Reavivados por Sua Palavra


JEREMIAS 17 by Luís Uehara
14 de fevereiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/17

O que está escrito em nossos corações? É um impulso passageiro ou é algo que está cauterizado, cinzelado com uma ferramenta afiada, indelével? Para que se preocupar a respeito, se os outros não podem ver? Nossos corações podem parecer lugares privados, protegidos dos olhos curiosos ou críticos dos outros, mas nossos corações não são privados. Os segredos obscuros escondidos lá não são realmente secretos. Nossa condição é conhecida por nosso Criador. Nossas falhas não são apenas marcadas profundamente em nossos corações, mas também nas pontas do altar, aguardando o sacrifício que é o único remédio para nossa condição desesperadora. Sem a aplicação desse sacrifício em nosso favor, as gloriosas promessas são vãs. Sim, há algo que devemos fazer. Devemos nos curvar em arrependimento, admitindo nossas falhas diante do Senhor dos Exércitos, transferindo nossa confiança para Ele.

Precisamos que nossos corações sejam reiniciados, tenham um novo começo com o ar puro da salvação, com a água pura e refrescante da regeneração. Podemos escolher isso. Se o fizermos, Deus está pronto para nos recriar, para substituir nossos fardos por paz, alegria e regozijo na bondade de Deus. “Cura-me, Senhor, e serei curado; salva-me, e serei salvo. (v.14, NVI)

Art Kharns
Diretor de Música, Igreja Adventista de Simi Valley, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/17
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



JEREMIAS 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de fevereiro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

1028 palavras

1 Ponteiro de ferro. Um estilete (NVI, BJ) ou uma ferramenta para esculpir (ver Jó 19:24). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 456.

Diamante. Pedra afiada colocada no ferro para gravura em metal. … empregada neste versículo para mostrar que “o pecado de Judá” estava profundo e endelevelmente gravado “nas tábuas do coração” (ver 2Co 3:3). CBASD, vol. 4, p. 456.

Nas pontas. Muito provavelmente as pontas dos altares de culto idólatra. CBASD, vol. 4, p. 456.

Seus filhos se lembram. Educadas em um ambiente de idolatria, as crianças estariam inclinadas a adotar o mesmo caminho perverso. CBASD, vol. 4, p. 456.

Postes-ídolos. Do heb. ‘asherim. Aserá era o nome de uma deusa cananeia adorada com ritos licenciosos, cujo símbolo era uma árvore ou um poste de madeira (ver com de Jz 3:7; ver vol. 2, p. 21, 22). CBASD, vol. 4, p. 456.

Árvores frondosas.Embora Aserá não fosse um bosque, o santuário dessa deusa pagã geralmente estava ligado a um bosque, assim como os “altos montes” foram associados a altares pagãos (ver Dt 12:2, 3; Is 57:7). CBASD, vol. 4, p. 456, 457.

Ó monte do campo. Local onde as idolatrias eram realizadas, ou seja, nas montanhas. CBASD, vol. 4, p. 457.

Teus tesouros darei. Uma alusão aos despojos que os babilônios invasores levariam de Jerusalém, especialmente, do templo (ver 2Rs 24:10-16). CBASD, vol. 4, p. 457.

Te privarás da herança que Te dei. Rendição da “herança” de Judá aos caldeus … deixar a terra sem ser cultivada, ou permitindo que ela “descanse” (ver Êx 23:10, 11). O país de Judá, por causa de seu cativeiro próximo, “descansaria” e “desfrutaria seus sábados” (ver Lv 26:32-34; 2Cr 36:21). CBASD, vol. 4, p. 457.

5 Maldito o homem que confia no homem. Percebendo que boa parte dos problemas experimentados pela nação foram causadas por suas alianças com a Assíria e o Egito, o que indicava uma transferência da confiança no Senhor para o “braço” do homem, o profeta subitamente denuncia os responsáveis por essa confiança enganosa. … As nações das quais os israelitas dependiam de ajuda não eram mais do que um conjunto de seres humanos sujeitos às fraquezas comuns a toda a humanidade. A mensagem do profeta tem significado para os dias atuais. Como é fácil para as pessoas procurarem fontes humanas de ajuda e orientação, em vez de confiar no que Deus prometeu! CBASD, vol. 4, p. 457.

6 Confia no homem. Uma forte imagem de desolação e esterilidade. Nesta triste e desamparada condição, totalmente á parte das bênçãos que poderiam ter sido suas, a pessoa que confia no homem “não virá quando vier o bem”. CBASD, vol. 4, p. 457.

Terra salgada. Esta surpreendente imagem imediatamente chamaria a atenção para as costas desoladas do Mar Morto, estéril por causa do conteúdo salgado da água e do solo. CBASD, vol. 4, p. 457.

Árvore plantada junto ás águas … não receia. Recebendo muita umidade, esta árvore florescente não é ameaçada pela chegada de uma seca. Assim é com os justos, que recebem força para cada aflição por causa de sua confiança em Deus. CBASD, vol. 4, p. 457.

10 Coração. Literalmente, “rins” (BJ), como representação do interior do ser humano, dos motivos escondidos (ver com. de Sl 7:9). Deus julgará “a cada um conforme as suas obras” (ver Mt 16:27; Rm 14:12; 2Co 5:10; Ap 22:12). [Aos salvos serão atribuídas as obras e méritos perfeitos de Jesus.] O juízo não lidará apenas com as obras dos seres humanos, mas também levará em consideração o “fruto” e a influência dessas obras sobre os outros, tanto na vida como na morte. CBASD, vol. 4, p. 457, 458.

11 Como a perdiz. Experiência da pessoa gananciosa, cuja cobiça a levava a amontoar riquezas alheias e que, cedo ou tarde, elas fariam “para si asas” e desapareceriam (ver Pv 23:5). CBASD, vol. 4, p. 458.

14 Cura-me. Ver Jr 3:22; 30:17; 33:6. O profeta conhece o único que pode curar seu coração pecaminoso (ver Sl 6:2; 30:2; 103:1-3). CBASD, vol. 4, p. 458.

15 Que se cumpra! Estas são as palavras irônicas e debochadas de israelitas não arrependidos, em resposta ás advertências de juízo feitas por Jeremias. CBASD, vol. 4, p. 458.

16 Eu não me recusei a ser pastor. A frase foi traduzida na AA como: “não instei contigo para enviares sobre eles o mal”. CBASD, vol. 4, p. 458.

Nem tampouco desejei. O profeta protesta que, por não desejar ver “o dia da aflição” do juízo divino que ele predisse contra seu povo, ele não estava ansioso para ser o porta-voz de Deus. CBASD, vol. 4, p. 458.

19 Assim me disse o SENHOR. A partir daqui se inicia uma nova linha de profecias sem ligação direta com as anteriores. Esta mensagem foi enviada, possivelmente, depois das registradas em Jeremias 14 a 17:18, e algum tempo antes do discurso do templo (ver com. de Jr 7:1; ver também PR|, 411). CBASD, vol. 4, p. 458.

21 Assim diz o SENHOR. Este versículo e os seguintes mostram que a profanação do sábado continuava em Jerusalém, principalmente nas “portas” da cidade (ver com. de Gn 19:1; Js 8:29). CBASD, vol. 4, p. 458.

Cargas. Pode ser visto um registro semelhante a respeito da quebra do sábado em Neemias 13:15 a 22. Estas cargas incluíam grãos, vinho, frutas, peixe e outros artigos comerciais trazidos de outros reinos para dentro da cidade, por meio daqueles que vinham ao templo para adorar [principalmente para serem comercializadas no domingo]. … Desta forma, a ilustração apresentada é da negligente observância do sábado, uma prática muito desagradável a Deus (ver Is 56:2-6; cf. Jr 58:13, 14). CBASD, vol. 4, p. 458.

25 Pelas portas desta cidade entrarão reis e príncipes. Seria difícil encontrar alguma passagem bíblica que relate mais acertadamente a grande importância da observância do sábado. Se os judeus tivessem sido leais às leis de Deus, e especialmente ao mandamento do sábado, bênçãos sem medida teriam sido deles. CBASD, vol. 4, p. 459.

Andando em carros e montados em cavalos. Símbolos de pompa real (1Rs 426; Zc 9:9, 10). CBASD, vol. 4, p. 459.

Será para sempre habitada. Promessa de um destino glorioso que poderia ter sido de Jerusalém (ver DTN, 577; cf. PR, 46, 46, 564; ver também p. 16, 17). CBASD, vol. 4, p. 459.

27 Não me ouvirdes. A falha dos israelenses em observar o sábado provocaria trágico resultado (ver 2Rs 25:9). CBASD, vol. 4, p. 459.

Não se apagará. Isto não indica que o fogo arderia sem cessar, mas que o “fogo” da justiça retributiva de Deus não se extinguiria até que Seu propósito estivesse completo. Jerusalém foi destruída com fogo pelos babilônios, em 586 a.C., e pelos romanos, em 70 a.D. em ambos os casos, nenhum esforço humano conseguiu interromper a deflagração, até que a obra de destruição a eles atribuída estivesse completa. CBASD, vol. 4, p. 459.



JEREMIAS 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de fevereiro de 2024, 0:45
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A ilustração acerca do “pecado de Judá” (v.1) revela a dimensão da rebelião daquele povo. E a diferença entre os versos 5 e 7, o motivo de sua destruição. Escolheram a maldição (v.5) e rejeitaram a bênção (v.7). Atentem para os resultados da maldição contidos no verso 6 e para os resultados da bênção no verso 8. O conteúdo deste último verso como uma continuação do verso 7, é praticamente uma repetição do Salmo inaugural: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios […] Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido” (Sl.1:1 e 3).

Deixar de confiar em Deus para confiar em palavras humanas não é somente uma escolha errada, mas uma maldição. Deixar de seguir a voz de Deus para seguir a voz de nosso enganoso coração é, no mínimo, “insensato” (v.11). “Ouça a voz do seu coração” tornou-se uma frase ovacionada em um mundo cada vez mais destituído de princípios. E a vida é transformada em uma “roleta-russa” cujo desfecho termina em tragédia, trocando o vital pelo fatal. Pelo menos três princípios fundamentais estão contidos neste capítulo. Primeiro deles: “Bendito o homem que confia no Senhor” (v.7). Esta bem-aventurança é a garantia da vitória sobre o mal: “e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo.5:4). A confiança nos leva a ter um relacionamento pessoal com o nosso Salvador e, nEle, somos justificados.

O segundo princípio está contido no verso 10: “Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, Eu provo os pensamentos”. Deus sonda cada coração humano. Jesus revelou a importância deste princípio ao colocar uma “lupa” sobre os mandamentos no sermão da montanha. Ele ampliou a observância da lei e a tornou gloriosa (Is.42:21) ao deixar bem claro as obras que o Senhor leva em conta: “Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura NO CORAÇÃO, já adulterou com ela” (Mt.5:28, grifo nosso). Quando Ele voltar, todos “conhecerão”, diz Jesus, “que Eu sou Aquele que sonda mentes e corações, e vos darei a cada um segundo as vossas obras” (Ap.2:23). Ou seja, Deus não olha para o que fazemos, mas se o que fazemos é obra do Espírito Santo em nós, ou não.

E o terceiro e último princípio que gostaria de destacar está no versículo 21: “Assim diz o Senhor: Guardai-vos por amor da vossa alma”. A santificação do sábado, quarto mandamento do Decálogo, faz parte não apenas de um conjunto de regras estabelecidas por Deus, mas da “lei da liberdade” (Tg.2:12) que nos guarda pelo amor de um Pai que criou o sétimo dia (Gn.2:1-3) para o nosso próprio bem (Mc.2:27). A obediência aos mandamentos do Senhor não consiste em uma fé cega, mas em uma confiança pré-estabelecida através de um relacionamento de amor com o Senhor dos mandamentos.

Pois “o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). Bem observa George Knight: “É normal para o cristão guardar a lei, pois o próprio princípio da lei, que é amor a Deus e ao próximo, se acha escrito nas ‘tábuas de carne’ do coração (2Co.3:3). Assim, o cristão está mais próximo da lei de Deus do que o legalista, pois os verdadeiros cristãos ‘nasceram do alto’ (Jo.3:3,7) e tiveram a mente e o coração transformados (Rm.8:4-7)” (Pecado e Salvação, CPB, p.70-71).

“Ouvi a palavra do Senhor” (v.20), amados! Ele nos chama com grande urgência para uma entrega completa e genuína do coração. Aqueles que ouvem à voz angélica: “adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7), certamente têm compreendido que é impossível crer nesta mensagem sem associá-la com a observância do quarto mandamento: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êx.20:11).

Os sinais mostram o cumprimento das profecias para o tempo do fim, e a nossa maior necessidade hoje é do batismo do Espírito Santo nos conduzindo “a toda a verdade” (Jo.16:13), tornando-nos “santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Que à semelhança de Jeremias, possamos clamar a cada dia, de todo o nosso coração: “Cura-me, Senhor, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque Tu és o meu louvor” (v.14). Seja esta a nossa oração neste dia, amados. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, aqueles cuja esperança é o Senhor!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Jeremias17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de fevereiro de 2024, 0:40
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JEREMIAS 17 – Ao nos depararmos com este capítulo, somos confrontados com uma mensagem profunda e relevante para os dias atuais. Nele, encontramos uma série de advertências e promessas divinas, todas envoltas numa reflexão sobre a confiança do indivíduo em si mesmo versus a confiança em Deus.

Jeremias é instrumento de Deus para transmitir as palavras divinas a um povo que se desviou dos caminhos corretos, perdendo-se em suas próprias práticas e crenças. Os pecados surgem pela confiança nas próprias opiniões, em vez de confiar no Deus que ama e transmite Sua revelação.

Analisando Jeremias 17:10, John MacArthur declara que, “para os pecados das pessoas (vs. 1-4), para uma pessoa estéril (vs. 5-6) ou para uma pessoa abençoada (vs. 7-8), Deus é o Juiz final e dará a Sua sentença pelas Suas obras (cf. Ap 20:11-15). Ele pesará na balança todas as ações deles (1Sm 2:3)”.

MacArthur ainda observa que em Jeremias 17:14-18, o profeta cercado por pessoas descrentes (vs. 1-6, 11, 13), apresentou qualidades de uma pessoa temente a Deus:

• Deus era a razão e a motivação do seu louvor (Jeremias 17:14).
• O fiel tem coração de pastor, para seguir a Deus (Jeremias 17:16).
• A pessoa piedosa deve ser dedicada à oração, aberta à investigação de Deus.
• Deus deve ser a base da esperança do fiel (Jeremias 17:17).
• O crente confia na fidelidade de Deus para libertar, mesmo no castigo (Jeremias 17:18).

Ainda, em Jeremias 17, “o mandamento do sábado é destacado para receber atenção especial [vs. 19-27]. Embora todos os mandamentos tivessem sido transgredidos (ver 7:9), o sábado tinha importância especial como sinal de aliança (ver Êx 31:12-17)”. Interessante que, “as bênçãos da aliança são condicionais à obediência. A fiel observância do sábado representa, neste texto, a obediência fiel a toda a lei”. E, esta bênção não é exclusiva para Israel/judeus. Pois, no plano de Deus, “Jerusalém se tornaria um centro de adoração para todos” (Bíblia Andrews).

Enfim, Deus cura, restaura e protege àqueles que depositam sua confiança nEle. Essas promessas não são apenas para o povo da época de Jeremias, elas estão disponíveis a todos nós que buscamos viver em íntima comunhão com o Deus Criador e Seu Filho – o Senhor do sábado (Marcos 2:27-28). Portanto, reavivemos nossa confiança totalmente em Deus! – Heber Toth Armí



JEREMIAS 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de fevereiro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JEREMIAS 16 – Primeiro leia a Bíblia

JEREMIAS 16 – BLOG MUNDIAL

JEREMIAS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JEREMIAS 16 by Luís Uehara
13 de fevereiro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jr/16

O capítulo 16 de Jeremias é resumido em três pensamentos principais:

1. As ações a serem tomadas em substituição aos próximos julgamentos.

2. A razão dos próximos julgamentos.

3. A restauração de Israel após o período de julgamento.

A seguir estão os comentários do Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia sobre os versículos 10-13.

verso 10. Qual é a nossa iniqüidade? Outro caso em que os apóstatas, por sua obtusidade espiritual ou surpresa hipócrita, perguntam por que o julgamento de Deus deveria cair sobre eles (ver capítulos 5:19; 13:22). Cegos à realidade e à profundidade da sua própria iniquidade, não conseguiam ver que eram piores do que os outros, e encontravam na comparação um conforto espúrio, mas reconfortante. Eles sempre se apegaram às formas de adoração verdadeira e confiaram no Templo (ver com. do capítulo 7:4).

verso 12. Imaginação. Literalmente, “teimosia”.

verso 13. Sirva outros deuses. Visto que o povo de Deus estava persistentemente determinado a servir deuses estrangeiros em sua própria terra, em justa retribuição o Senhor os colocaria na terra desses deuses para servi-los ali.

Vejamos o Salmo 51:1-4 de forma abreviada para ver o arrependimento que Davi sentiu e eles deveriam ter sentido:

Tem misericórdia de mim, ó Deus, por teu amor; por tua grande compaixão apaga as minhas transgressões. Lava-me de toda a minha culpa e purifica-me do meu pecado. Pois eu mesmo reconheço as minhas transgressões, e o meu pecado sempre me persegue. Contra ti, só contra ti, pequei e fiz o que tu reprovas, de modo que justa é a tua sentença e tens razão em condenar-me.

Christopher Hufnagel
Pastor, Igrejas Adventistas de Brunswick/Camden, Geórgia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jer/16
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



JEREMIAS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de fevereiro de 2024, 0:50
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388 palavras

2 Não tomarás mulher. Esta proibição ocorreu na juventude do profeta, porque os jovens hebreus geralmente se casavam em uma idade precoce (ver com. de Gn 38:1; 2Rs 22:1; 23:36; ver vol.2, p. 134, 135). A razão desta proibição é indicada em Jeremias 16:3 e 4. Pais e filhos em breve sofreriam a mais dura fatalidade. O estado civil de Jeremias como solteiro era, portanto, um sinal para aquela geração rebelde (ver Is 8:18; Ez 24:24, 27). Conduzir o trabalho de Deus, muitas vezes, requer sacrifícios pessoais (Lc 14:26; ver com. de 1Co 7:29). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 453.

4 Não serão pranteados. Visto que os judeus consideravam muito importantes as observâncias e cerimônias fúnebres, negligenciá-las era uma grande desonra (ver Jr 9:20-22; 14:16). CBASD, vol. 4, p. 454.

Nem se farão por eles incisões, nem por eles se raparão as cabeças. Estas práticas pagãs pelos mortos foram proibidas na lei (ver Lv 19:28; 21:5; Dt 14:1; cf. Jr 7:29). Evidentemente, os israelitas adotaram esses costumes, seguindo-os com frequência cada vez maior durante os reinados de Acaz e Manassés (ver Jr 41:5; Mq 1:16). CBASD, vol. 4, p. 454.

Casa do banquete. Jeremias não devia apenas evitar o lugar de luto (ver v. 5), ele também deveria se abster de frequentar qualquer ocasião social de alegria ou diversão. Na consciência de sua missão solitária, ele deveria permanecer distante de tais encontros. CBASD, vol. 4, p. 454.

10 Qual é a nossa iniquidade … ? Os apóstatas, por causa de seu embotamento espiritual ou surpresa hipócrita … não conseguiam ver que seus pecados eram piores do que os outros e encontravam falso e reconfortante alívio na comparação. CBASD, vol. 4, p. 454.

14 Nunca mais se dirá. O cativeiro de Babilônia estaria mais vívido na mente deles do que a escravidão egípcia. Quando os exilados voltassem, eles pensariam em sua libertação de Babilônia como notável sinal de misericórdia e poder divinos, e não no êxodo do Egito. CBASD, vol. 4, p. 454.

15 Terra do Norte. Isto é, Babilônia [referindo-se ao caminho dos conquistadores e do cativeiro]. Isto é, Babilônia (ver com. de Jr 1:14). CBASD, vol. 4, p. 454.

16 Muitos pescadores. Metáfora representativa dos invasores babilônios, que cercariam Judá e Jerusalém com uma pesca de arrastão, não permitindo que ninguém escapasse (ver Am 4:2; Hc 1:15). CBASD, vol. 4, p. 454.

Caçadores. Outra ilustração dos invasores, talvez enfatizando o pensamento de buscar o israelita individualmente por meio de captura ou morte, enquanto os “pescadores” ilustram a tomadas dos judeus como um todo numa rede da campanha militar. CBASD, vol. 4, p. 454.



JEREMIAS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de fevereiro de 2024, 0:45
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Em uma terra desprovida do temor do Senhor e cercado de pessoas que constantemente o desprezavam, Jeremias teve de enfrentar a dura realidade de que não poderia constituir uma família. Sua vida solitária também era um recado vivo da condição de Israel: entregue à própria sorte. De maneira insistente e resoluta, a nação eleita abandonou o Senhor e desprezou a Sua Lei. Nada do que o profeta falasse era levado em consideração. Pelo contrário, suas palavras e sua vida eram-lhes uma constante advertência que lhes causava desconforto e lhes despertava o desejo de fazê-lo calar.

Assim como o celibato de Jeremias, Jerusalém se tornaria em terra estéril e desolada. Os pecados da nação e “a dureza do seu coração maligno” (v.12) estavam diante dos olhos do Senhor (v.17). Através do ministério profético de Jeremias, Deus buscou o Seu povo e revelou que a religião que viviam era falsa e destituída de poder. O templo do Senhor não era sinônimo de salvação e seus rituais eram vazios e inúteis. Mas a incoerência em que viviam logo se tornaria em terrível ruína e sofrimento. Além de ser um recado vivo da condição de seu povo, Jeremias também foi poupado de formar uma família em meio a uma geração condenada à destruição.

Amados, se nossos pais enfrentaram tempos difíceis, nós vivemos em tempos ainda piores que já começam a revelar os sinais que se avolumam para os dias finais. De forma insistente e urgente o Espírito Santo continua apelando a cada coração. Assim como cessaria a misericórdia de Deus para com os filhos de Israel (v.13), logo se encerrará o tempo de graça estabelecido para todas as nações da Terra. Pois “o Meu Espírito não agirá para sempre no homem” (Gn.6:3) e “ninguém se esconde diante Mim, nem se encobre a sua iniquidade aos Meus olhos” (v.17), diz o Senhor.

Antes, porém, que Deus faça cessar “a voz de regozijo e a voz de alegria” (v.9) na Terra, há três mensagens sendo proclamadas “em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas”. “Caiu, caiu a grande Babilônia, que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição”. “Se alguém adora a besta e a sua imagem, e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira. […] Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:7-10, 12).

Semelhante a Jeremias que tinha um relacionamento pessoal com Deus a ponto de exclamar com propriedade: “Ó Senhor, força minha, e fortaleza minha, e refúgio meu no dia da angústia” (v.19), seja esta a nossa oração diária, rendendo sempre graças a Deus por Sua suficiente provisão. Encaremos esses dias difíceis em que estamos vivendo como um alerta divino e oportunidade que Ele nos concede para moldar o nosso caráter e preparar-nos como membros da família celestial.

Como foi com Jeremias, pode ser que a solidão seja algo que lhe aflige. Que o Espírito Santo lhe ilumine os olhos da fé para que você possa ver Jesus agora ao seu lado e o futuro eterno e glorioso que Ele tem preparado para os que O amam, um lar onde você terá uma família tão grande “que ninguém podia enumerar” (Ap.7:9).

Pai nosso, sabemos que o Senhor anseia nos salvar e nos libertar de uma vez por todas do cativeiro do inimigo. Livra-nos, Senhor, de uma religião hipócrita e de um coração endurecido que não reconhece a sua completa necessidade de Cristo! Como Jeremias, nós Te declaramos: “Ó Senhor, força minha, e fortaleza minha, e refúgio meu no dia da angústia”! Ainda que todos nos abandonem, que estejamos felizes e satisfeitos com a Tua companhia. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, membros da família celestial!

Rosana Garcia Barros

#Jeremias16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JEREMIAS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de fevereiro de 2024, 0:40
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JEREMIAS 16 – O profeta trata de advertências e profecias sobre o julgamento de Deus com Seu povo por causa da corrupção religiosa e adultério espiritual que resultaram em desobediência declarada à Sua vontade.

O texto inicia com Deus pedindo que Jeremias não se casasse nem tivesse filhos, pois além de ser um sermão encenado (dramatização) viria uma desolação sobre a terra e, sabendo como seria o futuro, Deus poupou seu servo de sofrimentos ainda maiores. Deus não é contra o casamento, Ele é o idealizador do matrimônio. Portanto, pedir a Jeremias para não tomar mulher para si era “uma ordem incomum, já que a vida familiar era considerada uma grande bênção. Ser solteiro não era visto como virtude” (Bíblia Andrews).

Na verdade, “o Senhor proibiu Jeremias de fazer três coisas normais e aceitáveis: casar-se, prantear os mortos e participar de banquete” (Warren Wiersbe). O que significaram estas instruções divinas? “A ordem para Jeremias não se casar representava uma profecia anunciando a devastação que as famílias sofreriam. A perda seria muito pior do que não ter o conforto de uma família… as mortes serias numerosas demais para se prantear e sepultar… todas as interações humanas normais cessariam” (Bíblia Andrews).

A própria vida do profeta anunciava juízo sobre o povo, apontava para lamentos, festas interrompidas, mortes prematuras de jovens, etc. Na sequência, é pronunciada algumas profecias que merecem nossa atenção:

• Deus revela Sua rejeição à geração de Jeremias por sua persistente rebeldia e idolatria; o que serve como advertência aos judeus em relação aos pecados de seus antepassados (Jeremias 16:10-13).
• Deus promete que haveria uma restauração no futuro após a disciplina no cativeiro. O Senhor traria o povo de volta à terra que Ele prometera dar a Israel – isso seria um grande livramento (Jeremias 16:14-15).
• Deus mostra que o caminho da restauração passa imprescindivelmente pelo arrependimento. Por isso, o profeta convoca o povo a confessar seus pecados e voltar ao Senhor, que é misericordioso (Jeremias 16:16-21).

No final do capítulo, “numa explosão de fé e de alegria profética, Jeremias viu não apenas o ajuntamento do remanescente judeu, mas também a vinda das nações gentias de todos os cantos da Terra para adorar o verdadeiro Deus vivo de Israel” (Wiersbe). Fazemos parte do cumprimento desta profecia! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JEREMIAS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de fevereiro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JEREMIAS 15 – Primeiro leia a Bíblia

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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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