Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de outubro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JOÃO 13 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 13 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOÃO 13 by Luís Uehara
19 de outubro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/13

A Páscoa foi designada para prestar homenagem à libertação de Israel da escravidão egípcia. Este evento ordenado deveria ser um lembrete ao povo de sua emancipação milagrosa da servidão. Da mesma forma, a comunidade cristã tem um lembrete de sua libertação da escravidão do pecado por meio da morte de nosso Salvador na Ordenança da Humildade e Serviço de Comunhão. Também deve ser um grande lembrete do grande sacrifício que Ele fez por nós.

Se lhe pedissem para descrever Jesus em duas palavras, quais duas palavras você usaria? Para mim, as duas palavras que me vêm à mente são humildade e serviço. Uma qualidade de Si mesmo que Ele descreve na declaração “…o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir…” (Mt 20:28). Humildade era uma qualidade de caráter que os doze discípulos não aprenderam bem durante seus três anos e meio caminhando pelas estradas empoeiradas do ministério com Ele.

Para transmitir essa qualidade de caráter aos Seus discípulos, Jesus deu uma poderosa ilustração de ensino que ficaria perpetuamente profundamente enraizada em seus corações e mentes. E espero que faça o mesmo com cada um de nós também, enquanto participamos deste lembrete.

Wayne Wasiczko
Educador aposentado e auditor da Conferência da Alta Columbia, Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/13
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



JOÃO 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de outubro de 2024, 0:50
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1064 palavras

13.1 – 17.26 O relato dos acontecimentos no cenáculo registrado em João é muito maior que o constante em todos os demais evangelhos… …devemos a João a maior parte das informações sobre o que o Senhor disse a Seus discípulos naquela noite. Uma característica do relato é a ênfase que Jesus dá ao amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este amor é ilustrado na comovente cena do lava-pés, na qual o Filho de Deus não desdenha realizar o mais humilde trabalho de um servo (Fp 2.7-8). Bíblia de Genebra.

1 amou-os até ao fim. A expressão ainda pode ser traduzida como “ao extremo”, significado que pode ser aplicado aqui, embora a tradução literal, “até ao fim”, também seja apropriada ao contexto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1142.

2-5 Um contraste vivo entre Judas que serve a si mesmo e Jesus, que Se dá a Si mesmo. Bíblia de Genebra.

3 sabendo. Este que o Pai tudo confiara às Suas mãos. A humilde conduta de Jesus não foi porque ele tivesse esquecido a sua condição de Filho encarnado de Deus. Seu ato demonstra que condição superior e privilégio não são razão para a arrogância, porém são altas credenciais para o serviço. Bíblia de Genebra.

viera de Deus. Isto é mencionado para ressaltar que, enquanto lavava os pés empoeirados dos discípulos, Jesus estava plenamente consciente de Sua divindade. O ato foi, assim, uma suprema demonstração de humildade. CBASD, vol. 5, p. 1142.

5 lavar os pés aos discípulos. O lava-pés era um elemento comum de hospitalidade num país poeirento, onde as pessoas usavam sandálias (cf. Lc 7.44). Esta tarefa era geralmente realizada pelo membro mais humilde da casa. Bíblia de Genebra.

10 Quem já se banhou. A lavagem completa do discípulo simboliza-se no batismo; nesse ato o crente se identifica pela fé com o batismo de Cristo na cruz (cf 3.3, 5; At 2.38; Rm 6.1-11; Tt 3.5; Hb 10.22; 1 Pe 3.18ss). Bíblia Shedd.

não necessita senão lavar os pés. Representa a necessidade da confissão diária dos pecados para manter a comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.

11 Ele sabia quem era o traidor. A ação de Judas foi de sua própria decisão, livre e responsável, contudo foi levada a efeito de acordo com o plano de Deus. Bíblia de Genebra.

15 Eu vos dei o exemplo. A humildade de Cristo é um padrão para seus discípulos. Ao invés de aspirar a dominar, eles devem estar ávidos a servir (Mt 20.26-28; Fp 2.5-8; 1Pe 2.21). Bíblia de Genebra.

A ordenança [do lava-pés] tem um triplo significado: (1) Simboliza a purificação do pecado. O batismo simboliza a primeira purificação experimentada pelo crente. A purificação das contaminações que se acumulam posteriormente é simbolizada pelo lava-pés. Como no caso do batismo, o rito não tem nenhum significado a menos que o participante, pelo arrependimento e pela conversão, tenha renunciado ao pecado em sua vida. Não há nenhum mérito em si no lava-pés. Só quando há um adequado preparo preliminar é que a cerimônia passa a ter significado. (2) Simboliza uma renovada consagração ao serviço. O que participa e se inclina para lavar os pés de seus irmãos indica, desta forma, que está disposto a se empenhar no serviço do Mestre, não importa quão humilde seja esse serviço. (3) Tipifica o espírito de companheirismo cristão. A ordenança é, assim, um serviço preparatório adequado para a participação na Ceia do Senhor (ver DTN, 642-651). CBASD, vol. 5, p. 1144.

17 se as praticardes. …nossas obras … são a evidência da verdadeira fé. Confiança e obediência são inseparáveis. Bíblia de Genebra.

18 que se cumpra. A profecia não havia decretado que Judas devia trair o Senhor. A presciência divina previra o que aconteceria (ver com de Jo 12:39). CBASD, vol. 5, p. 1145.

19 antes que aconteça. Se Jesus não tivesse dito de antemão aos discípulos que Judas desertaria, eles poderiam ter concluído que Ele cometera um erro de julgamento ao permitir que Judas fosse um dos doze. A escolha de Judas tinha sido uma ideia, não de Jesus, mas dos próprios discípulos (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 1145.

A veracidade de uma predição anterior era a marca de um verdadeiro profeta, e a falsa predição era o caminho seguro para discernir o falso profeta (Dt 18.18-22). Bíblia de Genebra.

22 sem saber a quem ele se referia. Judas tinha ocultado seu propósito traidor tão cuidadosamente que os outros discípulos nada perceberam. Cada discípulo começou a temer que ele pudesse ser o elo fraco (Mt 26.22). Bíblia de Genebra.

26 É aquele a quem Eu der o pedaço de pão molhado. No médio oriente, ainda hoje, receber primeiro um bocado da mão do hospedeiro significa uma grande honra. Judas continuou como o alvo da graça de Cristo até que “saiu” (30). Bíblia Shedd.

27 Tão logo Judas comeu o pão. Se dar o pão a Judas era sinal de honra, parece também ter sido um último apelo – ao qual Judas não aceitou. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A recusa de Judas em responder ao apelo de Jesus abriu o seu coração para o controle de Satanás. Bíblia de Genebra.

30 Judas saiu. E era noite. Considerando o realce que João atribuía ao conflito entre a luz e as trevas, essa anotação pode ser mais que uma referência ao horário – também uma referência às trevas na alma de Judas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31-32 glorificado. O verbo é repetido cinco vezes. Podia-se esperar a palavra oposta (“humilhado”), porque, na linguagem de Paulo, Jesus desceu ao último degrau de Sua profunda “humilhação”, sendo pendurado na cruz sob a maldição divina (Gl 3.13). Porém, João faz o foco incidir sobre a glória de Deus através de Cristo, para mostrar a glória de Deus revelada especialmente na cruz. Bíblia de Genebra.

Aqui, a ideia da glória compreende uma referência à morte sacrifical de Jesus na cruz e à salvação dela resultante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Um novo mandamento. Em certo sentido, era antigo (v. Lv 19.18), mas para os discípulos de Cristo era novo, por ser sinal da fraternidade gerada entre eles pelo grande amor de Cristo por eles (cf. Mt 22.37-39; 12.30, 31; Lc 10.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O novo elemento é a mudança de “próximo” para “uns aos outros” e a mudança de “a si mesmo” para “como Eu vos amei”. O amor cristão tem o amor sacrifical de Cristo como seu modelo e a comunidade de crentes como o primeiro lugar (ainda que certamente não exclusivo) onde esse amor se expressa (cf. Mt 25.40; Gl 6.10; Ef 5.25). Bíblia de Genebra.

36 mais tarde, porém, me seguirás. Esta é uma profecia a respeito do martírio de Pedro (21.18-19). Bíblia de Genebra.



JOÃO 13 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de outubro de 2024, 0:45
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Diferente dos demais evangelhos, João não faz menção dos símbolos da ceia, mas também é o único que relata o momento que a antecedeu. Devido às estradas poeirentas e sandálias nos pés, era um costume nas casas lavar os pés dos convidados. Mas esta atribuição era dada ao servo da casa, que geralmente se tratava de um estrangeiro. Como era considerada uma tarefa humilhante, na ausência do servo nenhum judeu que prezasse por sua reputação aceitaria tal encargo.

Quando os discípulos perceberam o que Jesus estava prestes a fazer, ficaram tão chocados, que palavra alguma poderia expressar o que sentiram naquele momento. Até que Pedro, indignado ao ver o seu Mestre em posição de escravo, rompeu o silêncio com a pergunta que ecoou naquele cenáculo: “Senhor, Tu me lavas os pés a mim?” (v.6). O discípulo impetuoso e de respostas rápidas, não satisfeito com a resposta de Jesus, pensou estar agindo melhor do que seus companheiros ao declarar: “Nunca me lavarás os pés” (v.8). Pedro não compreendia o real sentido do que Cristo estava realizando; que nas estradas empoeiradas da vida, precisamos ser portadores de alívio e de conforto.

Compreendeis o que vos fiz?” (v.12) foi a difícil pergunta feita por Jesus aos Seus doze discípulos perplexos. Ele nos deu exemplo de como devemos servir uns aos outros; de como a mais humilde tarefa pode resultar na mais sublime recompensa. O coração de Jesus, no entanto, estava dividido entre a solenidade de tal ensinamento e a profunda angústia quanto ao que O havia de trair. Após ter seus pés lavados pelo Mestre, Judas questionou ainda mais a respeito da Sua confiabilidade. Era mesmo Jesus o Libertador que tanto aguardava? E ao comer do “pão molhado” (v.26), assinou sua sentença de morte, fazendo de seu coração morada de Satanás (v.27).

A forma como Jesus tratou a Judas e tentou tocar-lhe o coração foi uma inquestionável amostra da grandeza de Seu amor incondicional. Ele não Se negou a lavar-lhe os pés, nem tampouco o privou de participar da ceia. Judas recebeu os mesmos privilégios dos demais e de nenhum modo foi subjugado. Pelo contrário, foi amado até o fim, ainda que tenha escolhido rejeitar tamanho amor. Jesus lavou os pés daquele que sabia que O trairia, nos dando exemplo, para que como Ele fez, façamos nós também (v.15).

Jesus não fez uma substituição de mandamentos, mas nos deu “novo mandamento”, ou seja, o mesmo mandamento renovado com o aval de Seu perfeito amor: “assim como Eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (v.34). Assim como Ele honrou Seus pais terrestres, não matou, não adulterou, não roubou, não disse falso testemunho contra o próximo e nem cobiçou nada de ninguém, “façais vós também” (v.15). O próprio João escreveu em uma de suas cartas: “Amados, não vos escrevo mandamento novo, senão mandamento antigo […] Todavia, vos escrevo novo mandamento […] Aquele que diz estar na luz e odeia a seu irmão, até agora, está nas trevas” (1Jo.2:7-9).

Todos conhecerão que somos discípulos de Cristo quando aceitarmos nos cingir com a toalha da humildade e deitar água na bacia do perdão. Jesus não aprovou a atitude de Judas, mas lhe deu a oportunidade de ser transformado por Seu amor. Isso nos ensina que, ainda que nossas tentativas sejam frustradas, nossa reação não deve corresponder à dureza de coração de quem rejeita o amor que lhe ofertamos, mas deve estar acima de toda e qualquer represália. É fácil? Não, amados. Mas com Cristo, é possível. Que o amor de Jesus transforme a nossa vida dia após dia, nos tornando conhecidos como Seus discípulos.

Pai de amor, Jesus nos deixou uma lição de humildade para ser não somente mais um ritual religioso, mas como uma outra forma de lembrarmos que Ele passou pela mais terrível humilhação ao morrer na cruz por amor a nós. E não há maior amor do que este, em dar a vida por Seus amigos. E como podemos ser chamados Teus amigos, Senhor? Nós, que O traímos todas as vezes que colocamos o nosso eu egoísta em primeiro lugar. Pai de misericórdia, perdoa-nos! Lava os nossos pés e reconcilia-nos Contigo. Que todos os dias possamos olhar para cima e Te encontrar, para então olhar para o lado e amar nossos semelhantes. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, discípulos de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#João13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 13 – Comentário pastor Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
19 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 13 – “Os símbolos da casa do Senhor são simples e fáceis de compreender, e as verdades por eles representados contêm o mais profundo significado para nós. Ao instruir a cerimônia da santa ceia em lugar da Páscoa, Cristo deixou para Sua igreja um memorial de Seu grande sacrifício em favor do ser humano. ‘Façam isto em memória de Mim’ (I Co 11:24), disse Ele. Esse foi o ponto de transição entre duas dispensações e suas duas grandes festas. Uma seria encerrada para sempre; a outra, que Ele acabara de estabelecer, haveria de tomar seu lugar e continuar durante todo o tempo como memorial de Sua morte”, comenta Ellen White.

João 13, detalhando a celebração da Ceia do Senhor, contém quatro partes principais:

• A preparação para a Páscoa e o lava-pés (vs. 1-17).
• A previsão da traição de Judas (vs. 18-30).
• A nova ordem de amar uns aos outros (vs. 31-35).
• A predição da negação de Pedro (vs. 36-38).

Em tudo isso, Jesus revelava Sua divindade, Sua onisciência ao prever o futuro. Vale a pena compreender maiores detalhes sobre a cerimônia que ocupou o lugar da Páscoa – alteração realizada pelo próprio Cristo, o Divino Filho de Deus!

“Essa solene ordenança comemora um acontecimento bem maior do que o livramento dos filhos de Israel do Egito. Aquele livramento tipificava a grande expiação que Cristo realizou com o sacrifício da própria vida para a libertação final de Seu povo” (Idem).

Outro detalhe importante é o que antecipa a participação dos símbolos da Ceia: O Lava-pés. “Quando eles se reuniram para participar da ceia do Senhor, a ordenança do lava-pés foi estabelecida como uma cerimônia religiosa” (Idem).

Merece atenção também que Jesus, mesmo conhecendo não apenas o futuro, mas inclusive o coração de cada discípulo, Ele não excluiu da cerimônia nem Judas nem Pedro. “O exemplo de Cristo proíbe exclusão da ceia do Senhor” (Idem).

A Páscoa foi celebrada pela primeira vez antes dos israelitas serem libertos do cativeiro egípcio (Êxodo 12), assim como a cerimônia da Santa Ceia foi comemorada antes da morte de Cristo que liberta a humanidade da escravidão do pecado. As duas festas revelam certezas antes de acontecer o que estava previsto. Agora, aguardamos nosso êxodo daqui da Terra para o Céu.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JOÃO 12 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 12 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOÃO 12 by Luís Uehara
18 de outubro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/12

A luz da Divindade não conseguia acabar com a escuridão que envolvia alguns corações.

Poucos dias antes de Sua crucificação, Jesus suplicou ao povo judeu de coração duro que aproveitassem a luz que brilhava entre eles. Ninguém precisava permanecer em trevas espirituais se somente entregasse seu coração a Cristo. No entanto, o ciúme e a ambição cegaram muitos corações, mesmo depois que a voz de Deus trovejou do céu.

Muitos colocaram sua fé em Jesus, incluindo alguns gregos. Contudo corações legalistas, imunes ao perfume da graça, conspiraram para matar o Criador.

Alguns líderes secretamente acreditavam nele, mas tinham tanto medo dos fariseus que não seguiram a Cristo publicamente. O medo de perder a aprovação é um vício que nos impede de fazer o que é certo. Na verdade, querer a aprovação dos outros muitas vezes nos leva a sacrificar a nossa alma. Quando vivemos para obter e continuar mantendo a aprovação das pessoas, deixamos de viver para agradar a Deus.

O medo controla você? Em que áreas você está relutante de obedecer a Deus por causa do que as pessoas podem pensar ou fazer? Viver na luz significa dedicar-se para obter a aprovação de Deus, não a aprovação dos outros.

Eugene Prewitt
Diretor, Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/12
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



JOÃO 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2024, 0:50
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788 palavras

2. Deram-Lhe. A ceia foi na casa de Simão (Mt 26:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1134.

3. Os pés. Mateus 26:7 e Marcos 14:3 declaram que o bálsamo foi derramado sobre a cabeça. Sem dúvida, Maria fez as duas coisas, sendo que cada evangelista menciona uma delas. Lucas e João mencionam a unção dos pés (Lc 7:38). CBASD, vol. 5, p. 1134.

4. Um dos Seus discípulos. Mateus menciona que “indignaram-se os discípulos” (Mt 26:8). A crítica se originou com Judas, mas se espalhou entre os outros. CBASD, vol. 5, p. 1134.

9. Para verem Lázaro. Uma razão suficiente. Uma pessoa ressuscitada atrairia milhões. CBASD, vol. 5, p. 1134.

10. Resolveram matar também Lázaro. Não podiam [os sacerdotes] apresentar uma acusação contra Lázaro. Contudo, pelo fato de a vida dele ser um testemunho da divindade dAquele que haviam condenado à morte e uma negação da doutrina que muitos deles defendiam (ver com. de Jo 11:47), julgaram necessário matá-lo também. CBASD, vol. 5, p. 1135.

11. Voltavam. Ou, “começaram a se afastar”. Isto é, afastavam-se do judaísmo e se uniam às fileiras dos discípulos de Jesus (cf. NTLH, NVI, BJ). CBASD, vol. 5, p. 1135.

16. Não compreenderam. O ato de Cristo, sem precedentes, de permitir que O declarassem “Rei de Israel” parece ter despertado as esperanças de que Ele fosse, afinal, cumprir as expectativas da multidão, declarando-Se rei e assumindo o papel de um messias político. Após a ressurreição, por meio das profecias e guiados pela iluminação do Espírito Santo, eles entenderam o propósito do ato. CBASD, vol. 5, p. 1135.

19. O mundo. A linguagem é hiperbólica [exagerada]. Ela vem de pessoas frustradas e iradas. Em vez de encontrar um povo disposto a se apoderar de Jesus e entregá-Lo, autoridades veem a multidão rodeando-O com alegres exclamações e saudando-O como rei. Nessas circunstâncias, qualquer tentativa de prender Jesus teria suscitado um tumulto. Os líderes apelaram a Jesus para que fizesse as multidões se calarem, mas sem sucesso (Lc 19:39, 40). Tudo o que puderam fazer foi observar o desfile e ver seu odiado inimigo entrar em Jerusalém em régio triunfo. … Não sabendo qual era o propósito de Jesus, sem dúvida, imaginaram que Ele estivesse para Se proclamar rei, acabar com o poder deles e liderar uma revolta contra Roma. CBASD, vol. 5, p. 1135, 1136.

20. Haviam alguns gregos. O fato de esses gregos irem para adorar e não para participar da Páscoa sugere que não eram prosélitos completos. … Os semiprosélitos, como os gentios, ficavam restritos ao pátio dos gentios. CBASD, vol. 5, p. 1136.

27. Angustiada. A visita dos gregos havia levado à mente dEle a visão da colheita dos gentios. Mas, entre a colheita do evangelho e aquele momento, havia a cruz e a agonia mental e física a ela associadas, e a natureza humana de Jesus recuava diante disso. A causa da repentina agonia mental do Senhor foi a vívida contemplação das cenas então futuras (cf. com. de Mt 26:38). CBASD, vol. 5, p. 1137

28. Glorifica o Teu nome. Esta oração está em harmonia com o que Jesus havia ensinado antes acerca do relacionamento com o Pai, cuja glória Ele buscava. CBASD, vol. 5, p. 1137.

29. Foi um anjo. A julgar pela resposta de Jesus, de que a voz era “por vossa causa”, parece que os gregos e, sem dúvida, alguns outros ouviram e compreenderam a voz (ver DTN, 625). Para eles, ela foi uma evidência de que Jesus era de fato o enviado de Deus. CBASD, vol. 5, p. 1137.

32. Atrairei. Para milhares de pessoas, a cruz exerce uma atração mais forte do que as fascinações do mundoCBASD, vol. 5, p. 1138.

38. Senhor, que creu … ? Uma citação [de João] de Isaías 53:1 a partir da LXX e não do hebraico. Os dois textos são idênticos, exceto pelo título “Senhor”, que não ocorre no hebraico (ver com. de Is 53:1). CBASD, vol. 5, p. 1139.

39. Não podiam crer. A presciência de Deus não impede o livre-arbítrio. A profecia de Isaías era uma predição do que a presciência de Deus havia visto que aconteceria. “As profecias não moldam o caráter dos homens que as cumprem. Os homens procedem de acordo com seu livre-arbítrio” (RH, 13/11/1900). CBASD, vol. 5, p. 1139.

50. A vida eterna. Ver com. de Jo 3:16. O mandamento do Pai era que as pessoas deviam crer em Cristo, a quem Ele havia enviado ao mundo. Somente assim poderiam ser salvas (ver At 4:12). Numa declaração paralela, João diz: “Ora, o Seu mandamento é este: que creiamos em o nome de Seu Filho, Jesus Cristo” (1Jo 3:23). Os judeus criam ter a salvação porque se exercitavam no estudo e na observância da Torah. Muitos deles colocavam a esperança da vida eterna no fato de serem descendentes de Abraão. Jesus advertiu que só seriam salvos os que aceitassem a Jesus Cristo como o Filho de Deus, o Salvador do mundo.”E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17:3). CBASD, vol. 5, p. 1140.



JOÃO 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de outubro de 2024, 0:45
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Faltando uma semana para a festa da Páscoa, os últimos dias de Jesus na Terra foram intensos e cheios de expectativa. Cada palavra, cada gesto Seu, eram minuciosamente observados pelos principais sacerdotes e fariseus. A ressurreição de Lázaro realmente foi o estopim de uma grande divisão entre os judeus, pois que não somente muitos que estavam presentes no dia da ressurreição creram, mas o testemunho de Lázaro continuava falando, de modo que “os principais sacerdotes resolveram matar também Lázaro; porque muitos dos judeus, por causa dele, voltavam crendo em Jesus” (v.10-11).

Após ser ungido em Betânia, Jesus entrou em Jerusalém de forma inusitada. Geralmente, quando Se dirigia às festas anuais em Jerusalém, a última coisa que queria era chamar a atenção para Si. Mas parece que nos Seus últimos dias Ele não Se importou muito com isso, de forma que permitiu que o povo O aclamasse como “Rei de Israel” (v.13). Jesus sabia que havia chegado o momento de ser “levantado da terra” (v.32) e de selar para sempre o destino de Satanás (v.31). Sua morte seria uma grande decepção para Seus seguidores e a dura prova que iria separar a multidão entre crentes e incrédulos, entre adoradores e blasfemadores.

As declarações de Cristo não eram nada convencionais para um povo que acreditava que a glória dos homens era resultado da aprovação divina. “Quem ama a sua vida perde-a” (v.25), “E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” (v.26), eram declarações muito radicais para pessoas que mediam a santidade pelas conquistas terrenas. Por isso que a profecia de Isaías se encaixava perfeitamente com a situação espiritual daquela geração. Estavam cegos e seus corações endurecidos demais para compreender que diante deles estava a redenção de Israel.

Corremos o sério risco de agir da mesma forma. Muitos dizem estar seguindo a Jesus, contudo, não estão dispostos a servi-Lo. De acordo com Jesus, o serviço antecede a caminhada: “Se alguém Me serve, siga-Me” (v.26). Títulos, posições e as glórias deste mundo tornaram-se mais importantes do que a vida eterna. Entendam: não que possuir estas coisas seja pecado, mas quando colocadas acima do chamado de Deus tornam-se pedras de tropeço. Assim como em Israel, Deus tem chamado pessoas que hoje se encontram em privilegiadas posições sociais e religiosas, mas pelo medo de “serem expulsos” (v.42) ou rejeitados pelo meio em que vivem, não confessam a sua fé e prosseguem com sua crença secreta.

Jesus poderia ter morrido de forma mais silenciosa e discreta, mas escolheu ser levantado na mais humilhante morte e na mais escandalosa sentença. Não são sinais, milagres ou prodígios que sustentarão a fé dos servos de Cristo nestes últimos dias, mas a firme confiança no Caminho que os está conduzindo para Casa. Iluminados pelo Espírito Santo, os “filhos da luz” (v.36) seguem a passos firmes na direção de Deus e estão prontos para renunciar o que preciso for por amor a Jesus. Assim como a semente que cai ao solo, Cristo nos chama a morrer para o mundo e ressurgir para a vida eterna. Que a oração de George Müller seja a nossa firme decisão, hoje e todos os dias, até aquele grande Dia:

“Houve um dia em que morri. Morri para [coloque aqui seu nome], suas opiniões, preferências, gostos e vontade; morri para o mundo, para a sua aprovação ou censura; morri inclusive para a aprovação ou censura dos meus irmãos e amigos; e desde então tenho estudado tão-somente como apresentar-me aprovado diante de Deus”.

Olhar para a cruz, amados, é sinônimo de vida! Jesus não veio para nos condenar, mas para nos salvar. Apegue-se e creia em Sua Palavra, pois ela é luz e é vida eterna. Seja este o clamor do nosso coração: “Senhor, queremos ver Jesus” (v.21)!

Pai de bondade, o sacrifício do Teu amado Filho e Sua vitória sobre a morte nos outorgou a salvação. Louvado seja o Teu nome, porque o Teu amor não desistiu de nós! Não queremos uma fé baseada em sinais, mas uma fé firme na rocha inabalável da Tua Palavra. Queremos andar Contigo em tão íntima comunhão que nossa vida seja uma constante declaração: “Hosana! Bendito O que vem em nome do Senhor e que é Rei de Israel!”. Vem, Santo Deus, pois queremos Te ver e contemplar a Tua face para sempre! Não somos dignos de tamanho privilégio, mas aceitamos e cremos nos méritos do nosso Salvador que nos oferece o Seu manto de justiça. Salva-nos, Pai! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, filhos da luz!

Rosana Garcia Barros

#João12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 12 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 12 – Neste capítulo, as atitudes humanas diante da verdade continuam em evidência, desde a devoção genuína de Maria até a hipocrisia de Judas, culminando com a rejeição de muitos diante da glória revelada de Jesus.

Apesar de uma incredulidade generalizada de judeus de influência, a opção por aceitar e crer em Cristo estava disponível a todos; e houve quem decidiu crer: O gesto de Maria, ao ungir os pés de Jesus com perfume caro (João 12:1-8), demonstra uma adoração genuína e sacrifical. Isso evidencia que o amor por Cristo não retém nada, na verdade Lhe oferece o melhor. Enquanto muitos discutiam ou criticavam, Maria silenciosamente demonstrou sua devoção e reverência.

• Nem todos entenderão nossa devoção ou a profundidade de nossa entrega, mas isso não importa.
• A verdadeira adoração vai além das aparências e se concentra em oferecer a Deus o que temos de melhor, mesmo que tenha um custo alto.

Judas Iscariotes criticou o gesto de Maria, alegando preocupação com os pobres, mas sua verdadeira motivação era a ganância (João 12:4-6). Evidenciando que aqueles que estão presos na hipocrisia frequentemente disfarçam seus pecados com críticas com motivos aparentes de justiça, mas, no fundo, estão resistindo à luz (João 12:44-50).

Muitos que seguiam e aclamaram Jesus em Sua entrada triunfal como Rei humilde – contrariando as expectativas humanas para com o Messias – precisavam redefinir sua fé e crença (João 12:12-36). Além disso, apesar de grande incredulidade, muitos líderes religiosos acreditaram em Jesus, porém não confessaram sua fé nELe por medo de serem expulsos da sinagoga. Eles preferiram a aprovação humana à glória de Deus. Isso reflete o perigo de amar mais a opinião dos homens do que a verdade divina (João 12:37-43).

A incredulidade leva indivíduos a profundidades da iniquidade nunca imaginadas. João 12:10 traz um detalhe revelador sobre a profundidade da incredulidade e hostilidade: “Os chefes dos sacerdotes fizeram planos para matar também a Lázaro”.

• A ressurreição de Lázaro se tornara um poderoso testemunho da divindade de Cristo, e em vez de se renderem à verdade, eles tramaram eliminar as provas do milagre.

• Precisamos examinar nosso coração para garantir que não estamos rejeitando o que Deus está fazendo, apenas porque isso desafia nossos interesses egoístas e materialistas, nosso orgulho ou posição social.

Reflitamos… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.