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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/js/20
As seis cidades de refúgio mencionadas neste capítulo foram escolhidas para proporcionar segurança, a quem acidentalmente tivesse matado alguma pessoa.
Havia três dessas cidades a oeste do rio Jordão e três a leste. Elas estavam dispostas de modo que pudessem ser alcançadas a partir de qualquer ponto do paí, numa jornada de meio dia a pé. As estradas eram mantidas limpas e placas direcionais eram colocadas e mantidas nas encruzilhadas de modo a serem facilmente lidas até por quem estava correndo. O “vingador do sangue” era considerado qualquer parente próximo da vítima que poderia tentar se vingar do crime.
Qualquer um que buscasse abrigo em uma cidade de refúgio deveria explicar seu caso aos anciãos da cidade e, se esses permitissem, ele poderia viver na cidade até o julgamento de seu caso, quando se decidiria se o homicídio havia sido acidental (culposo) ou intencional (doloso). Se fosse decidido que a morte fora acidental, ao homicida era permitido viver na cidade e ali permanecer protegido, desde que não saísse dos limites da cidade. Ele deveria viver lá até a morte do atual sumo sacerdote.
Essas cidades de refúgio apontavam para o nosso grande refúgio, Jesus Cristo. Se pecamos (e ninguém pode dizer que não pecou), podemos correr e buscar refúgio em Jesus pela fé e seremos salvos, contanto que permaneçamos nEle.
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/20
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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871 palavras
Havia seis cidades levíticas destinadas a servir de refúgio- três de cada lado do Jordão. Moisés designou as três ao oriente do Jordão (Dt 4.41-43) e Josué e os outros líderes indicaram as três ao ocidente do rio. As cidades não eram destinadas a proteger o criminoso, mas serviam de refúgio àqueles que cometiam homicídio, a fim de escaparem à vingança do sangue derramado enquanto se investigava se fora predeterminado ou acidental (Nm 35.6, 11). Bíblia Shedd.
2 cidades de refúgio. A lei das cidades de refúgio é apresentada em sua forma completa em Números 35 e Deuteronômio 19. … Na mentalidade hebraica estava profundamente arraigado o sentimento de que o parente mais próximo era o guardião da vida de seu irmão e, por isso, devia vingar sua morte. Em vez de contrariar esse sentimento ou tentar proibi-lo, Deus pôs tal emoção sob controles provisórios e saudáveis, os quais impediam que se cometesse uma grande injustiça quando o crime não houvesse ocorrido. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 280.
3 por engano, … sem o querer. Se refere, de modo geral, a atos não premeditados que resultavam na morte de uma pessoa. Mesmo que buscasse proteção numa das cidades de refúgio, o homicida que agira com premeditação recebia prontamente o castigo após um exame do caso. CBASD, vol. 2, p. 280.
vingador de sangue. Nas nações civilizadas a vida civil é regulamentada por leis e o castigo é aplicado contra o criminoso pelos tribunais. Nas nações antigas era permitido que a parte ofendida se vingasse com as próprias mãos; este era o “vingador de sangue”. (Veja Gn 9.5-6; Nm 35.31; Rt 3.9-12; Mt 5.38, 39). Bíblia Shedd.
4 fugindo. As estradas que conduziam às cidades de refúgio deviam ser sempre mantidas em bom estado. Onde houvesse encruzilhadas, era necessário colocar placas indicando o caminho que levava à cidade. … O antigo plano referente às cidades de refúgio apresenta notáveis ilustrações da vida cristã. O pecador deve fugir sem demora ao refúgio que é Jesus cristo (Hb 6:18). Aqueles que conhecem a direção devem colocar placas no caminho. Uma grande responsabilidade repousa sobre esses guias, e o descuido pode resultar numa placa que aponte para a direção errada, extraviando, assim, o pecador em fuga. CBASD, vol. 2, p. 281.
à porta dela. O portão da cidade era o lugar normal para se realizar transações legais (Rt 4.1-12). Bíblia de Genebra.
6 perante a congregação. Provavelmente a congregação da cidade do acusado, não a da cidade de refúgio (ver Nm 35:24, 25). Se fosse considerado culpado, o homicida era entregue ao vingador de sangue; mas se fosse considerado inocente de assassinato voluntário, a congregação o devolvia à cidade de refúgio, onde deveria permanecer até a morte do sumo sacerdote. CBASD, vol. 2, p. 280, 281.
Até que morra o sumo sacerdote. Era necessário que um acontecimento notável marcasse o fim do período de asilo para que o vingador soubesse, sem sombra de dúvida, quando cessava seu direito legal de exigir vingança. CBASD, vol. 2, p. 281.
Apesar do assassino acidental ser protegido da morte e livre dentro da cidade de refúgio, ele somente estava livre para voltar para casa quando o sumo sacerdote morresse. Este sistema reforçava a seriedade de de se tirar uma vida humana, mesmo que acidentalmente, e dava aos parentes do morto um tempo para se recuperar de sua ira. Andrews Study Bible, p. 215 (sobre Núm. 35:25).
7 Designaram. Literalmente, “santificaram”, isto é, separaram estas cidades para uso santo. … Todas elas eram cidades dos levitas, nas quais viviam esses ministros de Deus, que desempenhavam seu serviço ao Senhor em turnos. Essas circunstâncias proporcionavam ao fugitivo a oportunidade de estudas e conversar com os levitas, que eram instruídos nas coisas de Deus. Portanto, o lugar de refúgio poderia, ao mesmo tempo, se transformar numa verdadeira fonte de bênção para o homicida, pois os sacerdotes e levitas poderiam lhe ensinar o caminho do Senhor (ver Dt 17:8-13; 21:5; 33:9, 10). Todas as cidades de refúgio estavam localizadas em planícies ou vales, em regiões bem conhecidas. Para benefício de todas as tribos, ficavam a uma distância conveniente umas das outras. … Ao angustiado fugitivo que buscava salvar a própria vida, todas as vantagens deveriam ser dadas. Não precisaria subir uma montanha estafante no último trecho de sua fuga, quando possivelmente já estivesse quase exausto. As estradas que conduziam a esses centros deviam ser boas e asa cidades bem conhecidas. … Há nessas circunstâncias, um ensinamento sábio. Existe um lugar de refúgio para os pecadores culpados. Esse refúgio é Jesus. A estrada está sempre aberta, há placas ao longo de todo o caminho e o acesso à cidade é fácil. “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado” (Sl 34:18; cf. Sl 85:9; 145:18). CBASD, vol. 2, p. 281.
Quedes. Este nome vem do heb. qadash, “ser santo”, que, em sua forma intensiva, quer “santificar”. É dessa palavra que deriva o substantivo qodesh, que significa “santidade”.
Designaram, pois, solenemente, Quedes (ARA; NVI: “separaram Quedes”). Jogo de palavras em hebraico: “consagraram a (cidade de) consagração”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 e para o estrangeiro que habitava entre eles. Evidência de proteção igualmente garantida aos estrangeiros residentes em Israel (cf Lv 19.33, 34; Dt 10.18, 19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deus não faz acepção de pessoas. Todo aquele que se aproxima dEle não será lançado fora (Jo 6:37). Há uma porta aberta para todos os que queiram se achegar a Deus com humildade e espírito contrito. CBASD, vol. 2, p. 282.
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“Fala aos filhos de Israel: Apartai para vós outros as cidades de refúgio de que vos falei por intermédio de Moisés” (v.2).
Quando estudamos o livro de Êxodo, vimos que Deus instituiu as cidades de refúgio. Quando o povo se estabelecesse na terra prometida, separaria nela cidades que serviriam de abrigo a todo aquele que matasse alguém por engano (v.3). A Lei Penal Brasileira classifica este crime como sendo homicídio culposo, isto é, onde não há dolo (não há a intenção de matar). Porém, no antigo Israel, caso o homicida permanecesse em sua cidade natal, corria o risco de ser morto pelo “vingador do sangue” (v.9), que buscaria cumprir a lei da “vida por vida, olho por olho, dente por dente” (Êx.21:23-24).
Contudo, o Senhor designou um lugar de refúgio para este tipo de homicida (Êx.21:13). Interessante que em Deuteronômio 19:9, vemos que Ele prometeu dobrar a quantidade das cidades de refúgio, que inicialmente seriam apenas três, se tão-somente o povo andasse conforme os Seus mandamentos todos os dias. Então, três cidades ficariam dalém do rio, atendendo as necessidades das duas tribos e meia, e as outras três do outro lado, em Canaã. O desejo do Senhor é o de sempre nos conceder o dobro das bênçãos. Aquelas cidades eram oásis em meio ao deserto do desespero. Ali, os fugitivos encontravam abrigo seguro, um julgamento justo e preservação da vida.
Assim como Deus estabeleceu locais de refúgio para Israel de um lado e do outro do Jordão, Ele deseja nos cercar “por trás e por diante” (Sl.139:5). Ele deseja ser o nosso “refúgio e fortaleza, socorro bem-presente nas tribulações” (Sl.46:1). Jó foi um servo de Deus que se manteve fiel e refugiado em Seus braços mesmo nos momentos mais terríveis de sua vida. Mal compreendido pela esposa e acusado pelos amigos, ele não atribuiu a Deus o seu infortúnio, mas abrigando-se nEle até o fim, obteve a vitória sobre o mal: “Mudou o Senhor a sorte de Jó […] e o Senhor deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra” (Jó 42:10). Jó escolheu ser fiel mesmo em meio a mais terrível provação. Ele confiou em Deus.
Deus tem bênçãos incontáveis para aqueles que Lhe são fiéis, mesmo nos momentos mais difíceis. Nele encontramos lugar seguro (Sl.91:2), julgamento justo (Lm.1:18) e vida eterna (Jo.14:6).
Porque “o que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio […] sob Suas asas, estarás seguro” (Sl.91:1-2 e 4). Vigiemos e oremos!
Bom dia, habitantes do Excelente Refúgio!
Rosana Garcia Barros
#Josué20 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOSUÉ 20 – Não devemos abrigar em nossa mente a ideia de que haja algum lugar em nosso planeta – tomado pelo maligno – que seja absolutamente seguro.
Os planos de cidades refúgios orientados por Deus a Moisés (Êxodo 21:12-13; Números 35:6-28; Deuteronômio 4:41-43; 19:1-13), deveriam ser executados por Josué. Pois, acidentes acontecem em todos os lugares. Inclusive poderia acontecer na Terra Prometida; sim, entre o povo abençoado e protegido por Deus.
Josué 20 revela que uma pessoa pode machucar ou matar a outra sem intenção. Acidentes fatais e mortais podem acontecer entre pessoas consagradas. A vingança irracional oriunda do calor da emoção pode surgir inclusive em corações de pessoas que possuem o privilégio da presença de Deus entre elas. Por conseguinte, e possível ter homicidas involuntários entre os servos de Deus.
Além de acontecer de pessoas consagradas causarem acidentes graves, pessoas consagradas podem sofrer acidentes fatais. Ninguém neste mundo está absolutamente blindado diante das situações acidentais resultantes da degradação causada pela força do pecado. Cristãos fervorosos podem ter membros da família ceifados pela morte resultante de acidente.
Josué 20 incentiva-nos a não alimentarmos um espírito vingativo. Não devemos abrigar e nem alimentar a raiva em nosso íntimo.
Também, não devemos abrigar culpa quando o que causamos foi acidental. Como diz o próprio nome, “acidente” não é algo programado, ou premeditado; acontece sem querer, sem nenhuma intenção de que qualquer fatalidade acontecesse.
A proteção para quem causa acidente foi provida por Deus nas cidades refúgios, lugares em que, “qualquer israelita ou estrangeiro residente que matasse alguém sem intenção, poderia fugir para qualquer dessas cidades para isso designadas e escapar do vingador da vítima, antes de comparecer a julgamento perante a comunidade” (Josué 20:9). Assim, os vingadores são protegidos de não praticarem injustiças tomados pela raiva natural ou vingança irracional.
Mesmo que o homicídio fosse acidental, onde o causador da desgraça não fizesse nada por maldade ou premeditação, ele precisaria “permanecer naquela cidade [de refúgio] até comparecer a julgamento perante a comunidade e até morrer o sumo sacerdote que estiver servindo naquele período. Então, poderá voltar para a sua própria casa, a cidade de onde fugiu” (Josué 20:6).
Jesus é o nosso sumo sacerdote que livra-nos do temor da retaliação do pecado. Sua morte nos confere vida, vida eterna! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JOSUÉ 19 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 19 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
JOSUÉ 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/js/19
Josué era um homem de Deus, um forte líder militar e um sábio governador do povo. Esta grandeza também se manifestava em ser ele um homem humilde, disposto a solicitar a sua porção de terra depois de todos os outros. Ele poderia ter reivindicado a sua terra antes de qualquer um e ninguém faria objeções. Mas ele era um líder servidor e deixou um exemplo digno de ser seguido pelos demais.
Como vimos no capítulo anterior, a divisão da terra foi feita por Josué e Eleazar, o sumo sacerdote, na presença do Senhor, na entrada do Santuário que havia sido estabelecido em Siló. Isto mostra que o proprietário original e legítimo do povo e da terra de Israel era o próprio Senhor.
Se rastrearmos quem possuía a nossa terra nos tempos passados, chegaremos aos proprietários europeus, e os que possivelmente estavam aqui antes deles e, então, chegaremos a Deus. Nós não somos os verdadeiros donos: somos inquilinos, e o Senhor vai nos perguntar como temos usado a sua propriedade e para qual finalidade.
Ralph Neall
Professor aposentado e missionário
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/19
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1943 palavras
1 Saiu a segunda sorte … à tribo dos filhos de Simeão. Cidades dentro das fronteiras de Judá (15.21) no Neguebe junto com a fronteira sul de Judá. Bíblia de Estudo NVI Vida.
É provável que os contornos da terra não fossem adequados para uma repartição em sete porções. Já que Judá havia recebido um território muito grande, é provável que tenham feito à tribo a sugestão de repartir sua herança com uma das outras. Quando a sorte foi lançada, essa parte saiu para Simeão. Talvez, a princípio, os israelitas tenham suposto que a terra fosse grande o suficiente para dar uma grande porção a Judá. Na verdade, se o povo tivesse ocupado todo o território que Deus originalmente desejara dar-lhes, “desde o rio do Egito até o grande rio Eufrates” (Gn 15:18;ver Dt 11:24), Judá poderia ter permanecido com toda a porção que lhe fora destinada. No entanto, Israel se tornara conformado e negligente. Agora era preciso ajustar os limites de acordo com sua fé. Isso tende a se repetir. As pessoas também poderiam receber mais da parte do Senhor se exercessem fé em buscar grandes coisas dEle. Estas coisas “foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co 10:11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 271-272.
no meio dos filhos de Judá. O território conferido a Simeão era dentro do território que coube a Judá (Gn 49.7). Judá e Simeão agiram juntos em Jz 1.3, 17. Em algum estágio, a tribo de Simeão parece ter perdido sua identidade distinta. Bíblia de Genebra.
A herança de Simeão permite ver como foi explícita a orientação de Deus na escolha das porções das tribos. Por causa do massacre do povo de Siquém realizado por Simeão e Levi (Gn 34), Jacó profetizou, antes de morrer, que dividiria essas duas tribos de Jacó e as espalharia em Israel (Gn 49:7). Como já se viu, Levi não receberia herança própria, teria apenas cidades entre as diversas tribos. nesse momento, Simeão recebeu sua parte dentro da herança de Judá. Simeão ficou ainda mais isolado; por isso, quando houve a divisão dos reinos de Judá e Israel durante o reinado de Roboão (1Rs 12), a tribo de Simeão, embora tenha aderido ao reino das dez tribos, foi separada do território desse reino pelo território de Judá. Dessa maneira, eles foram divididos em Jacó [Israel]. As Escrituras não dizem muito a respeito da tribo de Simeão. Dela não saiu nem juiz, nem profeta, nem qualquer outra pessoa ilustre. CBASD, vol. 2, p. 272.
9 demadiadamente grande para eles. Naquela ocasião era grande demais. Mas se tivessem olhado com fé para o futuro , não teriam mais do que o necessário, com a bênção de Deus. No entanto, a esse ponto, os israelitas haviam começado a perder a visão do plano que o Senhor tinha para eles e se conformaram em receber apenas o suficiente para satisfazer as necessidades do momento. Deus permitiu o reajuste temporário; mesmo, porém, dentro desse programa adaptado, Israel tinha o privilégio de crescer e expandir seus territórios até que chegasse a precisar de todos. Quão estreita e egoísta se torna a visão das pessoas se perdem de vista o plano do Senhor! Realiza-se pouco porque se busca pouco, e isso ocorre porque há a tendência humana de calcular a força segundo os limites da carne, em vez de contar com o braço poderoso de Deus. CBASD, vol. 2, p. 273.
10 terceira vez, a sorte saiu para Zebulom. Essa tribo recebeu uma porção da Galiléia inferior, a oeste do mar da Galiléia e na vizinhança da cidade de Nazará (no NT). Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 Gate-Hefer. “Lagar de Hefer”, a cidade natal de Jonas (2Rs 14:25). CBASD, vol. 2, p. 273.
15 Belém. “Casa de pão”. Esta cidade se encontrava no norte (herança de Zebulom) e não “Belém Efrata” (Mq 5.2), onde Jesus nasceu. Bíblia Shedd.
17 quarta vez… Issacar. A sudoeste do mar da Galiléia, estendendo-se até Bete-Seã no sul e ao vale de Jezreel a oeste. O monte Tabor marcava sua fronteira norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.
22 Bete-Semes. “Casa do sol”, que não deve ser confundida com a cidade de mesmo nome de Judá (Js 15:10), nem com a localizada no território de Naftali (Js 19:38). … A existência de várias cidades com este nome revela a prevalência da adoração ao sol. CBASD, vol. 2, p. 275.
24 quinta vez… Aser. Aser recebeu a planície litorânea até Sidom, na Fenícia, ao norte, e até o monte Carmelo, no sul. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A região fértil ao longo da costa do Mediterrâneo, a oeste e ao norte de Zebulom. CBASD, vol. 2, p. 275.
26 Carmelo. “Terra de jardim” ou “terra frutífera”. Josué conquistou o rei Jocneão que dominava esta região montanhosa. (12.22). Foi aqui que Elias ganhou sua retumbante vitória no nome do Senhor sobre o deus de Jezabel (cd 1 Rs 18 e 19.12). Bíblia Shedd.
32 sexta vez… Naftali. Área que ficava, na maior parte, ao norte do mar da Galiléia, abrangendo o atual vale de Hulé e as montanhas que faziam fronteira com Aser a oeste. Sua extremidade sul ficava na margem inferior do mar da Galiléia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 Quinerete. Significa”uma lira” ou “uma harpa”. Era uma cidade fortificada na costa noroeste do mar de Quinerete (Galileia). Deu seu nome ao lago em formato de harpa, que, posterioremente, passou a se chamar de mar de Genesaré ou da Galileia. CBASD, vol. 2, p. 277.
40 sétima vez… Dã. Cotovelo de terra, espremido entre Efraim e Judá, a oeste de Benjamim. O porto de Jope marcava o canto noroeste de Dã. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Depois de Judá, era a mais numerosa de todas as tribos, nos censos realizados durante o êxodo (ver Nm 1 e 26). CBASD, vol. 2, p. 277.
42 Aijalom. Cidade provavelmente localizada no vale de Aijalom, da qual os amorreus se recusaram a abrir mão. O vale vai de Jerusalém ao Mediterrâneo, cortando as colinas da Sefelá em direção a Lida. CBASD, vol. 2, p. 277.
43 Timna. Esta cidade foi primeiramente dada a Judá (Js 15:57). Com certeza, é a mesma Timna de Juízes 14:1-5, onde Sansão encontrou sua esposa. Pelo menos durante algum tempo esteve sob o controle dos filisteus, e há dúvidas de que os danitas a tenham conquistado em algum momento. CBASD, vol. 2, p. 277-278.
Ecrom. Era a mais setentrional [mais ao norte] das cidades importantes dos filisteus. CBASD, vol. 2, p. 278.
46 Jope. Significa “beleza”. Era a principal cidade portuária de toda a Judeia. Seu nome moderno é Jaffa, e é contígua à cidade judaica também portuária de Tel-Aviv. Não se afirma com certeza que Jope fazia parte do território de Dã. A declaração [“defronte de”] parece sugerir que o limite chegava até perto da cidade, mas não a incluía. CBASD, vol. 2, p. 278.
47 Saiu, porém, pequeno o limite aos filhos de Dã (ARA; NVI: “Mas a tribo de Dã teve dificuldade para tomar posse do seu território”). Literalmente, “o território dos filhos de Dã saiu deles”. Isto é, não o conseguiram reter porque seus poderosos vizinhos amorreus os forçaram a se retirar para as montanhas, não permitindo que habitassem no vale (Jz 1:34). Essa situação os colocou em tamanha dificuldade que precisaram procurar outro território, onde não houvesse oposição tão ferrenha. CBASD, vol. 2, p. 278.
Os amorreus dessa área “confinaram a tribo de Dã à serra central” (Jz 1.34), de modo que a maior parte da tribo migrou para a região superior do vale do Jordão, onde tomou posse da cidade de Lasém (ou Laís, Jz 18.2-10, 27-29) e lhe deu o novo nome de Dã. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Desse modo, os filhos de Dã se recusaram a ocupar o território que lhes fora atribuído por Deus, que lhes teria dado a vitória completa sobre seus inimigos se estivessem dispostos a cooperar com o plano divino. Em vez disso, ocuparam o território de sua escolha. Alguns têm sugerido que essa atitude de Dã seria a causa de sua omissão na lista das tribos em Apocalipse 7. CBASD, vol. 2, p. 278.
Lesém. Esta cidade ficava próxima à nascente do Jordão, ao pé do monte Líbano [extremo norte da Palestina]. É chamada de Laís em Juízes, antes de ser tomada pelos danitas. Ela foi descoberta por cinco espias enviados pelos danitas para reconhecer a região norte. Eles informaram que e terra era muito boa e a cidade, calma e segura, sem acordos com outras cidades e bem distante de Sidom. Imediatamente 600 homens armados se puseram a caminho, tomaram a cidade e lhe mudaram o nome para Dã (ver Jz 18). CBASD, vol. 2, p. 278. [O que eles não sabiam que aquela região era o caminho por onde viriam, no futuro, os exércitos invasores dos terríveis assírios e babilônios, legando um terrivel futuro aos seus descendentes.]
49 deram a Josué… uma herança. No relato da distribuição da terra prometida (o território a oeste do Jordão), Calebe é tratado em primeiro lugar (14.6-15), e Josué, por último. … De modo apropriado, o que tocou para Josué veio em último lugar; ele não era nenhum rei nem conquistador militar, mas o servo de Deus comissionado para introduzir o povo do Senhor na terra prometida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
50 o mandado do SENHOR. Esse mandamento divino não ficou registrado em qualquer outro lugar (cf 14.9, nota). ver Nm 14.30. Bíblia de Genebra.
Timnate-Sera. “Porção extra” ou “porção frutífera”. Essa cidade situava-se dentro dos limites da tribo de Efraim, da qual José fazia parte (1 Cr 7.27). Com uma pequena mudança de letras em Juízes 2.9, o nome passa a ser Timnate-Heres, “Porção do sol”; aqui Josué foi sepultado. Segundo o rabi Salomão Jarchi, o nome desta cidade foi mudado depois da morte de Josué, por haverem colocado um distintivo ou figura do Sol sobre o túmulo daquele que mandou parar o Sol. Bíblia Shedd.
Localizada no canto sudoeste de Efraim, defronte ao mar [Mediterrâneo]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Josué não escolheu um território grande ou proeminente, mas um pequeno local isolado nas rústicas montanhas de Efraim. Isso era coerente com o espírito altruísta e caráter nobre de Josué, que o relato bíblico deixa transparecer. Também dá testemunho de liderança de servo para os oficiais da igreja e servidores públicos de hoje. Josué, que colocou o centro de seu ministério no serviço do santuário (ver nota sobre 18.1), afastou-se para o interior, a um dia de distância do tabernáculo do Senhor. Bíblia de Estudo Andrews.
Não lutava para conseguir para si benefícios por causa de seu cargo, algo que poderia ter feito com facilidade. Afastou a tentação à qual estão expostos constantemente os líderes, a saber, a de aumentar os próprios bens sem ter consideração pelos que se encontram em posições menos favoráveis. ebora fosse o mais velho e o homem mais importante em Israel, Josué foi o último a ser servido. Buscou o bem de sua gente acima de qualquer interesse particular. É um grande exemplo para todos aqueles que desempenham cargos públicos, seja na liderança civil ou eclesiástica. Além disso, é importante notar que não tomou a herança para si sem o consentimento do povo. O registro diz que os filhos de Israel lhe deram a terra. Eles amavam o líder. Não é de se estranhar que o povo tenha servido ao Senhor todos os dias de Josué e dos anciãos que viveram mais do que ele (Js 24:31; Jz 2:7). O serviço abnegado gera amor, o que, por sua vez, leva à obediência. Ninguém tem direito à liderança até que tenha aprendido a servir com altruísmo. Cristo, que não agradou a Si mesmo (Rm 15:3), é o grande exemplo de serviço abnegado. CBASD, vol. 2, p. 278-279.
51 à porta da tenda da congregação. O trabalho da divisão fora realizado na presença de Deus e sob Sua direção. Foi feito em público, para que todos soubessem que a distribuição não era resultado de caprichos humanos. Tal conhecimento exerceria influência para refrear murmurações. No entanto, ainda assim alguns ficaram descontentes (Js 17:14-18). CBASD, vol. 2, p. 279.
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“A herança dos filhos de Simeão se tirou de entre a porção dos filhos de Judá, pois a herança era demasiadamente grande para eles, pelo que os filhos de Simeão tiveram a sua herança no meio deles” (v.9).
A participação ativa de todo o povo na divisão das terras ilustra o desejo de Deus de que todo o Israel desfrutasse de Canaã de forma justa e proporcional, de maneira que não houvesse em momento algum motivos para descontentamento. Sabendo que a tribo de Levi não recebeu porção, hoje vimos que a tribo de Simeão, apesar de ter participado da divisão, estabeleceu sua morada dentro da herança de Judá. Filhos de Lia com Jacó, Simeão e Levi revelaram seu caráter vingativo e sanguinário ao fazerem justiça com as próprias mãos, assassinando todos os homens de uma cidade por causa da desonra causada à sua irmã Diná (Gn.34:25). A atitude desses irmãos lhes privaria de ter lugar próprio em Canaã, como profetizou seu pai Jacó:
“Simeão e Levi são irmãos; as suas espadas são instrumentos de violência. No seu conselho, não entre minha alma; com o seu agrupamento, minha glória não se ajunte; porque no seu furor mataram homens, e na sua vontade perversa jarretaram touros. Maldito seja o seu furor, pois era forte, e a sua ira, pois era dura; dividi-los-ei em Jacó e os espalharei em Israel” (Gn.49:5-7).
Na bênção proferida por Moisés a Israel, este nem sequer incluiu a tribo de Simeão em seu discurso. Há, porém, uma promessa dada por Cristo aos mansos da terra: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5). A mansidão faz parte do fruto do Espírito Santo e é uma virtude que precisamos adquirir se quisermos ter parte na herança eterna. E Jesus nos revelou onde podemos adquiri-la: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt.11:28-29).
Encontrar alívio e descanso creio que seja o maior desejo da humanidade hoje. Muitos têm buscado preencher o vazio da alma com o que há no mundo, mas percebem que quanto mais avançam em suas ambições, mais infelizes e vazios se tornam. Este é um mal que tem afetado a todos, ricos e pobres. Insistem em procurar a solução em coisas finitas e corruptíveis, rejeitando o Único capaz de nos satisfazer. Ser manso não é algo que se adquire instantaneamente. Moisés precisou de quarenta anos para adquiri-la, e ainda assim teve o seu momento de fraqueza que o privou de entrar em Canaã.
O fato dos filhos de Simeão ainda assim terem encontrado lugar na tribo de onde viria o Salvador e os filhos de Levi habitassem com seus irmãos e cuidassem do santuário, é uma prova inequívoca da misericórdia de Deus. Sua herança foi limitada às condições e circunstâncias, mas a ilimitada graça divina os alcançou e lhes deu lugar de descanso. O mesmo Deus, hoje, está disposto a mudar o curso de nossa história, apagando as nossas transgressões com o sangue de Cordeiro e registrando o nosso nome no Céu com tinta que não se apaga. Pela fé, vá até Cristo e faça parte de Sua escola de mansidão e humildade, e herdarás a Terra. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, herdeiros da Canaã celeste!
Rosana Garcia Barros
#Josué19 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOSUÉ 19 – O propósito de Deus na conquista de Canaã era conquistar o mundo todo para a salvação. Os pagãos de Canaã perderam o território devido a não se renderem à graça oferecida pelo Deus verdadeiro. Contudo, os pagãos de todo o mundo teriam oportunidade de salvação com a atuação de Deus em meio a Seu povo alocado em Canaã.
• O plano de salvação não é exclusivo a uma única nação; ele é mundial. Um dia o reino de Deus vai tomar conta do mundo inteiro; portanto, toda a humanidade precisa saber disso para preparar-se, para então participar desse reino Universal.
Em Josué 19, o plano de conquista de território chegou ao fim com a herança distribuída às sete tribos restantes (Josué 18:1-2); mas não o plano de conquista dos reinos deste mundo para o reino celestial. Tudo foi realizado na presença de Deus (Josué 19:51). A profecia dada por Deus a Abraão cerca de 500 anos em Gênesis 15:13-16 chegava ao seu completo cumprimento.
• Atualmente, “de acordo com Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, onde habita a justiça” (2 Pedro 3:13).
Quando a Terra for renovava, será maravilhoso ter o próprio Deus repartindo o território para os salvos. Como se cumpriu a promessa de Deus a Abraão (Josué 19:51), certamente a promessa dada a Pedro por inspiração, também se cumprirá. Pois, “conforme a Sua grande misericórdia, Ele nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor. Herança guardada nos céus para vocês que, mediante a fé, são protegidos pelo poder de Deus até chegar a salvação prestes a ser revelada no último tempo. Nisso vocês exultem, ainda que agora, por um pouco de tempo, devam ser entristecidos por todo tipo de provação” (1 Pedro 1:3-6).
O líder dessa conquista é Jesus, não Josué. A herança é maior e melhor. A batalha chama-se grande conflito. Precisamos receber ordens de nosso General assim como fez Josué (Josué 5:13-15); pois, com Ele, as portas do inferno não serão empecilho algum (Mateus 16:18). O reino de Deus subjugará todos os reinos deste mundo, o qual durará para sempre (Daniel 2:44).
Aguardemos por esse Reino! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO JOSUÉ 18 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 18 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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