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Texto bíblico: EZEQUIEL 25 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/25
Como você trata os vulneráveis? Você oferece ajuda ou vê a crise deles como uma oportunidade de tirar vantagem deles, de chutá-los quando estão caídos? Enquanto escrevo, estamos no meio de uma crise mundial [época da pandemia] causada por um vírus mortal . Nessa situação, é mais fácil ver que tipo de pessoa se é, que tipo de nação se tem. Infelizmente, muitos viram isso como uma oportunidade de explorar e lucrar com a extrema necessidade de cuidados, remédios e outros recursos limitados. A sociedade está se dividindo em facções. As pessoas estão se alinhando com a verdade ou com o erro, pela ajuda ou pela vantagem.
Em meio a esse caos, Deus ainda está procurando pessoas que reflitam Seu caráter, que não se alegrem com a destruição dos vulneráveis. Ele ainda está denunciando aqueles que exploram os vulneráveis ao denunciar Amon: “Visto que vocês exclamaram: ‘Ah! Ah!’ quando o meu santuário foi profanado, quando a terra de Israel foi arrasada e quando a nação de Judá foi para o exílio, vou entregá-los como propriedade do povo do oriente.” Ezequiel 25:3, NVI
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicação da igreja de Hermiston
Oregon, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/25
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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869 palavras
25:1 – 32:32 Depois do cerco de Jerusalém, que selou a condenação nacional, Deus chamou a atenção de Ezequiel para as nações vizinhas. elas também seriam julgadas. O Senhor, “que possui os céus e a terra”, (Gn 14:19) é Rei sobre todas as nações (Sl 96:10), controlando seus territórios e suas fronteiras (Dt 32:8; 2Rs 10:32; Is 10:13), direcionando sua migração (Am 9:7), erguendo-as e as derrubando (Is 40:22; Jr 1:10; 27:5; Dn 2:21). Toda a Terra está sujeita a uma “aliança eterna”(Is 24:5), lei ou código internacional de padrões humanos segundo o qual todas as nações têm deveres éticos de civilidade e humanidade (Am 1-2). Deus, em sua soberania universal, é quem garante a justiça e a decência entre as nações, em seu trato umas com as outras. As nações que violam as normas universais de comportamento apropriado recebem sanções divinas por seus crimes. … Naquele ponto da história, Babilônia estava exercendo o papel de agente divino de julgamento a outras nações; portanto, nesse contexto, ela não seria julgada (Dt 28:32-57; 2Cr 36:17; Jr 25:9; Hc 1:5-11). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Veio a mim. Começa assim uma nova série de profecias que tem a ver com várias nações vizinhas. Ezequiel havia terminado seu testemunho relativo à destruição de Jerusalém e aos remanescentes da nação israelita. Ele não devia dizer mais nada com relação a isso, mas devia aguardar o cumprimento do juízo predito. No intervalo, Deus lhe ordena dirigir a atenção às nações vizinhas de Israel e a predizer o inevitável destino das mesmas. O juízo havia começado pela casa de Deus (ver Ez 9:6; cf. 1Pe 4:17), mas então devia se estender para o resto do mundo.
Deus não é Deus de uma nação apenas; é o Deus do mundo todo. Não faz acepção de pessoas. Todos são Seus, sem distinção de nacionalidade. Ele está tão ansioso por salvar os habitantes de uma nação como os de outra. … Esta nova seção contém mensagens para sete nações que estavam intimamente relacionadas com a sorte de Israel e Judá: Amom (Ez 25:1-7), Moabe (25:8-11), Edom (25:12-14), Filístia (25:15-17), Tiro (26:1 a 28:19), Sidom (28:20-23) e Egito (29:1-32:32). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 728, 729.
2 Os filhos de Amom. Eram descendentes de Ló por meio de sua filha mais nova, e, assim, parentes consanguíneos de Israel (Gn 19:38). Durante séculos haviam mostrado hostilidade (Jz 3:13; 11:12-15, 32, 33; 1Sm 11:1-11; 2Sm 10:6-14; Am 1:13-15). a religião deles era uma superstição degradante e cruel, que exigia sacrifícios humanos. O culto amonita a Moloque era uma contínua tentação para Israel (ver 1Rs 11:7). CBASD, vol. 4, p. 729.
3 Bem feito! Do heb. he’ach, uma interjeição que aqui indica perversa alegria pela queda de Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 729.
4 Filhos do Oriente. Do heb. beneqedhem. O nome é aplicado a várias tribos nômades que percorriam de um lado para outro o deserto a leste de Amom e Moabe (ver Gn 29:1; Jz 6:3, 33; 7:12; 8:10; 1Rz 4:30; Jó 1:3). CBASD, vol. 4, p. 729.
5 Rabá. O nome moderno é ‘Ammân. CBASD, vol. 4, p. 729.
6 Bateste as palmas. Bater palmas e patear (bater os pés) são gestos de forte emoção (Nm 24:10; Ez 21:14, 17; 22:13); aqui estas ações são manifestações de alegria maliciosa. A causa do regozijo aparentemente não era a perspectiva de vantagem material, mas a malícia e a “maldade contra Israel”(NVI). CBASD, vol. 4, p. 730.
7 Saberás que Eu sou o SENHOR. Um fato que eles não estavam dispostos a reconhecer antes. Deus pretendia que um conhecimento se Seu poder os levasse a buscar a salvação. CBASD, vol. 4, p. 730.
8 Moabe e Seir. Os moabitas eram descendentes de Ló por meio de sua filha mais velha, e, portanto, parentes consanguíneos de Israel, da mesma forma que os amonitas (ver com. do v. 2). Esses dois povos, intimamente associados em sua história e no curso que seguiam, recebem a ameaça de destino semelhante. CBASD, vol. 4, p. 730.
Como todas as nações. Os habitantes de Judá afirmaram que seu Deus era superior aos deuses pagãos e capaz de livrá-los. Agora os infortúnios de Judá pareciam negar essa afirmação. Os moabitas exultaram ante a triste situação de seus vizinhos ao oeste [Judá]. CBASD, vol. 4, p. 730.
12 Edom. Os edomitas eram os descendentes de Esaú, irmão mais velho de Jacó. A hostilidade entre Israel e Edom remonta à época em que Esaú vendeu o direito de primogenitura a Jacó (Gn 25:29-34). CBASD, vol. 4, p. 730.
13 Temã. A exata localização desta cidade é desconhecida; … As pessoas de Temã eram famosas por sua sabedoria (Jr 49:7; Ob 8, 9). CBASD, vol. 4, p. 731.
14 Por intermédio do Meu povo. Esta frase sugere que a vingança divina sobre Edom seria realizada por meio dos israelitas. Alguns propuseram que esta predição se cumpriu na época dos macabeus, quando João Hircano venceu os idumeus (Josefo, Antiguidades, xiii.9.1) e os obrigou a se submeter à circuncisão com o sinal de que haviam sido absorvidos pelo povo judeu. Parece mais provável que esta porção da profecia se cumpriria na execução dos planos de Deus para o reino restaurado de Israel. Esse novo Estado teria finalmente esmagado todos os seus inimigos (ver Ez 38; 39). CBASD, vol. 4, p. 731.
15 Filisteus. Habitavam a oeste de Judá, na planície costeira; perturbaram Israel continuamente até Davi subjugá-los (2Sm 21). em relação a sua origem, ver Am 9:7 e as notas [BEAndrews]sobre Gn 10:14; 20:1. Os filisteus continuaram a ser hostis a Israel (Is 14:29-31; Jr 47; Am 1:6-8; Sf 2:4-7) até o cativeiro imposto por Nabucodonosor. Bíblia de Estudo Andrews.
16 Os queretitas. Um tribo que, provavelmente, vivia na costa, ao sul dos filisteus (ver com. de 1Sm 30:14; cf. Sf 2:5). CBASD, vol. 4, p. 731.
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“Tomarei deles grandes vinganças, com furiosas repreensões; e saberão que Eu sou o Senhor, quando Eu tiver exercido a Minha vingança contra eles” (v.17).
Saindo do contexto de Israel e dos juízos divinos sobre o Seu povo rebelde, o Senhor passou a declarar por meio de Seu profeta os juízos que sobreviriam às nações inimigas de Israel. Mediante a zombaria de Amom, o desprezo de Moabe, a atitude vingativa de Edom e da Filístia com relação à casa de Judá, Deus revelaria o Seu poder de justa vingança, de forma que esses povos reconhecessem que o Senhor é Deus. A vingança do Senhor jamais excede os limites de Sua misericórdia e jamais minimiza a aplicação de Sua perfeita justiça. Não pode ser comparada à vingança humana, pois que esta é impulsiva e movida pelo ódio.
Desprovido de qualquer recurso material e com aparência simples, Elias foi o atalaia de Deus em tempos de completa apostasia. O rei Acabe havia se tornado uma marionete sob a regência de Jezabel, uma rainha má e terrivelmente idólatra. Ao profetizar contra a nação e declarar o período de seca que assolaria a terra, Elias expôs a situação da nação eleita: espiritualmente seca e sem vida. Como as nações pagãs referidas no capítulo de hoje, há grande perigo quando existe amálgama entre o povo de Deus e aqueles que não O servem. Foi assim quando “vendo os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas, tomaram para si mulheres, as que, entre todas, mais lhes agradaram” (Gn.6:2), que a maldade se instalou em cada coração de modo que o dilúvio foi o triste fim da insensata escolha.
A vingança (ou juízo) do Senhor não existe como uma forma divina de descarregar a Sua ira sobre a humanidade, nem apenas como um meio de ferir os que não O agradam. A ira de Deus é uma reação final diante de oportunidades reiteradamente rejeitadas e um freio celestial para a maldade. Antes do dilúvio, houve 120 anos de misericórdia. Antes da destruição de Sodoma e Gomorra, houve longo período de graça. A seca em Israel também foi tempo dado à reflexão e oportunidade de arrependimento. Mas não houvesse acontecido o dilúvio, ou as cidades ímpias permanecessem em sua iniquidade, ou Israel não houvesse sentido os resultados da desobediência, e muito provavelmente a nossa existência estaria comprometida e não teríamos os fiéis registros de que “O Senhor é Deus” (1Rs.18:39).
Há um Deus no Céu que tem em Suas mãos o controle de todas as coisas. Quer o homem rejeite ou aceite as Suas promessas, elas continuam sendo fiéis e verdadeiras. Com Sua destra poderosa Ele governa toda a Terra, mas há somente um lugar que Ele permite a escolha do governo: o nosso coração. Como um nobre cavalheiro, Ele pede permissão para entrar: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). Desde a proclamação da primeira promessa (Gn.3:15), os filhos de Deus aguardam o Dia de sua redenção. E às nações da Terra têm sido proclamado o evangelho eterno (Ap.14:6).
Logo toda a Terra será abalada pelos juízos finais de um Deus santo e justo. No término deste tempo oportuno de graça, o Espírito Santo apela à consciência de um mundo que tem sido manipulado pelas “Jezabeis” modernas. A nossa mente não pode entender as coisas espirituais e ouvir com clareza a voz de Deus enquanto estiver sendo bombardeada com as influências deste século. Novelas, filmes, séries, desenhos e até propagandas são as cartilhas da escola de Satanás para o controle da mente humana.
Como povo do advento, não podemos permitir que nossa vida seja vista como Judá foi vista por Moabe: “Eis que a casa de Judá é como todas as nações” (v.8). Como discípulos de Jesus somos chamados a ser diferentes, a “andar assim como Ele andou” (1Jo.2:6). Então, quando sobrevierem os juízos finais sobre a Terra, não teremos o que temer, pois veremos o cumprimento da fiel promessa do Senhor: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás o castigo dos ímpios” (Sl.91:7-8).
Senhor, nosso Deus, Tu separaste Israel para ser uma nação santa, que bem Te representasse diante das demais nações. Mas Israel se corrompeu e não quis Te dar ouvidos, de modo que caiu nas mãos de seus inimigos. Essas profecias não foram escritas apenas para aquele tempo, mas elas nos alcançam hoje com a urgência de que logo todos nós estaremos diante do justo Juiz. E o que será declarado a nosso respeito? Oh, Pai, é provável que estejamos no tempo em que o nosso nome esteja passando em revista nos registros do Céu. Livra-nos de nós mesmos e grava o caráter de Cristo em nossa vida! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, semelhantes a Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel25 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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EZEQUIEL 25 – Um breve resumo das razões pelas quais Deus proferiu mensagens de julgamento contra povos da redondeza dos judeus nos ajudam a compreender importantes verdades de um Deus que rege todo o Universo e está acima de todas as nações/religiões:
1. Amom (Ezequiel 25:1-7): Os amonitas descendiam de Ló, sobrinho de Abraão. Eles eram pagãos, frequentemente hostis a Israel e se alegravam com as desgraças do povo de Deus. Por zombarem do remanescente de Deus, receberiam o julgamento.
2. Moabe (Ezequiel 25:8-11): Os moabitas também eram descendentes de Ló e tinham uma história de hostilidade com Israel. Eles se aproveitaram das adversidades de Israel e se opuseram ao povo de Deus em várias ocasiões.
3. Edom (Ezequiel 25:12-14): Os edomitas descendiam de Esaú, irmão de Jacó/Israel. A relação entre Edom e os judeus era tensa e, em muitas ocasiões, se mostraram inimigos do povo de Deus. Eles não mostraram compaixão ou solidariedade durante os momentos difíceis de Israel, o que resultou em julgamento divino.
4. Filístia (Ezequiel 25:15-17): Os filisteus eram tradicionalmente inimigos de Israel desde tempos remotos. Eles frequentemente guerrearam contra Israel e causaram muito sofrimento ao povo de Deus. O Senhor julga tudo o que acontece no mundo!
Estas nações foram responsabilizadas por suas hostilidades, desprezos e violências contra Israel. Deus usou o profeta Ezequiel para anunciar o julgamento sobre elas, destacando a justiça de Deus e seu cuidado pelo Seu povo escolhido. Ao mesmo tempo, essas mensagens de juízo também serviam como um aviso para os judeus sobre a importância de se manter fiel a Deus e evitar as práticas e alianças pagãs que levavam à desobediência e ao afastamento de Deus.
Muitas vezes o povo de Deus permite ser influenciado pelos povos vizinhos. Nos dias de hoje, não é diferente. A igreja verdadeira fica de olho nas igrejas falsas a fim de copiar o que está “dando certo” lá, ainda que estas denominações ataquem a igreja remanescente. O povo de Deus é julgado por absorver as práticas erradas, mas os povos/igrejas que influenciam para o mal também serão sentenciados/as por Deus.
O Deus que outrora agiu soberanamente sobre todas as nações, agora é soberano inclusive sobre todas as religiões. Seu julgamento no passado deve servir de alerta atualmente! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: EZEQUIEL 24 – Primeiro leia a Bíblia
EZEQUIEL 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ez/24
Cresci frequentando uma escola pública e almoçando no refeitório. Eu temia o menu da hora do almoço de sexta-feira. Era quase sempre uma “Surpresa do Chef”. Isso significava que numa porção colocada em meu prato eu podia detectar pedaços de hambúrgueres da segunda-feira, chili da terça-feira, macarrão com queijo da quarta-feira e vegetais da quinta-feira. Todas as sobras eram simplesmente misturadas e assadas em uma caçarola de aparência duvidosa. A mesma coisa aconteceu nos dias de Ezequiel, só que era Israel que estava na travessa.
Em Ezequiel 24:4 e 5, Deus diz a Israel para reunir suas “melhores carnes” e colocá-las todas em uma panela e cozinhá-las. E que ao fazerem isto estariam tentando fazer um prato gourmet com aquilo que Ele rejeitou. Será preciso mais do que isso para torná-los aceitáveis. Deus diz: “Jerusalém, os seus atos imorais mancharam você. Eu tentei purificá-la, mas você continuou impura. Você não será pura de novo até que sinta toda a força da minha ira.” Ezequiel 24:13 BLH.
O pecado deve ser abandonado e destruído. Deus vai limpar Sua geladeira, mas os restos de alimentos irão para o incinerador e não para a Sua mesa de banquete.
Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicação da igreja de Hermiston
Oregon, USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezk/24
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1374 palavras
1 Nono ano. Do cativeiro de Joaquim (ver com. [CBASD] de Ez 1:2), isto é, 589/588 a.C. Esta é a mesma data de 2 Reis 25:1; e de Jeremias 39:1, 2; 52:4 e 5. O dia foi posteriormente observado pelos judeus com um jejum (Zc 8:19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 726.
Este capítulo é uma das mais violentas acusações que já foi lançada contra uma nação. Qualquer busca de alianças internacionais com a Assíria, ou Egito, ou Babilônia (vv 3,5 e 15), nas quais os israelitas receberiam vantagens carnais em troca da aceitação da idolatria dessas nações pagãs, era adultério contra a fidelidade a Deus. Bíblia Shedd.
2 Escreve o nome deste dia. É ordenado ao profeta anotar o dia exato em que deu a mensagem, e o anunciar como o dia em que Nabucodonosor começou o ataque a Jerusalém. Uma vez que Babilônia ficava a cerca de 800 km de Jerusalém [em linha reta] e a mais de uma vez e meia essa distância pela estrada regular, a notícia não poderia ter alcançado o profeta por meios humanos. Portanto, posteriormente, quando receberam informações sobre o ataque a Jerusalém, os cativos tiveram, ao se comparar as datas, prova convincente de que as mensagens de Ezequiel eram de origem divina. CBASD, vol. 4, p. 726
3 Parábola. Do heb. mashal (ver vol. 3, p. 1061). Não é dito se Ezequiel apenas proferiu a parábola ou se, na verdade, encenou o ato simbólico. CBASD, vol. 4, p. 726.
Põe ao lume a panela (ARA). NVI: “Ponha a panela para esquentar”.
4 Pedaços de carne, todos os bons pedaços. …forma de enfatizar que todos, até os melhores, seriam envolvidos na ruína. CBASD, vol. 4, p. 726.
5 Ferver bem. A violência de um sítio rígido, típico da época. Bíblia Shedd.
6-13 A cidade de Jerusalém era como uma panela tão incrustada de pecado que não ficaria limpa. Deus queria limpar a vida daqueles que viviam em Jerusalém e deseja limpar nossa vida hoje. Às vezes, Ele tenta nos purificar por meio de dificuldades e circunstâncias difíceis. Quando você enfrentar tempos difíceis, permita que o pecado seja eliminado de sua vida. Veja seus problemas como oportunidades para que sua fé cresça. Quando essa hora chegar, as prioridades e desvios desnecessários serão eliminados. Podemos reexaminar nossas vidas para que façamos o que realmente importa. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Ferrugem. A cidade em si, representada pela panela, está, por assim dizer, corroída pela ferrugem. CBASD, vol. 4, p. 726
Pedaço por pedaço. Os habitantes de Jerusalém seriam levados pela morte ou pelo cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 726.
7 Sobre a penha descalvada (ARA; NVI: “na rocha nua”). Representa um campo aberto para os pecados cometidos sem pudor, que aclamam sem punição perante toda sociedade humana (Gn 4.10; Jó 16.18; cf Hb 12.24 mostra que o sangue de Jesus, ao invés de clamar contra o pecador, intercede pela sua conversão, sua justificação e sua santificação. Bíblia Shedd.
Isso indica que os crimes de violência praticados em Jerusalém (ver Ez 22:12, 13; 23:37; etc.) tinham sido abertos e escancarados (ver Gn 4:10; Jó 16:18; Is 26:21). CBASD, vol. 4, p. 726
8 Seu sangue. Isto é, o sangue a ser derramado na destruição de Jerusalém. A punição seria tão notória aos olhos do mundo como o havia sido o pecado. CBASD, vol. 4, p. 726.
11 Vazia. A cidade sem habitantes. O fogo deve arder até consumir a ferrugem. A própria cidade seria destruída. Os v. 11 a 14 falam da ineficácia dos esforços anteriores em operar reforma e indicam que os juízos iminentes eram inevitáveis e completos. CBASD, vol. 4, p. 726, 727.
13 Nunca purificada. Este fogo é para destruição, e não para a refinação do metal (22.20). Bíblia Shedd.
15 Veio a mim a palavra. Inicia-se uma nova seção, não diretamente ligada à parábola dos v. 1 a 14. CBASD, vol. 4, p. 727.
15-27 A mulher de Ezequiel, “a delícia dos [seus] olhos”, havia morrido de repente, simbolizando que o santuário, a “delícia” e o “prazer”do povo, seria destruído. A maior catástrofe da nação aconteceria: o povo de Deus perderia o templo. O centro de adoração seria queimado; Jerusalém, a capital, seria destruída; a liberdade nacional se perderia; as casas e a terra seriam confiscadas; muitas pessoas morreriam ou ficariam feridas; a maioria seria levada em cativeiro para Babilônia. Bíblia de Estudo Andrews.
16 Tirarei. Ezequiel foi informado de que sua esposa, a quem ele amava, estava para morrer. Não é preciso inferir, a partir da linguagem usada aqui, que a morte dela foi resultado de uma ação direta de Deus. Talvez a mulher já estivesse doente havia algum tempo, e Deus quis adverti-lo de que ela morreria. Por uma figura de linguagem, com frequência se diz que Deus faz aquilo que Ele permite ou não impede que aconteça (ver DTN, 24, 470, 471). … Aqui a perda da delícia dos olhos de Ezequiel foi usada para impressionar a mente do povo com a mensagem divina.
A experiência de Ezequiel mostra que o dedicar-se ao serviço de Deus não significa imunidade contra sofrimento e infortúnio. Às vezes, parece que os mensageiros de Deus são mais assaltados do que outros não ativamente empenhados na causa divina. Muitos desastres acometem os que se dedicam a Deus em algum campo missionário. Por vezes, morte repentina ou penosa enfermidade sobrevém aos fiéis. Essas calamidades não devem ser consideradas como golpes do juízo divino. Elas são resultado da obra de Satanás. As ações do inimigo contra os fiéis e mesmo infiéis mostram a verdadeira natureza do mal no grande conflito. Este princípio é demonstrado na história de Jó. Contudo, quando o inimigo traz aflições, Deus pode fazer com que a tragédia se converta em bem, para a purificação dos que permanecem (ver DTN, 471). CBASD, vol. 4, p. 727.
17 Não faças lamentação. Os costumeiros sinais de luto deviam ser evitados (ver Js 7:6; 1Sm 4:12; 2Sm 15:30, 32; Is 20:2; Mq 3:7). CBASD, vol. 4, p. 727.
Mantenha apertado o seu turbante. O enlutado normalmente o retirava e colocava pó na sua cabeça (v. Js 7.6; 1Sm 4.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Pão que te mandam. Provável referência a uma refeição relacionada ao funeral (ver Dt 26:14; Jr 16:7; Os 9:4). CBASD, vol. 4, p. 727.
18 Falei. Não se diz o que o profeta falou. Talvez ele tenha partilhado com os concidadãos a trágica notícia com respeito à morte da esposa. CBASD, vol. 4, p. 727.
19 O que significam estas coisas.Já que o povo de Israel no cativeiro não quis escutar à pregação do profeta (3.7), ao menos não deixava de mostrar curiosidade sobre as ações invulgares do mensageiro de Deus. Bíblia Shedd.
Não se diz o que o profeta falou. Talvez ele tenha partilhado com os concidadãos a trágica notícia com respeito à morte da esposa. CBASD, vol. 4, p. 727.
21 profanarei o Meu santuário. O santuário, a delícia dos olhos do povo, devia ser profanado e destruído. Os pés profanos dos gentios adentrariam os sagrados recintos, aonde nem mesmo os sacerdotes podiam ir. CBASD, vol. 4, p. 727.
delícia dos vossos olhos. O templo, que embora possuindo a bênção de Deus, nunca seria suficiente para garantir a vitória e a prosperidade a um povo que estava vivendo na idolatria, em plena rebelião contra Deus. É o caso de uma igreja que, alegando ser portadora da graça divina, lança fora a palavra de Deus, em favor das próprias tradições. Qualquer lamentação contra a destruição de tal organização será forçosamente considerada como rebelião contra a própria justiça divina. Daí o silêncio do profeta sobre a morte da esposa inocente e amada, para mostrar que muito menos se podia lamentar a chorar pela ruína da cidade sanguinária (24.6). Bíblia Shedd.
22 bigodes. Cobrir a parte inferior do rosto era sinal de desgraça, de vergonha e de angústia (Lv 13.45). O pão. Aqui, apenas quer dizer comida em geral, que se manda ao enlutado, visto que sua aflição lhe tolhe a possibilidade de pensar nos misteres diários. Neste caso, a vida teria que seguir normalmente, daí para frente, pois havia já o tempo que Ezequiel estava preparando o povo a assumir a responsabilidade de remanescente único do Israel de Deus, e a reconhecer que Jerusalém precisava ser destruída para remover a iniquidade nacional. Bíblia Shedd.
27 Nesse dia. Ezequiel é informado de que, quando recebesse a notícia da queda da cidade (ver com. [CBASD] de Ez 33:21, 22), voltaria a falar (ver Ez 3:26, 27). CBASD, vol. 4, p. 727.
Por algum tempo, Ezequiel não teve permissão de falar, exceto quando Deus lhe desse uma mensagem para entregar ao povo (3:25-27). Essa restrição logo terminaria quando Jerusalém fosse destruída e todas as profecias de Ezequiel sobre Judá e Jerusalém se cumprissem (33,21, 22). Life Application Study Bible Kingsway.
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“Então, me disse o povo: Não nos farás saber o que significam estas coisas que estás fazendo?” (v.19).
Na véspera de Natal de 2017, meu pai teve um infarto fulminante e veio a falecer. Foi um grande choque para mim e para minha família. E é natural que soframos e passemos pelo processo do luto. Ezequiel, porém, teve de sofrer a morte de sua esposa “em silêncio” (v.17). Em não cumprir os rituais referentes ao luto, o povo finalmente atentou para o profeta e quis saber o significado de tudo aquilo. A morte de sua esposa, “a delícia dos [seus] olhos” (v.16), foi o espantoso sinal do que sobreviria à nação rebelde.
Como carne em panela enferrujada, Israel continuava a oferecer seus sacrifícios no santuário, “a delícia dos seus olhos” (v.25). Mas, oh, “Trabalho inútil! Não sai dela a sua muita ferrugem, nem pelo fogo” (v.12). As provações e sofrimentos são meios de aquecer a nossa vida e verificar de que material somos feitos. A experiência “no campo de Dura” é prova disso (Dn.3:1). Diante de uma estátua grandiosa e da ordem de adorá-la sob a ameaça de uma fornalha ardente, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego não reagiram segundo o esperado. Como Ezequiel impactou o seu povo com seu luto silencioso, aqueles três jovens hebreus impactaram Babilônia com sua fé inabalável.
Lançados em uma “fornalha sobremaneira acesa” (Dn.3:22), aqueles jovens saíram de lá ilesos, pois o próprio Senhor estava com eles no fogo (Dn.3:25). Israel havia se apegado a uma adoração tão abominável e falsa quanto àquela em Babilônia. Seus rituais religiosos já não faziam mais sentido para Deus, visto que seus corações haviam se corrompido com a idolatria. Em não fazer diferença entre o santo e o profano, permitiram que suas obras fossem tão desprezíveis quanto as das nações pagãs. Por isso, a sentença divina não poderia ser diferente: “segundo os teus caminhos e segundo os teus feitos, serás julgada, diz o Senhor Deus” (v.14).
Como última igreja do Senhor na Terra, a nossa missão tem sido a de proclamar que o Dia do Senhor se aproxima. Mas assim como foi ordenado ao profeta: “escreve o nome deste dia, deste mesmo dia” (v.2), referindo-se ao dia em que foi dado a entender ao povo que havia terminado a sua oportunidade de graça, a nossa missão também inclui a de advertir o mundo de que há um dia determinado pelo Céu em que já não haverá mais graça. Dia que inaugurará o tempo em que os homens “correrão por toda parte, procurando a palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:12).
As primeiras gotas da tempestade que há de vir sobre todo o mundo têm sido derramadas e precisamos estar atentos aos sinais de sua evidência. Temos a fé que, rejeitando a própria vida, erguerá para Deus a honra que excede os gigantes ídolos desta terra? Se necessário for, estamos prontos para entrar na fornalha aquecida e ter um encontro com Deus que nos fará sair de lá como Suas fiéis testemunhas? Ao aquecer sete vezes mais o lugar que julgava ser o objeto da destruição dos servos do Altíssimo, Nabucodonosor potencializou o processo da purificação. Da mesma forma, ao lançar sobre o remanescente fiel de Deus a sua ira final, Satanás será obrigado a contemplar “a terceira parte” restante, que purificada como a prata e provada como o ouro, invocará o nome do Senhor e dEle ouvirá: “É Meu povo” (Zc.13:9).
Como foi com Ezequiel, não é tempo de ficarmos mudos (v.27). É tempo de estarmos prontos e preparando outros para os eventos finais e para o retorno do nosso Redentor. Clamemos ao Senhor que retire de nós a ferrugem que ainda esteja maculando o nosso caráter e que, mesmo padecendo de lutas e aflições, nossa vida sirva de sinal para o mundo de que o tempo é breve. “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11).
Pai Eterno, é Tua vontade que Te busquemos de todo o nosso coração. Quando isso não acontece, por nossa teimosia e tardança, o Senhor permite que sejamos ensinados na escola da aflição. Mas, como Ezequiel, muitos dos Teus servos têm sofrido a fim de servirem de sinal para aqueles que ainda estão adormecidos em um mundo prestes a perecer. Pai de misericórdia, desperta o Teu povo antes que seja tarde e fortalece os Teus últimos mensageiros para que sejam fortalecidos por Teu poder e amparados por Teu amor. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, últimos mensageiros de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Ezequiel24 #RPSP
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EZEQUIEL 24 – Este capítulo contém uma profecia poderosa que utiliza a metáfora de uma panela fervendo para transmitir uma mensagem de julgamento e purificação de Jerusalém.
O capítulo inicia com uma palavra do Senhor dirigida a Ezequiel sobre a panela que está cheia de carne (representando o povo de Jerusalém) e está fervendo, simbolizando o julgamento iminente que viria sobre a cidade devido à sua corrupção e pecado.
A metáfora da panela fervente é ampliada com a introdução de uma camada de ferrugem ou sujeira na panela – “uma crosta” (Ezequiel 24:6). Isso representa a impureza, imoralidade, perversão e corrupção que infiltraram nos habitantes de Jerusalém, tornando-a inaceitável aos olhos de Deus (Ezequiel 24:7-8).
O Senhor declara que não terá piedade ou misericórdia, pois além de tornar-se imunda, imoral e perversa, toda a tentativa divina de corrigir Jerusalém foi em vão: “Ora, a sua impureza é a lascívia. Como eu desejei purificá-la, mas você não quis ser purificada, você não voltará a estar limpa, enquanto não se abrandar a minha ira contra você” (Ezequiel 24:9-14). Isso indica para o leitor atual que:
• Assim como a ferrugem ou crosta não podem ser removidas facilmente, o pecado e a corrupção do povo não podem ser banalizados nem subestimados. Precisam ser tratados com seriedade.
• A seriedade do pecado precisa ser avaliada aos olhos de Deus, pois é inevitável o julgamento quando um povo se afasta de Seus puros e santos caminhos.
• Assim como a crosta ou ferrugem da panela precisa ser persistentemente removida, o pecado e a impureza em nossa vida também precisam ser removidos através do arrependimento, antes que venha o julgamento.
Há um preço para limpar a panela; porém, custa muito mais caro deixar a panela imunda! No final do capítulo, o profeta de Deus é divinamente instruído a não lamentar a morte de sua querida e amada esposa como um sinal para o povo. Esta ação serve como um símbolo da perda que o povo de Jerusalém experimentará, incluindo a perda de seus entes queridos e seus pertences mais preciosos, por não se arrepender de seus pecados (Ezequiel 24:15-27).
Apesar da severidade no julgamento, Deus é justo em julgar. Ele dá avisos e oportunidades para o arrependimento antes de trazer o julgamento. Como reagiremos?
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí