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LUCAS 22 – Neste capítulo Lucas relata eventos cruciais das últimas horas da vida de Jesus antes de Sua crucificação, destacando elementos que refletem um conflito titânico entre o bem e o mal.
Lucas 22 narra os eventos decisivos da última ceia de Jesus com Seus discípulos (vs. 7-23), a oração de Jesus no Jardim do Getsêmani (vs. 39-46), Sua traição por Judas (vs. 47-53), Sua prisão e o início de Seu julgamento (vs. 63-71). Warren Wiersbe o sintetiza com estes tópicos:
• Jesus demonstra Seu amor (Lucas 22:1-20).
• Jesus dá conselhos:
a) Sobre grandeza (Lucas 22:21-30).
b) Sobre Satanás (Lucas 22:31-34).
c) Sobre o futuro (Lucas 22:35-38).
• Jesus Se rende à vontade do Pai (Lucas 22:39-53).
• Jesus vivencia Seu sofrimento:
a) Na negação de Pedro (Lucas 22:54-62).
b) Na zombaria dos soldados (Lucas 22:63-65).
c) Na cegueira do conselho (Lucas 22:66-71).
Este capítulo revela com profundidade a batalha espiritual que envolve Jesus, Seus seguidores e os poderes das trevas. Logo no início, somos informados que Satanás entrou em Judas, levando-o à conspiração para trair Jesus. Satanás aparece diretamente influenciando as ações de Judas, buscando frustrar o plano divino de salvação.
Porém, Jesus não vacilou em seu propósito!
Por isso, durante a Última Ceia, Ele estabelece o símbolo do Seu sacrifício através do pão e do vinho, que representam Seu corpo e sangue oferecidos em favor da humanidade. Desta forma, Jesus visa preparar Seus discípulos antigos e modernos para a vitória final sobre o pecado e Satanás – através de Sua morte expiatória. A Nova Aliança reafirma o compromisso divino com a redenção da humanidade, desafiando o domínio do mal.
Ciente do que O aguardava, na oração no Getsêmani Jesus experimentou uma intensa angústia, suando inclusive sangue, à medida que enfrentava o peso do pecado e a separação do Pai. Apesar de intensa luta espiritual, Jesus submete-Se à vontade do Pai, preparando-Se para derrotar Satanás por meio de Sua obediência e sacrifício.
Após a traição de Judas, Jesus foi preso. Em Lucas 22:53, Jesus diz: “Esta é a hora de vocês – quando as trevas reinam” reconhecendo que, temporariamente, Satanás e suas forças parecem triunfar.
Contudo, esse aparente triunfo é apenas um passo para a vitória de Cristo sobre o mal, que viria através de Sua morte e ressurreição! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: LUCAS 21 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/21
A história da oferta da viúva sempre foi uma das minhas favoritas. Esta pobre mulher não tinha nada, pois era viúva. Naqueles dias, uma mulher sem um homem para sustentá-la era marginalizada. E ainda assim, em sua pobreza, ela deu tudo o que tinha a Deus.
Quão fácil teria sido para ela sentir que sua oferta não contaria para nada, já que era de tão pouco valor monetário. Ela pode ter pensado que outros têm muito mais e eles cobririam as necessidades. Mas seu coração foi tocado pelo amor a Deus e, em vez de deixar para os outros fazerem, ela deu o que TINHA.
Você sente que não tem dons especiais para dar ao Mestre? Outros são mais talentosos ou têm mais bens materiais? Você acha que qualquer coisa que você tenha que fazer ou dar não fará diferença? Deixe-me garantir que esse tipo de pensamento não é como seu Criador pensa!
Alimente um morador de rua. Ajude um animal. Leia para uma criança. Segure um bebê chorando. Ouça um amigo ferido. E Deus lerá SEU coração!
Suzan Menzmer
Dona de casa, Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/21
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886 palavras
1 gazofilácio. No pátio das mulheres havia 13 caixas – em forma de trombeta – para arrecadar ofertas, com dizeres que mostravam em que essas ofertas seriam aplicadas. Bíblia de Genebra.
2 pobre. Uma palavra incomum no original (somente aqui, no Novo Testamento), que significa “muito pobre”. Ela deu todo o seu sustento (v. 4): duas moedas de cobre do mais baixo valor. Bíblia de Genebra. [Nota textual: Gr. lepta, moedas de cobre muito pequenas]. Bíblia de Genebra.
5 como o templo era adornado (NVI). “Tudo que não era revestido de ouro era do branco mais puro” (Josefo, Guerra judaica, 5.5.6). Herodes deu uma videira de ouro como um dos enfeites. Cada um de seus cachos tinha a altura de um homem. A plena exuberância do templo, conforme foi melhorado e adornado por Herodes, só veio a ser descoberta recentemente, mediante investigações arqueológicas no monte do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
8 Sou eu! Eu sou Jesus, o Messias (vindo pela segunda vez). Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 Antes, porém, de todas estas coisas. Sinaliza o início de uma nova seção. Aqui Jesus adverte aquilo que os discípulos enfrentariam imediatamente – perseguição, que se tornaria oportunidade para testemunho inspirado pelo Espírito (e.g., At 4:1-10; 26:1-31). Andrews Study Bible.
os entregarão às sinagogas (NVI). As sinagogas eram usadas, não somente para o culto e para o ensino religioso, mas também para a administração comunitária e para confinar quem aguardasse julgamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 Antes, porém, de todas estas coisas. Aqui Lucas inclui (v. 12-16) uma parte do discurso profético no Monte das Oliveiras que Mateus não menciona, provavelmente porque Mateus já havia relatado quase a mesma linha de raciocínio, usando palavras bem parecidas, num discurso anterior (ver com. de Mt 10:12-16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 951.
13 Os problemas para a igreja significam também oportunidades para testemunhar. Bíblia de Genebra.
18 não se perderá um só fio de cabelo. Jesus havia recém advertido que alguns seriam mortos (v. 16); portanto, esta promessa deve olhar para a certeza definitiva da vida eterna com Deus (ver 12:7). Andrews Study Bible.
21 fujam para os montes. Quando um exército cerca uma cidade, o mais natural é buscar proteção dentro dos muros. Mas Jesus manda Seus seguidores buscar a segurança dos montes, porque a cidade estava condenada à destruição. Bíblia de Estudo NVI Vida.
montes. Só poderá ser a Transjordânia, para onde os crentes de Jerusalém fugiram antes da destruição da cidade em 70 d.C. Bíblia Shedd.
os que estiverem nos campos não entrem nela [em Jerusalém]. …moradores das áreas rurais, que vivem em pequenas cidades e vilas. CBASD, vol 5. p. 951.
22 estes dias são de vingança, para se cumprir tudo o que está escrito. Uma referência às maldições pela desobediência (ver Dt 27:11-26; 28:15-69). CBASD, vol 5. p. 951.
23 ira contra este povo. Ou seja, contra os judeus (ver com. de Mt 23:35; cf 5:29; sobre o plano de Deus para Israel e sua rejeição como nação, ver vol. 4, p. 13-17). CBASD, vol 5. p. 951.
24 serão levados cativos. Em conexão com a aplicação a Daniel acerca da restauração do cativeiro babilônico (ver com. de Dn 9:24, 25), foi acrescentada uma advertência de que a repetição dos erros que ocasionaram o exílio numa segunda destruição de Jerusalém e do templo (ver com. de Dn 9:26, 27). É a esta segunda destruição e à dispersão dos judeus que Cristo se refere aqui (ver com. de Mt 24:15-290; cf Lc 21:20). CBASD, vol 5. p. 952.
tempos dos gentios. A aparente autonomia que os judeus desfrutaram sob domínio romano, até 70 d.C., não foi restaurada; e, desde aquele ano, Jerusalém sofreu controle gentílico. Por causa da revolta de Bar Cocheba, reprimida em 135 c.C., todos os judeus foram proibidos de entrar na cidade, com ameaça de morte para a desobediência. Desde o ano 70 d.C., o templo não foi mais reconstruído. Romanos, sarracenos, normandos, turcos, cruzados e árabes, dentre outros, estiveram no controle da cidade e da antiga área do templo. Durante a guerra dos “seis dias”, no ano de 1967, Israel assumiu controle de toda a cidade, mas não da antiga área do templo (ver p. 65, 66). CBASD, vol 5. p. 952.
26 haverá homens que desmaiarão de terror. A última parte do versículo diz que o principal motivo para os seres humanos desmaiarem de terror é o abalo dos “poderes dos céus”. A cena aqui retratada recorre durante a sétima praga e sexto selo (PE, 41; GC, 636). “Os ímpios contemplam a cena com horror e espanto” (GC, 636), pedindo às montanhas e rochas que caiam sobre eles (Ap 6:14-17). CBASD, vol 5. p. 952.
28 erguei a vossa cabeça. Os seguidores de Jesus podem olhar estes sinais assustadores (vv 7, 11, 25) com confiança e alegria, sabendo que seu Salvador está voltando para eles. Andrews Study Bible.
redenção. Esta palavra significa livramento mediante o pagamento de um preço. Jesus pagou o preço no Calvário e agora ele olha para o cumprimento final daquilo que o livramento significa. Bíblia de Genebra.
31 está próximo o reino de Deus. Isto é, o reino da glória, em contraste com o reino da graça (ver com. [CBASD] de Mt 4:17; 5:2). CBASD, vol 5. p. 952.
34 orgia. Do gr kraipale, “intoxicação” ou “ressaca”. … Escritores gregos da área médica usavam kraipale para se referir a náusea e letargia que ocorrem após o excesso de bebidas. CBASD, vol 5. p. 952.
preocupações. Isto é, “ansiedade”, “Inquietações”. CBASD, vol 5. p. 952.
36 vigiai. Do gr agrupneo, “ficar sem sono”, literalmente, “manter-se desperto”. CBASD, vol 5. p. 952.
estar em pé na presença do Filho do Homem. Este é o objetivo supremo da vida cristã. CBASD, vol 5. p. 952.
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“Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem” (v.36).
Enquanto alguns estavam deslumbrados com a beleza das construções, estava “Jesus a observar” (v.1) as pessoas que iam ao templo. Parece que Ele parou ali com o objetivo definido de desviar os olhos dos discípulos do material para o espiritual. Aquela viúva é um exemplo da abnegação e vida de renúncia que deve reger o discipulado. A questão aqui não é o fato de ser rico ou pobre, mas em como estamos aplicando os recursos na adoração e que lugar eles ocupam em nossa vida. Jesus deixou bem claro que ricas ofertas e um belo templo não representam segurança espiritual, e sim, a vigilância segundo a verdade das Escrituras (v.33) e uma vida de constante oração.
Ao relatar os sinais que antecederiam dois grandes eventos, Cristo introduziu o Seu discurso com a seguinte advertência: “Vede que não sejais enganados” (v.8). O engano foi a causa da primeira queda, pois Eva foi enganada pela serpente. Abel foi enganado por Caim. Isaque foi enganado por Jacó. Jacó foi enganado por seu sogro. E o engano foi tomando proporções maiores, de modo que o Senhor nos deixou a Sua Palavra escrita, a fim de que não sejam enganados aqueles que O amam.
A destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. aconteceu precisamente como Jesus predisse. A História nos diz que não somente os sinais preditos se cumpriram, como também Deus suscitou um profeta que andou pelas ruas de Jerusalém declarando a destruição vindoura e que o momento da oportunidade foi aproveitado pelos cristãos, que, confiando na ordem de seu Mestre, fugiram “para os montes” (v.21).
À luz deste evento passado, Jesus nos convida a olhar para o evento futuro. A Sua segunda vinda é precedida de sinais e maravilhas no céu, na terra e no mar (v.25). O Criador nos convida a olhar tudo o que está acontecendo não com terrível expectativa (v.26), mas com alegre esperança (v.28). Diante das desgraças e sofrimentos destes últimos dias a aflição se torna inevitável. Milhares estão padecendo os resultados de milênios de pecado. Mas o Salvador também nos convida a olhar para o tempo presente e, como Ele, parar para observar não as riquezas ou o que o mundo entende como digno de admiração, mas à importante obra a ser realizada e revelada em nós a fim de que estejamos “em pé na presença do Filho do Homem” (v.36).
Como o povo que “madrugava para ir ter com” Jesus, “a fim de ouvi-Lo” (v.38), necessitamos desta predisposição diária. Vigiar e orar significa silenciar o coração para ouvir a voz de Deus. Um processo que deve ser diário, constante e crescente. À medida que nos aproximamos de Cristo, entendemos a importância de Suas palavras: “É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma” (v.19). Oh, amados, é tão triste pensar que muitos de nós seremos perseguidos por “pais, irmãos, parentes e amigos” (v.16)! A não ser que nossa fé esteja bem alicerçada num fiel “Está escrito”, mediante um relacionamento pessoal e íntimo com o Senhor, não suportaremos o que está por vir.
O Espírito Santo diz a cada um de nós, hoje. Em nome de Jesus, escutem: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37).
Pai amado, as Tuas misericórdias se renovaram mais este dia; um presente que não merecemos, mas que, por Tua graça, desfrutamos. Como podemos reter conosco os recursos que o Senhor de forma tão bondosa tem nos dado? Concede-nos a sabedoria e o discernimento do Espírito Santo para que esses recursos sejam aplicados para o avanço do Teu reino. Tu és o dono do ouro e da prata e não precisas de nada, mas o registro da oferta daquela viúva nos diz que a forma como conduzimos a nossa vida aqui revela para onde estamos indo. E queremos ir para casa, Pai! Para a Tua casa! Por isso, limpa o nosso coração de toda avareza e coloca em nós o desejo de Te servir e abreviar a volta do nosso Salvador. Breve Jesus voltará! Que esta esperança, Senhor, não seja apenas a letra de uma canção, mas que seja o sincero e ardente desejo de nosso coração que se revele em uma vida cheia do Espírito Santo. Te oramos pelos méritos e no nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, perseverantes de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Lucas21 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 21 – Este capítulo destaca-se por ser repleto de advertências proféticas e orientações espirituais sobre os eventos que culminarão no fim dos tempos.
Na oferta da viúva, que deu mais que todos os outros doadores, ofertando só duas moedinhas, Jesus ensina que o valor de uma oferta não está na quantia monetária, mas na medida em que ela reflete o coração do adorador. A viúva exemplifica dependência total de Deus – contrastando com ricos, que davam de suas sobras.
• Para Teófilo, esse relato exemplifica a prioridade que Jesus dá à motivação interna e à pureza do coração, ao invés de grandes demonstrações externas de piedade. Com essa história, Lucas mostra que a verdadeira espiritualidade é definida pelo sacrifício, pela confiança plena em Deus, mais do que pelo montante financeiro.
Depois de observar as contribuições no Templo, Jesus responde à admiração de alguns sobre a beleza das pedras do Templo, profetizando sua destruição (Lucas 21:1-6). Tal anúncio provocaria impacto significativo sobre Teófilo. Ao profetizar essa destruição, Jesus não apenas alertava sobre um evento histórico futuro, mas também questionava a centralidade das estruturas físicas no relacionamento com Deus: A adoração verdadeira transcende lugares físicos e monumentos religiosos!
• Para quem costuma associar religiosidade com templos imponentes, o doutor Lucas atesta que a presença de Deus não está confinada a edifícios, e, que a verdadeira fé precisa estar enraizada em algo mais profundo e eterno.
A profecia sobre a destruição do Templo leva os discípulos a perguntarem sobre os sinais que precederão esses eventos. Jesus responde descrevendo uma série de acontecimentos catastróficos: Guerras, terremotos, fomes, pestilências e sinais terríveis no céu (Lucas 21:7-11). Ao destacar que estes sinais são apenas o princípio das dores, Jesus revela que os eventos catastróficos são inevitáveis, e não representam o fim imediato. Em vez de concentrar-se no medo, Jesus enfatiza a necessidade de discernimento e preparação espiritual (Lucas 21:12-38).
• Desta forma, os cristãos não devem estar obcecados com sinais externos ou ser dominados pelo pânico, devem em verdade estar sempre atentos ao estado de sua própria fé.
A destruição de Jerusalém e do Templo cumprindo a profecia de Cristo revela que a preservação da fé e da vida espiritual importa mais que a defesa do território físico onde moramos (Lucas 21:20-24). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LUCAS 20 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/20
Hoje lemos várias interações entre Cristo e autoridades religiosas. É incrível como Ele se impôs de forma cativante frente Seus debatedores. Se desacelerarmos e prestarmos atenção, perceberemos que a Palavra de Deus foi a fonte de onde Ele obteve Seus argumentos.
Primeiro, na parábola dos arrendatários, Ele estava estendendo a conhecida parábola de Isaías 5. O ponto alto da história foi uma interpretação messiânica perspicaz do Salmo 118:22.
Segundo, Ele baseou Seu argumento para a ressurreição no tempo verbal de um verbo em Êxodo 3:6. Observe como Ele não usou uma passagem mais simples como Daniel 12:2, já que os saduceus consideravam apenas o Pentateuco inspirado. Mas isso é tudo que Cristo precisava.
Terceiro, Ele forneceu uma das explicações mais simples da união hipostática (o Messias sendo homem e Deus) a partir de uma única referência: Salmo 110:1. Que gênio!
O que Jesus fez é um exemplo para todos os Seus seguidores. Devemos ler, estudar, meditar, memorizar, ensinar e praticar as Escrituras. Devemos ser como o dono da casa “que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas” Mateus 13:52.
Você reservaria uma hora da sua agenda hoje e dedicar-se ao estudo das Escrituras?
Kenneth Martinez
Pastor, IASD Newday, Colorado, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/20
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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“E que os mortos hão de ressuscitar, Moisés o indicou no trecho referente à sarça, quando chama ao Senhor, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (v.37).
Ensinar e evangelizar um povo cujas raízes estavam firmes em tradições humanas não era tarefa fácil. Jesus era constantemente arguido pelos líderes judeus, “para verem se O apanhavam em alguma palavra” (v.20). Três questões foram levantadas neste capítulo: a origem da autoridade de Cristo, a questão do tributo e a descrença dos saduceus que diziam “não haver ressurreição” (v.27). Os principais grupos religiosos da época se uniram num mesmo objetivo: eliminar Aquele que ameaçava sua religião legalista e fria.
Israel teve a oportunidade de ser neste mundo luz em meio às trevas espirituais; de promover o evangelho da salvação em Cristo, alcançando os quatro cantos deste planeta. Mas, sorrateiramente, deu as costas ao Senhor ao rejeitar os apelos do Espírito Santo, maltratando e ignorando os profetas, um após o outro. Uma religião orgulhosa e ritualística tomou o lugar da “religião pura e sem mácula” (Tg.1:27), tornando a maioria insensível à essência do verdadeiro evangelho do reino, alargando as fileiras para os “que se fingiam de justos” (v.20).
A palavra “saduceus” significa, literalmente, “justos”. Aquela classe religiosa era composta por homens que diziam “não haver ressurreição” (v.27), o que implicaria em um grande entrave na fé de muitos se esta mesma ideia se estendesse para a ressurreição de Cristo. “E se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados” (1Co.15:17). Como uma vinha bem plantada, Jerusalém tinha tudo para ser a capital da verdade. Entretanto, seus “lavradores” (v.9) se acharam no direito de agir conforme a vontade de seus obstinados corações. Como iriam dar ouvidos às mensagens proféticas se negavam-se a ouvi-las? Como reconheceriam a Jesus e aceitariam as Suas palavras se mantinham seus olhos cerrados na escuridão de sua dura cerviz? E ao ouvirem do destino final de sua apostasia, simplesmente desdenharam: “Tal não aconteça!” (v.16).
Sabem, amados, a realidade de Israel infelizmente não ficou no passado. Temos hoje uma grande parcela do mundo afirmando ser cristã, enquanto faz de Cristo um “gênio da lâmpada”. Querendo apenas ouvir o que é agradável, fazem da Bíblia um livro de autoajuda e não a Palavra de Deus viva e eficaz (Hb.4:12). E quando é proferida alguma palavra de advertência, esta é considerada dura demais de ser ouvida, cauterizando ainda mais o coração. “No devido tempo” (v.10), Cristo foi enviado à Terra a fim de tomar sobre Si o nosso castigo para que possamos receber a recompensa de que só Ele é digno. Já estamos longe da casa do nosso Pai “por prazo considerável” (v.9) e precisamos permanecer firmes em Cristo “como quem vê Aquele que é invisível” (Hb.11:27).
Ser cristão não é ser um “pacote” de tradições, mas uma testemunha da verdade. Fingir-se de justo (v.20) pode até enganar os homens, mas jamais poderá enganar Aquele que sonda os corações. Jesus ensinou “o caminho de Deus segundo a verdade” (v.21) e Ele mesmo afirmou: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo.8:32). Jesus é a verdade (Jo.14:6). A Sua Palavra é a verdade (Jo.17:17). Porque é a respeito dEle que a Palavra testifica (Jo.5:39). Liberdade, portanto, amados, não é viver conforme a nossa própria vontade. Isso é escravidão. Liberdade é experimentar Jesus Cristo, a verdade que liberta! É apreciar a Sua Palavra tal qual ela é e aceitá-la como oráculo de Deus para nossa vida.
Um dia, Jesus irá olhar para os lavradores infiéis de todos os tempos e terá de dizer: “Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt.25:41). E dizer “Tal não aconteça!”, ou “Deus me livre!”, de nada vai adiantar. Mas, “os que são havidos por dignos de alcançar a era vindoura e a ressurreição dentre os mortos” (v.35), ouvirão o terno convite de Jesus: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34). “Pois não podem mais morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição” (v.36). “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17). Oh, preciosa promessa, bendita esperança!
Logo, “o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó” (v.37) voltará! “Guardai-vos” (v.46), pois, de exercer justiça própria! Mas que a nossa vida seja simplesmente a manifestação de quem foi salvo pela justiça de Cristo. Eis a verdade que liberta!
Nosso bondoso Deus, nós Te louvamos por Teu inefável amor, que rompeu os grilhões da morte e nos garantiu a vitória final por meio do sangue de Jesus! Abre os nossos olhos, Pai, para que vejamos a Tua glória, o Teu caráter de bondade e amor a cada dia. Abre os nossos ouvidos para que ouçamos a voz do Espírito Santo através da Tua Palavra. Afasta de nossa vida todo ensino mentiroso, e firma nossos pés na Rocha inabalável da verdade. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, libertos pela Verdade!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Lucas20 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 20 – Os ensinamentos de Lucas 20 são de grande importância para o aristocrata Teófilo, a quem o doutor Lucas escreve, devido a vários fatores teológicos e contextuais que tornam o relato relevante para sua fé e compreensão da obra de Jesus Cristo.
Um dos temas centrais de Lucas 20 é a autoridade de Jesus, que é questionada repetidamente pelos líderes religiosos de Jerusalém. Para Teófilo, entender a verdadeira autoridade de Jesus era crucial para sua fé.
• Lucas mostra que Jesus não apenas tinha autoridade divina, mas também era capaz de desarmar Seus opositores com sabedoria.
• Isso reforça a pessoas de requinte como Teófilo que seguir a Cristo não era apenas uma escolha moral, mas um conhecimento da soberania e autoridade superior do Messias.
O fato de Jesus de ter sido questionado sobre Sua autoridade por líderes religiosos e políticos e, ainda assim, responder de maneira magistral, revelava ao aristocrata que a autoridade de Jesus estava enraizada em algo maior do que as estruturas humanas de poder (Lucas 20:1-18).
A habilidade de Jesus em desviar armadilhas lógicas e políticas, seja ao responder sobre imposto a César ou sobre a ressurreição (Lucas 20:19-40), revela a sabedoria de Cristo que transcende as disputas humanas. Para Teófilo, isso seria uma prova da superioridade da mensagem de Jesus em relação aos debates filosóficos ou religiosos de Sua época. Lucas cuidadosamente destaca que Jesus não apenas responde a perguntas difíceis, mas também utiliza esses momentos para ensinar verdades profundas sobre o Reino de Deus (Lucas 20:41-44).
• Para um aristocrata familiarizado com a retórica e a filosofia greco-romana, observar a forma como Jesus expôs a hipocrisia dos líderes religiosos e como lidou com questões complexas de maneira calma e perspicaz seria inspirador e convincente – para nós também!
A advertência de Jesus contra os escribas, que gostavam de grandeza e status – mas exploravam aos vulneráveis (Lucas 20:45-47) –, seria um lembrete valioso para Teófilo sobre perigos da hipocrisia religiosa. Como membro da elite, ele poderia ser tentado a seguir um cristianismo superficial, mais preocupado com aparências e prestígio social do que com verdadeira piedade.
• Desta forma, Lucas alertava Teófilo e a outros cristãos de que o cristianismo exige autenticidade e uma vida moldada pela justiça, misericórdia e humildade!
Por isso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.