Reavivados por Sua Palavra


ZACARIAS 7 by Luís Uehara
19 de julho de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/7

A palavra de Deus tem poder para revelar o próprio Deus a nós. Tem o poder de elevar nossos pensamentos, encorajar e confortar-nos quando estamos deprimidos. A palavra de Deus tem poder para mostrar como realmente somos e nos inspirar a sermos diferentes.

No entanto, se endurecermos nossos corações como uma pedra, eventualmente a palavra da Torá (a Lei, os escritos de Moisés) não poderá penetrar em nós. Esse era o problema do antigo Israel. Se recusarmos a valorizar a lei de Deus e ouvir aos Profetas, que nos foram dados pelo Espírito do Senhor, seremos responsáveis pelas consequências (Zc 7: 11-12).

Zacarias traz a mente daquelas pessoas de volta à condição que resultou na destruição do Templo e fez com que fossem levados cativos. Eles eram injustos em seus julgamentos, não mostravam benevolência e compaixão para com as pessoas do seu povo e oprimiam aos necessitados.

Estamos bem perto da segunda vinda de Jesus. Ao ouvirmos a voz do profeta hoje, é hora de retornarmos a Deus com um espírito contrito.

Sook-Young Kim
Universidade Nacional de Kyungpook
Sangju, Coreia do Sul

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ZACARIAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de julho de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

556 palavras

Aconteceu, pois (ARC). Os v. 1 a 3 falam de uma delegação proveniente de Betel (ver com. do v. 2) para perguntar se o jejum comemorativo da calamidade de Jerusalém ainda devia ser mantido.

Quarto ano. A data apresentada neste versículo pode ser calculada como 7 de dezembro de 518 a.C. (ver vol. 3, p. 89), aproximadamente dois anos depois das visões anteriores terem sido dadas (Zc 1:1, 7). Já que em mais dois anos o templo estaria terminado (ver Ed 6:15), a obra de reedificação estava bem avançada. Os sacerdotes já estavam “na Casa do SENHOR”(ver Zc 7:3). Devido a essas perspectivas otimistas, a pergunta surge, naturalmente, para se descobrir se o jejum instituído sob condições aflitivas ainda deveria ser observado.

Sarezer. Um nome babilônico… . O nome estrangeiro indica que Sarezer nasceu no exílio.

Suplicarem. … suavizar, afagando o rosto, colocando-o numa posição gentil; e daí resulta o significado “tornar alguém agradável”.

Sacerdotes. Estes deveriam ser os intérpretes da lei (ver Ag 2:11).

Continuaremos nós a chorar, com jejum … ? O jejum (ver v. 5) mencionado neste versículo servia como memorial da destruição de Jerusalém por Nabucodonosor no quinto mês, de 586 a.C. (2Rs 25:8, 9; Jr 52:12-14; ver com. de Zc 8:19).

Com jejum. Isto é, abster-se do alimento e das diversões.

Todo o povo. A resposta era do interesse de todos, não apenas dos de Betel.

Sétimo mês. De acordo com a tradição, este jejum era um memorial ao assassinato de Gedalias (ver 2Rs 25:22-26).

Setenta anos. Desde 586 a.C., o ano da destruição de Jerusalém (2Rs 25:1-4), até aquele presente momento (ver com. de Zc 7:1) passaram-se aproximadamente 70 anos (ver vol. 3, p. 89-91). Isto é, se contado de outono a outono, seria de 587/586 a 518/517, 70 anos inclusivos (ver vol. 3, p. 89).

Para Mim. Os jejuns eram invenções humanas e não cumpriam nenhuma ordem divina. Eles não eram motivados por verdadeiro arrependimento pelos pecados que levaram à destruição da cidade e do país.

Para vós mesmos. Isto é, sem considerar a Deus (ver 1Co 11:17-22).

Não ouvistes vós … ? Várias vezes, os “profetas que nos precederam”advertiram a não confiar apenas na observância de cerimônias externas (1Sm 15:22; Pv 21:3; etc.).

Em paz. O contraste entre a prosperidade anterior e a humilhação presente dos israelitas era uma triste recordação do que perderam por causa da desobediência.

Campina. Sefelá (ver com. de Js 15:33). Neguebe [ou Neguev, deserto ao sul] e Sefelá formavam duas das três regiões da Judéia, sendo a terceira, a região “montanhosa”ao redor de Jerusalém (ver com. de Jz 1:9).

Executai juízo verdadeiro. O profeta enumera vários aspectos da justiça moral como tinham sido ordenados com frequência (ver Êx 23:6-8; Is 32:7; Jr 22:3; Mq 2:1, 2).

10 Não oprimais. Ver Êx 22:22-24; Dt 10:18, 19; Is 58:5-7; Jr 7:5, 6. [NC: Os versículos 9 e 10 merecem atenta consideração do leitor].

11 Não quiseram me atender. Como um boi que se esquiva do jugo que está sendo colocado sobre seu pescoço (ver Ne 9:29; Os 4:16).

Ensurdeceram. Eles foram completamente indiferentes à vontade de Deus.

12 Diamante. Um coração de pedra não é facilmente influenciável. Os mais fortes apelos não despertam qualquer resposta. A ação foi deliberada, uma ação da vontade.

13 Eu clamei. isto é, o Senhor. Os severos castigos que sobrevieram ao povo poderiam ter sido evitados. Quando ficou evidente que a disciplina do exílio seria necessária a fim de realizar uma reforma moral, o clamor para a remoção do castigo foi ignorado (ver PR, 292; Is 65:12-14; 66:4).

14 Espalhei-os. A desobediência e apostasia resultaram no cativeiro babilônico.

Eles não conheceram. Ver Dt 28:33, 49; Jr 16:13.

Assolada. Ver Jr 9:9-16.

Terra desejável. Ver Dt 8:7-10; Sl 106:24; Jr 3:19; Ez 20:6.

ReferênciaComentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1210-1212



ZACARIAS 7 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de julho de 2024, 0:45
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Durante os anos de exílio, alguns do povo “foram enviados […] para suplicarem o favor do Senhor” (v.2). Até que, após os setenta anos, eles questionaram aos sacerdotes até quando continuariam com aquela prática. O Senhor falou por intermédio de Zacarias, e disse: “Quando jejuastes e pranteastes […] acaso foi para Mim que jejuastes, com efeito, para Mim?” (v.5). Em tempos de paz, Deus enviou os Seus profetas para anunciar a Sua vontade, “porém, não quiseram atender e, rebeldes, […] deram as costas” ao Senhor “e ensurdeceram os ouvidos, para que não ouvissem” (v.11).

Não foi a prática do jejum que foi desconsiderada por Deus, mas a intenção em praticá-lo. Mesmo afastados do Senhor, a observância de alguns rituais religiosos não cessou e, de contínuo, ainda jejuavam. No entanto, apesar de julgarem ter “prazer em se chegar a Deus” (Is.58:2), suas atitudes não tinham qualquer harmonia com sua religião. O jejum havia perdido totalmente a sua finalidade e foi transformado em aparência de santidade. Era um jejum orgulhoso. Erguiam suas orações com polida oratória enquanto seus corações tramavam o mal “contra o seu próximo” (v.10).

Era comum o jejum realizado no sábado, mas não como um sinal de arrependimento e contrição, e sim como um mostruário de “santos” que jejuavam “para contendas e rixas” (Is.58:4). Certa vez ouvi uma frase que me impactou profundamente: “Nós [cristãos] somos o único exército em que os soldados lutam entre si”. Vocês percebem a seriedade disso? O Senhor nos diz: “Executai juízo verdadeiro, mostrai bondade e misericórdia, cada um a seu irmão” (v.9). Temos realmente praticado o “assim diz o Senhor”? Temos verdadeiramente jejuado para a glória de Deus e benefício de nossos semelhantes?

O grande e maior perigo que nos cerca não está associado às catástrofes naturais, nem tampouco à violência humana, mas ao que Cristo mesmo nos alertou: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12). A prática de qualquer dos mandamentos de Deus consiste em amar. Vejamos o que o apóstolo Paulo escreveu em Romanos 13:10: “O amor não pratica o mal contra o próximo, de sorte que o cumprimento da lei é o amor”. Se o que fazemos o fazemos com o fim de sermos vistos pelos outros, não receberemos o galardão de Deus (Mt.6:1).

Entendem, amados? Jesus manifestou o amor ao praticar cada um dos mandamentos de Seu Pai (Jo.15:10). Ele não veio revogar (Mt.5:17-18) o que Ele mesmo instituiu, mas veio para nos dar o exemplo de como cumprir com o nosso dever (Ec.12:13). Jesus não escolheu o templo para jejuar diante de todos, mas foi “levado pelo Espírito ao deserto” (Mt.4:1). Ele não disse para divulgarmos nossas boas obras, mas que a nossa ajuda ao próximo “fique em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:4). Até sobre a prática da oração, Ele nos diz: “Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6).

Há recompensa para aqueles que ouvem as palavras de Deus e as praticam. Mas o “coração duro como diamante” (v.12) não é humilde para reconhecer os seus erros e pedir perdão; só jejua e ora pelo que julga ser importante aos próprios olhos. Notem que aquele grupo de judeus não apenas jejuava, mas também chorava (v.3). Muito em breve, Jesus enxugará “dos olhos toda lágrima” (Ap.21:4), mas não as lágrimas derramadas por motivos egoístas. Há bênçãos sem igual reservadas não para os frios legalistas, mas para os verdadeiros adoradores de Deus, que é o próprio amor (1Jo.4:8). Jejuar para interceder e observar a lei do Senhor executando “juízo verdadeiro” com “bondade e misericórdia” (v.9), é a maior declaração e demonstração de amor que podemos dar a Deus e ao nosso próximo. E é exatamente isso que o Senhor espera de Seu povo nestes últimos dias. Mas devemos fazê-lo da forma que Ele nos orienta em Sua Palavra.

Quantos anos ainda perderemos derramando lágrimas e erguendo clamores que o Senhor não ouve (v.13)? Quando o remanescente do Senhor se levantar como um genuíno povo de oração e quando o amor for a essência de sua religião, haverá um reavivamento tal que, semelhante a Estêvão, o mundo não poderá resistir “à sabedoria e ao Espírito” pelo qual falaremos (At.6:10). Que a nossa oração hoje, e a cada dia, seja por um coração semelhante ao de Cristo: “manso e humilde” (Mt.11:29).

Santo Deus, nós reconhecemos que só há amor em Ti, só há justiça em Ti, só há humildade em Ti. Concede-nos um coração manso e humilde como o de Jesus! Que perseveremos em dEle aprender, olhando para Ele, buscando nEle tudo o que precisamos para andar Contigo e permanecer em Tua santa presença. Livra-nos de uma vida de hipocrisia, Senhor! Queremos Te adorar em espírito e em verdade, na beleza da Tua santidade. Ajuda-nos a Te amar e amar o nosso próximo como está escrito, segundo Cristo nos deixou exemplo. Que o jejum e a oração sejam atos de amor em nossa vida. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, povo que ora, jejua e ama!

Rosana Garcia Barros

#Zacarias7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ZACARIAS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de julho de 2024, 0:40
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ZACARIAS 7 – Quando se estuda correta e profundamente a Bíblia como revelação autorizada de Deus aos seres humanos percebe-se que a verdadeira religião está no coração submisso, não em rituais vazios. Além disso, a justiça e a misericórdia são marcas de um coração alinhado com Deus.

Na verdade, é claro na Bíblia que Deus rejeita o culto sem a prática da piedade e da compaixão. Zacarias 7 é um capítulo que veementemente alerta contra a prática de rituais religiosos sem uma verdadeira transformação de caráter e ações justas.

Segundo o profeta Zacarias, poademos concluir que jejuar religiosamente sem promover justiça e amor ao próximo não é meramente perca de tempo, é hipocrisia – ritual vazio que Deus abomina.

• Deus sempre chama Seu povo a uma vida de integridade e compaixão.
• A vida piedosa é marcada por honestidade e cuidado aos outros.

Zacarias alerta para o perigo de ignorar as necessidades e dores alheias, o que desagrada a Deus. Isso está bem claro desde o início, quando Caim questiona a Deus revelando sua indiferença: “Sou eu o responsável por meu irmão?” (Gênesis 4:9). A religião de Caim promove a injustiça, a indiferença, a crueldade, a imoralidade e a rebeldia (I João 3:12; Judas 11). Muitos são os que trilhavam essa religião após o cativeiro babilônico no contexto de Zacarias, e hoje não é diferente – infelizmente!

Zacarias mostra que a indiferença ao sofrimento dos outros é uma ofensa a Deus. Por isso, a narrativa sagrada encoraja os crentes a demonstrarem sua fé através de atos tangíveis de justiça e bondade para com os outros (Miqueias 6:8; Tiago 1:27).

A adoração genuína, segundo Zacarias 7, é demonstrada através de ações que refletem o caráter de Deus: justiça, misericórdia e compaixão. Deus não deseja meramente louvor e adoração externa, mas um coração inteiramente comprometido com Seus princípios e valores. Os sistemáticos dizimistas da época de Cristo receberam a seguinte advertência de Cristo: “Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês dão o dízimo da hortelã, do entro e do cominho, mas têm negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vocês devem praticar estas coisas, sem omitir aquelas” (Mateus 23:23).

Sendo assim, há muitos religiosos hipócritas. Reavivemo-nos para não sermos também! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia

ZACARIAS 6 – BLOG MUNDIAL

ZACARIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ZACARIAS 6 by Luís Uehara
18 de julho de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/zc/6

Muita coisa aconteceu nos cinco anos necessários para reconstruir o templo. Satanás fez tudo o que pôde para evitar que o trabalho fosse concluído. Então, o que os cavalos de várias cores têm a ver com isso? Esses cavalos e carruagens simbolizam as inteligências celestiais que trabalham a favor daqueles que se entregam para realizar a obra de Deus. O novo decreto do rei Dario reforçou o decreto original dado por Ciro. Além de fornecer dinheiro e materiais, este decreto ameaçava aqueles que se opunham à obra de Deus.

Além disso, Heldai, Tobias e Jedaías vieram da parte dos judeus que haviam permanecido na Babilônia e trouxeram presentes. Não sabemos mais nada a respeito desses três homens que trouxeram o ouro e a prata. Deus tem muitas pessoas fiéis a respeito das quais nada sabemos. Elas brilham em seus lugares e seus nomes estão no livro da vida.

Somos informados de que o sacerdote-rei, “construirá o Seu templo”. Sim, estamos sendo construídos como um templo espiritual no Senhor. O último versículo de Zacarias 6 termina com as palavras: “Isto só acontecerá se obedecerem fielmente à voz do Senhor, o seu Deus”.

Minha oração é: “Senhor, reivindicando a Tua promessa, escolho obedecer à Tua palavra e ser um participante do Teu templo espiritual. Amém!”

David Manzano
Pastor aposentado, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ZACARIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de julho de 2024, 0:50
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677 palavras

1-8 A oitava visão (Zc 6:1-8) representa Deus supervisionando os negócios da terra para a realização de Seu propósito divino, como estabelecido nas visões anteriores, e garantindo a Israel o sucesso em sua missão.

Ventos. Do heb. ruchoth, singular ruach.

Saem. Essa passagem pode ser traduzida como na RSV: “Eles saem para os quatro ventos do céu”.

Terra do Norte. Devido às rotas invasoras de Babilônia entrarem na Palestina pelo norte, os babilônios tinham sido designados como um poder do norte (ver com. de Jr 1:14, 15). O termo poderia, apropriadamente, ser [também] aplicado aos persas, que tomaram os territórios de Babilônia. … A delegação para a terra do norte, possivelmente, simbolizava a influência exercida sobre os governantes do império persa para promover a obra de Deus. … A visão deve ter levado grande encorajamento aos desalentados construtores, pois deu-lhes a certeza de que a missão para a terra do norte seria bem-sucedida. … Dario emitiu um decreto logo depois, permitindo que a obra avançasse, encorajando a iniciativa com recursos públicos e ameaçando qualquer um que se opusesse (Ed 6:7-12).

Cavalos fortes. … a impaciência e avidez de todos os cavalos pode ter sido a intenção da representação, mostrando assim, a rapidez com que o Céu interviria para dissipar a angústia e insegurança vigentes (ver com. do v. 6).

Fazem repousar o Meu Espírito. “Espírito” (do heb. ruach) pode ser usado neste versículo no sentido de “vontade” ou “volição” (ver com. de Ec 12:7). A expressão pode se referir ao cumprimento da vontade de Deus na Pérsia; ou seja, a emissão de um decreto favorável aos judeus (ver com. de Zc 6:6; ver também 1:11, 15).

Palavra do SENHOR. Nos v. 9 a 15 é retratado um notável simbolismo da obra do Messias.

10 Recebe dos que. Nas oito visões (1:7 a 6:8), Zacarias foi apenas um observador. Pode ser que as instruções dadas ao profeta neste versículo deveriam ser realizadas como parte da cerimônia inaugural do sumo sacerdócio de Josué, no tempo em que os serviços do templo foram reiniciados.

Dos que foram levados cativos. Alguns têm sugerido que os três homens eram representantes dos judeus que ainda estavam em Babilônia e tinham voltado com ofertas para o templo.

11 Josué. Neste versículo, o sumo sacerdote representa o Messias, assim como Zacarias 3:1 a 4 ele representa o povo.

12 Renovo. Do heb. tsemach (ver com. de Zc 3:8). Uma clara profecia messiânica reconhecida como tal pelos judeus.

Brotará. Do heb. tsamach, “brotar”, “germinar”. De tsamach, é derivada tsemach, a palavra traduzida por “Renovo”.

Edificará o templo. Neste versículo, é anunciada mais do que a conclusão física do templo por Zorobabel (Ed 6:14, 15). O profeta vislumbra a casa espiritual (ver com. de Zc 6:15; cf. 1Co 3:16, 17; Ef 2:19-22; 1Pe 2:3-5; GC, 416).

13 Depois da oitava visão, o profeta apresenta uma ilustração inspirada da vinda do Messias, um “sacerdote no Seu trono” (Zc 6:13), e o ajuntamento das nações da Terra ao verdadeiro Deus (v. 15). Tudo isto [as oito visões], como explicado em 1:7 a 6:15, certamente ocorreria caso Israel diligentemente obedecesse à voz do Senhor (Zc 6:15; cf. Dt 28:1, 14; ver p. 17-21).

Sacerdote. Como Melquisedeque, que exercia o duplo ofício de sacerdote e rei (Lc 1:32, 33; Hb 5:5, 6, 10; 7:1, 2, 15-17; 8:1, 2), Cristo seria sacerdote e subiria ao “trono de Seu pai Davi”(ver Sl 110:1-4). Na época de Seu primeiro advento, Cristo Se qualificou para servir como sumo sacerdote no santuário celestial (Hb 2:17), para remover o pecado do ser humano e lhe transformar o caráter. Em Seu segundo advento, Ele virá como Rei, para reinar (ver com. de Mt 25:31).

Perfeita união. Assim se descreve a harmonia entre o Pai e o Filho para a salvação do ser humano (ver T8, 269; GC, 416, 417).

14 Coroas. Ou, “coroa”.

15 Que estão longe. Estes são os gentios que se juntariam aos judeus no reino messiânico (ver Is 11:9; 57:13). Deus está agora realizando Seus propósitos por meio do Israel espiritual (ver Ef 2:19-22; 1Pe 2:3-5; AA, 595; ver p. 15-23).

Se. Os judeus poderiam ter formado o núcleo da casa espiritual de Deus. No entanto, as promessas feitas a eles eram condicionais, como claramente indicado neste versículo. Mesmo assim, a despeito da falha humana, os propósitos da vontade de Deus avançarão continuamente e serão realizados por meio daqueles que, em cada nação, constituem Sua casa espiritual hoje (ver p. 21-23).

Referência: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1207-1209.



ZACARIAS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de julho de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

Em praticamente todas as visões de Zacarias, há uma espécie de ritual inicial, em que o profeta levanta os olhos e vê. Os seus olhos eram chamados a desviar-se da perspectiva terrestre e contemplar a celeste: “levantei os olhos e vi” (v.1). E apesar do contexto profético e da profundidade da mensagem não só para Israel, mas para a humanidade de todas as épocas, o privilégio dado a Zacarias nos é ofertado pelo exercício da fé. O desejo de Deus é que todo o Seu povo ouça a Sua voz (v.15). E para isso não precisamos ser profetas, mas homens e mulheres que, como Zacarias, apreciem levantar os olhos para contemplar as coisas do alto. O apóstolo Paulo reforça este pensamento: “Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra” (Cl.3:2).

Apesar de ser incerto o significado da oitava visão, ela começa com um detalhe que faz toda a diferença. Os quatro carros saíram “dentre dois montes” (v.1). E o verso cinco diz que os quatro carros “são os quatro ventos do céu, que saem donde estava perante o Senhor de toda a terra”. Ou seja, eles saíram da morada do Altíssimo. João também teve uma visão parecida acerca de cavalos de cores diferentes e dos quatro ventos que são contidos por quatro anjos. Interessante é que a visão de João dos quatro cavaleiros (Ap.6:1-8) é seguida da visão dos quatro ventos (Ap.7:1), indicando uma ligação entre ambas, assim como na visão de Zacarias.

A ordem dada de percorrerem “a terra” (v.7), culmina na ordem de fazer repousar o Espírito Santo “na terra do Norte” (v.8). Recém-chegados de um regime opressor, os remanescentes de Judá encontraram a oposição e a resistência daqueles que tentavam atrapalhar a reconstrução de Jerusalém e do templo. Mas Deus enviou o Seu Espírito para trabalhar no coração de Dario (“na terra do Norte”) a não somente autorizar a reconstrução, como também enviar tudo o que fosse necessário para que a obra fosse concluída (Ed.6:1-12).

A seguir, o profeta recebeu ordens divinas acerca de alguns do povo. Mesmo sendo desconhecida a genealogia destes três personagens, Heldai, Tobias e Jedaías representavam muito mais do que simples cativos judeus, mas o significado de seus nomes indicava a forma como Deus sempre teve o controle sobre o Seu povo: “os principais”, “os úteis” e “os que têm entendido” (CBASD, v. 4, p.1208). Já o nome de Josué é a forma hebraica para o nome Jesus. A coroação do sumo sacerdote Josué é um símbolo do ministério sacerdotal de Cristo e de Seu reino eterno. O Renovo (v.12) é o nosso Sumo Sacerdote, o nosso único Mediador diante de Deus (1Tm.2:5) e também é o “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap.19:16), havendo “perfeita união entre ambos os ofícios” (v.13).

O ministério aos gentios é descrito como “aqueles que estão longe” (v.15). O Messias veio para unir judeus e gentios num só propósito, o de fazer parte da “igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15). Olhar para o alto requer a coragem de aceitar as verdades eternas e perseverar com fé em defendê-las, ainda que demande a nossa própria vida. “Sê fiel até a morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10) é uma promessa, mas também é um desafio; o desafio de permanecer fiel mesmo que todos ao seu redor não concordem com a sua fé. Noé aceitou este desafio e foi salvo, ele e a sua casa. Não foi sem razão que Cristo nos alertou de que os dias que antecedem a Sua vinda serão “como […] nos dias de Noé” (Mt.24:37). As pessoas “comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento” (Mt.24:38), isto é, estavam tão envolvidas com as coisas deste mundo que nem perceberam que a porta da arca já havia sido fechada.

Amados, é tempo de erguer os olhos aos céus e clamar por nossa vida! “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida” (Jr.51:6). Deus está prestes a dar a ordem para que os quatro ventos sejam soltos e precisamos, hoje, estar com os olhos no Céu. Mas “isto sucederá se diligentemente” buscarmos ouvir a voz do Senhor, nosso Deus (v.15). É uma promessa condicional, que depende da sua e da minha decisão. Todo o Céu trabalha para que olhemos na direção certa. “As coroas serão” (v.14) para “os principais” aos olhos de Deus, que foram úteis em Sua obra de salvação e que entenderam que ainda não chegaram em casa. Pela graça de Deus, decida, “agora” (2Co.6:2), fazer parte do remanescente que olha para o Céu com o ardente desejo de para lá subir.

Querido Pai Celestial, nós Te louvamos pela obra de salvação através do sacrifício do Teu Filho! Pelos méritos do sangue do Cordeiro, queremos muito em breve receber a coroa da vida. Pai, que a Tua misericórdia nos alcance, que a Tua bondade nos conduza ao arrependimento e que o Teu Espírito nos transforme de glória em glória à semelhança do Teu Filho. Abre os nossos olhos para que possamos Te ver e os nossos ouvidos para Te ouvir. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, remanescente rumo ao Lar!

Rosana Garcia Barros

#Zacarias6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ZACARIAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de julho de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

ZACARIAS 6 – As visões de Zacarias e as visões de João na Ilha de Patmos possuem diversas relações, tanto temáticas quanto simbólicas, refletindo a continuidade e o desenvolvimento da revelação divina ao longo das Escrituras; por exemplo:

• Zacarias foca na reconstrução do templo e na restauração de Jerusalém após o exílio babilônico. No Apocalipse, João descreve a redenção final sobre a escravidão do pecado e a vitória de Deus sobre o mal, culminando na Nova Jerusalém.
• Em Zacarias há uma luta entre as forças divinas e as malignas na figura de Satanás opondo-se ao sumo sacerdote Josué (Zacarias 3). No Apocalipse, a batalha entre o Cordeiro e o Dragão é central (Apocalipse 12).
• Zacarias tem visões de cavalos de diferentes cores (Zacarias 1:8; 6:1-8) que representam os espíritos do Céu patrulhando a Terra. No Apocalipse, os quatro cavaleiros (Apocalipse 6:1-8) simbolizam diferentes forças influenciadoras e julgamento da terra.
• Zacarias 4 descreve um candeeiro de ouro com duas oliveiras ao lado, simbolizando a presença do Espírito Santo e os líderes de Deus – Zorobabel e Josué. No Apocalipse, João vê dois candeeiros e duas oliveiras (Apocalipse 11:4), representando as duas testemunhas de Deus.
• Zacarias 2 fala sobre a medição de Jerusalém, simbolizando sua futura proteção e glória. No Apocalipse, João vê a Nova Jerusalém descendo do Céu, uma cidade perfeita e gloriosa preparada por Deus para Seu povo (Apocalipse 21).
• Zacarias fala de Josué, o sumo sacerdote, e Zorobabel, o governador, como líderes escolhidos de Deus. Em Apocalipse, Jesus Cristo é descrito como o Sumo Sacerdote e Rei dos reis, liderando Seu povo à vitória final (Apocalipse 19).
• Zacarias dá grande ênfase na reconstrução do templo em Jerusalém como símbolo da presença e da adoração a Deus (Zacarias 6:9-15). No Apocalipse, o Templo celestial é um tema recorrente; e, no final do livro, é dito que não haverá templo na Nova Jerusalém, porque Deus e o Cordeiro estarão literalmente presentes recebendo adoração (Apocalipse 21:1-22:5).

Em Zacarias 6:12 faz-se referência ao “Renovo”, simbolizando a continuidade e a renovação da promessa divina, que será realizada plenamente no estabelecimento do reino milenar de Cristo, quando após o Milênio estabelecerá Seu Reino eterno.

Temos uma maravilhosa esperança real para ver sua concretização, a qual é um motivo especial para reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



ZACARIAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de julho de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ZACARIAS 5 – Primeiro leia a Bíblia

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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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