Reavivados por Sua Palavra


SALMO 134 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
17 de setembro de 2023, 0:40
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SALMO 134 – Este texto inspirado faz parte do grupo de Salmo de ascensão. Este é o último Salmo deste grupo, que era cantado pelos peregrinos israelitas que iam a Jerusalém para adorar.

Também chamados de “Salmos das Subidas”, “de Romagem” ou “Cântico dos Degraus”, estes textos sagrados concentram na experiência dos peregrinos que subiam ao Templo. Inicia no Salmo 120 e encerra no Salmo 134. Três vezes por ano, os judeus eram instruídos a viajar até Jerusalém para celebrar as festas da Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos. As longas distâncias até Jerusalém eram percorridas geralmente a pé; os peregrinos juntavam-se para cantar enquanto percorriam da própria casa a Casa de Deus.

Essas canções serviam como preparação espiritual, ajudando os adoradores a se concentrarem em Deus e a refletirem sobre Sua grandeza e bondade enquanto aproximavam-se do Templo.

• Esses Salmos uniam os peregrinos numa experiência espiritual compartilhada, fortalecendo laços e ampliando relacionamentos interpessoais diante do Criador durante a jornada.
• Esses poemas contêm reflexões teológicas sobre Deus, Seu santuário e a importância da adoração – lembrando os pecadores da aliança entre o Criador e os adoradores.
• O Salmo 134 é uma despedida dos adoradores aos sacerdotes que ministravam no Templo após o término dos rituais de adoração.

A teologia do Salmo 134 destaca a importância da adoração contínua a Deus, seja durante o dia ou à noite. Isso reflete a ideia de que os servos de Deus devem prezar pelos que estão dispostos a adorá-lO e bendizê-lO como líderes espirituais em tempo integral. A referência a Deus como Criador dos Céus e da Terra enfatiza Sua soberania sobre Sua criação. Ele é digno de louvor e adoração por Sua grandeza e poder, especialmente por Ele abençoar-nos.

“Os cânticos de romagem que começaram nos ambientes inóspitos de Meseque e Quedar (120:5) terminam apropriadamente na nota de servir a Deus de dia e de noite no Seu Templo”, diz Hernandes Dias Lopes. Um dia sairemos dos ambientes inóspitos deste mundo tenebroso para adentrar a Cidade Santa, a Nova Jerusalém para ali adorar ao Senhor para sempre (Apocalipse 21:1-22:7). A caminhada pode ser cansativa; entretanto, na companhia de outros adoradores torna-se mais agradável (Hebreus 10:25). Enquanto peregrinamos espiritualmente para lá (Hebreus 11:13-16), cantemos e reavivemo-nos… avançando com a bênção de Deus! – Heber Toth Armí.



SALMO 133 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de setembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 133 – Primeiro leia a Bíblia

SALMO 133 – BLOG MUNDIAL

SALMO 133 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



SALMO 133 by Luís Uehara
16 de setembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/133

De todos os sentidos, o olfato tem a capacidade única de trazer sua memória de volta à hora e ao lugar exatos em que você sentiu um cheiro pela primeira vez, seja o cheiro de pão fresco na cozinha da sua avó ou o cheiro de macarrão japonês das suas viagens de infância. Basta sentir o mesmo cheiro e parece que você está ali novamente.

Davi evoca esse sentido no Salmo 133 quando diz que a unidade fraterna “é preciosa como o óleo da unção, que era derramado sobre a cabeça de Arão e descia por sua barba, até a bainha de suas vestes”. (versículo 2). Ele está relembrando a história de quando Arão foi ungido como Sumo Sacerdote. O óleo da unção era tão sagrado que deveria ser usado apenas em conexão com o santuário, sob pena de morte (ver Êxodo 30:22-33). Foi elaborado para ser um cheiro que só poderia ser experimentado na presença de Deus.

Isso significa que a verdadeira fraternidade e unidade é algo tão sagrado que só acontece quando nos consagramos a Deus e vivemos em Sua presença. É tão maravilhoso que você pode sentir o aroma.

Karen D. Lifshay
Cônjuge pastoral, Coos Bay/Coquille/Bandon, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/133
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



SALMO 133 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de setembro de 2023, 0:50
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265 palavras

Introdução. O Salmo 133 é um curto e lindo poema que exalta a bênção da unidade fraternal. Esta unidade caracterizava os encontros dos israelitas nas grandes festas em Jerusalém. Harmonia e amor fraternal predominavam nestas ocasiões. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1031.

1 unidos. Qualidade crucial do povo de Deus (Jo 17:11, 21), um acordo sobre os princípios e propósitos da vida que torna os relacionamentos harmoniosos, duradouros e agradáveis. As pessoas que vivem em união são comprometidas e fiéis tanto à causa quanto umas às outras. A união exterior é uma manifestação da união interior. A verdadeira união é refrescante como o orvalho e Deus abençoa a comunidade que demonstra tal característica (v. 3). Bíblia de Estudo Andrews.

Irmãos. O termo denota um laço de relacionamento íntimo. Davi cantou o Salmo 133 quando seus familiares e amigos estavam escondidos na caverna de Adulão (ver PP, 658). CBASD, vol. 3, p. 1031.

2 Óleo precioso. Do heb. shemen, “óleo”, neste verso não se refere ao óleo comum, mas ao óleo sagrado com o qual o sumo sacerdote era ungido (Êx. 29:7; 30:23-33). Ele tinha um perfume suave; era santo e difusivo. Quando foi derramado na cabeça de Arão, caiu sobre suas roupas. Assim acontece com o amor fraternal. Ele abençoa a todos com sua influência suave e santa. CBASD, vol. 3, p. 1032.

3 Orvalho do Hermom. Um símbolo de refrigério. O amor fraternal nascido no céu refresca e revive. Ele é uma antecipação do companheirismo desfrutado no lar celestial. Davi conseguiu cantar este salmo enquanto estava na caverna de Adulão, por causa da simpatia e afeição que seus companheiros lhe demonstraram (PP, 658). CBASD, vol. 3, p. 1032.



Salmo 133 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de setembro de 2023, 0:45
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Afinal de contas, o que é a união fraternal? A Bíblia nos apresenta um grupo de pessoas que se amam mutuamente, e uma experiência que promove uma bênção transbordante:

“É como o óleo […] que desce” (v.2). “É como o orvalho […] que desce” (v. 3). A união entre irmãos é algo que não cabe dentro de um lugar, ela transborda em sua esfera de influência, porque está ligada à Fonte que jorra “para a vida eterna” (Jo.4:14).

Atentem para este precioso detalhe: o óleo é derramado de cima para baixo. O orvalho cai de cima para baixo. A união genuína só acontece quando ela provém do alto. A união com Cristo promove a união fraternal em Cristo, pelo desenvolvimento dos dons espirituais, “com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho de seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo” (Ef.4:12). Não há amor e muito menos união onde Cristo não seja o Doador do amor, e sim grupos divididos dentro de um mesmo lugar. A esta realidade, porém, Cristo nos deixou séria advertência: “toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt.12:25).

Oh, amados! Precisamos buscar no exemplo de Cristo o amor que devemos viver. Somente quando experimentamos este amor, é que começamos a entender, na prática, a identidade do verdadeiro discípulo de Jesus: “Nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo.13:35). A respeito disso, eu confesso, de todo o meu coração, que ainda preciso galgar muitos degraus para viver de verdade este ministério sagrado. Precisamos ser sinceros com o Senhor e uns para com os outros. Necessitamos de uma comunhão plena com Deus para que a bênção da comunhão fraternal seja uma realidade em nossa vida.

Viver em união com os diferentes não é fácil. Mas o que seria da orquídea sem a árvore hospedeira, e vice e versa? Não há relação de prejuízo entre estes seres vivos, muito pelo contrário, há uma relação que a biologia chama de simbiose, onde um fornece alimento para o outro formando uma união perfeita. São diferentes, mas se completam.

Não podemos, porém, confundir união com conivência, amados. Jesus atraía todos a Si, mas não foram as multidões que permaneceram com Ele. Ellen White escreveu: “Quando amarem a Deus de todo o coração, serão sábios para a salvação” (Este Dia com Deus, CPB, p.130). Apenas guiados pelo genuíno amor divino seremos sábios para discernir a vontade de Deus como membros do corpo de Cristo.

Você almeja a bênção de Deus e a vida? Ame ao Senhor com todo o seu coração, entendimento e força, e Ele lhe ajudará a viver a “simbiose” com seus semelhantes, a prima virtude do fruto do Espírito: o amor (Gl.5:22).

Nosso amado Pai, Jesus nos advertiu que, em nossos dias, o amor se esfriaria de quase todos. Não esse falso amor que tem sido pregado, mas o verdadeiro amor, que emana de Tua Palavra. Enche-nos do Teu Espírito e dá-nos sabedoria em nossos relacionamentos para que, unidos a Ti, possamos viver aqui a união fraternal do Céu! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, unidos em Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Salmos133 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 133 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de setembro de 2023, 0:40
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SALMO 133 – Não há bênção nas brigas, na desunião e nas desavenças. Não existe elogio para tensões, rivalidades, egoísmo e individualismo.

Na verdade, a loucura da arrogância, estupidez, grosseria e humilhações deve ceder lugar à humildade, respeito, educação, polidez, amor e bondade a fim de que haja harmonia nos relacionamentos. E, isso requer determinação, perseverança e orientação divina; pois, naturalmente nossa natureza pecaminosa é contra nossa felicidade.

O Salmo 133 é curto, porém seu tom poético celebra a bênção da união e da harmonia entre os irmãos:

1. O Salmo 133 inicia com uma declaração maravilhosamente positiva sobre a beleza da união entre os irmãos.
2. O Salmo 133 segue ilustrando a bênção da união e harmonia utilizando imagens vívidas para apoiar seu argumento, evocando a ideia de algo valioso, sagrado e refrescante:
• É como o óleo precioso da unção que desce sobre a cabeça e a barba do sumo sacerdote Arão.
• É como o orvalho que desce lentamente irrigando o monte Hermom.
3. O Salmo 133 conclui enfatizando a importância da união, descrevendo-a como agradável e preciosa – algo que Deus aprova, promove e abençoa.

Há uma conexão notável e profunda entre o Salmo 133 e a oração intercessora de Jesus registrada em João 17 antes dEle morrer pela salvação dos pecadores. Além disso, na oração do “Pai Nosso”, Deus é considerado Pai, e nós Seus filhos; ou seja, os crentes são irmãos uns dos outros.

Os irmãos vivendo juntos em harmonia – apesar das diferenças – são comparados a uma realidade abençoada e agradável. Em João 17, durante a Última Ceia, Jesus eleva uma oração profunda expressando Seu ardente anelo pela unidade dos cristãos. Ele deseja que tal unidade seja um sinal de Sua missão no mundo como Messias.

A unidade não é apenas um ideal humano, mas também um desejo divino. Por isso, o evangelho visa curar nossas vaidades a fim de que a unidade testemunhe poderosamente da bênção da graça de Deus para uma sociedade marcada por divisões e conflitos. Por conseguinte, o evangelho eterno precisa ser proclamado a todas as nações e tribos do mundo todo (Apocalipse 14:6-7).

Portanto, vamos reavivarmo-nos na união… vamos promover a unidade, pois tem muita gente promovendo conflitos, brigas e confusão! Vamos viver o ideal de Deus! – Heber Toth Armí.



SALMO 132 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2023, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 132 – Primeiro leia a Bíblia

SALMO 132 – BLOG MUNDIAL

SALMO 132 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



SALMO 132 by Luís Uehara
15 de setembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/132

O Salmo 132 é dividido em três seções: a primeira é o desejo e a intenção de Davi de construir um templo apropriado para o Senhor. Ele fez um voto de que sua atenção não seria desviada por nada; ele não poderia e não descansaria até que seu objetivo fosse completado.

A segunda seção relata a descoberta da arca e a alegria subsequente, e depois pede a bênção do Senhor para sacerdotes e pessoas.

Em terceiro lugar, vem as promessas do Senhor a Davi e seu povo, promessas de uma linha ininterrupta de sucessão ao trono, prosperidade abundante, incluindo alimento para os pobres e a alegria que advém de caminhar com Deus. Em conclusão, Deus também promete coroar Davi com esplendor.

Devemos notar, no entanto, que essas promessas de Deus, como sempre, dependem da obediência e do uso correto de Suas bênçãos. Se Israel seguisse fielmente as instruções do Senhor, eles seriam continuamente abençoados com paz, prosperidade e a oportunidade de ser uma poderosa influência para o céu.

Hoje, o povo de Deus tem as mesmas escolhas – rejeitar Seu amor e seguir o mundo, ou concentrar-se em segui-Lo e colher o futuro glorioso que Ele planejou para nós em Sua presença para sempre.

Eileen VanTassel
Riverside, Washougal, Washington EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/132
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Giselle Quimelli



SALMO 132 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2023, 0:50
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252 palavras

Introdução. O Salmo 132 é uma canção que comemora o desejo de Davi de edificar uma casa de adoração e as graciosas promessas do Senhor o rei pastor (ver 2Sm 7:1-13; T1, 203). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1030.

3 Não entrarei. Davi decidiu fazer da edificação da casa para o Senhor um item de preeminência em seus negócios. CBASD, vol. 3, p. 1030.

Não darei sono. Uma ilustração oriental (ver Pv 6:4). O salmista não descansaria até que preparasse um local de repouso para a arca de Deus. Ele estava tão envolvido coma obra de Deus que tudo o mais ficou em segundo plano. CBASD, vol. 3, p. 1030.

6 Ouvimos. Uma abrupta transição de pensamento para a arca sem casa. CBASD, vol. 3, p. 1030.

Efrata. O significado desta passagem poética é obscuro. …Belém [ou] … Quiriate-Jearim (1Cr 2:24, 50), onde a arca esteve por 20 anos (1Sm 7:2). CBASD, vol. 3, p. 1030.

9 De justiça. São exigidas pureza e santidade daqueles que ministram nos ofícios sagrados (ver Jó 29:14; Ap 19:8). CBASD, vol. 3, p. 1030.

14 Meu repouso. Houvesse Israel, como nação, preservado a aliança com o Céu, e Jerusalém teria permanecido para sempre como eleita de Deus”(GC, 19; ver DTN, 577). CBASD, vol. 3, p. 1030, 1031.

16 Vestirei … os seus sacerdotes. Uma resposta à oração do v. 9. Tragicamente, Israel falhou em sua missão. Em lugar de serem vestidos com a salvação, seus sacerdotes se tornaram profanadores da verdadeira adoração (Ez 22:26). CBASD, vol. 3, p. 1031.

17 Para o Meu ungido. Isto é, para o rei, aqui uma referência a Davi. A palavra “ungido”vem do heb. mashiah, literalmente, “messias”, da raiz mashah, “ungir”. CBASD, vol. 3, p. 1031.



Salmo 132 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de setembro de 2023, 0:45
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Observando a prosperidade de seu reino e a grandeza de seu palácio, Davi declarou: “Eis que moro em casa de cedros, mas a arca da Aliança do Senhor se acha numa tenda” (1Cr.17:1). A edificação de um templo fixo tornou-se o maior desejo do coração de Davi. Seu coração anelava por construir um lugar que excedesse qualquer construção na Terra; digno de abrigar a arca da aliança de Deus, objeto supremo de Sua glória. Inicialmente motivado pelas palavras positivas do profeta Natã, o rei exultou em poder dar início ao que julgava ser justo.

As intenções humanas, porém, por melhores que sejam, não definem a vontade de Deus. Apesar de legítimo, o desejo de Davi não estava em harmonia com os propósitos divinos. A diferença das respostas do profeta prova que profecias não são dadas com base em planejamentos humanos, mas em um claro e infalível “Assim diz o Senhor” (1Cr.17:4). O templo seria construído por Salomão, e mesmo diante da frustração de seus planos, como temente servo de Deus, Davi expressou a sua submissão a Ele: “Que mais ainda te poderá dizer Davi acerca das honras feitas a teu servo? Pois Tu conheces bem Teu servo” (1Cr.17:18).

Estamos, nós, dispostos a aceitar os propósitos divinos revelados em Sua Palavra? Você já orou pedindo que Deus lhe mostre o posto de seu dever em Sua obra nesta geração? Mais importante do que projetos bem intencionados, precisamos fazer de nossa vida um “lugar para o Senhor” (v.5). Em meio a uma geração de cristãos consumistas de sensações e emoções, programas bem elaborados e apresentações ovacionadas são tidos por espirituais, desconsiderando muitos dos conselhos da Palavra e dos Testemunhos inspirados. O mundo não necessita de uma religião semelhante a ele, e sim semelhante a Cristo, fiel à Palavra de Deus e à Lei contida na arca de Sua eterna aliança, como está escrito: “não mais andeis como também andam os gentios[…] não foi assim que aprendestes a Cristo” (Ef.4:17 e 20).

A Davi foram dadas duas profecias incondicionais: seu filho Salomão construiria o templo e de sua linhagem nasceria “Um rebento” (v.11), o Messias. Profecias que foram cumpridas à risca. Mas também lhe foi dada uma profecia condicional: “Se os teus filhos guardarem a Minha aliança e o testemunho que Eu lhes ensinar, também os seus filhos se assentarão para sempre no teu trono” (v.12). Infelizmente, a condição foi quebrada e a descendência de Davi perdeu a coroa que até hoje teria, caso tivesse sido fiel às palavras do Senhor. Mas o Senhor Jesus tem uma coroa eterna para cada um de nós, e esta promessa também envolve uma condição: “Sê fiel até à morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10).

Deus está em Sua santa morada, e não faz caso de quem quer que seja que O busque com inteireza de coração. “Entremos na Sua morada” (v.7). Pela fé e pelos méritos dAquele que rasgou o véu da separação (Mt.27:51), entremos no santíssimo do “santuário de Deus, que se acha no Céu”, onde está “a arca da Aliança” (Ap.11:19), e adoremos ao Criador “ante o estrado de Seus pés” (v.7). A fidelidade que Ele nos pede não está condicionada ao que fazemos, mas ao que permitimos que Seu Espírito realize em nós e através de nós. Está chegando o Dia que “de júbilo exultarão os Seus fiéis” (v.16). Aqueles que permanecerem em submissão ao Senhor e Sua Palavra, sobre estes “florescerá a sua coroa” (v.18), e eu estou plenamente certa que, se aceitarmos, “Aquele que começou a boa obra em [nós] há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus” (Fp.1:6).

Louvado seja o Teu nome, Senhor, porque Tuas palavras são fiéis e verdadeiras! Queremos receber a coroa da vida. Para isso, ajuda-nos a olhar para Jesus e estarmos em tão íntima comunhão com Ele que não desejemos nada mais do que estar com Ele para sempre, a começar aqui. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, moradas do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#Salmos132 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100