Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONOMIO 27 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
13 de outubro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 27 – Primeiro leia a Bíblia 

DEUTERONÔMIO 27 – BLOG MUNDIAL 

DEUTERONÔMIO 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS 

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ 

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DEUTERONÔMIO 27 by Luís Uehara
13 de outubro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/27

O livro de Deuteronômio contém as instruções e o texto a ser lido na cerimônia de renovação da aliança. Alguns estudiosos têm afirmado que Gênesis a Números é uma introdução à Bíblia, que Deuteronômio é o núcleo da Bíblia, e que o resto do Antigo Testamento é um comentário sobre Deuteronômio e que o Novo Testamento conta os resultados de Deuteronômio!

Em Deuteronômio 27 e 28, vemos as maldições que deveriam ser recitadas por 6 tribos no Monte Ebal com a resposta sendo a bênção proclamada do Monte Gerizim. Deuteronômio não fornece uma predição definida, mas dá constantemente dois caminhos possíveis para Israel seguir. Ambos são baseados em como espalhar o evangelho para o mundo inteiro.

Os hebreus não deveriam tentar apaziguar os deuses do leite e do mel como os cananeus, mas ver tanto o leite quanto o mel como bênçãos do único Deus verdadeiro. Os hebreus deviam confiar neste Deus que lhes provê leite e mel para cuidar deles em todos os aspectos da vida.

Se Israel escolhesse não ser fiel, Deus enviaria maldições para encorajá-la a mudar os seus caminhos. O exílio seria o resultado final da infidelidade de Israel. No exílio, eles deveriam compartilhar com os vizinhos a fidelidade de Deus e a infidelidade deles. Se eles fossem fiéis ao fazer isso, então o exílio terminaria em um glorioso segundo êxodo liderado pelo Messias o qual viria para levá-los para casa.

Kevin Hellerud
Igreja Adventista do Sétimo Dia Bem-aventurada Esperança
Binghamton, Nova Iorque

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/27
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



DEUTERONÔMIO 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
13 de outubro de 2025, 0:50
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883 palavras

Moisés e os anciãos deram ordem ao povo. Moisés e os anciãos especificaram uma cerimônia de dedicação a ser realizada depois que os israelitas entrassem na Terra Prometida. Bíblia de Genebra.

Pela primeira vez em Deuteronômio, os anciãos se uniram a Moisés para exortar o povo. A razão disso não é mencionada (ver Dt 31:9), mas pode ter sido porque a morte de Moisés colocaria sobre eles uma responsabilidade maior como líderes. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1151.

desta lei. Refere-se ao pacto do Deuteronômio. Bíblia Shedd.

A palavra traduzida como lei é torah, termo geral para toda instrução sagrada e que não se limita ao decálogo apenas. Nesse caso, refere-se em específico à vontade divina conforme revelada a Moisés. Ela deveria ser escrita de forma legível e em lugar visível, como lembrete perpétuo da aliança entre Deus e Israel (ver Js 8:30-35). Os cristão têm a Bíblia, a vontade revelada de Deus, mas Israel não tinha esse privilégio. Por isso, as pedras do campo deviam proclamá-la para que todos pudessem lê-la e não se esquecer dela. CBASD, vol. 1, p. 1151.

sobre as quais não manejarás instrumento de ferro. As pedras deviam ser pedras “não cortadas” ou pedras inteiras (Js 8.31; cf Êx 20.25). Bíblia de Genebra.

sacrificarás ofertas pacíficas; ali, comerás e te alegrarás. A alma arrependida via a oferta pacífica como um banquete de alegria e felicidade. A comunhão com Deus tinha sido restaurada, e nessa festa sagrada Deus e o crente se aproximavam um do outro. União e paz prevaleciam entre Yahweh e Seu povo. CBASD, vol. 1, p. 1153.

Hoje, vieste a ser povo do SENHOR. Essa renovação da aliança parece ter sido quase tão impressionante quanto a confirmação da aliança no Sinai. Naquela ocasião, a maioria dos adultos que agora participava da cerimônia de rededicação eram crianças ou ainda não tinham nascido. CBASD, vol. 1, p. 1153.

12 – 13 Gerizim…Ebal. O monte Gerizim eo monte Ebal eram dois maciços de rocha calcárea, atingindo, respectivamente, 890 e 660 metros acima do nível do mar. entre os dois estende-se um lindo vale com cerca de 275 metros de largura. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. Ed Betânia. F. B. Meyer.

A quem viaja das planícies de Moabe (34.1) é fácil avistar ao longe aquelas duas montanhas, para além do vale do Jordão, onde, ao entardecer, o sol se esconde (11:30). Ali estão a atestar a necessidade de uma escolha entre o bem e o mal (Bíblia Shedd).

Comparar com 11:29; Js 8:33-35. Uma cerimônia de aliança nas montanhas de cada lado de Siquém para proclamar as bênçãos da obediência e as maldições da desobediência enfatizariam a necessidade de satisfazer aos mandamentos da aliança de Deus. Andrews Study Bible.

Monte Gerizim. Do lado sul do vale fértil onde fica Siquém. O monte Ebal está ao norte do mesmo vale. O monte Gerizim é fertil e o Ebal, não. Alguns comentaristas consideram que essa distinção dá motivo, ao menos em parte, a que um seja o monte da “bênção” e o outro, o da “maldição”. … Há um estreito vale entre eles. Os dois montes formavam um grande anfiteatro natural, de tamanho suficiente para acomodar a grande multidão. Os oradores deviam estar ao centro, no vale; as tribos devem ter se reunido nas ladeiras dos dois montes. As seis tribos descendentes de Lia e Raquel deviam responder às bênçãos. As tribos que deviam responder às maldições pronunciadas por causa da desobediência eram os descendentes de Zilpa e Bila, juntamente com as tribos de Zebulom, filho mais novo de Lia, e a de Rúben, que perdeu a primogenitura por causa do pecado cometido contra seu pai  (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).

14 sobre o monte Gerizim, para abençoarem. Comparar com 11:29; Jos. 8:33-35. Uma cerimônia de aliança em cada lado de Siquém para proclamar bênçãos pela obediência e maldições pela desobediência enfatizaria a necessidade de cumprir os mandamentos da aliança de Deus (Andrews Study Bible).

15-26 Esta lista de maldições poderia nos dar a ideia de que Deus tem um mau gênio e está pronto a esmagar quem pisar fora da linha. Mas precisamos ver estas restrições não como ameaças, mas como advertências amorosas a respeito de consequências da vida. Assim como advertimos as crianças para ficarem longe de fornos quentes e ruas movimentadas, Deus nos aconselha a ficarmos longe de ações perigosas. AS leis naturais de Seu universo deixam claro que más ações contra outros ou contra Deus terão trágicas consequências. Life Application Study Bible Kingsway.

Esta lista de delitos sujeitos a maldições não é exaustiva. Estes delitos podem ter sido escolhidos como exemplificações dos tipos de pecados que poderiam escapar à detecção e, assim sendo, permaneceriam secretos (cf vs. 15.24). Até mesmo pecados secretos afetariam o relacionamento pactual de Israel com Deus (cf. Js 7.10-27). Bíblia de Genebra.

Uma maldição significa que o próprio Deus os puniria, mesmo que escapassem da detecção humana. Andrews Study Bible.

15 que fizer imagem de escultura. A primeira maldição diz respeito à idolatria (5.7-9). Bíblia de Genebra.

Amém. Essa palavra hebraica, transliterada para o português e outras línguas modernas (cf Nm 5.22), significa “assim seja”. Bíblia de Genebra.

26 Citado em Gl 3.10 para comprovar que a raça humana está sujeita a uma maldição porque ninguém obedece totalmente á lei de Deus.

não confirmar as palavras (ARA; NVI: “não puser em prática”). Não basta asseverar lealdade à lei; as pessoas devem viver em conformidade com as suas estipulações. Bíblia deEstudo NVI Vida.



Deuteronômio 27 — Rosana Barros by Ivan Barros
13 de outubro de 2025, 0:45
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“Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém!” (v.26).

O terceiro discurso de Moisés foi inaugurado com um solene chamado à obediência aos mandamentos do Senhor. Estes deveriam ser gravados em pedras, que serviriam de testemunho às futuras gerações. Nesse “altar de pedras” (v.5), “o altar do Senhor” (v.6), o povo ofereceria holocaustos e ofertas pacíficas, e ali comeria e se alegraria na presença de Deus. Era um monumento à fidelidade das promessas do Senhor e uma constante lembrança de que os filhos de Israel deveriam obedecer “à voz do Senhor”, seu Deus, e cumprir “os mandamentos e os estatutos” que Ele lhes havia ordenado (v.10).

Logo em seguida, “naquele dia” (v.11), Moisés ordenou a Israel que se posicionasse, em tribos, “sobre o monte Gerizim para abençoarem o povo” e “para amaldiçoar” (v.12, 13). Em “alta voz” (v.14), os levitas pronunciariam sobre toda a congregação palavras de maldição e palavras de bênção. É interessante observar que o discurso dos levitas começou pelas maldições e, veremos amanhã, que ele terminou com os resultados da desobediência. É inevitável perceber o emprego de energia para alertar o povo sobre o caminho destrutivo de desprezar ou de não cumprir a lei do Senhor. E a confirmação do povo com um sonoro “Amém” após cada maldição, era a declaração de que todos estavam cientes disso.

A lista de maldições inclui idolatria, desobediência aos pais, egoísmo, pecados sexuais, além de pecados ocultos contra o próximo. Qualquer que praticasse tais iniquidades já tinha a plena consciência de que receberia o juízo prescrito. Percebam que manter imagem de escultura “em lugar oculto” (v.15), alguns dos pecados sexuais, ferir o “próximo em oculto” (v.24) e “aceitar suborno para matar pessoa inocente” (v.25), se tratavam de ações veladas e não de pecados públicos. Podemos até incluir aqui o pecado de fazer “o cego errar o caminho” (v.18) e de “perverter o direito do estrangeiro, do órfão e da viúva” (v.19), porque também são pecados que podem ser praticados sem que ninguém os perceba. Mas há um Deus que tudo vê, amados. E que, no devido tempo, faz justiça e juízo na Terra.

Se Israel conservasse o temor do Senhor no coração, certamente seria um povo semelhante a Enoque, que andou com Deus e “Deus o tomou para Si” (Gn.5:24); seria como José, que era fiel ao Senhor, “e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava” (Gn.39:23); seria como Daniel, em quem “não se achava [¼] nenhum erro nem culpa” (Dn.6:4); se fossem obedientes à lei de Deus, cumpririam o propósito do chamado divino: “Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt.4:6).

Necessitamos estudar toda a jornada de Israel buscando no Senhor a sabedoria necessária para compreendermos os princípios imutáveis da Palavra de Deus. Os resultados da desobediência são maldição e morte. Os resultados da obediência são bênção e vida. Não temos como fugir disso, meus irmãos! As últimas mensagens a serem dadas ao mundo antes da volta de Jesus também são muito claras quanto a isso: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Já na primeira voz angélica temos a ordem de manter em nossa vida o temor do Senhor de forma que ela glorifique o Criador. A segunda voz angélica nos diz que o caminho do engano é a inevitável queda (Ap.14:8).

Na terceira mensagem angélica percebemos o contraste entre os falsos adoradores e os verdadeiros adoradores. Os adoradores da besta e de sua imagem, ou seja, que decidiram pelo caminho da desobediência, a parte que lhes cabe será num lago “com fogo e enxofre” (Ap.14:10). Mas “aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Os verdadeiros adoradores do Deus vivo são perseverantes: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Eles são santos: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição” (1Ts.4:3). É um povo obediente: “E aquele que guarda os Seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele” (1Jo.3:24). E é um povo que possui a fé de Jesus: “o Meu justo viverá pela fé” (Hb.10:38).

Você deseja fazer parte deste povo seleto, que renuncia o mundo e as coisas deste mundo, pois tem o Céu no coração? Então, oremos amados:

Nosso amado Pai Celestial, estudando este capítulo da Tua Palavra, novamente fomos confrontados com nossos pecados, principalmente com aqueles que ninguém pode ver, mas que Tu o sabes. Ó, Senhor, que o Teu maravilhoso Espírito Santo nos convença de nossos pecados e nos conduza ao genuíno arrependimento! Perto está o Senhor. Ajuda-nos a termos consciência constante disso, não por medo, mas pelo temor que nos conduz a nos aproximarmos de Ti com reverência e devoção. Santifica Teu povo, ó Deus! Prepara-nos para a breve volta do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! Em nome dEle nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio27 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 27 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
13 de outubro de 2025, 0:40
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DEUTERONÔMIO 27 – Com a mesma proporção que Deus quer abençoar-nos, Ele almeja nossa devoção a Ele. Consagrar-se a Deus implica submeter-se a Sua vontade, aos Seus importantíssimos e nobres mandamentos. Comprometer-se com Deus é muito mais que meramente fazer declarações teóricas da fé, sem demonstração prática da obediência aos Seus requerimentos.

Deus espera obediência estrita de Seu povo. Tanto é que Ele apresenta a graça da obediência e a desgraça da desobediência em Sua Palavra a fim de despertar nosso coração. Trilhar o caminho da bênção ou o caminho da maldição é questão de opção, podemos livremente escolher um ou o outro, exceto as consequências. Poder escolher é um dom concedido por Deus à humanidade para agir com responsabilidade; ser irresponsável nesse quesito implica em grandes perdas pessoas, familiares e eclesiásticas.

Gerizim e Ebal, dois montes usados didaticamente para mostrar ao remanescente o que Deus espera e tem a oferecer aos que optarem por obediência ou por desobediência. Deuteronômio 27 revela o caminho das maldições; evite-o, pois:
• Heresias e práticas espirituais espúrias atraem maldições;
• Desrespeitar aos pais acarreta em maldições;
• Tirar vantagem ou explorar ao próximo resultam em maldições;
• Humilhar, zombar e ridicularizar deficientes convidam maldições;
• Injustiças contra estrangeiros, órfãos e viúvas chamam maldições;
• Relações sexuais fora dos padrões divinos desembocam em maldições;
• Assassinar secretamente ou por dinheiro promovem maldições;
• Ignorar, relativizar ou descumprir as palavras da Lei (Torá) levam indivíduos, famílias, igrejas e nações às profundezas das desgraças das maldições.

Deus não Se satisfaz em observar Seu amado povo sofrendo nas desgraças resultantes do pecado; nem fica feliz ao ver Seu precioso povo amargando o caminho da desobediência que reduz a paz e nobreza do coração e conduz o remanescente à destruição.

Pensando no bem-estar de Seu povo especial, Deus apresenta boas propostas. Seus alertas devem surtir efeito em quem não deseja a dor terrível do sofrimento.

Deus não quer a indiferença do povo; Ele apela com o coração para que Seus ouvintes não fiquem na apatia. Se atendermos a Seus apelos fervorosos, nada poderá privar-nos de Suas preciosas bênçãos. É só na presença dEle, submetendo-se a Sua graciosa vontade, que poderemos desfrutar da plenitude da alegria verdadeira.

Deuteronômio 27 confirma a premissa que, “quem avisa, amigo é”. Deus é nosso amigo, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONOMIO 26 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Maria Eduarda
12 de outubro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 26 – Primeiro leia a Bíblia 

DEUTERONÔMIO 26 – BLOG MUNDIAL 

DEUTERONÔMIO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS 

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS 

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ 

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DEUTERONÔMIO 26 by Luís Uehara
12 de outubro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/26

Em Deuteronômio 26 encontramos dois temas gerais com os quais Deus quis impressionar os Israelitas, após eles entrarem na terra de Canaã. O primeiro tem a ver com o que Deus fez pelo povo de Israel; o verdadeiro Deus é o Deus que cumpre as promessas a Seus filhos, Ele é o Deus que provê (v.1-3). O segundo tem a ver com a importância de atender às necessidades dos mais desfavorecidos.

A lição é a mesma para nós que vivemos no século XXI. Deus continuamente nos fornece muitas coisas e de maneiras diferentes, não para o propósito de as acumularmos para nós egoisticamente, mas para mostrarmos a mesma misericórdia para com aqueles que têm menos. Essa preocupação pelos outros é tão importante para Deus que é o que fará a diferença entre “as ovelhas” e “os bodes” no último dia (Mt 25: 31-46).

Contudo, a maior bênção que recebemos para compartilhar é o conhecimento do evangelho de Jesus Cristo (1 Coríntios 9:16)!

Cristhian Jonh Álvarez
Professor de Teologia Sistemática
Universidade Adventista da Bolívia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/26
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



DEUTERONÔMIO 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
12 de outubro de 2025, 0:50
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468 palavras

Ao entrares. Isto é, se estabelecer na terra santa. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1148.

ao lugar. Uma porção das primícias dos frutos devia ser colocada num cesto, levada ao santuário e dada ao sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 1148.

arameu prestes a perecer foi meu pai (ARA; NKJV: “Meu pai era sírio”). A referência é a Jacó, cuja mãe e parentela vinham de Arã. Bíblia Shedd.

Literalmente, “um arameu errante” (NVI). Esta é uma referência à origem humilde da nação, a Rebeca [, Raquel] e Lia, que eram de Padã-Arã (Gn 25:20), e a Jacó, que passou vários anos ali (Gn 29 a 31). Labão, tio de Jacó, foi designado como “o sírio”, literalmente, “o arameu” (Gn 25:20; 28:5, 6; 31:20, 24). A expressão traduzida por “prestes a perecer” era usada para se referir a animais que se extraviavam e se perdiam (Dt 22:3; 1Sm 9:3, 20) e também a pessoas perdidas (Sl 119:76), correndo o risco de morrer (Jó 6:18).  CBASD, vol. 1, p. 1148.

11 Alegrar-te-ás. A época de se devolver os primeiros frutos devia ser de alegria e regozijo. CBASD, vol. 1, p. 1148.

Nada recomenda melhor nossa religião do que a satisfação que o mundo não pode dar nem tirar. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento.F. B. Meyer (Ed. Betânia).

12 no ano terceiro. Durante os dois primeiros anos, o dízimo anual deveria ser levado ao santuário central (14.22-27). No terceiro ano, entretanto, o dízimo seria armazenado para distribuição entre os pobre. Bíblia Shedd.

13 Tirei de minha casa o que é consagrado. Esta confissão de dever cumprido devia ser um privilégio anual … O ofertante afirmava que havia cumprido por completo os requisitos feitos por Deus, que o “dízimo” tinha sido devolvido conforme designado por Ele, para ser aplicado em harmonia com Suas instruções. CBASD, vol. 1, p. 1149.

14 não comi no meu luto … imundo … nem dei para a casa de algum morto. O adorador devia confessar que sua oferta não fora exposta a contaminação cerimonial, especialmente aquela associada com a lamentação pelos mortos. Bíblia Shedd.

15 como juraste. Um reconhecimento agradecido à sólida lealdade de Deus à Sua aliança e fidelidade a todas as Suas promessas. Yahweh não apenas é capaz de cumprir Suas promessas como é impossível que alguma vez deixe de cumpri-las. CBASD, vol. 1, p. 1149.

17 A terminologia é a de um documento de aliança, que implica a renovação do voto de Israel de que o Senhor era seu Deus e que obedeceriam a Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 guardarás todos os Seus mandamentos. Moisés disse que porque os israelitas eram agora povo de Deus, eles precisavam começar a obedecer Seus mandamentos. Life Application Study Bible.

19 glória. A palavra assim traduzida provém do verbo “embelezar”, “glorificar”. … O significado mais profundo dela é expresso por Cristo (Jo 17:10); é também aplicado à igreja, segundo o apóstolo Pedro (1Pe 2:9, 10). Assim termina o chamado livro da Aliança, e com ele o segundo discurso de Moisés. CBASD, vol. 1, p. 1150.



Deuteronômio 26 — Rosana Barros by Ivan Barros
12 de outubro de 2025, 0:45
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“Hoje, fizeste o Senhor declarar que te será por Deus, e que andarás nos Seus caminhos, e guardarás os Seus estatutos, e os Seus mandamentos, e os Seus juízos, e darás ouvidos à Sua voz” (v.17).

A entrada na terra prometida aguardava bênçãos sem medida para um povo obediente à Palavra de Deus. O segundo discurso de Moisés encerrou com a importância de colocar “diante do altar do Senhor” (v.4), “das primícias de todos os frutos do solo” (v.2) como um testemunho de que haviam entrado na terra que Deus havia prometido a seus pais; seguido da devolução dos dízimos, que deveriam ser direcionados “ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva” (v.12); e exortando os filhos de Israel a uma vida de obediência no tempo que se chama “hoje” (v.16, 17, 18).

Quando postergamos fazer o que sabemos ser a atitude correta, incorremos no terrível perigo de ignorar a voz de Deus. E quando se trata de mexer no bolso, isso só piora. Por que Moisés encerrou seu segundo discurso falando da entrega das primícias e da devolução dos dízimos? Não acredito que era porque este é um assunto de menor importância. Pelo contrário. Geralmente, o autor de um livro, por exemplo, reserva para o final a mensagem que deseja melhor fique gravada na mente do leitor. Portanto, amados, havia uma finalidade específica do Senhor em guardar no coração de Seu povo, e isso de geração em geração, de que o mesmo Deus que lhes havia tirado “do Egito com poderosa mão” (v.8) era também seu Mantenedor e deveriam confiar em Sua provisão.

“Hoje” (v.16, 17) é o tempo requerido por Deus para que tomemos uma decisão ao Seu lado. E essa decisão exige uma resposta de nossa parte por meio da obediência por fé. E não confundam obediência por fé com salvação por obras. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. Obedecer pela fé se trata do resultado inevitável na vida de uma nova criatura em Cristo. Quanto mais ela se aproxima de Deus, quanto mais examina Sua Palavra, quanto mais emprega seu tempo em comunhão com Deus e serviço altruísta, mais deseja fazer a vontade divina e mais forte se torna sua aversão ao pecado.

E, hoje, eu pergunto, meus amados irmãos: Como povo de propriedade exclusiva de Deus, como último movimento profético e última igreja chamada para dar o sonido certo do evangelho eterno ao mundo, estamos dispostos a depositar no altar do Senhor o que Lhe é devido? E eu não estou falando somente de dinheiro. Estou falando de dinheiro e de tudo o mais que pode estar nos afastando do plano divino para a nossa vida e através de nossa vida. Um coração dividido se assemelha a um solo improdutivo. No início pode até parecer que dará algo bom, mas a colheita revela os resultados desastrosos de colocar qualquer coisa desta terra acima de Deus.

O Senhor, nosso Deus, tem uma terra prometida, “terra que mana leite e mel” (v.15) para cada um de nós. Mas para entrarmos nela, primeiro precisamos dar ouvidos à voz de Deus por meio de Sua Palavra, e seguirmos os passos de nosso Salvador, que foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8), “para que sejas povo santo ao Senhor, teu Deus” (v.19). Porque sem santificação, “ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14). O chamado do Espírito Santo, hoje, é que nos alegremos “por todo o bem que o Senhor” (v.11), nosso Deus, nos tem dado. Então, essa alegria transbordará em gratidão, e a gratidão em obediência. E sua obediência será tão somente uma resposta de amor ao “Senhor, teu Deus” (v.10).

Pai de amor e de misericórdia, “olha desde a Tua santa habitação, desde o céu, e abençoa o Teu povo” (v.15)! Clamamos ao Senhor que nos liberte das amarras do inimigo e nos prepare para Teu reino eterno! Seja a nossa obediência uma resposta de amor e de temor ao Senhor. Que, hoje, sejamos fiéis à Tua Palavra, guardando e cumprindo os Teus mandamentos de todo nosso coração e de toda nossa alma. Para isso, Senhor, nos ajuda a termos nossos ouvidos desimpedidos para ouvir com clareza a voz do Espírito Santo. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, povo santo ao Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio26 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 26 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
12 de outubro de 2025, 0:40
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DEUTERONÔMIO 26 – Deus será realmente nosso Deus se O tivermos sempre em primeiro lugar em nossa existência. O primeiro mandamento é claro: “Não terás outras deuses diante de mim” (Deuteronômio 5:7). Mesmo que muitos não creiam na existência de outros deuses, o próprio Deus acredita e alerta-nos quanto ao perigo de tê-los.

Nessa parte de seu derradeiro sermão, Moisés apresenta algumas estratégias didáticas que facilitarão ao povo de Deus a não se desviar para longe de seu Deus:
• O remanescente deve alegrar-se sempre com as bênçãos dadas por Deus, reconhecer os recursos recebidos de Deus, e então orar, agradecer e adorar a Deus pelo que Ele tem feito por si e pela família (Deuteronômio 26:1-11).
• O remanescente deve considerar o dízimo trienal (que é diferente do dízimo normal o qual é destinado exclusivamente à liderança eclesiástica); esse dízimo do terceiro ano visava demonstrar reconhecimento e fidelidade pela grande libertação operada por Deus, assim em gratidão, esse valor deveria ser utilizado para abençoar ao levita, ao estrangeiro, ao órfão, à viúva, “para que possam comer até saciar-se na cidade de vocês” (Deuteronômio 26:12-15).
• O remanescente deve lembrar-se de como Deus o tornou especial para ter uma existência especial; tal percepção deve conduzi-lo a obedecer, não por obrigação, mas de todo coração e de toda a alma. Isso é ter Deus como Deus, o primeiro em tudo – o tempo todo (Deuteronômio 26:16-19).

Agora considere:
• Se na prática parece que estamos misturando a fé com opiniões humanísticas, filosofias terrenas e até conceitos do “pensamento positivo”, como reconhecer a Deus como Deus?
• Considerando que a sociedade atual que professa ser cristã não apreciaria um sermão sólido e consistente como o sermão de Moisés em Deuteronômio, podemos indagar se Deus ainda é Deus na mentalidade dos cristãos em geral.
• Considerando que as pessoas não gostam de sermões que tratem de dinheiro, ou que confrontem o materialismo, ou nos convidem a reconhecer que não estamos priorizando a Deus como deveria, pergunto: Somos realmente comprometidos com Deus?
• Considerando que Deus declarou que dará a Seu povo “uma posição de glória, fama e honra” e que será um povo separado para Ele, precisamos deixar a vanglória e as glórias deste mundo para não impedir que Deus faça o que prometeu!

Precisamos nos reavivar! – Heber Toth Armí.