo, a escola de Hillel [em contraponto à escola de Shammai que definia a expressão “coisa indecente como qualquer ato comprovado de imodéstia ou adultério] permitia o divórcio por trivialidades como a exposição do braço de uma mulher em público, o fato de queimar a comida do marido, ou quando o marido encontrava uma mulher mais atraente. … A lei de Deuteronômio não instituiu o divórcio, mas o tolerou em vista da imperfeição da natureza humana e dos baixos conceitos morais do povo de Deus naquela época. Para saber o que Deus pensa sobre o casamento sobre o casamento, não se deve deter em Deuteronômio 24:1, 4, mas ir a Gênesis 1:27 e 2:24, como fez Jesus (Mt 5:27-32; 19:3-9). CBASD, vol. 1, p. 1140, 1141.
24.5 – 25.4 A chave destas leis é a compaixão posta em prática, o amor de Deus refletido no comportamento humano. Bíblia Shedd.
5 não sairá à guerra. Esta lei provia tempo para que o lar se estabelecesse firmemente. E, ainda mais importante, do ponto de vista hebreu, dava mais possibilidade para o nascimento de um herdeiro que perpetuasse o nome da família e herdasse sua terra.CBASD, vol. 1, p. 1141.
6 não se tomarão em penhor as duas mós (ARA; NVI: “as duas pedras de moinho”). Usadas para moer grãos a fim de produzir farinha e o alimento diário (v. nota em Jz 9.53). Bíblia de Estudo NVI Vida.
a vida. Ninguém devia aceitar, como garantia de um empréstimo, aquilo de que a vida ou a saúde de outrem dependia (cf 10-31). Bíblia Shedd.
…algo essencial para o preparo de alimento, colocando assim em risco a saúde de sua família.CBASD, vol. 1, p. 1141.
Em consonância com o propósito do empréstimo, aquele que emprestasse não deveria causar maiores dificuldades ao que pedisse o empréstimo confiscando itens essenciais como uma mó doméstica ou vestes externas. Bíblia de Genebra.
7 tendo roubado um dentre os seus irmãos (ARA; NVI: “sequestrando um de seus irmãos”). Ver Êx 21:16. Raptar uma pessoa para escravizá-la era crime punível com a morte. A liberdade é preciosa aos olhos de Deus. A escravidão é um pecado indesculpável contra Deus e a sociedade, bem como contra o escravo.CBASD, vol. 1, p. 1141.
Paulo condenou os comerciantes de escravos (“raptores”) juntamente com outros violadores dos Dez Mandamentos (1Tm 1.10). Bíblia de Genebra.
8 Guarda-te da praga da lepra. Devia ser dada cuidadosa atenção à prescrição divina para tratar com essa enfermidade visto que a saúde da comunidade inteira corria perigo. Bíblia Shedd.
Esta era a pior forma de impureza cerimonial, e, portanto, deviam ser tomadas as precauções mais cuidadosas.CBASD, vol. 1, p. 1141.
9 Miriã. Ver Nm 12. Miriã foi uma dos três importantes líderes de Israel (Mq 6:4). No entanto, ela foi repentinamente acometida dessa terrível doença e retirada do acampamento de Israel por sete dias (Nm 12:14). Sua importante posição e a relação pessoal com Moisés não a protegeram. Não havia diferença no trato para com o leproso mais pobre e miserável e o leproso rico ou de família importante. … A lepra é um símbolo do pecado. O leproso espiritual, cuja alma está doente, não pode encontrar cura a não ser em Cristo.CBASD, vol. 1, p. 1141, 1142.
10 em sua casa. Isto era uma provisão legal para proteção do pobre. Sua casa com o que continha era de pouco valor material, e consistia apenas do indispensável para as necessidades. É provável que a família não tivesse mais que as roupas, algumas vasilhas e um moinho primitivo, e talvez só a casa e o terreno. Todavia, esta casa devia ser respeitada. Não devia ser violada. … O pobre não tinha muito para oferecer em penhor por um empréstimo (ver Êx 22:26, 27), mas não se devia abusar desse pouco como algo sem importância. O dono saía à porta para mostrar o que podia dar em penhor. Quem lhe emprestava não podia entrar na casa para escolher o que desejava levar. … Os direitos de propriedade do necessitado eram tão sagrados para Deus como o são os do rico.CBASD, vol. 1, p. 1142.
13 justiça. A fé de Abraão foi imputada como justiça perante Deus. A manifestação de misericórdia para com o pobre e necessitado é igualmente agradável a Deus (Mt 25:34-36). Os seres humanos são objeto do amor e da misericórdia divina. deus quer que tratemos o próximo da mesma forma. … os israelitas não deveriam das “esmolas”, literalmente “justiça”, diante dos homens (Mt 6:1). Eles deveriam ser justos perante o Senhor.CBASD, vol. 1, p. 1142.
14 não oprimirás o jornaleiro pobre e necessitado. Isto se aplicava a trabalhadores contratados por dia que esperavam e necessitavam de seus salários a cada dia. Andrews Study Bible. [Destaque acrescentado.]
Ver Lv 19:13; Jr 22:13; Ml 3:5; Tg 5:4.CBASD, vol. 1, p. 1142.
15 o seu salário. A pontualidade no pagamento do salário era um requisito divino tanto quanto a observância do sábado ou a entrega do dízimo. Não era uma to de benevolência, mas de justiça. CBASD, vol. 1, p. 1142.
16 os pais não serão mortos em lugar dos filhos. Esta lei interessante e justa é citada em 2Rs 14.6; 2Cr 25.4 e que foi criada como sendo do “Livro da Lei de Moisés” ou “Lei, no Livro de Moisés”. Bíblia de Genebra.
Em alguns sistemas legais não israelitas, se um homem causasse dano a um membro de alguma família, ele era punido tendo um membro de sua família sofrendo o mesmo dano causado. Andrews Study Bible.
Não era incomum entre os pagãos condenar uma família inteira pelo crime de um membro dela (ver Dn 6:24). Porém, Deus fazia com que o transgressor carregasse toda a culpa e o castigo por seu crime (2Rs 14:6; Ez 18:10-24).
19 Quando… esqueceres um feixe de espigas, não voltarás. O intuito compassivo dessa lei é visto em Rt 2.2-23. Bíblia de Genebra.
O povo de Deus foi instruído a deixar um pouco de suas colheitas no campo para que os viajantes e os pobres o pudessem colher. Esta segunda colheira, chamada respiga, era um modo de providenciar comida para eles.Anos mais tarde, Rute conseguiu comida para ela e Rute ao respigar atrás dos ceifeiros no campo de Boaz (Rt 2:2).Rute, uma mulher na linhagem de Jesus, pôde conseguir comida porque esta lei ainda era obedecida muitos anos depois de ter sido escrita. Life Application Study Bible Kignsway.
19-21 Quando… segares a messe… oliveira…vinha. De estação a estação, o tempo da colheita recordaria aos homens o valor e a beleza da compaixão. A existência de necessitados dá a oportunidade de cultivar o espírito da generosidade. Aquele que ainda na colheita, quando recolhe os abundantes frutos da natureza, permanece som o coração duro, dificilmente poderá ser generoso em outro momento.CBASD, vol. 1, p. 1143.
22 Lembrar-te-ás de que foste escravo na terra do Egito. Ver o v. 18; e 15:15. As experiências difíceis e desalentadoras devem servir para o cristão entender que deve confortar a outros que passam pela mesma situação.CBASD, vol. 1, p. 1143.
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“Homem casado não sairá à guerra, nem se lhe imporá qualquer encargo; por um ano ficará livre em casa e promoverá felicidade à mulher que tomou” (v.5).
A primeira cerimônia de casamento da Terra foi realizada em um jardim e ambiente perfeitos. Olhando para a bela mulher criada por Deus como sua auxiliadora, Adão declarou as palavras que definem a essência do casamento: “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn.2:23). A impecável simetria, a pureza e a glória divina que lhes envolvia, compunha o mais admirável cenário assistido pelos anjos e abençoado pelo Criador. Este era o desejo de Deus para cada união entre um homem e uma mulher, pelas gerações sem fim.
Contudo, com a entrada do pecado no mundo, houve uma grave ruptura nos relacionamentos e, o primeiro registro de bigamia, encontra-se na genealogia de Caim, onde diz que “Lameque tomou para si duas esposas” (Gn.4:19). Portanto, foi uma prática que surgiu da descendência do primeiro homicida do mundo e se espalhou como praga para as demais gerações. Quando o Senhor ordenou que leis fossem cumpridas acerca dos relacionamentos conjugais, eram leis de caráter protetivo, a fim de zelar não só pela moral, mas também para preservar a instituição do casamento e a família, que funcionam como a base da sociedade.
A lei acerca do divórcio foi estabelecida visto a dureza de coração do povo. Jesus mesmo confirmou esta verdade aos fariseus: “[…] Por causa da dureza do vosso coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi assim desde o princípio” (Mt.19:8). O princípio aqui refere-se justamente ao casamento que o Senhor estabeleceu no Éden. Ao contrário do que muitos pensam, o casamento não era um benefício apenas para o homem, mas sobre este pesava a responsabilidade de promover “felicidade à mulher que tomou” (v.5). Deus deseja que tanto o homem quanto a mulher desfrutem de um casamento feliz, estável e abençoado; e que sua união revele ao mundo as bênçãos do plano original divino.
Aproveitando este contexto de casamento e de família, permitam-me fazer uma analogia com as demais leis registradas neste capítulo. As “duas mós” (v.6) eram pedras de moinho que haviam nas casas dos israelitas para moer os grãos usados no preparo do pão. Era, portanto, um dos meios de subsistência da família. Penhorando o moinho ou uma das pedras, a família toda seria prejudicada. Um lar estruturado financeiramente não equivale necessariamente a uma família rica, mas a todo aquele em que o pão de cada dia não é comprometido. Por mais simples que seja a casa, a organização financeira é uma bênção no sentido de promover paz e contentamento entre os membros da família.
Sobre a lepra, o capítulo 14 de Levítico contém a lei acerca da lepra em uma casa. Uma praga de fungo ou bolor é sinônimo de uma casa mais propícia à proliferação de doenças. O pecado é lepra mortal, e quando permitida a sua presença em nosso lar, grande ruína será o resultado. Precisamos ficar atentos aos “fungos” espirituais que porventura venham surgir em nosso lar e tratar logo de erradicá-los. Nisto consiste a segurança eterna não apenas nossa, mas de toda nossa família e até mesmo daqueles que de alguma forma exercemos influência. Ainda que não haja transferência de culpa entre pais e filhos (v.16), seus pecados podem causar consequências desastrosas no lar.
O resultado de um casamento conforme o plano original do Criador é um lar feliz, bem ordenado, que se desvia do mal e que é uma bênção à comunidade, principalmente àqueles que estão à margem da sociedade (v.17). Entendam o comando divino, amados, “pelo que te ordeno que faças isso” (v.22), como a voz do Pai que deseja o melhor para Seus filhos. Que o mundo olhe para nossa casa e nos reconheça, pela graça e misericórdia de Deus, “como família bendita do Senhor” (Is.61:9). E se você tem vivido um contexto familiar difícil, em nome de Jesus, não perca a esperança! Mas creia no Senhor Jesus, que tem poder para restaurar o seu lar, “e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31).
Santo Deus, Tu és o nosso Pai amado que deseja a nossa eterna felicidade. Por isso, reconhecemos que necessitamos da Tua presença em nossa vida e em nosso lar. Se o Senhor estiver conosco, cremos que sairemos triunfantes mesmo nas piores batalhas. Ó Deus, caminha conosco e habita em nós e em nossa casa na pessoa do Teu Espírito! E que, através de nós, muitas famílias também tenham a alegria de Te conhecer e de Te servir, para que, dentro em breve, todos nós sejamos uma só família no Teu reino eterno. Em nome de Cristo Jesus, nós clamamos por esse milagre, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, famílias bem ordenadas do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 24 – A cultura muda de acordo com a época e o lugar. As condições de vida das pessoas também são diferentes. Contudo, os princípios da Palavra de Deus não devem ser alterados, nem ignorados, independentemente do lugar e da época.
Às vezes não é fácil captar os princípios imutáveis de um capítulo muito antigo da Palavra de Deus. A interpretação é fundamental para que sejam compreendidos para serem aplicáveis.
Do capítulo em pauta separei alguns princípios presentes no próprio texto, contendo várias instruções divinas, relacionadas à condição de Israel ao entrarem na Terra Prometida.
Não foi preciso alterar ou extrair o significado do texto. Apenas transcrevi abaixo alguns versos em que os princípios estão nítidos, independente do contexto. Selecionei apenas 4:
• “Não tragam pecado sobre a terra que o Senhor, o Seu Deus, dá a vocês por herança” (Deuteronômio 24:4).
• “Eliminem o mal do meio de vocês” (Deuteronômio 24:7).
• “Não se aproveitem do pobre e necessitado, seja ele um irmão… ou estrangeiro. Paguem-lhe o seu salário diariamente…” (Deuteronômio 24:14-15).
• “Não neguem justiça ao estrangeiro e ao órfão, nem tomem como penhor o manto de uma viúva” (Deuteronômio 24:17).
Considerado com atenção, Deuteronômio 24 mostra-nos que, desprezo, traição, exploração, humilhação e destruição de seres humanos contrariam o interesse de Deus e atraem condenação. Por outro lado, preocupação com o bem-estar, felicidade, e desenvolvimento do próximo está em harmonia com a revelação de Deus para Seus representantes neste mundo depravado (Filipenses 2:14-16).
Deus não quer Seu povo indiferente às pessoas carentes. Note como Deuteronômio 24 revela preocupação com a mulher, com o casal recém-casado, com pobres, órfãos e viúvas. Perceba o cuidado que Deus quer que tenhamos com o estrangeiro, com os vulneráveis e necessitados. Deus não quer Sua igreja demonstrando superioridade e atitudes arrogantes frente a quem quer que seja.
Com os ensinamentos de Deuteronômio 24, Deus está pedindo uma limpeza do entulho de nosso orgulho e vaidade; Ele almeja piamente que trilhemos o caminho da humildade. Paulo tratou desse princípio geral com maestria ao escrever:
“Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a vocês mesmos. Cada um cuide, não somente dos seus interesses, mas também dos interesses dos outros” (Filipenses 2:3-4).
Sejamos cristãos de verdade! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.