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JÓ 2 – A fé é mais importante na adversidade do que na prosperidade. Sua atuação é mais relevante diante da aflição do que diante da satisfação. Porém, ela precisa ser desenvolvida em dias de tranquilidade para ser usada em dias de turbulência.
Assimile as profundas lições de vida de Jó 2:
Jó lidou com problemas gigantescos provocados diretamente pelo Diabo. Simultaneamente, esse homem bom enfrentou complexos problemas financeiros, familiares e salutares. Jó precisou lidar com grandes perdas significativas – que fariam pessoas frágeis caírem em profunda depressão, ou buscar “solução” no suicídio.
• A resiliência de Jó transformou-se num poderoso legado para todos nós quando enfrentamos problemas.
O fiel servo de Deus, maduro espiritualmente, não é blindado ao sofrimento, nem possui sangue de barata. Ele não é insensível nem indolor diante da dor física e emocional. Após Satanás o atingir “com feridas terríveis, da sola dos pés ao alto da cabeça… Jó apanhou um caco de louça e com ela se raspava, sentado entre as cinzas”. Quando vieram seus amigos para consolá-lo “mal puderam reconhecê-lo e começaram a chorar em alta voz… Os três se assentaram no chão com ele, durante sete dias e sete noites. Ninguém lhe disse uma palavra, pois viam como era grande o seu sofrimento” (Jó 2:7-8, 11-13).
Embora tivesse muita fé, Jó se entristeceu profundamente, perdeu interesse em atividades outrora prazerosas, teve insônia, perda de apetite e de energia, etc. Assim, Satanás acreditava piamente que Jó perderia também a fé. Entretanto, ainda que a esposa o forçasse a abandonar a Deus, nada o convenceu a fazê-lo!
A resiliência de Jó mostra-nos que a fé desenvolvida chega a ser maior que as aflições causadas pelas mais terríveis adversidades. Por isso, é possível continuar confiando em Deus, independentemente das circunstâncias que nos assolam.
Além disso, Jó demonstra que mesmo sem entender nada, é possível enfrentar qualquer dificuldade mantendo viva a chama da fé. Na verdade, as aflições devem servir de grande motivação para colocar a fé em prática.
• Ainda que tudo conspire contra a fé, ela pode sobreviver.
Portanto, avancemos rumo à elevada filosofia de Jó: “Saí nu do ventre de minha mãe, e nu partirei. O Senhor o deu, o Senhor o levou; louvado seja o nome do Senhor” (Jó 1:21). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: JÓ 1 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 1 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
JÓ 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/1
“Agora, o reino dos céus é como uma lente grande angular, que um homem colocou em sua câmera porque queria uma visão mais ampliada e não podia voltar no tempo”, poderíamos dizer em termos atuais.
A Escritura é como uma coleção de instantâneos e clipes de filme retratando a interação de Deus com a humanidade. Mas e quanto à dimensão geral? Qual é o contexto? — a imagem mais ampla que nos escapa sem uma “lente grande angular”?
A história de Jó começa com uma descrição de seu sucesso e de sua vida piedosa, e segue rapidamente para uma reunião no Céu dos representantes dos mundos… inclusive Satanás, autoproclamado governante desta Terra. “Reparou no meu servo Jó?” Deus pergunta – como se quisesse lembrar ao adversário que ele não tinha controle total aqui. Satanás retrucou: “’Será que Jó não tem razões para temer a Deus? … Acaso não puseste uma cerca em volta dele, da família dele e de tudo o que ele possui? Tu mesmo tens abençoado tudo o que ele faz, de modo que todos os seus rebanhos estão espalhados por toda a terra. Mas estende a tua mão e fere tudo o que ele tem, e com certeza ele te amaldiçoará na tua face.’ “Jó 1:9-11 (NVI).
Apocalipse 12 descreve o drama da guerra no céu. Miguel e seus anjos lutam contra Satanás e seus anjos, e nenhum lugar mais foi encontrado para eles no céu – eles foram expulsos. Mas quem era Satanás? E qual era o motivo da guerra na qual Jó havia sido lançado?
Este é o pano de fundo que Jó pode nunca ter conhecido.
Virgínia Davidson
Artista projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/job/1
Comentários da rodada de leitura bíblica anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2019/12/23/
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862 palavras
Ao vermos calamidade e sofrimento no livro e Jó, devemos lembrar que vivemos em um mundo caído, onde o bom comportamento nem sempre é recompensado e o mau comportamento nem sempre é punido. Quando vemos um criminoso notório prosperar ou uma criança inocente em sofrimento, dizemos: “Isto está errado”. E está. O pecado distorceu a justiça e tornou nosso mundo imprevisível e feio. O livro de Jó mostra um bom homem sofrendo por nenhuma sua falta aparente. Tristemente, nosso mundo é exatamente assim. Através da vida de Jó podemos ver que fé em Deus é justificável mesmo quando nossa situação parece sem esperança. Fé baseada em recompensas ou prosperidade é vazia. Para ser inamovível, a fé precisa ser construída na confiança de que o propósito final de Deus será realizado. Life Application Study Bible Kingsway.
1 Devemos experimentar a vida como Jó fez – um dia por vez e sem possuir as respostas para todas as questões da vida. Confiaremos nós, como Jó, completamente em Deus, não interessa o que aconteça? Ou cederemos em tentação, dizendo que Deus realmente não se importa? Life Application Study Bible Kingsway.
terra de Uz. Território extenso a leste do Jordão (cf. v. 3), incluía Edom, no sul (v. Gn 36.28; Lm 4.21), e as terras araméias, no norte (v. Gn 10.23; 22.21). Bíblia de Estudo NVI Vida.
íntegro e justo. Espiritual e moralmente reto. Não significa que Jó fosse impecável. Posteriormente, defende sua integridade moral, mas também se reconhece pecador (6.24; 7.21). Bíblia de Estudo NVI Vida.
que se desviava do mal. Rejeitou as oportunidades que tinha para cometer o pecado. Prevenir o mal é a antítese de satisfazer os maus desejos. Pv 13.19. Podemos desviar-nos do mal ao andarmos pelo caminho reto. Jó dedica sua vida a fugir da iniquidade e a aproximar-se de Deus. Bíblia Shedd.
5 oferecia um holocausto. Antes de serem introduzidas as leis cerimoniais de Moisés, o pai de família fazia o papel de sacerdote (v. Gn 15.9, 10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Jó mostrava profunda preocupação pelo bem estar espiritual de seus filhos. Temeroso de que eles pudessem haver pecado sem o saber [por ignorância], ele oferecia sacrifícios por eles. Os pais hoje podem mostrar a mesma preocupação por seus filhos. Isto significa “sacrificar” algum tempo todo dia para pedir que Deus os perdoe, ajude-os a crescer, proteja-os e os ajude a agradá-Lo. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Satanás [NVI]. Lit., “o acusador”. … Em Jó, a palavra hebraica assim traduzida sempre recebe o artigo definido. No texto hebraico de 1Cr 21.1 o artigo já não é usado, porque na ocasião o nome “Satanás” já era usado como nome próprio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 ao SENHOR. Nome israelita de Deus [Iavé, Yahweh], segundo a aliança. Bíblia de Estudo NVI Vida.
7-12 Alguns sugerem que esse diálogo foi criado pelo autor desse livro. … Se essa conversação não aconteceu, então as razões para o sofrimento permanecem desconhecidas e o livro de Jó é reduzido a ficção em vez de fato. Life Application Study Bible Kingsway.
9 Debalde. Do heb. chinnam, “por nada”, “para nada”, “sem reservas”, “em vão”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 557. [Por favor, leia tb o comentário do Pr. Christian Abendroth, que comenta o outro possível sentido de chinnam, “de graça”].
Porventura, Jó debalde teme a Deus? (ARA; NVI: “Será que Jó não tem razões para temer a Deus?”). O “acusador” tem a ousadia de acusar o homem a quem Deus elogia: diz que a justiça de Jó, na qual Deus se deleita, é interesseira – âmago do ataque feito no livro de Jó contra Deus e contra Seu servo fiel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Satanás insinuou que Jó servia a Deus por motivos egoístas, pelo ganho material que Deus lhe permitia acumular como estímulo e recompensa pelo seu serviço. Ele tentou negar que a verdadeira religião emana do amor e de uma apreciação inteligente do caráter de Deus; [negar que] que os verdadeiros adoradores amam a religião por causa da própria religião e não da recompensa dela; que os que servem a Deus o fazem porque o servir é correto em si mesmo e não meramente porque o Céu é cheio de glória; e que se ama a Deus porque Ele é signo de afeição e confiança, não porque Ele abençoa que o faz. CBASD, vol. 3, p. 557.
15 sabeus. Provavelmente árabes do sul, de Sabá, cujos descendentes vieram a ser comerciantes ricos de especiarias, de ouro e de pedras preciosas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 fogo de Deus. Raio (v. Nm 11.1; 1Rs 18.38; 2Rs 1.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 caldeus. Povo que consistia em beduínos até c. 1000 a.C., quando se estabeleceram no sul da Mesopotâmia e posteriormente se tornaram o núcleo do império de Nabucodonosor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
19 vento muito forte. Furacão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 Ao ouvir isso, Jó levantou-se. Mantém silêncio, até ficar sabendo que seus filhos foram mortos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Rasgou o manto e rapou a cabeça. Em sinal de luto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 O SENHOR o deu, o SENHOR o levou. Jó, com a fé que tem, enxerga a mão de Deus em operação, e esse fato lhe dá tranquilidade mesmo da presença da calamidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal” (v.1).
O primeiro livro da Bíblia em ordem cronológica também recebeu o nome de seu personagem principal. O livro de Jó inicia com uma história de grande prosperidade em todos os sentidos. Além de ser um homem de Deus, Jó gozava de riquezas e prestígio e possuía uma família bem ordenada. Mas, de repente, o relato é interrompido e as cortinas do sobrenatural são abertas para nos revelar o que não conseguimos ver. Através da experiência de Jó, podemos compreender com mais clareza o grande conflito em que estamos envolvidos.
Ostentando ser o representante deste mundo e senhor de todos os seres humanos, Satanás misturou-se aos “filhos de Deus” (v.6), mas logo foi notado por Aquele que tudo vê. Sua mácula se discernia dos santos seres e manchava a solene assembleia. Na pergunta do Senhor: “Donde vens?” (v.7) estava implícita a ideia de que ele não deveria estar ali. E sua resposta desafiadora lhe conferia uma autoridade que não lhe pertencia. O diálogo entre o Senhor e o maligno acabou em uma prova da fidelidade de Jó e do quanto Satanás é um inimigo derrotado.
Quando “Satanás saiu da presença do Senhor” (v.12), Jó tornou-se o alvo de sua terrível cólera. Movido por inveja e ódio, em um único dia, o inimigo dissipou todos os bens de Jó, matou os seus servos e, por último, seus filhos. À cada má notícia, a dor aumentava no coração do homem de Deus como um fogo que o consumia. A morte de todos os seus filhos, porém, lhe causou um sofrimento tão extremo, que não fosse a sua atitude de humilhação e adoração a Deus, e o luto o teria feito cair em desespero.
O diagnóstico dado por Deus a respeito de Seu servo Jó deve nos fazer refletir sobre o resumo de nossa própria vida. Diante de uma batalha espiritual invisível, somos alvos do amor de Deus e alvos da ira de Satanás. Ninguém nos conhece como o Senhor. Ninguém tem a capacidade de discernir a nossa essência, nem mesmo o inimigo. Ele pode até tentar destruir os filhos de Deus, mas sempre terminará frustrado, pois o Senhor é fiel e Suas promessas jamais falham: “Ele Me invocará, e Eu lhe responderei; na sua angústia Eu estarei com ele, livrá-lo-ei e o glorificarei” (Sl.91:15).
Aos pais, Jó deixou o exemplo de uma paternidade vivida sob os moldes da santidade. Um lugar de honra era dado à oração. E ao interceder por seus filhos “de madrugada” (v.5), ele declarava ao Senhor o seu desejo de ter toda a sua família no Céu. “Assim o fazia Jó continuamente” (v.5) e seus filhos eram guardados no único lugar seguro: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2).
Amados, Jesus mesmo nos advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). Podemos como Jó até não ver o grande conflito que é travado em nosso redor, mas se confiarmos a nossa vida e a nossa família nas mãos de Deus, Ele nos honrará com um final feliz. Jó sabia que a morte de seus filhos não era o fim, mas apenas uma separação passageira; e que no grande Dia de Deus os reencontraria e abraçaria novamente. Portanto, quer na alegria quer na dor, saiam de nossos lábios e de nosso coração a mais sincera expressão de adoração: “bendito seja o nome do Senhor” (v.21)! Vigiemos e oremos!
Feliz semana, vencedores em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Jó1 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 1 – Estamos perante uma obra-prima da literatura hebraica. O livro de Jó é bem sofisticado, contendo ampla gama de ideias e conceitos complexos. Em suas páginas encontram-se uma série de debates teológicos sobre o sofrimento humano, a justiça divina, a sabedoria, a soberania do Deus verdadeiro, a criação e a natureza humana.
O enredo conta com discussão filosófica e teológica de alto nível. Contudo, sua linguagem é poética, incluindo uma série de figuras de linguagem e imagens poderosas visando atrair leitores para assuntos importantes. Desta forma, as temáticas de Jó são incompreensíveis apenas aos leitores superficiais, rasos e relapsos.
A didática desse livro é extraordinária. Inicia com relatos históricos, revelando-nos o que Jó desconhecia. Desde o início recebemos informações privilegiadas, que Jó não possuía. Abre-se a cortina do mundo natural, e mostra o que acontece sobrenaturalmente no mundo espiritual.
Ou seja, existe uma realidade além daquela que nossos sentidos podem perceber naturalmente. Entretanto, ainda que não podemos ver nem tocar, esse aspecto da vida não é ilusório, nem irreal, muito menos imaginário. Existe Deus, tanto quanto existe o Diabo – são seres mais reais que a realidade captada por nós.
Embora o texto exija uma leitura atenta e reflexiva para compreender ideias e conceitos complexos da vida, somos elevados para além dos sentidos humanos, a uma realidade sobrenatural – da qual todos nós estamos indubitavelmente envolvidos.
“As faculdades físicas e mentais, juntamente com as afeições, devem ser cultivadas de maneira que atinja a máxima eficiência”, diz Ellen White. Se nos desenvolvermos assim, Deus poderá usar-nos mais eficientemente. Moisés estudou nas melhores universidades de sua época; Deus usou suas habilidades intelectuais para escrever o primeiro livro inspirado que comporia as Escrituras Sagradas para instruir a humanidade. Note também, que o culto, instruído e intelectual apóstolo Paulo escreveu mais da metade dos livros do Novo Testamento.
Estudando Jó 1, encontramos:
• Descrição de Jó como indivíduo poderoso, pai e religioso.
• Diálogo entre Deus e Satanás.
• Revelações das investidas de Satanás a Jó e seus pertences.
• Atitude de Jó frente ao sofrimento.
O sofrimento é parte da vida, pois Satanás é real. Contudo, a realidade divina eleva o sofredor da aflição à adoração, pois Deus é superior ao mais terrível sofrimento. Portanto, reavivemo-nos: Louvemos ao Senhor, independente das circunstâncias! – Heber Toth Armí.
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A. Jó é testado
Jó, um homem rico e correto, perde suas posses, seus filhos e suas riquezas. Jó não entende porque está sofrendo. Por que Deus permite que Seus filhos sofram? Apesar de haver uma explicação, talvez não a conheçamos enquanto estamos ainda nesta terra. Neste meio tempo, devemos estar prontos para sermos testados em nossas vidas.
B. Os três amigos respondem a Jó
Os amigos de Jó assumem erroneamente que o sofrimento vem como resultado do pecado. Com isto em mente, eles tentam persuadir Jó a se arrepender de seu pecado. Mas os três amigos estão errados. O sofrimento não é sempre um resultado direto do pecado pessoal. Quando experimentamos severo sofrimento, isto pode não ser nossa falta. Portanto, não precisamos adicionar este sentimento de culpa de que algum pecado oculto está causando nosso problema.
C. Um jovem responde a Jó
Um jovem chamado Eliú, que ouvira toda a conversação, critica os três amigos por serem incapazes de responder a Jó. Ele diz que Jó, apesar de ser um bom homem, se permitiu se tornar um homem orgulhoso e Deus o estava punindo para humilhá-lo. Esta resposta era parcialmente correta porque o sofrimento purifica nossa fé. Mas Deus está além de nossa compreensão e não podemos saber por que Ele permite que cada momento de sofrimento venha à nossa vida. Nossa parte é simplesmente permanecer fiel.
D. Deus responde a Jó
Deus finalmente responde a Jó. Deus está no controle do mundo e somente Ele entende porque é permitido que o justo sofra. Isto somente se torna claro quando vemos Deus pelo que Ele é. Devemos corajosamente aceitar o que Deus permite que aconteça em nossas vidas e permanecer firmemente comprometidos com Ele.
E. Jó é restaurado
Jó finalmente percebe que quando nada mais resta, ele tinha a Deus. E isto era suficiente. Através do sofrimento aprendemos que Deus é o suficiente para nossas vidas e nosso futuro. Devemos amar a Deus independentemente se recebemos bênçãos ou sofrimento. O teste é difícil, mas o resultado é sempre um relacionamento mais profundo com Deus. Aqueles que resistem ao teste de sua fé experimentarão grandes recompensas de Deus ao final.
Fonte: Life Application Study Bible Kingsway
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Texto bíblico: ESTER 10 – Primeiro leia a Bíblia
ESTER 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
ESTER 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/et/10
Mordecai não se encontra mais assentado ao portão, mas é agora o segundo homem mais poderoso do império persa e passeia pelos corredores do palácio, muito estimado por todos. Qual é o segredo do sucesso dele?
A última frase do livro de Ester revela o princípio que motivou tanto Mordecai quanto Ester: não importa o custo pessoal, sempre trabalhe para o bem dos outros e promova o bem-estar deles.
Mordecai trabalhou para o bem-estar de seu povo. Ele falou por todos os judeus, defendendo os indefesos, protegendo os inocentes, representando os impotentes. Ele se importava com as necessidades e dores, com as provações e problemas de todos, desde crianças até inválidos, desde os mais pobres até os mais ricos. Mordecai era um defensor de corações e vidas. Essa foi a chave do seu sucesso.
Você quer ser bem sucedido? Pergunte a si mesmo: Para quem Deus está chamando você para trabalhar? Seu povo pode ser sua família, seu vizinho ou colega de trabalho, os cidadãos de uma terra estrangeira ou os sem-teto em sua cidade. Pode ser um político ou um prisioneiro. Quem Deus colocar em sua vida, esse é o seu grupo de pessoas, para ser cuidado, encorajado e defendido não importando o custo pessoal.
Por quem Deus o/a está chamando para falar?
Deus pode não tirar você das ruas para trabalhar em um palácio nesta vida; você pode nunca receber elogios como Mordecai recebeu. Mas se você defender os indefesos e os desfavorecidos, Deus o guiará em uma audaciosa jornada aos palácios dourados da eternidade.
Você foi escolhido para um momento como este!
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/est/10
Comentários das rodadas anteriores: https://reavivadosporsuapalavra.org/2019/12/22/ester-10-3/
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735 palavras
1 tributo sobre a terra. Dario Histaspes foi o primeiro monarca a cobrar impostos universais, mas Xerxes (Assuero) se distinguiu como um grande arrecadador de tributos (ver Dan 11:2). O tributo teria que ser ajustado ao longo do tempo, e Xerxes estaria em extrema necessidade de aumentar os impostos depois de retornar da desastrosa campanha contra a Grécia (CBASD, vol. 3, p. 544).
A guerra contra os gregos prolongou-se na Ásia Menor durante muitos anos depois da batalha de Salamina. Havia necessidade desses tributos, para que o império arcasse com as enormes despesas havidas (Bíblia Shedd).
A referência a esses impostos talvez diga respeito a um material presente na fonte utilizada pelo autor, a qual ele recomenda aos leitores que quiserem mais informações e confirmação (Bíblia de Estudo NVI Vida).
as ilhas (ARC). Ou “terras do mar” (ARA), neste caso, as províncias marítimas na fronteira com o Mediterrâneo e o mar Egeu. Estas foram ocupadas por um tempo considerável por guarnições persas, mesmo após a derrota na Grécia, e estariam incluídas em qualquer tributações feitas por Xerxes (CBASD, vol. 3, p. 544 e 545)
Note que o rei e Mordecai são mencionados duas vezes nos últimos três versos do livro. Este não é um livro sobre um imprevisível rei persa, mas sobre um povo cuja sobrevivência se articulou na coragem no comprometimento de duas pessoas (Andrews Study Bible).
2 estão escritos. Esta frase usa as mesmas forma e linguagem utilizadas pelo(s) editor(es) dos livros de Reis e Crônicas para concluir os registros dos reis de Judá e Israel (1Rs 14:29; ver tb 1Rs 15:23; 16:14; 2Cr 25:26). O propósito é claro: apesar de Israel estar disperso por toda a terra, seus líderes compartilham status similar aos reis dos séculos passados (Andrews Study Bible).
livro da história. As Crônicas do império persa, cf 2.23; 6.1. Essas Crônicas devem ter sido estudadas na composição do Livro de Ester (Bíblia Shedd).
3 segundo depois do rei Assuero. Mordecai tinha galgado à posição oficial de Hamã (3.2 e 8.15). Os registros históricos mostram que no ano 465 a.C., aquela posição pertencia a Artabano, que naquele ano assassinou o rei Assuero (Xerxes I). Se os acontecimentos narrados nestes capítulos pertencem ao ano 474 a.C., então é provável que entre 474 e 465 a.c., tanto Ester como Mordecai teriam morrido ou caído do poder; naquele intervalo Vasti recuperou sua posição, apesar dos esforços dos nobres para isso evitar. No caso de Ester ter caído do poder, podemos frisar a expressão de 4.14 “Quem sabe se para tal conjuntura como essa é que foste elevada a rainha?”. A mensagem da sua vida é “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito”, (Rm 8.28) (Bíblia Shedd).
Não foram descobertos registros arqueológicos de Mordecai sendo o segundo em comando, mas durante este tempo existe uma estranha falha nos registros persas. […] Foi descoberto um tablete com o nome Mardukaya como sendo um oficial nos primeiros anos do reinado de Assuero; alguns acreditam que este seja Mordecai (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
Mordecai é avaliado como um estadista judeu ideal. A importância dele como modelo para os judeus e no estabelecimento da Festa de Purim foi reconhecida no livro apócrifo dos Macabeus, em que a Festa de Purim é chamada de “o dia de Mordecai” (2Macabeus 15.35) (Bíblia de Genebra).
Percebe-se claramente a providência divina em todos os incidentes aqui registrados. Em todos os governos humanos e todos os acontecimentos há sempre um propósito divino; e, assim como Deus exaltou Mordecai com honra e glória, de igual modo poderá agir em favor dos que O amam, e, desse modo, por fim, porá todos os inimigos sob os pés (Comentário Bíblico Devocional-VT, FBMeyer).
No livro de Ester podemos ver claramente Deus trabalhando na vida de indivíduos e nos assuntos de uma nação. Mesmo quando parece que todo o mundo está nas mãos de pessoas perversas, Deus ainda está no controle protegendo aqueles que são Seus. Apesar de não entendermos tudo o que acontece ao nosso redor, devemos confiar na proteção de Deus e manter nossa integridade, fazendo o que sabemos que é correto. Ester, que arriscou sua vida ao comparecer diante do rei, tornou-se heroína. Mordecai, que estava efetivamente condenado à morte, não só sobreviveu, como chegou a se tornar a segunda mais alta autoridade na nação. Não importa quão sem esperança é a nossa condição ou o quanto queiramos desistir, não precisamos nos desesperar. Deus está no controle de nosso mundo (Life Application Study Bible Kingsway NIV).