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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/23
Esta parábola vívida revela o espírito mundano de Israel e a confiança nas alianças mundanas, através da história de duas mulheres rebeldes. Oolá e Oolibá envolvem-se com diversos amantes: assírios, babilônios, egípcios e caldeus. Mas as chamas do seu amor se voltarão contra eles, os roubarão e os ferirão cruelmente. As irmãs representam Samaria e Jerusalém (v. 4). Seus amantes representam as nações vizinhas. Israel confiou na força dessas nações em vez de confiar em Deus. A associação com as nações teve o efeito de derrubá-las em vez de elevar as outras. Ezequiel repreende sem rodeios a idolatria, o assassinato de crianças, a irreverência e a violação do sábado (vv. 37-39).
Aplicando esta mensagem, lembramo-nos da importância das parcerias. Nossos amigos podem nos influenciar de maneira certa ou errada. Escolher o círculo certo de associados é importante. “Em vossos negócios, nas amizades das horas de lazer, e no casamento, que todas as relações sociais que tiverdes sejam empreendidas com fervorosa e humilde oração. Mostrareis assim que honrais a Deus e Deus vos honrará a vós.” (A Ciência do Bom Viver, p. 513).
Barry Kimbrough
Pastor, Brookings, Igrejas Adventistas de Gold Beach, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/23
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1516 palavras
Parábola sobre duas irmãs adúlteras: Oolá representa Samaria; Oolibá, Jerusalém. A despeito de … não carecerem de nada, elas se tornaram prostitutas, desejaram alianças políticas com nações estrangeiras e tiveram um comportamento ainda pior do que tais nações (a idolatria é comparada à prostituição religiosa). Com ricas metáforas e alusões vívidas, é explicada a história sombria do povo de Deus: o juízo divino era inevitável e inescapável. Bíblia de Estudo Andrews.
O cap. 23 apresenta uma extensa alegoria cujo propósito primário é mostrar a pecaminosidade de Judá. A alegoria é semelhante à do cap. 16, embora haja algumas diferenças. O tema principal desta alegoria são as alianças políticas com nações estrangeiras. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 723.
Ezequiel continuou sua discussão sobre as razões do julgamento de Deus contando outra alegoria. Ele comparou os reinos do norte e do sul a duas irmãs que se prostituíram. Os orgulhosos cidadãos de Jerusalém há muito tempo desprezavam sua cidade irmã, Samaria, pensando que eles eram superiores. Mas Deus chamou essas duas cidades de prostitutas – um choque para o povo de Jerusalém, que pensava que eram justos. Assim como a imaginação desta mensagem era chocante e desagradável para as pessoas, nossos pecados são repudiados a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
Este capítulo é uma das mais violentas acusações que já foi lançada contra uma nação. Qualquer busca de alianças internacionais com a Assíria, ou Egito, ou Babilônia (vv 3,5 e 15), nas quais os israelitas receberiam vantagens carnais em troca da aceitação da idolatria dessas nações pagãs, era adultério contra a fidelidade a Deus. Bíblia Shedd.
2 Uma só mãe. As duas cidades, Samaria e Jerusalém, tinham a mesma mãe, o povo hebreu. Possuíam ancestrais comuns. CBASD, vol. 4, p. 723.
3 Na sua mocidade. Para o propósito da parábola, elas são representadas como se fossem distintas mesmo durante o período da peregrinação no Egito. Foi na “mocidade”que elas se afastaram de Deus. Nesse tempo, a nação de Israel era ainda considerada solteira. O casamento com Yahweh ocorreu por ocasião da aliança no Sinai. CBASD, vol. 4, p. 723.
4 Oolá. Heb. aholah, significa “tenda dela”. A tenda é o tabernáculo erguido nos altos para adorar os ídolos e para praticar adultério, que fazia parte deste culto; que é “dela”própria, significando que, desde a separação das dez tribos, Israel deliberadamente escolhera sua própria religião (1Rs 12.25-33) que, aliás, logo se entregou ao paganismo de Tiro, 1Rs 16.29-34. Bíblia Shedd.
Samaria instituiu seu próprio culto, em vez de permitir que o povo fosse ao templo (1Rs 12:26-33). CBASD, vol. 4, p. 723.
Oolá … foi atraída para longe de Deus pelos arrojados assírios – suas roupas da moda e posições poderosas. As pessoas cobiçavam juventude, força, poder, riqueza e prazer – as mesmas qualidades que as pessoas pensam que lhes trarão felicidade hoje. Mas os encantadores assírios afastaram Israel de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
Oolibá. Heb aholibah, significa “minha tenda está nela”. É Jerusalém, a cidade onde o tabernáculo de Deus, seguindo as instruções dadas para a tenda no deserto, foi erguido em forma de um templo permanente, o lugar aonde os israelitas fluíram para dirigir suas súplicas à presença divina (1 Rs 8.22-53). Há uma grande diferença entre a religião inventada pelo homem e a revelada pela do Senhor. Mas ai de quem, tendo aprendido a verdadeira religião, torna-se infiel (Hb 10.28-29); ficará como Oolibá, tida como pior do que Oolá (16.25). Bíblia Shedd.
Foram minhas. Ambas professavam lealdade ao verdadeiro Deus. CBASD, vol. 4, p. 723.
9 Por isso, a entreguei. Ver 2Rs 17:5, 6. A história de Samaria é brevemente recapitulada, porque a nação não mais existia, e é usada como base de comparação para a descrição mais detalhada da loucura de Judá. CBASD, vol. 4, p. 723.
10 Eles lhe arrancaram as roupas, deixando-a nua. Referência à queda de Samaria diante dos Assírios em 722-721 a.C. Bíblia de Estudo NVI Vida.
11-49 Assim como Oolibá foi privilegiada e deveria ter melhor conhecimento, nós, hoje, somos privilegiados porque conhecemos a Cristo. Precisamos estar duplamente seguros de que O seguimos. Life Application Study Bible Kingsway.
12 Filhos da Assíria. São exemplos disso a aliança de Acaz com Tiglate-Pileser a fim de obter ajuda contra os siros e os israelitas (2Rs 16:7-9), e a tentativa de Ezequias de oferecer dinheiro a Senaqueribe para que se retirasse, enquanto, ao mesmo tempo, confiava no auxílio do Egito (2Rs 18:14, 21). CBASD, vol. 4, p. 723.
13 De ambas. Ambas as irmãs seguiram a mesma conduta. CBASD, vol. 4, p. 723.
14 homens desenhados numa parede. Ficar excitada por quadros era perversão maior ainda (v. 16.17 e nota). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 Enojada, os deixou. Judá se enfadou da aliança com Babilônia e foi buscar a ajuda do Egito. Os v. 17 a 19 descrevem essa política vacilante (ver 2Rs 24; 25). CBASD, vol. 4, p. 723.
Tão acostumada à intriga internacional, à traição e à rebelião era a nação judaica, que o próprio fato de contrair uma aliança lhe fez odiar os novos aliados. Bíblia Shedd.
No início, Judá fez uma aliança com a Babilônia (Caldeia), mas mudou de ideia. Durante os reinados dos dois últimos reis da Judéia, Jeoiaquim e Zedequias, Judá buscou ajuda no Egito. A infidelidade de Judá (suas alianças com nações ímpias) custou-lhe a única proteção real que já tivera – Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
18 A Minha alma se alienou. O Senhor se cansou de Judá e Se afastou dela com repugnância. CBASD, vol. 4, p. 723.
20 Amantes. Do heb. pilagshim, palavra comumente usada para concubinas (Gn 22:24; 2Sm 3:7). A referência é aos príncipes egípcios de quem Judá buscou favor. CBASD, vol. 4, p. 723.
21 “Lascívia” é promiscuidade (veja também 23: 27-29) – dar favores sexuais em vez de ser fiel a um cônjuge ou a Deus. Pensamos que não somos espiritualmente promíscuos, mas muitas vezes passamos mais tempo buscando conselhos em revistas, anúncios de televisão e especialistas não cristãos do que em Deus e sua palavra. Life Application Study Bible Kingsway.
25 Cortar-lhe-ão o nariz. A mutilação de prisioneiros era praticada tanto por assírios quanto babilônios. De acordo com Diodoro Sículo (i.78), os egípcios puniam a adúltera cortando fora o seu nariz. CBASD, vol. 4, p. 724.
28-31 Os v. 28 a 31 descrevem a punição de Jerusalém mediante a figura da punição de uma prostituta. CBASD, vol. 4, p. 724.
28 Deixaste. A referência imediata é a rebelião do rei Zedequias contra os caldeus que, segundo v 29 e 2 Cr 36.10-21, não hesitaram em lhe aplicar uma punição à altura da traição. Bíblia Shedd.
32 Beberás. Isto é, a taça da ira (ver Is 51:17; Jr 25:15). CBASD, vol. 4, p. 724.
O copo de tua irmã. Beber o copo é uma expressão bíblica que quer dizer “participar plenamente da [mesma] sorte”. Aqui significa sofrer o mesmo fim trágico que coube a Samaria (2 Rs 17.3-6). Bíblia Shedd.
34 E lhe roerás os cacos. Uma figura enfática que expressa o desespero dos judeus no dia do sofrimento. CBASD, vol. 4, p. 724.
35 Como te esqueceste de mim. O esquecimento é um elemento-chave no desrespeito ao Senhor e a sua aliança. Com frequência, é mencionado como o pecado do povo (Dt 4:23; 8:11, 14, 19; 9:7; 2Rs 17:38; Pv 3:1; Is 65:11; Jr 23:27). Deus sempre é fiel e não se esquece de seus filhos (Dt 4:31; Is 49:15). Bíblia de Estudo Andrews.
36 Julgarás … ? Ver Ez 20:4; 22:2. Aqui se inicia uma nova seção. O profeta resume os pecados de Oolá e Oolibá, mas de um ponto de vista diferente dos v. 1 a 22. Ele menciona três elementos característicos: o culto a Moloque (v. 37), a profanação do templo (v. 38) e a transgressão do sábado (v. 38). CBASD, vol. 4, p. 724.
39 No mesmo dia. Os judeus eram tão audaciosos na idolatria que, no mesmo dia em que queimavam os filhos a Moloque, no vale do Hinom, hipocritamente se apresentavam como adoradores do templo de Yahweh (ver Jr 7:9, 10). CBASD, vol. 4, p. 724.
Os costumes pagãos de Canaã eram tão profundamente arraigados na mente dos hebreus os quais nem se reconheceram como infiéis a Deus, devido à observância das liturgias, tradições, costumes e crendices do ambiente em que viviam. Bíblia Shedd.
39 Os israelitas chegaram ao ponto de sacrificar seus próprios filhos aos ídolos e depois sacrificar ao Senhor no mesmo dia. Isso tornou a adoração uma zombaria. Não podemos louvar a Deus e pecar voluntariamente ao mesmo tempo. Isso seria como comemorar o aniversário de casamento e depois ir para a cama com um vizinho. Life Application Study Bible Kingsway.
40 Mandaram vir uns homens. O verbo hebraico sugere que o ato era habitual, isto é, mandavam vir vez após vez esses homens. CBASD, vol. 4, p. 724.
Coloriste os olhos. Os antigos usavam antimônio em pó, que tem cor preta, para delinear e destacar a parte branca dos olhos a fim de a mulher parecer mais bela e sedutora (ver com. [CBASD] de 2Rs 9:30). CBASD, vol. 4, p. 724.
41 Num suntuoso leito. Ou, “num suntuoso divã”, usado para o indivíduo se reclinar numa festa (ver com. [CBASD] de Ct 3:7; Mc 2:15). CBASD, vol. 4, p. 724.
42 Bêbados. O profeta parece enfatizar a degradação progressiva da cidade prostituída: homens de classe baixa e bêbados são abraçados por ela. CBASD, vol. 4, p. 724.
45 Culpa de sangue. Pecado passível de morte (Lv 20.10-17). Bíblia Shedd.
47 Apedrejará. Há aqui uma mescla da alegoria com a realidade. O apedrejamento era a punição legal para o adultério (Lv 20:2, 10; Dt 22:22, 24), mas a destruição real de Jerusalém seria pela espada. CBASD, vol. 4, p. 724.
48 Todas as mulheres. Isto é, todas as nações, para quem Israel serviria como advertência e como exemplo assustador. CBASD, vol. 4, p. 724.
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“O castigo da vossa luxúria recairá sobre vós, e levareis os pecados dos vossos ídolos; e sabereis que Eu sou o Senhor Deus” (v.49).
Ambos os nomes, Oolá e Oolibá, significam “habitantes de tendas”. Referindo-se à condição inicial de Israel como peregrina no deserto, o Senhor expôs a tamanha degradação em que havia chegado. Desprovidas de qualquer pudor, as “mulheres depravadas” (v.44) extrapolaram todos os limites por Deus estabelecidos. Inflamaram-se com os deuses das nações pagãs e folgaram em participar de “suas impudicícias” (v.14). E aquela que deveria ser a capital da salvação, transformou-se em “copo de espanto e de desolação” (v.33).
A dura realidade dos reinos do Norte e do Sul rompia as fronteiras e alcançava os demais povos desfigurando a imagem para a qual foram criados. Seus filhos eram entregues nas mais terríveis cerimônias ritualísticas de sacrifício, “para serem consumidos pelo fogo” (v.37). O juízo viria sobre Samaria e Jerusalém e, por mais que fossem externamente adornadas (v.40), seu interior as condenava.
O cenário atual do mundo tem apresentado uma geração cujos valores destoam completamente dos princípios estabelecidos por Deus em Sua Palavra. Multidões têm vivido sob o manto de uma religiosidade sem essência. Pensam estar no caminho certo, quando, na realidade, estão bem longe da verdadeira piedade. E, seguindo neste caminho tenebroso, pais têm sacrificado seus filhos no altar dos “deuses” deste século.
A consequência disto? Acesse os principais sites de notícias e você descobrirá que estamos vivendo em tempos de uma apostasia sem precedentes. Tudo o que foi dito ao profeta em linguagem tão chocante, parece que hoje não tem o mesmo impacto. O que antes era um escândalo, hoje já é aceito abertamente. O que era censurado, hoje é liberdade de expressão. O que era condenado, hoje é aceito como um modo diferente de se viver. Enquanto isso, Satanás avança em seus esforços por enfraquecer o povo de Deus e inabilitá-lo para o reino dos céus, fazendo-o esquecer que entre a prostituta e a noiva virgem há um espaço do tamanho de um abismo.
O povo de Israel foi castigado pelas próprias coisas abomináveis que fez (v.30). Misturavam o santo com o profano, o imundo com o limpo e esperavam, ainda assim, pelas bênçãos do Senhor. Deus é “Santo, Santo, Santo” (Ap.4:8). Quando o povo de Deus compreender que tudo em nossa vida deve ser espiritual, que nossas escolhas definirão o nosso destino eterno, então este mundo será abalado por tochas acesas pelo Espírito Santo que, sob o estandarte do Rei da Glória, brilharão com a intensidade do brilho que envolvia a face de Moisés ao encontrar-se com Deus.
Não se acostume com este século e não se amolde a esta perversa geração, mas “transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). A nossa redenção se aproxima, amados! É tempo de profundo exame do coração e de genuíno arrependimento. É tempo de orar como nunca antes e de fazer da Bíblia o nosso guia seguro, pois disso depende o nosso futuro eterno.
Santo, Santo, Santo, nosso Deus e Soberano Senhor, bendito seja o Teu nome que assina as Sagradas Escrituras com autoridade eterna! Oh, Pai, que a Tua bondade nos conduza ao genuíno arrependimento e que o Teu Espírito nos capacite com o poder do alto para andarmos com Jesus sem olhar para trás! Decisões sérias e definitivas precisam ser tomadas. Temperamentos precisam ser modificados. Gostos e apetites precisam ser transformados. Mas nada disso é possível se não for pelo poder eficaz de Tua graça. Ajuda-nos, Senhor! Ensina-nos a orar até que cada respiração seja uma prece! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, genuínos adoradores!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel23 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 23 – As séries de visões e mensagens proféticas de Ezequiel não apenas retratam a realidade histórica de seu tempo; elas também carregam significados teológicos profundos para todos os tempos.
Na seção, o profeta concentra-se em quatro acontecimentos primordiais que têm implicações teológicas significativas para a compreensão do plano de Deus e do Seu relacionamento com Seu povo; os quais são:
• O triste fim da cidade de Jerusalém (Ezequiel 22:1-31). A cidade que deveria ser um lugar santo e um reflexo da presença da verdadeira divindade, tornou-se centro de iniquidade. A corrupção e a injustiça corroeram o povo de Jerusalém – cidade que chegava ao seu fim. A queda de Jerusalém revela-nos a importância da integridade moral e espiritual. Deus é santo e justo, por isso não tolera o pecado. Como Seu povo hoje, somos chamados a viver de forma justa e fiel, refletindo a santidade divina em nossa vida.
• O lamentável fim do Reino de Judá (Ezequiel 23:1-49). Utilizando-se da metáfora de duas irmãs infiéis, Oolá e Oolibá, para descrever a infidelidade de Israel e Judá, o profeta aborda o adultério espiritual – alianças com nações pagãs e adoração a ídolos – como razões para o fim da nação judaica. Este relato sagrado mostra-nos que Deus deseja um relacionamento de amor e compromisso sério conosco, e, a infidelidade espiritual tem consequências mais graves que a infidelidade conjugal.
• O fim de uma ilusão (Ezequiel 24:1-14). Através de uma panela fervente ilustrando a iminente destruição de Jerusalém, o profeta revela a ilusão da segurança e prosperidade que seriam dissipadas com o juízo divino.
• O fim do casamento do profeta (Ezequiel 24:15-27). A interrupção do casamento de Ezequiel devido à morte de sua esposa revela-nos que mesmo pelas consequências da infidelidade de Seu povo, Deus continua nos amando, ansiando que O reconheçamos como Senhor.
Considerando ainda Ezequiel 23, destacamos que:
• A história das duas irmãs adúlteras lembra-nos da importância de mantermos nossa íntima relação com Deus de forma íntegra, e, evitar sermos seduzidos por tentações e influências que nos afastam dos Seus maravilhosos caminhos retos.
• A lealdade e a integridade são fundamentais para construir relacionamentos saudáveis e duradouros, tanto sociais quanto espirituais.
• Devemos priorizar a Deus em nossa existência e fugir de qualquer forma de idolatria e desobediência…
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 22 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/22
Tudo ao nosso redor ultimamente grita uma urgência que muitas vezes passa despercebida pelas mesmas pessoas que deveriam alertar o mundo sobre um julgamento e uma sentença que é inevitável. No entanto, sofremos em particular com uma sensação de desamparo, à medida que os alarmes que deveriam ser ouvidos são abafados pelo barulho da agitação do mundo que avança e das igrejas que se sentem não lideradas, não pastoreadas, ineficientes e sabotadas pela falsa adoração.
Noutras frentes, os líderes parecem estar num misto de sobrecarregados e desorganizados, ocupados com programas e incapazes de compreender que menos poderia ser mais.
Como foi nos dias de Noé – os casamentos e a construção e de repente vem aquele dilúvio há muito previsto. No entanto, despercebido.
Uma coisa é certa. Jeová estabeleceu todas as previsões para garantir que Suas criaturas tenham a oportunidade de evitar constrangimento e destruição. A ira de Deus é tão certa quanto Seu poder e desejo de salvar. Sua misericórdia dura para sempre, mas Ele detesta o pecado.
A rebelião e as abominações desta era são suficientes para encher o Seu cálice de indignação e quem pode resistir? Estamos ferindo nosso Criador e Salvador. Muitos estão escolhendo mal que Ele destruirá.
Que possamos trilhar o caminho solitário, reto e estreito com Jesus.
Kendol Bacchus
Pianista – Música e Missões, São Vicente e Granadinas
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/22
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1164 palavras
O cap. 22 pode ser dividido em três partes: os v. 1 a 6, que são uma lista dos pecados de Jerusalém; os v. 17 a 22, que apresentam uma parábola extraída do refino de metais; os v. 23 a 31, que falam da corrupção geral que permeia todas as classes sociais. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 718.
2 Cidade sanguinária. Os assassinatos judiciais e o oferecimento de crianças a Moloque, sem dúvida, estavam entre os crimes que deram a Jerusalém este título. CBASD, vol. 4, p. 718.
3 Para que venha o seu tempo. O tempo de punição. CBASD, vol. 4, p. 718.
5 As que estão perto. A referência é, sem dúvida, às cidades próximas e distantes. CBASD, vol. 4, p. 718.
6 Segundo o seu poder. Os príncipes de Judá desconsideravam a justiça e governavam segundo seus caprichos. CBASD, vol. 4, p. 718.
Derramar sangue. A frase ocorre três vezes (v. 6, 9, 12). Ela encabeça três enumerações dos pecados de Israel; na primeira, são mencionados pecados de desumanidade e profanação (v. 6-8); na segunda, pecados de idolatria, incesto e lascívia (v. 9-11); na terceira, pecados de avareza e cobiça (v. 12). CBASD, vol. 4, p. 718.
13 Bato as Minhas palmas. Aqui, um gesto de indignação (ver Ez 6:11; 21:14, 17). CBASD, vol. 4, p. 718.
16 Serás profanada. Versões antigas colocam o verbo na primeira pessoa: “Serei profanado através de ti à vista das nações” (ver Ez 20:9; 36:20). CBASD, vol. 4, p. 718.
17-22 Os v. 17 a 22 são uma parábola baseada no processo de derretimento da prata. A fornalha é Jerusalém (v. 19). O povo é o metal (v. 20) que demonstrou ser escória (v. 18). CBASD, vol. 4, p. 718.
23-31 Os v. 23 a 31 constituem a terceira seção do capítulo (ver com. do v. 1). Apresentam outra enumeração dos pecados de Israel, indicando que neles todas as classes sociais estavam envolvidas. CBASD, vol. 4, p. 719.
25 Conspiração dos seus profetas. Os falsos profetas já haviam sido denunciados no cap. 13. A obra deles era um contínuo estorvo à obra dos verdadeiros profetas. Não é de se admirar, em vista das declarações contraditórias de ambos os grupos, que o povo estivesse confuso e que achasse uma desculpa plausível para não obedecer às instruções divinas.
A mesma confusão existe no mundo religioso hoje. Devido ao fato de haver diversas ramificações cristãs, e de que pode haver pessoas piedosas em diferentes segmentos religiosos, muitos concluem que, afinal, faz pouca diferença em que se crê.
O único antídoto seguro contra a influência dos falsos profetas é saber, por meio de investigação pessoal, o que é a verdade. Não é seguro depender da pesquisa, das opiniões ou da sabedoria de qualquer outra pessoa (OP, 30; T5, 686; GC, 593, 594.
Devido à previsão do aparecimento de muitos falsos profetas nos últimos dias, Jesus repetidamente advertiu contra os enganos sutis (ver Mt 24:4, 5, 11, 24). Ele menciona que esses profetas enganariam, “se possível, os próprios eleitos”(Mt 24:24). Diz também que recorreriam a “grandes sinais e prodígios”, um recurso quase inexistente no tempo de Ezequiel.À medida que o grande dia do Senhor se aproxima, Satanás tem intensificado os esforços na obra do engano. Cada vez mais, à medida que os anjos celestiais vão soltando os “ventos”da Terra, ele assumirá o controle do mundo. Sob a aparência de religião e por meio de milagres ele aumentará o domínio sobre os habitantes do planeta.
“E adorá-la-ão todos os que habitam sobre a Terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap 13:8). Portanto, precisamos de um conhecimento pleno das Escrituras para distinguir entre o falso e o verdadeiro (GC, 593, 594). CBASD, vol. 4, p. 719.
26 Transgridem a Minha Lei. Era trabalho especial dos sacerdotes dar instruções sobre os requisitos divinos e observar e ensinar a distinção entre o santo e o profano (Lv 10:10), bem como instruir o povo quanto à adequada observância do sábado. Em tudo isto, no entanto, eles eram infiéis. CBASD, vol. 4, p. 719.
Escondem os olhos. Esta acusação encontra notável paralelo no contexto dos últimos dias. As profecias do Apocalipse (12-14) sugerem que Deus requer uma reforma em relação ao verdadeiro dia de descanso, o sábado do sétimo dia. Esta reforma deve preparar o mundo para a segunda vinda de Cristo. A mensagem tem sido proclamada. A reação tem sido a mesma que a dos dias de Ezequiel: as pessoas escondem os olhos da obrigação de observar o o verdadeiro dia de repouso; tapam os ouvidos frente às claras evidências bíblicas e declaram: “Não penso assim”. CBASD, vol. 4, p. 719.
27 Príncipes. Do heb. sarim, membros da classe governante e chefes das famílias importantes. CBASD, vol. 4, p. 719.
28 Profetas lhes encobrem … visões falsas … mentiras. Ver com. [CBASD] de Ez 13:10. Há vozes no mundo religioso para apoiar quase todo tipo de crença.
Alguns critérios ajudam a distinguir entre o que é representado pela “cal” e o que é genuíno. Esses critérios devem ser usados para testar qualquer crença que supostamente afirme basear-se na Bíblia. Servem também como um sistema de orientação para a pesquisa bíblica, prevendo falsas conclusões.
1. A Bíblia deve ser estudada com oração. … A prática correta da oração coloca a pessoa em condições de receber a verdade celestial.
2. É preciso haver disposição para seguir a luz revelada (Jo 7:17). … Deus reserva a compreensão da verdade aos que estão dispostos a andar na luz que lhes ilumina a mente. A recusa obstinada de andar nesta luz fecha a porta para uma compreensão mais plena da verdade.
3.O texto bíblico deve ser interpretado segundo o contexto geral de toda a Escritura. Corretamente entendida, a Bíblia não se contradiz. Se a conclusão de uma passagem fica em contradição com outra passagem, essa conclusão deve ser reestudada. … .
4. A Bíblia deve ser interpretada à luz de seu próprio contexto. O estudante deve notar cuidadosamente o contexto da passagem em consideração a fim de descobrir do que o texto trata especificamente. … .
5. A Bíblia deve ser sua própria intérprete. Muitas vezes o Espírito Santo não dá uma interpretação imediata do símbolo empregado, mas é de se esperar que o mesmo Espírito explique em outra parte a linguagem obscura para que as pessoas compreendam o significado. …
Em resumo, o procedimento adequado para se descobrir o que a Bíblia ensina é tomar tudo o que ela diz sobre o assunto em questão antes de tirar qualquer conclusão. Atentar para o quadro completo envolvido impede conclusões apressadas e mesmo uma interpretação antibíblica. CBASD, vol. 4, p. 719, 720.
29 O povo da terra. A acusação passa ao povo comum. CBASD, vol. 4, p. 720.
30 Busquei … um homem. Ver Jr 5:1. CBASD, vol. 4, p. 720.
E se colocasse na brecha. Deus chama pessoas para reparar a brecha na lei de Deus. … Acerca dos que empreendem essa tarefa, declara-se: “Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável” (Is 58:12). CBASD, vol. 4, p. 720.
31 O fogo do Meu furor. Esta é obviamente uma linguagem figurativa, na qual os vários juízos de Deus são retratados como fogo. O fogo consome, e o efeito desses juízos é o de consumir aqueles sobre quem eles forem derramados. No fim dos tempos, os que rejeitam a misericórdia divina experimentarão o fogo literal (Ap 20:9). CBASD, vol. 4, p. 720.
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“Busquei entre eles um homem que tapasse o muro e se colocasse na brecha perante Mim, a favor desta terra, para que Eu não a destruísse; mas a ninguém achei” (v.30).
Costumamos fazer listas para muitas coisas. Geralmente, fazemos lista de compras, por exemplo, para não esquecer nenhum item necessário. No capítulo de hoje, Deus também fez uma lista com a mesma finalidade: “Faze-lhe conhecer, pois, todas as suas abominações” (v.2). A rebelião de Israel e as abominações que praticava fizeram com que esquecesse do que realmente importava: “mas de Mim te esqueceste, diz o Senhor Deus” (v.12). A apostasia da nação eleita foi a razão de sua própria ruína. Em sua lista de abominações, um era o motivo pelo qual a apostasia havia se instalado: a desobediência aos mandamentos de Deus. Acompanhem comigo:
1. Idolatria (v.3): quebra do 1° e do 2° mandamentos (Êx.20:3-6);
2. Infamação ao nome de Deus (v.5): quebra do 3° mandamento (Êx.20:7);
3. Profanação do sábado do Senhor (v.8 e 26): quebra do 4° mandamento (Êx.20:8-11);
4. Desprezo pelo pai e pela mãe (v.7): quebra do 5° mandamento (Êx.20:12);
5. Derramamento de sangue (v.3): quebra do 6° mandamento (Êx.20:13);
6. Imoralidade sexual (v.10 e 11): quebra do 7° mandamento (Êx.20:14);
7. Exploração por extorsão (v.12): quebra do 8° mandamento (Êx.20:15);
8. Calúnia (v.9): quebra do 9° mandamento (Êx.20:16);
9. Cobiça (v.11 e 25): quebra do 10° mandamento (Êx.20:17).
O descaso para com a Lei de Deus fez da casa de Israel uma escória entre as nações (v.18). Escolhida para fazer a diferença como povo da aliança do Senhor, seus líderes eram os primeiros a transgredir a Lei e a profanar as “coisas santas” (v.26). Entre “o santo e o profano” e entre “o imundo e o limpo” não faziam mais diferença; “e, assim” o Senhor era “profanado no meio deles” (v.26). Eram todos “como lobos que arrebatam a presa para derramarem o sangue, para destruírem as almas e ganharem lucro desonesto” (v.27). Prediziam mentiras afirmando que o Senhor havia dito, “sem que o Senhor tenha falado” (v.28).
A pergunta é: estamos longe daquela realidade? A igreja cristã tem sido alvo de duros ataques por parte de líderes religiosos que, sob a bandeira de falsas doutrinas, lançam por terra o “assim diz o Senhor” a fim de praticarem extorsão. “Andam roubando” (v.29) e criam uma imagem distorcida acerca da verdadeira piedade cristã. O apóstolo Pedro, inspirado por Deus, já nos havia advertido acerca destes falsos mestres: “E muitos seguirão as suas práticas libertinas, e, por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também, movidos por avareza, farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado há longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme” (2Pe.2:2-3).
O evangelho de Cristo é pregado com o terrível engano de que, debaixo da graça, estamos “livres” para ignorar os mandamentos de Deus. Hoje lemos a que desgraça é levada uma nação pela desobediência. Jesus mesmo deixou bem claro que a Sua vida na Terra não tinha o objetivo de revogar a Lei, mas de cumpri-la (Mt.5:17) “e fazê-la gloriosa” (Is.42:21). A Lei que lembra o fim da escravidão do povo de Deus, “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão” (Êx.20:2), é a mesma que Tiago chama de “lei da liberdade” e pela qual seremos todos julgados (Tg.2:12). “Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tg.2:10).
A maravilhosa graça de Jesus nos liberta do pecado e nos habilita a obedecer aos Seus mandamentos por amor. Pois “todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado” (1Jo.3:9). E o que é o pecado? “O pecado é a transgressão da lei” (1Jo.3:4). Quando entregamos íntegra e sinceramente o nosso coração a Jesus, Ele perdoa os nossos pecados, olha para nós com olhar de compaixão e nos dá a seguinte ordem: “vai, e não peques mais” (Jo.8:11). Ao contrário do que a maioria tem pregado nos púlpitos com o fim de ajuntar multidões, o evangelho de Cristo é aquele que escandaliza as multidões (Jo.6:61 e 66).
Eis que está às portas o grande Dia do Senhor e, “muitos, naquele dia” (Mt.7:22) hão de reivindicar o seu lugar no Reino dos Céus por causa de suas obras, mas Jesus deixa bem claro que nem todo o crente professo “entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de Meu Pai, que está nos céus” (Mt.7:21). Não compactuemos, portanto, da triste situação de Israel! Que, pela graça de Jesus, sejamos aquele “um homem” ou mulher fiel a quem Deus procurou no meio do Seu povo e não encontrou (v.30). Que nossa vida seja uma declaração da verdade e uma prova de amor para com o Deus que nos amou primeiro (1Jo.4:19).
Senhor, tremenda tem sido a luta que Teus filhos têm enfrentado nestes últimos dias. A Tua Palavra diz que há um inimigo irado contra o Teu remanescente. Mas a perseverança dos santos está em obedecer aos Teus mandamentos e ter a fé em Jesus. E o fazemos, porque Te amamos. Livra-nos dos enganos finais, Pai! E renova o nosso ânimo, pois ao vermos todas estas coisas, precisamos erguer nossas cabeças com alegria na certeza de que a nossa redenção se aproxima. Volta logo, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, livres em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel22 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 22 – Deus fica indignado. Sua ira se ascende contra a iniquidade desenfreada de Seu povo. Sua presença é fogo consumidor para o pecador que não reconhece sua condição para receber Seu perdão. O capítulo em questão leva-nos à profundas reflexões:
• A cidade de Jerusalém é condenada e tem seus pecados revelados, os quais incluem derramamento de sangue, idolatria e injustiça; por isso, seria envergonhada entre as nações (Ezequiel 22:1-5, 23-24).
• Os líderes e profetas de Israel são condenados por explorar e oprimir o povo, negligenciando seus deveres. Eles são culpados de falsidade, por proclamarem visões falsas e enganosas e transgredirem os mandamentos de Deus (Ezequiel 22:6-12, 25-28).
• O povo é culpado como os liderados por explorar os necessitados (opressão a pobres e estrangeiros), por terem se afastado de Deus, tornando-se impuros e contaminados espiritualmente (Ezequiel 22:13-16, 29).
• A cidade de Jerusalém é comparada a um forno em chamas, onde o povo é consumido pela ira divina devido à sua impureza e injustiça (Ezequiel 22:17-22).
• Deus procura por alguém que interceda por Jerusalém; como não encontra ninguém, ela sofrerá a devida punição (Ezequiel 22:30-31).
Ezequiel 22:16 merece nossa atenção, reflexão e aplicações considerando seu contexto. Ele aponta especificamente aos líderes religiosos que deveriam ser os guardiões da Lei Deus e da santidade do povo, mas falharam drasticamente em suas responsabilidades.
Líderes religiosos negligentes são repreendidos por Deus por sua hipocrisia e corrupção. Além disso, líderes que não fazem distinção entre o sagrado e o profano, o santo e o comum, o puro e o impuro, estão pervertidos. A falha em fazer tal distinção é considerada uma profanação da santidade de Deus e de Sua religião.
Um ponto que Deus sempre considerou e o povo sempre ignorou é a sacralidade do dia de sábado. Esconder os olhos do sábado significa negligenciar ou ignorar sua importância, e desprezar o Soberano Legislador.
A secularização e o materialismo têm feito líderes e liderados perderem a percepção das coisas sagradas. Os líderes devem possuir discernimento espiritual para distinguir entre o que é sagrado e o profano, orientando o povo a fazer o mesmo e a viver de acordo com os padrões divinos. Do contrário, serão todos combustíveis para o fogo do juízo!
Permitamos ser alertados por esse texto. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: EZEQUIEL 21 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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