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“Porém o rei Ezequias e Isaías, o profeta, filho de Amoz, oraram por causa disso e clamaram ao céu” (v.20).
Todo o Judá e muitos dos filhos de Israel renovaram a sua aliança com Deus e uniram-se a Ezequias e a seus líderes na obra de reavivamento e reforma. Sob a influência da celebração da Páscoa, das mudanças realizadas e da restauração do altar do Senhor, o povo estava vivendo um momento de glória, que há muito não vivia. Foi quando lhes sobreveio repentina tribulação. E o cenário de festa e de celebração, deu lugar à atmosfera de guerra e de angústia.
Satanás não pôde conter o seu ódio frente ao movimento que despertou a nação eleita à verdadeira adoração. Usando seus agentes humanos, tentou lançar por terra a fé de Ezequias e de todo o povo. Senaqueribe e seus subordinados cercaram as cidades fortificadas de Judá intentando “pelejar contra Jerusalém” (v.2). E comparando o Deus de Israel aos “deuses dos povos da terra, obras das mãos dos homens” (v.19), através de palavras escritas e faladas ao “povo de Jerusalém, que estava sobre o muro”, fizeram de tudo “para os atemorizar e os perturbar” (v.18).
A fama da fidelidade de Ezequias ao Deus de Israel havia chegado à Assíria, como se vê nas palavras de Senaqueribe aos filhos de Judá: “Não é Ezequias o mesmo que tirou os seus altos e os seus altares e falou a Judá e a Jerusalém, dizendo: Diante de apenas um altar vos prostrareis e sobre ele queimareis incenso?” (v.12). Mas o rei ímpio não contava com a unidade estabelecida entre Ezequias, os líderes e o povo. Ellen White escreveu: “As forças do mal estão empenhadas em incessante luta contra os instrumentos indicados para disseminar o evangelho; e esses poderes das trevas são especialmente ativos quando a verdade é proclamada diante de homens de reputação e genuína integridade” (Atos dos Apóstolos, CPB, p.167).
Quando o rei propôs uma estratégia para bloquear o abastecimento de água para o exército inimigo, “os seus príncipes e os seus homens valentes […] o ajudaram […] muito povo se ajuntou” (v.3-4). Ezequias “cobrou ânimo” (v.5) e “lhes falou ao coração, dizendo: Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis […] porque Um há conosco maior do que o que está com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e guerrear nossas guerras” (v.6-8). O profeta Isaías e o rei Ezequias oraram e “clamaram ao céu” (v.20), e Deus “enviou um anjo que destruiu” (v.21) todo o exército inimigo, e cobriu de vexame a Senaqueribe, que foi morto por seus próprios filhos.
Mesmo diante de uma grande reforma espiritual, de uma vitória sobrenatural e de uma cura milagrosa, Ezequias “não correspondeu […] aos benefícios que lhe foram feitos; pois o seu coração se exaltou” (v.25). Isso nos revela o perigo de baixar a guarda da vigilância do coração. Mesmo o cristão mais consagrado pode tornar-se o mais orgulhoso na proporção das bênçãos recebidas. Afrouxar, nem que seja por um momento, as rédeas da comunhão com o Céu, pode significar prejuízos aqui ou até mesmo a perda da eternidade.
“Ezequias, porém, se humilhou por se ter exaltado o seu coração” (v.26). Um tempo oportuno lhe foi concedido e ele soube aproveitá-lo, terminando os seus dias em paz e sendo honrado pelo povo que com “obras de misericórdia” (v.32) governou. Sabem, amados, em tempos de guerra ou de paz o Senhor requer de nós idêntica fidelidade. Estamos todos envolvidos em um grande conflito que se encaminha para o fim, enquanto o inimigo de Deus usa das mesmas estratégias:
1. Na guerra, ele tenta nos intimidar: “quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos” (v.15).
2. Na paz e na prosperidade, ele nos tenta a pensar mais nas conquistas do que no Senhor das conquistas.
Que nas batalhas desta vida, quando o inimigo ameaça nos destruir, tenhamos a firme convicção de que conosco está “o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras” (v.8). E que em tempos de bonança, em que Satanás busca envaidecer o nosso coração, nos humilhemos perante a face de Deus, reconhecendo-O como o nosso Senhor e Mantenedor. Estejamos, pois, unânimes, fortalecendo-nos uns aos outros, nesta lida diária. Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas32 #RPSP
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II CRÔNICAS 32 – O orgulho é um tipo de entulho que nos atrapalha colocar a confiança em Deus. Pois, o caminho da dependência divina que opera maravilhas passa pela humildade.
O orgulho ou perda da humildade “é a raiz de todo pecado e mal. Foi quando os anjos agora caídos começaram a olhar para si mesmos com autocomplacência que foram levados à desobediência e foram expulsos da luz do céu para as trevas exteriores. E também foi quando a serpente exalou o veneno do seu orgulho, o desejo de ser como Deus, no coração de nossos primeiros pais, que eles também caíram da sua posição elevada para toda a desgraça na qual o homem está, agora, afundando. No céu e na terra, orgulho – auto-exaltação – é a porta, o nascimento e a maldição do inferno” (John Murray).
• Neste capítulo, é visível o orgulho do rei Senaqueribe, que achava-se invencível, confrontando inclusive ao próprio Deus verdadeiro com sua petulância e arrogância; como resultado, seu exército foi derrotado com apenas um anjo de Deus, e quando se retirou envergonhado e humilhado com o orgulho ferido, indo ao templo cultuar ao seu deus falso, “alguns de seus filhos o mataram à espada” (II Crônicas 32:9-21).
• É notória também a humildade de Ezequias quando, em submissão, ao Deus verdadeiro, clamou em oração juntamente com o profeta Isaías pela intervenção de Deus diante das ameaças audaciosas de Senaqueribe, rei do Império Assírio; o resultado foi que Deus concedeu vitória a Judá, ainda que a lógica humana indicava grandes desvantagens bélicas frente ao imponente exército oponente (II Crônicas 32:1-8, 20-23).
• Infelizmente, o pecado do orgulho pode alcançar inclusive quem usufruiu as recompensas da humildade. Após ser curado de uma doença mortal, Ezequias recebeu uma delegação enviada da Babilônia. Nessa ocasião o rei abençoado usou as bênçãos divinas para se engrandecer, manifestando orgulho em sua vida. Embora tenha se arrependido, humilhando-se ao reconhecer seu orgulho, seu povo sofreria futuramente por causa deste terrível mal (II Crônicas 32:24-33).
Sem humildade interceptamos o poder de Deus e negligenciamos o dever de testemunhar de nosso poderoso Deus que não somente vence exércitos poderosos, também cura doenças mortais, opera sinais nos astros siderais, e faz muito mais!
Portanto, aprendamos a ser sinceramente humildes para, então, reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 31 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 31 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
II CRÔNICAS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/31
Os pais podem dizer quando seu filho vai ficar bem. É quando a febre atinge seu ponto crítico e volta ao normal. É o ponto de virada em que a cura começa.
Ezequias conduziu seu povo através de uma crise de fé. Seu pai, Acaz, havia infectado a terra com idolatria e o templo e seus serviços estavam em ruínas. Após a morte de Acaz, Ezequias não perdeu tempo em levar o povo a voltar para Deus, reinstituindo os serviços do templo, colocando os sacerdotes de volta no lugar e coletando dízimos e ofertas para a manutenção do templo e dos levitas.
Ezequias logo veio inspecionar o progresso, para medir a temperatura de sua recuperação, se você quiser. Ele ficou surpreso ao ver os suprimentos e ofertas amontoados e em todos os lugares e perguntou quando tudo isso havia acontecido. “O sumo sacerdote Azarias, da família de Zadoque, respondeu: Desde que o povo começou a trazer suas contribuições ao templo do Senhor, temos tido o suficiente para comer e ainda tem sobrado muito, pois o Senhor tem abençoado o seu povo, e esta é a grande quantidade que sobra”. 2 Crônicas 31:10. Suas ofertas eram a evidência de que Deus os ajudou a superar a crise e restaurou sua fé.
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicações da Igreja Adventista do Sétimo Dia Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/31
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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289 palavras
1 Porque a adoração a ídolos é tão terrível? Os israelitas tinham acesso ao único Deus verdadeiro, mas eles constantemente se rebaixavam ao adorar ídolos feitos de madeira ou de pedra. Eles colocaram de lado a adoração ao Criador para adorar a criatura. Nós somos igualmente culpados quando Deus não ocupa o primeiro lugar em nossas vidas. Quando pensamos mais sobre saúde, prazer ou posses materiais do que sobre Deus, estamos, na verdade, adorando estas coisas como deuses. Por causa da adoração de ídolos, o povo de Judá foi levado em cativeiro para terras estrangeiras (36:14-17). Nós podemos não ser levados cativos, mas disciplina aguarda a todos que continuamente colocam desejos terrenos acima das prioridades espirituais (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
5, 10 abundância … o Senhor abençoou.Quando o povo começou a observar a lei dos dízimos (Lv 27.30-33), Deus derramou sobre ele as Suas bênçãos, segundo Sua promessa (Ml 3.10) (Bíblia Shedd).
20,21 Porque Ezequias fez “o que era bom e reto e fiel perante o Senhor,” ele levou o povo de Judá a uma renovação espiritual. Suas ações servem como modelo de renovação para nós: (1) ele lembrou a compaixão de Deus (30:9); (2) ele se manteve em frente apesar de ser ridicularizado (30:10); (3) ele removeu agressivamente influências maléficas de sua vida (30:14; 31:1); (4) ele intercedeu pelo povo, pedido pelo perdão de Deus (30:15-20); (5) ele estava aberto à espontaneidade na adoração (30:23); (6) ele contribuiu generosamente para a obra de Deus (31:3). Se algumas destas coisas está faltando em sua vida, pense em como colocá-las em vida e renove seu comprometimento com Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
21 prosperou. A melhor garantia de prosperidade foi a justiça, equidade e integridade. Ezequias foi fiel a Deus e justo com seu povo, e, como resultado, ele prosperou, bem como a nação (CBASD, vol. 3, p. 317).
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“Assim fez Ezequias em todo o Judá; fez o que era bom, reto e verdadeiro perante o Senhor, seu Deus” (v.20).
Celebrada a Páscoa e encerradas as atividades, todas as estátuas, postes-ídolos e altares pagãos que se achavam em Judá foram destruídos. Como um só homem, os israelitas que se humilharam e dispuseram o coração para buscar o Senhor eliminaram tudo aquilo que fazia de Judá um lugar de adoração dividida. Deitando abaixo os objetos de culto abominável, deram início a um tempo semelhante aos dias de Salomão (2Cr.30:26).
Restabelecido o verdadeiro culto a Deus, Ezequias precisava reaver o pleno e ordenado funcionamento da Casa do Senhor. Divididos por turnos, os sacerdotes e levitas retornariam às suas funções, recebendo o que lhes era devido, “como está escrito na Lei do Senhor” (v.3). Este encargo, no entanto, não se deu inicialmente pelas mãos do povo, mas do seu rei. Ezequias, “da sua própria fazenda” (v.3), destinava a sua devida contribuição para o serviço de Deus. Não exigiria do povo algo que ele mesmo não cumprisse com rigor e com tremor.
A resposta do povo revela a importância de uma liderança influente: “os filhos de Israel trouxeram em abundância as primícias do cereal, do vinho, do azeite, do mel e de todo produto do campo; também os dízimos de tudo trouxeram em abundância” (v.5). Sob a liderança de Ezequias, seu firme caráter e eloquente exemplo, “todos os que vieram de Israel, como também os estrangeiros” (2Cr.30:25), compreenderam um chamado além da coroa. Não questionaram sobre o destino das ofertas, mas “com fidelidade se houveram santamente com as coisas sagradas” (v.18).
Ao ver aqueles “montões e montões” (v.6) de ofertas, Ezequias e os príncipes de Judá “bendisseram ao Senhor e ao Seu povo de Israel” (v.8), porque houve liberalidade na fidelidade. Ainda que aqueles montões correspondessem a uma quantidade que sobrava, não era o volume que importava, mas a entrega voluntária de suas vidas a Deus. O egoísmo deu lugar ao altruísmo. A idolatria que os afligia deu lugar à adoração que os satisfazia.
Quando falamos de mordomia cristã ou de dízimos e ofertas, a última coisa que importa é o valor econômico. Ezequias não viu naquelas ofertas montões de riquezas perecíveis. Ele não disse: “Benditas sejam estas ofertas”, e sim, “Bendito seja Deus e o povo que Ele escolheu”. O que nos leva à seguinte reflexão: O que ofertamos a Deus, nossos talentos, nossos tesouros, nosso tempo e nosso templo (1Co.6:19-20), glorificam a Deus e revelam que pertencemos ao Seu povo eleito?
Naquele período memorável, Judá, e até mesmo o reino do Norte, foi privilegiado com um líder que “fez o que era bom, reto e verdadeiro perante o Senhor, seu Deus” (v.20); um rei que os governou com o firme e infalível fundamento, “na lei e nos mandamentos, para buscar a seu Deus”, pois “de todo o coração o fez e prosperou” (v.21). Há um restante agora. Alguns que escolheram se humilhar diante de Deus e invocá-Lo com inteireza de coração. A estes foi dada a última e urgente missão de “dedicar-se à Lei do Senhor” (v.4) e dela falar de sua casa para o mundo.
Em um tempo sobremodo curto, precisamos nos dedicar a viver o evangelho eterno e, então, anunciá-lo com propriedade. O Senhor tem levantado Seus atalaias atuais que, com poder e discernimento têm apelado ao Israel de Deus que quebrem os ídolos do lar e busquem viver uma experiência pessoal com o alto. Músicas, filmes, entretenimentos em geral e até mesmo determinados alimentos ainda são considerados aceitáveis e, ignorando os testemunhos que nos foram escritos, muitos estão bloqueando suas mentes à atuação divina.
Oh, amados, o Senhor deseja abrir depósitos de montões de bênçãos em nossa vida! Aceitemos o Seu apelo por intermédio do apóstolo Paulo: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:1-2). Vigiemos e oremos!
Bom dia, templos do Espírito Santo!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#2Crônicas31 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II CRÔNICAS 31 – Às vezes criamos obstáculos, objetos ou mesmo deuses que concorrem com a adoração ao Deus verdadeiro. Sempre que fizermos uma autoanálise, é preciso eliminar aquilo que nos impede de restaurar o verdadeiro culto a Deus.
• A religião verdadeira requer limpeza de tudo aquilo que atrapalha o relacionamento com o Deus verdadeiro.
Ao analisar a revelação de Deus e as práticas espirituais de seu povo, o rei Ezequias “extirpou a idolatria e restabeleceu o ritual do templo”, sintetizou Merrill Unger. Comentando II Crônicas 31, Kenneth Mathews salientou que “o avivamento instigou o povo a eliminar os símbolos de todos os cultos ilícitos (31:1). Ezequias reorganizou os sacerdotes e levitas para servirem no templo. Com esse reflorescimento espiritual, o povo apresentou de bom grado os dízimos e ofertas ordenados pela lei. As ofertas foram tantas que houve um excedente distribuído entre os sacerdotes (31:2-19)”.
A teologia da história evidencia que o desvio de Deus e de Seus princípios acarretam sofrimento, que a idolatria atrai a justa ira de Deus (II Crônicas 21:12-20; 24:24-25; 26:16-21; e, 28:19, 22); e que, a fidelidade a Deus promove prosperidade (II Crônicas 6:16; 7:17-18; 14:4-6; 27:6). Ezequias aprendeu esse princípio e colocou em pratica em seu reino, e foi um dos grandes reis bons que governou o povo de Deus.
Tal reavivamento se deu antes do exílio. Também acontecerá um reavivamento antes da volta de Jesus; “‘e acontecerá naquele dia que os resíduos de Israel, e os escapados da casa de Jacó… se estribarão sobre o Senhor, o Santo de Israel, em verdade’. Isaías 10:20. ‘De toda a nação, e tribo, e língua, e povo’, haverá alguns que alegremente responderão à mensagem: ‘Temei a Deus, e dai-Lhe glória; porque vinda é a hora do Seu juízo’ [Apocalipse 14:7]. Voltar-se-ão de todo ídolo que os retém na Terra, e adorarão ‘Aquele que fez o Céu, e a Terra, e o mar, e as fontes das águas’. Libertar-se-ão de todo o embaraço, e estarão perante o mundo como monumentos da misericórdia de Deus”, expõe Ellen White.
Não é sábio esperar por esse dia para reavivar-nos; podemos começar hoje mesmo, para que Deus nos use como usou Ezequias no tempo certo. O reavivamento não acontecerá automaticamente, ele requer perseverança. Portanto, reavivemo-nos diariamente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: II CRÔNICAS 30 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 30 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL
II CRÔNICAS 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/30
A alegria da graça é o combustível de Deus para a transformação do coração.
No maior avivamento desde Salomão, o serviço do templo é restabelecido, os sacrifícios são oferecidos e os corações são renovados, incluindo os de sacerdotes não consagrados e estrangeiros. Posteriormente, há um festival de música e louvor de duas semanas. Transformados pela alegria da graça, o povo de Deus sai e destrói ídolos e altares pagãos.
Observe a progressão: nenhum ídolo foi destruído até que houvesse um tempo de adoração e celebração. Parece haver uma verdade psicoespiritual nessa ordem de eventos. Corações plenos de alegria são mais propensos a se apegar ao coração de Deus e abandonar seus ídolos. Onde há pouca alegria, há pouco reavivamento.
O mesmo é verdade hoje: quando a vida transborda de alegria proveniente da graça, as pessoas demolem ídolos de egoísmo, esportes, comida, ressentimento e pornografia. . . ou qualquer que seja o nosso ídolo de estimação. Ezequias fez uma bela promessa: “Deus não desviará o rosto de você, se você se voltar para Ele.” Deus nunca envergonha ou rejeita quem se arrepende! Em vez de se afastar de você, Ele se voltará para você com um coração de graça e alegria.
Chamados ao arrependimento devem sempre ser combinados com uma certeza de graça e acompanhados de alegria.
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiência),
Eugene, Oregon EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/30
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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649 palavras
1 Um convite oficial (por carta) e pessoal (pelos mensageiros do rei) é dirigido aos remanescentes de Israel, que já não existia como nação [ver 2Rs 17:6; 18:1]. Era mais fácil persuadir os israelitas de baixo nível, sob o jugo pagão, do que Israel atender a um apelo quando era uma nação apóstata (Bíblia Shedd).
A Efraim e a Manassés. Estas eram as principais tribos no território do reino do norte que ainda não tinham sido levadas para o cativeiro. As tribos a leste do Jordão e as do norte já haviam sofrido deportação (2Rs 15.29; 1Cr 5:26) (CBASD-Comentário Bíblico Adventista Dio 7º Dia, vol. 3, p. 311).
2 no segundo mês. A obra de limpeza e santificação do templo só foi completada no 16º dia do primeiro mês (2Cr 29:17), e o serviço começava, regularmente, no 14º dia do primeiro mês (Êx 12:2,6; Lv 23:5). Mas, em casos de emergência, a lei permitia que pessoas observassem a Páscoa no 14º dia do segundo mês (Nm 9:6-11) (CBASD, vol. 3, p. 311).
5 desde Berseba até Dã. [Maneira de referir a todo o Israel, desde o extremo sul de Canaã, Berseba, até o seu extremo norte, Dã] Uma expressão semelhante estivera em uso durante o período dos juízes (Jz 20:1; 1Sm 3:20) e durante a monarquia unida (2Sm 3:10; 17:11; 24:2; 1Rs 4:25; 1Cr 21:2). Mas, depois da divisão do reino, esta é a primeira ocorrência de seu uso na narrativa bíblica (CBASD, vol. 3, p. 312).
6 os correios. Literalmente, “os corredores” (pessoas que correm) (CBASD, vol. 3, p. 312).
O restante que escapou. Quando estas palavras foram escritas, as partes leste e norte do reino de Israel já haviam caído nas mãos da Assíria. Tiglate-Pileser III subira contra Israel nos dias de Peca e tomara a Galiléia, toda a terra de Naftali, e Gileade (2Rs 15:29). Além disso, havia levado os rubenitas, os gaditas e a “meia tribo de Manassés” (1Cr 5:26). O débil remanescente preservado recebera mais uma oportunidade de se arrepender (ver PR, 287-291) antes da vinda de Samaneser, que aprisionou Oseias e iniciou o cerco final a Samaria (2Rs 17:4-6; 18:9,10) (CBASD, vol. 3, p. 312).
10 Zombaram deles. Muitas vezes a boa semente cai em terra ruim, dura, espinhosa ou rochosa, conforme Jesus ensinou em Mt 13.1-23 (Bíblia Shedd).
O reino do norte de Israel havia sido recentemente conquistado pela Assíria e a maior parte do seu povo havia sido levado embora para terras estrangeiras. Ezequias enviou uma proclamação ao pequeno povo que permanecera, convidando-os para virem à Páscoa (30:1), mas muitos responderam com escárnio e ridicularização. Pessoas talvez zombem de você quando você tentar promover renovação e crescimento espiritual. Você está preparado para ser ridicularizado pela sua fé? Quando isto te acontecer, não esmoreça. Permaneça firme em sua fé como Ezequias fez e Deus lhe honrará (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
15 Se envergonharam. Os sacerdotes que não se haviam santificado na época própria (v. 3), agora percebem que sua frouxidão fora um tropeço (Bíblia Shedd).
16 Como sempre, dava-se grande importância ao sangue do cordeiro. Segundo o Mishná, cada ofertante matava seu cordeiro, recolhendo o sangue numa tigela que passava de sacerdote em sacerdote, até chegar ao altar. De igual modo, é dever do crente passar para outros a boa nova da salvação pelo sangue de Cristo, 2Tm 2.2(Bíblia Shedd).
17 não se haviam santificado. Pessoas das tribos do norte estavam, em sua maior parte, envolvidas em algum tipo de contaminação moral, da qual ainda não tinham se purificado (v. 18) (CBASD, vol. 3, p. 313).
18 dispôs o coração. Mais do que a mera pureza cerimonial, este era o requisito importante. Nem tudo fora feito de acordo com a estrita letra da lei. Mas, uma vez que as circunstâncias tornavam isso impossível, o espírito da lei foi seguido (CBASD, vol. 3, p. 313).
20 ouviu o Senhor a Ezequias. O fato de o Senhor ouvir a oração de Ezequias mostra que a sinceridade espiritual aos olhos de Deus é preferível a uma adesão fria e formal a estritas prescrições legais (CBASD, vol. 3, p. 313).
25 estrangeiros. O verdadeiro reavivamento não se limita a missões nacionais (5); promove também missões internacionais (cf Mt 28.19) (Bíblia Shedd).