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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/11
É interessante que no Capítulo 11, Deus disse explicitamente a Jeremias para não perder tempo orando pelos israelitas. Deus disse: “E você, Jeremias, não ore em favor deste povo nem ofereça súplica ou petição alguma por eles…” (v.14, NVI). Por que Deus diria uma coisa dessas? Podemos encontrar a resposta de Deus alguns versículos antes: “Mas eles não me ouviram nem me deram atenção; ao contrário, seguiram os seus corações duros e maus.” (v.8, NVI)
Mas Deus ainda não desistiu dos israelitas – e também não desistiu dos nossos entes queridos. Deus disse a Jeremias para dizer aos israelitas: “Obedeçam-me e façam tudo o que lhes ordeno, e vocês serão o meu povo, e eu serei o seu Deus.” (v. 4, NVI).
“Querido Deus, levanto hoje diante de Ti minha querida família e amigos. Alguns deles podem não querer nada conTigo, e outros podem pensar que estão em um relacionamento redentivo com o Senhor, mas não estão. Por favor, ouça minha oração para salvá-los. Mostre-me, como o Senhor mostrou a Jeremias, o papel que posso desempenhar na salvação deles. Amém.”
Andrew McChesney
Editor da revista Adventist Mission
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/11
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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698 palavras
1 Palavra. Este capítulo contém uma porção da mensagem dada no ”Discurso do templo” (ver com. de Jr 7:1; cf. PR, 414) e repetida posteriormente em toda a terra de Judá (11:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 435.
2 Palavras desta aliança. A expressão “esta aliança” assume um significado especial neste versículo por causa da descoberta do “livro da lei” no reinado de Josias (ver 2Rs 22:8-23:8). A porção da Escritura esquecida por muitos anos era, possivelmente, o livro de Deuteronômio ou pelo menos uma parte dele (ver PR, 392, 393). O livro de Deuteronômio continha o livro da aliança. … A aliança era a iniciada no Sinai (Jr 11:4; cf. Êx 19:5;Lv 26:12). O livro de Deuteronômio continha um resumo detalhado das condições dessa aliança. Tal era a obra de Jeremias: dirigir a atenção do povo aos preceitos negligenciados do livro (PR, 414). CBASD, vol. 4, p. 435.
4 Fornalha de ferro. Ilustração que denota a dura servidão de Israel no Egito. É outra referência extraída do livro da aliança (ver Dt 4:20). CBASD, vol. 4, p. 435.
5 Manasse leite e mel. Expressão proverbial que indica a abundância da terra da Palestina. CBASD, vol. 4, p. 435.
6 Apregoa estas palavras nas cidades de Judá. Parece que Jeremias passou de cidade a cidade, ressaltando a importância de dar ouvidos às “palavras deste concerto”. CBASD, vol. 4, p. 435.
7 Desde cedo cada dia [Ou: “Eu vos falei, começando de madrugada”, Jr 7:13] Expressão idiomática que significa falar com sinceridade e de forma contínua. CBASD, vol. 4, p. 416.
9 Conspiração. Parecia que o povo, num só coração, seguiu um rumo de apostasia espiritual. Os efeitos aparentemente salutares do esforço sincero de Josias para erradicar a idolatria foram de curta duração. CBASD, vol. 4, p. 435.
11 Não os ouvirei. Deus não olvidaria totalmente as orações de Seu povo. No entanto, quando o povo clamasse por livramento da prevista aflição, ele não removeria o castigo. O Senhor sabia o que era melhor para Seu povo. A disciplina foi designada para ser salutar. embora não houvesse escapatória da calamidade nacional, o Senhor estava pronto para ouvir as orações de arrependimento individual, bem como a atender a todo pedido pessoal por perdão, como Ele sempre fez. CBASD, vol. 4, p. 435.
12 Irão aos deuses. Isto pode ser comparado à experiência do rei Saul. Quando, por causa da apostasia, o Senhor recusou responder à indignação do rei a respeito do desfecho da iminente batalha, Saul se voltou para a feiticeira de En-Dor (ver com. de 1Sm 28:6, 7). A prontidão com a qual o povo se voltou aos falsos deuses indica, claramente, que a nação como um todo não tinha se arrependido. CBASD, vol. 4, p. 436.
14 Tu, pois, não ores. Isto sugere que, por amor a seu povo, Jeremias intercedeu fervorosamente (ver com. de Jr 7:16). a contínua iniquidade do povo tornou essa intercessão infrutífera. As pessoas nãos demonstraram um espírito de arrependimento, e seu clamor era nada mais que a expressão do desejo de escapar ao castigo. CBASD, vol. 4, p. 436.
19 Manso cordeiro. A LXX traduza expressão como “um cordeiro inocente”. CBASD, vol. 4, p. 436.
20 Vingança. Jeremias roga a Deus por justiça. Alguns pensam que sua linguagem é um tanto vingativa, no entanto, este não é necessariamente o caso. Jeremias estava consciente do fato de que ele estava fazendo a obra de Deus. Qualquer interferência em sua obra era um ataque contra Deus (ver vol. 3, p. 703). CBASD, vol. 4, p. 436.
21 Homens de Anatote. Anatote foi atribuída aos sacerdotes (Js 21:18) e era o lar de Jeremias (Jr 1:1). Os “homens de Anatote” eram, portanto, sacerdotes; mais ainda, eram familiares próximos de Jeremias (ver Jr 12:6). Foi difícil para Jeremias perceber a profundidade da apostasia de Judá (11:9-11; ver com. de 10:19). Deus, então, alerta a Jeremias sobre a conspiração secreta contra sua vida (11:18, 19, 21), e quando o profeta soube da conspiração contra ele pessoalmente, começou a entender a atitude deles para com Deus (v. 20; ver 12:1; 17:18). CBASD, vol. 4, p. 436 e 437.
22 Os jovens. Isto é, os homens em idade militar, como demonstrado pelo fato de que eles morreriam “à espada”. CBASD, vol. 4, p. 437
23 Não haverá deles resto nenhum. A predição evidentemente se aplica aos homens que conspirariam contra Jeremias. CBASD, vol. 4, p. 437. [O CBASD ainda aventa a possibilidade de o profeta estar se referindo a todos os homens de sua cidade natal, Anatote, que, por se localizar perto de Jerusalém, sofreria a força da invasão babilônica]
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“Tu, pois, não ores por este povo, nem levantes por eles clamor nem oração; porque não os ouvirei quando eles clamarem a Mim, por causa do seu mal” (v.14).
A maior parte do ministério dos profetas foi em favor de Israel. Com duras reprovações e emergentes mensagens de advertência, a voz profética percorria as ruas das cidades da nação rebelde com a verdade presente. Nenhum dos profetas, porém, pôde ver seus esforços recompensados de forma tão rápida e eficaz quanto o profeta Jonas. Ao contrário dos demais, este profeta foi enviado a um povo pagão, inimigo de Israel e extremamente cruel. Em seu senso de justiça, Jonas desejava que o Senhor dizimasse os ninivitas, mas em seu conhecimento de Deus, o profeta sabia que Ele é “Deus clemente, e misericordioso, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade” (Jn.4:2).
Sendo advertido por Deus, Jeremias descobriu que a sua vida estava em risco. Aqueles pelos quais orava e os quais advertia, “tramavam projetos” (v.19) contra ele com a intenção de matá-lo. “Por quarenta anos Jeremias devia estar diante da nação como testemunha da verdade e da justiça. Num tempo de apostasia sem paralelo, devia ele exemplificar na vida e no caráter a adoração do verdadeiro Deus” (Ellen G. White, Profetas e Reis, CPB, p.408). Mas quanto mais avançava em sua missão, quanto mais suas palavras e suas ações revelavam sincera devoção e sincero interesse pelo bem-estar de seu povo, mais evidente se tornava a dureza de coração de seus ouvintes.
Ao contrário de Jonas, Jeremias viu suas palavras sendo desprezadas. Jonas pediu para morrer, enquanto Jeremias era constantemente ameaçado de morte. Jonas se entristeceu com o arrependimento dos ninivitas. Jeremias se entristeceu com a dureza do coração maligno (v.8) de seus conterrâneos. Esperando vingança, Jonas contemplou a misericórdia, de forma que todos foram salvos. Clamando pela justa vingança do Senhor, que prova “o mais íntimo do coração” (v.20), Jeremias veria o fim de seus perseguidores, de forma que não haveria “deles resto nenhum” (v.23).
Na experiência destes profetas podemos contemplar a grandeza da sabedoria divina e as diferentes formas pelas quais o Senhor atua por meio do homem e em favor do homem. Era de Seu agrado e vontade salvar Israel e estabelecê-la como a nação que iluminaria a Terra com a Sua glória. Mas assim como perseguiram e mataram aos profetas, rejeitaram a Cristo e O entregaram à morte, “como manso cordeiro, que é levado ao matadouro” (v.19). Com uma verdade presente a revelar ao mundo, precisamos nos colocar a serviço de Deus independentemente dos resultados e ainda que não compreendamos os Seus propósitos. Jonas e Jeremias viram as suas expectativas sendo frustradas, mas ambos declararam as palavras de Deus e testemunharam o que tinham de testemunhar, conforme a vontade de Deus.
De igual modo, nossas palavras e nossa vida devem corresponder ao chamado de Deus. É melhor ser perseguido do que ser perseguidor. Jeremias sofreu muito diante da rebelião e retaliação de seu próprio povo, mas ele sabia que a sua recompensa não era terrena. Que à semelhança dos fiéis profetas de Deus, nosso coração seja fortalecido na certeza de que ainda não estamos em casa. Que o Espírito Santo abra os nossos ouvidos para ouvir “desde cedo cada dia […]: dai ouvidos à Minha voz” (v.7), diz o Senhor. E que O obedeçamos confiando em Seus infalíveis propósitos.
Pai da Eternidade, Tu conheces o fim desde o princípio. Quem somos nós para duvidar dos Teus propósitos? Mas ainda que qual Jonas nos neguemos a realizá-los, se tivermos o coração firme em Ti e os ouvidos bem atentos à voz do Teu Espírito, sabemos que farás até o impossível para nos colocar de volta no posto de nosso dever. Ajuda-nos para que, como Jeremias, mesmo perseguidos e odiados por muitos, sigamos em fazer a Tua vontade, confiantes na Tua forte destra, pois a Ti é que revelamos a nossa causa. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, mensageiros do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 11 – Todos somos pecadores; portanto, todos deveriam reconhecer seus pecados perante Deus e arrepender-se para serem perdoados e salvos.
O povo de Judá afastara-se de Deus e de Seus preciosos mandamentos, envolvendo-se em idolatria, imoralidade e injustiças sociais. Por isso, desde o início de seu livro, Jeremias apresenta profecias de advertência ao povo sobre as consequências de suas ações, mas sobretudo, vemos sua insistência apontando o caminho do arrependimento.
Em Jeremias 11, o profeta usa linguagem persuasiva para chamar a atenção do povo para a gravidade de suas ações e as consequências iminentes. Algumas passagens contêm elementos poéticos, como metáforas e paralelismos – são vários recursos visando despertar os insensíveis pecadores, transgressores condenados.
Além disso, a estrutura do capítulo inclui elementos narrativos, detalhando eventos passados, presentes e futuros, combinando história e profecia. Considere estes pontos:
• Convocação ao Pacto (Jeremias 11:1-5) – Deus relembra a aliança realizada com os antepassados de Seu povo, especialmente no contexto do Egito. Deus mostra ter cumprido Sua parte: O povo de Jeremias desfrutava da terra que outrora fora prometida.
• Quebra do Pacto (Jeremias 11:6-13) – O povo especial escolhido de Deus fez algo terrível, O substituiu por outros deuses. A corrupção religiosa, a negligência aos mandamentos de Deus e indiferença a Sua voz resultam na quebra da aliança que traz terríveis consequências.
• Pacto quebrado e seus resultados (Jeremias 11:14-17) – Deus envia amorosamente Seu profeta intentando levar Seu povo a reconhecer seus pecados; para isso, Ele alerta sobre a destruição da cidade devido à infidelidade e chama a atenção para a idolatria do povo como causa da futura desolação. Deus retira Sua proteção!
A boa intenção divina de enviar um profeta para demonstrar Seu terno coração frustrado com a deprimente condição do povo foi mal recebida. Líderes arquitetaram uma conspiração contra Jeremias. Ao clamar por justiça, Deus garantiu ao profeta um julgamento contra os conspiradores (Jeremias 11:18-23).
Diante disso, reflita:
• Para manter teu compromisso com Deus, renuncie todos os “ídolos” contemporâneos que distraem e afastam teu coração de Deus e de Sua vontade.
• Saiba que afastar-se dos caminhos/instruções de Deus, atrai sofrimento e gera lamentações em vez de alegria e satisfação.
• Cuide-se com líderes que desprezam os mandamentos de Deus; mas, preze por líderes fiéis a Deus.
Jamais quebre a aliança com Deus! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: JEREMIAS 10 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/10
Israel, e mais tarde Judá, alguma vez aprendeu com as experiências anteriores? O livro dos Juízes dá uma resposta simples: NÃO!
Por que os reinos de Israel e Judá tiveram um fim catastrófico? Podemos sorrir condescendentemente com o fracasso deles e dizer: “Somos diferentes; nós temos a verdade!” Será? Essa verdade está mudando nossas vidas, mudando a maneira como tratamos os irmãos e as irmãs da igreja que podem interpretar as coisas de maneira diferente da nossa?
Estamos vivendo em tempos difíceis. Indicadores políticos e econômicos apontam para a breve vinda de Jesus. Mudanças climáticas, catástrofes, convulsões econômicas e políticas no mundo inteiro deveriam nos deixar de joelhos, implorando pelo derramamento especial do Espírito Santo. Precisamos da sabedoria do céu para saber como direcionar a atenção das pessoas para nosso Salvador e Seu retorno iminente. Vamos nos envolver em algum tipo de divulgação e compartilhar ativamente as Boas Novas, porque essa janela de oportunidade se fechará em breve! Juntos e individualmente, oremos por sabedoria para possamos dar um bom testemunho daquilo que acreditamos!
Ulli Tutsch
Professora secundária aposentada
Yakima, Estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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624 palavras
1 Casa de Israel. Esta expressão é utilizada neste versículo para designar o remanescente da nação israelita, o reino de Judá, em vez do reino do norte. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 429.
2 Caminho dos gentios. A referência primária é à forma de adoração e à religião deles (ver Lv 18:3; 20:23; ver com. de Jr 4:18). CBASD, vol. 4, p. 429, 430.
Sinais dos céus. Fenômenos celestes, como eclipses, cometas e conjunções particulares dos corpos celestes eram frequentemente considerados como indicações de destino nacional ou individual (ver Is 47:13). CBASD, vol. 4, p. 430.
5 Não tenhais receio deles. O profeta declara que esses deuses [a quem os pagãos adoravam] eram incapazes de ferir seus inimigos ou ajudar seus amigos. eles também não recompensavam nem puniam (ver Is 41:23). CBASD, vol. 4, p. 430.
6 Ninguém há semelhante. Deus é apresentado como incomparável (ver Êx 15:11; Sl 86:8, 10). CBASD, vol. 4, p. 430.
8 Estúpidos e loucos. Os adoradores de ídolos são descritos como embrutecidos, não receptivos, brutos e estúpidos (ver com. de Sl 115:8; Jn 2:8). CBASD, vol. 4, p. 431.
10 Deus vivo. Em contraste com a falta de vida dos ídolos, Deus tem vida em Si mesmo (Jo 5:26). A fonte de Sua existência está em Seu ser. Todos os outros seres vivos subsistem “Nele” (ver At 17:28). CBASD, vol. 4, p. 431.
15 Obra ridícula. Os ídolos merecem apenas o ridículo e o escárnio. Contudo, a crença sincera de um idólatra não deve ser ridicularizada por um cristão. CBASD, vol. 4, p. 432.
17 Tira do chão. Após a digressão [desvio momentâneo do assunto sobre o qual se fala ou escreve] nos v. 10:1 a 16, ao lidar com a tolice da idolatria, a profecia retoma o assunto do cap. 9, ou seja, a desolação iminente da terra e do exílio dos habitantes de Judá. De maneira dramática o profeta ilustra a partida dos exilados. Adverte as pessoas para reunir alguns artigos ás pressas e a se preparar para a partida imediata para Babilônia (ver Ez 12:3). CBASD, vol. 4, p. 432.
18 Arrojarei. Ilustração da violência da expulsão (ver Jr 16:13; cf 1Sm 25:29). O próprio Yahweh é o narrador. CBASD, vol. 4, p. 432.
19 Ai de mim, por causa da minha ruína! A nação, personificada neste versículo, é retratada como lamentando sua calamidade, a ruína de sua casa e a perda de seus filhos. CBASD, vol. 4, p. 432.
Tenho de suportá-lo. Reconhecer e aceitar a aflição que alguém trouxe sobre si por meio de seu mau caminho é o primeiro passo para a mudança (Lm 3:39, 40). Os judeus da época de Jeremias rejeitaram categoricamente qualquer sugestão de que repetidas mensagens de Deus, alertando para a iminência de cativeiro, poderiam se tornar realidade (ver Jr 7:3; Ez 11:3; 12:21-28). Mesmo a alma devota de Jeremias se rebelou, a princípio, com o pensamento. Ele se sentia profundamente ferido (Jr 4:19; 8:21; 15:18), chorou (9:1; 13:17; 14:17) e orou para que o cativeiro fosse evitado (7:16; 11:14; 14:11). Ele demorou a perceber que o desastre nacional não poderia ser detido (ver 11:11; 14:19). CBASD, vol. 4, p. 433.
22 Rumor. A comoção representa a marcha de um grande exército indo para a batalha (ver jr 6:23; 8:16). CBASD, vol. 4, p. 433.
23 Eu sei. O profeta é o interlocutor, mas ele fala como representante de Israel. Os v. 23 e 24 constituem uma oração de intercessão, com uma confissão de pecados apropriada e o pedido para um castigo moderado (ver Jr 18:20). CBASD, vol. 4, p. 433.
Dirigir os seus passos. O ser humano precisa da orientação divina em cada passo. Deus dirige os passos de uma boa pessoa (Sl 37:23). CBASD, vol. 4, p. 433.
24 Castiga-me, ó SENHOR. Neste pedido está implícita uma confissão de erro e a admissão da necessidade de correção. É um sinal positivo do pecador admitir francamente o erro de seus caminhos e, por iniciativa própria, se submeter à correção. CBASD, vol. 4, p. 433.
Devoraram a Jacó. Deus permitiu que os pagãos castigassem Seu povo escolhido. Satanás buscava tirar vantagem da ocasião para destruir Israel completamente (ver Is 10:6, 7). As nações excederam a permissão de Deus (Is 47:6). CBASD, vol. 4, p. 433.
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“Ninguém há semelhante a Ti, ó Senhor; Tu és grande, e grande é o poder do Teu nome” (v.6).
O contraste apresentado pelo profeta entre Deus e as imagens de escultura poderia ser facilmente aplicado aos povos pagãos, mas foi uma dura repreensão à “casa de Israel” (v.1). Israel se envolveu com a cultura e os costumes religiosos das nações vizinhas, de modo que “todos se tornaram estúpidos e loucos” (v.8). Trocaram “o Deus vivo e o Rei eterno” (v.10) pelos ídolos que “são como um espantalho no pepinal e não podem falar” (v.5). Trocaram “o Criador de todas as coisas” (v.16) pela “obra ridícula” que, “no tempo do seu castigo”, virá “a perecer” (v.15).
Somada à idolatria nacional havia o descaso daqueles que deveriam promover o reavivamento e a reforma tão necessários. “Porque os pastores se tornaram estúpidos e não buscaram ao Senhor; por isso, não prosperaram, e todos os seus rebanhos se acham dispersos” (v.21). A liderança religiosa frouxa e insensata conduzia a nação para uma condição cada vez mais baixa, fortalecendo assim a sua perda de identidade. “Todo homem se tornou estúpido” (v.14), aprendendo “o caminho dos gentios” (v.2) e praticando “os costumes dos povos” (v.3). Jeremias parecia ser o único a reconhecer a limitação humana (v.23), sua necessidade de correção e completa dependência de Deus.
Esquecendo-se do Senhor e de Sua Palavra, os filhos de Israel viviam uma religião apenas nominal. Dirigindo-Se “aos judeus que haviam crido nEle”, Jesus disse: “Se vós permanecerdes na Minha Palavra, sois verdadeiramente Meus discípulos” (Jo.8:31). Enquanto Jeremias teve de lidar com uma geração idólatra, Jesus experimentou lidar com uma geração hipócrita. Uma, de moral rebaixada, outra, advogada da moral. Ambas, porém, incorreram em dois extremos: intemperança e legalismo. Mas o princípio que teria transformado essas duas gerações de Israel em filhos da luz era o mesmo: “Ouvi a Palavra que o Senhor vos fala a vós outros, ó casa de Israel” (v.1).
Uma sociedade sem leis é passível de desordem e toda sorte de hediondos resultados. É do intuito de Satanás promover tamanha ruína sobre o mundo, lançando sobre a Terra as sementes do engano e do desprezo pela verdade com o mesmo afinco com que maculou terça parte dos anjos no princípio do grande conflito. Ao seus agentes humanos apontarem para a Palavra de Deus como uma obra retrógrada e passível de mudanças, a autoridade e a Lei de Deus são negadas e rebaixadas à condição de um mero livro de aleatória consulta. Deus não nos chamou a viver uma religião de conveniência ou de aparência. Ele nos oferece uma fé viva que é alimentada pelas Escrituras e fortalecida no crisol de nossas lutas diárias, a fim de que possamos conhecê-Lo.
Se “não cabe ao homem determinar o seu caminho, nem ao que caminha o dirigir os seus passos” (v.23), muito menos tem o homem autoridade sobre a Palavra do “Senhor dos Exércitos” (v.16). Se a lei de um rei não poupou Ester e seus conterrâneos de um dia de lutas e aflição (Ester 8:11); se o decreto de Dario não pôde ser revogado em favor do fiel Daniel (Dn.6:14-15); se a palavra de Herodes não pôde ser mudada diante do escabroso pedido da execução de João Batista (Mt.14:9); o que nos faz pensar que a imutável Palavra do Senhor pode ser “atualizada” conforme os padrões deste mundo, e que o mandamento que é santo, justo e bom é passível de mudanças jamais autorizadas (Rm.7:12; Ap.22:18-19)?
Neste tempo em que “Satanás está exercendo o seu poder”, com suas malignas visitações “mais e mais frequentes e desastrosas” (O Grande Conflito, CPB, p.594), o maior perigo para a nossa vida e para a nossa família está em afastar-nos das verdades que por sua eficácia, e fidelidade e graça de Seu Autor, são a nossa única salvaguarda. Aproxima-se o momento em que pela lealdade e obediência dos filhos de Deus, estes receberão sobre si a acusação de serem a causa das calamidades finais. Quando for assinado o decreto que nos obriga a honrar um sábado ilegítimo, que nossa vida assinale o testemunho da “perseverança dos santos” (Ap.14:12).
Pai nosso que está nos céus, santificado seja o Teu nome! Reconhecemos que só o Senhor é Deus e não há outro. Nesse tempo em que a história se repete, em meio a uma guerra religiosa entre liberais e legalistas, queremos fazer parte do remanescente fiel que Te conhece e que ama a Tua vinda. Livra-nos de nós mesmos, de nossas tendências carnais e egoístas e capacita-nos, pelo poder do Espírito do Senhor, a cuidar de nossos semelhantes e indicar-lhes o caminho da salvação. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Jeremias10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 10 – O pecado mais sobressaliente e repugnante de Judá nesse contexto era a perversão religiosa: a idolatria.
Paul House faz o seguinte comentário: O pecado de Judá é a idolatria, de modo que o profeta expressa em 10:1-16 o que talvez seja sua mais clara declaração monoteísta. Ele convida-nos a observar o contraste entre Yahweh e os ídolos:
1. Não existe ninguém como Yahweh (Jeremias 10:6-7).
2. Yahweh é Rei sobre as nações (Jeremias 10:7).
3. Yahweh é o Deus verdadeiro (Jeremias 10:10).
4. Yahweh é o Deus vivo (Jeremias 10:10).
5. Yahweh é o Deus eterno (Jeremias 10:10).
6. Yahweh é o Criador (Jeremias 10:11-13, 16).
Em contraste,
1. Os ídolos são feitos pelos seres humanos (Jeremias 10:3-4, 8-9, 14-15). Não criam nada (Jeremias 10:11).
2. Os ídolos têm de ser transportados. Cansam seus adeptos (Jeremias 10:5).
3. Os ídolos são incapazes de instruir mediante revelação (Jeremias 10:8).
4. Os ídolos não têm vida (Jeremias 10:14).
Finalmente, a sexta mensagem de Jeremias inclui as nações no dia do Senhor (Jeremias 10:17-25). Esse castigo virá por causa da idolatria, mas também por tratar duramente com Judá (Jeremias 10:25). Neste caso, a Babilônia.
Após essa visão panorâmica fornecida por House, consideremos algumas importantes conexões para nossa vida no tempo do fim.
• A revelação escatológica menciona a ascensão de uma figura conhecida como a “Besta” e a criação de uma “imagem” em sua homenagem. A adoração nesse contexto é destacada como um desvio espiritual e um ato de rebelião contra Deus (Apocalipse 13:1-18). Será uma ação idólatra generalizada mundialmente.
• Aqueles que descambam para tal adoração corrompida, adorando a Besta e/ou a sua imagem, enfrentarão o juízo divino assim como os judeus da época de Jeremias (Apocalipse 14:9-11). Nesse contexto, os que se recusarem a adorar a Besta e sua imagem serão alvos de intolerância religiosa (Apocalipse 12:17; 13:7, 15). Contudo, Jesus virá para dar fim aos que oprimem ao remanescente fiel, como Deus fez com Babilônia no passado (Apocalipse 18:1-24; 19:11-21).
• Deus condena a idolatria de Seu povo, mas Sua ira Se ascende contra idólatras que massacram e oprimem ao Seu povo. Deus agirá contra a perversão religiosa e contra a opressão religiosa (Apocalipse 17:1-18; 19:1-9; 20:11-15).
Nada melhor que ser fiel ao Senhor! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: JEREMIAS 9 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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