Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de outubro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JOÃO 7 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 7 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



JOÃO 7 by Luís Uehara
13 de outubro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/7

Do mesmo modo que os irmãos de Jesus, que queriam que Ele saísse da Galileia e fosse para a Judeia mostrar o que Ele poderia fazer, há momentos em que parecemos mais interessados nas boas obras de nossa igreja. Falamos de nossas grandes reuniões evangelísticas, nossos numerosos hospitais e universidades e outras grandes coisas que fazemos. Devemos ser gratos por essas coisas. No entanto, nossa motivação deve ser sempre representar e glorificar a Deus por meio do que fazemos, e não glorificar a nós mesmos. Precisamos ser obedientes à Sua Palavra e estar preparados para aproveitar as oportunidades que Ele oferece.

Jesus deixou-nos Seu exemplo: “Fugindo à agitação e confusão da cidade, às turbas ansiosas e aos traiçoeiros rabis, Jesus desviou-Se para o sossego dos bosques das oliveiras, onde podia estar a sós com Deus” (A Ciência do Bom Viver, p 86).

Precisamos passar mais tempo em silêncio com Jesus a partir de hoje, pois é nesses momentos de solidão e comunhão com Ele que recebemos a promessa e o poder do Espírito Santo para permanecermos ativos e fiéis até o dia de Sua vinda.

Willie Oliver
Diretor do Departamento do Ministério da Família
Conferência Geral da Igreja Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



JOÃO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de outubro de 2024, 0:50
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1611 palavras

1. Passadas estas coisas. Denota transição de uma narrativa para outra, mas não indica se o intervalo é curto ou longo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, p. 1082.

Matá-Lo. Nessa ocasião, “a Páscoa […] estava próxima” (6:4), e a frase “não desejava percorrer a Judeia” (7.1) indica que Jesus não esteve presente à Páscoa que então se aproximava. CBASD, p. 1082.

3. Deixa este lugar. Uma vez que os irmãos de Jesus O haviam rejeitado (Jo 6:66), esses irmãos deviam pensar que, ao manifestar poder na capital, o centro religioso da nação, Jesus poderia recuperar parte do prestígio perdido. CBASD, p. 1082.

Teus discípulos. O ministério na Judeia produzira poucos resultados (ver com. de Mt 4:12; Jo 3:22). Contudo, Jesus tinha discípulos ali. Na verdade, Ele havia saído da Judeia devido a dificuldades que surgiram por causa de Sua popularidade junto às pessoas daquela região (Jo 4:1-3). CBASD, p. 1082, 1083.

4. Ao mundo. Esses “irmãos” desejavam que Jesus Se mostrasse abertamente às multidões reunidas em Jerusalém para a festa, e exibisse diante delas Seus maravilhosos milagres. Eles esperavam que os líderes testassem as reivindicações dEle e, caso Jesus fosse o Messias e Suas obras fossem genuínas, ansiavam que Ele fosse proclamado rei na sede de Seu reino e em meio às alegrias da festa. CBASD, p. 1083.

5. Seus irmãos criam. Eles sabiam que Ele operava milagres, pois O viram realizá-los. … Mas, apesar dos milagres, eles estavam cheios de dúvida e descrença. Jesus não Se encaixava no conceito que tinham do Messias, e duvidavam que algum dia Ele viesse a Se encaixar. CBASD, p. 1083.

6. Ainda não chegou. Talvez Seus irmãos estivessem bem-intencionados, mas Jesus tinha um conhecimento mais amplo. Para Ele, os eventos da vida eram dirigidos por prazos estabelecidos por Deus, e havia um tempo apropriado para a realização de cada propósito. CBASD, p. 1083.

7. Mundo. Os irmãos solicitaram que Jesus Se mostrasse ao mundo (v, 4), mas Ele os lembrou de que o “mundo” O odeia (cf. Jo 15:18). As suposições deles (ver com. dos v. 3 e 4) eram falsas. Se Ele seguisse o que estavam propondo, não receberia a aclamação que esperavam. Por outro lado, as simpatias e os interesses deles eram como os do mundo. Assim, o mundo não podia odiá-los pois mundo ama o que é seu (Jo 15:19). CBASD, p. 1083.

Testemunho a seu respeito. As pessoas se ressentem quando seus maus caminhos são expostos. Caim matou Abel “porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (1 Jo 3:12). “Todo aquele que pratica o mal aborrece a luz” (Jo 3:20). CBASD, p. 1083.

10. Em oculto. Esta frase sugere que Ele não viajou pelas rotas habituais das caravanas de peregrinos. Provavelmente escolheu uma rota pouco usada que atravessava a região de Samaria (cf. DTN, 452). CBASD, p. 1083.

11. Os judeus. Com esta expressão, geralmente João se refere aos representantes oficiais da nação e não ao povo comum (v. 12, 15). Havia, sem dúvida, considerável incerteza quanto à ida de Jesus à festa, já que Ele não havia estado presente à Páscoa anterior (v. com de Jo 6:1; 7:1). CBASD, p. 1083.

14. Em meio. Uma vez que a festa continuava até o oitavo dia, a metade seria no quarto dia (cf. com. dos v. 2, 37). CBASD, p. 1084.

15. Letras. A surpresa não era porque Jesus sabia ler ou escrever, mas por Ele ser tão bem informado e capaz de apresentar um discurso com tanto conhecimento. … O autodidata no estudo das Escrituras não era incomum, mas tal educação era considerada como bem inferior à do ensino das escolas rabínicas. CBASD, p. 1084.

16. Não é Meu. Jesus negou ser autodidata e, ao mesmo tempo, afirmou que Sua fonte de conhecimento era muito mais elevada do que a das escolas rabínicas. O próprio Deus era Seu mestre. CBASD, p. 1084.

17. Quiser fazer a vontade dEle. Um pré-requisito para se receber a luz é que a pessoa esteja disposta a seguir a verdade que venha a ser revelada. … A dificuldade para se descobrir o “que é a verdade” na religião é um assunto comum de queixa. As pessoas falam das muitas diferenças entre os cristãos em assuntos de doutrina e pensam ser impossível decidir quem está certo. Em geral, essa suposta incapacidade para desvendar a verdade se torna uma desculpa para viver sem religião. CBASD, p. 1084.

18. Glória. Do gr. doxa. que aqui significa “honra”, “fama” “reputação”. … 0 Céu desaprova o orgulho e o egoísmo ver Mt 6:2,5,16). Aquele que exibe essas características não é um verdadeiro mestre. CBASD, p. 1085.

Verdadeiro. 0 adjetivo é aplicado a Jesus (Mt 22:16: Mc 12:14; Jo 7:18) e a Deus (Jo 3-33; 8:26; Rm 3:4), mas no NT não é usado para seres humanos, exceto em 2 Coríntios 6:8. CBASD, p. 1085.

19. Não vos deu Moisés a lei? A palavra “lei” é aqui usada no sentido geral, referindo-se às instruções do Pentateuco. CBASD, p. 1085.

Ninguém dentre vós. Jesus elabora Seu argumento com base na premissa do v. 17. A vontade de Deus estava contida no Pentateuco, mas os judeus não estavam obedecendo à mesma. Por isso, eram incapazes de julgar se os ensinos de Jesus eram do Céu ou não. CBASD, p. 1085.

Matar-Me. Com frequência, os preconceitos e as opiniões individuais quanto ao que se constitui a obediência limitam a submissão à vontade divina. Muitos se contentam com o que é meramente exterior e poucos se esforçam para obter de Cristo Sua perfeita justiça. CBASD, p. 1085.

21. Um só feito. Isto é, a cura do homem enfermo no dia de sábado por ocasião da última visita de Cristo a Jerusalém, 18 meses antes (Jo 5). CBASD, p. 1085.

a circuncisão … vem … dos patriarcas. A circuncisão não havia se originado com Moisés. Foi iniciada no tempo de Abraão como sinal da aliança (Gn 10-14; cf. Rm 401). 1085.

23. curado … ao todo. A circuncisão envolvia a reparação de apenas um membro do corpo. Jesus havia reparado o corpo todo. CBASD, p. 1085.

24. Reta justiça. A lei tradicional judaica com relação ao sábado continha muitas provisões mediante as quais ela própria podia ser burlada. Por exemplo, havia leis severas proibindo que fossem carregadas cargas no sábado, mas se os judeus quisessem transportar um objeto naquele dia, tinham meios de legalmente realizar seu objetivo [por exemplo, não era permitido carregar uma agulha. Mas se a agulha fizesse parte da roupa isso não era uma transgressão. CBASD, p. 1086.

26. Nada Lhe dizem. As pessoas propõem uma possível razão: que investigações mais profundas teriam levado os líderes à conclusão de que Jesus era o Messias. CBASD, p. 1086.

Reconhecem. A argumentação das pessoas era equivocada. Os líderes continuavam determinados a eliminar Jesus. CBASD, p.1086.

28. Vós não somente Me conheceis. Jesus não negou os fatos quanto a Seus pais terrenos; também não Se deteve em discutir o argumento teológico deles. … Ele era conhecido em forma humana, mas desejava ser visto também em Sua divindade e filiação divina. CBASD, p. 1087.

A quem vós não conheceis. Os judeus tinham uma concepção distorcida do caráter do Pai celestial. Séculos de obstinação e rebelião os havia impedido de ver a Deus como Ele realmente é: um Pai bondoso e misericordioso. Pensavam que Ele fosse cruel e severo e, em vários aspectos, muito diferente das divindades pagãs adoradas pelas nações vizinhas. Por meio de Jesus, Deus queria corrigir essa errônea concepção. Quando as pessoas contemplassem Aquele que Deus havia enviado, deveriam obter uma noção de como era o Pai (ver com. de Jo 1:18). Jesus declarou: “Quem Me vê a Mim vê o Pai” (Jo 14:9). Ao rejeitar Jesus, os judeus rejeitaram a revelação do Pai sobre Si mesmo e, assim, continuaram a desconhecê-Lo. CBASD, p. 1087.

31. Maiores sinais. A pergunta em grego sugere resposta negativa. A seguinte tradução ilustra a força desta construção: “Ele não fará maiores sinais do que este, fará?”. CBASD, p. 1087.

32. Guardas. Presumivelmente, os policiais do templo. CBASD, p. 1087.

34. Haveis de procurar-Me. A referência deve ser ao juízo futuro, quando pessoas lamentariam ter rejeitado a Cristo, mas buscariam a salvação em vão, porque seria tarde demais (ver Jr 8:20; Am 8:11, 12; Mt 7:21-23; 25:11. 12; Lc 13:25-30). CBASD, p.1087.

35. A Dispersão. Do gr. diaspora, palavra técnica que se refere aos judeus dispersos por toda a extensão do mundo antigo após o exílio [babilônico]. CBASD, p. 1087.

36. Que significa […]? Os judeus não conseguiam entender a enigmática declaração. nem Pedro pôde captar as implicações daquilo que Jesus afirmava (Jo 13:37). CBASD, p. 1087.

37. Se alguém tem sede. Estas palavras de Jesus, sem dúvida, fazem referência à cerimônia da libação [ato de derramar água, vinho, sangue ou outros líquidos com finalidade religiosa ou ritual] de água realizada durante os sete dias de festa. CBASD, p. 1088.

Venha a Mim. Durante sete dias sucessivos as pessoas testemunhavam a cerimônia da libação da água e participavam de outras atividade da festa, mas havia pouca coisa para satisfazer os anseios da vida espiritual. Entre essas, desta vez, estava Aquele que é a fonte da vida e que podia fornecer as águas vivas que saciariam a todas as necessidades. Os cristãos genuínos podem testificar da satisfação encontrada em Cristo, pois encontraram nEle mais do que esperavam; provaram Sua paz, e as dúvidas e temores foram removidos; encontraram graça na medida de sua necessidade e força equivalente às exigências de cada dia. Muitas vezes ficaram desapontados com eles mesmos, mas nunca se desapontaram com Cristo. CBASD, p. 1088.

50. Nicodemos. Aquele que procurou Jesus à noite então falou em Seu favor durante o dia. Sua declaração foi uma resposta à pergunta dos líderes: “Porventura, creu nEle alguém dentre as autoridades ou algum dos fariseus?” (v. 48). CBASD, p. 1089, 1090.

51. Sem primeiro ouvi-Lo. Nicodemos pede um tratamento justo e reto, segundo a lei. Quando Jesus foi, mais tarde, preso e condenado à morte, foram quebradas muitas regras da jurisprudência judaica (ver Nota Adicional [CBASD] a Mateus 26). CBASD, p. 1090.

52. Também tu és da Galileia? Com esta pergunta, os líderes buscam se evadir à questão de Nicodemos [estratégia da desqualificação da testemunha], para a qual só poderia haver uma resposta. Os fariseus deixam implícito que Nicodemos se juntou aos galileu simpatizantes de Jesus. O ciúme exclusivista deles se reflete no desprezo pelos judeus galileus, que eram menos cultos (ver com. de Jo 7:49). CBASD, p. 1090.

Levanta. Evidências textuais (cf. p. 136) apoiam a variante “se levantou”. Este texto enfatizaria a confusão das ideias deles, pois seriam incapazes de defender uma generalização assim [outros profetas teriam surgido da Galileia]. CBASD, p. 1090.



JOÃO 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de outubro de 2024, 0:45
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Além de relatos inéditos, o evangelho segundo João também aborda a grande dificuldade enfrentada por Cristo entre os judeus e entre a Sua própria família, de forma que “nem mesmo os Seus irmãos criam nEle” (v.5). Esquecemos que os sofrimentos de Jesus não foram limitados à via dolorosa e à cruz, mas que em todo o Seu ministério Ele sofreu rejeição, perseguição e inúmeras ameaças. Muitos advogam hoje sobre o evangelho de Cristo como se fosse o evangelho que facilmente se harmoniza com qualquer crença e estilo de vida. Deixam, porém, de perceber, ou simplesmente rejeitam, o fato de que as palavras de Jesus eram constantemente refutadas e, Seus ensinamentos, considerados um escândalo para os judeus, que “procuravam matá-Lo” (v.1).

A “Festa dos Tabernáculos” (v.2) fazia parte das festas anuais de Israel, sendo a última festa após o dia da expiação. Tinha a duração de sete dias, e celebrava o cuidado de Deus no período das colheitas, bem como lembrava os quarenta anos em que o povo habitou em tendas no deserto, de modo que passavam os sete dias de festa habitando em cabanas. Era um período festivo muito aguardado e seria a oportunidade perfeita de ampliar o ministério de Jesus e torná-Lo “conhecido em público” (v.4). Sua discrição em realizar muitos dos “Seus feitos em oculto” (v.4), parecia incomodar Seus irmãos incrédulos. Não compreendendo a missão de Cristo e a perfeita harmonia entre Ele e o Pai, não aceitavam Seu modo de vida, compassivo, paciente e humilde, nunca buscando reconhecimento ou aplausos, mas sempre submisso à vontade de Deus e plenamente comprometido com a verdade, ainda que odiado pelos opositores.

Era impossível ouvir Jesus e não ser impactado por Suas palavras e modo de falar. Ele destoava de todo o povo em graça e virtude. Replicava as Escrituras com a autoridade como de um regente celestial. Para os que criam, havia paz e um firme desejo por uma nova vida. Para os incrédulos, havia ódio e um firme propósito de silenciar Aquele que condenava os pecados que eles tanto amavam. É nesse sentido que o evangelho de Cristo se torna em espada. Cria-se uma nítida divisão entre os que aceitam viver para a glória de Deus e os que vivem “procurando a sua própria glória” (v.18). Após a Sua declaração: “Eu sou o Pão da Vida” (Jo.6:48), Jesus sofreu uma rejeição em massa. Agora, Ele declara: “Se alguém tem sede, venha a Mim e beba” (v.37). Pão e Água se fundem nAquele que é o único capaz de saciar as nossas mais vitais necessidades.

A hora ou o tempo a que Jesus Se referia se tratava da consumação de Sua obra na Terra. O Senhor é Deus de ordem e decência, não fazendo nada sem que esteja previamente estabelecido em Seu plano salvífico. Ele também não faz “coisa alguma, sem primeiro revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Am.3:7). “Por isso, também os que sofrem segundo a vontade de Deus” (1Pe.4:19), estão experimentando do que o Salvador experimentou, e sendo preparados para enfrentar a mais terrível oposição. Semelhante a Jesus, do interior dos filhos de Deus “fluirão rios de água viva” (v.38) e, perante as autoridades, suas palavras causarão grande admiração e espanto. Do menor ao maior dentre eles, todos manifestarão fluente e claro conhecimento da verdade e coerência no que professam e vivem, porque estarão cheios do Espírito Santo.

Amados, Deus nos deixou a Sua verdade presente através do ministério profético de Ellen White. Ensinos que divergem tanto da realidade em que vivemos, que chegam a incomodar os que ainda não entenderam o seu vital objetivo: exaltar a Cristo como o nosso único meio de salvação. Pois Cristo ama a Sua igreja! E foi por amá-la, que “a Si mesmo Se entregou por ela, para que a santificasse, tendo-a purificado por meio da lavagem de água pela palavra, para a apresentar a Si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef.5.25-27). Como Jesus o foi, se perseverarmos em fazer a vontade de Deus revelada para os nossos dias, certamente também sofreremos perseguições.

Que o Espírito Santo nos santifique a cada dia, e nos conceda a sabedoria e a prudência tão necessárias para que sigamos os passos de Jesus com fé e perseverança até que Ele volte.

Nosso Deus e Pai, muitas vezes somos confrontados simplesmente por fazer a Tua vontade. Mas, como Jesus, podemos perseverar nesse sentido, crendo que o Senhor nos dará a coragem e a força de que necessitamos. Retira do nosso coração qualquer desejo por reconhecimento humano. Que do nosso interior, porém, fluam rios de água viva, a atuação do Teu Espírito, para que a nossa vida glorifique a Ti. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, perseguidos por causa da justiça!

Rosana Garcia Barros

#João7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 7 – João faz profunda conexão do evangelho com o Antigo Testamento, que é frequentemente utilizado para ilustrar e apoiar a mensagem central de que Jesus é o Messias prometido, o divino Filho de Deus.

• Em João 1:1-5, Jesus é o Verbo/Logos/Palavra de Deus que criou no princípio, Ele é a fonte da Luz a da Vida, uma referência a Gênesis 1:1-5.
• Em João 1:19-34, João é a “voz do que clama no deserto”, cumprindo a profecia de Isaías 40:3. Ele chama Jesus de “Cordeiro de Deus” (João 1:29), fazendo referência ao cordeiro pascal (Êxodo 12).
• Em João 1:51, Jesus é a “escada” que une o Céu e a Terra, a conexão entre Deus e a humanidade, evocando a visão de Jacó (Gênesis 28:12).
• Em João 2, ao transformar água em vinho, Jesus revela-Se maior que Moisés que “transformou” água em sangue (Êxodo 7:14-25).
• Em João 2:13-22, Jesus Se projeta no Templo, tudo apontava para Ele.
• Em João 3:14-15, Jesus faz referência à serpente levantada por Moisés no deserto, símbolo de Sua missão de salvar os sofredores (Números 21:9).
• Em João 4:1-26, Jesus Se apresenta como Fonte definitiva da água viva, oferecendo algo mais profundo e eterno do que a água física “oferecida” por Jacó (Jeremias 2:13; Isaías 55:1).
• Em João 6:30-58, Jesus faz referência ao maná (Êxodo 16), mostrando ser Ele o verdadeiro “Pão do Céu”.

Em João 7, João continua a tecer referências ao Antigo Testamento para mostrar que Jesus é o cumprimento das promessas messiânicas e das figuras tipológicas veterotestamentárias*. A Festa dos Tabernáculos (João 7:1-14; Levítico 23:33-43; Deuteronômio 15:13-15) serve como pano de fundo simbólico para revelar Jesus como a fonte da água viva e o doador do Espírito Santo (João 7:37-39), cumprindo as promessas de salvação e renovação (Isaías 12:13; Ezequiel 47:1-12).

A referência a Moisés e à Lei é significativa porque Moisés era uma figura central no judaísmo, o mediador da aliança e da Torá. Contudo, Jesus denuncia a hipocrisia dos líderes religiosos, que se orgulhavam de observar a Lei, porém estavam prontos para matá-lO – que era cumprimento da Lei e dos profetas (João 7:19-24).

Nicodemos reaparece mostrando sua intenção de pautar decisões coerentes com a Lei (João 7:50-53); e nós, com base em que reagimos a Jesus? – Heber Toth Armí.

 

* Relativas ao Velho Testamento



JOÃO 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de outubro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JOÃO 6 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 6 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOÃO 6 by Luís Uehara
12 de outubro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/6

André viu uma multidão faminta e, com uma mentalidade de escassez, ressaltou que eles só tinham o suficiente para alimentar uma criança — certamente não o suficiente para que todos pudessem comer sequer uma pequena porção. Mas quando a Palavra foi falada com fé sobre o pouco que foi oferecido, o pouco foi transformado em muito mais do que suficiente. Frequentemente, nós também podemos ver apenas escassez em nós mesmos quando Deus nos chama para servir, mas Suas promessas, levantadas diante do trono de Deus, abrirão as janelas do céu e proverão em abundância.

Depois daquele dia milagroso, os discípulos, seguindo a direção de Jesus, partiram, mas logo encontraram dificuldades que os deixaram se sentindo desamparados e com medo. Da mesma forma, às vezes nos encontramos lutando contra as adversidades da vida, nos sentindo impotentes.

Jesus vem para nos salvar, mas podemos ter medo do que significa realmente deixá-Lo entrar em nossas vidas. Assim como os discípulos puderam recordar a abundância que Jesus forneceu em uma situação aparentemente sem esperança e encontrar fé para confiar nele novamente, nós também podemos. A Palavra — escrita, falada e vivida — pode nos dar a confiança para confiar e obedecer, permitindo-nos chegar, em paz, ao lugar para onde Deus nos está chamando.

Vicky Perry
Esposa, mãe, avó, bibliotecária, equestre

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/6
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



JOÃO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de outubro de 2024, 0:50
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1320 palavras

1-71 Este capítulo é o ponto crucial dos caps. 2 – 12. Revela a identidade de Jesus como Aquele enviado do Pai (vs. 38, 44, 46, 50-51, 57); de maneira figurada, distingue entre a fé e a descrença através da ilustração do comer e do beber a carne e o sangue de Jesus (vs 53-58); narra a crescente rejeição, motivada pela descrença com que Jesus Se defrontou (vs 41-42, 60-66). Os sinais, neste capítulo, recordam os correspondentes eventos salvíficos na história de Israel. Indicam que Jesus cumpre a tipologia da Páscoa, do êxodo e da provisão de alimento no deserto. Bíblia de Genebra.

1-15 A multiplicação dos pães para os 5 mil é o único milagre, afora a ressurreição, que se encontra em cada um dos quatro evangelhos. Demonstra que Jesus supre as necessidades humanas, e monta o cenário que testemunhará dEle como o Pão da Vida (v. 35). Bíblia de Estudo NVI Vida.

mar de Tiberíades. O nome romano para o lago da Galileia. Uma indicação de que João estava escrevendo tendo em mente os não-judeus. Andrews Study Bible.

5-13 O único milagre encontrado nos quatro Evangelhos. Uma demonstração do poder criativo e divindade de Jesus. Ver 1:1-3. Andrews Study Bible.

para lhes dar de comer. Reminiscência de Nm 11.13, onde Moisés faz uma pergunta semelhante. Bíblia de Genebra.

duzentos denários. Aproximadamente o salário de 200 dias de trabalho. Andrews Study Bible.

15 fazê-Lo rei. Eles esperavam que Ele os livraria dos romanos, como Moisés livrou os israelitas do Egito. Andrews Study Bible.

Jesus rejeitara a versão mundana da realeza por ser tentação do diabo (Mt 4.8-10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 trinta estádios equivalem a cerca de 5 a 6 km. Bíblia Shedd.

20 Sou Eu. Do gr ego eimi, “eu sou”. Estas palavras são repetidamente encontradas na LXX como tradução do heb. ‘ani hu’, “Eu [sou] Ele”, uma declaração de Yahweh de que Ele é Deus (ver Dt 32:39; Is 43:10; 46:4)CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1075.

Em face do temor dos discípulos, Jesus pronuncia “Sou Eu”… Isso não deixaria de chamar a atenção ao fato que Ele Se chamaria pelo nome divino (cf 8.24, 28). Bíblia Shedd.

21 e logo chegaram à praia. Alguns acham que se trata aqui de mais um milagre. De qualquer maneira, a chegada segura do barco implicitamente atribui o feito a Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 à Sua procura. A busca de Jesus é nobre unicamente quando a motivação é certa. Aqui deparamos puro materialismo (26)Bíblia Shedd.

26-27 sinais. Os milagres de Jesus apontavam para realidades espirituais, mas o povo estava pensando em um nível materialAndrews Study Bible.

27 vos dará. Nós não ganhamos vida eterna; ela é um dádiva [dom, presente]Andrews Study Bible.

Jesus aponta para o significado espiritual do milagre, que é estabelecer o selo de Deus como aprovação de Seu ministério e identificá-Lo como o Filho do Homem, o Messias prometido. Bíblia de Genebra.

28 realizar as obras de Deus. Os judeus pensaram na possibilidade de aprender a fazer os milagres como Jesus e Moisés fizeram. Jesus esclarece que a “obra” que antecipa todas as obras (14.12) é a fé submissa em Cristo, o Enviado de Deus. Bíblia Shedd.

Não tinham percebido a lição de que a vida eterna é dádiva de Cristo, e pensavam sob o aspecto de alcançá-la mediante obras piedosas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 A obra de Deus é … crer. Crer em Jesus Cristo é a “obra” indispensável que Deus requer – a qual conduz à vida eterna. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31 maná. Ver Êx 16. Havia uma tradição de que quando o Messias viesse, faria cair novamente maná em uma PáscoaAndrews Study Bible.

32 Não foi Moisés. Jesus os corrigiu, mostrando que o maná do deserto não procedera de Moisés, mas de Deus, e que o pai ainda “dá” (é importante esse tempo no presente) o verdadeiro pão do céu (a vida por meio do Filho)Bíblia de Estudo NVI Vida.

33 O que desce do céu e dá vida ao mundo. Jesus não ensina aqui a salvação universal, mas a relevância e o apelo universais de Sua obra salvadora (3.16, nota). Bíblia de Genebra.

34 desse pão. Provavelmente outro equívoco, como o da mulher junto ao poço (4.14; cf tb. Nicodemos: 3.4). A mente deles seguia balizas materialistasBíblia de Estudo NVI Vida.

35 Eu sou o pão da vida. Primeira das sete reivindicações introduzidas por “ego eimi” (6.35; 8.12, 28; 10.7; 11.11, 25; 15.1; cf Êx 3.14n). Bíblia Shedd.

39 que nenhum Eu perca de todos os que Me deu. Não “uma vez salvo, sempre salvo”. O objetivo de Deus é que todos se salvem, mas ninguém é forçado a responder positivamente. Ver 17:12. Andrews Study Bible.

40 vida eterna o ressuscitarei no último dia. A morte não pode destruir a vida que Cristo dá. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 Murmuravam, pois, dele os judeus. Esta atitude é semelhante à dos israelitas no deserto, que murmuravam contra Moisés e Arão (Êx 16.7; 17.3; Nm 11.1). Bíblia de Genebra.

51-58 Jesus emprega a linguagem do comer e do beber para ilustrar a intimidade entre Cristo e o crente. Bíblia de Genebra.

51 minha carne, que Eu darei. Antevendo o Calvário. Bíblia de Estudo NVI Vida.

52 “Carne” e “sangue” significam a plena humanidade de Cristo ( 1 Jo 4.2, 3). No sacrifício o sangue obrigatoriamente pertencia a Deus (Gn 9.4; Dt 12.16, 23) porque nele estava a vida. Jesus declara que se não assimilarmos Sua vida não participamos nEleBíblia Shedd.

53 beberdes o Seu sangue. …comer Sua carne e beber Seu sangue significa apropriar-se de Sua vida pela fé. “Comer a carne e beber o sangue de Cristo é recebê-lo como Salvador pessoal, crendo que Ele perdoa nossos pecados, e nEle ficamos completos” (DTN, 389). CBASD, vol. 5, p. 1075.

53 se não comerdes e não beberdes não tendes vida. Fora da união pessoal com o Salvador, não há salvação. Bíblia de Genebra.

53-58 É simplesmente impossível que a declaração absoluta de Jesus no v. 53 … seja referência direta à ceia do Senhor. Certamente Ele não ensina que receber esse sacramento seja o grande requisito para a vida eterna, nem que essa é a única ordenança pela qual Cristo e Seus benefícios salvíficos são recebidos. Nesse mesmo discurso Ele ressalta a fé em consequência do testemunho a respeito dEle. Bíblia de Estudo NVI Vida.

54 quem comer. Do gr trogon, um particípio presente que indica comer continuamente, alimentar-se constantemente. Não é suficiente participar uma única vez da vida de Cristo. Os crentes precisam de nutrição espiritual contínua, alimentando-se dAquele que é o pão da vidaCBASD, vol. 5, p. 1075.

55 verdadeira. quer dizer, “a única”. Bíblia Shedd.

59 Cafarnaum. Evidentemente, toda a cena de 6:22-71 aconteceu na sinagoga de Cafarnaum. Andrews Study Bible.

60 dura. De difícil aceitação, não de difícil entendimentoBíblia de Estudo NVI Vida.

Duro é este discurso. Referindo-se aos versos 50-59. Jesus não se conformava às suas expectativas messiânicas. Andrews Study Bible.

discípulos. A fala de Jesus dividiu até mesmo os discípulosAndrews Study Bible.

63 a carne para nada aproveita. O sucesso nesta vida é relativamente de pouca importância em contraste com a eternidadeAndrews Study Bible.

palavras de vida eterna. Expressão genérica; Pedro não se referia a uma fórmula falada, mas ao conteúdo global dos ensinos de Jesus. Percebia a verdade do v. 63. Bíblia de Estudo NVI Vida.

66-71 Um ponto crucial neste Evangelho. Muitos de seus discípulos, juntos com a multidão, rejeitaram a Cristo em sua descrença, enquanto os Seus discípulos, que permaneceram fiéis (como mostra a confissão de Pedro), aprofundaram sua fé nEle. Bíblia de Genebra.

69 temos crido e conhecido que Tu és o Santo de Deus [ARA, NVI; NKJV: o Cristo]. A identidade de Jesus, como mostrada no Evangelho de João, é a chave para uma fé consistente e estávelAndrews Study Bible.

Como os verbos gregos estão no tempo perfeito, significam “Já entramos num estado de fé e de conhecimento que tem continuado até o tempo presente”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

70 um diabo. Judas (v. 71) se oporia a Cristo movido pelo espírito de Satanás. Bíblia de Estudo NVI Vida.

70-71 Dá a entender que Judas não compartilhou da confissão de fé que Pedro fez no v. 69. Mesmo entre os doze havia um que colocava a posição mundana acima das coisas eternas. Andrews Study Bible.



JOÃO 06 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de outubro de 2024, 0:45
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Há algo de muito especial nesta declaração de Jesus. Após o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes, Seu ministério nunca foi tão aclamado pelas multidões. Percebendo o grande poder que dEle emanava, as expectativas do povo cresceram não no sentido de reconhecer o Cristo das Escrituras, mas de fazer dEle o rei que levantaria uma nação livre de enfermidades e farta de pão. Conhecendo-lhes as intenções, Jesus “retirou-Se novamente, sozinho, para o monte” (v.15). A oração particular era um hábito do qual Ele não abria mão.

Nesse meio tempo, Seus discípulos navegavam “rumo a Cafarnaum” (v.17), quando o barco foi impelido por fortes ventos. E aquela situação, que já era assustadora o suficiente, se agravou ainda mais quando avistaram um vulto humano “andando por sobre o mar” (v.19). Aterrados com aquela visão e possuídos de medo pela possibilidade de perecerem, uma voz familiar lhes acalmou o coração: “Sou Eu. Não temais!” (v.20). Eles O receberam com alegria e “logo o barco chegou ao seu destino” (v.21). Apesar de João não fazer menção da experiência de Pedro ao andar sobre as águas, ela foi, certamente, uma das mais fortes experiências do apóstolo e de seus companheiros com o seu Mestre.

A multidão estava ávida por cumprir o seu propósito. Uma busca desenfreada começou e não desistiriam até encontrar Aquele que acreditavam ser um tipo de Moisés, um novo líder de Israel. Mas o encontro que julgavam ser a solução de suas dificuldades materiais, tornou-se para eles em decepção. Até mesmo os que antes diziam segui-Lo, escandalizaram-se diante da afirmação de que Cristo “é o Pão da Vida” (v.35). Jesus foi enviado pelo Pai para suprir as nossas necessidades não só físicas e materiais, mas, sobretudo, espirituais. E ali estava Ele, oferecendo àquele povo o inigualável privilégio do alimento espiritual que redunda em vida eterna. Mas Ele sabia, “desde o princípio, quais eram os que não criam e quem O havia de trair” (v.64).

De toda aquela multidão, bem como a quantidade de cestos que sobrou na multiplicação, apenas os doze discípulos permaneceram com Jesus. No entanto, mesmo entre os doze, havia um que, no íntimo, alimentava o mesmo sentimento das multidões e a falsa esperança de que, mais cedo ou mais tarde, Jesus iria Se revelar como o rei que os libertaria do jugo romano. Tanto Judas quanto aquele povo representam um falso cristianismo firmado não em Cristo e Suas palavras, mas no delicado alicerce de areia das vontades humanas.

A experiência sobrenatural de Pedro ao andar sobre as águas, o levou a declarar:

“Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que Tu és o Santo de Deus” (v.68-69). Em outras palavras, Pedro, inspirado pelo Espírito Santo, confirmou o que Jesus disse em João 14:6. Vejamos:

“Senhor, para quem iremos?”, Jesus é o Caminho; “Tu tens as palavras”, Jesus é a Verdade; “da vida eterna”, Jesus é a Vida. Percebem que coisa mais linda é a Palavra de Deus, amados? Quando nos aproximamos de Jesus desta forma, é inevitável crer e conhecer que Ele é o Pão da Vida, o Santo de Deus, o nosso Salvador. Experimente Jesus Cristo e creia que, se preciso for, Ele andará por sobre as águas da aflição com você e estará na embarcação de sua vida até que possas chegar “ao seu destino” (v.21) final: a eternidade com Ele.

Senhor, nosso Deus, pela fé em Tua Palavra, podemos crer na letra da canção: “O meu barco vai firme ao porto seguro, pois seu rumo está sob as mãos de Jesus”. E neste dia especial e santo, nos unimos ao Universo em louvor e adoração a Ti, nosso Criador. Querido Pai, dá-nos do Pão do Céu todos os dias, pois Jesus em nós é a nossa única garantia de vida eterna. Senhor, não queremos seguir as multidões incrédulas, que desejam apenas bênçãos materiais. Almejamos o Céu! E o Céu começa aqui quando Jesus habita em nós. Habita em nós, Santo de Israel! Tem misericórdia de nós! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, habitação de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#João6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 6 – Jesus “veio para o que era Seu, mas os Seus não O receberam” (João 1:11). Esse versículo introduz um tema central no evangelho joanino: A rejeição de Jesus por parte de muitos, apesar de Ele ser o Messias prometido.

A rejeição a Jesus não era apenas uma recusa pessoal, era também teológica, pois muitos não entenderam que Ele era o Verbo de Deus encarnado, a Luz do Mundo (João 1:1-6). A rejeição descrita por João vai além dos judeus, envolve o mundo todo (João 1:10). Esse tema de aceitação e rejeição se desenvolve ao longo de todo o Evangelho, e João 6 é um claro exemplo disso.

João 6 relata vários eventos importantes: A multiplicação dos pães e peixes (vs. 1-15), Jesus caminha sobre as águas (vs. 16-24), e o extenso discurso sobre o “Pão da Vida” (vs. 25-59). Todos esses episódios revelam a divindade de Jesus e reforçam Sua missão como Aquele que traz vida eterna; contudo, infelizmente, muitos discípulos O abandonam (vs. 60-70).

• Jesus realiza o milagre da multiplicação de alimentos para alimentar uma grande multidão, ecoando assim o cuidado de Deus no Antigo Testamento com o maná no deserto. A multidão, no entanto, vê esse milagre superficialmente, desejando fazer de Jesus um líder político (João 6:15), porque associaram a multiplicação de alimentos a uma solução imediata para suas necessidades terrenas. Eles não compreenderam a natureza espiritual da missão de Jesus, o que se conecta a João 1:11, “os Seus não O receberam”. Ou seja, a multidão presencia o milagre, mas não entende a profundidade do que Jesus oferece – então, O rejeita.

• Jesus revela-Se como o verdadeiro sustento (João 6:35), mais importante que qualquer alimento físico. Sua missão é dar vida eterna, a qual vida é oferecida àqueles que creem nEle. Entretanto, tal declaração causou grande escândalo entre muitos que, inclusive se ofenderam quando Jesus falou sobre “comer Sua carne e beber Seu sangue” (João 6:53-56) – uma expressão simbólica sobre a necessidade de aceitar plenamente Sua morte e sacrifício.

No final do capítulo houve uma divisão entre aqueles que abandonaram Jesus e aqueles que permaneceram fiéis, confirmando que: “aos que O receberam, aos que creram em Seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus” (João 1:12). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.