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“Mas os principais sacerdotes e os anciãos persuadiram o povo a que pedisse Barrabás e fizesse morrer Jesus” (v.20).
As cenas finais da vida de Cristo, especialmente as da crucifixão, devem ser cuidadosa e minuciosamente estudadas. Confesso que eu nunca havia feito isso da forma como tenho feito ultimamente, e que ainda tenho muito o que aprender e assimilar através do relato dos sofrimentos do meu Salvador. Mas garanto a vocês que não há nada neste mundo que possa ser comparado à felicidade e satisfação de ouvir a voz de Deus a me falar: “Perceba o tamanho do Meu amor por você!”
Aquele que libertou os cativos foi amarrado como um delinquente. Aquele que é o próprio Verbo (Jo.1:1-3) Se calou diante das falsas acusações. Aquele que Se despiu de Suas vestes de glória foi vestido com o manto do escárnio. Aquele que é Rei dos reis e Senhor dos senhores teve a Sua fronte perfurada por uma coroa de espinhos. Aquele que trocou a adoração dos anjos para vir a este mundo escuro, foi cuspido, açoitado e escarnecido. Aquele que é o Príncipe da Paz foi crucificado pelos Seus como um perturbador da paz.
Mas sabem o que é mais assustador nestes relatos, amados? O fato de que Jesus foi traído e entregue por um de Seus discípulos e que foi perseguido, preso e morto a mando dos líderes religiosos do Seu povo. A atitude de Judas após perceber a grande abominação que havia cometido não foi de arrependimento, mas de remorso (v.3). Se a devolução das moedas tivesse sido acompanhada com a devolução de seu coração a Deus, ele teria encontrado perdão. Mas ao “assinar” sua sentença com um beijo, “traindo sangue inocente” (v.4), ele entregou a Satanás o controle de suas emoções.
Os maiorais dos judeus, então, levaram Jesus à presença do governador romano. Apesar de desconhecer as Escrituras, Pilatos teve uma forte percepção através da presença e da postura de Cristo. Pensando estar julgando uma causa, ele não fazia ideia de que diante dele estava o justo Juiz. Mas ele conhecia o real motivo das acusações feitas contra Jesus: “Porque sabia que, por inveja, O tinham entregado” (v.18). Em sua ânsia de acalmar as multidões e grandemente perturbado pelo sonho de sua esposa, Pilatos viu em Barrabás a solução de sua angústia. Imagino uma forte luta espiritual dentro deste homem. Contudo, a tentativa de transmitir ao povo o encargo de sua função foi frustrada ao ouvir da turba enfurecida o veredito injusto: a absolvição de Barrabás e a condenação de Jesus. E enquanto ele lavava as mãos, contemplava com horror um povo que dizia: “Caia sobre nós o Seu sangue e sobre nossos filhos!” (v.25). Desejo este que se cumpriu quando Jerusalém foi destruída por Roma, no ano 70 d.C.
As trevas que cobriram toda a Terra não foram maiores do que as trevas que cobriam o coração dos escarnecedores. A inveja e a dureza de coração os impediu de enxergar naquela cruz o seu Resgatador. Fossem seus olhos abertos para contemplar o invisível, e veriam os anjos chorando por não poderem estar no lugar de seu Senhor. E cumprindo-se o plano da redenção, ilustrado através do santuário, o Cordeiro de Deus “entregou o espírito” (v.50). Não havendo mais a necessidade das leis em forma de ordenanças (Ef.2:15), ou seja, dos rituais que envolviam o sacrifício de animais, “o véu do santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo” (v.51). Não precisamos mais sacrificar um cordeirinho como símbolo da remissão dos nossos pecados, pois o verdadeiro “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29) já cumpriu o perfeito sacrifício para que todos tenhamos acesso ao Pai através dEle.
Amados, o fato de que Jesus foi rejeitado pelos Seus e principalmente por aqueles que se orgulhavam de sua moral religiosa deve ser para nós hoje um grande alerta. Ser moralmente correto e orgulhosamente religioso só faz com que as palavras de Jesus à nossa geração façam ainda mais sentido: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:17). O certificado de batismo ou as credenciais de líder religioso não equivalem a títulos de posse das moradas do Pai. Deus está à procura de Seus verdadeiros adoradores (Jo.4:23) e está a ponto de vomitar de Sua boca os que têm se recusado a tornar-se como crianças.
Perto está o Senhor de cumprir a Sua derradeira promessa e “Jesus, clamando outra vez com grande voz” (v.50), não mais para dar a Sua vida, mas para dar vida, fará despertar do pó não apenas alguns, mas todos “os mortos em Cristo […] depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17). Assim como Sua morte foi um evento que abalou céus e terra, a Sua segunda vinda será o maior evento que este mundo jamais presenciou. Lembrem que João, aquele que contemplou as cenas finais de Seu Salvador até o fim foi aquele que tornou-se o discípulo amado. Você deseja ser um discípulo amado de Jesus? Contemple-O diariamente, principalmente nas cenas finais de Sua vida na Terra.
Como, pois, podemos estar preparados para a gloriosa volta de Jesus? Ele mesmo já nos deu esta resposta: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Prossigamos em conhecer o nosso Salvador (Os.6:3) e muito em breve O conheceremos face a face.
Pai amado, há dois sentimentos antagônicos em nosso coração ao lermos o capítulo de hoje: tristeza e alegria. Tristeza, porque percebemos que podemos estar na igreja, trabalhar na igreja e ainda assim estarmos completamente perdidos; que a dureza de coração não permite que os olhos e os ouvidos sejam abertos para Te conhecer. Alegria, porque o nosso Salvador não desistiu de nós e Seu amor e graça foram até o fim e ainda estão à nossa disposição. Santo Deus, não queremos ser como os principais sacerdotes e anciãos do povo; não queremos ser como Judas; não queremos ser como os soldados do governador, nem tampouco como Pilatos. Queremos ser como José de Arimateia, corajosos para confessar que Jesus é o nosso Salvador pessoal. Enche-nos do Teu amor, do puro e sublime amor do Calvário! Como João, queremos ser Teus discípulos amados. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, discípulos amados de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Mateus27 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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MATEUS 27 – Temos aqui o clímax da narrativa da Paixão de Cristo, onde Ele, como Rei Soberano, Se submete ao sofrimento e à morte na cruz. Jesus é o Messias, que mesmo em Sua aparente derrota, permanece no controle sobre os acontecimentos, cumprindo o propósito divino da redenção da humanidade.
• Sua entrega a Pilatos pelos líderes religiosos de Israel é um ato de extrema crueldade e injustiça. Contudo, por trás da ação humana, está a soberania divina de Jesus, que, mesmo em silêncio diante das acusações, confirma Seu papel como Rei dos Judeus. Sua curta resposta à pergunta de Pilatos indica a confirmação de Sua realeza (Mateus 27:11), mas não nos termos terrenos, mas na dimensão divina, onde Ele é o Rei que Se entrega voluntariamente para a salvação de Seu povo.
• A escolha de Barrabás pelo povo (Mateus 27:15-26) em detrimento de Jesus é outro evento aparentemente trágico e injusto. Entretanto, também reflete a soberania de Jesus, que permite que o justo sofra em lugar dos culpados. Jesus é nosso substituto (Isaías 53), o Rei, tomando o lugar do pecador para que este possa ser liberto. É uma manifestação da justiça e da misericórdia divina, mesmo quando o povo escolhe a liberdade de um criminoso em vez da do verdadeiro Rei.
• A flagelação e a coroação de espinhos de Jesus são atos de extrema humilhação e zombaria. Contudo, é precisamente nesse ato que se revela a profundidade do significado de Emanuel. Deus conosco, o Criador do Universo, é humilhado e ridicularizado como falso rei, mas Sua verdadeira realeza não é diminuída. Pelo contrário, ao usar a coroa de espinhos, Jesus assume a maldição do pecado sobre Si (Gênesis 3:18), e como Emanuel, Ele Se identificou com a humanidade caída para redimi-la (Mateus 27:27-31).
• A crucificação de Jesus é o ápice de Sua missão como Emanuel. Mesmo em Seu grito de abandono ecoando o Salmo 22, a presença divina não é anulada. Jesus está completamente presente na condição humana, até mesmo na experiência do desamparo, para que nós não sejamos desamparados (Mateus 27:32-44).
• A morte, sepultamento e ressurreição de Jesus são acompanhados por sinais sobrenaturais e evidências de Sua realeza e divindade (Mateus 27:45-66).
Jesus realmente trouxe a presença de Deus à humanidade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MATEUS 26 – Primeiro leia a Bíblia
MATEUS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/26
As tramas estavam se formando. A traição e o abandono em breve feririam o coração de Cristo. A graça personificada logo seria crucificada.
Entra em cena uma mulher cuja vida fora transformada pela graça. Ansiosa por expressar sua amorosa gratidão, ela esbanjou seu bem material mais precioso ao seu amado Salvador. O aroma do perfume permeou o ambiente, encantando o coração de Cristo e garantindo o seu lugar na história.
Aqueles que foram muito perdoados amam profunda e sinceramente. A graça libertou os seus corações e abriu portas para uma nova vida de abundância e alegria. Mas os legalistas perfeccionistas, que não sentem necessidade de transformação, permanecem friamente distantes da influência suavizante da graça.
Graça é sempre extremamente extravagante e imerecida. Depois de experimentarmos o seu poder libertador, estendemo-la a todos que encontramos, por mais indignos que sejam. Graça abraça; o legalismo condena. A graça ressuscita; o legalismo mata.
A graça lhe ofereceu uma segunda chance na vida? Se assim for, as suas palavras e ações serão perfumadas pela graça. Você emitirá o perfume do céu para todos aqueles que encontrar. Seu rosto irradiará amor, paz e alegria.
A graça é o aroma do céu. Use-a diariamente.
para sempre! Amém!
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/26
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1 todos estes ensinamentos. Ou seja, o discurso sobre os sinais da prometida segunda vinda, e as parábolas relatadas nos caps. 24 e 25. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 555.
3-5 Trata-se de uma reunião do Sinédrio (Supremo Tribunal dos judeus) na época da Páscoa. Bíblia Shedd.
3-15 O mais provável … é que os incidentes registrados nos v. 3 a 15 [O plano para tirar a vida de Jesus e a unção de Jesus em Betânia] tenham ocorrido na noite do sábado anterior. No entanto, Mateus os coloca aqui por causa de sua influência significativa na traição de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 555, 556.
5 para que não haja tumulto. Centenas de milhares de peregrinos judeus subiam a Jerusalém para a Páscoa, e os tumultos eram uma possibilidade real. Os líderes religiosos sabiam que muitas pessoas admiravam Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 indignaram-se os discípulos. João registra a objeção hipócrita de Judas (Jo 12.4-6) e Mateus indica que os outros concordaram com ele. Bíblia de Genebra.
14 Então … Judas Iscariotes, indo ter. O sermão na sinagoga de Cafarnaum, cerca de um ano antes (Jo 6:22-65), tinha sido o ponto crucial na história de Judas (DTN, 719). Embora exteriormente ele tenha permanecido com os doze, em seu coração ele havia abandonado a Jesus. Aqui a exaltação por parte de Cristo do ato de devoção de Maria, no jantar de Simão, foi uma condenação indireta da atitude de Judas e o impulsionou à ação (DTN, 563, 564, 720). CBASD, vol. 5, p. 558.
15 eu vo-Lo entregarei. A oferta de Judas resolveu o dilema dos líderes em Jerusalém. Eles queriam silenciar Jesus, mas estavam paralisados pelo medo do povo (ver com. do v. 5). O problema deles era como levar Jesus em custódia sem provocar uma revolta popular em Seu favor. … Judas proveu o elo que faltava na trama sacerdotal para prender Jesus de forma conveniente (Mc 14:11), “sem tumulto” (Lc 22:6; cf. Mc 14:1, 2). Não é admirar que os sacerdotes e anciãos “alegraram-se” (Mc 14:11). CBASD, vol. 5, p. 558.
trinta peças [moedas] de prata. Aproximadamente 120 dias de trabalho. Andrews Study Bible.
O valor legal do resgate de uma vida humana, o preço de um escravo. Bíblia Shedd.
17 pães asmos. Na época da Páscoa, celebravam-se sete dias de pães asmos (sem fermento), em memória da saída apressada do Egito, quando não se podia preparar pães para a viagem, e os israelitas levaram consigo a massa antes que levedasse (Êx 12.34). Durante esta época, removia-se qualquer sinal de levedura das casas, sinal de purificação da podridão do pecado (cf. 16.6). Bíblia Shedd.
18-30 Esses versículos mostram claramente que Jesus comeu a refeição da Páscoa com Seus discípulos na noite anterior à crucificação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 a tarde. Jesus ia celebrar a Páscoa com um dia de antecedência, pois no dia oficial do feriado religioso nacional de Páscoa, Ele mesmo estaria sendo retirado, morto, da Cruz, o Cordeiro de Deus imolado. Bíblia Shedd.
23 comeu comigo do mesmo prato (NVI). Era costume – ainda praticado por alguns no Oriente Médio – pegar um pedaço de pão, ou de carne envolto em pão, e mergulhá-lo numa tigela de molho sobre a mesa (feito de frutas cozidas). Bíblia de Estudo NVI Vida.
há de me trair (NVI). Naquela cultura, assim como entre os árabes hoje, comer junto com uma pessoas equivalia a dizer: “Sou seu amigo e não lhe farei nenhum mal”. Esse fato tornou o ato de Judas ainda mais desprezível. Bíblia de Estudo NVI Vida.
24 ai. O fato de as Escrituras terem predito a conspiração de Judas em nada o absolveu de sua responsabilidade pessoal no assunto. Deus não o havia predestinado a trair o Mestre. A decisão de Judas foi uma escolha deliberada de sua parte. CBASD, vol. 5, p. 558.
26-29 Na antiga aliança, a refeição da Páscoa era uma celebração do livramento de Israel da escravidão do Egito. Ao transformar Sua última refeição pascal na instituição da Ceia do Senhor, Jesus mostra o constante enfoque na redenção, através de toda a revelação de Deus. A Ceia do Senhor demonstra a continuidade essencial que há entre a antiga e a nova aliança, revelando que o verdadeiro significado da Páscoa está no livramento efetuado pela morte de Jesus. Bíblia de Genebra.
26 isto é o Meu corpo. No Catolicismo Romano, estas palavras são citadas como base da doutrina da transubstanciação, que ensina que os atributos físicos esternos do pão e do vinho permanecem imutáveis, enquanto a essência invisível é transformada no corpo e sangue de Cristo. Calvino e outros Reformadores reconheceram que os elementos (pão e vinho) representam o corpo e o sangue de Cristo [destaque acrescentado]. Jesus disse estas palavras estando fisicamente presente com os seus discípulos, de modo que uma identificação literal dos elementos com a substância física de Jesus não podia ter ocorrida aos discípulos. Bíblia de Genebra.
Alguns tem interpretado literalmente esta afirmação simbólica de Jesus, aparentemente esquecendo que Ele, muitas vezes, falou em sentido figurado em relação a Si mesmo. Por exemplo, “Eu sou a porta” (Jo 10:7) e “o caminho” (Jo 14:6). Mas é lógico que Ele não estava se transformando assim numa porta ou num caminho. O verbo “é” na frase “é o Meu corpo”, é usado no sentido de “representar”. CBASD, vol. 5, p. 562.
28 Aliança. O sangue que Jesus derramou no Calvário validou a “nova aliança” ou “testamento” assim como o sangue de bois ratificava a antiga aliança (Êx 24:5-8; Hb 9:12-23; cf Gl 3:15). Sem a morte vicária de Cristo, o plano de salvação nunca teria se tornado uma realidade. mesmo os que foram salvos no tempo do Antigo Testamento o foram salvos em virtude do sacrifício então por vir (Hb 9:15). Eles foram salvos ao olhar pela fé para o que ainda estava no futuro, assim como as pessoas encontram a salvação hoje, olhando para a morte de Cristo no passado. CBASD, vol. 5, p. 562.
29 reino de Meu Pai. Fazemos injustiça ao serviço da Comunhão se o celebramos apenas com corações tristes e sombrios. Como a antiga Páscoa [Passover], ela é uma celebração do que Deus fez para libertar Seu povo do estado de pecado e o que Ele fará para nos libertar do mundo de pecado. Os cristãos deveriam, portanto, participar do serviço com respeito, reverência e alegria. Andrews Study Bible.
30 hino. A comunhão da Páscoa terminava com a segunda metade dos salmos de hallel (“louvor”) (Sl 115-118). Bíblia de Estudo NVI Vida.
36 Getsêmani. O nome significa “prensa do azeite”, lugar em que o azeite é extraído da oliva. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38, 39. Jesus não morreu de modo tão sereno quanto muitos mártires, justamente por não ser um mero mártir: era o Cordeiro de Deus que carregava sobre Si a punição dos pecados de toda a espécie humana. a ira de Deus foi desencadeada contra Ele. Somente isso pode explicar satisfatoriamente o que aconteceu no Getsêmani. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38 profundamente triste. Não é possível compreender a tristeza profunda e a dor misteriosa que se abateu sobre Jesus quando Ele entrou no jardim do Getsêmani. Essa estranha tristeza confundiu os discípulos. … Em parte, o sofrimento era físico, mas isso era apenas o reflexo visível do sofrimento infinito de Cristo como o portador dos pecados do mundo. CBASD, vol. 5, p. 564.
39 cálice. Jesus está horrorizado diante da perspectiva de suportar a ira de Seu Pai. Jesus tinha de enfrentar a morte sabendo que Seu Pai não estaria com Ele, mas contra Ele, em ira e juízo. Bíblia de Genebra.
49 beijou. Gr kataphilein, “beijar com ardor ou com abraços”, o mesmo verbo usado com referência ao pai do filho pródigo, quando ele recebeu a este último com amor (Lc 15.20). Bíblia Shedd.
51 cortou-lhe a orelha. Pedro provavelmente tinha a intenção de cortar a cabeça do homem, mas uma mão invisível teria desviado o golpe. Apenas Lucas registra a recuperação milagrosa da orelha decepada. CBASD, vol. 5, p. 567.
57 Caifás. Jo 18.13 diz que, em primeiro lugar, Jesus foi conduzido a Anás, sogro de Caifás, devido ao fato de os judeus considerarem-no sumo sacerdote, mesmo depois de as autoridades civis terem nomeado Caifás, contrariamente à lei. Bíblia Shedd.
65 rasgou suas vestes. Era proibido ao sumo sacerdote rasgar suas roupas (Lv 10:6; 21:10). Andrews Study Bible.
… porque elas representavam o caráter perfeito de Jesus Cristo (DTN, 709). Caifás, assim, condenou a si mesmo diante da própria lei que defendia e se desqualificou para servir como sumo sacerdote. CBASD, vol. 5, p. 571.
69-75 Todos os evangelhos registram o incidente [traição de Pedro], mostrando quão profundamente ele impressionou a mente da igreja primitiva. É um testemunho tanto da fraqueza humana quanto da grandeza da misericórdia de Deus. Bíblia de Genebra.
74 jurar. Esta não é uma linguagem suja. Significa jurar no sentido de fazer um juramento em um tribunal. Adicionalmente, Pedro parece estar “amaldiçoando” no sentido de invocar uma maldição sobre si mesmo se suas palavras não forem verdadeiras (ver 5:34-37). Andrews Study Bible.
75 chorou amargamente. Ou, “irrompeu em lágrimas”. Se Pedro tivesse acatado com seriedade a admoestação de Jesus para “vigiar e orar” (v. 41), ele nunca teria proferido as palavras traiçoeiras pelas quais derramava lágrimas. Mas, embora parecesse a Pedro que tudo estava perdido, incluindo a si mesmo, o amor do Salvador o ergueu e o resgatou de forma segura através de sua trágica experiência. Nenhuma hora é tão escura, nenhuma mágoa ou derrota tão amarga que a luz do amor de Jesus não possa fortalecer e salvar o perdido (ver DTN, 382). CBASD, vol. 5, p. 573.
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“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (v.41).
Após a exposição sobre o plano para tirar a Sua vida, Jesus seguiu para Betânia e estando na “casa de Simão, o leproso” (v.6), “aproximou-se dEle uma mulher, trazendo um vaso de alabastro cheio de precioso bálsamo, que Lhe derramou sobre a cabeça […]” (v.7). A atitude daquela mulher provocou indignação no coração dos discípulos, ao passo que provocou admiração no coração de Jesus. Maria de Betânia (Jo.12:3) não praticou simplesmente uma boa ação, mas uma boa ação para com Jesus (v.10). Aquela mulher rompeu as barreiras do preconceito e sua coragem lhe rendeu um testemunho de fé que o próprio Cristo endossou como parte integrante da pregação do evangelho (v.13).
O relato seguinte apresenta um forte contraste com o relato anterior. Enquanto Maria entregou tudo o que tinha para ungir o seu Mestre, Judas procurou obter tudo o que pudesse para entregá-Lo aos “principais sacerdotes” (v.14). A este, foi dada a oportunidade de andar lado a lado com Jesus. Sua postura e comportamento não despertavam nenhuma suspeita diante dos demais discípulos. Muito pelo contrário. Judas era um homem que despertava admiração e que demonstrava possuir boas intenções. Jesus, portanto, era o único que conhecia a falsidade do seu íntimo.
A declaração do cumprimento profético acerca da traição não foi dita por Jesus como algo que deveria ser cumprido, mas com a tristeza de um Salvador que desejaria que não acontecesse daquela forma: “Até o Meu amigo íntimo, em quem Eu confiava, que comia do Meu pão, levantou contra Mim o calcanhar” (Sl.41:9). Jesus não impediu a Judas de participar da Ceia, mas permitiu que ele participasse da cerimônia que Ele instituiu como símbolo da “[nova] aliança” (v.28). O pão sem fermento e o vinho não fermentado representam, respectivamente, o corpo e o sangue de Cristo oferecidos como sacrifício “em favor de muitos, para remissão de pecados” (v.28).
Na verdade, Jesus não foi apenas traído por Judas e negado por Pedro, mas “os discípulos todos, deixando-O, fugiram” (v.56). A Sua agonia e profunda tristeza no Getsêmani não foi pelo medo da morte, mas pela dor da separação do Pai. O Seu clamor, misturado a lágrimas e suor “como gotas de sangue” (Lc.22:44), exprimia a tristeza de quem estava para tomar do cálice letal: “Meu Pai, se possível, passe de Mim este cálice!” (v.39). Mas que cálice tão terrível era este? A Sua morte na cruz? Era muito mais do que isso, amados! Vejamos o que diz a revelação de Jesus Cristo: “também esse beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice da Sua ira” (Ap.14:10).
O Cordeiro de Deus tomou sobre Si os pecados de todo o mundo e tomou do cálice que está preparado, sem mistura de misericórdia, para os adoradores da besta e de sua imagem (Ap.14:9). Jesus não venceu simplesmente a morte física, mas a morte eterna, para que você e eu tenhamos vida, e vida em abundância (Jo.10:10). “Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos da ira.” (Rm.5:8-9). Ele foi traído, preso, injustiçado, cuspido e esbofeteado, mas “como ovelha muda” (Is.53:7), Ele “guardou silêncio” (v.63).
Chegou a hora de termos uma vida de tamanha comunhão com Cristo a ponto de que nossa feição e “modo de falar” (v.73) “denunciem” que andamos com Ele e que somos Seus discípulos. Não desperdicemos as oportunidades que nos são dadas para testemunhar, como Pedro desperdiçou. Mas ainda que, por vezes, tenhamos agido da mesma forma, Jesus nos convida a olhar para Ele novamente e perceber que o mesmo olhar que um dia nos chamou com amor: “Segue-Me”, é o mesmo que nos diz agora: “Eu te perdoo”.
Ainda há tempo de chorarmos amargamente (v.75) aos pés dAquele que tudo entregou por nós. Depositemos, hoje, o nosso coração aos Seus cuidados, e, à semelhança de Maria de Betânia, Ele endossará o nosso testemunho diante do Universo, dizendo: “São estes os que vieram da grande tribulação, lavaram suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14).
Atendamos, pois, ao último chamado dAquele que está às portas: “Ainda dormis e repousais! Eis que é chegada a hora […] Levantai-vos, vamos!” (v.45 e 46).
Senhor, nosso Deus misericordioso, a impressão que dá é que todos ainda estamos dormindo em um momento em que deveríamos estar vigiando e orando. Desperta-nos, Pai! Não queremos Te confessar como nosso Mestre para depois traí-Lo. Não queremos ser meros expectadores apenas sentados “para ver o fim” (v.58). Nem tampouco queremos Te negar diante dos homens. Pai, almejamos ir para casa. Nosso coração vibra na expectativa de ver a face do nosso Salvador e beber do vinho novo no Teu reino. Ó, Senhor, purifica-nos e guia-nos em Teu caminho eterno até a Tua volta! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, salvos pelo sangue do Cordeiro!
Rosana Garcia Barros
#Mateus26 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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MATEUS 26 – Neste capítulo, o Messias, ciente de Sua iminente paixão, demonstra Sua soberania divina ao prever, controlar e enfrentar os eventos que O conduzirão à cruz.
• Jesus anuncia claramente que Sua paixão ocorrerá durante a Páscoa, demonstrando conhecimento e controle sobre o futuro. Sua declaração em Mateus 26:2 não é apenas uma previsão, mas uma manifestação de Sua soberania divina sobre os eventos que se desenrolam (Mateus 26:31-35, 69-75). Ele, que governa o tempo e a história, sabe que a hora do Seu sacrifício chegou.
• A unção de Jesus em Betânia por uma mulher com um frasco de alabastro, de perfume caro, também reflete Sua realeza. Jesus aceita a unção como preparação para Seu sepultamento – ato que ressalta Sua realeza e Sua missão sacrifical. A mulher implicitamente reconhece a Sua identidade como Rei que Se sacrifica por Seu povo (Mateus 26:6-13).
• Durante a última Páscoa, Jesus institui um novo pacto em Seu sangue, afirmando Sua soberania. Ao declarar que o pão e o vinho são Seu corpo e sangue, está estabelecendo um novo pacto como Rei Soberano que dá a Si mesmo para salvar Seu povo. Essa ação real aponta para Sua realeza divina, uma vez que só o Rei poderia estabelecer tal pacto; contudo, foi vendido por preço de escravo (Mateus 26:14-30).
• No Getsêmani Jesus está em profunda agonia, orando ao Pai. Ele, sendo Deus conosco (Mateus 1:23), experimenta a dor e o sofrimento humanos. Mesmo em Sua agonia, permanece fiel à vontade do Pai, ainda que Seu corpo clamava para fugir da dor iminente. Pautado na vontade do Pai, Ele submete-Se e vai obediente até a morte (Mateus 26:36-46).
• Jesus não foge nem Se esconde diante da traição de Judas. Ele enfrenta Seus captores com autoridade, trata Judas como amigo e restaura a orelha do servo do sumo sacerdote cortada por Pedro (Mateus 26:47-56). Ele demonstra compaixão e poder em meio à traição e violência.
• Durante o julgamento no Sinédrio, Jesus é confrontado com falsas acusações, mas permanece em silêncio até que seja diretamente perguntado se Ele é o Cristo, o Filho de Deus. Sua resposta une Sua identidade como Rei Soberano e Emanuel (Mateus 26:57-68). Ele é o Filho do Homem, divino e humano, que julgará o mundo.
Reavivemo-nos nEle! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: MATEUS 25 – Primeiro leia a Bíblia
MATEUS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mt/25
Você desconsidera Jesus nas faces ao seu redor?
As três parábolas de Mateus 25 delineiam como nos prepararmos diariamente para o céu. Cristo nos chama para estarmos mentalmente, psicologicamente e espiritualmente despertos e preparados, investindo nossos talentos para a glória de Deus e demonstrando generosa compaixão para com os desprivilegiados e marginalizados.
A separação dos grupos no Juízo é baseada em como exemplificamos tangivelmente o amor de Deus, como cuidamos dos filhos feridos de Deus enquanto aguardamos a volta de Cristo.
Quando você apoia os pobres e alimenta os destituídos, você se preocupa com Jesus. Quando você abre sua casa sendo hospitaleiro, quando cuida dos enfermos e visita os encarcerados, você está amando a Jesus. Quando você consola um coração aflito, você consola o coração de Jesus.
A maioria de nós anseia por ver Jesus face a face, mas freqüentemente ignoramos Cristo nos rostos dos sofredores e enfermos, dos presos e isolados, dos pobres e necessitados. Os sem-teto e os viciados, os acamados e os deficientes mentais são todos portadores da imagem de Cristo. Se você os ignorar, estará ignorando a Cristo.
Se você deseja amar genuinamente a Cristo, cuide dos que estão em maior necessidade. Seu destino eterno pode depender de quão bem você demonstra graça amorosa.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mat/25
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1 o reino dos céus. Jesus e pelo menos quatro dos discípulos estavam [na terça à tardinha] na encosta ocidental do monte das Oliveiras. Os sol se pôs, e as sombras do crepúsculo foram se aprofundando. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 542.
1-13 A demora da volta de Cristo distingue o sábio do tolo. Estar pronto significa estar preparado para uma longa espera; o zelo de pouca duração é inadequado. Bíblia de Genebra.
Na hora da vinda de Cristo, revelar-se-á quais são os crentes verdadeiros que confiam em Cristo e aguardam Sua vinda, e quais são aqueles cuja profissão religiosa não inclui a “vigilância” – a fé transformadora em Cristo. Bíblia Shedd.
2 néscias. As cinco “virgens néscias” não são hipócritas (PJ, 411), são “tolas”, por não terem se rendido ao trabalho do Espírito Santo. CBASD, vol 5, p. 543.
3 azeite. Simboliza o Espírito Santo (PJ, 408; ver Zac 4:1-14), do qual os membros da igreja aqui representados são destituídos. Eles estão familiarizados com a teoria da verdade, mas o evangelho não efetuou nenhuma mudança em sua vida. CBASD, vol 5, p. 543.
4 as prudentes. As virgens prudentes da parábola representam os cristãos que entendem, apreciam e se valem no ministério do Espírito Santo. São “sábios” de fato os cristãos que hoje acolhem o Espírito Santo em suas vidas e cooperam com Ele na Sua tarefa designada (ver Jo 14:16, 17; 16:7-15). CBASD, vol 5, p. 543.
5 e, tardando. Os cristãos de hoje fariam bem em lembrar que o atraso do Esposo celestial não se deve a qualquer falta de preparação da parte dEle. Ele poderia ter vindo há muito tempo se Seu povo estivesse pronto para recebê-Lo e se tivesse sido fiel em completar a tarefa que lhe fora designada de preparar o mundo para a Sua vinda (ver DTN, 633, 634). CBASD, vol 5, p. 54
6 à meia-noite. O momento em que as donzelas cansadas de esperar estariam mais sonolentas. “Meia-noite” representa a escuridão espiritual, a hora mais tenebrosa. Grandes trevas espirituais cobrirão a terra nos últimos dias. CBASD, vol 5, p. 544.
8 do vosso azeite. A preparação das virgens néscias não tinha sido completa nem séria, mas superficial. CBASD, vol 5, p. 544.
14 Pois será. Enquanto a parábola das dez virgens (Mt 25:1-13) enfatiza a preparação pessoal para o retorno de Cristo, a dos talentos sublinha a responsabilidade do trabalho para a salvação dos outros. Assim, “vigiar” (Mt 24:42) inclui tanto a preparação pessoal quanto o trabalho missionário individual. CBASD, vol 5, p. 544.
14-30 A parábola dos talentos emprega a palavra “talento” (peso de 30 kg de prata equivalente a 6.000 denários) no sentido de uma fé e capacidades que Deus concede aos crentes, que implicam em uma compreensão do amor de Deus revelado em Cristo e suas consequentes implicações. Bíblia Shedd.
Um talento de prata … correspondia a mais de 18 anos de salário comum. CBASD, vol 5, p. 545.
15-28 Esta parábola [dos talentos], como as outras duas neste capítulo, tem o seu foco naquilo que os cristãos deveriam estar fazendo entre o “agora” e a Segunda Vinda – outra descrição para o que significa “vigiar”. Andrews Study Bible.
15 talentos. A palavra “talento”, em português, significando um dom natural ou habilidade, é derivada desta parábola. Bíblia de Genebra.
24 Senhor, sabendo que és. O servo admite francamente que seu procedimento não foi devido à ignorância ou à falta de capacidade. Foi deliberado. CBASD, vol 5, p. 545.
25 O servo que não fez uso do talento agiu assim porque desconfiava de seu senhor e o odiava.Não quis arriscar-se e fazer o dom circular. Preferiu a neutralidade (Mt 5.15, 16) e isentar-se da responsabilidade. Bíblia Shedd.
…ele supôs que todo o lucro iria para o seu mestre, e ele seria responsabilizado por qualquer perda. Ele não estava disposto a aceitar a responsabilidade envolvida, e faria o mesmo se oportunidades maiores lhe fossem oferecidas. CBASD, vol 5, p. 546.
27 juros. A palavra grega assim traduzida era usada a princípio no sentido de “prole”, sendo os juros os “filhotes” do dinheiro investido. Andrews Study Bible.
29 Os dons de Deus multiplicam-se se os utilizarmos, pois transformam nossas vidas, de tal maneira que ficamos em condições de receber muito mais da plenitude que nos oferece o Senhor. O amor gera mais amor, a fé gera mais fé, a obediência à Palavra de Deus produz uma fonte de virtude que vai influenciando nosso ambiente (2Pe 1:3-7). Bíblia Shedd.
31-46 A base do julgamento: a vida frutífera em boas obras que são o sinal exterior da presença de Cristo no coração de quem sinceramente crê nele. Bíblia Shedd.
32-40 A separação e julgamento são baseados em como os seguidores de Jesus tratam o menor e o marginal enquanto eles esperam pelo retorno de Jesus. Esta parábola não está ensinando salvação pelas obras da lei, o que Paulo rejeita (Rom 3.27). Ela articula as obras éticas e sociais que caracterizam o próprio trabalho de Jesus, e o que, depois, o apóstolo Tiago requer dos seguidores de Cristo (Tg 2:14-16). Andrews Study Bible.
32 Nos campos de Israel, as ovelhas e os cabritos viviam juntos; as ovelhas tinham alto valor, e os cabritos, pouco valor. Bíblia Shedd.
40 Quando refletirmos o caráter de Jesus perfeitamente, agiremos como Ele pelos necessitados e, por meio de nós, ele poderá consolar e socorrer os outros. A melhor prova de amor a Deus é o amor que nos leva a levar “as cargas uns dos outros, e assim cumprir a lei de Cristo” (Gl 6:2; cf 1Jo 3:14-19; ver com. de Mt 5:43-48). CBASD, vol 5, p. 548.
41 fogo eterno. Descrito em outros lugares como “fogo inextinguível” (ver com. de Mt 3:12) e “fogo do inferno” (ver com. de Mt 5:22). Todos os três se referem às chamas do último dia que hão de consumir os maus e todas as suas obras (2Pe 3:10-12; Ap 20:10, 14, 15). A palavra aionios traduzida como “eterno” ou “para sempre”, significa “que dura um tempo”, no sentido de ser algo contínuo e não sujeito à mudança caprichosa. Os antigos papiros gregos contêm numerosos exemplos de imperadores romanos descritos como aionios. … É, portanto, claro que as palavras “eterno” e “para sempre”, na língua portuguesa, não refletem como precisão o significado de aionios. O termo significa, literalmente “época duradoura”, e expressa permanência ou perpetuidade dentro dos limites. Por sua vez, “eterno” e “para sempre” é de duração ilimitada. A duração de aionios deve, em cada caso, ser determinada pela natureza da pessoa ou coisa que ela descreve. No caso de Tibério César, por exemplo, aionios descreve um período de 23 anos, ou seja, o tempo de sua ascensão até sua morte. No NT, aionios é usado para descrever tanto o destino dos ímpios quanto o estado futuro dos justos. Seguindo o princípio acima referido, vemos que a recompensa do justo é a vida que não tem fim, a recompensa dos ímpios é morte para a qual não há fim (Jo 3:16; Rm 6:23, etc.). … Esse “fogo eterno”, aionios, não significa que ele é de duração infinita. Isso fica claro a partir de Judas 7. Obviamente, o “fogo eterno” que destruiu Sodoma e Gomorra queimou por um tempo e depois se extinguiu. CBASD, vol. 5, p. 550, 551.
44 quanto foi que Te vimos […]? Eles não conseguiram aprender a grande verdade que o amor genuíno de Deus se revela no amor para com os Seus filhos sofredores. A verdadeira religião envolve mais do que o assentimento passivo aos dogmas. CABSD, vol. 5, p. 551.