Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: JOÃO 9 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/9
Você nasceu cheio de pecado; como tem a ousadia de nos ensinar?
Esta declaração dos fariseus no versículo 34 faz um contraste marcante com todo o discurso que se desenrolou neste capítulo. Ela revela o preconceito e a arrogância que se enraizaram na seita dos fariseus. O homem curado, em contraste, possuía uma fé simples, mas profunda, que, quando justaposta ao conhecimento acadêmico dos fariseus, brilha com uma autenticidade rara.
Foi dito uma vez que os adventistas eram conhecidos como “Povo da Bíblia” devido ao nosso profundo conhecimento das escrituras. No entanto, mais tarde descobri que esse título não é exclusivo para nós. Batistas, puritanos e judeus se referem a si mesmos da mesma maneira. Menciono isso, não para minimizar o valor do conhecimento bíblico, que é algo realmente precioso, mas para nos lembrar que a fé vai além do simples conhecimento. É uma experiência vivida. O cego neste capítulo não sabia ler, mas ele experimentou Jesus e encontrou sua fé por meio do ato de cuidado e milagre que Jesus realizou.
Ao pensar sobre este capítulo hoje, que ele te guie a uma experiência pessoal com Jesus, que transcenda as palavras deste Bom Livro.
Justin Boyd
Pastor de jovens e capelão, Conferência da Grande Sidney, Austrália
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/9
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
844 palavras
1-41 Jesus põe em prática sua afirmação de ser a luz do mundo (v. 5) ao curar um cego de nascença. Bíblia de Estudo Andrews.
1 A cura do cego de nascença é o sexto sinal escolhido por João. Expõe o problema básico do pecado e sofrimento (cf Jó) com o pano de fundo do debate sobre a identidade de Jesus. O sinal soluciona um problema de nascença, o que o pecado também é (Sl 51.5). Bíblia Shedd.
Caminhando. Continuando a cena de 8:12-59, Jesus permanece nas redondezas do templo durante a Festa dos Tabernáculos. Bíblia de Estudo Andrews.
cego de nascença. Representava a necessidade que seus conterrâneos tinham de Cristo (ver 8:31-47). Bíblia de Estudo Andrews.
2 quem pecou […]? Os rabinos ensinavam, baseados em Êx 34.7, que, se alguém sofria de uma doença física congênita, era porque os pais ou os avós haviam cometido algum pecado ou porque o próprio doente pecara antes do nascimento. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI.
Muitos judeus, como os amigos de Jó, acreditavam que cada má sorte temporal era punição de Deus por algum pecado específico. Bíblia de Genebra.
Os judeus ensinavam que os sofrimentos desta vida eram um castigo divino pelo pecado. De acordo com o Talmude, “não há morte sem pecado, e não há sofrimento sem iniquidade” (Shabbath, 55.a, ed. Soncino, p. 225). […] Os rabis ainda ensinavam que Deus se encarregava de que o pecado fosse punido de acordo com a regra, medida por medida. […] Os judeus defendiam que todo pecado tinha uma determinada punição e criam que era possível, em certos casos pelo menos, determinar a culpa de alguém pela natureza de seu sofrimento. CBASD – Comentário Bíblico do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1111.
Baseados em passagens como Êx 20.5; Jr 31:29; Ez 18.2 os judeus acharam possível o pecado dos pais passar para os filhos. Jesus nega que a cegueira fosse punição direta dos pais ou da vítima; mas bem era para glorificar a Deus (cf. 11.4). Bíblia Shedd.
3 Nem […] pecou. Jesus rejeita essa crença popular expressa no v.2. Bíblia de Estudo Andrews.
Para que se manifestem nele as obras de Deus. … o versículo pode ser parafraseado da seguinte forma: “Nem este homem pecou, nem seus pais: mas como resultado de seu sofrimento as obras de Deus serão manifestadas nele”. CBASD, vol. 5, p. 1111.
Obras de Deus, além de milagres inclui mudar vidas (6.28s). Bíblia Shedd.
4 a noite vem. Quando a “luz do mundo” fosse levada pela morte e pela ascensão (v. 5). Bíblia de Estudo Andrews.
7 tanque de Siloé. Deste tanque era extraída a água cerimonial da Festa dos Tabernáculos, a qual, em seguida, era levada para o templo […] A cura ocorre a 1,2 km de distância de Cristo, portanto sua palavra é tão poderosa quanto sua presença. Bíblia de Estudo Andrews.
Siloé (que quer dizer Enviado). Era o tanque na extremidade de um túnel, escavado por Ezequias, que trazia água da Fonte da Virgem; daí, “águas enviadas”. Bíblia Shedd.
8-12 Semelhante a 5:9-13. O cego de nascença também foi curado antes de uma expressão de fé, mas a fé veio em seguida (9:35-38). Bíblia de Estudo Andrews.
9 se parece com ele. O milagre foi tão espantoso que os espectadores não podiam acreditar que era o mesmo homem. Bíblia de Genebra.
17 profeta. Cresce a fé do homem curado em Jesus. Bíblia de Estudo Andrews.
22 expulso da sinagoga. Ser expulso da fé. Isto era algo temível, pois ninguém tinha permissão de negociar com um excomungado. Bíblia de Estudo Andrews.
27 quereis vós também tornar-vos seus discípulos? O homem curado se torna cada vez mais ousado ao desafiar ironicamente os líderes religiosos. Bíblia de Estudo Andrews.
31 Deus não atende a pecadores. A declaração “Deus não atende a pecadores” se refere, logicamente, ao pecador atrevido e impenitente. CBASD, vol. 5, p. 1111.
34 o expulsaram. Excomungaram o ex-cego da sinagoga. Bíblia de Estudo Andrews.
35 encontrando-o. Este fato forma o cenário para o discurso do bom Pastor (10:1-21). Jesus cuida dos excluídos. Bíblia de Estudo Andrews.
Filho do Homem. Título messiânico de Dn 7.13.Bíblia Shedd.
39-41 Jesus fala em termos espirituais. Os que não vêem, são os que não tem visão espiritual (salvação) mas tem consciência de sua necessidade. Os que vêem, são os judeus de v. 41. Bíblia Shedd.
Neste epílogo, Jesus traz à luz o impacto de sua vinda: os que falsamente imaginam terem especial intuição nas coisas de Deus, tornam-se cegos oponentes dos caminhos de Deus; e os que parecem menos informados são capazes de ver, quando o Espírito de Deus abre seus olhos e os conduz à fé. Bíblia de Genebra.
40 Também nós somos cegos? “certamente nós, os líderes religiosos, não somos cegos!” CBASD, vol. 5, p. 1112.
40 Nós vemos. Aos oponentes faltava a humildade elementar de reconhecerem que eram pecadores. Bíblia de Genebra.
41 Se fôsseis cegos. Isto é, se não tivesse havido nenhuma oportunidade de receber esclarecimento. Deus julga com base na luz que as pessoas receberam ou que poderiam receber caso buscassem (ver com. [CBASD] de Jo 15:22). CBASD, vol. 5, p. 1112.
Nós vemos. Havia uma satisfação própria com o conhecimento adquirido que tornava impossível que Deus comunicasse novas revelações. Ao rejeitar Jesus, os judeus rejeitaram o canal por meio do qual o Céu procurava comunicar a luz. CBASD, vol. 5, p. 1112.
Filed under: Sem categoria
“É necessário que façamos as obras dAquele que Me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode trabalhar” (v.4).
A crença que prevalecia entre os judeus era que enfermidades ou deficiências eram castigos de Deus aos pecadores. Por isso que geralmente a sorte de “um homem cego de nascença” (v.1), por exemplo, era a de viver “como mendigo” (v.8). Aquele homem cego deveria estar em seu costumeiro lugar, esperando ouvir o tilintar das moedas que caíssem em sua vasilha. O relato de João não diz que o cego pediu para ser curado e nem que Jesus lhe comunicou o que estava prestes a fazer. E sim que Ele “cuspiu na terra”, fez lodo com a saliva e aplicou aquela mistura nos olhos do cego (v.6). Imagino aquele homem tateando os braços e o rosto de Jesus, tentando entender o que estava acontecendo. Mas, antes que pudesse dizer alguma palavra, ouviu uma agradável voz que lhe ordenou: “Vai, lava-te no tanque de Siloé”, então “ele foi, lavou-se e voltou vendo” (v.7).
Numa linguagem científica, Jesus tinha acabado de entrar no córtex visual primário daquele homem e restaurado os danos que o fizeram nascer cego. Mas um fato curioso é que, mesmo que uma criança venha ao mundo com sua visão perfeita, se lhe fosse colocado um tampão em um dos olhos, privando aquele olho de ter acesso à luz nos dois ou três primeiros meses de vida do bebê, este ficaria irreversivelmente cego do olho que foi obstruído. Ou seja, é o contato dos olhos com a luz que desenvolve a visão.
O porquê de Jesus ter aplicado lodo nos olhos do homem, não sabemos. Mas esta cena nos remete à criação, quando o Senhor modela o ser humano utilizando o pó da terra (Gn.2:7). E a declaração anterior de Jesus define bem o que Ele desejava realizar na vida daquele homem: “sou a Luz do mundo” (v.5). O Sol da Justiça raiou em meio às trevas espirituais, emocionais e físicas. Desde o nascimento, aquele filhinho de Deus sofreu a rejeição e o desprezo de seu próprio povo. Sua deficiência assinava seu atestado de culpa, ou de seus pais. Mas sua visão, agora perfeita, abriu-lhe a porta para uma nova vida, uma vida de esperança e de paz com Deus.
Parece que esses milagres extraordinários tinham um dia escolhido a dedo para acontecer: o sábado. Conforme a considerável lista de várias regras sabáticas criadas pelos líderes judeus, uma delas proibia cuspir no chão em dia de sábado, pois, conforme eles, a saliva estaria regando a terra. Os judeus estavam com algum tipo de “tampão” que os tornavam cegos espirituais. Não aceitavam a Cristo e Suas obras porque não tinham olhos espirituais para nEle crer. O sábado havia se tornado em um dia de rituais vazios e regras absurdas, e o que passasse disso era considerado grave pecado.
Após escrever tantos preciosos conselhos em Eclesiastes, o sábio Salomão terminou com a seguinte conclusão: “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os Seus mandamentos; porque isto é dever de todo homem” (Ec.12:13). Notem que ele não disse que “isto é dever de todo judeu”, e sim “de todo homem”. E, ao contrário do que julgavam os judeus, Jesus foi o perfeito exemplo de obediência. Em nenhum momento transgrediu os mandamentos de Seu Pai, mas os confirmou e engrandeceu, sendo um fiel praticante de Sua Palavra. E, a cada sábado, Sua luz incidia o perfeito brilho de um dia especial de cura, restauração e verdadeira adoração.
A primeira voz angélica nos diz: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Ora, qual é o único mandamento que nos lembra que Deus é o Criador de todas as coisas? Há uma luz especial sobre o quarto mandamento da Lei de Deus e, certamente, Jesus também deixou isso bem claro. O profeta Isaías declarou que a cada sábado adoraremos ao Senhor na Nova Terra (Is.66:23). Após citar um importante princípio sobre os dez mandamentos, Tiago diz que seremos julgados por esta Lei, a qual ele chamou de “lei da liberdade” (Tg.2:10-12). Paulo escreveu que “resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9). O remanescente dos últimos dias possui as seguintes características: “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17).
Logo, a guarda do sábado bíblico definirá em que lado cada um de nós está no grande conflito. Portanto, é nosso dever, meus irmãos, brilhar a luz de Cristo, especialmente aos sábados. A obediência como uma obrigação cega não é obediência, é presunção. Mas a obediência como resultado do temor a Deus e do amor que Lhe devotamos, é a manifestação da luz de Jesus em nossa vida. “Crês tu no Filho do Homem?” (v.35). Então, faça as obras de Deus enquanto é dia. Adore-O todos os dias, mas principalmente no dia que Ele descansou, abençoou e santificou (Gn.2-1-3), então você se deleitará no Senhor (Is.58:13-14).
Nosso Deus e Criador, muitos de nós nascemos “cegos” espiritualmente, mas o Senhor operou em nós o milagre da cura, abrindo os nossos olhos e nos dando a oportunidade de Te ver e Te conhecer. Pela fé, podemos andar Contigo na certeza de que nosso testemunho produzirá muito fruto para o Teu reino. Ajuda-nos a observarmos o Teu sábado a cada semana segundo a Tua vontade. E que o Teu amor em nós nos motive a Te buscar com todo o nosso coração e assim estarmos prontos para o que há de vir. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, adoradores do Criador!
Rosana Garcia Barros
#João9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
JOÃO 9 – Os judeus de João 8 interpretavam as Escrituras conforme Suas necessidades e desejos imediatos – queriam libertação política e material. Eles liam a Palavra de Deus com filtro que focava seus problemas terrenos, perdendo de vista o aspecto espiritual e eterno do plano divino.
Essa tendência humana de ajustar a Palavra de Deus às próprias expectativas é perigosa porque leva à cegueira espiritual. Ao buscar um Messias que Se ajustasse às Suas agendas, os líderes religiosos não conseguiram ver a realidade maior que Deus fazia através de Cristo.
• Eles estavam tão focados na libertação política de Israel que falharam em perceber a libertação do pecado e da morte eterna que Jesus oferecia.
O ponto culminante acontecera em João 8:58, quando Jesus havia declarado: “Eu afirmo que antes de Abraão nascer, Eu Sou!” Ao fazer tal afirmação, Jesus Se identifica diretamente com o Deus de Êxodo 3:14, quando Deus Se revela a Moisés. Essa declaração não apenas revela a eternidade de Cristo, mas também Sua divindade.
Essa declaração deveria ter sido recebida com reverência e aceitação, mas, ao invés disso, os judeus tentaram apedrejá-lO (João 8:59). Em sua cegueira, provocada pelas expectativas distorcidas, eles rejeitaram a maior revelação de Deus.
Querendo ajudá-los, Jesus cura um cego de nascença (João 9:1-12) para ilustrar a cegueira espiritual (João 9:35-41); entretanto, os judeus se mostram desnorteados (João 9:13-34).
• Como pecadores, é fácil cair na armadilha de moldar a Palavra de Deus e a visão de Jesus de acordo com nossas próprias necessidades e desejos.
• Muitas vezes, esperamos que Deus aja de maneira que atenda nossos interesses imediatos, como solucionar problemas financeiros, restaurar relacionamentos ou oferecer conforto momentâneo. No entanto, Deus nos chama a olhar além das necessidades temporais e a buscar o cumprimento espiritual e eterno que só Cristo pode trazer.
• As acusações de quem não está convertido são absurdas, baseadas em conceitos equivocados e resultam em conclusões falsas. As doutrinas bíblicas são distorcidas, as revelações divinas são corrompidas e as práticas religiosas não passam de hipocrisia (João 9:13-16).
O Criador, que fizera o ser humano do pó da terra, usou barro na frente dos incrédulos e restaurou o cego à vista, mas eles não conseguiram ver nada além de seus preconceitos!
E nós, o que enxergamos? – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: JOÃO 8 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/8
Embora relatada somente no evangelho de João, a narrativa da mulher apanhada em adultério e acusada pelos líderes da igreja é consistente com outras histórias do Novo Testamento. A lição para nós, hoje, é clara. O nosso trabalho, como crentes, não deve ser o de acusar as pessoas e apontar os erros delas – especialmente porque Jesus conhece os pontos fracos de nossa própria vida. Em vez disso, temos que encaminhar as pessoas a Jesus, que tem o poder de perdoá-las e mantê-las longe do pecado. Afinal, a razão pela qual Jesus veio ao mundo foi “para buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10).
A escritora Ellen White descreve a cena: “Para essa desviada mulher não tinha o mundo senão desprezo e zombaria; mas Aquele que é sem pecado compadeceu-Se de sua fraqueza, e estendeu-lhe ajudadora mão. Enquanto os fariseus hipócritas acusavam, Jesus mandou-lhe: ‘Vai-te e não peques mais.’ [João 8:11]” (A Ciência do Bom Viver, p. 50).
É o recebimento da graça, paz e poder de Deus, no início do dia, que nos ajudará a nos desviarmos dos ataques do maligno. Fique perto de Jesus hoje!
Willie Oliver
Diretor do Departamento do Ministério da Família
Conferência Geral da Igreja Adventista
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
1720 palavras
3 Esse pecado não pode ser cometido por alguém sozinho, e assim surge a pergunta: por que só um ofensor foi trazido? O incidente foi armado para apanhar Jesus em contradição […], e providências foram tomadas para que o homem escapasse. Os acusadores da mulher deviam estar ansiosos para humilhá-la, e talvez a tivessem mantido em prisão domiciliar até falarem com Jesus. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI.
6 Tentando-o. Se Jesus lhes dissesse para soltá-la, violaria a lei de Moisés. Caso mandasse apedrejá-la, teria problemas com os romanos, que não permitiam que os judeus fizessem execuções (ver 18:31). Bíblia de Estudo Andrews.
7 Atire pedra. O desafio de Jesus mostrou que os acusadores da mulher estavam desqualificados como juízes. Bíblia de Genebra.
As testemunhas seriam as primeiras a atirar uma pedra no condenado (ver Dt 17:7; cf. Jo 13:9). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1094.
10 O caso contra a mulher deu em nada por falta de acusadores impecáveis. Cristo que nunca pecara (8.46) a perdoou porque tomava os pecados dela em Si mesmo. Bíblia Shedd.
11 Não peques mais. O perdão livre nunca dá licença para pecar. Bíblia Shedd.
As palavras de Jesus foram para a mulher tremente como atos de misericórdia, em contraste com as atitudes iradas dos acusadores. Jesus lhe apontou para o que ela precisava: abandonar imediatamente o pecado. O arrependimento precisava ser honesto e sincero. Ela não só devia sentir tristeza pelo pecado, como também abandoná-lo. O arrependimento que consiste apenas em sentir, falar, professar, desejar ou esperar é sem valor aos olhos de Deus. Até que uma pessoa deixe de fazer o mal e abandone o pecado, ela não se arrependeu verdadeiramente. CBASD, vol. 5, p. 1094.
12 Eu sou a luz. Também na festa dos tabernáculos, além de derramar a água no altar, acendia-se à noite enormes lâmpadas de ouro no Pátio das Mulheres, no Templo. Lembrava a coluna de fogo no deserto. Bíblia Shedd.
Luz do mundo. Assim como a declaração de Jesus quanto à água viva (Jo 7:37, 38) fazia referência à cerimônia de libação de água da Festa dos Tabernáculos, a declaração em que Ele afirma ser a luz do mundo estava, sem dúvida, ligada à cerimônia das luzes. CBASD, vol. 5, p. 1095.
Nas trevas. Os judeus tinham com eles Alguém que era maior do que a Torah, porque Ele próprio a havia dado. Ele era a fonte de luz da Torah. CBASD, vol. 5, p. 1095.
15 Julgais segundo a carne, quer dizer, ser insensível diante das realidades espirituais (cf. 19; Cl 3.1-3). Bíblia Shedd.
Eu a ninguém julgo. Naquele momento, a obra de Jesus não era a de julgar, mas a de salvar (ver com. [CBASD] de Jo 3.17). Só no fim dos tempos é que Ele irá “julgar vivos e mortos” (2Tm 4:1; cf At 10:42; 2Co 5:10). CBASD, vol. 5, p. 1096.
19 Onde está Teu Pai? Provavelmente estas palavras foram ditas em zombaria e com possível alusão às circunstâncias do nascimento de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1096.
24 Morrereis nos vossos pecados. A rejeição do Salvador os deixaria sem perdão para seus pecados (Jo 15:22). CBASD, vol. 5, p. 1097.
Eu Sou. Do gr. ego eimi. A mesma expressão ocorre nos v. 28 e 58 e novamente em Jo 13:19. Na LXX, ego eimi representa o heb. ‘ ani hu’, literalmente, “eu sou ele” (Dt 32:39; Is 43:10; cf. a expressão “eu sou o que sou” (do grego ego eimi ho on, em Ex 3:14). CBASD, vol. 5, p. 1097.
Cristo faz alusão a Êx 3.14; Dt 32.39 onde a LXX tem esta idêntica frase (ego eimi). Bíblia Shedd.
25 Desde o princípio. O original grego quer dizer: “desde o início de meu ministério público”, ou “desde o começo de meu contato com o povo”. Bíblia Shedd.
Jesus estaria dizendo, em essência: “Eu vos tenho informado sobre isso o tempo todo.” CBASD, vol. 5, p. 1097.
28 Levantardes. A referência aqui é à crucifixão, embora a palavra grega assim traduzida seja também usada com respeito à exaltação de Cristo à destra do Pai (At 2:33; ver com. de Jo 3:14; cf. Jo 12:32). CBASD, vol. 5, p. 1097.
31 Verdadeiramente. A paciente permanência na Palavra em face de provas e oposições é a marca do verdadeiro discipulado. CBASD, vol. 5, p. 1098.
32 E conhecereis a verdade, i.e., Cristo, a Verdade pessoal (14.6). O escravo de Cristo experimenta a liberdade real do espírito nos propósitos de Deus (36; Rm 8.2-4). Bíblia Shedd.
Sustentar o ensino de Cristo – que é a verdade (14.6) – conduz à verdade que torna uma pessoa livre da escravidão do pecado. A salvação não é obtida por meio de conhecimento intelectual, como imaginavam os gnósticos, mas por meio de um relacionamento vital com Jesus Cristo e do compromisso com a verdade que ele revelou (18.37). Bíblia de Genebra.
Libertará. A mente do povo foi cegada e havia um véu sobre o coração quando liam o AT (2Co 3:14, 15). Estavam presos às opressivas tradições dos anciãos (Mt 23:4; ver com. [CBASD] de Mc:7:1-13) e a seus pecados (Rm 2:17-24; cf Rm 6:14; Gl 4:21). Jesus veio para libertá-los. Ele declarou que Sua missão era “proclamar libertação aos cativos” (Lc 4:18) e prometeu liberdade aos que aceitassem a verdade (cf. 2Co 3:17; Gl 5:1). CBASD, vol. 5, p. 1098.
33 jamais fomos escravos. Uma declaração surpreendente para um povo que fora submisso ao Egito, a Babilônia e, então, a Roma. Bíblia de Estudo Andrews.
36 Verdadeiramente sereis livres. Jesus viera para lhes oferecer a verdadeira liberdade (Rm 8:2; 2Co 3:17; Gl 5:1). Somente é livre quem é livre do pecado. CBASD, vol. 5, p. 1099.
A verdadeira liberdade consiste em servir a Deus e cumprir os propósitos dos que foram especialmente criados à imagem de Deus. O pecado priva-nos desta realização porque perturba as nossas mentes, degrada nossos sentimentos e escraviza nossa vontade. É isto que os Reformadores chamaram de “depravação total”, e seu único remédio é a graça de Deus através do novo nascimento espiritual (3.3). Bíblia de Genebra.
39 Nosso pai é Abraão. Jesus […] mostrou que simplesmente ser descendente físico do patriarca não era uma vantagem. Para Deus, o importante são as qualificações de caráter. Paulo argumentou nessa mesma linha (ver Rm 2:28, 29; 9:6, 7). CBASD, vol. 5, p. 1099.
Obras de Abraão. Os judeus eram descendentes de Abraão, mas não eram filhos espirituais do patriarca. […] A Mishnah descreve desta forma os discípulos de Barão: “Os discípulos de Abraão, nosso pai, [possuem] bons olhos, espírito humilde e alma mansa” (Aboth, 5, 19, ed. Soncino, Talmude, p. 72). CBASD, vol. 5, p. 1099, 1100.
Jesus nega que os judeus são verdadeiros filhos de Abraão porque o filho reflete qualidades de seu pai. Bíblia Shedd.
40 Assim não procedeu Abraão. O patriarca era atendo à voz divina. CBASD, vol. 5, p. 1100.
41 Vosso pai. Jesus já havia informado os judeus de que Seu Pai não era o pai deles (v. 38), mas ainda não havia identificado o pai deles como sendo o diabo (ver v. 44). Eles devem ter visto o que estava implícito nas palavras de Cristo e se apressaram a negar isso. CBASD, vol. 5, p. 1100.
Bastardos. Sem dúvida, há aqui uma alusão escarnecedora às supostas circunstâncias do nascimento de Cristo, com a implicação de que Jesus fosse bastardo. CBASD, vol. 5, p. 1100.
43 Porque sois incapazes de ouvir. Talvez com o significado de “porque vocês não suportam ouvir” (RSV) ou “porque não querem ouvir” (ver NTLH). O resultado foi a má compreensão e interpretação do discurso de Jesus. Se eles fossem verdadeiros filhos do Pai celestial, teriam compreendido a linguagem do alto. CBASD, vol. 5, p. 1100.
44 Diabo. Literalmente, “o caluniador” (ver com. de Mt 4:1). CBASD, vol. 5, p. 1100.
Desde o princípio. Esta tem sido considerada uma alusão ao primeiro homicídio registrado, o de Abel (Gn 4:1-8). Mas o espírito de assassinato remonta às origens do pecado. Por sua rebelião, Lúcifer trouxe a sentença de morte sobre si mesmo e sobre os anjos que se uniram à sua revolta (2Pe 2:4). CBASD, vol. 5, p. 1100.
Não há verdade. Isto é, não há verdade. A verdade e Satanás não tem nada em comum. […] A natureza do diabo é mentir. CBASD, vol. 5, p. 1100, 1101.
Mentiroso. A carreira de mentira do diabo começou no Céu, onde ele pela primeira vez representou mal o caráter e os propósitos de Deus diante dos anjos. Por suas insinuações e mentiras no jardim do Éden, ele ocasionou a queda dos primeiros pais (ver com. [CBASD] de Gn 3:4). O Talmude (Sanhedrin, 89.b, ed. Soncino, p. 596) contém a lenda de que, antes do sacrifício de Isaque, Satanás tentou colocar dúvidas na mente de Abraão a respeito de Deus, e que Abraão o repeliu com as palavras: “O castigo de um mentiroso é que, mesmo que ele diga a verdade, ninguém lhe dá atenção”. CBASD, vol. 5, p. 1101.
Pai da mentira. Como um mentiroso, Satanás foi expulso do Céu e nunca mais poderá retornar. O mesmo se dá com seus filhos, pois “fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira” (Ap 22:15). CBASD, vol. 5, p. 1101.
46 Convence. Apesar de toda a espionagem dos líderes religiosos, nenhuma mancha de pecado havia sido detectada. O silêncio deles nesta ocasião confirmou Seu testemunho. CBASD, vol. 5, p. 1101.
47 Ouve. A inclinação para dar ouvidos à Palavra de Deus é um verdadeiro indicativo da condição do coração. CBASD, vol. 5, p. 1101.
51 Não verá a morte. A morte aqui mencionada não é a física, que sobrevém igualmente a justos e ímpios, mas a segunda morte, que, ao fim, aniquilará os ímpios (Ap 20:6, 14, 15). O posto da segunda morte é a vida eterna (Jo 3:16), que as Escrituras declaram ser concedida ao crente no momento em que aceita o Senhor (1Jo 3:14; 5:11, 12; cf. DTN, 388). CBASD, vol. 5, p. 1102.
55 Não O tendes conhecido. Se conhecessem a Deus, teriam guardado os Seus mandamentos (1Jo 2:4) e aceitado a Jesus, pois Ele viera de Deus (Jo 8:42). CBASD, vol. 5, p. 1102.
Como vós: mentiroso. Eles professavam conhecer a Deus, contudo, por seus atos, O negavam (ver 1Jo 2:4). CBASD, vol. 5, p. 1102.
57 Cinquenta anos. Os filhos de Coate deviam prestar serviço entre as idades de 30 e 50 anos (Nm 4:3). A idade de 50 anos era, portanto, em certo sentido, um tempo de aposentadoria. Depois dessa idade, o serviço obrigatório cessava, mas eles ainda podiam ajudar no tabernáculo segundo sua capacidade (Nm 8:25, 26). CBASD, vol. 5, p. 1103.
58 Em verdade. A declaração a seguir foi muitíssimo solene e estava carregada de significado eterno. CBASD, vol. 5, p. 1103.
EU SOU. Do gr. ego eimi, aqui usado em seu sentido absoluto e entendido pelos judeus como uma reivindicação de divindade. CBASD, vol. 5, p. 1103.
Os judeus bem entenderam Sua reivindicação de deidade e por isso concluíram que deviam apedrejá-lo (59). Bíblia Shedd.
59 Pegaram em pedras. A pergunta acerca de como se poderia obter pedras no templo talvez encontre resposta no fato de que o templo de Herodes ainda estava em processo de construção. CBASD, vol. 5, p. 1103.
Filed under: Sem categoria
“Qual a razão por que não compreendeis a Minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a Minha palavra” (v.43).
Ameaças de apedrejamento inauguram e encerram o capítulo de hoje. O ministério de Cristo não consistia em favorecer a Si mesmo, mas em entregar-Se à vontade de Deus em favor do ser humano em tudo o que fazia. Começando de madrugada, Jesus Se dirigia às atividades de cada dia fortalecido por Seus momentos de comunhão com o Pai. Houve um dia, porém, em que tudo conspirava para surpreendê-Lo em um julgamento público cuja acusada foi “apanhada em flagrante adultério” (v.4). Antes disso, Jesus estava sentado ensinando no templo. Havia uma multidão que O escutava e que se aglomerava ao Seu redor. Quando o cenário mudou: de uma escola para um tribunal.
Ora, a Lei de Deus é clara: “Não adulterarás” (Êx.20:14). Porém, não foi esta a base do julgamento, e sim a exigência de que imediatamente fosse cumprida a sanção prevista em Levítico 20:10, que diz: “Se um homem adulterar com a mulher do seu próximo, será morto o adúltero e a adúltera”. Percebam que a primeira responsabilidade recaía sobre o homem e que ambos, homem e mulher, deveriam responder igualmente por seu pecado. Ali estava a mulher exposta à vergonhosa acusação. Mas onde estava o adúltero? E enquanto os escribas e fariseus vociferavam sua indignação e o povo os acompanhava num clamor por uma justiça espúria, “Jesus, inclinando-Se, escrevia na terra com o dedo” (v.6).
Sobre este episódio, escreveu Ellen White:
“Impacientes ante Sua demora e aparente indiferença, os acusadores aproximaram-se, insistindo em Lhe atrair a atenção sobre o assunto. Ao seguirem, porém, com a vista, o olhar de Jesus, fixaram-na na areia aos Seus pés, e transmudou-se lhes o semblante. Ali, traçados perante eles, achavam-se os criminosos segredos de sua própria vida. O povo, olhando, reparou na súbita mudança de expressão e adiantou-se, para descobrir o que estavam eles olhando com tal espanto e vergonha. Com toda a sua professada reverência pela lei, esses rabis, ao trazerem a acusação contra a mulher, estavam desatendendo às exigências da mesma. Era dever do marido mover ação contra ela, e as partes culpadas deviam ser igualmente punidas. A ação dos acusadores era de todo carecida de autorização. Entretanto, Jesus os rebateu com as próprias armas deles. A lei especificava que, nas mortes por apedrejamento, as testemunhas do caso fossem as primeiras a lançar a pedra. “ (O Desejado de Todas as Nações, CPB, p.324).
Antes que as massas curiosas descobrissem o que eles faziam às ocultas, os mesmos que lideraram aquele injusto tribunal, lideraram uma debandada para fora da vista dAquele que lê os corações, após as irrefutáveis palavras: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra” (v.7). Em nenhum momento Jesus foi negligente com a lei. Muito pelo contrário. Em Sua dignidade, encerrou aquele espetáculo que em nada comungava com a justa medida de Sua lei. A “Luz do mundo” (v.12) prevaleceu sobre as trevas da maldade humana e iluminou a vida da mulher com uma nova oportunidade: “vai e não peques mais” (v.11).
Por três vezes, Jesus declarou ser o mesmo que falou com Moisés no deserto: “EU SOU” (v.24, 28, 58). O mesmo Deus que elegeu Abraão como o patriarca de Israel procurava de muitas maneiras iluminar os corações e conduzi-los para Si. Eram, contudo, incapazes de ouvir as Suas palavras pelo simples fato de não O conhecerem, nem tampouco Aquele que O enviou. O povo estava diante da verdade encarnada, no entanto, preferia permanecer como “escravo do pecado” (v.34) a ser liberto por ela (v.32). E mesmo que nominalmente se declarassem “descendência de Abraão” (v.33) e filhos de Deus (v.41), eis o seu real e triste pertencimento: “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos” (v.44).
Sabem por qual razão muitos não compreendem as Escrituras? Pelo mesmo motivo: são “incapazes de ouvir” (v.43). Acostumaram-se a se alimentar do que sai da boca de homens, e não do que sai da boca de Deus. É bem mais atraente e interessante enveredar-se em coisas que agradam as inclinações da própria carne. Não humilham o coração perante o Senhor. Buscam preencher a mente de todas as futilidades e coisas inúteis, menos das coisas de Deus. Sua linguagem não é: “Pai, que se faça a Tua vontade. Molda-me o caráter”! Mas oram de si para si mesmos em preces vazias e egoístas. Para estes, Cristo diz: “Vós sois do diabo”!
Amados, “Quem é de Deus”, disse Jesus, “ouve as palavras de Deus” (v.47). Ou seja, precisamos ser de Deus, conhecê-Lo, a fim de reconhecer-Lhe a voz e ouvir o que Ele tem para nos dizer. Jesus conhecia o Pai, por isso guardava a Sua Palavra (v.55). É impossível conhecer a Deus e não buscar guardar a Sua Palavra. Como também é impossível guardar a Palavra sem antes conhecer a Deus. Torna-se uma religião fria e sem sentido; uma mera formalidade. Foi mediante este ensinamento que Jesus quase foi vítima de apedrejamento (v.59). Deus deseja que O conheçamos cada dia mais. Como escreveu o profeta, é um conhecimento progressivo: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor” (Os.6:3).
Deus escreveu a Sua Lei com o Seu dedo em tábuas de pedra (Êx.31:18), mas escreveu os pecados daqueles homens na areia. Isso nos diz que ainda que a Sua lei reclame a justiça, em Sua misericórdia Ele deseja apagar os nossos pecados. Não fomos chamados a ser acusadores de nossos irmãos, e sim testemunhas dAquele que ama os pecadores e os chama ao arrependimento. Se não crermos que ELE É, morreremos em nossos pecados (v.24). Mas se O conhecermos, e guardarmos a Sua Palavra, não veremos “a morte, eternamente” (v.51). Olhe para Jesus! Não há outro modelo a seguir. “Não há um justo, nem um sequer” (Rm.3:10).
Pai nosso, quão maravilhoso é Te servir e Te conhecer! Quão maravilhoso é saber que não nos tratas segundo os nossos pecados! Mas que, com bondade e compaixão, nos ofertas o Teu perdão, a oportunidade de arrependimento e de uma nova vida em Cristo Jesus. Louvado seja o Teu nome, grande EU SOU! Pai, queremos Te conhecer, Te ouvir e ser praticantes da Tua Palavra. Por isso, clamamos pelo batismo do Espírito Santo, pois o Senhor não nos deixou órfãos! Temos o Consolador, o Espírito da verdade entre nós. Que a única pedra em nossa vida seja a Rocha eterna, que é Cristo. E que Ele em nós seja o testemunho que precisamos dar ao mundo. Oh Jesus, volta logo! Que seja logo “chegada a Sua hora”. Oramos em Teu nome Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, perdoados para perdoar!
Rosana Garcia Barros
#João8 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
JOÃO 8 – As tensões em relação a Jesus nasceram, em grande parte, de uma expectativa profundamente enraizada, mas distorcida, a respeito do Messias e da interpretação das Escrituras.
O que está revelado é relevante hoje, pois podemos muito facilmente correr o mesmo risco de fazer o mesmo em relação ao cristianismo e ao evangelho.
Ao longo de João 8, vemos como os judeus que debatem com Jesus apresentam uma visão limitada e equivocada da identidade e missão messiânica, e como essas expectativas distorcidas os impedem de reconhecer em Cristo o cumprimento das promessas divinas.
A visão dos judeus não incluía a ideia de um Messias sofredor ou espiritual que oferecesse libertação da escravidão do pecado, como de fato Cristo veio a ser. Assim, as expectativas populares estavam distorcidas em relação à interpretação das promessas das Escrituras.
• O conflito central de João 8 surge quando Jesus desafia essas expectativas. No início, os fariseus, representantes do sistema religioso judeu, questionam a autoridade de Jesus. Eles estavam presos a uma interpretação legalista e literalista da Lei, e, por isso, não conseguiram compreender a profundidade espiritual das afirmações de Cristo. Quando Jesus diz: “Eu Sou a Luz do mundo” (João 8:12), Ele está fazendo uma afirmação sobre Sua identidade divina e messiânica. Mas para os fariseus, essa declaração soa como blasfêmia, pois não se encaixa no molde de Messias que eles haviam concebido.
• A incompreensão dos líderes continua ao longo do capítulo. Eles repetidamente tentam invalidar a autoridade de Jesus, argumentando que Ele não tem o direito de fazer afirmações sem a aprovação de outros (João 8:13). Eles também fazem perguntas sobre Sua origem, confundindo Suas palavras com questões terrenas, perguntando: “Onde está o seu pai?” (João 8:19). Em cada interação, vemos que as expectativas humanas acerca do Messias eram limitadas a conceitos teológicos terrenos e humanos, enquanto Jesus falava de realidades espirituais e eternas.
• A situação atinge um ponto crítico em João 8:48-58, quando os judeus acusaram Jesus de ser um samaritano possesso de demônios. Eles não apenas rejeitam a identidade de Jesus como Messias, mas também insultam Sua pessoa. Quando Jesus afirma: “Asseguro que, se alguém ouvir à Minha palavra, jamais verá a morte”, os judeus reagem com escárnio.
Que não sejamos como esses fariseus… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.