Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: JOÃO 11 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/11
O único escritor do evangelho a compartilhar a história da ressurreição de Lázaro é João, o que é surpreendente considerando a magnitude do evento.
“Ora, Jesus amava … Lázaro. No entanto, quando ouviu falar que Lázaro estava doente, ficou mais dois dias onde estava.” (vs 5, 6). Estranho. Evidentemente, essa ressurreição foi diferente das ressurreições anteriores de Jesus. Por um lado, as ressurreições anteriores ocorreram dentro de 24 horas após a morte, enquanto Lázaro foi ressuscitado quatro dias após sua morte.
Era a crença da época que o espírito do falecido pairaria sobre o corpo com o potencial de retornar. Isso dava esperança aos enlutados. Consequentemente, Jesus esperou quatro dias, quando não havia esperança. “Muitos judeus … vendo o que ele fizera, creram nele” (v. 45).
Há cristãos que acreditam que vão para o céu na morte. Eu os encaminharia para João 20:17 e faria três perguntas: “Se você for para o céu na morte e fosse Lázaro, você gostaria que Jesus o ressuscitasse?… Qual é o propósito da ressurreição?… Você seria capaz de desfrutar do céu enquanto vê seus entes queridos sofrerem na Terra?”
Wayne Wasiczko
Educador aposentado e auditor da Conferência da Alta Columbia, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
562 palavras
1-54 O milagre da ressurreição de Lázaro dentre os mortos é o clímax de todos os sinais precedentes que revelaram a glória de Deus através de Jesus Cristo. Aqui, a própria morte, o inimigo final, é confrontada com sucesso por alguém que é, ele mesmo, a ressurreição e a vida. Contudo, mesmo este glorioso sinal divide aqueles que o testemunham. Os que rejeitam a glória revelada, eles mesmo se encarregam de procurar a morte de Jesus (vs 46-50). Bíblia de Genebra.
1 Lázaro. Não o Lázaro de Lc 16.20. Este Lázaro é referido no Evangelho de João. Bíblia de Genebra.
4 glorificado. Embora a ressurreição de Lázaro tenha glorificado a Deus (12.12-18), a maior glória veio do fato de que precipitou a prisão, o sofrimento e a morte de Jesus. Andrews Study Bible.
16 Tomé era leal ainda que duvidoso (20,24ss). Bíblia Shedd.
Dídimo. Gêmeo. Bíblia Shedd.
Significado de Tomé em hebraico. Andrews Study Bible.
17 quatro dias. Muitos judeus acreditavam que a alma permanecia junto ao corpo três dias após a morte, na esperança de voltar. Se essa ideia existisse na mente dessas pessoas, obviamente acreditavam que toda a esperança já se esvaíra – Lázaro estava irrevogavelmente morto. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 se estiveras aqui. A primeira afirmação de cada irmã (cf v. 32). Bíblia de Genebra.
22 Em contraste com Lc 10:38-42, Marta exibe mais fé do que Maria (ver tb Jo 11:24, 27). Andrews Study Bible.
25 Eu Sou. Jesus não estava dizendo apenas que dava ressurreição e vida. Elas estão intimamente associadas com Ele, e é tal a natureza dEle que a morte definitiva não existe para Ele. Ele é vida (cf 14.6; At 3.15; Hb 7.16). … Jesus … também transmite vida ao crente de modo que a morte nunca triunfará sobre ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
27 Tu és o Cristo. A conversação provoca, por parte de Maria, uma confissão de fé que é paralela à de Pedro (Mt 16.16). Bíblia de Genebra.
28 Mestre. É significativo que uma mulher lhe atribuísse tal designação. Os rabinos não ensinavam mulheres (cf 4.27), mas Jesus muitas vezes as ensinou. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 chorou. A palavra grega assim traduzida não expressa a tristeza bradada do v. 33, mas se refere ao derramamento silencioso de lágrimas.Bíblia de Estudo NVI Vida.
44 Uma parábola real sobre 5:28-19. Andrews Study Bible.
47 os chefes dos sacerdotes e os fariseus. Aqui, os dois grupos estão associados entre si numa reunião do Sinédrio. … Não negaram a realidade dos sinais milagrosos … mas não compreendiam o significado deles, porque não tinham fé. Bíblia de Estudo NVI Vida.
48 O Sinédrio, que tinha suprema autoridade religiosa no país, temeu que o ministério de Jesus provocasse um levante popular, que os romanos esmagariam pela força das armas. Bíblia de Genebra.
Nosso lugar. O templo, que era o “lugar santo” dos judeus. Bíblia Shedd.
48 A morte de Jesus provocou exatamente as duas coisas que os líderes religiosos temiam: a crença em Jesus se espalhou pelo mundo e a destruição do seu “lugar e nação” pelos romanos em 70. D.C. Andrews Study Bible.
49 Naquele ano. Quer dizer o ano em que Cristo foi crucificado. Bíblia Shedd.
51 profetizou. Nos propósitos de Deus, Caifás, sem o saber, fez uma profecia. Bíblia de Genebra.
morrer pela nação. A morte substitutiva de Jesus foi anunciada pelo sumo sacerdote que uma vez por ano fazia expiação pela nação no Santo dos Santos (Hb 9.7ss), Mas ele mesmo não sentia nenhuma necessidade do sangue de Cristo para purificar seus pecados. Bíblia Shedd.
Filed under: Sem categoria
“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá” (v.25).
Havia uma família a qual Jesus tinha um especial apreço: a família de Lázaro. Lázaro, Maria e Marta eram irmãos e sua hospitalidade para com Jesus e Seus discípulos fez com que a casa deles fosse um dos lugares preferidos do Mestre. A diferente disposição de cada irmão fazia daquele lar um lugar aprazível. A prontidão de Marta, a bondade de Lázaro e a delicadeza de Maria compunham um cenário harmônico da mais pura atmosfera. Mas nem sempre foi assim. Aquele lar tornou-se o perfeito exemplo do que Jesus pode realizar quando as portas do coração se abrem para que Ele entre.
Marta era uma workaholic (trabalhadora compulsiva); seus afazeres eram sua vida (Lc.10:40). Maria não tinha boa reputação (Lc.7:39). E, apesar de não haver nenhum outro relato sobre Lázaro ou como tornou-se amigo pessoal de Jesus, certamente sua vida era tão preciosa aos olhos de Cristo, que Ele não suportou a ideia de passar Seus últimos dias na Terra com a lembrança de um amigo morto. Três irmãos, três personalidades, mas unidos num só coração, numa só fé em Cristo.
A ressurreição de Lázaro é, sem dúvida alguma, uma das mais comoventes e mais poderosas experiências do ministério terrestre de Cristo. Podemos quase ouvir os soluços de Maria e contemplar pela fé as lágrimas do Salvador. É um relato sobremodo comovente, além de esclarecedor quanto à doutrina bíblica do estado do homem na morte. Jesus comparou a morte com o sono, ao dizer: “Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (v.11). Mas a ignorância de Seus discípulos, não entendendo que Ele se referia à morte, O fez dizer com clareza: “Lázaro morreu” (v.14). Em Eclesiastes 9:5, Salomão escreveu: “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem de coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento”. O apóstolo Paulo também nos advertiu quanto a isto: “Não queremos, porém, irmãos, que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos entristecerdes como os demais, que não têm esperança” (1Ts.4:13).
Jesus tem o poder de transformar qualquer vida que esteja disposta a ser forjada no fogo a fim de ressurgir como uma nova vida purificada e santificada para propósitos eternos. Se cada membro de uma família aceitasse este necessário reavivamento e reforma, cada casa do povo de Deus se tornaria morada especial de Cristo. E ainda que a doença ou a morte os alcançasse, até as situações mais adversas seriam “para a glória de Deus” (v.4) e avanço de Sua obra. Jesus não chorou pela morte de Seu amigo. “Jesus chorou” (v.35) pela morte espiritual de Seu povo. Maior do que a pedra que lacrava o túmulo de Lázaro, era a dureza de coração da maioria dos judeus.
Jesus ordena, hoje: “Tirai a pedra” (v.39). E não importa o quanto os seus pecados cheirem mal! Aquele que devolveu a plenitude da vida a um corpo em estado de putrefação, pode lhe reavivar pelo poder que há em Sua Palavra. Jesus morreu para que pudesse “reunir em um só corpo os filhos de Deus, que andam dispersos” (v.52). Chegada é a hora de testemunharmos como um só povo, uma só família cujo caráter revela o amor do Salvador. Pois perto está o dia em que Ele não chamará apenas um homem, mas todos “os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17).
Erguei os olhos para o alto, povo de Deus! Eis que a nossa redenção se aproxima!
Pai querido e misericordioso, em que situação nos encontramos diante de Ti? Será que alguns estão como Lázaro, à beira da morte? Será que alguns estão como Marta e Maria, Te buscando em favor da vida de um ente querido? Será que podemos estar como os discípulos, tardios para entender as Tuas palavras? Ou como os judeus incrédulos, duvidando do Senhor? Ó, Deus eterno, uma coisa é certa: todos nós estamos na condição de pecadores, e, como tais, necessitamos da Tua graça e do Teu perdão. Reaviva-nos para Ti, de modo que as ataduras da morte sejam trocadas por Tuas vestes de justiça e vida. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, reavivados pela Palavra de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#João11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
JOÃO 11 – Quando alguém não quer a verdade, não adianta provas; em realidade, evidenciar a verdade para quem prefere a mentira suscita ódio e ira.
Em II Reis 2:23-24 há o episódio em que um grande grupo de jovens se unem para desprezar, zombar e ridicularizar ao profeta Eliseu. Elias acabaria de subir ao Céu, e Eliseu continuava seu trabalho profético. E, mesmo após ter demonstrado o poder profético concedido por Deus (II Reis 2:19-22), eles gritaram: “Sobe, Calvo”.
A zombaria contra Eliseu não é isolada; é parte de um tema maior que abrange desde a rebelião de Israel no deserto (Êxodo 16:2-3), até a rejeição de Cristo no Novo Testamento (Lucas 23:35).
A história de Eliseu e os zombadores de Betel – cidade apóstata – ecoa o tema contínuo da rejeição dos profetas, que culmina na rejeição do próprio Cristo. Em João 11, Jesus fizera um grande milagre ao ressuscitar Lázaro – morto havia quatro dias (vs. 1-44) – revelando Seu poder e Sua divindade (vs. 4, 11, 23-26); contudo, pior que os jovens caçoadores no contexto de Eliseu, os fariseus e principais sacerdotes se reuniram para tramar a morte dAquele que é a ressurreição e a vida (vs. 45-57).
A narrativa de João 11 e a rejeição contínua dos profetas do Antigo Testamento, (II Crônicas 36:15-16; Lucas 13:34), oferece uma visão poderosa sobre a resistência à verdade divina e à revelação de Deus, mesmo diante de provas incontestáveis. Diante disso, reflita com atenção:
• Quando alguém está preso à mentira ou ao orgulho, mesmo a maior das provas de Deus será rejeitada. Os fariseus, ao saberem da ressurreição de Lázaro, não se alegraram; em vez disso, conspiraram para matar Jesus. Da mesma forma, Eliseu, cheio do Espírito Santo, foi ridicularizado e desprezado.
• No mundo moderno, muitos rejeitam a mensagem de Cristo e Seus mensageiros não por falta de evidências, mas porque essa mensagem os desafia a crer no que não querem.
• Líderes espirituais (pastores e anciãos) são colocados por Deus para proclamar Sua mensagem; zombar e desprezá-los equivale a uma afronta direta à autoridade de Deus através de Seus representantes. Jesus liga a rejeição de Seus discípulos com a rejeição dEle próprio e, por extensão, à rejeição descarada de Deus Pai (Lucas 10:16).
Portanto, reflitamos e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: JOÃO 10 – Primeiro leia a Bíblia
JOÃO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/10
Existem duas definições de “igreja” usadas pelos profetas. O corpo organizado de crentes é uma igreja. (É por isso que pessoas fiéis podem ser afastadas da membresia conforme vemos em 3 João 10). Esta é a igreja composta pelos doze discípulos. Esta é a igreja que tinha brigas internas em Atos.
As pessoas fiéis na terra, aqueles que vivem pela fé, também são uma igreja. (Esta é a “igreja escrita no céu” descrita em Hebreus 12:23).
E Jesus ilustrou ambas as idéias de igreja em João 10. O corpo que ele chamou de “aprisco” e os crentes que ele chamou de “ovelhas”.
Parece-me que em João 10 as ovelhas não estão inicialmente todas reunidas. Jesus diz assim: “Tenho outras ovelhas que não são deste aprisco”, v. 16.
Eu encontrei ovelhas em rebanhos distantes não-cristãos. Talvez você tenha encontrado algumas ovelhas fora do rebanho perto de você. Observe que Jesus não se contenta em ter as ovelhas dispersas. “É necessário que Eu as conduza também.”
No início do capítulo, Jesus disse que sem Ele nada podemos fazer. Isso é verdade. E com ele, podemos ajudar a trazer as outras ovelhas para o precioso redil. Sem Ele, podemos nem ser ovelhas. Com Ele, podemos trazer outras.
Eugene Prewitt
Diretor, Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
Filed under: Sem categoria
679 palavras
1-18 Esta passagem é uma continuação da cura do homem cego. Os fariseus, que eram reconhecidamente os pastores de Israel, tinham sido infiéis a seu legado, expulsando do aprisco alguém que havia expressado fé no Messias (Jo 9:34).CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1114.
1 Ladrão. Do gr. kleptes, alguém que furta ou rouba, como Judas roubava da bolsa comum (Jo 12:6). CBASD, vol. 5, p. 1114.
4 Fazer sair. Jesus cumpre a figura de Josué (Nm 27.17). Bíblia Shedd.
7 A porta das ovelhas. Isto é, a porta pela qual as ovelhas entram. … Ele [Cristo] agora Se declara a única verdadeira entrada do aprisco espiritual (cf. v.9). O acesso ao reino espiritual é possível somente por meio dEle. Aqueles que apresentam qualquer outro meio de acesso a Deus são falsos pastores, falsos mestres. Nesta categoria se enquadram os fariseus, a quem estas palavras foram dirigidas. Eles se apegavam ao ensino de que a salvação é alcançada por aqueles que observam a Torah (ver com. de Mt 19:16). Rejeitaram a Jesus, “o caminho, a verdade e a vida”(Jo 14:6) e tentaram impedir que outros, como o cego de João 9, O aceitassem. CBASD, vol. 5, p. 1118.
12 Pastores mercenários nem amam a Deus nem as ovelhas (Ez 34; cf Jo 21.15-17; 1 Pe 5.2-4). Lobo representa os falsos mestres. Bíblia Shedd.
22-30 O diálogo na festa da dedicação ou luzes. Bíblia Shedd.
22 Festa da Dedicação. Esta festa foi instituída por Judas Macabeu para comemorar a purificação do templo e a restauração de seus serviços após a profanação por Antíoco Epifânio [rei da Síria, cf Andrews Study Bible]. … Na literatura rabínica a festa é chamada Hanukkah, que significa “dedicação”. CBASD, vol. 5, p. 1118.
Esta festa é agora chamada Hannukah, é celebrada em dezembro. Comemora a restauração do templo nos tempos de Judas Macabeu e a revolta judaica contra Antíoco Epifânio (164 a.C.). Bíblia de Genebra.
Esse foi o último grande livramento que os judeus haviam experimentado. Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 jamais perecerão. A negativa é forte no grego. Em seu significado mais pleno, “perecerão” aqui faz referência à morte final e irrevogável, isto é, à segunda morte (Ap. 20:14; cf Mt 20:28; Jo 3:16). CBASD, vol. 5, p. 1119.
30 somos um. A palavra traduzida por “um” é neutra, mostrando que a unidade de pessoas não é o ponto em discussão. Jesus afirmou Sua unidade com o Pai em vontade, propósito e objetivos. O Pai estava diretamente envolvido nas palavras e nos atos de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1120.
Não são Pessoas idênticas, mas uma em essência… O Pai, o Filho e o Espírito Santo possuem igualmente a plenitude da natureza divina. Esta unidade essencial subjaz à sua unidade no propósito redentor. Bíblia de Genebra.
32 boas obras. Embora a referência aqui inclua os milagres de Jesus, os termos no grego subentendem as obras em geral que têm acima de tudo um caráter bom e nobre. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 sois deuses. A citação é de Salmo 82:6, que acusa os juízes injustos, chamados de “deuses”. CBASD, vol. 5, p. 1120.
No Antigo Testamento, os juízes humanos … podiam ser chamados “deuses”, porque eram considerados como agindo em lugar de Deus, ao fazerem justiça. A palavra hebraica ‘elohim é usada não só para referir ao único Deus verdadeiro, mas também para denotar deuses falsos, anjos e, muito raramente, homens exercendo junções divinas. O argumento de Jesus pode ser entendido como segue: “Ao invés de ofender-se porque esta palavra é aplicada a Mim, devíeis examinar as minhas credenciais que provam que meu Pai me enviou a este mundo”. Bíblia de Genebra.
Se Deus, o Autor da Bíblia, chama homens de “deuses” … quanto mais teria o Filho direito a este título. Bíblia Shedd.
Ver Êx 22.28 e nota textual NVI [“Não insultem os juízes”]; Dt 1.17; 16.18; 2Cr 19.6. Bíblia de Estudo NVI Vida.
38 Fé, no evangelho de João, antecede o “saber e compreender”. Bíblia Shedd.
39 Ele se livrou. João não nos dá detalhes, mas torna claro que nada poderia acontecer a Jesus até que Deus determinasse a hora (7.44; 8.59). Bíblia de Genebra.
A pergunta acerca de como se poderia obter pedras no templo talvez encontre resposta no fato de que o templo de Herodes ainda estava em processo de construção. CBASD, vol. 5, p. 1103.
Filed under: Sem categoria
“Eu sou o bom Pastor. O bom Pastor dá a vida pelas ovelhas” (v.11).
Certa vez, eu estava com minha família na fazenda de um amigo e fiquei observando as ovelhas. Elas estavam sempre andando juntas. Então, meu filho mais velho e eu fomos atrás delas e elas correram para dentro do estábulo. Lá dentro, chegávamos bem perto enquanto elas se apertavam contra a parede, sempre juntas. Até que uma ovelhinha, das mais novas, se desgarrou das demais e conseguimos pegá-la. Colocamos a ovelhinha assustada no colo, tiramos umas fotos e, ao colocá-la no chão, ela correu novamente para perto do seu rebanho. Essa experiência nos faz refletir em algo muito importante, não é mesmo, amados?
Se tem um Salmo que bem expressa a história de amor de Deus para com os Seus filhos é o Salmo 23. Este Salmo davídico é um dos textos bíblicos mais conhecidos e populares no meio cristão. E até as criancinhas sabem recitar, nem que seja o seu primeiro verso: “O Senhor é o meu Pastor e nada me faltará”. A figura de um pastor de ovelhas ficou conhecida por ter sido a ocupação de Davi antes de tornar-se o grande rei de Israel. Foi por conhecer tão bem as atribuições de um pastor, e seu apreço pelas ovelhas, que Davi compôs o que Jesus mais tarde confirmou ao declarar: “Eu sou o bom Pastor” (v.11).
Nos muros de Jerusalém, a Bíblia faz registro de doze portas de acesso à cidade, assim como na Nova Jerusalém (Ap.21:12). A palavra porta indica lugar de entrada/saída e também denota escolha, decisão. Cada porta tinha um nome e um significado espiritual diferentes. Mas uma delas, a “Porta das Ovelhas” (Jo.5:2), de todas as portas, foi a única que, à época da reconstrução dos muros da cidade após o exílio babilônico, foi consagrada ao Senhor (Ne.3:1). Portanto, esta porta tinha um significado especial com relação às demais. Era por ela que entravam os cordeiros que seriam sacrificados no templo. Quando Jesus diz: “Eu sou a Porta das Ovelhas” (v.7) e ao mesmo tempo declara ser o bom Pastor, está afirmando a Sua declaração seguinte, a de que ninguém tiraria a Sua vida, mas Ele a entregaria espontaneamente (v.18).
As ovelhas são o bem mais precioso do bom Pastor. Ele as conhece e elas O conhecem também (v.14). A Sua voz lhes é familiar, de forma que “de modo nenhum” seguem estranhos, “porque não conhecem a voz dos estranhos” (v.5). Mas observem que Jesus afirmou ter “outras ovelhas” (v.16). Ou seja, ovelhas fora da casa de Israel. E aqui estamos inclusos você e eu. O mundo todo é alvo do amor do Pastor Celestial e Ele tem chamado “pelo nome as Suas próprias ovelhas” (v.3). Conhecer o Pastor é tão importante quanto reconhecer a Sua voz. É sinônimo de vida e vida em abundância (v.10). Jesus mesmo afirmou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo.17:3).
As obras que Jesus fazia em nome de Deus, testificavam a favor dEle mesmo (v.25). E Ele bem sabia quem era ovelha e quem era lobo. Sua vida e missão estavam registradas em cada enfermo curado, em cada criança amparada, em cada pecador perdoado, de forma que “iam muitos ter com Ele” (v.41) e “muitos ali creram nEle” (v.42). Precisamos ser ovelhas, amados! Jesus disse que as Suas ovelhas receberão a vida eterna e “jamais perecerão” (v.28), “e a Escritura não pode falhar” (v.35). Serão as ovelhas que estarão à Sua direita quando Ele regressar, e que dEle ouvirão: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt.25:34).
Até lá, Ele espera que vivamos como Ele e o Pai: “Eu e o Pai somos um” (v.30); uma ovelha cuidando da outra, aquecendo a fé da outra, cumprindo “a lei de Cristo” (Gl.6:2). Continuemos ouvindo a voz do nosso bom Pastor aqui e logo a ouviremos em alto e bom som quando Ele voltar para nos levar aos pastos verdejantes da eternidade.
Nosso bom Pastor, nós somos Tuas ovelhas e necessitamos do Teu cuidado e da Tua guia. Através da comunhão diária Contigo por meio da Tua Palavra e de uma vida de constante oração, não seguiremos a voz do estranho, pois conhecemos a Tua voz. Senhor, o Teu povo está prestes a enfrentar o tempo do vale da sombra da morte. Que o Teu Espírito nos mantenha firmes na fé, confiantes de que Tu estás conosco, que a Tua vara e o Teu cajado serão o nosso consolo. Guia-nos, Pastor divino, ao Teu Santo e bom lugar! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, ovelhas do bom Pastor!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#João10 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
JOÃO 10 – Os capítulos 7 a 10 de João descrevem uma série de confrontos entre Jesus e os líderes religiosos de Jerusalém, em meio à celebração da Festa dos Tabernáculos. Esses debates aumentam em intensidade até João 10, onde Jesus faz declarações claras sobre Sua relação com Deus Pai, o que provoca uma reação violenta dos judeus.
O auge do confronto desses líderes com Jesus quando intentaram apedrejá-lO (João 10:31-39) ocorreu logo após Jesus ter feito duas declarações importantes:
• Jesus afirmou: “Eu e o Pai somos um” – uma declaração de unidade essencial com Deus (João 10:30).
• Antes disso, Jesus havia Se apresentado como o Bom Pastor que dá a vida por Suas ovelhas; e disse que ninguém pode arrebatá-las da mão de Seu Pai (João 10:1-29).
Em João 10:31 e 39 vemos uma repetição de um padrão de reação ocorrida antes (João 8:59). Os líderes religiosos estão profundamente irritados com as afirmações de Jesus sobre Sua relação com Deus. O apedrejamento era a punição prescrita por Lei para a blasfêmia (Levítico 24:16), e, para os judeus, Jesus estava colocando-Se no lugar de Deus.
O texto assinala uma crescente hostilização dos judeus em relação a Jesus. O fato de eles estarem prontos para apedrejar Jesus reflete a seriedade com que encaravam Suas declarações.
Jesus responde com uma pergunta desafiadora e provocativa (João 10:32). Ele aponta que Suas obras – que incluem milagres e sinais – são boas a vindas de Deus Pai. Jesus usa essas obras como evidência de Sua missão divina e questiona por que, em vez de aceitarem essas obras como prova de que Ele é enviado por Deus, eles querem matá-lO.
• Mesmo diante de milagres e obras boas, aqueles que se recusam a aceitar a verdade sobre Jesus, permanecem endurecidos.
Os líderes judeus esclareceram que a acusação contra Jesus é de blasfêmia. Eles não estavam contestando os milagres em si; estavam indignados porque Jesus, sendo homem, reivindicava igualdade com Deus (João 10:33). Os judeus esperavam um líder político ou um profeta como seu Messias, não alguém que reivindicasse ser igual a Deus.
Se o termo “deuses” na Escritura (Salmo 82:6) pode ser usado para humanos num contexto limitado, não seria muito mais apropriado para Aquele que é verdadeiramente o Filho de Deus? (João 10:34-38) – Heber Toth Armí.