Reavivados por Sua Palavra


MIQUEIAS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de junho de 2024, 0:50
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609 palavras

Todo o pecado é ruim, mas o pecado que leva os outros a se desviar é o pior. Life Application Study Bible Kingsway.

1 Cabeças de Jacó. Miqueias denuncia então as injustiças e a opressão dos líderes e dos falsos profetas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1124.

2-4 Nós, como os líderes, não devemos tratar Deus como um interruptor de luz para ser ativado apenas quando precisamos. Em vez disso, sempre devemos confiar nEle. Life Application Study Bible Kingsway.

2 Arrancais. Em vez de serem pastores para guiar e proteger as ovelhas, esses líderes eram como açougueiros do rebanho, aproveitando-se dele. CBASD, vol. 4, p. 1124.

3 Comeis a carne. De um modo metafórico chocante, o profeta enfatiza a extrema cobiça e a voracidade dos líderes em seus negócios com o povo comum (ver Sl 14:4; Am 8:4). CBASD, vol. 4, p. 1124.

5-7 Nem todos os que afirmam ter mensagens de Deus realmente as tem. Miquéias profetizou que um dia os falsos profetas seriam envergonhados por suas ações. Life Application Study Bible Kingsway.

5 Acerca dos profetas. Nos v. 5 a 8 Miqueias denuncia os pecados dos falsos profetas que enganavam o povo, e pronuncia os juízos de Deus sobre eles. Eles mostram que eles pensavam apenas em si mesmos e em seu ganho. Ao se unir aos ricos, eles fecharam os olhos para as necessidades do povo e não condenavam os pecados de seu tempo. CBASD, vol. 4, p. 1125.

6 Portanto, se vos fará noite. Estas palavras de calamidade anunciada são dirigidas aos falsos profetas ou aos governantes. Miqueias informa que, no tempo da angústia, nenhuma profecia viria para orientá-los (ver 1Sm 28:6; Lm 2:9). CBASD, vol. 4, p. 1125.

7 Os videntes se envergonharão. Porque as previsões de paz eram enganadoras. CBASD, vol. 4, p. 1125.

Cobrirão o seu bigode. Cobrir o bigode ou a barba era sinal de luto e vergonha (ver Lv 13:45; Ez 24:17, 22). CBASD, vol. 4, p. 1125.

8 Cheio de poder. Em contraste com os falsos profetas que seguiam “seu próprio espírito” (Ez 13:3), Miqueias era dirigido “pelo Espírito do Senhor”” (ver 2Sm 23:2; 1Pe 1:10, 11; 2Pe 1:20, 21). … (1) … poder para proclamar a mensagem divina … (2) … palavras certas e justas… (3) …contra toda e qualquer oposição… CBASD, vol. 4, p. 1125.

Você não pode testemunhar de forma eficaz confiando unicamente em sua própria força, porque o medo impedirá que você fale de Deus. Só confiando no poder do Espírito Santo é que você pode viver e testemunhar por Ele. Life Application Study Bible Kingsway.

11 Miqueias advertiu os líderes, sacerdotes e profetas do seu tempo para que evitassem subornos. Os pastores de hoje aceitam subornos quando permitem que aqueles que contribuem muito controlem a igreja. Quando o medo de perder dinheiro dos membros influencia os pastores a permanecer em silêncio quando devem falar o que é o correto, suas igrejas estão em perigo. Devemos lembrar que o reino de Judá foi finalmente destruído por causa do comportamento de seus líderes religiosos. Um aviso semelhante deve ser direcionado para aqueles que têm dinheiro – nunca use seus recursos para influenciar ou manipular os ministros de Deus – isso é suborno. Life Application Study Bible Kingsway.

12 Sião. Originalmente, era o nome da fortaleza jebusita (2Cr 5:2; cf, 2Sm 5:7), mais tarde, porém, foi aplicado ao cume oriental todo [monte do templo] e, poeticamente, a toda a cidade de Jerusalém (ver com. do Sl 48:2). CBASD, vol. 4, p. 1126.

Monte. A altura imponente do Moriá [monte do templo] se tornaria tão desolada como o topo de qualquer montanha. CBASD, vol. 4, p. 1126.

Jerusalém seria destruída assim como Samaria foi (1:6). Isso aconteceu em 586 a.C. quando Nabucodonosor e o exército babilônico atacaram a cidade (2Rs 25). Embora Miqueias tenha culpado os líderes da corrupção, as pessoas não estavam sem culpa. Eles permitiram que a corrupção continuasse sem se voltar para Deus ou exigir justiça. Life Application Study Bible Kingsway.



MIQUEIAS 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de junho de 2024, 0:45
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Quando os filhos são apenas bebês, é mais fácil para os pais lidar com eles no sentido de discipliná-los. À medida em que vão crescendo, e eles passam a ganhar certa autonomia, como andar, comer e fazer outras coisas sozinhos, começam a manifestar seus gostos e vontades de forma mais forte, mas, a depender da estrutura familiar, ainda são subordinados aos seus pais. Na adolescência, quando passam por uma fase de transição, pensam estar sempre com a razão e torna-se mais difícil ainda os corrigir. E, a depender da educação do lar e formação do caráter desses filhos, eles serão adultos submissos à vontade de Deus ou homens e mulheres que não admitem ser corrigidos.

Através de meus filhos, o Senhor tem me ensinado a lidar com diferentes fases ao mesmo tempo e, nos desafios diários, me ensinado a descansar em Seus cuidados. Foi na educação do lar que Deus deixou para Israel a base sólida para a formação de homens e mulheres que temem a Deus e que permanecem como alunos que nunca se desligam da escola de Cristo (Dt.6:4-9). E foi na negligência dessa educação que o povo se corrompeu e passou a ser regido por pessoas alheias à vontade divina e incapazes de dar ouvidos à voz da repreensão. Aos “chefes da casa de Israel” (v.1) foi dirigida a mais dura palavra, pois, como líderes, era seu dever cuidar do povo e garantir que seguissem o “assim diz o Senhor”. No entanto, por seus corações obstinados “fizeram mal nas suas obras” (v.4) e até mesmo os profetas falavam do que não sabiam, “porque não [havia] resposta de Deus” (v.7).

Com a autoridade dada pelo Céu, Miqueias se colocou diante do povo como o porta-voz do Senhor, declarando a transgressão de Jacó e o pecado de Israel. Como era de se esperar de uma geração movida pela avareza e pelo egoísmo, as palavras proféticas eram desconsideradas enquanto sustentava estar Deus no meio dela: “Não está o Senhor no meio de nós? Nenhum mal nós sobrevirá” (v.11). Mas as ameaças dadas por intermédio do homem “cheio do poder do Espírito do Senhor” (v.8), certamente se cumpririam, pois que, qual filhos rebeldes, os líderes insensatos se recusaram a submeter-se ao Pai celestial.

Amados, como última igreja de Deus, não fomos repreendidos por sustentar doutrinas falsas ou ensinamentos contrários à Palavra de Deus. Pelo contrário, somos ricos e abastados do conhecimento da verdade. Somos ricos e abastados de bons oradores e mestres com capacidades brilhantes. Mas somos infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus (Ap.3:17) do único conhecimento que salva. “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3). Jesus repreende e disciplina o Seu último povo porque O ama (Ap.3:19); porque deseja que ele O conheça de fato e de verdade, em um relacionamento pessoal e íntimo que nos leve a aprender mais e mais quem Ele é. E quando isso acontece, é impossível não nos unirmos à declaração do apóstolo: “o amor de Cristo nos constrange” (2Co.5:14).

Está chegando o tempo, e creio que já chegou, em que precisaremos de muito mais que bons sermões e poucos minutos de comunhão se queremos, como Miqueias e os discípulos no Pentecostes, experimentar o poder do Espírito Santo em nossa vida. Todos nós temos um trabalho a fazer na seara do Senhor. Todos nós fomos chamados à santa lida. No entanto, a não ser que nos tornemos como crianças, totalmente dependentes e submissos à vontade do Pai, jamais entenderemos o valiosíssimo preço de nossa redenção e a maravilhosa graça que nos foi outorgada.

É tempo de, como Jesus, falar mais com a vida do que com os lábios. Mas isso só é possível se estivermos escondidos com Cristo em Deus. Então, com o coração humilde e manso, receberemos do Céu o direito e a autoridade de declarar: “Eu, porém, estou cheio do Espírito do Senhor, cheio de juízo e de força, para declarar a Jacó a sua transgressão e a Israel, o seu pecado” (v.8).

Nosso Deus e pai, a Tua misericórdia se estendeu até este tempo nos alcançando, e a Tua Palavra tem sido nosso alimento diário e a Tua voz ao nosso coração. Esconde-nos em Teu pavilhão e enche-nos do Espírito Santo! Não queremos permanecer em nossos pecados, Senhor! Converte o coração dos pais aos filhos e dos filhos a seus pais! Perdoa-nos e guarda-nos para o Teu reino! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, atalaias do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Miqueias3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MIQUEIAS 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de junho de 2024, 0:40
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MIQUEIAS 3 – O profeta Miqueias denuncia líderes de Israel por sua injustiça, corrupção e opressão do povo, e proclama o julgamento iminente de Deus sobre eles. Ele condena tanto os governantes quanto os profetas e sacerdotes por sus perversão, profetizando que, devido às suas ações pervertidas, a cidade de Jerusalém seria devastada.

Enquanto Miqueias prevê consequências físicas (destruição de Jerusalém) como resultado do julgamento por causa do pecado, o profeta Amós prevê consequências espirituais (fome da Palavra de Deus, Amós 8:11-12). Miqueias e Amós mostram que as ações injustas levam a uma separação de Deus e a um sofrimento subsequente.

O texto de Miqueias 3 fala a todas as épocas, e para nossa realidade não é diferente:

• Assim como os líderes de Israel proclamavam uma falsa segurança enquanto eram corruptos (Miqueias 3:11), no tempo do fim haverá um aumento da apostasia e da falsa segurança entre os líderes religiosos, conforme descrito em várias passagens escatológicas, por exemplo II Tessalonicenses 2:3-4.

• Aqueles que rejeitam à Palavra de Deus no presente, preferindo as palavras dos falsos profetas, quando for tarde demais e a verdadeira Palavra de Deus estiver escassa, muitos buscarão por todos os lados, mas não a encontrarão (Miqueias 3:1-7). Isso é consistente com passagens que falam sobre a escassez do ensino bíblico verdadeiro nos últimos dias (II Timóteo 4:3-4; II Tessalonicenses 2:9-11).

• Os tempos de tribulação antes da segunda vinda de Cristo são caracterizados por grande apostasia e corrupção, como foi antes da destruição de Jerusalém (Miqueias 3:9-12). Assim, tal como Miqueias profetizou a destruição de Jerusalém devido ao pecado, no período escatológico haverá um julgamento final sobre a injustiça e o pecado do mundo. A advertência contra a corrupção e a promessa de julgamento ressoam como um lembrete constante da santidade de Deus e da necessidade de integridade moral (Romanos 2:2).

Se quisermos viver os planos de Deus em meio a corrupção social, devemos atentar para Miqueias 3:8, que nos ensina a:

1. Buscar dependência do Espírito Santo para obter força e coragem.
2. Praticar a justiça como fruto do Espírito.
3. Ser capacitado pelo Espírito para cumprir a missão profética.
4. Ter clareza e ousadia na denúncia do pecado.
5. Desenvolver confiança no Espírito em tempos de apostasia generalizada.

Reavivemo-nos no Espírito! – Heber Toth Armí.



MIQUEIAS 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de junho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MIQUEIAS 2 – Primeiro leia a Bíblia

MIQUEIAS 2 – BLOG MUNDIAL

MIQUEIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MIQUÉIAS 2 by Luís Uehara
26 de junho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: www.bibliaonline.com.br/nvi/mq/2

Miqueias condena as violações dos direitos à terra (vv. 1-5, 9-10), uma das principais causas de injustiça ao longo da história. Deus deu direitos à terra para todos (Ez 47:22-23) e isso está intimamente ligado aos sábados (Levítico 25). Deus diz que a ganância é “a raiz de todo mal” (1Tm 6:10), mas a ganância mais destrutiva é roubar os direitos da terra, que Deus considera como violência (Ez 45:8-9), traz tristeza (Isaías 5:7- 8), causa a escravidão infantil (Ne 5), trará maior condenação (Mt 23: 14; Lc 20:47), etc. Começa um ciclo vicioso de ganância, depois concentração de poder e depois tirania. Deus adverte contra a ganância com mais de vinte pesadelos, incluindo tristeza para as famílias (Pv 15:27), tempos terríveis (2Tm 3:1-2), erradicação da piedade (1Jo 3:17), etc.

Ellen White escreve que “nenhuma invenção do homem” jamais melhorou os planos de Deus sobre os direitos à terra. A maior parte da miséria hoje vem da rejeição do plano de Deus quanto aos direitos à terra” (Beneficência Social, 195). “Há multidões de famílias pobres pelas quais não se poderia fazer nenhum melhor trabalho missionário do que ajudá-las a se estabelecerem no campo, e aprenderem a tirar dele um meio de vida” (A Ciência do Bom Viver, p. 192, Lt 72, 1898).

A maior parte das terras do mundo, hoje, é monopolizada pelos 10% mais ricos. Visto que Deus repetidamente conecta direitos equitativos à terra com paz (1 Reis 4:25) e restauração (2 Cr 7:14, Mq 4:4) e até mesmo com o céu (Is 66:22-23), de que maneira cristãos piedosos podem implementar este princípio na atualidade?

Bryan Bissell
Diretor, Ministérios JOLT

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mic/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



MIQUEIAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de junho de 2024, 0:50
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1 Ai daqueles. Nos v. 1 e 2, Miqueias condena a injustiça e a opressão para com os pobres.

No seu leito. Isto é, à noite, eles elaboram o plano que esperam executar no dia seguinte (ver Jó 4:13; Sl 4:4; 36:4).

O poder. Eles operavam sob o princípio perverso de que “o poder dá o direito”. Quando os homens tiram proveito de seu poder, é quase certo que irão abusar dele.

2 Cobiçam campos. Eles eram tão cobiçosos e vorazes pela posse da terra que executavam seus projetos avarento através da violência (cf. 1Rs 21; Is 5:8; Os 5:10, Am 4:1).

3 Eis que projeto. Assim como eles projetavam a iniquidade, Deus iria “projetar um mal”.

Não tirareis a vossa cerviz. O castigo seria como um jugo pesado e irritante, do qual não poderiam se livrar.

Não andareis altivamente. Isto é, com a cabeça erguida. O orgulho dos opressores seria humilhado.

Será mau. O profeta está falando do julgamento futuro que Deus enviaria sobre o Seu povo.

4 Um provérbio. “Naquele dia”, ou no tempo mau mencionado no versículo anterior, o inimigo provocaria os israelitas, empregando as palavras que eles mesmos usaram em lamento por sua calamidade (ver Hc 2:6). Com zombaria, eles imitariam os judeus aflitos … Não há zombaria mais ferina do que a repetição em tom jocoso para lamentar o mal ocorrido a alguém.

Reparte. Por uma mudança no texto hebraico, a NTLH diz: “Ele tirou o que era nosso e deu aos que nos conquistaram.

5 Lançando o cordel. Miqueias informa ao opressor que ele não ter;a mais herança em Israel porque negociou injustamente com a terra de seu vizinho. O cordel era a linha de medição utilizada na medição da terra (ver Am 7:17).

6 Não babujeis. O texto diz, literalmente: “Não profetize desse jeito, não diga coisas assim. Essas coisas ruins nunca acontecerão conosco.”As palavras parecem ser um protesto por parte dos repreendidos por Miqueias.

7 Coisas anunciadas. Miqueias repreende os que falam (v. 6) para expressar pensamentos estranhos ao Espírito de Deus.

Suas obras. Assim como o sol não poder ser responsabilidade por um objeto, do mesmo modo Deus não pode ser responsabilizado pela iniquidade do pecador (Tg 1:13-15).

Fazem o bem. A Palavra de Deus é boa e carregada de bênçãos para quem a obedece (Dt 7:9-11; Sl 18:25, 26; 25:10; 103:17, 18; Rm 7:12; 11:22).

Retamente. Aqui, o profeta repreende aqueles que acusam o Senhor de ser impaciente e de ameaçar Seu povo. Isso não é assim, pois Deus tem sido longânimo em suas relações com Israel. No entanto, quando pecam, as pessoas devem esperar colher os resultados de suas más ações (Êx 34:6, 7).

8 Como inimigo. Uma acusação contra os de classe alta que tratavam as pessoas comuns como inimigas, roubando e pilhando as mesmas.

A capa. Do heb salmah, um manto externo também utilizado para cobrir o corpo durante o sono. Não era permitido ao credor manter consigo o salmah do devedor durante a noite (ver com. [CBASD] de Êx 22:26).

Que passam seguros. Os da classe alta apreendiam essas peças de vestuário de pessoas pacíficas e comuns.

9 As mulheres. Provavelmente, as viúvas que deveriam ser defendidas (ver Is 10:2).

Minha glória. As crianças seriam despojadas de suas bênçãos, provavelmente devido a necessidades e ignorância, ou por serem vendidas como escravas, sendo privadas da liberdade dada por Deus.

10 Ide-vos. Os opressores deviam ser expulsos de suas terras, assim como haviam banido os outros.

Imundícia. Por causa de suas necessidades (ver Lv 18:25, 27).

11 Se houver alguém. Por causa de suas iniquidade, os pecadores entre o povo de Deus não gostavam dos que repreendiam e condenavam suas transgressões. Os que flertavam com o mal tomavam uma atitude de indiferença para com o pecado e profetizavam mentiras agradáveis. Eram os profetas populares (ver Jr 14:13-15; 23:25-27; Ez 13:1-7).

Se houver alguém que, seguindo o vento da falsidade (ARA). Do heb. ruach, significando também “espírito”, daí a tradução: “Se houver algum que siga o espírito de falsidade” (ARC).

Eu te profetizarei. Não há nada que possa enganar tanto as pessoas crédulas como revestir a Palavra de Deus com ensinamentos falsos (Mt 7:15; 15:7-9).

Vinho. Esses videntes espúrios prometiam prosperidade material e prazeres sensuais.

12 Certamente, te ajuntarei. Miqueias volta a atenção da maioria do povo, que havia tomado o caminho do mal, para a minoria, o remanescente, que entraria na promessa de restauração e libertação após o cativeiro. Desse modo, o profeta nega a acusação repetida pelos falsos profetas de que ele era um incurável prognosticador de tristeza e angústia. Com um otimismo de longo alcance profético, ele afirma que, depois do exílio, haveria um futuro de alegria e felicidade para os que servem ao Senhor.

Todo. Ou seja, todo o remanescente. Embora Deus deseje que todo o Seu povo professo “seja salvo”(1Tm 2:3, 4; cf. Tt 2:11; 2Pe 3:9), apenas poucos, “o restante”, que sinceramente se converterem dos seus pecados e andarem no caminho da justiça, serão salvos (ver Is 10:20-22; Jr 31:7, 8; Ez 34:11-16; Sf 3:12, 13). Pela graça de Deus, “muitos são chamados”, mas, por causa da iniquidade perversa do coração humano, infelizmente, “poucos são escolhidos”(Mt 22:14, NVI; cf. Mt 7:13, 14).

Grande ruído. O remanescente se tornaria uma grande multidão.

13 O que abre caminho. O paralelismo do versículo aponta para Yahweh, destruindo toda oposição diante de Seu povo.

Romperão. Ou, “atravessarão”. Os cativos seguem seu líder. Sua passagem através dos portões mostra a saída da terra do exílio.

O seu Rei. O mesmo Deus que tirou Seu povo da terra da servidão no Egito e, mais tarde, o livrou do cativeiro [babilônico], libertará, em um futuro próximo, os Seus remidos da servidão e do cativeiro deste mundo de pecado.

 

Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1121-1123.



MIQUEIAS 2 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de junho de 2024, 0:45
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O capítulo de hoje apresenta um contraste entre aqueles “que, no seu leito, imaginam a iniquidade e maquinam o mal” (v.1), e “o restante de Israel”, congregados por Deus “como ovelhas no aprisco” (v.12). A ganância e a mentira regiam a vida da maioria dos líderes políticos e religiosos da nação, de forma que o povo comum sofria devido as suas práticas abusivas. E apesar dos constantes e claros apelos dos profetas do Senhor, rebelavam-se cada vez mais e, com seus profetas ébrios (v.11), declaravam: “a desgraça não cairá sobre nós” (v.6). Contudo, toda a maligna ambição que os tornava duros de coração, logo revelaria seus trágicos resultados, “porque o tempo será mau” (v.3).

O juízo anunciado foi ignorado, e, em seu lugar, foi proclamado um tempo de paz e prosperidade. E à pergunta retórica: “Está irritado o Espírito do Senhor?”, lhes foi dada a resposta que não queriam ouvir: “Sim, as Minhas palavras fazem o bem ao que anda retamente” (v.7). O povo, porém, agia como se fosse inimigo de Deus, roubando os que queriam paz e provocando a ruína de muitas famílias (v.8). Caso não se arrependessem, sua imundícia os destruiria “dolorosamente” (v.10). E enquanto davam ouvidos a falsos profetas (v.11), a calamidade os alcançaria quando menos esperassem.

Mas o Senhor enxergou algo de precioso em meio à sujeira. O “que anda retamente” (v.7) foi identificado pelo Investigador divino, que procura todo aquele que abre o coração para a sagrada obra do Espírito Santo. Apesar da humilhante devastação que os assírios causariam a Israel, Deus prometeu congregar o restante do Seu povo, “como ovelhas no aprisco” (v.12), abrindo caminho e indo adiante deles, assim como um pastor conduz o seu rebanho (v.13). Esta promessa não ficou no passado, mas foi confirmada por Jesus a todas as gerações de Seu fiel povo.

Como os líderes de Israel foram comparados a ladrões e salteadores, Jesus ampliou essa analogia para todos os líderes insensatos do Seu povo: “Em verdade, em verdade vos digo: o que não entra pela porta no aprisco das ovelhas, mas sobe por outra parte, esse é ladrão e salteador” (Jo.10:1). Ele também disse: “Eu sou a porta. Se alguém entrar por Mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem […] Eu sou o bom Pastor. O bom Pastor dá a vida pelas ovelhas […] conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem a Mim” (Jo.10: 9, 11 e 14). Através desta ilustração, conseguimos vislumbrar um Deus que deseja suprir as nossas necessidades em todas as esferas da vida, e que, pensando em Mim e em você, declarou: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a Mim Me convém conduzi-las; elas ouvirão a Minha voz; então, haverá um rebanho e um Pastor” (Jo.10:16).

O bom Pastor está hoje apelando: “Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que Se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Is.55:6-7). Há um tempo limite para o mal e uma medida determinada para a iniquidade, que estão prestes a ser atingidos. Porque o “Meu Espírito não agirá para sempre no homem”, diz o Senhor (Gn.6:3). Permita que o bom Pastor vá adiante de você abrindo caminho e, certamente, Ele te levará “para junto das águas de descanso” e habitarás “na Casa do Senhor para todo o sempre” (Sl.23:2 e 6).

Amado Pai Celestial, estamos vivendo nos últimos instantes desta Terra, e isso tem sido conhecido de todos os que têm Te buscado e invocado o Teu nome. Mas ainda existem ovelhinhas Tuas fora do aprisco da salvação. Vai em busca delas conforme prometestes, Senhor, e as retira das garras do engano. Congrega o restante de Israel; abre caminho, Jesus é o caminho; faze-o entrar pela porta, Jesus é a porta; para que Teu povo siga o Rei da Glória, Jesus é o Rei da Glória! Queremos fazer parte deste povo seleto. Salva-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, ovelhas de Jesus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Miqueias2 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MIQUEIAS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de junho de 2024, 0:40
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MIQUEIAS 2 – Para compreender melhor a mensagem e o contexto do livro de Miqueias, é essencial reconhecer a continuidade e a relação entre as profecias deste livro e as de outros profetas.

Observe que Miqueias 1 e 2 “tomam os temas de julgamento primeiramente ouvidos em Joel e Amós. Isso se explica pelas denúncias de pecado em Israel e em Judá (1:5-6). Miqueias usou figuras de prostituição para descrever o culto idólatra, como fizera Oseias (1:7). Esses discursos retratavam um dia devastador para Samaria (1:6), mas também falava do perigo junto ao portão de Jerusalém (1:9, 12). Tal perigo chegou no cerco de 701 a.C. (2Rs 18-19). O capítulo 2 lembra Amós ao detalhar os pecados do povo e a falta de disposição deles em ouvir a pregação profética. Miqueias 2:12-13 termina o trecho com uma garantia ambígua de que Deus reuniria todo o Israel em um só lugar, eliminaria as restrições e o conduziria através dele. Deus e o rei iriam adiante do povo. Poderia isso indicar o livramento de uma experiência de prisão? Ou seria um retrato da saída para o exílio? Qualquer que fosse a alusão, Deus iria com eles, aliás, iria adiante deles!” (John Watts).

• Miqueias ergue a voz e condena os injustos; ele denuncia aqueles que planejam iniquidades e praticam o mal, especialmente os que cobiçam campos e casas, roubando-as de seus legítimos proprietários; ele trata da desgraça que Deus traz sobre tais pecadores, os quais serão removidos de suas posses e sofrerão as consequências de seus atos injustos (Miqueias 2:1-5)

• Miqueias confronta os falsos profetas que tentam silenciar suas palavras de julgamento, alegando que não se deve profetizar tais desgraças. Ele denuncia a falsidade desses profetas que enganam o povo e condena os líderes que deturpam a justiça. O texto também aborda a corrupção e avareza dos líderes, que se aproveitam das pessoas vulneráveis, como mulheres e crianças (Miqueias 2:6-11).

• Miqueias, apesar das condenações severas, encerra o capítulo profetizando a reunião do remanescente de Israel. Deus promete reunir Seu povo como um pastor reúne suas ovelhas, conduzindo-os para fora da opressão e para a liberdade (Miqueias 2:12-13).

Deus é o Pastor que reúne Seu rebanho disperso, guiando Suas ovelhinhas com segurança através das tempestades da vida. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MIQUÉIAS 1 by Luís Uehara
25 de junho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mq/1

Miquéias é um dissidente piedoso de fora dos centros de poder governamentais. Deus envia advertências severas através dele por causa das feridas profundas (v. 9) causadas pela rebelião.

Os profetas condenaram a idolatria (v. 7) porque envolvia opressão econômica, escravidão sexual, sacrifício de crianças, rejeição a Deus, etc. Mas a idolatria também oprime milhares de milhões e mata milhões agora:

“Posto que de forma diversa, existe hoje a idolatria no mundo cristão tão verdadeiramente como existiu entre o antigo Israel nos dias de Elias. O deus de muitos homens que se professam sábios, de filósofos, poetas, políticos, jornalistas; o deus dos seletos centros da moda, de muitos colégios e universidades, mesmo de algumas instituições teológicas, pouco melhor é do que Baal, o deus-Sol da Fenícia.”(O Grande Conflito, 583).

Os políticos não são pastores. Mas Deus deu princípios relativos à política. Miquéias convoca todos para ouvir as acusações (vv. 2, 5, 6). Como as políticas governamentais pecaminosas devastam muitas vidas, Deus planejou que Israel iluminasse o mundo (Gn 22:18, Isaías 51:4; 60:1-9). As leis de Deus determinam a ascensão/queda de todas as sociedades (Provérbios 14:34, Jeremias 12:14-17).

Ellen White diz: “Na lei do reino de Deus…há…princípios…[para guiar]…leis dos governos terrenos.” (3MR 37) “Os que não leram esta lição no Livro de Deus, são convidados a lê-la na história das nações. ” (O Grande Conflito, 285)

Como é que Deus quer que apliquemos os Seus princípios políticos às nossas comunidades, instituições e nações agora?

Bryan Bissell
Diretor, Ministérios JOLT

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mic/1
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MIQUEIAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de junho de 2024, 0:50
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821 palavras

1. Morastita. Habitante de Moresete (v. 14), povoado supostamente localizado na parte de baixo de Judá, cerca de 35 km a sudoeste de Jerusalém, atualmente chamado de Tell ej-Judeideh. O nome Moresete-Gate significa “propriedade [ou, vinha] de Gate”.

Nos dias de Jotão. Ver página 1115 [CBASD, vol. 4]. Isaías, Oseias e Amós começaram a profetizar pouco antes de Miqueias, durante o reinado de Uzias, pai de Jotão (Is 1:1; Os 1:1; Am 1:1). Sem dúvida, os reis mencionados são os de Judá porque a missão de Miqueias se desenvolveu particularmente no Reino de Judá, do sul. No entanto, como Amós (ver página 1053 [CBASD, vol. 4), ele também profetizou contra o reino do norte de Israel.

2 Todos os povos. O mundo inteiro é convocado a testemunhar os juízos divinos contra Samaria e Jerusalém. No destino do esposo do povo escolhido de Deus, as pessoas podem ler o destino de todas as nações que se recusam a seguir o plano divino (ver PR, 364; Dn 4:17).

3 Os altos da Terra. Deus é representado como descendo e caminhando sobre o topo das montanhas e colinas (ver Am 4:13).

4 Os montes … se derretem. Frequentemente, a vinda do Senhor é representada como acompanhada por convulsão da natureza (ver Jz 5:4, 5, Sl 97:4, 5; ver com. [CBASD] do Sl 18:7, 8). Uma agitação mais terrível do mundo físico vai preceder a segunda vinda de Cristo (Mt 24:29; Apocalipse 16:18-21; GC, 636, 637).

5 Transgressão. Os v. 5 a 7 descrevem a punição vindouras sobre Israel, o Reino do norte, por seus pecados.

Samaria. Como capitais de Israel e Judá, respectivamente, Samaria e Jerusalém haviam se tornado em centros de idolatria e iniquidade. Samaria fora construída pelo ímpio Onri e seu filho Acabe, que, seguindo os passos do pai, erigiu ali um tempo a Baal (ver 1Rs reis 16:23-33; para uma descrição de Samaria, ver com. [CBASD] de 1Rs 16:24).

Os altos. A LXX diz aqui: “qual é o pecado da casa de Judá?” Essa leitura provê um melhor paralelismo com a frase precedente: “qual é a transgressão de Jacó?” … Ezequias foi o primeiro dentre os reis de Judá a combater severamente esses centros idólatras (ver 2Rs 18:4). Evidentemente, a profecia de Miqueias precedeu esta reforma.

6 Farei. O tempo verbal no futuro indica que a destruição de Samaria, que teve lugar no sexto ano do reinado de Ezequias, ainda não via havia ocorrido (2Rs 18:9-11).

Campo. Ou, “plantações”. Samaria devia ser destruída tão completamente que vinhas cresceriam em seu lugar.

7 Salários. Do heb. ‘ethnan, palavra frequentemente usada em conexão com o aluguel de uma prostituta (ver Dt 23:18; Ez 16:31,34; Os 9:1).

Ajuntou. Eles [imagens de escultura e ídolos] haviam sido adquiridos por meio do “aluguel de uma prostituta”. A prostituição era praticada em certos templos pagãos, como parte da adoração à deusa da fertilidade.

Volverão. O sentido geral da passagem parece claro. Samaria deveria sofrer a perda daquilo em que confiava.

Nu. Do heb. ‘Arom, designando nudez completa ou alguém semi despido. Miqueias representa a si mesmo, não só como enlutado que tira as vestes exteriores, mas também como um cativo que está completamente despido e é levado nu e despojado (ver Is 20:2,3).

9 Incuráveis. O dia de graça havia acabado para Samaria. … Chegara o tempo da ira divina entrar em ação (ver PR, 364).

Até Judá. Também Judá era a culpada (v. 5) e deveria receber o castigo).

10 Não o anuncieis. Os v. 10 a 16 constituem um canto fúnebre sobre o julgamento que cairia sobre Judá. A frase da frase de abertura é tirada do lamento de Davi em relação a Saul (2Sm 1:20).

Gate. Uma das 5 principais cidades dos filisteus, cuja localização é incerta (sobre os lugares sugeridos, ver 2Rs 2:17). A ruína de Judá não devia ser proclamada neste centro inimigo.

13 Ata os corcéis. Ou seja, engate os cavalos ao carro para que haja uma fuga precipitada.

Laquis. Uma cidade-fortaleza de Judá cerca de 43 km a sudoeste de Jerusalém. A cidade caiu sob Senaqueribe, no momento da invasão de Judá (ver 2Rs 18:14). Um baixo-relevo no museu Britânico, levado da Assíria, descreve o cerco de Laquis (ver vol. 2 [CBASD], p. 47). As ruínas de Laquis hoje são chamadas de Tell ed-Duweir.

O princípio do pecado. Não é revelado como Laquis se tornou o princípio do pecado de Judá.

14 Portanto Evidentemente Judá é abordada aqui.

Aczibe. Do heb. ‘Akzib, possivelmente uma cidade localizada em Sefelá ou na várzea de Judá perto de Adulão … Como a palavra traduzida como “mentira” é aqui akzab, há aqui outro jogo de palavras significativo: “As casas de Aczibe [Cidade-Mentira] serão ‘akzab [mentira]”.

15 Chegará até Adulão a glória de Israel. A sentença pode ser traduzida como na NVI: “a glória de Israel irá a A”. Alguns pensam que a referência é a nobreza de Israel que iria buscar refúgio em lugares como a caverna de Adulão, onde Davi se escondeu (1Sm 22:1, 2).

16 Faze-te calva. Um símbolo de luto (Ver Amós 8:10). Jerusalém é chamada a lamentar seus filhos levados ao exílio.

Águia. Do heb. nesher, usada para designar tanto a águia quanto o falcão. Provavelmente, aqui, a palavra se refere ao abutre careca.

Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 118-1120.