Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 4 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
23 de fevereiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: HEBREUS 4 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 4 – BLOG MUNDIAL

HEBREUS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



HEBREUS 4 by Luís Uehara
23 de fevereiro de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hb/4

Deus, desde o princípio dos tempos, criou um “descanso” para ser desfrutado por todas as pessoas nesta terra! E o apóstolo Paulo está tão ansioso para que mais pessoas entrem neste descanso dado por Deus, que no capítulo 4 ele continua suas súplicas anteriores para que cada um de nós “misture” nossa fé com os mandamentos de Deus para que possamos desfrutar das glórias do descanso sabático de Deus!

Quando é o melhor momento para “entrar” em um relacionamento de aliança com Deus e saborear o “descanso” que é encontrado somente Nele?

Hoje! Agora você também pode estar livre de todo legalismo e da dependência das obras da lei para a salvação. Em vez disso, você pode banhar sua alma no conhecimento precioso de que a salvação é “descansar” pela fé em nosso Sumo Sacerdote Jesus!

Mas e quanto ao nosso comportamento? Os padrões? A mordomia e o serviço cristãos? Bem, receber o “descanso” de Deus pela fé só pode ser totalmente experimentado quando sua fé está sendo afiada pela espada aguda das Escrituras, que então o obriga a buscar a maravilhosa misericórdia de Deus para superar “enfermidades” (pecados) e viver verdadeiramente para Cristo.

Essas verdades acerca do “descanso”, do “Sábado,” serão a experiência de todo aquele que crê, nos dias que antecedem a volta de Jesus. Sendo assim, podemos nos apressar em proclamar o Sábado de forma mais plena!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/heb/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



HEBREUS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de fevereiro de 2025, 0:50
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1103 palavras

Uma exortação à fidelidade e à aceitação da oferta divina de salvação. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Sendo-nos deixada a promessa. A promessa de entrar no “descanso” de Deus não foi retirada como resultado dos repetidos erros de Israel. A promessa continua válida e se repete a cada geraçãoComentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 448.

A repetição da promessa do Sl 95 (Hb 4:6, 7) significa que ela continua válida. Bíblia de Estudo Andrews.

descanso de Deus. Refere-se à promessa do “evangelho”, que é a salvação (v. 2; 1:14; 2:3, 4). Bíblia de Estudo Andrews.

Tenha falhado. Ou seja, assim como o antigo Israel não havia conseguido entrar no prometido descanso de Deus. CBASD, vol. 7, p. 449.

2 Os israelitas dos dias de Moisés ilustram um problema enfrentado por muitos que enchem nossas igrejas hoje. Eles sabem muito sobre Cristo, mas não os conhecem pessoalmente – eles não combinam seu conhecimento com fé. Deixe que as Boas Novas sobre Cristo beneficiem sua vida. Creia nele e então haja de acordo com o que você sabe. Confie em Cristo e faça o que ele diz. Life Application Study Bible Kingsway.

3 Descanso. O descanso em que os cristãos, incluindo os de origem judaica, entram é o mesmo ao qual Deus tinha convidado o antigo Israel a entrar. É um descanso de alma que resulta da entrega total a Cristo e da integração da vida ao propósito eterno de DeusCBASD, vol. 7, p. 449.

nós, os que cremos, entramos naquele descanso. Assim como o ato de entrar no descanso de Canaã exigia fé na promessa de Deus, também só entramos no descanso da salvação mediante a fé na pessoa e obra de Jesus Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O descanso ao qual Deus nos convida (v. 10,11) não é nosso descanso, mas o descanso dele, que ele nos convida a compartilhar. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 descansou Deus, no sétimo dia. O descanso de Deus foi inaugurado no SÁBADO da criação e está disponível aos que creem, desde então. Bíblia de Estudo Andrews.

Deus descansou no sétimo dia, não porque estivesse cansado, mas para indicar a conclusão da criação. O mundo era perfeito, e Deus estava satisfeito com ele. Este descanso é uma antecipação da nossa alegria eterna quando a criação será renovada e restaurada, toda marca de pecado será removida, e o mundo será aperfeiçoado novamente. Nosso descanso sabático em Cristo começa quando confiamos nele para completar sua boa e perfeita obra em nós. Life Application Study Bible Kingsway.

6 Não entraram. A geração de israelitas que deixou o Egito “não entrou” na terra da promessa, e os que entraram em Canaã, como nação, nunca entraram no descanso espiritual que Deus lhes propôs. CBASD, vol. 7, p. 452.

6-8 A entrada de Israel na terra de Canaã sob o comando de Josué era um modo parcial e temporário de entrar no descanso de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

7 Hoje é o melhor momento para encontrar paz com Deus. Amanhã pode ser tarde. Life Application Study Bible Kingsway.

9 um repouso. Literalmente, “um repouso sabático”. O repouso no sábado simboliza e celebra a bondade e a salvação de Deus (Êx 20:11; Dt 5:15). Bíblia de Estudo Andrews.

Povo de Deus. Ou seja, os cristãos, que agora são o povo escolhido de Deus tão verdadeiramente quanto os israelitas o foram no passado. CBASD, vol. 7, p. 455.

10 Descansou de suas obras. Quem confia na obra perfeita de Cristo … não tentará ganhar a salvação por boas obras. Bíblia Shedd.

Se Deus descansou da obra da criação, o crente deixa de empreender esforços para merecer a salvação pelas próprias obras e descansa na obra consumada de Cristo na cruz. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 Esforcemo-nos. Ou, “sejamos zelosos”, “façamos todo o esforço”. É necessário esforço diligente e determinado a fim de entrar no “descanso” de Deus. CBASD, vol. 7, p. 455.

Não um chamado a merecermos a salvação pelas obras, mas uma exortação para entrarmos no descanso da salvação pela fé e não seguirmos o triste exemplo de Israel no deserto. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Se Jesus providenciou nosso descanso pela fé, por que devemos “fazer todo esforço para entrar naquele descanso”? Esta não é luta de fazer o bem para obter a salvação, nem é uma luta mística para superar o egoísmo. Refere-se a fazer todo esforço para apreciar e se beneficiar do que Deus já providenciou. A salvação não deve ser tomada como garantida; apropriar-se do presente que Deus oferece requer decisão e comprometimento. Life Application Study Bible Kingsway.

A fim de que ninguém. Aquele que se esforça para “entrar naquele descanso” se desvia da armadilha da descrença em que o antigo Israel caiu. CBASD, vol. 7, p. 455.

12 A palavra de Deus não é simplesmente uma coleção de palavras de Deus, um veículo para comunicar ideias; ela é viva, transformadora e dinâmica, pois opera em nós. Com a incisividade de um bisturi de cirurgião, a palavra de Deus revela que somos e o que não somos. Ela penetra no cerne de nossa vida moral e espiritual. Ela discerne o que está dentro de nós, tanto o bem quanto o mal. As demandas da palavra de Deus exigem decisões. Não devemos apenas ouvir a palavra; devemos também deixá-la moldar nossas vidas. Life Application Study Bible Kingsway.

alma e espírito, juntas e medulas. A totalidade e a profundidade da pessoa humana. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Pensamentos e propósitos. Ou, “pensamentos e motivos”, “pensamentos e intenções”. Como uma lâmina afiada que separa “juntas” de “medulas”, os claros princípios da “palavra de Deus” discernem entre o bem e o mal, entre os pensamentos e motivos certos e errados. CBASD, vol. 7, p. 456.

14 Conservemos firmes. Do gr. krateō, “ter a posse de”, “reter”, como a própria vida. Cristo é digno de nossa plena fé e confiança, e nada deve ser permitido entre nós e EleCBASD, vol. 7, p. 457.

15 A nossa semelhança. Em todos os aspectos, a não ser pelo pecado. Ele Se tornou um conosco. CBASD, vol. 7, p. 457.

16 A oração é nossa aproximação de Deus, e devemos vir “com confiança”. Alguns cristãos se aproximam de Deus mansamente, com a cabeça baixa, com medo de pedir que ele atenda às suas necessidades. Outros oram levianamente, dando pouca atenção ao que dizem. Venha com reverência porque ele é seu Rei. Mas também venha com ousada segurança porque ele é seu Amigo e Conselheiro. Life Application Study Bible Kingsway.

Para socorro em ocasião oportuna. Isto é, em tempos de tentação. Precisamos da graça para suportar as dificuldades e o sofrimento, bem como para vencer a tentação. Aquele que vai diariamente ao trono da graça para novos suprimentos de misericórdia e graça entra no “descanso” que Deus provê a todo crente sincero. CBASD, vol. 7, p. 458.



Hebreus 4 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de fevereiro de 2025, 0:45
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Cada capítulo deste livro é uma continuação do anterior, culminando na mensagem mais importante de Hebreus: “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre” (Hb.13:8). Ao fazer menção ao descanso “no sétimo dia” (v.4), o autor volveu o olhar dos judeus para o sábado que o Senhor instituiu ao concluir a criação, e não no Sinai. Além de representar a imutabilidade da Lei de Deus, as tábuas de pedra também representavam a dureza de coração de um povo que havia esquecido do seu Deus. Houvessem eles crido em Deus e se mantido fiéis aos Seus mandamentos imutáveis, e não teria sido necessário esculpi-los em pedras.

O “descanso de Deus” (v.10) é a recompensa que Ele dá ao homem pelas obras que Ele mesmo realiza e a oportunidade de exercer a fé nAquele que nos mantém. Quando Adão e Eva cessavam suas tarefas no Éden a cada semana, no sábado experimentavam com deleite observar, na companhia de seu Criador, uma flor a desabrochar, uma fruta amadurecer, um animalzinho a nascer, uma semente a brotar, e percebiam que tudo aquilo não acontecia pelo trabalho de suas mãos, mas unicamente pelas mãos do soberano Provedor. Suas mentes se voltavam ainda mais para Deus, e uniam suas vozes as dos anjos em louvor ao Verbo que tudo criara e mantinha. Era o próprio Jesus que andava com eles no jardim e os instruía em perfeita sabedoria. Após a queda, afastados deste contato face a face com Cristo, o sábado tornou-se um alívio aos fardos do trabalho fatigante de cada semana. Imagino o quanto o casal edênico lembrava de como aquele dia era observado no Éden e glorificavam a Deus por Sua misericórdia em mantê-lo como um sinal de que um dia eles estariam no Éden restaurado adorando ao Senhor “de um sábado a outro” (Is.66:23).

O convite de Jesus à humanidade tem uma íntima ligação com o sábado que Ele criou “por causa do homem, e não o homem por causa do sábado” (Mc.2:27). Ele diz: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o Meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” (Mt.11:28-29). Percebam que logo após essas palavras, Jesus mostrou aos fariseus o verdadeiro significado do descanso sabático, como um dia de misericórdia e não de sacrifícios, e que Ele é o “Senhor do sábado” (Mt.12:8). O sábado vem até nós como uma bênção da criação, que o pecado não pôde destruir. É Jesus nos chamando para irmos até Ele, recebendo alívio e conforto de nossas labutas semanais e dEle aprendendo neste dia de especial comunhão com Ele. Apenas duas pessoas de todo o povo de Israel que saiu do Egito entraram em Canaã, porque confiaram na boa mão do Senhor e foram obedientes. Apenas um remanescente restará de todos os povos, e línguas, e nações da Terra, que irá perseverar até ao fim em confiar no Senhor e entrará, portanto, na Canaã celestial: “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).

Em todo o tempo Deus ensinou ao Seu povo que descansar nEle não se trata de uma obediência pesada, mas leve e motivada pelo amor. Infelizmente, Israel falhou em compreender que diante dele, a cada sábado, estava Aquele que caminhava no Éden com nossos primeiros pais. Hoje é o tempo da oportunidade que nos resta para aceitarmos este descanso. “Esforcemo-nos, pois, por entrar naquele descanso, a fim de que ninguém caia, segundo o mesmo exemplo de desobediência” (v.11). “Porque não temos Sumo Sacerdote que não possa compadecer-Se das nossas fraquezas; antes, foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado” (v.15). Jesus observou o sábado com Seus discípulos da mesma forma que O fazia com Adão e Eva, ao colher os frutos da terra e proporcionar-lhes momentos de deleite físico, de renovação mental e de enriquecimento espiritual.

Em nossas mãos está a Palavra de Deus, que “é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes […] e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração” (v.12). E em toda ela não encontramos um só versículo em que o Senhor revogue o que Ele mesmo instituiu como um dia santo desde a criação do mundo. Como também não há um versículo sequer que indique outro dia como substituto do santo sábado. Quando descansamos em Cristo, Aquele que, no sábado, descansou na tumba fria, e nEle depositamos toda a nossa confiança, O obedecemos “com alegria e não gemendo” (Hb.13:17). Portanto, “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (v.7). Assim como o sábado não é um dia de holocaustos, mas de misericórdia (Mt.12:7), “acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (v.16).

Nosso Deus e Criador, nós Te agradecemos pela bênção semanal, que é o Teu santo sábado! Muito obrigado, nosso Pai, por separar para nós este dia especial de comunhão especial Contigo! Um dia que nos lembra a quem pertencemos, de onde viemos e para onde estamos indo. Queremos estar prontos para entrar na Canaã celestial. Que a Tua Palavra continue operando em nós a santificação que tanto necessitamos! E que os nossos olhos estejam sempre no santuário, de onde Jesus intercede por nós e Se compadece das nossas fraquezas. Batiza-nos com Teu Espírito, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, aqueles que descansam em Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Hebreus4 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HEBREUS 4 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de fevereiro de 2025, 0:40
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HEBREUS 4 – Três aspectos destacam-se neste capítulo:

1. O descanso sabático como antecipação do descanso escatológico: Hebreus 4:1-11 não apenas reafirma a validade do sábado, mas também o conecta ao descanso final dos redimidos. Desta forma, o sábado semanal vai além de um mero memorial da criação (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11); pois é um sinal profético do descanso escatológico (Isaías 66:22-23).

• O sétimo dia, divinamente separado, é uma amostra do descanso eterno que será concedido aos fiéis na Nova Terra; acreditar nisso motiva o cristão a guardar o sábado neste mundo. Assim, observar o quarto mandamento da Lei divina é um sinal de lealdade exclusiva a Deus no tempo do fim (Apocalipse 14:7, 12).

2. A relação entre a fé e a entrada do descanso prometido: Hebreus 4:2-4 menciona que Israel não pôde entrar no descanso de Deus por causa da incredulidade; assim como os israelitas perderam a entrada na Terra Prometida por falta de fé, aqueles que rejeitam a graça de Cristo hoje também perderão o descanso final no Reino de Deus.

• A entrada no descanso escatológico depende da perseverança na fé e da obediência à vontade de Deus. Precisamos fugir dos erros dos israelitas do passado.

3. O papel de Cristo como Sumo Sacerdote na experiência final do crente fiel: Hebreus 4:14-16 destaca que Cristo é nosso Sumo Sacerdote, que atua no Santuário Celestial, onde realiza a obra de intercessão e de juízo antes de Seu retorno (Daniel 8:14; Apocalipse 14:6-7). Por isso, os crentes são convidados a se aproximarem do trono da graça antes que chegue o descanso escatológico, o qual será plenamente realizado quando Cristo concluir Sua obra sacerdotal e retornar para buscar os Seus.

• É a intercessão de Cristo no Santuário Celestial que garante a entrada no descanso prometido, revelado em Sua Palavra.

Hebreus 4:12-13 merece atenção! Ali há uma verdade inescapável: A Palavra de Deus não é um mero conjunto de letras, mas uma força ativa que julga pensamentos, intensões e expõe o íntimo do ser humano. Ela é poderosa: desnuda a alma – nenhuma máscara religiosa, nenhuma fachada de piedade resistirá diante da inspeção divina!

Antes de adentrarmos o descanso escatológico prometido, seremos provados pela Palavra: Serão separados os cristãos verdadeiros dos falsos cristãos e dos incrédulos…

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 3 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
22 de fevereiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: HEBREUS 3 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 3 – BLOG MUNDIAL

HEBREUS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



HEBREUS 3 by Luís Uehara
22 de fevereiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hb/3

Paulo abre o capítulo de Hebreus 3 com um convite para “pensarmos cuidadosamente” sobre Jesus como nosso Sumo Sacerdote! E exatamente no que devemos pensar ao ponderar sobre a realidade do nosso Senhor?

Ah! Paulo queria que nos deliciássemos no doce conhecimento de como Jesus contrasta com Moisés! Sim, “Moisés foi fiel como servo em toda a casa de Deus.” Mas a maior verdade que Paulo deseja que todo leitor aprecie é que “Sua obra [de Moisés] foi uma ilustração das verdades que Deus revelaria mais tarde” (v. 5).

E o que essa “ilustração” pode incluir? Bem, Paulo imediatamente nos incentiva a nos apegarmos “firmemente à confiança e à esperança da qual nos gloriamos” e assim evitarmos os erros horríveis do antigo Israel “quando se rebelaram (endureceram seus corações) … no deserto” (v. 8).

Como resultado da rebelião de Israel, eles não puderam no “lugar de descanso” (v. 11). Eles não puderam desfrutar da verdadeira comunhão sabática com Deus enquanto O “desobedeciam” (v. 18). E então, no versículo 19, Paulo fecha o capítulo comparando a desobediência com a “incredulidade”.

Algo surpreendente! Hebreus 3 diz que a incredulidade é expressa na desobediência e a fé sempre é expressa pela obediência! Assim, em vez de separar a justiça pela fé do comportamento, Paulo proclamava em voz alta que a fé genuína sempre leva à obediência centrada em Cristo!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/heb/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



Hebreus 3 – Comentários Selecionados by Jeferson Quimelli
22 de fevereiro de 2025, 0:50
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1760 palavras

Exortação aos leitores para que permanecessem fiéis a Jesus, de modo que recebessem o que Deus havia prometido. Bíblia de Estudo Andrews.

3.1 – 4.13 Exposição de Sl 95.7-11, que ressalta a superioridade de Cristo sobre Moisés e adverte contra a desobediência e a incredulidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1,2 Cristo é o Apóstolo (representante) perfeito de Deus entre os homens. Sumo Sacerdote. Ele é nosso perfeito representante diante de Deus. Sua fidelidade de mostrou na consumação da obra que Deus Lhe deu (Jo 17.4). Casa. Isto é, “família”. Bíblia Shedd.

1-6 Jesus é exemplo de fidelidade. Bíblia de Estudo Andrews.

1 Santos irmãos. Todos os crentes são “irmãos” em Cristo. Considerando, porém, que Hebreus é dirigido principalmente aos judeus cristãos, o termo “irmãos” aqui parece se referir a esse grupo mais restrito. O assunto dos capítulos seguintes, as lições da história do antigo Israel, seria particularmente significativo para os “irmãos” judeus em Cristo. Eles são chamados de “santos”, no sentido de que sua vida era dedicada a Deus, não no sentido de que eles não tinham falhas ou deficiênciasComentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 439.

2,3 Para o povo judeu, Moisés era um grande herói; ele havia conduzido seus ancestrais, os israelitas, da escravidão egípcia à fronteira da terra prometida. Ele também havia escrito os cinco primeiros livros do Antigo Testamento, e ele foi o profeta por meio de quem Deus havia dado a lei; portanto, Moisés foi o maior profeta nas Escrituras. Mas Jesus é digno de maior honra como a figura central da fé do que Moisés, que era meramente um servo humano. Jesus é mais que humano; Ele é o próprio Deus (1:3). Assim como Moisés tirou o povo de Israel da escravidão egípcia, Cristo nos tira da escravidão do pecado. Por que se contentar com Moisés, pergunta o autor de Hebreus, quanto você pode ter Jesus Cristo, que nomeou Moisés? Life Application Study Bible Kingsway.

2 Fiel. A referência aqui é à fidelidade de Jesus a toda a Sua missão na Terra. Na encarnação, Ele Se humilhou, abriu mão das prerrogativas da Divindade. Tomando a natureza humana, suportou as privações e tentações que cercavam Sua vida na Terra e avançou com determinação e coragem para a cruz. Em todas as coisas, Ele foi fiel ao plano que tinha sido definido antes da criação do mundo. A salvação é grande por sua realização: a renovação do corpo, alma e espírito, e a exaltação da humanidade a um lugar no Céu. CBASD, vol. 7, p. 439.

como também o era Moisés. Deus testificou a respeito de seu “servo” Moisés: “É fiel em toda a minha casa” (Nm 12:7). Bíblia de Estudo Andrews.

3 o construtor […] tem mais honra do que a própria casa. Jesus é o próprio construtor da casa (ou do lar), ao passo que Moisés simplesmente fazia parte dela. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Para testemunho. A vida e o serviço fiel de Moisés antecipavam a fidelidade de Cristo quando viesse à Terra. Na verdade, todo o sistema cerimonial instituído por Moisés, sob a direção de Deus, deveria servir “para testemunho das coisas que haviam de ser anunciadas”. Era um “testemunho” do ministério de Cristo como “o Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão”CBASD, vol. 7, p. 441.

7-11 O autor interpreta o Sl 95:7-11 à luz da rebelião em Cades. Bíblia de Estudo Andrews.

7-19 A geração israelita do deserto é citada como exemplo de apostasia. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Diz o Espírito Santo. Novamente encontramos a inspiração do AT. Bíblia Shedd.

8 Não endureçais o vosso coração. Ou seja, não rejeiteis nem negligencieis o apelo misericordioso da voz de DeusCBASD, vol. 7, p. 442.

Os israelitas viram os milagres de Deus em seu favor; entretanto, atribuíram ao Senhor o mau desígnio de planejar matá-los no deserto (Nm 14:3). Em vez de acreditar em Deus, creram na palavra dos espias que percorreram a terra somente. Rejeitaram Moisés e decidiram escolher outro líder que os levaria de volta ao Egito (Nm 14:4). Por fim, quando Josué e Calebe os exortaram energicamente a crer em Deus, os israelitas quiseram apedrejá-los (Nm 14:6-10). Bíblia de Estudo Andrews.

Em muitos lugares, a Bíblia nos adverte a não “endurecermos” nossos corações. Isso significa nos colocarmos teimosamente contra Deus, de modo que não sejamos mais capazes de nos voltar para ele em busca de perdão. Os israelitas endureceram o coração quando desobedeceram à ordem de Deus de conquistar a terra prometida (aqui chamada de “a rebelião”, veja Números 13; 14; 20; e Salmo 95). Tenha cuidado para obedecer à palavra de Deus e não permita que seu coração se endureça. Life Application Study Bible Kingsway.

No original, provocaçãotentação são nomes – Meribá e Massá. Bíblia Shedd.

9 Viram as Minhas obras. Ou seja, os israelitas testemunharam múltiplos casos da providência divina, que deveriam ter sido suficientes para levá-los a uma experiência de plena confiança na sabedoria e no poder de Deus. Houve repetidas ocasiões em que Deus poderia tê-los abandonado para seguir seus próprios caminhos perversos. Mas, misericordiosamente, Ele continuou pacientemente a suportá-los. CBASD, vol. 7, p. 443.

11 Descanso. Aponta para o recebimento completo dos benefícios prometidos por Deus. Bíblia Shedd.

Não entrarão no meu descanso. O juramento de Deus só confirmou o desejo do povo morrer no deserto (Nm 14:2). O arrependimento demonstrado não foi genuíno. Pela segunda vez, os israelitas foram desobedientes à ordem divina e rejeitaram os líderes escolhidos pelo Senhor (Nm 14:40-45). Bíblia de Estudo Andrews.

O descanso de Deus tem vários significados nas Escrituras: (1) o sétimo dia da criação e o sábado semanal que o comemora (Gênesis 2:2; Hebreus 4:4-9); (2) a terra prometida de Canaã (Deuteronômio 12:8-12; Salmo 95); (3) paz com Deus agora por causa do nosso relacionamento com Cristo pela fé (Mateus 12:28; Hebreus 4:1, 3, 8-11); e (4) nossa futura vida eterna com Cristo (Hebreus 4:8-11). Todos esses significados provavelmente eram familiares aos leitores judeus cristãos de Hebreus. Life Application Study Bible Kingsway.

12-14 Nossos corações se afastam do Deus vivo quando teimosamente nos recusamos a crer nele. Se persistirmos em nossa descrença, Deus acabará nos deixando sozinhos em nosso pecado. Mas Deus pode nos dar novos corações, novos desejos, e novos espíritos (Ezequiel 36:22-27). Para evitar ter um coração descrente, permaneça em comunhão com outros crentes, fale diariamente de sua fé mútua, esteja ciente do engano do pecado (ele atrai, mas também destrói) e encorajem uns aos outros com amor e preocupação. Life Application Study Bible Kingsway.

12 Perverso coração de incredulidade. Esta sempre fora raiz da dificuldade na relação da humanidade com Deus. Assim foi com Israel no deserto e, mais tarde, na terra de Canaã. Essa mesma dificuldade impede que os cristãos nominais entrem na experiência do “descanso” que é possível por uma verdadeira fé em Cristo. A falta de fé de Israel está em contraste com a fidelidade de Moisés e de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 445.

para que nenhum de vocês […] se afaste do Deus vivo. Afastar-se com rebeldia (lit., “apostatar”) de Deus é desviar-se da vida e escolher a norte, assim como fizeram alguns dos israelitas que saíram do Egito. Bíblia de Estudo NVI Vida.

incredulidade. Não se refere, neste caso, à falta de fé, mas a um ato de rejeição, isto é, a rejeição das promessas e do poder de Deus, da liderança de Jesus e da intercessão do Espírito. É o mesmo pecado descrito em 6:4-8; 10:26-31; 12:14-17). Bíblia de Estudo Andrews.

Tende cuidado. O primeiro antídoto contra a apostasia é uma análise fiel do coração (ver 12:15). Bíblia de Estudo Andrews.

13 Exortai-vos mutuamente. O segundo antídoto (ver v. 12) é a aceitação da oferta divina de salvação. Bíblia de Estudo Andrews.

Endurecido. O engano do pecado produz endurecimento (cf 2.8; Jr 17.9). Tanto Satanás como nosso próprio coração querem nos convencer que atitudes e práticas erradas não são pecaminosas. Bíblia Shedd.

Engano. Ou, “ilusão”, “fraude”. As pessoas são atraídas para o pecado porque este parece desejável. Quando Eva viu que o que Deus tinha advertido a não comer parecia “bom”, “agradável” e “desejável”, ela cruzou a linha que separa a justiça e o pecado. O cristão sincero deve cuidar quando qualquer coisa contra o que Deus advertiu começa a parecer atraente e desejável. Quando o que Deus disse ser errado começa a parecer bom, o cristão pode saber que está no terreno encantado de Satanás, em que as coisas parecem ser opostas ao que realmente são. CBASD, vol. 7, p. 446.

14. Participantes de Cristo. Ou, “participantes em Cristo”. O cristão tem parte na vitória e no caráter do bendito Senhor. Participa dos benefícios e das bênçãos que a Jesus cabe desfrutar, como resultado do grande sacrifício na cruz e de Seu ministério como sumo sacerdote nas cortes celestiais. A união com Cristo, aqui e agora, é uma experiência preciosa. Este é o “descanso” em que devemos entrarCBASD, vol. 7, p. 446.

Desde o princípio. Depois de um tempo, a fé envolvente que acompanha a conversão pode se arrefecer, e o coração cálido pode esfriar. Feliz o cristão que preserva sua primeira fé ao longo da vidaCBASD, vol. 7, p. 446.

15-19 Os israelitas falharam em entrar na terra prometida porque não acreditaram na proteção de Deus, e não acreditaram que Deus os ajudaria a conquistar os gigantes na terra (veja Números 14; 15). Então Deus os enviou para o deserto para vagar por 40 anos. Esta foi uma alternativa infeliz ao presente maravilhoso que ele havia planejado para eles. A falta de confiança em Deus sempre nos impede de receber o Seu melhor. Life Application Study Bible Kingsway.

Hoje. I. e., nesta época da graça, a palavra de Deus precisa ser ouvida diariamente com coração disposto a obedecer. Bíblia Shedd.

16 Quais. Ou seja, os que se rebelaram em Cades-Barneia. Este é um eufemismo, pois quase todos os libertados do Egito estavam envolvidos na rebelião e pereceram no deserto. CBASD, vol. 7, p. 447.

É muito perigoso concluir que a maioria está sempre certa. A democracia na igreja pode ser instrumento de Deus ou do diabo. Bíblia Shedd.

19 Não puderam entrar. A geração de israelitas cuja rebelião atingiu o clímax em Cades-Barneia foi impedida de entrar na terra prometida por causa desse problema fundamental, e não por um ato arbitrário da parte de Deus ou porque Moisés houvesse falhado em prover liderança eficaz. Moisés foi “fiel em toda a casa de Deus” e, por isso, não pode ser acusado dessa falha. A falta de fé daquela geração, demonstrada pela desobediência, tornou impossível que entrasse na terraCBASD, vol. 7, p. 447.

Incredulidade. A “falta de fé” do povo contrasta com a fidelidade de Moisés. Se o povo tivesse sido mais semelhante a ele, poderia ter entrado na terra. Assim como Moisés, Cristo também é “fiel” e não pode ser responsabilizado pela falha de alguns cristãos em entrar no “descanso” espiritual prometido. Esta é a lição extraída pelo autor da experiência do antigo IsraelCBASD, vol. 7, p. 447.



Hebreus 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de fevereiro de 2025, 0:45
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Pela primeira e única vez nas Escrituras, Jesus recebeu o título de “Apóstolo” (v.1). Como alguém que deixa a sua própria vontade de lado, Cristo veio e cumpriu fielmente a Sua missão conforme a vontade de Seu Pai. Sendo o superior e incomparável Apóstolo, preparou a primeira formação de apóstolos que, seguindo o Seu exemplo, renunciaram a própria vida por amor ao evangelho que creram e abraçaram. Crer na Palavra de Deus e em Cristo consiste em seguir os passos de Jesus, assim como Ele andou sobre as pegadas de Deus (Jo.15:10). A expressão “santos irmãos” (v.1) indica o cuidado e o amor do autor para com os judeus cristãos, a fim de deixar claro que o seu objetivo não era feri-los, mas orientá-los quanto ao perigo de sustentar uma religião cerimonialista, tradicional, mas nada relacional.

A consideração e o respeito por Moisés e “suas leis” eram elevados acima da honra que deveria ser dada ao Legislador divino. O recado do autor foi mais ou menos o seguinte: “Ei, vocês que foram separados para habitar no Céu, considerem com muita atenção a obra realizada por Cristo na Terra e a obra que agora Ele realiza no Céu”. Ele não disse, observem as obras de Moisés, ou de Abraão, ou de outro patriarca. Mas colocou em ordem os papéis que estavam sendo invertidos. “E Moisés era fiel, em toda a casa de Deus, como servo […] Cristo, porém, como Filho, em Sua casa” (v.5-6). Cristo e Sua Palavra devem compor o fundamento de nossa fé. Construir a casa sobre esta Rocha, “a qual casa somos nós” (v.6), será a nossa única segurança frente à derradeira tempestade que se aproxima.

Tal fundamento possui um significado que Jesus mesmo descreveu: “Todo aquele, pois, que ouve estas Minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha” (Mt.7:24). Tiago complementou este pensamento, ao dizer: “Tornai-vos, pois, praticantes da Palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos” (Tg.1:22). Ouvir e praticar são as duas ações que se fundem no plano da salvação. Precisamos compreender as palavras que Jesus dirigiu aos Seus conterrâneos judeus: “Porque, se, de fato, crêsseis em Moisés, também creríeis em Mim; porquanto ele escreveu a Meu respeito. Se, porém, não credes nos seus escritos, como crereis nas Minhas palavras?” (Jo.5:46-47). Ora, Jesus estava falando aos homens que se diziam fiéis cumpridores da lei de Deus e dos estatutos dados a Moisés. Como, pois, Jesus afirmou que eles não criam nos escritos de Moisés?

Ao citar o exemplo da rebelião de Israel no deserto, o autor de Hebreus revelou o verdadeiro significado do que seja crer conforme a Bíblia: “E contra quem jurou que não entrariam no Seu descanso, senão contra os que foram desobedientes? Vemos, pois, que não puderam entrar por causa da incredulidade” (v.18-19). Ao igualar a desobediência à incredulidade, o autor não abriu um precedente à salvação pelas obras, mas em que a salvação sempre resulta em boas obras, as obras do Espírito Santo. “Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (v.7-8). A humanidade tem enganado a si mesma ao resistir à voz de um Consolador que está prestes a encerrar a Sua missão nesta terra. E o “engano do pecado” (v.13) endurece o coração até que se torne insensível à voz do Espírito Santo.

A resposta de Paulo ao carcereiro romano, portanto, não foi uma frase de efeito apenas, mas uma firme decisão que pode definir o nosso destino eterno: “Crê no Senhor Jesus e serás salvo, tu e tua casa” (At.16:31). Aquele que veio “engrandecer a lei e fazê-la gloriosa” (Is.42:21), está reunindo os Seus últimos e fiéis servos, cuja vida está edificada sobre a Rocha, “porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo.4:23). Homens e mulheres, que como o salmista, possam exclamar: “Quanto amo a Tua lei! É a minha meditação todo dia!” (Sl.119:97). Servos fiéis de Deus cuja obediência exale o bom perfume de Cristo, e não o legalismo de um fariseu. “Porque nos temos tornado participantes de Cristo, se, de fato, guardarmos firme, até ao fim, a confiança que, desde o princípio, tivemos” (v.14).

Deseja ser um fiel servo de Cristo? Peça ao Espírito Santo que lhe ajude a viver como Ele viveu, “tornando-se obediente até à morte” (Fp.2:8.). E logo a recompensa virá: “Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap.2:10).

Nosso Deus Criador, louvado seja o Teu nome por mais um sábado; o único mandamento que o Senhor iniciou dizendo: “Lembra-te”! Israel teve o privilégio de ver os Teus mandamentos escritos pelo Teu dedo em tábuas de pedra, mas não entenderam que eles precisavam, acima de tudo, estar escritos no coração. Da mesma forma não adianta sermos meramente conhecedores da Tua Palavra se não a praticarmos. Pai, queremos, como Davi, guardar a Tua Palavra em nosso coração para não pecar contra Ti. Queremos meditar nela dia e noite com alegria. Queremos Te obedecer porque Te amamos. Queremos ter o caráter de Jesus em nós, e esse caráter está codificado em Teus mandamentos. Livra-nos de um perverso coração de incredulidade! Faz-nos habitação do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, fiéis servos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Hebreus3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HEBREUS 3 – COMENTÁRIO PR Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
22 de fevereiro de 2025, 0:40
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HEBREUS 3 – Pode ser que acostumamo-nos com o fato de sermos cristãos; consequentemente, relaxamos e nos acomodamos num estágio, quando deveríamos continuar avançando. O livro de Hebreus visa tirar-nos de nossa zona de conforto e apelar veementemente pela nossa consagração incessante.

Veja que este livro foi elaborado visando alcançar desde o culto ao iletrado. “Hebreus começa como um tratado, transcorre como um sermão e termina como uma carta. A carta tem linguagem, estilo e estrutura cuidadosamente elaborada. É o livro do Novo Testamento cuja linguagem mais se aproxima dos clássicos gregos e tem a mais refinada retórica de seu tempo” (Álvaro César Pestana).

O capítulo supracitado tem a seguinte síntese, conforme Simon Kistemaker:

A. Uma comparação entre Jesus e Moisés (vs. 1-6);
B. Uma advertência contra a descrença:
1. Escrituras (vs. 7-11);
2. Aplicação (vs. 12-15);
3. Conclusão (vs. 16-19).

Para meditar:

• Na jornada cristã é importante aceitar o apelo para considerar o Apóstolo e Sumo Sacerdote de nossa confissão: Jesus Cristo, maior que Moisés em honra e glória.
• A perseverança que o cristão deve prezar difere grandemente da premissa: “Uma vez salvo, salvo para sempre”. Por isso, “seremos companheiros de Cristo se continuarmos firmes até o fim na confiança que temos tido desde o princípio” (v. 14).
• Os crentes precisam ser confrontados pelas palavras do Espírito Santo: “Hoje, se ouvires a Sua voz [de Deus], não endureçais o vosso coração…” tanto quanto os descrentes e incrédulos.
• Rebelar-se contra Deus significa rejeitar a vida presente e a futura. Incredulidade só resulta em fatalidades.
• A desobediência tem sua raiz na incredulidade. A piedade prática tem sua raiz na consagração diária e submissão à Palavra de Deus.
• O passar do tempo não deve resultar num endurecer do coração, mas em amolecer, para que não venhamos esmorecer antes de chegar ao nosso destino.
• “Os cristãos hebreus compunham uma ‘igreja cansada’ e prestes a se desviar. A carta vai tentar impedir o desvio pelo fortalecimento da fé e esperança” (Pestana).
• O apelo incrustado em cada página de Hebreus deve nos despertar para a realidade de perseverar.

O agora é a certeza que temos para tomar a decisão certa ao lado da salvação, amanhã é incerto.

Por conseguinte, nunca deixe para amanhã o que se deve fazer hoje! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.