Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 23 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
5 de outubro de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

A experiência do Getsêmani certamente foi um dos momentos mais difíceis da vida de Jesus. A Sua agonia foi tamanha que Ele suava “gotas de sangue” (Lc.22:44). Ele estava prestes a beber o cálice o qual sorveria até à última gota, como escreveu o profeta Jeremias: “Porque assim me disse o Senhor, o Deus de Israel: Toma da Minha mão este cálice do vinho do Meu furor e darás a beber dele a todas as nações às quais Eu te enviar” (Jr.25:15). Jesus experimentou o cálice da ira de Deus que será derramado sobre os perdidos no juízo final.

Mas a Sua maior angústia era a de, pela primeira vez, sentir-Se separado do Pai. Jesus bebeu o cálice para que não tenhamos que bebê-lo. Ele sentiu a separação do Pai para que nada possa nos separar do amor de Deus (Rm.8:37-38). O percurso até à cruz também não foi fácil. Interrogatórios, falsas acusações, xingamentos, ódio, uma sessão de açoites, humilhações, compunham a lista maldita dos sofrimentos de Cristo. O nosso Salvador, porém, não morreu pelos excessivos maus-tratos, mas pelo peso letal de pecados que jamais cometeu.

Herodes, “vendo a Jesus, sobremaneira se alegrou, pois havia muito queria vê-Lo, por ter ouvido falar a Seu respeito; esperava também vê-Lo fazer algum sinal” (v.8). Numa tentativa de satisfazer seus caprichos, iniciou um interrogatório sem fim. “Jesus, porém, nada lhe respondia” (v.9). Mais uma vez, Herodes teve a oportunidade de se arrepender e usar de sua autoridade para fazer justiça, mas escolheu o mesmo caminho dos líderes de Judá, tratando a Jesus “com desprezo, e, escarnecendo dEle, fê-Lo vestir-Se de um manto aparatoso, e O devolveu a Pilatos” (v.11). Mandando matar João Batista de uma forma tão brutal depois de um trivial pedido, sua posição com relação a Jesus revelou a covardia de quem não queria se responsabilizar pelo sangue de mais um inocente. Não sabia ele que aquele precioso sangue era a sua única oportunidade de salvação, a qual ele desperdiçou.

Outra vez perante o governador romano, Jesus, ainda mais machucado, revelava um aspecto tão dócil quanto o de uma ovelha ferida, e aquela cena causou uma aflição sobremodo grande no coração de Pilatos. Oprimido pelas circunstâncias, por três vezes declarou a inocência do silente prisioneiro. Entretanto, por três vezes enfrentou a fúria de uma turba incontrolável que clamava: “Crucifica-O! Crucifica-O!” (v.21). De um lado, aquele que perante os homens tinha o poder nas mãos de livrar a Jesus da terrível condenação; de outro, a voz do povo que insistia “com grandes gritos” (v.23). Pressionado pelo clamor popular das massas enfurecidas, “Pilatos decidiu atender-lhes o pedido” (v.24), soltando o malfeitor e entregando Jesus “à vontade deles” (v.25).

Dizer que a voz do povo é a voz de Deus é uma das maiores heresias que existe. Toda a Bíblia tem provado o contrário. Enquanto o mundo antediluviano zombava da pregação de Noé, dava as costas para o último chamado de Deus. Enquanto todos se entregavam à idolatria, Deus tornou Abraão um instrumento de Seu poder. Elias subiu ao monte Carmelo num desafio contra 850 profetas idólatras. E adivinha só quem prevaleceu? Enquanto todos os povos se prostravam diante da imponente estátua de Nabucodonosor, apenas três jovens hebreus se recusavam a fazê-lo. No fim, foram as multidões dos povos ou aqueles três rapazes fiéis que provaram estar com a razão? A Bíblia chama de restante os fiéis dos últimos dias (Ap.12:17). Meus irmãos, a voz do povo não é a voz de Deus! A voz de Deus é o claro e sonoro “assim diz o Senhor”. A voz de Deus é a Sua Palavra, quer a maioria aceite, quer não.

Enquanto o povo escarnecia de Jesus, Suas poucas palavras antes de morrer foram cheias de compaixão. Às carpideiras, Ele advertiu (v.28), aos blasfemadores estendeu o perdão (v.34), ao malfeitor arrependido prometeu a vida eterna (v.43). E é exatamente este o caminho que conduz à vida. Primeiro, Jesus nos adverte, nos redireciona. Depois, Ele nos estende o Seu perdão e, então, ao pecador arrependido, oferece a vida eterna. Todos nós somos convidados a contemplar o sacrifício que foi feito por nós na cruz do Calvário. E não há como não declarar: “Verdadeiramente, este Homem era justo” (v.47). Verdadeiramente, é em Sua justiça que encontramos a salvação.

Hoje, contemplamos como que “de longe estas coisas” (v.49), mas Jesus mesmo afirmou: “Bem-aventurados os que não viram e creram” (Jo.20:29). Nós não fomos testemunhas oculares da morte e sepultamento de Jesus. Não estávamos lá quando “o véu do santuário” (v.45) se rasgou de alto a baixo. Não ouvimos a voz do Senhor ecoar pelo monte do Calvário e atingir cada coração como uma flecha. Mas, pela fé, podemos fazer parte do povo “bom e justo” (v.50) que aguarda “o reino de Deus” (v.51). E, enquanto isso, Jesus nos convida a participarmos de Seu descanso, “segundo o mandamento” (Leia Êx.20:8-11; Ez.20:12,20; Is.58:13-14). Ele mesmo descansou, tornando o sábado – o memorial da criação – também o memorial da redenção.

Que nossa vida não seja regida pela voz da maioria, mas pelo Espírito Santo que deseja nos guiar “a toda a verdade” (Jo.16:13).

Pai de amor, todo o Céu chorou ao contemplar as terríveis cenas do Getsêmani ao Calvário. Trevas assustadoras permearam a Terra enquanto o nosso Salvador estava na cruz. Mas aquele espetáculo de horror tornou-se em espetáculo de amor, pois ali foi provado o sublime amor de Deus pela humanidade. Mas o Senhor não nos amou através da cruz, e sim, até a cruz. O Senhor tanto nos amou que deu o Seu Filho. O Teu amor antecede a cruz e se estenderá pela eternidade na vida dos remidos. Queremos fazer parte do fruto do penoso trabalho do Salvador. Queremos ser o motivo eterno do Teu sorriso. Enche-nos do Teu Espírito até que não reste mais nada do nosso eu pecador! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, salvos pela cruz de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Lucas23 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LUCAS 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de outubro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

LUCAS 23 – A morte de Cristo não foi um fracasso; na verdade foi o ponto culminante da grande batalha universal, onde amor e justiça triunfam sobre o pecado e a morte.

Neste capítulo, Lucas narra desde o julgamento de Jesus perante as autoridades até Sua crucificação, morte e sepultamento. A narrativa apresenta o confronto direto entre as forças do mal e a missão redentora de Cristo. Aqui, o conflito entre justiça e maldade atinge seu ponto mais dramático, com implicações cósmicas.

Jesus é julgado de forma injusta diante de Pilatos e Herodes, líderes político e eclesiástico. Pilatos não encontra culpa nenhuma nEle, todavia, pressionado pela multidão incitada pelos líderes religiosos, entrega Jesus à crucificação (Lucas 23:1-25). Este julgamento injusto revela a profundidade do mal e da corrupção moral nas forças que se opõem a Cristo. Satanás está por trás das acusações falsas e manipulação política, tentando desacreditar e destruir o Filho de Deus (Lucas 22:53).

Jesus, o justo/inocente, é condenado enquanto Barrabás, um criminoso/culpado, é liberto. Essa troca revela a perversão do julgamento humano influenciado pelas forças demoníacas, mas também aponta para a substituição redentora de Cristo, que toma o lugar dos pecadores (Isaías 53).

No caminho para a crucificação, Jesus carrega Sua cruz, demonstrando submissão e sacrifício. Seguido por uma multidão e mulheres que lamentam por Ele, Ele profetiza o juízo vindouro, apontando para o caos e destruição que resultam da rejeição a Deus. Cristo caminha em direção à Sua vitória final sobre o poder do mal, enquanto o reino de Satanás se aproxima de seu desfecho (Hebreus 2:14-15).

Cada detalhe, desde o julgamento injusto até a oração de perdão pelos que O pregavam na cruz e a promessa ao ladrão arrependido, demonstra que a verdadeira vitória é de Cristo. Warren Wiersbe destaca que:

• Jesus não Se defende (Lucas 23:1-25).
• Jesus não pede clemência (Lucas 23:26-32).
• Jesus não demonstra ressentimento (Lucas 23:33-49).
• Jesus não sofreu desonra (Lucas 23:50-56).

Desta forma, o bem venceu o mal. Por isso, a cruz, outrora símbolo de derrota, torna-se o local da maior conquista de Jesus. Satanás, pensando ter destruído o Messias, na verdade precipita sua própria derrota, pois a morte de Cristo será seguida por Sua ressurreição, selando o destino de todas as forças do mal.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 22 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de outubro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: LUCAS 22 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 22 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 22 by Luís Uehara
4 de outubro de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/22

Os primeiros seis versículos de Lucas 22 estão entre os mais tristes da Bíblia porque falam de traição e de um plano de assassinato. Você já viu dessa forma? Eu entendo que para uma acusação de homicídio ser considerada válida, os advogados devem mostrar que o acusado teve meios, motivos e oportunidade. Essa é a tríade da culpa. Judas tinha todos os três elementos. Ele tinha acesso a Jesus, concordou (sob influência satânica) em traí-lo por dinheiro e esperou por sua oportunidade.

Jesus também tinha a tríade de meios, motivos e oportunidade, mas Ele as usou para dar a vida em vez de tomá-la. O meio pelo qual Jesus qualificou-se para ser nosso redentor foi tornar-se um ser humano e viver uma vida perfeita. A motivação de todas as suas ações foi o amor e Ele esperou por sua oportunidade. Jesus não rejeitou a crucificação e obteve a vitória em nome da humanidade.

Por causa do sacrifício de Jesus, também temos meios, motivos e oportunidade para fazer o bem. Jesus nos oferece os meios do testemunho, a motivação do amor e da gratidão e a oportunidade por meio do dom do Espírito Santo. Esta é a grande comissão.

Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicações da Igreja de Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/22



LUCAS 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de outubro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

997 palavras

1 festa dos pães sem fermento, chamada Páscoa (NVI). A palavra “Páscoa” era usada em dois sentidos: 1)Refeição específica que se iniciava ao pôr-do-sol, no dia 14 de nisã (Lv 23.4,5), e 2) semana que se seguia à refeição da Páscoa (Ez 45.21), também chamada festa dos Pães se Fermento [asmos], semana durante a qual era proibido usar fermento (Êx 12.15-20; 13.3-7). Nos tempos do NT, os dois nomes da festa de uma semana de duração eram praticamente intercambiáveis. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A festa [dos Pães Asmos] iniciava-se com a Páscoa e durava sete dias. Os judeus chamavam a ambas as festas, juntas de “Páscoa”Bíblia Shedd.

3 Satanás entrou em Judas. Desse modo os evangelistas retratam o controle de Satanás sobre JudasBíblia de Estudo NVI Vida.

Satanás tinha estado esperando a oportunidade para retornar a atacar Jesus (4:13). Andrews Study Bible.

4 oficiais da guarda do templo. Eram todos judeus, selecionados principalmente entre os levitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 sem tumulto. Era importantíssimo, para os inimigos de Jesus, não despertar uma reação popular favorável a Cristo. Durante a celebração da Páscoa [ao entardecer da quinta-feira] não haveria gente nas ruas. Bíblia Shedd.

7 devia ser sacrificado o cordeiro pascal. No dia 14 de nisã, entre 14h30 e 17h30, no átrio dos sacerdotes – a quinta-feira da Semana da Paixão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 preparar-nos. Incluía matar e assar o cordeiro e providenciar pão asmo, ervas amargas e vinho. Bíblia Shedd.

10 um homem carregando um pote. Era algo fora do comum ver um homem carregando um pote de água, pois em geral esse era um serviço das mulheresBíblia de Estudo NVI Vida.

os homens transportavam água em odres de peleBíblia de Genebra.

Jesus estava desejoso de evitar a Sua captura durante a celebração da Páscoa. Judas não tinha conhecimento prévio do lugarBíblia Shedd.

Jesus estava pronto para morrer, mas no tempo de sua própria escolhaBíblia de Genebra.

16 Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês. Jesus ansiava por celebrar essa Páscoa com Seus discípulos, pois era a última ocasião antes de ser sacrificado como o perfeito “Cordeiro pascal” (1Co 5.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.

nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino dos Deus. O simbolismo da Páscoa [Pessach = Passover] … se cumprirá com a libertação final da morte e do mal. Andrews Study Bible.

19 é. “Representa” ou “significa”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isto é o Meu corpo, oferecido por vós. A morte de Jesus não foi uma casualidade, mas aconteceu em benefício dos pecadores (5:32; 1Jo 4:9-10). Andrews Study Bible.

em memória de Mim. Assim como a Páscoa era uma constante lembrança e proclamação de como Deus redimira Israel da escravidão egípcia, assim também observar essa ordenança de Cristo serviria de lembrança e de proclamação de como os crentes haviam sido libertos da escravidão ao pecado mediante a obra expiatória de Cristo na cruzBíblia de Estudo NVI Vida.

20 nova aliança. Como a aliança no Sinai, esta aliança separa um povo para Deus (Lc 24:8), mas desta vez com o sangue de Cristo. Ela prometia que a lei de Deus seria escrita nos corações de Seu povo perdoado. Para mais sobre a nova aliança, ver Jr 31:31-34; 1Co 11:25; Hb 8:8-10; 9:15, 20-22, 10:11-18Andrews Study Bible.

22 ai daquele. A traição de Judas cumpriu o plano de Deus; não obstante, ele deve enfrentar a responsabilidade por suas escolhas (ver At 2:23). Andrews Study Bible.

24 discussão. Só Lucas registra esta disputa que mostrava quão longe, até mesmo os Doze, estavam de compreender aquilo que Jesus viera fazer. Bíblia de Genebra.

25 benfeitores. Título assumido por governantes do Egito, da Síria e de Roma, em demonstração de honrarias, sem muitas vezes representar serviços realmente prestados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

26 como o que serve. Jesus conclama ao tipo de liderança que ele mesmo exemplificava – o de bem servir, característica tão incomum naquela época quanto agoraBíblia de Estudo NVI Vida.

27 Eu sou como quem serve. Jesus estabeleceu o exemplo definitivo de serviço humilde  ao dar o Seu corpo e sangue pelos humanos (versos 19-20). Andrews Study Bible.

31 peneirá-los. Satanás queria testar os discípulos, esperando levá-los à ruína espiritual. Bíblia de Estudo NVI Vida.

36 espada. Os seguidores de Jesus enfrentariam tempos difíceis para os quais eles deveriam estar preparados, e Jesus fala seriamente para os advertir (ver 14:26). Apesar de Ele ter previamente aconselhado paz em lugar de violência (6:27), Seus discípulos, que estavam impacientes para lutar pelo reino, tomaram Suas palavras literalmente (v. 51). Andrews Study Bible.

37 contado entre os transgressores. Jesus estava para ser preso como criminoso, cumprindo assim as profecias das Escrituras. Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 Basta! Os discípulos tomaram as palavras da espada literalmente, e a resposta de Jesus significa “Basta desse tipo de conversa”. Bíblia de Genebra.

39 Costume. Jesus não quer evitar a Sua captura; Judas irá para o jardim. Bíblia Shedd.

40 Orai. Um chamado para que os discípulos façam como Ele mesmo tinha sempre feito em tempos desafiadores. Andrews Study Bible.

44 gotas de sangue. … possivelmente a hematidrose, mistura de sangue e suor, como nos casos de extrema angústia, pressões ou sensibilidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

45 dormindo. O sono substitui a oração e resulta em negação da fé (57ss). Bíblia Shedd.

47 beijo. Uma saudação tradicional entre amigos próximos e familiares. Ver tb Mc 14:45. Andrews Study Bible.

50 o servo do sumo sacerdote. Chamava-se Malco; foi Simão Pedro que o golpeou. Bíblia de Estudo NVI Vida.

53 poder das trevas. Mais do que a cobertura da escuridão da noite, esta frase se refere aos poderes satânicos que estavam trabalhando com os líderes religiosos (ver versos 3, 31). Andrews Study Bible.

hora em que as forças das trevas – da iniquidade – fariam o máximo para derrotar o plano de DeusBíblia de Estudo NVI Vida.

59 é galileu. Reconhecido pelo seu modo de falar (Mt 26.73) e identificado por um parente de Malco, servo do sumo sacerdote. Bíblia de Estudo NVI Vida.

63 zombavam. Cumprindo a própria profecia de Jesus (18:32). Andrews Study Bible.

71 Acabamos de ouvir. Essa reação do Sinédrio deixa claro que a resposta de Jesus havia representado um taxativo “sim”. Marcos registra simplesmente “Sou”Bíblia de Estudo NVI Vida.



LUCAS 22 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de outubro de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

Os momentos finais do ministério terrestre de Jesus deveriam fazer parte de nossa meditação diária de forma especial, como aconselha a irmã White: “Far-nos-ia bem passar diariamente uma hora a refletir sobre a vida de Jesus. Deveremos tomá-la ponto por ponto, e deixar que a imaginação se apodere de cada cena, especialmente as finais” (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.83). Se Cristo é o nosso modelo e perfeito exemplo e, como cristãos, desejamos imitá-Lo, precisamos estar todos os dias em íntimo contato com a Palavra que dEle testifica; não como meros estudiosos da Bíblia, mas como aqueles que andam com Deus, sendo transformados um dia de cada vez até que o caráter amoroso do Salvador seja impresso em nós.

A Páscoa foi instituída pelo Senhor na última noite dos hebreus no Egito. O sangue do cordeiro nos umbrais das portas representava o sangue salvífico de Cristo que liberta o Seu povo da morte eterna. Mas, justamente na Páscoa – a festa da libertação – a preocupação dos “principais sacerdotes e [dos] escribas” era “em como tirar a vida de Jesus” (v.2). Aqueles que deveriam ser os primeiros a reconhecer em Jesus o cumprimento das profecias, foram os primeiros a se levantar contra Ele. Preocupavam-se mais com a reação do povo do que com reação de Deus. E pela união satânica entre líderes judeus e um de Seus próprios discípulos, Jesus foi entregue à humilhação e, finalmente, à morte. O Senhor também nos deixou luz sobre isso nos últimos dias: “Ao aproximar-se a tempestade, uma classe numerosa que tem professado fé na mensagem do terceiro anjo, mas não tem sido santificada pela obediência à verdade, abandona sua posição, passando para as fileiras do adversário. […] Tornam-se os piores inimigos de seus antigos irmãos” (O Grande Conflito, CPB, p.614).

“Chegada a hora” (v.14), Jesus e os apóstolos estavam reunidos à mesa no lugar determinado. O Criador “do fruto da videira” tomou um cálice de seu sumo pela última vez “até que venha o reino de Deus” (v.18). Há uma ceia no Céu preparada para os que hão de herdar a salvação e Cristo se abstém de comê-la aguardando os Seus convidados. O amoroso convite do Cordeiro pascal é para que estejamos preparados para celebrá-la com Ele: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). Em memória de Cristo, participamos dos emblemas sagrados como uma forma de confirmar a entrega de nossa vida a Ele, celebrando a “nova aliança” (v.20), a confirmação da entrega do Salvador por nós. Nossas afeições, portanto, precisam estar centradas na pessoa de Jesus Cristo, no que Ele fez por nós e na confiança em Suas palavras que são “fiéis e verdadeiras” (Ap.22:6). Só assim estaremos salvos do engano (v.22) e do mal de cobiçar posições e privilégios que não nos pertencem (v.26).

Como Jesus rogou por Pedro, para que a sua fé não desfalecesse (v.32), Ele, através de Seu Espírito, realiza a mesma obra por nós, agora, “com gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26). Satanás reclama por cada vida como sendo sua pelo salário do pecado. Mas Cristo luta por cada uma delas, pois as comprou pela redenção. O inimigo nos “acusa de dia e de noite, diante do nosso Deus” (Ap.12:10), para nos “peneirar como trigo” (v.31), enquanto Jesus intercede por nós incessantemente a fim de que, até mesmo os nossos erros de percurso se tornem em processos de lapidação do caráter e genuína conversão. Os discípulos enfrentariam tempos muito difíceis e Jesus usou de figuras de linguagem para adverti-los a estarem preparados. A nossa espada não consiste em usar de força e violência, mas, como está escrito: “Não por força nem por poder, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos” (Zc.4:6). A espada de que necessitamos empunhar com destreza é “a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Ef.6:17).

Combinado a um exame constante e sincero da Bíblia, deve haver uma vida de constante intercessão. A oração nos aproxima do Pai do Céu e nos protege contra a tentação (v.40). Quando um filho de Deus se ajoelha para orar na quietude de seu refúgio de oração, “um anjo do Céu” (v.43) é enviado em seu auxílio para confortá-lo. Não podemos esmorecer, “dormindo de tristeza” (v.45) diante das angústias, mas, como Jesus, “estando em agonia, orava mais intensamente” (v.44), é hora de fazermos da oração, a respiração da alma. Jesus pode estar clamando a muitos de nós, hoje: “Por que estais dormindo? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação” (v.46). As cenas finais do grande conflito revelarão o pior contraste entre a luz e as trevas e, precisamos, agora, escolher a quem servimos, e como Josué, tomar uma firme e resoluta decisão: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15).

Não fomos chamados a decepar as orelhas dos acusadores, e sim a curá-las com o toque de Cristo na vida (v.51), ainda que não o reconheçam. Logo, chegará a última “hora e o poder das trevas” (v.53) quando o derradeiro povo de Deus sofrerá a mais terrível tribulação (Dn.12:1). Não haverá mais lugar para negativas e espírito de covardia, mas como fiéis sentinelas de Deus, muitos de nós serão levados diante das autoridades a fim de serem interrogados. E com a mesma animosidade dos três jovens hebreus diante da fornalha acesa (Dn.3:17-18) ou de Daniel diante da ameaça da cova dos leões (Dn.6:10), também tentarão nos intimidar com leis arbitrárias que ignoram qualquer liberdade de crença ou direito fundamental. Como Cristo, muitos cristãos serão levados aos tribunais como se dada a oportunidade de se defenderem, quando, na verdade, suas palavras iluminadas pelo Espírito Santo serão tidas como testemunho contra eles mesmos (v.71).

Amados, sinto em meu coração e ele arde nesta esperança, de que não falta muito para o retorno do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e os muitos sinais são uma prova disso. Mas quem sou eu para sentir ou deixar de sentir? Podemos ser facilmente enganados por nossos sentimentos. Existe, porém, algo que não se trata de sentimento, mas de convicção: seja amanhã ou num tempo em que eu já esteja no pó da terra, hoje, agora, é o tempo da minha oportunidade, o tempo de estar preparada e desejosa de encontrar o meu amado Redentor. Como Jó, a minha alma declara: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra. […] Vê-Lo-ei por mim [mesma], os meus olhos O verão, e não outros; de saudade me desfalece o coração” (Jó 19:25, 27).

Você está preparado(a) para a extraordinária ceia da eternidade? Não é tempo de temer o que está por vir. É tempo de viver cada dia clamando pela direção do Espírito Santo a cada passo. E, como Paulo, nossa fé será diariamente fortalecida na certeza de que quer “vivamos ou morramos, somos do Senhor” (Rm.14:8). Prepara-te, ó último Israel, para te encontrares com o teu Deus!

Pai da Eternidade, bendito seja o Teu nome, que com Tua fidelidade assina a promessa de que breve Jesus voltará! Ilumina os nossos olhos e purifica o nosso coração para que possamos Te ver. Oh, Senhor, jamais conseguiremos mensurar o sofrimento de Jesus no Getsêmani, a ponto de suar sangue! Mas, por Tua graça, em nossa leve e momentânea tribulação, o Senhor também nos envia anjos para nos confortar. Obrigado, Pai! E volta logo, Senhor! Que nossas orações ascendam ao Teu trono como aroma suave, pois as fazemos em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, última igreja de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Lucas22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LUCAS 22 – Comentário Pr. Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
4 de outubro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

LUCAS 22 – Neste capítulo Lucas relata eventos cruciais das últimas horas da vida de Jesus antes de Sua crucificação, destacando elementos que refletem um conflito titânico entre o bem e o mal.

Lucas 22 narra os eventos decisivos da última ceia de Jesus com Seus discípulos (vs. 7-23), a oração de Jesus no Jardim do Getsêmani (vs. 39-46), Sua traição por Judas (vs. 47-53), Sua prisão e o início de Seu julgamento (vs. 63-71). Warren Wiersbe o sintetiza com estes tópicos:

• Jesus demonstra Seu amor (Lucas 22:1-20).
• Jesus dá conselhos:

a) Sobre grandeza (Lucas 22:21-30).
b) Sobre Satanás (Lucas 22:31-34).
c) Sobre o futuro (Lucas 22:35-38).

• Jesus Se rende à vontade do Pai (Lucas 22:39-53).
• Jesus vivencia Seu sofrimento:

a) Na negação de Pedro (Lucas 22:54-62).
b) Na zombaria dos soldados (Lucas 22:63-65).
c) Na cegueira do conselho (Lucas 22:66-71).

Este capítulo revela com profundidade a batalha espiritual que envolve Jesus, Seus seguidores e os poderes das trevas. Logo no início, somos informados que Satanás entrou em Judas, levando-o à conspiração para trair Jesus. Satanás aparece diretamente influenciando as ações de Judas, buscando frustrar o plano divino de salvação.

Porém, Jesus não vacilou em seu propósito!

Por isso, durante a Última Ceia, Ele estabelece o símbolo do Seu sacrifício através do pão e do vinho, que representam Seu corpo e sangue oferecidos em favor da humanidade. Desta forma, Jesus visa preparar Seus discípulos antigos e modernos para a vitória final sobre o pecado e Satanás – através de Sua morte expiatória. A Nova Aliança reafirma o compromisso divino com a redenção da humanidade, desafiando o domínio do mal.

Ciente do que O aguardava, na oração no Getsêmani Jesus experimentou uma intensa angústia, suando inclusive sangue, à medida que enfrentava o peso do pecado e a separação do Pai. Apesar de intensa luta espiritual, Jesus submete-Se à vontade do Pai, preparando-Se para derrotar Satanás por meio de Sua obediência e sacrifício.

Após a traição de Judas, Jesus foi preso. Em Lucas 22:53, Jesus diz: “Esta é a hora de vocês – quando as trevas reinam” reconhecendo que, temporariamente, Satanás e suas forças parecem triunfar.

Contudo, esse aparente triunfo é apenas um passo para a vitória de Cristo sobre o mal, que viria através de Sua morte e ressurreição! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí



LUCAS 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
3 de outubro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: LUCAS 21 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 21 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 21 by Luís Uehara
3 de outubro de 2024, 0:55
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/21

A história da oferta da viúva sempre foi uma das minhas favoritas. Esta pobre mulher não tinha nada, pois era viúva. Naqueles dias, uma mulher sem um homem para sustentá-la era marginalizada. E ainda assim, em sua pobreza, ela deu tudo o que tinha a Deus.

Quão fácil teria sido para ela sentir que sua oferta não contaria para nada, já que era de tão pouco valor monetário. Ela pode ter pensado que outros têm muito mais e eles cobririam as necessidades. Mas seu coração foi tocado pelo amor a Deus e, em vez de deixar para os outros fazerem, ela deu o que TINHA.

Você sente que não tem dons especiais para dar ao Mestre? Outros são mais talentosos ou têm mais bens materiais? Você acha que qualquer coisa que você tenha que fazer ou dar não fará diferença? Deixe-me garantir que esse tipo de pensamento não é como seu Criador pensa!

Alimente um morador de rua. Ajude um animal. Leia para uma criança. Segure um bebê chorando. Ouça um amigo ferido. E Deus lerá SEU coração!

Suzan Menzmer
Dona de casa, Collegedale, Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/21



LUCAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de outubro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

886 palavras

1 gazofilácio. No pátio das mulheres havia 13 caixas – em forma de trombeta – para arrecadar ofertas, com dizeres que mostravam em que essas ofertas seriam aplicadas. Bíblia de Genebra.

2 pobre. Uma palavra incomum no original (somente aqui, no Novo Testamento), que significa “muito pobre”. Ela deu todo o seu sustento (v. 4): duas moedas de cobre do mais baixo valor. Bíblia de Genebra. [Nota textual: Gr. lepta, moedas de cobre muito pequenas]. Bíblia de Genebra.

5 como o templo era adornado (NVI). “Tudo que não era revestido de ouro era do branco mais puro” (Josefo, Guerra judaica, 5.5.6). Herodes deu uma videira de ouro como um dos enfeites. Cada um de seus cachos tinha a altura de um homem. A plena exuberância do templo, conforme foi melhorado e adornado por Herodes, só veio a ser descoberta recentemente, mediante investigações arqueológicas no monte do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Sou eu! Eu sou Jesus, o Messias (vindo pela segunda vez)Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Antes, porém, de todas estas coisas. Sinaliza o início de uma nova seção. Aqui Jesus adverte aquilo que os discípulos enfrentariam imediatamente – perseguição, que se tornaria oportunidade para testemunho inspirado pelo Espírito (e.g., At 4:1-10; 26:1-31). Andrews Study Bible.

os entregarão às sinagogas (NVI). As sinagogas eram usadas, não somente para o culto e para o ensino religioso, mas também para a administração comunitária e para confinar quem aguardasse julgamentoBíblia de Estudo NVI Vida.

12 Antes, porém, de todas estas coisas. Aqui Lucas inclui (v. 12-16) uma parte do discurso profético no Monte das Oliveiras que Mateus não menciona, provavelmente porque Mateus já havia relatado quase a mesma linha de raciocínio, usando palavras bem parecidas, num discurso anterior (ver com. de Mt 10:12-16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 951.

13 Os problemas para a igreja significam também oportunidades para testemunharBíblia de Genebra.

18 não se perderá um só fio de cabelo. Jesus havia recém advertido que alguns seriam mortos (v. 16); portanto, esta promessa deve olhar para a certeza definitiva da vida eterna com Deus (ver 12:7)Andrews Study Bible.

21 fujam para os montes. Quando um exército cerca uma cidade, o mais natural é buscar proteção dentro dos muros. Mas Jesus manda Seus seguidores buscar a segurança dos montes, porque a cidade estava condenada à destruiçãoBíblia de Estudo NVI Vida.

montes. Só poderá ser a Transjordânia, para onde os crentes de Jerusalém fugiram antes da destruição da cidade em 70 d.CBíblia Shedd.

os que estiverem nos campos não entrem nela [em Jerusalém]. …moradores das áreas rurais, que vivem em pequenas cidades e vilas. CBASD, vol 5. p. 951.

22 estes dias são de vingança, para se cumprir tudo o que está escrito. Uma referência às maldições pela desobediência (ver Dt 27:11-26; 28:15-69). CBASD, vol 5. p. 951.

23 ira contra este povo. Ou seja, contra os judeus (ver com. de Mt 23:35; cf 5:29; sobre o plano de Deus para Israel e sua rejeição como nação, ver vol. 4, p. 13-17). CBASD, vol 5. p. 951.

24 serão levados cativos. Em conexão com a aplicação a Daniel acerca da restauração do cativeiro babilônico (ver com. de Dn 9:24, 25), foi acrescentada uma advertência de que a repetição dos erros que ocasionaram o exílio numa segunda destruição de Jerusalém e do templo (ver com. de Dn 9:26, 27). É a esta segunda destruição e à dispersão dos judeus que Cristo se refere aqui (ver com. de Mt 24:15-290; cf Lc 21:20). CBASD, vol 5. p. 952.

tempos dos gentios. A aparente autonomia que os judeus desfrutaram sob domínio romano, até 70 d.C., não foi restaurada; e, desde aquele ano, Jerusalém sofreu controle gentílico. Por causa da revolta de Bar Cocheba, reprimida em 135 c.C., todos os judeus foram proibidos de entrar na cidade, com ameaça de morte para a desobediência. Desde o ano 70 d.C., o templo não foi mais reconstruído. Romanos, sarracenos, normandos, turcos, cruzados e árabes, dentre outros, estiveram no controle da cidade e da antiga área do templo. Durante a guerra dos “seis dias”, no ano de 1967, Israel assumiu controle de toda a cidade, mas não da antiga área do templo (ver p. 65, 66). CBASD, vol 5. p. 952.

26 haverá homens que desmaiarão de terror. A última parte do versículo diz que o principal motivo para os seres humanos desmaiarem de terror é o abalo dos “poderes dos céus”. A cena aqui retratada recorre durante a sétima praga e sexto selo (PE, 41; GC, 636). “Os ímpios contemplam a cena com horror e espanto” (GC, 636), pedindo às montanhas e rochas que caiam sobre eles (Ap 6:14-17). CBASD, vol 5. p. 952.

28 erguei a vossa cabeça. Os seguidores de Jesus podem olhar estes sinais assustadores (vv 7, 11, 25) com confiança e alegria, sabendo que seu Salvador está voltando para elesAndrews Study Bible.

redenção. Esta palavra significa livramento mediante o pagamento de um preço. Jesus pagou o preço no Calvário e agora ele olha para o cumprimento final daquilo que o livramento significaBíblia de Genebra.

31 está próximo o reino de Deus. Isto é, o reino da glória, em contraste com o reino da graça (ver com. [CBASD] de Mt 4:17; 5:2). CBASD, vol 5. p. 952.

34 orgia. Do gr kraipale, “intoxicação” ou “ressaca”. … Escritores gregos da área médica usavam kraipale para se referir a náusea e letargia que ocorrem após o excesso de bebidasCBASD, vol 5. p. 952.

preocupações. Isto é, “ansiedade”, “Inquietações”. CBASD, vol 5. p. 952.

36 vigiai. Do gr agrupneo, “ficar sem sono”, literalmente, “manter-se desperto”CBASD, vol 5. p. 952.

estar em pé na presença do Filho do Homem. Este é o objetivo supremo da vida cristã. CBASD, vol 5. p. 952.