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554 palavras
O capítulo 4 trata da mobília, dos vasos e dos utensílios do templo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 225.
1 Altar de bronze. Era destinado à oferta dos holocaustos e sacrifícios, que faziam parte do culto e apontavam para a crucificação de Jesus Cristo, como nosso substituto. Bíblia Shedd.
2 Mar de fundição (ARA; NVI: “tanque de metal fundido”). O principal depósito da água destinada aos ritos de purificação, que simbolizavam a santificação (cf Hb 6.1). Bíblia Shedd.
Substituiu a bacia de bronze no tabernáculo (Êx 30:18). Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 touros (NVI; ARA: “colocíntidas” [um tipo de fruto]). 1 Rs 7.24 tem “frutos”. Em hebraico, as duas palavras são muito semelhantes entre si, de modo que a diferença pode ser muito bem devido a um erro de copista. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 doze touros. Simbolizavam, possivelmente, as 12 tribos, que também acampavam de três em três, em cada lado do tabernáculo durante a peregrinação no deserto (Nm 2; Ez 48.30-35). Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 Aqui se vê o tamanho deste mar que era, na realidade, uma enorme bacia, com capacidade para 3.000 batos, ou seja, 22.000 litros. Bíblia Shedd.
6 Porque tudo no templo era construído em tão grande escala? O grande número e tamanho eram necessários para acomodar as grandes multidões que o visitariam nas festas, como as da Páscoa (30:13). Os numerosos sacrifícios diários requeriam muitos sacerdotes e muito equipamento. Life Application Study Bible.
7 Os artífices seguiam as instruções divinas cuidadosamente – com resultados espetaculares. Quando Deus dá instruções específicas, elas devem ser obedecidas ao pé da letra. Existe um tempo de ser criativo e para colocar em prática nossas próprias ideias, mas não quando estas ideias alteram ou contradizem quaisquer orientações específicas que Deus já tenha dado para nós na Bíblia. Para melhores resultados em sua vida espiritual, siga cuidadosamente e siga as instruções divinas. Life Application Study Bible.
9 o pátio dos sacerdotes e o pátio grande. Esses dois pátios são mencionados em Reis (1Rs 6.36; 7.12). O pátio grande era para os leigos. Bíblia de Genebra.
10 Lado direito. O mar (v. 2) foi colocado no pátio, no canto sudeste do templo. Em hebraico, as direções são dadas do ponto de vista de alguém que esteja voltado para o leste; assim, o lado direito indica o sul (cf. 1Rs 7:39; ver também com. de Gn 23:19; Êx 3:10. CBASD, vol 3, p. 225.
11 As panelas. Ver 1Rs 7:40. As anelas aqui mencionadas eram usadas para cozer a carne com vistas a propósitos sacrificais (ver 1Sm 2:13, 14). CBASD, vol 3, p. 225.
11-16 Panelas, pás e tigelas – estes não são equipamentos de cozinha familiares para nós. Ainda que os artigos usados na adoração tenham mudado, o propósito continua o mesmo – honrar e louvar a Deus. Nunca devemos deixar nosso louvor a Deus ser ofuscado pelas coisas que usamos para louvá-Lo. Life Application Study Bible.
11 Pás. Para remover as cinzas sobre o altar sacrificial. Bíblia Shedd.
17 Sucote e Zereda. Entre40 e 60 km ao nordeste de Jerusalém, no vale do Jordão. Bíblia Shedd.
20 Candeeiros. Estes, com os demais utensílios do Templo, foram levados para a Babilônia na ocasião do Cativeiro (Jr 52.19). Bíblia Shedd.
22 Todos esses detalhes a respeito do templo demonstravam o cuidado que Israel dava aos atos de adoração… As instruções também eram úteis aos leitores originais de 2 Crônicas, aqueles que reconstruiriam o novo templo em sua localização original (Esdras 3:8 – 6:15) após o templo de Salomão ter sido destruído pelos babilônios (2Rs 25). Life Application Study Bible.
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“Assentava-se o mar sobre doze bois; três olhavam para o norte, três, para o ocidente, três para o sul, e três para o oriente; o mar apoiava-se sobre eles, cujas partes posteriores convergiam para dentro” (v.4).
Quando estudamos sobre o santuário no livro de Êxodo, vimos a disposição de cada objeto e o significado deles. A Casa de Deus era uma tenda que era desmontada e remontada à cada peregrinação de Israel. Salomão recebeu o encargo e o privilégio de edificar um lugar fixo de adoração ao único e verdadeiro Deus.
No capítulo de hoje vários objetos são citados, como as pias, os candeeiros, as mesas e as bacias. Mas o primeiro objeto descrito chama a atenção pela sua dimensão e riqueza de detalhes. O mar de fundição, sem dúvida, foi um dos objetos do templo que mais se destacava. Lembram da pia de bronze no santuário, onde os sacerdotes se lavavam? Salomão fez um “mar” para isso. Em proporções gigantescas, aquele imenso lavatório era sustentado por doze bois, tudo feito “de bronze purificado” (v.16).
Calcula-se que o mar tivesse 4,4m de diâmetro e 2,2m de altura, com a capacidade de armazenar extraordinários 44 mil litros de água (CBASD, vol.2, p.830). Este suntuoso objeto fazia parte do pátio do templo, assim como a pia fazia parte do pátio do santuário. Tinha a função de lavar os sacerdotes, simbolizando a purificação dos pecados. Sabemos que os bois naquele período eram muito utilizados para transporte de cargas e para arar a terra. Os bois do mar de fundição foram divididos de forma que os quatro cantos da Terra fossem alcançados. Israel possuía doze tribos que eram representantes do Deus vivo. O reinado de Salomão foi uma oportunidade ímpar de destacar o papel do povo de Deus na Terra: representá-Lo.
A mensagem de salvação estava sobre seus ombros e deveria ser reconhecida em toda parte. Doze bois, doze tribos, quatro cantos da terra… estas não são ilustrações reflexivas, amados? O ponto culminante, o último sinal antes do segundo advento de Cristo será a pregação do evangelho a todo o mundo. “Então, virá o fim” (Mt.24:14). Em cada direção devemos levar a “carga” da esperança e “arar” a Terra, semeando a Palavra de Deus. A pia, ou o mar, representam o santo batismo, mas também a nossa necessidade diária de purificação. Todos são convidados a descer às águas para remissão de seus pecados, e para do Alto receber o Espírito Santo. Assim fazendo, o Espírito inicia a Sua obra de purificação, uma obra que Salomão sabiamente ilustrou da seguinte forma: “Mas a vereda do justo é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” (Pv.4:18).
O Senhor nos convida a levar a mensagem ao mundo; a proclamar o sacrifício de Cristo e Sua breve volta para que, assim como Ele morreu e ressuscitou, todos tenham a oportunidade de morrer para os seus pecados e renascer para o Reino dos Céus. O chamado de Deus não foi apenas para Israel: “Chegai-vos, nações, para ouvir, e vós, povos, escutai; ouça a terra e a sua plenitude, o mundo e tudo quanto produz” (Is.34:1). Muito em breve o mundo inteiro saberá que há um Deus que tanto o amou que enviou o Seu único Filho para salvá-lo (Jo.3:16). Então, Ele mesmo chamará os Seus: “Direi ao Norte: entrega! E ao Sul: não retenhas! Trazei Meus filhos de longe e Minhas filhas das extremidades da terra, a todos os que são chamados pelo Meu nome, e os que criei para Minha glória, e que formei, e fiz” (Is.43:6-7).
Meus amados, estamos em tempos difíceis e solenes. A cada dia temos visto dor, miséria e destruição. O que estamos fazendo para amenizar o sofrimento alheio? Realmente compreendemos a esperança que nos foi dada? Este mundo está prestes a contemplar o maior acontecimento de todos os tempos: o retorno glorioso de Cristo Jesus. E o que estamos fazendo?
É hora, e já chegou, de cada pedacinho deste mundo ser alcançado pelo evangelho eterno. Fomos criados para a glória de Deus e não para nos destruirmos uns aos outros. A obra que temos em mãos é infinitamente mais grandiosa do que o mar de fundição. Como um só povo, ergamos a única Bandeira que salva! Aceitemos o Seu chamado: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt.28:19). E Ele promete estar conosco, todos os dias, até à Sua breve volta, quando seremos levados para adorá-Lo “em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus” (Ap.15:2). Vigiemos e oremos!
Bom dia, missionários do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II CRÔNICAS 4 – O desenvolvimento do ensinamento divino é nítido no decorrer das páginas das Escrituras Sagradas.
O evangelho que começou com Deus matando um cordeiro para Adão e Eva em Gênesis 3:15-19, que passou a ser experimentado através da prática dos altares de pedra com Abel, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, tornou-se o Tabernáculo durante a peregrinação israelita até chegar à Terra Prometida.
Apesar do grande desenvolvimento, o progresso foi além do Tabernáculo. Com a ampliação da revelação e o aumento da compreensão da teologia da salvação, surgiu o Templo, um imóvel imponente, com materiais preciosos e decorações exuberantes.
Observe que o altar não mais seria de pedras, mas de bronze; com teria 9 metros de comprimento, 9 metros de largura e 4 ½ metros de altura (II Crônicas 4:1). Sendo assim, aqueles que…
• …se apegam incorretamente à ideia de que se deve voltar aos “marcos antigos”, não conseguem progredir no conhecimento mais amplo da teologia bíblica.
• …se gabam de serem tradicionalistas, ficariam chocados com a flexibilidade e acréscimo do que estavam acostumados, se tivessem assistindo o projeto de Salomão.
• …são rígidos opositores de alterações daquilo que já foi longamente praticado não aceitam crescer, e se tornam idólatras de suas ideias minúsculas, causando muitas vezes, transtornos entre o povo de Deus, atrapalhando aqueles que querem crescer e amadurecer espiritualmente.
O texto de Crônicas estimula-nos a olhar além do que já víamos, nos incentiva a deixar nossa rigidez e imaturidade a fim de buscarmos compreensão mais ampla, elevada e profunda da revelação de Deus.
Note também que o Deus que proíbe fazer imagens de esculturas para adorá-las (Êxodo 20:4-6), colocou no projeto do templo a fabricação de 12 touros em 3D. Quem entende incorretamente o segundo mandamento ficaria horrorizado com a presença desses grandes touros no pátio do templo segurando um tanque de metal fundido (II Crônicas 4:2-4).
• Será que os críticos atuais diriam que a liderança do povo de Deus estava em apostasia declarada com aquelas imagens de esculturas no templo?
• Será que os críticos de hoje se oporiam ao material precioso e à ornamentação luxuosa evidente no moderno lugar de adoração se estivessem presentes (II Crônicas 4:5-22)?
Crônicas apresenta a progressividade da teologia, a qual deve levar-nos a progredir na espiritualidade verdadeira… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 3 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
II CRÔNICAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/3
Como é bom começar algo novo! “Começou Salomão a edificar a Casa do SENHOR.” Esse era originalmente o desejo e o sonho de Davi. Davi preparara tudo para a construção do templo (1Cr 22). E não apenas o que era necessário, mas muito mais! Salomão cobriu tudo com o ouro que Davi havia colecionado. Todo o templo brilhava!
Ao ler a passagem, observe que os dois querubins são o foco da descrição, com grande ênfase em suas asas. No Lugar Santíssimo de 20 * côvados de comprimento e 20 côvados de largura, as quatro asas cobrem 20 côvados! As asas estão conectadas com as paredes do Lugar Santíssimo e as asas estão conectadas umas às outras. O versículo 12 (ARA) declara: “As asas destes querubins se estendiam por 20 côvados.” Parece que as asas estão abertas, como está escrito em Êxodo 25:20: “Os querubins estenderão suas asas”.
No meio do trono de Deus, existem dois anjos, não com armas para proteger, mas com braços e asas abertos para receber você na sua casa ao lado de seu pai.
* 20 côvados é igual a 30 pés ou 9,144 metros
Kris Lenart
Conselheiro, Amos Ministry, Áustria
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/3
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Recomendamos também a leitura do comentário completo em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/07/15/
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685 palavras
1 Monte Moriá.O único texto no AT onde o Monte Sião é identificado com o monte Moriá, o lugar onde Deus ordenou Abraão a sacrificar Isaque (Gn 22.2, 14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O sítio do templo tinha um significado de redenção, pois foi ali [a eira de Ornã] que o sacrifício que Davi ofereceu interrompera o castigo divino à cidade de Jerusalém (1Cr 21.18-30) e … foi ali que Abraão levara Isaque para oferecê-lo segundo a ordem de Deus (Gn 22.2; Hb 11.17). Bíblia Shedd.
O lugar onde Abraão deveria sacrificar seu filho Isaque (Gen 22:2). Os samaritanos, por outro lado, acreditavam que isto estava ligado ao monte Gerizim. Andrews Study Bible.
3 côvados, segundo o primitivo padrão. Era igual a 20,5 polegadas era o usado por Ezequiel no templo do qual teve
6 Parvaim. Um lugar provavelmente localizado na Arábia e famoso por seu fino ouro. Andrews Study Bible.
8 Nove metros de comprimento e nove metros de largura (NVI; ARA: “vinte côvados”). Tinha, também, nove metros de altura (1Rs 6.20), fazendo com que as dimensões do Lugar Santíssimo formassem um cubo perfeito … Na Nova Jerusalém não existe templo (AP 21.22); pelo contrário, a cidade inteira tem a forma de um cubo (Ap 21.16), pois a cidade inteira se torna “o Lugar Santíssimo”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 pregos de ouro. É improvável, por ser o ouro um metal tão mole, que os pregos fossem feitos dessa substância. É provável que essa quantidade pequena (só 600 g) representasse ouro em folha para dourar as cabeças dos pregos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Santo dos Santos. O lugar mais santo do templo, separado do Lugar Santo por um véu (Êx 26.31-37). Nele, somente uma vez por ano, no dia da Expiação, o sumo sacerdote entrava para oferecer um sacrifício por si mesmo e depois o sacrifício pelos pecados do povo. Quando Jesus expirou na cruz, o véu do templo rasgou-se de alto a baixo (Mc 15.38) e desde essa ocasião o pecador tem livre acesso a Deus por intermédio do perfeito Sumo Sacerdote que é Jesus Cristo (Hb 9.27; 10.19-22). Bíblia Shedd.
querubins (ARA; NKJV: “querubim”). Esta palavra hebraica está no plural [o sufixo “im” indica o plural]. Um querub (ou querube) era uma criatura composta geralmente representada com cabeça de leão, asas de águia e corpo humano ou de leão. Andrews Study Bible.
A palavra “querubins” é na verdade incorreta, pois “querubim” já é uma transliteração da forma hebraica plural; portanto, o “s”seria desnecessário. A forma mais correta para o singular seria “quérube” (que, embora exista no português, é praticamente desconhecida). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 223.
Representações físicas de seres angélicos que, com suas asas estendidas, simbolizavam a glória da presença de Deus. Não poderiam ser vistos pelo povo, e muito menos adorados, pois ficavam dentro do Santo dos Santos. Veja Êx 36.35n. Bíblia Shedd.
11 Vinte côvados. Isto é, o comprimento total das asas dos dois querubins era de 20 côvados. Uma vez que o lugar santíssimo tinha vinte côvados de largura, as asas estendidas dos dois querubins juntos iam de uma parede a outra. Assim, cada querubim ocupava dez côvados, e cada asa tinha cinco côvados. Dessa forma, a asa externa de cada querubim tocava uma das paredes externas do edifício, enquanto a asa interna de ambos se tocavam. CBASD, vol 3, p. 223.
14 véu. Também fazia separação entre os dois aposentos do tabernáculo (Êx 26.31). Portas de madeira também podiam ser fechadas para tampar a abertura (4.22; 1Rs 6.31, 32; v. Mt 27.51; Hb 9.8). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O templo de Salomão acompanhava o padrão do tabernáculo de Moisés, mas tinha o dobro das suas dimensões (Êx 26.31-35). … O véu simbolizava a restrição do acesso à presença de Deus, uma restrição eliminada pela obra mediatória da morte de Cristo (Mt 27.51, nota; Hb 9.1-14, nota; 10.11-12, nota). Bíblia de Genebra.
17 Colunas. Seus nomes, Jaquim (“Ele estabelece”) e Boaz (“Ele virá com poder”), simbolizavam a firmeza e o poder, representando o propósito de Deus de ser fiel à Sua Promessa (cf 1Rs 7.21n). Bíblia Shedd.
As consoantes destas duas palavras hebraicas podem ser lidas como uma oração a Deus pela proteção do templo e da dinastia de Salomão: “Que Ele estabeleça a força”. Andrews Study Bible.
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“Começou Salomão a edificar a Casa do Senhor em Jerusalém, no monte Moriá, onde o Senhor aparecera a Davi, seu pai, lugar que Davi tinha designado na eira de Ornã, o jebuseu” (v.1).
O local designado para a edificação do templo foi o cenário de dois importantes episódios na história de Israel:
1. “no monte Moriá”: Foi ali o lugar designado por Deus para Abraão oferecer seu filho Isaque em sacrifício (Gn.22:2);
2. “na eira de Ornã”: onde o Anjo do Senhor apareceu e onde Davi edificou um altar ao Senhor “e invocou o Senhor” (1Cr.21:26).
Desde o momento em que a voz de Deus foi ali ouvida por Abraão, o primeiro patriarca de Israel, eu creio que o Senhor selou o pavimento daquele lugar com a presença de anjos aguardando com expectativa o erguimento do sagrado edifício. A fé de Abraão e obediência de Isaque sacramentaram a perfeita união de fé e obras que se tornaria a essência do templo. A oferta de Davi mediante genuíno arrependimento e confissão diante de Deus prefigurou o propósito do templo: ser uma “Casa de Oração para todos os povos” (Is.56:7).
Não seria um templo religioso exclusivo para Israel, mas um convite do Criador para que todos O invocassem. Do alto lugar, a manifestação da glória do Senhor iluminava toda a Terra. E tendo o ouro como principal matéria-prima, a Casa de Deus reluzia em seu esplendor como a joia de Israel. Não era, porém, o ouro, as pedras preciosas ou a grande quantidade de madeira que deveriam atrair os adoradores, e sim o poder da Palavra que liberta.
Fosse aquele lugar o centro de ensino das Escrituras, sob a liderança de homens tementes a Deus, e o Senhor o teria conservado como fonte a jorrar para a vida eterna. Mas a glória que era devida somente ao Senhor foi transmitida para o adornado lugar, pecado que encontraria sua consequência com a destruição do templo por Nabucodonosor.
Como santuários do Espírito Santo, a pergunta é: Para quem a honra e a glória? Em uma geração de redes sociais, selfies e demasiada exposição pessoal, corremos o sério risco de confundir testemunho com orgulho próprio. Nesta trama que envolve vida ou morte eterna, precisamos, pela graça de Deus, tomar decisões acertadas e firmes. A “timeline” de minha vida diminui o meu eu e exalta a pessoa de Jesus Cristo? Ou o brilho opaco de minha própria imagem impede que a luz divina a mim disponível glorifique o Senhor? Uma coisa é certa, meus irmãos: “Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá” (1Co.3:17).
Muito cuidado, amados! Ninguém está livre de tamanho pecado! Quando o povo de Deus estiver de mãos dadas, fechado o círculo da verdadeira piedade; quando cada um em sua esfera de atuação, dada pelo Espírito Santo, entender que o seu papel na missão deve fundir-se com o de todos os que amam a vinda do Senhor; então, o mundo reconhecerá que há na Terra um povo peculiar, que não negocia princípios, e que caminha numa mesma direção, “a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15).
“Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt.5:16). Busquemos do Senhor a sabedoria do Espírito Santo, a fim de que se cumpra em nós a profecia para este tempo, apressando a volta de Jesus: “Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn.12:3). Vigiemos e oremos!
Bom dia, igreja do Deus vivo!
Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II CRÔNICAS 3 – Deus é seletivo quando deseja transmitir uma mensagem específica. Isso é nítido na Bíblia, que muitas vezes não conta tudo o que gostaríamos de saber. O Segundo livro de Crônicas é um excelente exemplo disso, pois, embora seja “um paralelo dos dois livros de Reis”, ele “se concentra nos reis que seguiram Davi em sua devoção ao Templo de Deus. Os monarcas idólatras do reino do norte são ignorados porque adoravam ídolos” (Bíblia do Discípulo).
Cada item da construção foi devidamente descrito, por ser relevante do ponto de vista divino. Note que informação importante: O Monte Moriá é o lugar em que Abraão ofereceu seu filho Isaque por ordem de Deus (Gênesis 22). Ali Deus revelou o evangelho a Abraão e sua descendência, ao prover um cordeiro para morrer em lugar de Isaque.
O foco do Espírito Santo através do cronista está no templo sonhado por Davi, planejado por Deus, e executado por Salomão. Sua localização seria “no monte Moriá, onde o Senhor havia aparecido… a Davi, na eira de Araúna, o jebuseu, local que havia sido providenciado por Davi” (II Crônicas 3:1-2).
O imponente templo substituiria o Santuário/Tabernáculo móvel projetado para ser transportado enquanto o povo peregrinava pelo deserto. Assim, através dos símbolos e rituais, a teologia da salvação ia sendo desenvolvida para o povo que vivia antes da vinda do Messias. Essa base teológica deve ser onde fundamentamos nossa teologia!
Jesus retrocedeu até Abraão ao dizer aos judeus de Seu tempo: “Abraão, pai de vocês, regozijou-se porque veria o meu dia; ele o viu e alegrou-se” (João 8:56).
Sobre isso, Paulo faz profunda reflexão ao afirmar que “pela fé Abraão, quando Deus o pôs à prova, ofereceu Isaque como sacrifício. Aquele que havia recebido promessas estava a ponto de sacrificar o seu único filho, embora Deus lhe tivesse dito: ‘Por meio de Isaque a sua descendência será considerada’. Abraão levou em conta que Deus pode ressuscitar os mortos, e figuradamente, recebeu Isaque de volta dentre os mortos” (Hebreus 11:17-19).
O local do templo e cada parte dele ilustravam aspectos do evangelho da graça, enchendo assim o coração do pecador com esperança além da morte. O Lugar Santo e o Santíssimo com suas mobílias contêm mensagens significativas: Apreciemo-las! Reavivemo-nos estudando-as! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 2 – Primeiro leia a Bíblia
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/2
Salomão precisava de 80 mil pessoas para esculpir pedras, outros 70.000 para carregar tudo e 3.600 para supervisionar todos os trabalhadores. O que estava por trás de todo esse trabalho ambicioso? A determinação de Salomão em construir “um templo em honra ao nome do Senhor” (versos 1 e 4).
Hoje, um outro templo está sendo construído, muito mais glorioso do que o de Salomão. “…vocês também estão sendo edificados juntos, para se tornarem moradas de Deus por Seu Espírito” (Ef 2:22, NVI). Como poderíamos nós, pecadores, sermos mais bonitos do que uma construção coberta de ouro? Isto é possível somente pela graça de Deus, que nos transforma em um templo de “pedras vivas”, onde Ele mesmo vive (1 Pd 2:5-6).
Deus precisa de milhares de trabalhadores para o Seu projeto. Há ainda mais de 7.000 grupos de pessoas não alcançados no mundo que não ouviram o evangelho em sua própria língua. É você é um entalhador de pedra, buscando por perdidos nas pedreiras deste mundo? É você é um carregador de carga, cuidando de companheiros de trabalho cansados? É você é um administrador ou pastor, ajudando a pôr os servos de Deus a trabalhar? Seja qual for a sua habilidade, traga-a para esta tarefa extremamente importante e ambiciosa. Jesus está retornando em breve, mas Ele espera pela conclusão do Seu templo. Procure descobrir hoje o que você pode fazer por você.
Pastor Scott Griswold
Recrutador de Missionários
Apoio a Projetos para o Sudeste da Ásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/2
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara