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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/13
Quando eu tinha cerca de 9 anos de idade, decidi um dia confrontar o pecado. Então resolvi não pecar por 24 horas. Mas eu não consegui ficar sem pecar nem mesmo até o desjejum terminar. Por quê?
Jeremias nos dá a resposta: “Será que o etíope pode mudar a sua pele? Ou o leopardo as suas pintas? Assim também vocês são incapazes de fazer o bem, vocês, que estão acostumados a praticar o mal” (Jer 13:23, NVI).
Nascidos com uma inclinação natural para o pecado, nos é tão impossível fazer o bem quanto o é para um etíope mudar a cor de sua pele ou o leopardo perder as suas manchas. Mas o mesmo Deus que criou o etíope e o leopardo também me fez e Ele pode mudar o meu coração pecaminoso. “Existe alguma coisa impossível para o Senhor?”, O Senhor perguntou a Abraão em Gênesis 18:14 (NVI). Claro que não! “Nada é impossível para Deus” (Lucas 1:37 NVI).
Ore comigo:
“Querido Deus, eu reconheço que possuo uma inclinação natural que me leva a pecar. É por isso que eu preciso tanto de Ti, hoje. Muda o meu coração para que ele seja como o Teu e alinha a minha vontade à Tua. Eu quero pensar e fazer somente o bem. Amém”.
Andrew McChesney
Editor da revista Adventist Mission
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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930 palavras
1 Assim me disse o SENHOR. Os acontecimentos deste capítulo podem ser datados com um alto grau de certeza em 597 a.C., durante o reinado de três meses de Joaquim, uma vez que, como alguns pensam, a rainha (mãe) mencionada no v. 18 … é Neústa, a mãe de Joaquim, frequentemente mencionada em ligação ao reinado de Joaquim (ver 2Rs 24:6-8, 12, 15; Jr 22:24, 26; 29:2). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 441.
2 Cinto (ARA; NVI: “calção”). Do heb. ‘ezor, “uma tanga”. Simbolicamente, a tanga representava os israelitas, a quem Deus ligou estreitamente a Si (ver Jr 13:11). CBASD, vol. 4, p. 441.
Não o metas na água. Uma peça de roupa suja e úmida se decompõe mais facilmente. CBASD, vol. 4, p. 441.
4 Vai ao Eufrates. Embora haja algum questionamento se Jeremias foi solicitado a enterrar o cinto nas margens do famoso rio, não há incerteza a respeito da aplicação da profecia simbólica. O cinto representava a casa de Israel (Jr 13:11) e a remoção e enterro do cinto representava a remoção do povo para Babilônia. CBASD, vol. 4, p. 441.
6 Passados muitos dias. Não é declarado quanto tempo o cinto ficou enterrado. Foi longo o suficiente para que a deterioração o inutilizasse (ver v. 7). CBASD, vol. 4, p. 441.
9 Muita soberba de Jerusalém. Referência ao orgulho vão, prepotente e arrogante do coração pecador e rebelde do povo.Qualquer golpe no orgulho da cidade envolveria o grande objeto do orgulho de Jerusalém, o templo (ver com. de Jr 7:4). CBASD, vol. 4, p. 441, 442.
11 Casa de Israel. O simbolismo da profecia é explicado neste versículo. O cinto (ou calção, NTLH) representava as casas de Israel e de Judá. CBASD, vol. 4, p. 442.
Eu fiz apegar-se a Mim … para Me serem por povo, e nome, e louvor, e glória. Deus lembra a Seu povo qual teria sido a sorte dele se tivesse se mostrado leal a Ele, se tivesse sido obediente à Sua vontade (ver Dt 7:6; 26:18, 19; 28:1, 13, ver p. 12-13). CBASD, vol. 4, p. 442.
12 Jarro. Grande jarro ou vaso de barro (ver Is 30:14; Lm 4:2). CBASD, vol. 4, p. 442.
16 Dai glória ao SENHOR. Isto é, fazer o que exige o conhecimento de Deus e de Seus requerimentos. Como no caso de Acã (Js 7:19), um ato assim envolveria uma contrita confissão de pecados. CBASD, vol. 4, p. 442.
Montes tenebrosos. Ilustração sugestiva do misto de tristeza, cegueira do castigo e desespero que os israelitas estavam prestes a experimentar por causa de sua iniquidade (ver Is 59:9, 10). CBASD, vol. 4, p. 442.
17 Minha alma chorará. O profeta expressa sua afetuosa consideração e profundo amor por seu povo (ver Lm 1:16; ver com. de Jr 9:1). CBASD, vol. 4, p. 442.
18 Rainha-mãe. Do heb gevirah, refere-se a Neústa, mãe do rei Joaquim ou Jeconias (ver Jr 29:2; 2Rs 15:16). Essas rainhas-mãe exerciam grande influência nos negócios do reino, como indicado pela usurpação de autoridade suprema por Atalia (ver 2Rs 11; ver com. de Dn 5:10). CBASD, vol. 4, p. 442.
Coroa da vossa glória. Literalmente, “cobertura da cabeça”. CBASD, vol. 4, p. 442.
19 Do sul. Do heb. negeb, uma região na parte sul da Judeia [Neguev]. CBASD, vol. 4, p. 442.
Todo o Judá foi levado para o exílio. É enfatizada a integridade da aproximação da deportação. Estava envolvido todo o país, inclusive as cidades do sul. CBASD, vol. 4, p. 442.
20 Do Norte. A rota de invasão de Babilônia para se aproximar da Palestina partia do norte (ver com. de Jr 1:14). CBASD, vol. 4, p. 442.
Onde está o rebanho que foi confiado a você…? O rebanho representa os habitantes de Judá. Sião [Jerusalém, personalizando seus líderes políticos e religiosos] deveria ter cuidado deles com carinho, mas cedeu á iniquidade e, de modo vil, negligenciou o “rebanho do SENHOR” (v. 17). O mesmo questionamento é dirigido a pais, professores e líderes espirituais. Deus confiou pessoas preciosas aos seus cuidados. Ele exigirá conta rigorosa dos guardiões de Seu rebanho. CBASD, vol. 4, p. 442, 443.
22 Pela multidão de seus pecados se levantaram as tuas fraldas (ARA; NVI: “por causa dos seus muitos pecados … suas vestes foram levantadas e você foi violentada”). Literalmente, [“levantaram as tuas fraldas”=] “são postos a nu. A remoção das “fraldas” era uma indicação de profunda degradação (ver Is 47:1-3; Na 3:5). Relevos assírios retratam mulheres cativas sofrendo este ultraje. CBASD, vol. 4, p. 443.
Teus calcanhares sofrem violência. Isso pode significar que eles seriam obrigados a caminhar descalços como humildes escravos ou prostitutas marginalizadas (ver Is 20:2-4). CBASD, vol. 4, p. 443.
23 Etíope … leopardo. Estas pessoas da parte superior [mais ao sul] do Nilo (ver com. de Gn 10:6; ver vol. 2, p. 35, 36) eram familiares ao povo de Judá (ver Jr 38:10). A ilustração gravou vivamente a triste verdade de que o pecado de Judá estava tão firmemente estabelecido e de que seu povo não conseguia, por si só, mudar seus maus caminhos. Nada foi deixado para eles, a não ser o cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 443.
Então, poderíeis fazer o bem. Neste versículo é apresentada a futilidade de qualquer esforço humano para vencer o mal, a parte do poder de Deus (ver 1Rs 8:46;Sl 130:3; Pv 20:9; Ec 7:20; Rm 3:9-12; 7:22-8:4; 1Jo 1:8-2:2). CBASD, vol. 4, p. 443.
24 Restolho. Do heb. qash, referência à palha esmagada e quebrada, encontrada na eira depois que os bois pisaram o grão. Ela será soprada pelo vento quente que a varrerá do deserto da Arábia (ver com. de Jr 4:11). CBASD, vol. 4, p. 443.
25 Confiaste em mentiras. Possivelmente, uma referência à adoração aos falsos deuses. CBASD, vol. 4, p. 443.
27 Teus adultérios. Metáfora da adoração idólatra dos israelitas (ver Jr 3:20). CBASD, vol. 4, p. 443.
Rinchos. Representa os desejos e a cobiça não reprimidos de Judá em relação à idolatria (ver Jr 2:24; cf. 5:8). CBASD, vol. 4, p. 443.
Até quando ainda não te purificarás? A parte final do versículo apresenta a acariciada esperança do Senhor quanto a reforma espiritual dos israelitas. A terminologia sugere uma esperança tingida com desespero melancólico por causa do rumo persistentemente impenitente do povo. CBASD, vol. 4, p. 443.
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“Pode, acaso, o etíope mudar a sua pele ou o leopardo, as suas manchas? Então, poderíeis fazer o bem, estando acostumados a fazer o mal” (v.23).
Os pedidos incomuns feitos por Deus ao profeta ilustravam a terrível situação de Jerusalém: “povo maligno […] que para nada presta” (v.10). Recusaram se esvaziar do vinho de sua devassidão e por meio dele tornaram-se ébrios para a sua própria destruição. A fidelidade de Jeremias era totalmente contrastante com a dureza de coração daquele povo. Mas enquanto prosseguiam alegrando-se com suas luxúrias e adultérios (v.27), Jeremias chorava copiosamente por eles:
“Mas, se isto não ouvirdes, a Minha alma chorará em segredo por causa da vossa soberba; chorarão os Meus olhos amargamente e se desfarão em lágrimas, porquanto o rebanho do Senhor foi levado cativo” (v.17).
Apesar de todas as afrontas e perseguições, o profeta de Deus conservava amor por seus irmãos. Não poderia deixar de se compadecer de um povo que insistia em permanecer surdo aos reclamos divinos. Jeremias sabia que ou se arrependiam, ou teriam de sofrer os resultados da multidão de suas maldades (v.22). E que a mudança precisava começar de cima: “Dize ao rei e à rainha-mãe: Humilhai-vos, assentai-vos no chão; porque caiu da vossa cabeça a coroa da vossa glória” (v.18).
Dotados de um coração enganoso (Jr.17:9), como Davi, precisamos nos derramar aos pés do Único que pode criar em nós “um coração puro” (Sl.51:10). E como Paulo, admitirmos: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum” (Rm.7:18). As nossas “boas” intenções sem a aprovação de Deus não passam de um cinto podre (v.7) e de um jarro quebrado (v.14). “Até quando ainda não te purificarás?” (v.27), tem sido a pergunta do Senhor a cada geração do Seu povo. A pureza requerida por Deus implica em, todos os dias, estarmos imersos na Água da vida. Somente mediante o lavar purificador do Espírito Santo e do sangue do Cordeiro podemos ser libertos “do corpo desta morte” (Rm.7:24).
Assim como Deus pacientemente esperou pelo Seu povo, e insistentemente lhe apresentou o caminho da salvação, Ele tem estendido a Sua destra e oferecido a todos a oportunidade de aceitar o Seu chamado de amor. Ele nos chama para que nos revistamos de Sua armadura, cingindo-nos com o cinto que não perece, o cinto da verdade (Ef.6:14). Só assim seremos libertos do mal que nos assola: “e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo.8:32).
Como barro, devemos nos colocar nas mãos do Oleiro para que sejamos Seus vasos de honra. Mas a decisão é nossa: “Ora, numa grande casa, não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra.” (2Tm.2:20). “Ouvi e atentai” (v.15), amados! “Dai glória ao Senhor, vosso Deus, antes que Ele faça vir as trevas” (v.16).
Senhor, nosso Deus, o nosso coração é enganoso e precisamos do Espírito Santo para purificá-lo. Dá-nos Teu Espírito, para que nosso caráter seja moldado pela chuva temporã um dia de cada vez. Queremos ser encharcados pela chuva serôdia, como vasos de honra cheios do Espírito. Ajuda-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, vasos de honra!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 13 – Nem sempre, mas às vezes os profetas falam de si mesmos. Quando o fazem, qual é a razão?
Antes de responder à pergunta, considere o capítulo em questão:
• A primeira parte é uma dramatização, representada por ações simbólicas do profeta (Jeremias 13:1-11
• A segunda parte acrescenta a jarra de vinho à parábola dramatizada do sinto (Jeremias 13:12-14)
• A quarta parte aborda claramente o orgulho e queda de Judá, o povo de Deus (Jeremias 13:15-17).
• Finalmente, o texto trata das fraldas do povo de Deus (Jeremias 13:18-27).
A encenação no início do capítulo visa impactar os ouvintes. O comentário da Bíblia Paulinas destaca que “o relato autobiográfico descreve uma ação simbólica em três etapas: Uma tríplice ordem (vs. 1, 3-4, 6), a tríplice execução da ordem (vs. 2, 5, 7) e a interpretação (vs. 9-10)”.
Ao receber a interpretação divina, ficou claro a Jeremias que da mesma forma que o cinto tornou-se podre e inútil pelo contato com a água do Eufrates, o orgulho de Seu povo (Judá) os tornou podres e imprestáveis para Deus.
• O problema do povo do passado pode ser o mesmo do povo atualmente: Não escutar a Deus (Jeremias 13:9-11).
A visão do jarro de vinho também revela a triste situação desastrosa do povo de Deus, assim como “a remoção das ‘fraldas’ [do povo] era uma indicação de profunda degradação”. Porém, a realidade mais chocante deveria ser o choro de Jeremias (13:17). “O profeta expressa sua afetuosa consideração e profundo amor por seu povo”, salienta o Comentário Bíblico Adventista.
O profeta chorando ilustra o choro do próprio Deus, que chora por Seu povo. Observe que, em Jeremias 13:27, “a parte final do versículo apresenta a acariciada esperança do Senhor quanto à reforma espiritual dos israelitas. A terminologia sugere uma esperança tingida com desespero melancólico por causa do rumo persistente do povo” (CBASD).
• Infelizmente, a esperança de Deus por nossa reforma espiritual é uma luz frágil em meio à escuridão de nossas próprias escolhas (Jeremias 13:23).
• Contudo, em um mundo de ilusão, egoísmo, orgulho e arrogância, Deus anseia ver uma profunda mudança em nosso coração (Jeremias 13:16, 18, 27).
Somente quando reconhecemos a profundidade de nosso afastamento de Deus podemos começar a apreciar verdadeiramente Sua esperança por nossa restauração. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JEREMIAS 12 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/12
Jeremias traz um pensamento ponderador diante do Senhor. Por que os ímpios são tão prósperos? Eu também fiz essa mesma pergunta. João 12:31 nos diz que há um usurpador que assumiu temporariamente o controle da terra. Deus ainda é onipotente, mas este é um mundo caído onde o pecado tem domínio.
A verdadeira felicidade vem de Jesus vivendo em seu coração. Deus também pode nos abençoar com riquezas que não são medidas em prata ou ouro. O amor de Deus pode ser visto ao nosso redor em belos detalhes da natureza. Salmos 50:10-12 descreve como cada animal é de Deus e Ele conhece todos eles.
Todos os habitantes da terra estão sofrendo por viver sob a maldição do pecado e não consigo imaginar como dói o coração de Deus ao ouvir o clamor de Suas criaturas. Da pequena abelha à grande baleia, toda a criação geme. Tenho dois patos selvagens deficientes em nosso bando que alimentamos. Penso em como o céu será maravilhoso para todas as criaturas que nunca sentirão a dor do ferimento ou da morte. E poderemos viver em paz e harmonia com toda a criação de Deus.
Cheri Holmes
Enfermeira, Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/12
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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537 palavras
1 Quando entro contigo num pleito. Jeremias parece profundamente perplexo com a contínua prosperidade dos ímpios. Embora convencido no coração de que Deus é “justo”, ele não conseguia harmonizar completamente seu conceito de Deus e os fatos da experiência humana. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 438.
2 Eles deitaram raízes. Metáfora da próspera situação dos ímpios. CBASD, vol. 4, p. 438.
3 Tu, ó SENHOR. Confiante que Deus está consciente de sua sinceridade, Jeremias espera que Deus o vindique. CBASD, vol. 4, p. 438.
Ovelhas para o matadouro. Ver Jr 11:9. Jeremias pede que seus inimigos recebam o castigo que tentaram infligir sobre ele. CBASD, vol. 4, p. 438.
5 Fatigas correndo. Deus pede que Jeremias compare suas pequenas tristezas com os enormes problemas das outras pessoas, ou com os imensos problemas que ainda sobreviriam a ele. CBASD, vol. 4, p. 438.
Com homens que vão a pé. Uma ilustração que representa as vicissitudes comuns da vida comparadas a “cavalos” ou “cavaleiros”, representando as mais difíceis experiências. … Se negligenciarmos as menores tarefas da vida, como enfrentaremos maiores responsabilidades que nos sobrevirão Se sucumbirmos às pequenas tentações diárias, como venceremos às maiores crises da vida? Se não suportarmos os menores problemas da vida, como resistiremos às terríveis tribulações que ainda virão sobre nós? Por fim, se deixarmos de atender as situações do presente com fé e confiança, como conseguiremos permanecer nas dificuldades quase insuportáveis e enganos quase invencíveis que virão sobre nós durante o “tempo de angústia”? (ver CG, 621, 622). CBASD, vol. 4, p. 439.
Floresta. O contraste é claro entre esse aspecto do Jordão [obscuro ou selvagem como uma floresta] e a “terra de paz”. CBASD, vol. 4, p. 439.
6 Teus irmãos. A família imediata de Jeremias ou os homens de Anatote, que eram “irmãos” de Jeremias no sagrado ofício do sacerdócio. CBASD, vol. 4, p. 439.
7 Minha casa. Esta expressão, evidentemente, refere-se aos israelitas e não ao templo, como indicado pela frase seguinte. … Sem dúvida, quem fala é o Senhor, não Jeremias. CBASD, vol. 4, p. 439.
10 Pastores. Os líderes dos exércitos invasores são comparados a pastores do campo, cujos rebanhos saqueiam colheitas (ver Jr 6:3). CBASD, vol. 4, p. 439.
11 Ninguém há que tome isso a peito. Uma expressão que denota indiferença, um pecado que agravou a iniquidade dos israelitas (ver Is 42:25; 57:1,11). CBASD, vol. 4, p. 439.
12 Espada do SENHOR. Assim chamada porque o poder militar de Babilônia sobre Nabucodonosor foi o instrumento utilizado por Deus para realizar o propósito divino para castigar o povo de Deus (ver com. de Dt 32:41; cf. Is 7:20; 10:5, 6). CBASD, vol. 4, p. 439.
14 Meus maus vizinhos. Edomitas, moabitas, amalequitas, filisteus e outras nações vizinhas que se regozijaram com a queda de Judá e a atacaram quando estava fraca (ver 2Rs 24:1, 2). CBASD, vol. 4, p. 439.
Eis que os arrancarei. No cativeiro, estas nações pagãs seriam castigadas como Judá (ver Jr 25:15-29). CBASD, vol. 4, p. 439.
16 Jurando pelo Meu nome. Se uma nação pagã se voltasse para Yahweh, o Deus de Israel, seria “edificada no meio” do Seu povo, isto é, seria contada como pertencente ao Senhor. Era propósito de Deus que essas nações se voltassem a Ele e fossem acrescentadas a Seu povo, Israel. CBASD, vol. 4, p. 439.
17 Arrancá-la-ei e a farei perecer. Aos indivíduos e às nações é dado um tempo de provação; quando esse tempo passar, a nação impenitente cairá sob a ira de Deus (ver PR, 364). CBASD, vol. 4, p. 439.
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“Porque até os teus irmãos e a casa de teu pai, eles próprios procedem perfidamente contigo; eles mesmos te perseguem com fortes gritos. Não te fies deles ainda que te digam coisas boas” (v.6).
Jeremias não foi o primeiro e nem o último na Terra a questionar a prosperidade dos ímpios. O famoso Salmo de Asafe sobre o problema da “prosperidade dos perversos” (Sl.73:3) também ilustra esta queixa e o perigo de torná-la em pedra de tropeço espiritual: “Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos” (Sl.73:2). Em sua missão solitária e mal compreendida, Jeremias ainda tinha de lidar com pessoas que faziam questão de tornar evidente a sua prosperidade em contraste com a vida difícil do profeta. Tornou-se alvo constante de insultos e desprezo e nem a sua própria família era digna de confiança. Jeremias viveu um prenúncio do que assegurou o apóstolo Paulo: “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2Tm.3:12).
De forma respeitosa, mas sincera, Jeremias abriu o coração a Deus: “Justo és, ó Senhor, quando entro Contigo num pleito; contudo, falarei Contigo dos Teus juízos. Por que prospera o caminho dos perversos, e vivem em paz todos os que procedem perfidamente?” (v.1). A realidade era a de um povo que tinha Deus nos lábios, “mas longe do coração” (v.2); que não tinha consideração pela criação de Deus, de forma que, por causa de sua maldade, pereciam “os animais e as aves” (v.4). A resposta do Senhor, contudo, abriu os olhos do profeta para um futuro ainda mais difícil. Aquele sofrimento não era nada comparado ao que estava por vir, com a invasão de Jerusalém pelos babilônios.
Creio que estamos vivendo momentos decisivos da história deste mundo. Os acontecimentos dos últimos anos têm intensificado os sinais que apontam para o advento de Cristo, “como a mulher grávida, quando se lhe aproxima a hora de dar à luz, se contorce e dá gritos nas suas dores” (Is.26:17). Temos vivido dias de tensão econômica, política e sanitária ao mesmo tempo em que líderes mundiais discutem maneiras de congregar o mundo em um sistema unificado, alegando ser a solução para a paz mundial e para os problemas ambientais e climáticos.
Enquanto isso, Satanás trabalha com afinco através de seus agentes na obra de destruir a humanidade. Nada disso, porém, pode ser comparado ao que está por vir, como descreveu o próprio Jeremias: “Perguntai, pois, e vede se, acaso, um homem tem dores de parto. Por que vejo, pois, a cada homem com as mãos na cintura, como a que está dando à luz? E por que se tornaram pálidos todos os rostos? Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela” (Jr.30:6-7).
Se como Jeremias, estamos fatigados “correndo com homens que vão a pé”; “Se em terra de paz não te sentes seguro” (v.5), que dirá quando chegar o tempo de “grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tem havido e nem haverá jamais” (Mt.24:21)! Por mais que estejamos enfrentando dias difíceis, em que “não há paz para ninguém” (v.12), é agora o tempo de fortalecermos a nossa fé no firme fundamento da Palavra de Deus, crendo que Jesus estará conosco “até à consumação do século” (Mt.28:20).
Pois está chegando o tempo em que se cumprirá na Terra o que foi predito pelo profeta Ezequiel: “tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Deus, ainda que Noé, Daniel e Jó estivessem no meio dela, não salvariam nem a seu filho nem a sua filha; pela sua justiça salvariam apenas a sua própria vida” (Ez.14:20). Será um tempo em que cada um responderá apenas por si mesmo, conforme o que buscou viver. Sobre isso, reforça Ellen White: “Apenas os que forem diligentes estudantes das Escrituras, e receberam o amor da verdade, estarão ao abrigo dos poderosos enganos que dominam o mundo. Pelo testemunho da Bíblia estes surpreenderão o enganador em seu disfarce. Para todos virá o tempo de prova. Pela cirandagem da tentação, revelar-se-ão os verdadeiros crentes” (O Grande Conflito, CPB, p.630).
Amados, se como Jeremias somos incompreendidos até pelos que mais amamos, devemos, como o apóstolo João, nos achegar ao peito de nosso Salvador (Jo.13:25) e nEle descansar de nossa lida diária. A nossa segurança e fortaleza está em obedecermos ao Seu áureo conselho: “Vigiai e orai, para que não entreis em tentação” (Mt.26:41). “Mal compreendem os que pecam contra Deus”, continua a irmã White, “que devem sua própria vida aos poucos fiéis a quem se deleitam em ridicularizar e oprimir” (O Grande Conflito, CPB, p.636).
Portanto, meus irmãos, não percamos o foco de olhar para Cristo e cumprir a missão que Ele nos confiou. Lembremos que antes de nós e de uma maneira incomparável foi Ele perseguido, maltratado e ferido. Em nosso sofrimento, olhemos para a cruz e lembremos que assim como ela não foi o fim, mas a solução, se confiarmos na perfeita justiça do nosso Senhor e Salvador, logo participaremos de Sua vitória. Assim, amados, “nada temos que recear quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado, e os ensinos que nos ministrou no passado” (Testemunhos Seletos, v.3, CPB, p.443).
Senhor, não é fácil lidar com perseguições e rejeições, principalmente quando estas procedem dos mais próximos. Tu bem o sabes. O Senhor nos criou para o relacionamento Contigo e uns com os outros. Tão-somente ajuda-nos a ficar satisfeitos com a Tua companhia, crendo que, muito em breve, estaremos para sempre com o Senhor e com a família do Céu, que viverá em paz pelos séculos eternos. Prepara o nosso caráter para habitar com o Santo e com os santos. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação , fiéis servos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Jeremias12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JEREMIAS 12 – Neste texto, Jeremias reconhece a justiça de Deus; porém, se preocupa com essa justiça. Por isso, questiona Deus algo nesse sentido: Por que é que os perversos e incrédulos prosperam e aqueles que seguem Teus caminhos muitas vezes enfrentam dificuldades?
Tal questionamento se deve à análise feita e à conclusão obtida. Jeremias observou ao redor e viu a corrupção florescendo, os injustos enriquecendo à custa dos menos afortunados. Ele constatou que a justiça parece distante, e a opressão se espalhando como fogo descontrolado. Ele percebeu que, embora Deus tenha plantado uma semente da verdade em solo desordenado, as ervas daninhas da iniquidade cresceram mais rápido que a colheita da justiça (Jeremias 12:1-3).
Diante de análises como estas, uniríamos a Jeremias com as seguintes indagações requerendo respostas de Deus – parafraseando Jeremias 12:4: “Até quando, Senhor, testemunharemos a destruição da verdade e da justiça? Até quando os maus prevalecerão, enquanto os justos sofrem?” E então, submetendo-nos a Deus, faríamos a seguinte oração: “Orienta-nos, ó Deus, em meio a esta escuridão, para que possamos entender os Teus propósitos e permanecermos firmes em Tua vontade, mesmo quando as tormentas e furacões da injustiça rugem ao nosso redor”.
Deus responde aos questionamentos humanos com outros questionamentos, Suas indagações seriam mais ou menos assim:
• Se te cansas correndo com homens que a pé podem competir, como poderás competir com cavalos?
• Se reclamas de um chuvisqueiro, como vais suportar uma tempestade?
• Se não consegues competir com os que estão a teu redor nesta sociedade corrompida, como resistirás às adversidades que virão?
• “E, se não consegue deixar a razão prevalecer em dias tranquilos, o que vai acontecer quando os problemas ocorrerem solto como o Jordão na época da enchente?” (Jeremias 12:5, A Mensagem).
Causas maiores das que questionamos podem sobrevir (Jeremias 12:6-17); e, se não confiarmos na soberania divina, nossa fé pode ser solapada com problemas como se fossem uma avalanche. Entretanto, Deus mostra que a nossa fé se fortalece quando…
• Reconhecemos que Ele é o Criador e Senhor de tudo, e Sua vontade prevalecerá no final.
• Conscientizamos que as ações humanas têm consequências, e Ele pode intervir para disciplinar e corrigir.
• Permanecemos fiéis, resistindo à corrupção e perseverando em Seus princípios, aproveitando corretamente o dom do livre-arbítrio.
Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: JEREMIAS 11 – Primeiro leia a Bíblia
JEREMIAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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