Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de dezembro de 2023, 0:50
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442 palavras

1 O deserto e a terra se alegrarão. Este capítulo apresenta um quadro inspirador de como será a terra restaurada. As regiões áridas e desérticas do mundo não mais existirão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 240.

O narciso. Os v. 1 e 2 retratam a beleza e a fragrância que florescem novamente após a libertação da maldição do pecado. CBASD, vol. 4, p. 240.

Líbano. Os motes do Líbano, o monte Carmelo e a planície de Sarom eram famosos por seu verdor e beleza. Em Isaías 33:9, uma maldição despojou essas regiões de seu verdor e as deixou desertas. Contudo, seriam restauradas por Deus à sua beleza edênica (ver Is 41:19; 55:12, 13; 65:10). CBASD, vol. 4, p. 240.

Fortalecei. Ou, “firmai”. Os mensageiros de Deus devem encorajar as pessoas a olhar adiante para as glórias da terra renovada e a confiar no poder divino para libertá-las deste mundo amaldiçoado do pecado. CBASD, vol. 4, p. 240.

A vingança vem. Isto é, sobre os inimigos, para salvar os fiéis (ver Mt 25:32, 34, 41). A destruição dos inimigos do povo de Deus prepara o caminho para a libertação, e o conhecimento disso deve encorajar e dar esperança a Seus filhos (ver Is 25:9; Jo 14:1-3; Tito 2:13). CBASD, vol. 4, p. 240.

Os olhos dos cegos. Esta promessa se cumprirá tanto literal quanto simbolicamente. Pessoas espiritualmente cegar (Is 6:9, 10) terão a visão espiritual restabelecida e o entendimento moral desobstruída. Na terra renovada, todas as moléstias físicas também serão curadas. CBASD, vol. 4, p. 240.

Bom caminho. Se o povo de Israel tivesse sido fiel a Deus, a terra da promessa teria sido restaurada à sua fertilidade e beleza edênicas c, e as enfermidades teriam desaparecido deles […]. De todas as nações teriam chegado pessoas sinceras em busca da verdade, as quais teriam trilhado o “Caminho Santo”até Jerusalém para aprender do verdadeiro Deus […]. “O Caminho Santo” não seria para o “imundo” ou “hipócrita”; contudo, seria tão claro que mesmo os mais simples, se honestos na busca pela verdade, não se perderiam nele. CBASD, vol. 4, p. 240.

Não haverá leão. Na Antiguidade, os leões eram uma séria ameaça a viajantes de regiões desoladas e selvagens. Deus assegurava, porém, uma viagem segura aos que viajassem a Jerusalém pelo Seu santo caminho. CBASD, vol. 4, p. 240.

10 Os resgatados. Isto é os de todas as nações que aceitassem a salvação. CBASD, vol. 4, p. 240.

Com cânticos. A jornada para Sião era feliz. Peregrinos que iam a Jerusalém participar das festas o faziam com o coração cheio de alegria e com ações de graça a Deus. Cantavam salmos de louvor (ver Sl 121; 122) ao imaginar as horas felizes que teriam na cidade sagrada, em companhia de outros e em comunhão com Deus. Esta seria a experiência dos “resgatados” de todas as nações. CBASD, vol. 4, p. 240.



Isaías 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de dezembro de 2023, 0:45
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Criados para um propósito eterno, o homem e a mulher desfrutavam de uma atmosfera santa e perfeita no Éden. Tudo ali declarava que Deus é amor. Rodeados de toda espécie de plantas e animais, o tempo era preenchido com trabalho útil e agradável e momentos ímpares de comunhão com o Criador. Detentores de uma mente em sua integral capacidade, tendo como professor o próprio Deus e os anjos celestiais como mentores, o jardim era uma grande sala de aulas. A alegria, harmonia e paz que pairavam sobre o recém-criado mundo ecoavam pelo Universo em louvor e adoração ao supremo Criador.

Mas porque em um mundo tão belo, criado com propósitos eternos, Deus plantou uma árvore proibida? Não seria mais fácil envolver a Terra com uma blindagem contra o mal? Há quem pense também que nada disso seria necessário se tão somente Deus tivesse resolvido o problema do pecado logo que este surgiu, destruindo Lúcifer e os demais anjos rebeldes. Porque Deus permitiu que Satanás tentasse nossos primeiros pais e prosseguisse em seu plano maligno? Permita-me apresentar a seguinte ilustração:

João conheceu a bela e jovem Maria. Seu coração disparou e ele percebeu que havia se apaixonado. Felizmente o seu amor foi correspondido e logo começaram a namorar. João então começou a fazer planos para que logo pudessem casar. Comprou uma linda casa, as mais belas mobílias e fez todos os arranjos para que tudo ficasse perfeito para a sua amada noiva. Finalmente chegou o dia tão esperado: o casamento. Todos estavam felizes e João ficou extasiado ao ver Maria vestida como uma princesa vindo ao seu encontro. Ao chegarem em casa, tudo estava perfeitamente organizado e limpo. Tudo era de muito bom gosto. Mas, no dia seguinte, Maria foi surpreendida quando ao despedir-se para o trabalho, João lhe deu um beijo, trancou a porta de casa e levou a chave com ele. Ao retornar, Maria o questionou, e ele simplesmente respondeu: “Ah, minha amada esposa, eu a amo tanto que não posso lhe expor aos perigos que existem lá fora. Mas não se preocupe, pois nunca lhe faltará nada em casa”.

Que mulher viveria feliz com um amor que a aprisiona? Deus criou os anjos e o ser humano com o livre arbítrio. Ele não criou máquinas programadas para obedecê-Lo e amá-Lo, e sim criaturas com liberdade de escolha. Por isso que Ele tem permitido que o pecado atinja as suas piores consequências a fim de não restarem dúvidas quanto ao Seu amor, fidelidade e justiça. Ele poderia ter destruído Satanás e deletado da mente dos anjos essa mancha escura, mas então todos seríamos marionetes e não adoradores que O adoram “em espírito e em verdade” (Jo.4:23). Compreendem, amados?

Podemos estar cansados de viver neste mundo escuro e sombrio. Podemos estar nos sentindo desalentados e vulneráveis. Mas assim como “no princípio criou Deus os céus e a terra” (Gn.1:1), Ele prometeu que criará “novo céu e nova terra” (Ap.21:1), onde veremos “a glória do Senhor, o esplendor do nosso Deus” (v.2). “Então, se abrirão os olhos dos cegos, e se desimpedirão os ouvidos dos surdos; os coxos saltarão como cervos, e a língua dos mudos cantará” (v.5-6). Jesus mesmo estará conosco! Pois “ali haverá bom caminho, caminho que se chamará o Caminho Santo” (v.8) e “os remidos andarão por ele” (v.9).

Jesus, o nosso Criador e Redentor está voltando para estabelecer para sempre o Seu reino eterno. Você deseja estar lá? Você aceita o Seu convite de resgate? “Os resgatados do Senhor voltarão e virão a Sião com cânticos de júbilo; alegria eterna coroará a sua cabeça; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido” (v.10). Eu creio com todo o meu coração que a letra da canção nunca foi tão real: “Breve virá, breve virá, breve Jesus voltará!”.

Oh, Senhor, nosso lar é junto de Ti! Volta logo! E que até lá, nosso coração continue sendo transformado e confortado pelo Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, resgatados do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Isaías35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
28 de dezembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 35 – Há continuidade temática em Isaías 33, 34 e 35; começando com promessas de redenção e restauração aos que confiam em Deus, passando pelo juízo contra todas as nações iníquas, culmina na imagem de alegria e renovação do remanescente fiel no capítulo em questão.

Juntos, estes três capítulos formam uma narrativa que aborda diferentes aspectos do relacionamento entre Deus e Seu povo, incluindo juízo, restauração e alegria na presença divina. De certa forma, Isaías 35 complementa a mensagem geral dos capítulos anteriores; proporcionando uma visão mais completa da resposta divinas às ações humanas, que inclui não apenas juízo e restauração, mas também a promessa de alegria e renovação àqueles que buscam ao Senhor de coração.

Isaías 35 apresenta uma visão de restauração e bênção que se alinha com a mensagem de esperança em Isaías 33. Há uma clara continuidade na narrativa, mostrando que após o julgamento e a desolação previstas em Isaías 34, existe uma promessa de renovação e restauração em Isaías 35. Este capítulo inicia com uma descrição vívida da transformação que ocorrerá no Planeta Terra. Descreve o deserto florescendo, os cegos enxergando, os surdos ouvindo e os coxos/aleijados saltando como cervos. Há uma atmosfera de plena alegria e redenção.

Fica evidente, com esta sequência, que a bênção da redenção e da restauração precisa passar pelo julgamento do povo de Deus e de todo o Planeta Terra. Isso implique que, mais do que temer o juízo divino é importante preparar-se para ele; pois, através desse juízo é que vem a salvação aos pecadores que confiam na provisão do Messias proclamado por Isaías.

Sendo que o antigo Israel foi infiel “não alcançou o glorioso destino que poderia, e as promessas deste capítulo pertencem ao novo Israel”, declara o Comentário Bíblico Adventista. Então, “quando os resgatados do Senhor houverem sido com segurança recolhidos na Canaã celestial – livres para sempre do cativeiro da maldição, sob o qual ‘toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora’ (Romanos 8:22) – regozijar-se-ão com indizível alegria e plenos de glória”, comenta Ellen White.

Isaías 33, 34 e 35 são ampliados em Apocalipse 19, 20 e 21. Com o processo de juízo investigativo, comprovatório, e, executivo no fim do milênio, haverá uma Nova Terra. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 34 by Luís Uehara
27 de dezembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/34

Quando eu tinha onze anos, um novo professor da Escola Sabatina foi enviado para minha classe no Pólo Norte, no Alasca. Seu nome era Les Graham, um ex-pentecostal hippie que tocava guitarra e usava tranças.

Eu o amava.

E ele, aquele novo adventista, mudou profundamente a minha vida. Ele foi a primeira pessoa com quem me lembro de ter conversado que parecia conhecer a Deus pessoalmente. Ele falava sobre as promessas da Bíblia como se elas lhe tivessem sido ditas de forma audível pelo Céu. Ouvi-lo abriu as possibilidades de uma religião sobrenatural.

Mas o evento que validou suas afirmações baseou-se em Isaías 34:16. “Procurem no livro do Senhor e leiam: Nenhum deles estará faltando; nenhum estará sem o seu par. Pois foi a sua boca que deu a ordem, e o seu Espírito os ajuntará.”

Les explicou esta passagem desta forma: “Deus fornece cônjuges para os pássaros. E Deus nos ama mais do que os pássaros. Portanto, sei que Deus também me dará uma esposa.”

O problema era que as únicas meninas solteiras na igreja eram adolescentes de sua classe de jovens, e ele tinha cerca de 40 anos. Portanto, simplesmente não havia como essa promessa ser cumprida. Sem chance.

Deus tem mil maneiras onde não vemos nenhuma. Não se passaram muitos meses até que que uma bela senhora recém-viúva, de mentalidade espiritual, começou a frequentar nossa igreja. Les casou-se com Ruby.

E eu entreguei minha vida a um Deus que opera maravilhas e cumpre promessas.

Eugene W. Prewitt
Diretor do BE WELL, um centro de estilo de vida em desenvolvimento em Bangladesh

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/34
Tradução:Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ISAÍAS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
27 de dezembro de 2023, 0:50
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564 palavras

Ouça a terra. A mensagem de Isaías 34 não é apenas para Judá, mas para todas as nações e para todas as épocas. Isaías descreve o terrível e triste destino dos ímpios, tanto em seus dias quanto no fim dos tempos. ele contempla o grande dia da matança, quando os ímpios serão mortos e seus corpos ficarão espalhados como o exército de Senaqueribe após a visita do anjo destruidor da parte do Senhor (Is 37:36). Na destruição do exército assírio, ele vê de antemão o destino final de todos os exércitos do mal que lutam contra Deus. Edom (v. 5) representa os inimigos do bem porque, com frequência, ele foi o mais cruel e impiedoso dos inimigos de Judá (ver 2Cr 28:17; Ez 35; Am 1:11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 237.

O mau cheiro. Isto é, de guerreiros inimigos mortos. Quando Deus destruiu as forças de Senaqueribe, os corpos dos mortos ficaram espalhados como lixo (ver Is 66:16; Jr 25:33; Ez 39:11-20; Ap 19:17-21). CBASD, vol. 4, p. 237.

Os céus se enrolarão. Referência ao céu atmosférico (ver com. 2Pe 3:7, 10-12; Ap 6:14; cf. s 24:19, 20; Jr 4:23, 28). CBASD, vol. 4, p. 237.

Minha espada. A espada do Senhor simboliza Seus juízos sobre os ímpios (comparar com Dt 32:41, 42; Jr 46:1; Ap 19:13, 15, 21). CBASD, vol. 4, p. 238.

Edom. Ver com. de Ez 35:15. Com frequência, todos os inimigos do povo de Deus são tipificados por alguma nação cujo ódio e crueldade foram particularmente amargos. Esse foi o caso do Egito, Babilônia, Edom, Amom e Moabe. Embora parentes próximos dos judeus, os edomitas sempre manifestaram um particular rancor contra eles (ver com. de Is 34:1). CBASD, vol. 4, p. 238.

Sacrifício em Bozra. Esta era uma importante cidade de Edom (Is 63:1; cf. Gn 36:33; 1 Cr 1:44). CBASD, vol. 4, p. 238.

Bois selvagens. Do heb re’emim (ver com. de Nm 23:22). Os animais deste versículo, que representam as nações fortes da Terra, acompanhariam os fracos, ou seja, os cordeiros, bodes e carneiros do v. 6, ao local de sacrifício. CBASD, vol. 4, p. 238.

O dia da vingança. As nações aqui são representadas como participantes do grande conflito entre Cristo e Satanás, aliadas do mal contra Sião, a cidade de Deus (comparar com Zc 3:1, 2 … ver GC, 673). CBASD, vol. 4, p. 238.

Enxofre. As figuras do v. 9 se baseiam na destruição de Sodoma e Gomorra (ver com. de Gn 19:24). CBASD, vol. 4, p. 238.

10 A sua fumaça. Expressões similares são usadas em Apocalipse 14:11 e 19:3. A destruição de Sodoma e Gomorra é apresentada como um exemplo do “fogo eterno”, que destruirá os ímpios (Jd 7). Essas cidades, cuja destruição é “exemplo a quantos venham a viver impiamente”, foram consumidas “a cinzas” (2Pe 2:6). Todos os ímpios serão destruídos por completo e “se desfarão em fumaça” (Sl 37:20). … O fogo do juízo final não deixará dos ímpios “nem raiz nem ramo” (Ml 4:1; cf. Sl 37:9, 10; Ob 10) como se jamais tivessem existido (ver Ez 28:18, 19; Ob 16). CBASD, vol. 4, p. 238.

11 O cordel de destruição e o prumo de ruína. Do heb tohu … bohu, os mesmos termos traduzidos como “sem forma” e “vazia” em Gênesis 1:2, com o significado de  “caótico” e “desabitado” (ver com. de Gn 1:2). a mesma figura vívida da Terra se verá durante o milênio (ver com. de Is 24:1, 3; Ap 20:1-3). CBASD, vol. 4, p. 238, 239.

14 Sátiros (ARA; NVI “bodes selvagens”). Os versículos 11 a 15 apresentam uma descrição bastante simbólica do mundo em estado caótico. CBASD, vol. 4, p. 239.

16 No livro do SENHOR. Além das Escrituras, em nenhuma outra fonte há informação sobre o que acontece quando “a indignação do SENHOR está contra todas as nações” (ver com. do v. 2). CBASD, vol. 4, p. 239.



Isaías 34 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de dezembro de 2023, 0:45
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Como um assunto pouco admirado e até temido, o juízo divino tem sido mal compreendido e mesmo dispensado por muitos, ou supervalorizado por outros que julgam ser este tema o principal foco da pregação cristã. É certo que o juízo tem fundamental importância e, no texto de hoje, fica claro que ele deve ser pregado a todos, mas da forma correta dentro do imutável contexto da misericórdia. Antes de fazer conhecidos os resultados do pecado precisamos apresentar Aquele que perdoa os pecados. É revelando Jesus ao pecador que o livramos da “indignação do Senhor” (v.2). Desta forma, o tema do juízo, ao invés de causar medo se torna mais um motivo de louvor a Deus pela confiança em Sua perfeita justiça.

Enquanto a voz profética cumpre sua função de convidar, admoestar, corrigir e educar, “a Terra e a sua plenitude” (v.1) são o alvo de um amor que constrange (2Co.5:14). De diversas formas, todo o Céu trabalha “a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). “Buscai no livro do Senhor e lede” (v.16). Lede como a obra da criação foi executada já com vistas à obra da redenção. Lede como Deus, mesmo sabendo que a raça humana cairia em pecado, a criou e a amou “de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Lede que Jesus deixou a glória do Céu e Se tornou em semelhança de homem, nascendo da maneira mais humilde, vivendo do modo mais simples e entregando a Sua vida à morte mais cruel. Lede que Ele, o único Digno da herança incorruptível e da vida eterna, venceu a morte para compartilhar a Sua herança e vida conosco. Lede que Ele voltará e levará para a casa de Seu Pai todos os que “lavaram as suas vestiduras e as alvejaram” em Seu sangue (Ap.7:14).

Dentro em breve, “as estrelas do céu” cairão do firmamento (Ap.6:13) “e os céus se enrolarão como um pergaminho” (v.4). “Porque será o dia da vingança do Senhor” (v.8), mas Ele salvará os Seus eleitos, os Seus filhinhos, aqueles que O buscaram com inteireza de coração e confiaram em Seu cuidado e provisão. Diante dos sinais que se intensificam como nunca antes e das alianças humanas contrárias à Lei de Deus como laços que se unem na direção do abismo, nossa fé será provada com a força da resistência final. Como Cristo, precisamos subir ao jardim de oração para de lá descer ainda que seja para nos deparar com uma turba de inimigos. Não fomos criados para enfrentar as consequências eternas do pecado. “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida, em Cristo Jesus, te livrou da lei do pecado e da morte” (Rm.8:1-2).

O Senhor virá “para exercer juízo” (v.5) “contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus” (2Ts.1:8). Jesus é Deus pessoal. Ele deseja que O conheçamos, e conheçamos o Pai em Seu perfeito amor. Jesus não está diante do Pai implorando que Ele nos ame. Não, amados! Foi por nos amar primeiro que o Pai nos deu o Seu bem mais valioso. Pai, Filho e Espírito Santo são Um em essência e em propósito. O Deus triúno luta pela nossa salvação. “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (Lc.18:8).

Precisamos “orar sempre e nunca esmorecer” (Lc.18:1). Necessitamos reviver a experiência de Elias no Carmelo e orar até que avistemos no céu “uma nuvem pequena como a palma da mão do homem” (1Rs.18:44). Então, o juízo será para nós libertação, e não condenação; vida eterna, e não destruição. Ore como jamais orou, leia as Escrituras como jamais leu. Passe tempo diário com Deus até que, pela fé, possa ouvir: “Este é o meu filho amado, em quem me agrado!” (Mt.3:17). “Buscai no livro do Senhor e lede” (v.16) a verdade presente, principalmente Apocalipse 14:6-12. Estamos vivendo os momentos finais desta Terra, amados. Aproveitemos este tempo de oportunidade para preencher a nossa mente com o “assim diz o Senhor”, e Ele mesmo nos guardará do dia de Sua vingança (v.8).

Pai querido, Tu nos amas com amor eterno, e não temos capacidade alguma de retribuir esse amor. Mas, pelos méritos e justiça de Teu Filho, podemos ser receptores do amor que é fruto do Espírito Santo. Não queremos mais que Jesus fique do lado de fora batendo para entrar em nossa vida, mas, como Paulo, desejamos que Ele habite em nós. Então, e só então, poderemos glorificar o Teu nome pelas obras do Teu amor. Ajuda-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, amados do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Isaías34 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 34 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de dezembro de 2023, 0:40
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ISAÍAS 34 – Quando consideramos o escopo de um livro bíblico em vez de determo-nos somente num texto/capítulo, nossa compreensão dos temas espirituais se amplia.

Observe com atenção:

Isaías 33 e 34 compartilham a mesma temática de juízo divino, contudo, eles abordam aspectos diferentes desse tema. Isaías 33 dá ênfase na restauração ao remanescente fiel, enquanto Isaías 34 pinta um cenário sombrio de juízo para as nações iníquas. Isaías 33 trata da bênção que viria a Judá após um período de ameaças e perigos, Isaías 34 descreve uma visão de juízo sobre as nações ímpias do mundo, com imagem de desolação e destruição.

Além disso, Isaías 33 destaca a importância da confiança em Deus em tempos difíceis, e menciona Sua justiça e salvação; porém, Isaías 34 explora o dia da vingança do Senhor e Sua ira contra as nações que se rebelam contra Ele. Desta forma, Isaías 33 contém promessas de bênçãos e prosperidade que advêm ao povo justo; em contraste, em Isaías 34 há profecia de eventos catastróficos sobre os povos injustos.

• Em Isaías 33 menciona-se a destruição e julgamento sobre as nações inimiga de Judá, em contraste com a restauração e bênção à Sião. Pode-se dizer que Isaías 33 representa uma mistura de julgamento divino e esperança de restauração, com ênfase na justiça divina e na promessa de uma Jerusalém fortalecida e abençoada.

• Em Isaías 34, o tema do julgamento é retomado, mas de uma maneira mais ampla e global. O foco agora está na ira de Deus contra todas as nações. Ele retrata um quadro mais amplo da ira divina e do julgamento que abrange todo o Planeta Terra.

Assim, os dois capítulos se complementam ao fornecer uma visão mais abrangente do plano de Deus, começando com a resposta divina às nações inimigas do remanescente – em Isaías 33 –, expandindo para um julgamento mais amplo – em Isaías 34.

Desta forma, ambos os capítulos compartilham a ênfase na soberania divina e na resposta às ações humanas, mas cada um destaca um aspecto diferente dessa dinâmica. A sequência transmite uma mensagem abrangente sobre a justiça, a misericórdia e o juízo de Deus em relação às escolhas e ações do povo de Deus e de todas as nações! Portanto, reavivemo-nos para reagir corretamente diante dEle! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 33 by Luís Uehara
26 de dezembro de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/33

Numa época de turbulência e crise (como a época em que vivemos), uma das maiores posses é a estabilidade. Calma no meio do caos – isso é o ideal. Caos interno com um exterior de calma – este é o verdadeiro negócio.

Bem, não para todos. A ciência nos diz que uma ansiedade interna acompanhada de calma externa costuma ser um sintoma de deficiência de serotonina. Isso é resolvido para muitas pessoas com alguma exposição ao sol pela manhã e à tarde juntamente com consumo de uma boa variedade de frutas, nozes, sementes e vegetais.

Mas a mensagem de saúde não garante estabilidade. A estabilidade vem da vacinação contra a propaganda e os falsos ensinamentos. A estabilidade vem da exposição precisa da natureza prejudicial da autoindulgência. A estabilidade vem do conhecimento e do uso sábio desse conhecimento.

“Ele será o firme fundamento nos tempos a que você pertence, uma grande riqueza de salvação, sabedoria e conhecimento; o temor do Senhor é a chave desse tesouro.” Isaías 33:6.

Muitas vezes, na Escola Sabatina, o conhecimento é desacreditado. Você ouve: “Não é o que você sabe…”

OK, garanto que o conhecimento não salva você. Mas a sabedoria que Deus dá defende a sua experiência de salvação da instabilidade. Então, vamos aproveitar a sabedoria que nos foi dada no Espírito de Profecia. Precisamos dos dons que Deus dá.

Eugene W. Prewitt
Diretor do BE WELL, um centro de estilo de vida em desenvolvimento em Bangladesh

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/33
Tradução:Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ISAÍAS 33 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de dezembro de 2023, 0:50
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1104 palavras

1 Ai de ti. Este capítulo foi sem dúvida inspirado no juízo que caiu sobre os exércitos de Senaqueribe (Is 37:36). Os invasores tinham devastado Judá, mas o Senhor os libertaria do poder dos opressores. O capítulo alterna um grande consolo para os fiéis com severas repreensões para os ímpios. A visão profética de Isaías vislumbra também a gloriosa era messiânica. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 234.

Que não foste destruído. As guerras agressivas da Assíria contra seus vizinhos foram devastadoras. Seu interesse especial era saquear, e com esse propósito enviava seus exércitos. Mas, ao final, ela receberia a paga com a mesma moeda (ver Mt 7:2; cf. Jr 50:15, 29; 51:24; Ap 13:10). CBASD, vol. 4, p. 234.

3 As nações são dispersas. Refere-se à destruição dos exércitos de Senaqueribe (ver Is 37:36, 37). Nessa ocasião, a “arrogância” dos assírios (Is 37:29) causou sua derrota. CBASD, vol. 4, p. 234.

4 O vosso despojo. Isto se refere ao saque do acampamento assírios depois do aniquilamento dos invasores e da fuga precipitada dos poucos sobreviventes. Como lagartas e gafanhotos devoram tudo que é verde, os hebreus no tempo devido despojariam os orgulhosos assírios. CBASD, vol. 4, p. 234.

5 O SENHOR é sublime. O espetacular aniquilamento dos exércitos assírios (Is 37:36) rendeu honra e renome ao verdadeiro Deus. CBASD, vol. 4, p. 234.

6 Estabilidade. Judá encontraria força e estabilidade, não em exércitos armados, mas em Deus e na lealdade à Sua vontade revelada (ver Jó 28:28; Sl 111:10; Pv 1:7). CBASD, vol. 4, p. 234.

7 Os mensageiros da paz. As condições de paz que os assírios determinaram aos mensageiros de Ezequias eram tão duras (2Rs 18:14-16) que eles coraram “amargamente”. Quando os enviados hebreus se encontraram com Rabsaqué, acharam seus termos de rendição tão duros que voltaram “com suas vestes rasgadas” (2Rs 18:37). CBASD, vol. 4, p. 234.

8 As estradas estão desoladas. As estradas de Judá não estavam mais abertas aos viajantes. O exército de Senaqueribe tinha reduzido a terra a tal condição que não mais se ousava viajar pelas estradas. CBASD, vol. 4, p. 234.

9 A terra geme. Todo o país de Judá foi devastado durante a invasão assíria. O mesmo ocorreu com outros distritos da Palestina. CBASD, vol. 4, p. 235.

10 Agora, Me levantarei. A dificuldade humana é a oportunidade divina. Quando parecia não haver esperança, e que o último vestígio de resistência por parte de Judá seria logo esmagado pelo conquistador cruel, o Senhor Se levantou para libertar o restante de Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 235.

11 Concebestes palha. Este versículo enfatiza a futilidade e vaidade das pretensões assírias. Todos os esforços produziriam apenas palha. As estratégias ousadas terminariam devorando quem as tramara. CBASD, vol. 4, p. 235.

12 Como quem queima a cal. Eles seriam destruídos por completo, como se queima a cal, ou como espinhos ardem no fogo. CBASD, vol. 4, p. 235.

13 Reconhecei o Meu poder. Ao imputar o juízo sobre a Assíria, Deus ensinou a todos a futilidade da sabedoria e da força humana. Com frequência, Ele permite que uma situação atinja o ponto crítico para que, o intervir, o ser humano reconheça a autoridade e o poder divinos. CBASD, vol. 4, p. 235.

14 O fogo devorador. Deus é fogo consumidor para os ímpios (Hb 12:29). Somente os “limpos de coração […] verão a Deus” (Mt 5:8) e viverão. As perguntas feitas aqui são similares às do Salmo 15:1; e Is 24:3. Isaías responde no versículo seguinte. CBASD, vol. 4, p. 235.

15 O que anda em justiça. Sem dúvida, a justiça é essencialmente uma questão de coração e mente, mas também de se “andar na luz” (1Jo 1:7). Conceitos corretos se refletirão em palavras e atos corretos. CBASD, vol. 4, p. 235.

O ganho de opressão. A Assíria tinha se enriquecido oprimindo nações mais fracas. No entanto, muitos em Jerusalém e Judá tinham reunido suas riquezas de forma similar […]. CBASD, vol. 4, p. 235.

Com um gesto de mãos. Isto é, num gesto indicando recusa em ter lucros ilícitos. CBASD, vol. 4, p. 235.

o que tapa os ouvidos. Isto é, se recusa a participar de planos contra a vida de pessoas inocentes. CBASD, vol. 4, p. 235.

Fecha os olhos. O Senhor é “tão puro de olhos que não pode ver o mal” (Hc 1:13). Os que O servem também não toleram o mal. CBASD, vol. 4, p. 235.

16 Este habitará nas alturas. Isto é, em segurança. Cidades antigas eram construídas “nas alturas” para se proteger contra invasores. Ocupar um terreno alto é sempre vantajoso na guerra. CBASD, vol. 4, p. 235.

As fortalezas. Os que amam e servem ao Senhor desfrutam proteção e cuidado quando em dificuldades. Esta promessa será um conforto especial ao povo de Deus durante a crise dos últimos dias, quando encontrará lugares seguros fora do alcance dos que buscam destrui-lo (ver Sl 61:2, 3; 91:1, 2). Enquanto os ímpios sofrerão por falta de alimento e água (ver Ap 16:4-9; cf GC, 626, 628), os santos terão suas necessidades satisfeitas. CBASD, vol. 4, p. 235.

17 O rei. Durante as provas e tribulações dos últimos dias, o povo de Deus encontrará consolo na expectativa da vinda de Cristo. Eles O verão em glória (ver com. [CBASD] de Is 25:8, 9), e a terra da promessa que contemplaram com os olhos da fá, como se estivesse “longe” (Is 33:17), se tornará uma realidade. CBASD, vol. 4, p. 235.

18 Recordará dos terrores. Liberto dos inimigos, o povo de Deus meditará nas cenas terríveis pelas quais passou. As provas do passado parecerão um sonho. Isso aconteceu quando Jerusalém foi livrada dos exércitos de Senaqueribe, e acontecerá outra vez com os santos na segunda vinda de Cristo. CBASD, vol. 4, p. 235.

Onde está aquele que registrou […]? Passada a prova, os judeus perguntavam: Onde estão os escribas assírios, que fixavam o tributo a ser exigido de cada vítima? E os senhores do cerco? Todos tinham desaparecido, e tudo estava em paz. Do mesmo modo, na segunda vinda de Cristo, os fiéis se regozijarão na libertação das mãos daqueles que havia pouco buscavam matá-los. CBASD, vol. 4, p. 235, 236.

19 Povo atrevido. Os insolentes, cruéis e zombadores invasores assírios, não mais existiriam. CBASD, vol. 4, p. 236.

20 Olha para Sião. O invasores hostis se foram; todo perigo desapareceu. A cidade santa está em paz (comparar com Jl 3:16-20). CBASD, vol. 4, p. 236.

21 Rios e correntes largas. Uma descrição da fertilidade e da beleza da terra prometida restaurada. CBASD, vol. 4, p. 236.

23 Tuas enxárcias*. O inimigo é como um navio cujas enxárcias estão soltas, cujo mastro vacila e cuja vela é inútil. A vitória dos santos é a vergonha e a derrota para seus inimigos. Os “coxos”, que em geral não prestam serviço militar, tomam parte na vitória e despojam seus inimigos. CBASD, vol. 4, p. 236.

24 Estou doente. Não haverá doentes na terra renovada, nem de corpo nem de alma (ver Jr 31:34). A cura da enfermidade e o perdão dos pecados ocorrem juntos (ver Sl 103:3; Mt 9:2, 6). Cristo restaura das moléstias físicas e espirituais. CBASD, vol. 4, p. 236.

*Enxárcias: “Conjunto de cabos, manobras e polias que servem para içar, aguentar e manobrar as velas de um navio” (https://www.dicio.com.br/enxarcia/)



Isaías 33 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de dezembro de 2023, 0:45
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Diante da ameaça de uma invasão inimiga vindoura, um clamor foi erguido a Deus em busca de auxílio e salvação aos moradores de Jerusalém. A aflição causada pelo “destruidor” (v.1) resultou em súplica e em busca pelo Único capaz de livrá-los. A inimizade e a corrupção não eram apenas problemas externos, mas havia infiltrado as fileiras do povo de Deus pelos “pecadores em Sião” (v.14). Todo aquele, porém, que se refugiasse no Alto e Sublime, preservando no coração o precioso tesouro do temor do Senhor, alcançaria “salvação no tempo da angústia” (v.2).

Repleto de mensagens escatológicas, o livro de Isaías nos remete a um futuro glorioso e eterno em um lar de paz e de perfeita provisão. Mas também não nos abstém de conhecer o tempo de provação e de angústia que o povo de Deus terá de passar e que antecede o segundo advento do nosso Salvador. Certamente, o alarido do atalaia tem se intensificado nestas horas de tão densas trevas: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6). “A Terra geme e desfalece” (v.9) diante de um mundo que exala o fétido odor do pecado em suas mais terríveis manifestações. E ao encher-se o cálice da ira de Deus, “os povos serão queimados como se queima a cal; como espinhos cortados, arderão no fogo” (v.12).

Ao profeta Daniel foi revelado que “haverá tempo de angústia, qual nunca houve […] mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro. Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno. Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn.12:1-3). Deus tem o controle da História em Suas mãos e logo manifestará a Sua justiça de uma vez por todas. O Espírito Santo tem clamado a cada coração e oferecido todas as oportunidades a fim de que a humanidade conheça o Senhor. Porém, o futuro de cada pessoa dependerá de sua própria escolha.

Eis que o braço do Senhor está estendido a todos, “manhã após manhã” (v.2), oferecendo Sua graça e misericórdia aos que as aceitam e desejam habitar “nas alturas” (v.5). Mas “quem dentre nós habitará com o fogo devorador? Que dentre nós habitará com chamas eternas?” (v.14). Assim diz o Senhor: “O que anda em justiça e fala o que é reto; o que despreza o ganho de opressão; o que, com um gesto de mãos, recusa aceitar suborno; o que tapa os ouvidos, para não ouvir falar de homicídios, e fecha os olhos, para não ver o mal, este habitará nas alturas” (v.15-16). Somente pela fé em Cristo Jesus e fiados em Seus méritos seremos encontrados preparados para ascender aos lugares celestiais e ter morada junto aos santos anjos e a Deus, que “é fogo consumidor” (Hb.12:29).

“Ouvi, vós, os que estais longe […] e vós, os que estais perto” (v.13), logo o Senhor Se levantará de Seu trono (v.10) para encher a Terra “de direito e de justiça” (v.5). Até lá, Ele promete ao Seu remanescente: “o seu pão lhe será dado, as suas águas serão certas” (v.16). “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei, e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:1, 3).

Espera um pouco mais e “os teus olhos verão o Rei na Sua formosura, verão a terra que se estende até longe” (v.17). “Já não verás aquele povo atrevido” (v.19). Já não serás mais perseguido e nem afligido, pois “os teus olhos verão a Jerusalém, habitação tranquila, tenda que não será removida” (v.20). “Porque o Senhor é o nosso Juiz, o Senhor é o nosso Legislador, o Senhor é o nosso Rei; Ele nos salvará” (v.22). E para sempre estaremos com Aquele que nos resgatou com Seu sangue e, com ele, nos limpou de nossas iniquidades.

“Senhor, tem misericórdia de nós; em Ti temos esperado; sê Tu o nosso braço manhã após manhã e a nossa salvação no tempo da angústia” (v.2). Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, futuros habitantes de Sião!

Rosana Garcia Barros

#Isaías33 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100