Reavivados por Sua Palavra


EZEQUIEL 17 by Luís Uehara
11 de abril de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/17

“Durante os longos anos do seu exílio, Ele lhes havia dado muitas oportunidades de retornar a sua obediência a Ele. Alguns tinham escolhido ouvir e aprender; outros tinham encontrado salvação em meio de aflições.” Profetas e Reis, p.306

As grandes perturbações da vida têm o potencial de prender a nossa atenção e redirecionar o nosso foco de volta para Deus. Muitas vezes é verdade que as maiores decepções, tristezas e sofrimentos têm a maior oportunidade de nos ensinar e nos moldar. Minha avó costumava dizer: “Se eu não tivesse passado por certas coisas, nunca conseguiria entender a luta de outra pessoa”. Se nos sentirmos tentados, provados ou mesmo vencidos, tudo será uma lição que pode ser usada para nos ensinar sobre Deus, nós mesmos e o mundo ao nosso redor, se estivermos abertos para aprender as lições e se nos humilharmos. e voltarmos para Deus.

Algo severo aconteceu com você? O que Deus está tentando lhe ensinar com isso?

Chris Hufnagel
Pastor, Igrejas Adventistas de Brunswick/Camden, Geórgia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/17
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



EZEQUIEL 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de abril de 2024, 0:50
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945 palavras

A terceira parábola é sobre duas águias e uma videira. Refere-se a uma situação política. Revela, de maneira especial a Zedequias, qual seria seu destino (e o de seu exército), caos ele não obedecesse a palavra de Deus (v. 16-21). A primeira grande águia representa o rei Nabucodonosor, que havia nomeado Zedequias (“muda”que se transforma em “videira”, v. 5, 6) rei de Jerusalém (simbolizada por “Líbano”, v. 3). O “cedro” aponta para a dinastia de Davi e “a ponta mais alta dos seus ramos”para Joaquim, a quem Nabucodonosor levou prisioneiro para “uma terra de negociantes”, identificada como babilônia (v. 12). Infelizmente, o último rei de Judá, Zedequias, rebelou-se e se aliou ao Egito, cujo faraó (Psamético II, 595-589 a.C., ou Hofra, 589-570 a.C.) é a segunda águia (v. 7). Bíblia de Estudo Andrews.

Estes fatos aconteceram enquanto Ezequiel, a quilômetros de distância, descrevia esses eventos. Jeremias, um profeta em Judá, também estava advertindo Zedequias a não formar esta aliança (Jr 2:36, 37). Apesar de estarem um a muitos quilômetros do outro, os profetas tinham a mesma mensagem porque ambos falavam por Deus. Deus ainda dirige seus porta-vozes escolhidos para falar a verdade em todo o mundo. Life Application Study Bible Kingsway.

Os v. 12 a 24 permitem fixar a data da profecia como sendo o tempo em que Zedequias procurava o auxílio do Egito contra Nabucodonosor. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 696.

3 Uma grande águia. Literalmente, “a grande águia”. Segundo o v, 12, o símbolo representa o rei da babilônia (cf. Jr 48:40; 49:22). CBASD, vol. 4, p. 696.

2 Parábola. No Antigo Testamento, ninguém usava mais parábolas do que o profeta Ezequiel. Em método de ensino, Ezequiel era, portanto, um precursor de Jesus Cristo. Note-se que as parábolas de Ezequiel devem ser classificadas como alegorias, parabolas nas quais todas as minúcias representam algum objeto ou acontecimento real. Bíblia Shedd.

4 A ponta mais alta dos seus ramos. A referência é a Joaquim, que Nabucodonosor levou cativo para Babilônia (2Rs 24:12). CBASD, vol. 4, p. 696.

A “terra de negociantes”representa Babilônia (Ez 17:12). CBASD, vol. 4, p. 696.

5 Muda da terra. Isto se refere a Zedequias, que Nabucodonosor tornou rei em lugar de Joaquim. É possível que Joaquim tenha sido removido devido às tendências pró-Egito. Esperava-se que Zedequias, um vassalo de Babilônia, permanecesse fiel a seu senhor. CBASD, vol. 4, p. 696.

O propósito do rei Nabucodonosor, da Caldeia (ou seja, da babilônia), era transferir para sua capital os melhores elementos da cultura dos judeus, para tornar o seu império mais glorioso ainda (Dn 1.3-7). Um segundo propósito era privar Jerusalém da liderança dos que podiam liderar uma rebelião (2 Rs 24.10-17). Só depois de muita rebelião dos restantes, é que Nabucodonosor procedeu ao seu terceiro propósito, de destruir completamente a Jerusalém (2 Rs 25.8-22). As datas destas três etapas são 605 a.C., 597 a.C. e 587 a.C. Bíblia Shedd.

6 Videira mui larga. Foi permitido ao estado judaico, sob o governo de Zedequias, se tornar um reino frutífero e próspero, embora dependente. Zedequias havia jurado reconhecer a Nabucodonosor como suserano (2Cr 36:13). Nabucodonosor, sem dúvida, esperava que Israel, sendo um reino florescente, servisse como um tipo de para-choque entre ele e a nação do Egito, que tinha pretensões imperialistas. CBASD, vol. 4, p. 696.

7 Outra grande águia. O faraó Hofra, também chamado Ápries (v. 15; cf. Jr 44:30). CBASD, vol. 4, p. 696.

Para ela. Embora tivesse jurado lealdade a Babilônia (2Cr 36:13; cf. Ez 17:14), Zedequias buscou traiçoeiramente a ajuda do Egito. Jeremias se esforçou para dissuadir o rei de fazer essa aliança (Jr 37:7). CBASD, vol. 4, p. 696.

10 Vento oriental. Um símbolo apropriado dos babilônios, que habitavam ao leste da Palestina. O vento leste ou oriental é notório por seu efeito destruidor sobre as plantas (Jó 27:21; Ez 19:12; Os 13:15; Jn 4:8). CBASD, vol. 4, p. 696.

19 Meu juramento. O Senhor designa o juramento e a aliança feitos com Nabucodonosor como sendo Seus, sem dúvida porque foram feitos em Seu nome (2Cr 36:13). Além disso, sendo o Senhor o árbitro da história, era Seu plano que os judeus nesse momento se submetessem ao jugo da babilônia (Jr 27:12). CBASD, vol. 4, p. 697.

22, 23 o renovo mais tenro. Esta profecia é messiânica. De maneira completamente nova e inesperada, um renovo cresce da casa de Davi, estabelecendo um novo Rei e expandindo seu reino. O monte representa Jerusalém. A figura do rei davídico aponta, em última instância, para Jesus, o Messias (Is 11:1-5; Jr 23:5, 6; 33:25; Zc 3:8; 6:12). Bíblia de Estudo Andrews.

22 Também Eu tomarei. Uma promessa de restauração futura. … A predição se refere ao Messias. CBASD, vol. 4, p. 697.

23 Aves de toda espécie. Representando os vários habitantes da Terra (cf. Mt 13:32), pessoas de “cada nação, e tribo, e língua, e povo”. CBASD, vol. 4, p. 697.

24 Todas as árvores. Isto é, as nações vizinhas. Elas testemunhariam a restauração da nação de Israel e reconheceriam que o poder vem de Deus, que, de forma silenciosa e paciente, executa os propósitos de Sua vontade. Deus designa uma tarefa para cada nação e para todo indivíduo. A todos é permitido ocupar um lugar para cumprir o propósito divino (ver Ed, 178; PR, 535, 536). CBASD, vol. 4, p. 697.

A aplicação moral da parábola é que o ser humano fraco e inútil (o renovo mais tenro do v 22) pode se entregar nas mãos do Senhor, para Este o transformar, mdificar e exaltar, glorificando-o na eternidade. Mas quem se glorifica a si mesmo, não aceitando a condição de necessitado da graça de Deus, é um louco na terra (Dn 4.30-37) e louco perante o ju;izo eterno de Deus (Lc 12.20). Bíblia Shedd.

A profecia de julgamento de Ezequiel termina com esperança. Quando as pessoas colocam sua esperança em alianças estrangeiras, elas serão desapontadas. Somente Deus poderá lhes dar verdadeira esperança. Deus disse que ele plantaria um ramo novo [renovo], o Messias, cujo reino cresceria e se tornaria um abrigo a todos os que viessem a Ele (ver Is 11:1-5). Esta profecia foi cumprida com a vinda de Jesus Cristo. Life Application Study Bible Kingsway.



EZEQUIEL 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de abril de 2024, 0:45
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Certa vez, um grupo de pessoas se reuniu para plantar uma horta. Com a terra devidamente limpa, passaram uma tarde cavando as covas e plantando as sementes. A terra, porém, estava compacta e não havia sido devidamente preparada para o plantio. Contudo, eles imaginaram que logo veriam os frutos daquela trabalhosa, mas prazerosa tarde. Sem experiência alguma em agricultura, ficaram decepcionados ao perceber que o trabalho foi em vão, pois nada se desenvolveu naquele solo infértil. É vergonhoso admitir, mas eu fazia parte deste grupo. E, a partir de então, entendemos que é necessário cumprirmos uma série de etapas até que possamos colher algo naquele lugar.

Apesar de ter recebido tudo do Senhor para ser uma nação excelente, o reino de Judá ignorou os cuidados divinos e apegou-se ao braço do Egito. Deposto de seu trono, o rei Joaquim, “a ponta mais alta” (v.4), foi levado ao exílio babilônico e, em seu lugar, Nabucodonosor estabeleceu uma “muda da terra” (v.5), Zedequias, o qual reinou em Jerusalém. Mas apesar dos inúmeros apelos dos profetas, advertindo-os acerca dos maus resultados, os líderes do povo insistiam em prosseguir no caminho que supunham ser o mais fácil e eficiente. Descobririam tarde demais que haviam abandonado o bom solo e as melhores condições pelo “vento oriental” de suas más escolhas, tornando-se em plantio seco desde a raiz (v.10).

Como supremo Agricultor, o Senhor olhava para o Seu povo em busca de uma parte em que a Sua aliança “pudesse subsistir” (v.14). O “renovo mais tenro”, plantado por Ele “sobre um monte alto e sublime” (v.22), é uma referência ao Messias, uma profecia que apontava para a fidelidade de Deus apesar da infidelidade de Seu povo. O orgulho de Judá seria abatido e Jesus, vindo em forma de servo, seria exaltado. “Não sabeis o que significam estas coisas?” (v.12). Deus cumpre as Suas promessas. O mundo pode até rejeitar o método divino, mas como “raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus” (1Pe.2:9), precisamos ser a planta dileta do Senhor, permitindo que Ele opere em nós tudo o que é necessário “para produzir ramos e dar frutos” (v.8) para a Sua glória.

Fazer parte de uma igreja ou ser reconhecido como crente não faz de ninguém um verdadeiro cristão. Apenas o contato pessoal com a Fonte da vida pode gerar uma boa colheita. Sustentar uma aparência de piedade enquanto se é regido pelos ídolos do coração logo se revela como a pior farsa que existe. “Prosperará, escapará aquele que faz tais coisas? Violará a aliança e escapará?” (v.15). Certamente que não. A profecia da primeira vinda de Cristo já se cumpriu e, às vésperas da Sua segunda vinda, quando o destino eterno de todos estará definido, não acham que deveríamos estar ainda mais vigilantes quanto ao nosso preparo e resgate daqueles que ainda jazem em trevas?

Que possamos estar diariamente firmados no solo fértil do Senhor, dEle recebendo o necessário para estarmos em pé no Dia de Cristo. “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3).

Querido Pai que habita nos Céus, cada profecia tem aberto os nossos olhos não somente para enxergar a situação da igreja e do mundo, mas a nossa. Precisamos examinar a nós mesmos, se estamos andando com o Senhor ou rejeitando o teu caminho. Nosso coração é enganoso, mas tu o conheces. Sonda-o, Pai! Como Davi, nós Te suplicamos: Vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, excelente videira de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de abril de 2024, 0:40
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EZEQUIEL 17 – Até aqui Deus utilizou vários recursos didáticos objetivando alcançar o coração desviado e endurecido de Seu povo.

Ezequiel teve uma visão do Ser vivente no carro de fogo, cheio de rodas (Ezequiel 1). Ao ser chamado por Deus, ele recebeu sua comissão profética numa visão dramática que inclui comer um rolo de livro (Ezequiel 2-3).

O profeta foi instruído por Deus para encenar o cerco de Jerusalém, usando tijolos e um utensílio de ferro; desenhar um modelo de Jerusalém sitiada; deitar-se de lado por um determinado período, etc. (Ezequiel 4-7).

Através de Seu profeta, Deus utilizou várias parábolas que retratam a rebeldia de Seu povo e o julgamento pela desobediência – veja a parábola da prostituta infiel (Ezequiel 16).

Ezequiel 15 e 17 não estão diretamente conectados em termos de narrativa contínua, porém, ambos compartilham temas semelhantes e usam metáforas relacionadas à natureza para transmitir mensagens espirituais e teológicas:

• Em Ezequiel 15, Deus compara Israel a uma videira inútil, que, embora recebesse total cuidado, não produziu frutos úteis. A videira inteira foi considerada inútil para qualquer propósito, exceto como combustível ao fogo.
• Em Ezequiel 17, Deus apresenta uma parábola envolvendo duas águias e uma videira. A primeira águia representa Nabucodonosor, rei da Babilônia, enquanto a segunda águia representa o Egito. A mensagem principal aqui é sobre a aliança de Judá com outras nações em busca de proteção, em vez de confiar em Deus, e sobre a eventual desolação e exílio devido à quebra da aliança.

Em Ezequiel 15, o foco da videira está na falta de frutos espirituais, enquanto em Ezequiel 17, o foco está na quebra da aliança e na busca por segurança fora de Deus. Em ambos os casos, o resultado é juízo e desolação sobre Israel.

Assim como Israel enfrentou o juízo de Deus devido à sua idolatria e deslealdade espiritual, os crentes hoje devem evitar colocar qualquer coisa acima de Deus em sua vida e, apesar de qualquer situação, devem permanecer leais a Ele.

Em vez de buscar segurança em alianças com o mundo ou em seus recursos, os crentes devem confiar plenamente em Deus como fonte de proteção e provisão.

Diferentemente de Israel, os crentes devem produzir frutos espirituais para não serem classificados como inúteis para Deus!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2024, 1:00
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Texto bíblico: EZEQUIEL 16 – Primeiro leia a Bíblia

EZEQUIEL 16 – BLOG MUNDIAL

EZEQUIEL 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



EZEQUIEL 16 by Luís Uehara
10 de abril de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/16

Em Ezequiel 16, temos um vislumbre da angústia que os israelitas devem ter sentido quando Deus os confrontou sobre o seu comportamento vergonhoso para com Ele. Através da imagem de uma jovem resgatada das ruas, eles são lembrados de suas origens humildes e de sua ascensão meteórica. Numa linguagem dilacerante, eles são confrontados com o seu comportamento pecaminoso de se afastarem de Deus para buscar outros amantes e prazeres. No entanto, eles vêem que Deus ainda os ama, embora o seu comportamento tenha sido insignificante, na melhor das hipóteses, e como o de uma prostituta, na pior delas.

Ver-nos através das lentes do céu pode ser um desafio para a nossa psique e debilitante para o nosso orgulho, mas redentor na sua natureza. Deus usa imagens poéticas para descrever Seu amor, dor e preocupação por nós, deixando-nos sem palavras. Deus não nos chama para nos defendermos, pois não podemos, mas podemos reconhecer o erro dos nossos caminhos e lembrar do Seu amor redentor por nós. O fato de Deus encerrar o capítulo afirmando que “Ele estabelecerá Sua aliança conosco” é um sinal seguro de Sua graça que deve estimular o amor e a gratidão em nossos corações.

Shaun Brooks
Pastor, Conferência Georgia-Cumberland, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/16
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



EZEQUIEL 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2024, 0:50
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1318 palavras

Segunda parábola: o cântico do amor de Deus. O povo que habitava em Jerusalém é simbolizado por uma bela mulher (duas imagens são entrelaçadas – ela é filha adotiva, mas também esposa). Quando nasceu, estava condenada a morrer, mas Deus cuidou dela e a fez prosperar, tornando-a rica e famosa. Infelizmente, ela se tornou infiel ao Senhor, viveu uma vida desregrada, promíscua e se comportou como uma prostituta, pior que Sodoma e suas filhas (v. 48). Ela não só adorava ídolos, como também ofereceu os próprios filhos a deuses estrangeiros (v. 20, 21, 36; 20:26, 31; 23:37, 39). Sua ingratidão e esquecimento do amor e cuidado divinos são surpreendentes, inacreditáveis. Todavia, Deus sempre estava disponível para ela: perdoando, sendo fiel, estendendo graça. A parábola termina com a esperança de que o Senhor interviria mais uma vez por ela e restabeleceria a aliança eterna (v. 60), pois a mulher se arrependeria (v. 61, 63), muito embora houvesse quebrado a aliança várias vezes (v. 59). Trata-se de uma magnífica história da filha pródiga. Bíblia de Estudo Andrews.

1 A palavra do SENHOR. Parte da linguagem empregada na alegoria é repulsiva a pessoas discretas e que não falam de coisas íntimas de maneira tão direta. Aqueles a quem Ezequiel se dirigia estavam acostumados com essa linguagem e não ficariam chocados. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 686.

3 Amorreu … heteia. Sabe-se que os amorreus habitaram aquela região desde épocas muito antigas, e que os heteus, vindos do norte, se infiltraram na Palestina e ocuparam algumas áreas antes que os hebreus se estabelecessem na terra. … Os primitivos reis que governaram Jerusalém antes da ocupação israelita tinham nomes amorreus e heteus. Foram esses os antecedentes étnicos de Jerusalém. A linguagem de Ezequiel é uma afronta ao povo de Jerusalém que se gabava de ser descendente de Abraão, mas que agia como se descendesse dos antigos habitantes da terra que, mais tarde, veio a constituir Israel. CBASD, vol. 4, p. 686, 687.

4 Quanto ao teu nascimento. O período da história de Israel representado por essa parábola, provavelmente, seja a época de peregrinação no Egito, onde Israel foi estabelecido como nação. CBASD, vol. 4, p. 687.

6 Deus é representado como um viajante que, ao passar, descobre a criatura de aparência repugnante e digna de pena. Apesar da sujeira em que ela se encontra, Ele se apieda dela e lhe salva. CBASD, vol. 4, p. 687.

8 Passando Eu por junto de ti. Esta visita é distinta da outra, quando a nação era infante no Egito, e Deus a abençoou e a fez crescer. Ela então chegou à idade de se casar, e o Senhor ficou noivo dela (ver Jer 2:2). CBASD, vol. 4, p. 687.

Estendi sobre ti as abas do Meu manto. Significando a intenção de conferir à moça a honra do casamento (ver com. [CBASD] de Dt 22:30; Rt 3:9). A referência é ao solene evento no Sinai, quando Yahweh entrou em aliança com os hebreus, que se comprometeram a amar, adorar e obedecer a Deus, com a exclusão de todos os outros deuses rivais (Êx 19:1-9; 24:1-8). CBASD, vol. 4, p. 687.

9 Então, te lavei. A lavagem e a unção eram parte dos preparativos para o casamento (ver Rt 3:3; Et 2:12). CBASD, vol. 4, p. 687.

11 Enfeites. O profeta emprega uma figura oriental e apresenta os enfeites de uma noiva oriental pertencente à realeza. CBASD, vol. 4, p. 688.

13 Chegaste a ser rainha. Provável referência ao tempo de Davi e Salomão, quando o reino de Israel se estendeu desde o Eufrates até “a fronteira do Egito” (ver com. [CBASD] de 1Rs 4:21), e muitos dos reinos vizinhos se tornaram vassalos. Este período foi a era de ouro de Israel. CBASD, vol. 4, p. 688.

14 Por causa da Minha glória que eu pusera em ti. O povo é lembrado de que a prosperidade e a glória não se deviam a qualquer mérito de sua parte. Deviam a Deus tudo que desfrutavam. CBASD, vol. 4, p. 688.

15 Confiaste da tua formosura. Cumpriu-se a previsão de Deuteronômio 32:15 (cf. Os 13:6). Elevado à glória no princípio do reinado de Salomão, Israel começou a confiar em sua grandeza e prosperidade. CBASD, vol. 4, p. 688.

E te entregaste à lascívia. Uma metáfora para descrever as alianças estrangeiras, que objetivavam conseguir vantagens políticas e que Deus havia proibido enfaticamente (Dt 7:2; Jz 2:2), ou para descrever a substituição do culto ao Deus verdadeiro por outra forma de adoração. … A referência aqui é às várias alianças com os pagãos que Salomão iniciou e à subsequente adoção do culto idólatra dessas nações. CBASD, vol. 4, p. 688, 689.

20 Sacrificaste. Referência ao culto a Moloque, que foi uma forma de idolatria comum no último período de Israel [especialmente no reinado de Acazias e Manassés, de Judá] (2Rs  16:3; Sl 106:37; Is 57:5; Jr 7:31, 32). Nesta forma de culto, crianças eram sacrificadas como holocaustos (ver p. 419 [CBASD]), um crime desumano e terrível (ver com. [CBASD] de Lv 18:21; 1Rs 11:7; 2Rs 16:3). CBASD, vol. 4, p. 688.

[Nota: ver mais sobre estes sacrifícios nos comentários sobre 2Rs 23 e Jeremias 7: em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2019/09/13/2-reis-23-comentarios-selecionados-2/ e https://reavivadosporsuapalavra.org/2020/11/02/jeremias-7-comentarios-selecionados-2/).

22 Não te lembraste. Israel é aqui acusado do pecado de ingratidão. A nação desfrutava grandes privilégios e fora exaltada em suas vantagens. Deus não omitiu nada que ajudasse a assegurar seu sucesso. … (Is 5:4). … Os cristãos devem cuidar para não se tornar mesquinhos em suas expressões de agradecimento. Uma proporção muito maior de suas orações devia ser devotada ao louvor dAquele que é a fonte de todas as bênçãos. CBASD, vol. 4, p. 688.

24 Prostíbulo de culto. Em muitas formas de culto da antiguidade, a prostituição assumia um caráter semirreligioso. CBASD, vol. 4, p. 688, 689.

26 Filhos do Egito. Alguns consideram uma referência ao caráter licencioso do culto egípcio. CBASD, vol. 4, p. 689.

De grande membros. Uma figura sem eufemismos que representa o poder do Egito e a força dos soldados egípcios (ver Ez 23:20). CBASD, vol. 4, p. 689.

27 Filisteus. desde os tempo dos juízes, os filisteus foram inimigos persistentes de Israel. Foram subjugados por Davi, mas se tornaram um problema durante o período dos últimos reis. CBASD, vol. 4, p. 690.

28 Filhos da Assíria. Tanto Judá (2Rs 16:7) como Israel (Os 5:13) fizeram aproximações com a Assíria. CBASD, vol. 4, p. 690.

29 Caldeia. Babilônia encerra a lista de nações com as quais Israel se prostituiu. CBASD, vol. 4, p. 690.

35 Ouve a palavra. Após apontar o pecado de Judá, o profeta começa a pronunciar seu castigo, e continua com a mesma linguagem figurativa. CBASD, vol. 4, p. 690.

44 Tal mãe. Um exemplo da tendência oriental de expressar experiências de vida na forma de ditados curtos e vigorosos. … O ditado quer dizer que Israel, apesar de ter se orgulhado de uma ascendência superior, na verdade não era melhor que seus antecessores heteus (ver com. do v. 3). CBASD, vol. 4, p. 691.

47 Não só. O maior pecado teria de ser entendido no sentido de mais culpa por ter tido mais oportunidade. … O castigo mais terrível virá sobre os que tiveram as maiores oportunidades, mas abusaram das misericórdias de Deus e desprezaram as advertências divinas [ver restante do com. CBASD sobre o v. 47].  CBASD, vol. 4, p. 692.

60 Uma aliança eterna. Embora Israel tivesse sido desleal e quebrado a aliança, sua infidelidade não pôde alterar a fidelidade de Deus. Ele estava disposto a entrar num novo relacionamento de aliança assim que eles se arrependessem. Infelizmente, por causa da contínua infidelidade do povo que restou na terra, o cumprimento foi adiado até a era evangélica, quando a permanência da aliança foi assegurada, não mais em base nacional, mas individual [ver mais sobre a aliança do com CBASD sobre o v. 60]. CBASD, vol. 4, p. 693.

61 As mais velhas. O plural mostra que a referência é não apenas a Samaria e Sodoma, mas que estão incluídas todas as nações que aceitassem a nova aliança. CBASD, vol. 4, p. 694.

Tua aliança. A referência provavelmente seja à interpretação errônea de Judá sobre a aliança original de Deus, cujo alcance, conforma o plano do Senhor, devia se estender ao mundo todo, mas de cujos benefícios os judeus excluíram todas as outras nações. CBASD, vol. 4, p. 694.

63 Para que te lembres. O perdão de Deus não apaga a recordação do passado pecaminoso. A vergonha que acompanha tal recordação é uma salvaguarda necessária para a nova experiência. Isso também conserva a consciência da grandeza da salvação (ver PR, 78). CBASD, vol. 4, p. 694.



EZEQUIEL 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de abril de 2024, 0:45
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Não, Deus não estava se referindo à Babilônia neste capítulo, e sim à menina dos Seus olhos: Jerusalém. Naquele tempo muitas meninas que nasciam eram abandonadas à própria sorte, mas Deus usou desta analogia para declarar o Seu amor pelo Seu povo desde o nascimento. Semelhante ao louvor poético do livro de Cantares, Ele não economizou palavras de afeto para descrever a Sua noiva. Com ela, Ele firmou concerto adornando-a com o melhor de Seu reino e cobrindo-a com Sua glória (v.14). Eis que “era tempo de amores” (v.8).

Porém, como uma mulher cujo coração não pertence a seu marido, Jerusalém exaltou-se a si mesma como objeto de cobiça (v.15). A sua fama, ao invés de causar-lhe profunda gratidão por Aquele que a amou primeiro, tornou-se em arrogância e em orgulho. Permitiu que o mesmo sentimento que despertou rebelião no Céu fosse aflorado em seu coração. E mediante a sua formosura, multiplicou a sua prostituição (v.26).

De forma pejorativa, e em linguagem forte, Jerusalém tornou-se um antro de práticas abomináveis, abrindo “as pernas a todo que passava” (v.25). As nações que antes a admiravam, passaram a vê-la como sua igual. Não havia mais diferença entre o povo de Deus e os ímpios, a ponto de sacrificarem seus próprios filhos (v.20) e o Senhor exclamar: “Ai, ai de ti!” (v.23). A falsa adoração a despojou do título de “rainha” eleita (v.13) para o de “meretriz descarada” (v.30). E sobre a sua cabeça recairiam os juízos de Deus segundo o seu procedimento (v.43). Comparada a Sodoma e a Samaria, Jerusalém praticou coisas ainda piores. A soberba e o egoísmo tornaram-na hostil para com as necessidades do próximo (v.49 e 52).

No livro de Apocalipse também encontramos a descrição de uma “grande meretriz” (Ap.17:1). Esta sim, referindo-se a Babilônia. E assim como o provérbio citado em Ezequiel: “Tal mãe, tal filha” (v.44), encontramos algo semelhante na visão de João: “BABILÔNIA, A GRANDE, A MÃE DAS MERETRIZES E DAS ABOMINAÇÕES DA TERRA” (Ap.17:5). A profecia nos revela que há um poder religioso apóstata cuja apostasia gerou filhas e práticas abomináveis ao Senhor. Apesar da degradação de Jerusalém, o seu meretrício cessaria e Deus a conduziria ao arrependimento (v.63). Porém, com relação à Babilônia atual, o chamado ao arrependimento é para todo aquele que dela aceita se retirar: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).

Estamos vivendo em tempos difíceis e decisivos, amados. Deus sempre teve e sempre terá um povo para chamar de Seu. A ruína que sobreveio a Jerusalém foi o resultado da maldade que ali prevalecia. Esquecendo-se dos dias de sua mocidade (v.43), provou das consequências de seu fraco coração (v.30). Pela concupiscência dos olhos e da carne, caiu em profunda crise espiritual, a ponto de adorar a Deus e aos ídolos ao mesmo tempo. Erguida foi a bandeira da insanidade e deposta a verdadeira Bandeira (Êx.17:15).

O urgente e derradeiro chamado de Deus ao Seu povo no tempo do fim não é diferente em seu objetivo. O Senhor deseja estabelecer com o Seu Israel atual “uma aliança eterna” (v.60). As práticas abomináveis aos olhos do Senhor, hoje, não diferem das que levaram Jerusalém à queda. Inseridos em um mundo onde a máxima é de que não há verdade absoluta, a humanidade pensa ter aberto um terceiro caminho, quando a Bíblia é bem clara ao afirmar que só existem dois (Dt.30:15; Mt.7:13-14). E nesta busca insaciável pelo prazer a qualquer custo, o homem ergue em seu fraco coração ídolos que jamais conseguirão preencher o espaço que só o Eterno é capaz de preencher (Ec.3:9).

Deus está chamando homens que, semelhante a Josué, assumam o sacerdócio do lar e declarem firme e corajosamente ao mundo: “se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais […] Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Deus está chamando mulheres que não temam a pressão feminista e, como mulheres virtuosas (Pv.31:10), assumam a sua “missão de mãe” (1Tm.2:15) como uma sagrada e santa obra, e vivam como mulheres genuinamente piedosas (1Tm.2:9-10). Deus está chamando filhos que, à semelhança de José, honrem a seus pais e ao Senhor a despeito das tentações que os assaltam e das más influências que os rodeiam (Gn.39:12).

Creio estarmos vivendo o tempo para o cumprimento das palavras do profeta: “Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a terra com maldição” (Ml.4:6). Não é sem razão que as famílias têm sido bombardeadas por Satanás através dos inúmeros artifícios midiáticos. Precisamos blindar a nossa casa com oração e sabedoria. Precisamos, como Jacó, nos agarrar às vestes do Senhor e não deixá-Lo ir enquanto há graça. Então, quando os juízos de Deus vierem com ímpeto jamais visto, “serás salvo, tu e a tua casa” (At.16:31).

Senhor, estamos vivendo em dias semelhantes aos dias de Noé e aos de Ló. Há corrupção e apostasia por todos os lados. Não permite que estejamos no meio de tudo isso por escolha própria, pois eis que a Tua vontade é que nos retiremos para lugares de comunhão e não nos associemos com a impiedade. Mas enquanto muitos de nós ainda estamos habitando em lugares não favoráveis, ajuda-nos, Senhor, a não nos corrompermos tal foi com José no Egito e Daniel e seus amigos em Babilônia. Dá-nos a perseverança dos santos e a confiança de que, se dermos o passo da fé que deu Abraão, em obediência à Tua Palavra, o Senhor nos guiará em segurança para a Canaã Celestial. Que aonde estivermos, sejamos Tuas testemunhas, conduzindo muitos à justiça! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, famílias benditas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Ezequiel16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



EZEQUIEL 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de abril de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

EZEQUIEL 16 – Exilado com os judeus, o profeta Ezequiel recebe uma visão vívida de Deus. Ele recebeu ordem para que expressasse a infidelidade de Israel através de uma alegoria:

• Uma criança abandonada (Ezequiel 16:1-5). O povo de Deus é comparado a um bebê abandonado; mas Deus relembra como Israel foi resgatado da miséria e abençoado.
• Uma adolescente ingrata (Ezequiel 16:6-14). Deus recorda como Israel cresceu e floresceu como uma bela adolescente; mas embora fosse adornada com as preciosas bênçãos de Deus, tornou-se orgulhosa, vaidosa e rebelde.
• Uma jovem prostituta (Ezequiel 16:15-59). Apesar de tudo o que Deus fez por Sua noiva, Israel prostitui-se com nações idólatras, abandonando a aliança com Deus; por isso, Deus revela as consequências da infidelidade espiritual: Julgamento e destruição.
• Uma adúltera perdoada (Ezequiel 16:60-63). Mesmo diante da traição, prostituição e adultério de Israel, Deus promete restauração e renovação. Apesar da infidelidade na aliança espiritual de Seu povo, Deus mostra Sua fidelidade inabalável ao restabelecer a aliança com Israel.

Mais do que expor a condição imoral, perversa e corrupta de Seu povo, Deus pretende revelar Seu caráter fantástico, extraordinário e inigualável. Esta alegoria expõe a imensurável fidelidade e graça de Deus frente à terrível desgraça e horrível condição moral do povo, que fora graciosamente separado para ser bênção e exemplo para outras nações, mas falhou terrivelmente.

• Como Sodoma em sua depravação moral e perversão sexual, Israel envolveu-se em práticas imorais, inclinou-se para os ídolos e abandonou a aliança com Deus.
• Como Samaria, a capital do reino de Israel do Norte, que na sua rebeldia tornou-se infiel a Deus envolvendo-se em idolatria e perversão religiosa, os Judeus seguiram por esse mau caminho.
• Os assírios são mencionados brevemente como parceiros em aliança e práticas promíscuas com Israel (Ezequiel 16:28).
• Os cananeus exerceram forte influência com suas práticas pagãs e rituais impuros levando Israel a desobedecer a Deus e Seus mandamentos.
• A referência às filhas de Faraó revela a prostituição política apontando a profundidade da perversidade, imoralidade e infidelidade atingida pelo povo de Deus.

É sensato evitar ser corrompido pelas práticas e valores do mundo; para isso, precisamos manter-nos afastados do pecado e buscar viver uma vida consagrada ao Deus gracioso, mesmo que isso signifique ir contra a correnteza da cultura secular!

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



EZEQUIEL 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
9 de abril de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: EZEQUIEL 15 – Primeiro leia a Bíblia

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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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