Reavivados por Sua Palavra


II REIS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de dezembro de 2022, 0:50
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387 palavras

serpente de bronze. Ver Nm 21:6-9. Esta é a primeira referência a esta serpente depois do tempo de Moisés. … Por esse tempo … era considerada uma relíquia sagrada e se pensava que possuísse qualidades especiais. Ao queimar incenso diante dela, o povo dava a esta serpente de bronze a veneração que deveria prestar somente a Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 1052.

Neustã. Possivelmente “deus de bronze”, da mesma raiz da palavra heb. nehosheth, “bronze”. CBASD, vol. 2, p. 1052.

não deixou de segui-Lo. Ezequias também errou (2Rs 20:12-19), mas ele nunca abandonou o Senhor. CBASD, vol. 2, p. 1052.

13 as cidades fortificadas. Senaqueribe alegou ter conquistado 46 cidades muradas em Judá. CBASD, vol. 2, p. 1054.

19 que confiança…? Ezequias havia posto sua confiança em Deus (2Cr 32:7, 8), e os embaixadores assírios se referiam a essa confiança no Senhor (2Cr 32:10, 11). CBASD, vol. 2, p. 1055.

23 dois mil cavalos. O mensageiro assírio tentou ridicularizar a limitada força militar de Judá. Os assírios subiram com um grande exército de cavalaria, e por isso 2 mil cavalos não significavam nada para eles. CBASD, vol. 2, p. 1056.

24 um só capitão. Zombou do povo por não ser forte o suficiente para repelir um único capitão do exército assírio, responsável por um dos mais fracos batalhões dentre os muitos que os assírios tinham em campo. CBASD, vol. 2, p. 1056.

26 aramaico. Esta afirmação mostra que a linguagem siríaca ou aramaica [de Aram, outro nome para a Síria] ainda estava em uso, entre assírios e hebreus. Materiais contemporâneos mostram que o aramaico passava a ser a linguagem da diplomacia e do comércio por toda a Ásia Ocidental. Entre os hebreus não era comum porque o povo não a compreendia. Após o exílio babilônico, o aramaico, aos poucos, tomou o lugar do hebraico entre os judeus. CBASD, vol. 2, p. 1056.

em judaico. Além de nesta narrativa e em seus paralelos (2Cr 32 e Is 36), a expressão ocorre somente em Neemias 13:24. A palavra “judeu” aparece primeiro em 2 Reis 16:6, mas, nos textos bíblicos posteriores o nome se torna comum. De acordo com o costume assírio contemporâneo, o povo do reino do sul já era conhecido como Yehudim ou judeus, e a linguagem deles [o hebraico], como judaica. CBASD, vol. 2, p. 1056.

34 de Hamate. Todas as cidades aqui listadas haviam caído diante do poder assírio havia pouco tempo. CBASD, vol. 2, p. 1057.



2Reis 18 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de dezembro de 2022, 0:45
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“Fez ele o que era reto perante o Senhor, segundo tudo o que fizera Davi, seu pai” (v.3).

O rei Ezequias foi o primeiro rei de Judá cuja fidelidade foi comparada à de Davi. O que os seus antecessores não fizeram, fez Ezequias: “Removeu os altos, quebrou as colunas e deitou abaixo o poste-ídolo” (v.4); removendo do meio de Judá tudo aquilo que fosse abominável ao Senhor. Mas a sua fidelidade, destacada nas Escrituras, foi fruto de sua confiança em Deus, de forma que não houve nem antes e nem depois dele, rei semelhante em Judá. Ele “se apegou ao Senhor” seguindo Seus passos e observando os Seus mandamentos (v.6). Então, para onde quer que fosse, Deus o acompanhava e o fazia lograr bom êxito.

Confiança e entrega. Esses dois princípios são fundamentais para uma vida cristã vitoriosa. Ezequias confiou e se apegou a Deus. Geralmente confiamos nas pessoas que sabemos que nos amam. Mas precisamos em nosso dia a dia depositar certo grau de confiança até em pessoas que não conhecemos. E em Deus? Confiamos nEle, de fato? Uma coisa é certa: não existe alguém que nos ame mais do que Ele! E da confiança na operação divina dependem todas as coisas, inclusive, e, principalmente, a salvação. Porém, apegar-se a alguém é diferente. Aquela pessoa torna-se seu confidente, com quem se pode contar em todos os momentos; que sempre estará ao seu lado.

Nas primeiras horas de cada manhã, Deus Se apresenta a cada ser humano e aguarda pacientemente pelo convite de fazer morada no coração e de conduzi-lo pelo caminho da verdade. Quando confiamos, nos apegamos. Portanto, apegar-se é resultado direto da confiança. E a pergunta feita pelo rei da Assíria ao povo de Judá, por intermédio de Rabsaqué, foi desafiadora: “Que confiança é essa em que te estribas?” (v.19). Em outras palavras: Que confiança é essa em que você se apega? A fé de Ezequias e do povo foi provada através de palavras de desânimo e de maldição. E o “assim diz o Senhor” foi desafiado pelo “assim diz o rei” (v.29). “Calou-se, porém, o povo” (v.36), obedecendo às ordens do rei Ezequias.

Todo cristão é desafiado a cada dia com a mesma pergunta: Que confiança é essa em que você se apega? E se essa confiança não gerar o apego ao Senhor, a entrega completa do coração, não se trata de confiança, mas de presunção. Muitos afirmam seguramente confiar em Deus, contudo, nas oportunidades de provar a teoria, a prática falha. E, nem sempre falar é a melhor solução. Bater de frente com quem prova a nossa fé pode ser a resposta da nossa falta de confiança na ação divina. Conforme está escrito, calar-se diante da afronta é sábio: “o homem prudente, este se cala” (Pv.11:12) e também é cristão: “e, como ovelha muda perante os Seus tosquiadores, Ele não abriu a boca” (Is.53:7).

O nosso desafio diário é viver em conformidade com Aquele em quem dizemos confiar. Somos cartas de Cristo para o mundo (2Co.3:2-3) e nossa vida deve ser uma tradução compreensível do que a respeito dEle está escrito. Porque, assim como Rabsaqué usou o idioma local para intimidar o povo, o mal que nos cerca e tenta nos abalar sabe bem qual o idioma do nosso coração. E ele vem para trazer os dejetos do pecado e nos fazer acreditar numa falsa paz; ou até mesmo numa falsa aparência de piedade.

Ao nos questionarem a respeito de nossa confiança, que nossa resposta seja: Eu confio no Senhor dos Exércitos! Ezequias foi um líder que conduzia o Seu povo a seguir-lhe os passos da fé. Que tipo de liderança estamos exercendo sobre nossos semelhantes? Muitos estão como o povo que estava sobre os muros, ouvindo palavras desencorajadoras e sem saber para que lado seguir. A oferta de Senaqueribe era tentadora, assim como é a oferta do pecado. Se Ezequias não tivesse demonstrado com sua vida que valia a pena confiar em Deus e manter um relacionamento íntimo com Ele, o povo não teria escolhido seguir suas ordens. Ezequias permaneceu seguro e firme no poder do Senhor dos Exércitos! Que a sua vida seja uma resposta diária de confiança e de intimidade com Deus. Confie e apegue-se a Deus e Ele fará de você um instrumento singular em Sua obra. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, amigos do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2Reis18 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 18 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de dezembro de 2022, 0:40
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II REIS 18 – Quando as coisas vão de mal a pior, nem tudo está perdido, pois o Deus do impossível que rege a história pode suscitar alguém que fará a diferença numa sociedade em declínio.

O jovem rei Ezequias erradicou práticas pecaminosas, e também promoveu a piedade entre o povo de Deus. Pela primeira vez a Bíblia apresenta alguém retirando os “lugares altos” (II Reis 18:4); os quais “eram locais onde o povo adorava. Abraão, Jacó, Josué e outros ergueram altares para sacrifício e adoração, e Samuel e outros profetas sacrificaram em lugares altos. De alguma forma, podemos considerar que equivaliam naquele tempo aos edifícios das igrejas locais. Mas, sendo que as nações vizinhas também adoravam em santuários locais, as práticas pagãs continuamente ameaçavam infiltrar-se até nos altares constituídos para o Deus de Israel. A fim de lidar com o problema, os reformadores começaram a consolidar os sacrifícios e outras práticas de adoração, tanto quanto possível, no Templo em Jerusalém. Assim, os líderes religiosos oficiais tinham mais controle sobre o que o povo fazia” – explica Jim Zackrison.

Não apenas “os altos” foram corrompidos; inclusive um sistema ilustrativo do evangelho foi adulterado. A serpente de bronze, que servira para revelar Cristo, tornou-se objeto idolatrado; então, foi devidamente erradicado por Ezequias (II Reis 18:1-6). Fica a dica: Quando influências pagãs penetram na adoração, é necessário promover reformas radicais!

A determinação em servir a Deus resulta em bênçãos, o que inventiva ao reformador avançar. Com algumas vitórias, Ezequias rompeu a aliança vassala com a Assíria, que respondeu com ameaças e argumentação lógica, tentando colocar o povo contra Ezequias e se render (II Reis 18:7-37).

Reflita:
• Como há pessoas sábias acima da média, há também pessoas espirituais acima da média. Desde Davi, Ezequias foi o rei mais piedoso de Judá. Embora tivesse falhas e fraquezas, como todos nós temos (II Reis 18:14-16), ele não despencou para a desobediência extrema que trouxera o fim a Israel, o reino do norte (II Reis 18:9-12).
• Quando alguém deseja fazer a coisa certa perante Deus, desafios gigantescos surgem para interceptá-lo. Fazer o certo geralmente suscita grandes problemas; contudo é preferível lidar com os problemas de fazer a coisa certa, do que sofrer com os problemas por fazer a coisa errada.

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II REIS 17 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de dezembro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO II REIS 17 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 17 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

II REIS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



II REIS 17 by Luís Uehara
9 de dezembro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2rs/17/

A Bíblia diz que nosso Deus é ciumento e isso é mostrado neste capítulo. Ele queria que Israel não tivesse deuses além dele. No entanto, os israelitas ainda adoravam outros deuses. Então Ele permitiu que a decisão deles seguisse suas consequências naturais e eles foram levados para a Assíria. E, no entanto, eles ainda não aprenderam e Deus teve que usar os assírios para ensiná-los a serem leais a Ele.

Nem sempre podemos perceber, mas passamos por problemas semelhantes aos israelitas. Pode não ser tão claro quanto adorar outros deuses, mas muitas vezes também deixamos de colocar Deus em primeiro lugar em nossas vidas e acabamos não sendo tão leais a Deus como Ele é a nós. Nestes momentos, é muito importante reconhecer o problema rapidamente e identificar o que está nos mantendo afastados de nosso tempo com Deus. Quando isso acontece, Deus está sempre a nossa espera para nos ajudar a voltar a Ele. E do mesmo modo como Ele foi capaz de usar os assírios para ajudar os israelitas a reconhecerem seu erro, Ele também envia outras pessoas para que nos ajudem em nosso tempo de necessidade.Existe algo que está tomando o lugar de Deus em sua vida?

Suvan Campbell
Aluna da Great Lakes Adventist Academy
Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/17
Tradução: Luis Uehara/Jeferson Quimelli/Pr. Jobson Santos/Gisele Quimelli



II REIS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de dezembro de 2022, 0:50
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428 palavras

13 voltai-vos. Esta era a única atitude que Deus não poderia tomar pelo povo. Deus convida, pleiteia, incentiva e insiste, mas nunca coage. Se os seres humanos não entregarem sua própria vontade, não há nada que Deus possa fazer pela salvação deles (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 2, p. 1045).

14 de dura cerviz [de “cervical”] “endureceram seus pescoços”, NVI. Uma metáfora para rebelião obstinada (Andrews Study Bible).

23 foi Israel transportado da sua terra para a Assíria. Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro [as chamadas “tribos perdidas de Israel”]. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33)  (CBASD, vol. 2, p. 1049)

26 o Deus daquela terra. Um bom exemplo da maneira de pensar dos pagãos politeístas. Acreditavam eles que cada localidade tinha seus próprios deuses; por isso seria necessário aprender o culto local no território de Samaria (nome dado ao reino do norte, Israel, depois da deportação dos israelitas,)  (Bíblia Shedd).

29 povo de Samaria (NVI). A população mista do território que o Reino do Norte tinha antes. Esses povos de descendência mista acabaram sendo chamados samaritanos. Em tempos posteriores, os samaritanos rejeitaram a idolatria de suas origens politeístas e seguiram os ensinos de Moisés, incluindo-se o monoteísmo. No período do NT, Jesus testemunhou a uma mulher samaritana (Jo 4.4-26), e muitos samaritanos foram convertidos pelo ministério de Filipe (At 8.4-25) (Bíblia de Estudo NVI Vida).

os samaritanos (ARA). Esta é a única passagem no AT em que este povo é chamado assim  (CBASD, vol. 2, p. 1045).

41 Até o dia de hoje. É evidente nestas palavras que o escritor não era um contemporâneo dos eventos que descreve, mas que viveu depois dessa época, talvez depois da destruição de Judá. … Assim termina a história de Israel: um povo que deveria ter sido um “tesouro peculiar” (KJV) do Senhor “dentre todos os povos” (Êx 19:5). … Pouco se sabe das tribos do norte depois de levadas para o cativeiro. Muitos provavelmente se fundiram com os povos entre os quais viviam e perderam sua identidade. Outros continuaram a adoração a Yahweh e se uniram aos judeus do cativeiro babilônico (ver Jr 50:4, 20, 33).  Alguns retornaram com os exilados de Judá sob a liderança de Zorobabel e Esdras (Ed 8:35; 1Cr 9:3). Nos tempos do NT, os judeus e seus prosélitos eram encontrados na Média, Pártia, Elão, Capadócia, Frígia, Egito, Líbia, Cirene, Creta, arábia e em todo o leste (At 2:9-11). Não se sabe quantos desses eram descendentes dos israelitas levados cativos para a Assíria.  (CBASD, vol. 2, p. 1049).



2Reis 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de dezembro de 2022, 0:45
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“Assim, estas nações temiam o Senhor e serviam suas próprias imagens de escultura; como fizeram seus pais, assim fazem também seus filhos e os filhos de seus filhos, até ao dia de hoje” (v.41).

Hábitos, costumes, tradições, raízes culturais fazem parte da história de cada ser humano e são coisas difíceis de serem mudadas, que dirá esquecidas. Mas Israel e Judá esqueceram de suas origens e da aliança feita com o Senhor, Deus de seus pais, Abraão, Isaque e Jacó. Tornaram-se desobedientes e se envolveram com as abominações e com os costumes idólatras das nações vizinhas, ignorando que “o Senhor lhes havia ordenado que não as imitassem” (v.15).

Deus, em todos os tempos, tem um povo para chamar de Seu e que promove a verdadeira adoração. Um sacerdote foi enviado aos pagãos que foram habitar em Samaria, “e lhes ensinava como deviam temer o Senhor” (v.28). Da mesma forma, Deus preserva, hoje, um “sacerdócio real” (1Pe.2:9), que busca ensinar, por preceito e por exemplo, o “assim diz o Senhor”. Mas em meio aos tantos “ismos” deste século, relativismo, sincretismo, feminismo, pluralismo, legalismo, formalismo, o puro evangelho de Cristo acaba sendo deturpado e as ideias humanas colocadas acima da sabedoria divina.

Quando a nação eleita deu as costas ao Senhor, tornou-se escrava não somente das nações inimigas, mas de suas próprias paixões e condescendências. O culto misto foi promovido pela nova população de Samaria e se enraizou de tal forma, que foi transmitido de geração em geração (v.41). Quando transformamos a adoração em tradição, perdemos o foco do que realmente significa temer a Deus, e deixamos de atender ao apelo solene e urgente: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).

Existe algo de maravilhoso nesta mensagem. O Deus Criador convida a obra-prima de Sua criação a viver na Terra o que nossos primeiros pais viveram originalmente: uma vida de relacionamento com Ele. Através de Sua Palavra, podemos visualizar o incomparável e santo caráter de Deus descrito em linguagem que podemos compreender. “O Senhor advertiu a Israel e a Judá por intermédio de todos os profetas” (v.13). O mesmo Ele tem feito, hoje, em nossa geração. Quando Deus levanta um povo para chamar de Seu, Ele mesmo define a sua identidade, como o foi com a descendência de Jacó: “a quem deu o nome de Israel” (v.34).

A nossa identidade revela quem somos, de onde viemos e para onde estamos indo. Se a perdemos, ou simplesmente ela deixa de ser relevante, nossa história cai no esquecimento porque o nosso padrão deixa de ser santo e torna-se comum. A Bíblia deixa bem claro que a causa do cativeiro assírio dos israelitas não foi uma questão de conquista territorial apenas, mas a consequência inevitável de andar “nos costumes estabelecidos pelos reis de Israel” (v.8), e não nos mandamentos e estatutos do Rei dos reis e Senhor dos senhores. Porque “não deram ouvidos; antes, se tornaram obstinados” e “não creram no Senhor, seu Deus” (v.14).

Eu pergunto: Como pode o povo de Deus fazer diferença no mundo, se o mundo e seus costumes “tomaram posse” (v.24) da igreja de Deus? Percebam que o rei da Assíria “trouxe gente de Babilônia” (v.24) e de outras regiões para habitar em Samaria, enquanto os israelitas foram espalhados pela Assíria. Do mesmo modo, Satanás tem infiltrado seus agentes no meio do povo de Deus e trabalhado para que muitos sejam espalhados, perdendo o vínculo com o que é santo e agradável a Deus. Como a verdadeira adoração no santuário envolvia a música certa, as vestimentas certas, as pessoas escolhidas para o serviço, as cerimônias a serem observadas, precisamos ser bem sinceros e refletir um pouco (e nem precisa refletir muito para chegar a uma conclusão): a minha adoração reflete a imagem de Deus ou a imagem de meus “próprios deuses” (v.29)?

Amados, ou o povo de Deus entende que pesa sobre ele a responsabilidade de educar uma geração de verdadeiros adoradores, ou cairá na maldição de estar prestando um culto misto e abominável e transmitindo esta derrota a “seus filhos e os filhos de seus filhos” (v.41). Então, enquanto prossegue em uma adoração misturada, impura, incorre no perigo de passar pelo que Israel passou, pois o Senhor “o afastou da Sua presença” (v.18); Ele “os expulsou da Sua presença” (v.20); “o Senhor afastou a Israel da Sua presença” (v.23). E isso porque Israel quis andar “nos costumes estabelecidos pelos reis de Israel” (v.8); quis andar conforme as nações pagãs, “das quais o Senhor lhes havia ordenado que não as imitassem” (v.15); “andaram nos costumes que Israel introduziu” (v.19); “procederam segundo o seu antigo costume” (v.40).

Como vimos, costumes podem ser incorporados em nossa vida como maldições muito difíceis de serem eliminadas. Como o Senhor falou a Israel e os advertiu “pelo ministério de todos os Seus servos, os profetas” (v.23), temos hoje em mãos a santa e pura Palavra de Deus e “o espírito da profecia” (Ap.19:10), que estão a preparar um povo para o retorno de Jesus. Não há desculpas para a ignorância diante da luz que recebemos. Tenhamos sempre em mente que a nossa cidadania não é daqui, meus irmãos, mas celestial. E como aquele sacerdote que foi escolhido para ensinar os habitantes de Samaria “como deviam temer o Senhor” (v.28), que, pela graça de Deus, nossa voz, nossa escrita e nossa vida sejam a repercussão de um claro e sonoro “assim diz o Senhor”. Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, cidadãos da pátria celeste!

Rosana Garcia Barros

#2Reis17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II REIS 17 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
9 de dezembro de 2022, 0:40
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II REIS 17 –Nossa vida pode ficar arruinada do dia para noite se perseveramos dias, meses e anos em rejeitar os preciosos planos e princípios de Deus para nossa vida.

Tristeza. Devastação. Destruição. Aflição… Nossa situação será horrorosa, caso não formos radicais em nosso compromisso com Deus e Sua Palavra!

II Reis 17 é o auge do alerta divino não apenas ao leitor do Antigo Testamento, mas a cada leitor atento dos dias atuais. Nessa altura da história, Israel despenca para sua ruína total; e, o escritor inspirado apresenta os motivos. Antes de considerá-los, medite nas orientações, recomendações e advertências divinas em Levítico 26 e Deuteronômio 27 e 28.

Três itens sobressaem como razões primordiais para Israel ir para o cativeiro assírio:
• Amnésia teológica: O povo de Deus esqueceu o livramento no Egito, da conquista da Terra Prometida, dos Mandamentos básicos, e da importância da voz profética (II Reis 17:7-17).
• Politeísmo: Esquecendo-se dos feitos de Deus, a idolatria foi facilmente inserida na adoração israelita. Divindades astrais, da fertilidade, divindades que exigiam sacrifícios de crianças, etc. foram aderidas pelo povo de Deus (II Reis 17:14-20).
• Sincretismo: A mistura de práticas pagãs com a religião verdadeira corrompeu o relacionamento com Deus, levando o povo à infidelidade a Deus (adultério espiritual) e feitiçarias (II Reis 17:21-23).

Por tais práticas, Israel desapareceu do mapa. Nunca mais recuperou-se! A mistura de povos resultou nos samaritanos (II Reis 17:24-41). Judá poderia aprender a lição de sua irmã, mas infelizmente seguiu pelo mesmo caminho. “O escritor está cônscio da existência da Assíria, mas mesmo assim alega que Israel e Judá não têm nada a temer caso sirvam a Yahweh. A teologia permeia e afeta perceptivelmente a ideia que o autor tem da história. Visto que Deus governa a história, Ele determinará o futuro de Israel e da Assíria. Meras circunstâncias não determinam o que vai acontecer. Deus determina, e Judá será o próximo a morrer”, reflete Paul House.

• A teologia é importante. A negligência do estudo profunda das Escrituras torna-se empecilho para a pratica da genuína religiosidade.
• A teologia espúria só é aceita quando não se conhece a fundo a teologia pura. E, as consequências de corromper a revelação de Deus nas Escrituras são desesperadoras.

É melhor buscar a Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



II REIS 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
8 de dezembro de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO II REIS 16 – Primeiro leia a Bíblia

II REIS 16 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL

II REIS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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II REIS 16 by Luís Uehara
8 de dezembro de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2rs/16/

Como você resolve seus problemas? Por seus próprios meios, com a ajuda de outros, ou pedindo ajuda a Deus? Acaz, obviamente, não pediu ajuda a Deus quando enfrentou a invasão do rei da Síria e de Israel. Seu auxílio veio de rei da Assíria. Qual foi o preço que ele teve que pagar? “A prata e o ouro que se acharam na Casa do SENHOR e nos tesouros da casa do rei” (v. 8). Esta prata e ouro não lhe pertenciam, mas a Deus, porém Acaz não teve medo de usá-lo.

O afastamento de Acaz de Deus é ainda ilustrado quando ele construiu um altar como o usado por Tiglate-Pileser, rei da Assíria, em Damasco. Por que ele construiu este altar quando já existia um altar no Templo de Deus? Ele provavelmente queria ganhar a mesma vitória que o rei assírio conseguira, mas a construção da cópia de um altar falso certamente não lhe trouxe nenhuma vitória.

O distanciamento de Deus muitas vezes começa em pequenos passos. A única maneira de se manter firme é ficar sob a proteção de Deus e manter um relacionamento próximo com Ele.

Daniel Jiao
União Missão Chinesa
Hong Kong

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ki/16
Tradução: Luis Uehara/Jeferson Quimelli/Pr. Jobson Santos/Gisele Quimelli