Reavivados por Sua Palavra


HEBREUS 10 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
1 de março de 2025, 1:30
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Texto bíblico: HEBREUS 10 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 10 – BLOG MUNDIAL

HEBREUS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



HEBREUS 10 by Luís Uehara
1 de março de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hb/10

Neste ponto de sua carta, Paulo nos surpreende com a proclamação de que Deus simplesmente não “se agrada” com a morte sacrificial de animais.

O que? Essa prática não foi iniciada pelo próprio Deus? Sim, foi. Mas apenas para ensinar a verdade maior que é: Confie em Jesus! Anseie (se você vivia nos tempos do Velho Testamento) por Aquele que vai sacrificar Seu próprio corpo a fim de fazer a vontade do Pai!

E quanto a nós? Olhamos para cima, para o nosso Jesus, que, por sua morte “abriu um novo e vivificante caminho através da cortina” para que possamos “ir direto à presença de Deus com coração sincero, confiando plenamente nele” (vv. 20, 22).

A fé genuína em Jesus, cujo sangue pode nos purificar, permite-nos que “apeguemo-nos com firmeza à esperança que professamos, pois aquele que prometeu é Fiel.” (v. 23).

Não é de admirar que Paulo implore para “motivarmos” uns aos outros na prática de “atos de amor e boas obras” (v. 24). E, nesse contexto, ele também nos incentiva fortemente a frequentar a igreja regularmente!

O capítulo dez termina com outra advertência contra a incredulidade, e então afirma que o leitor não é “como aqueles que retrocedem (se afastam de Deus)” (v. 39), mas em vez disso, estará entre os fiéis que receberão a salvação de Deus!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/heb/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



HEBREUS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
1 de março de 2025, 0:50
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734 palavras

1 Sombra. Uma sombra mostra apenas as linhas gerais do original. Assim, não se deve esperar completa semelhança entre a sombra e o objeto que a molda. A palavra é aqui contrastada com “imagem” (eikōn), que indica uma representação mais próxima (Ap 3:14). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 498.

As sombras são passageiras e transitórias. Ao se referir a sombras, o autor fala do sacerdócio levítivo (7:23-28), do santuário terrestre (8:5) e do sacrifício de animais (9:1-24), aspectos rituais da lei que prefiguravam as realidades da nova aliança (9:9; Cl 2:17). Ele argumenta que essas sombras foram abolidas quando chegou “a imagem real das coisas” (Hb 7:11-19; 9:8; 10:9, 18). Contudo, a lei em si permanece ao ser escrita no coração dos que creem (v. 16, 17; 8:7-12). Bíblia de Estudo Andrews.

5 Sacrifício e oferta. A afirmação de que Deus não desejava isso é referente ao oferecimento desses sacrifícios apenas como cumprimento de um ritual, sem a verdadeira devoção. Foi Cristo que instituiu o sistema sacrificial. Usado corretamente, era uma bênção ao adorador. Mas Deus não tinha prazer nos sacrifícios do adorador formal (Os 6:6). CBASD, vol. 7, p. 498.

14 Aperfeiçoou. O sacrifício único de Cristo realizou o que os sacrifícios contínuos dos sacerdotes não podiam realizar, pois estes não poderiam purificar a consciência. Quando o pecador aceita pela fé os benefícios desse único sacrifício, ele é aceito no Amado, sendo considerado perfeito, porque Cristo, o substituto, assume seu lugar (Rm 5:1). CBASD, vol. 7, p. 500.

22 Plena certeza. Aqueles que “se aproximam” devem fazê-lo com fé no poder de Cristo em purificar do pecado e conceder graça para viver acima do pecado. A dúvida e a incredulidade restringem a capacidade de se apropriar dos méritos do Salvador. CBASD, vol. 7, p. 502.

25 O Dia. A referência é ao dia de “juízo e fogo vingador” (v. 27), o dia em que “Aquele que vem virá” (v. 37). A expressão “vedes que o dia se aproxima” aponta para a antiga admoestação do Senhor, em resposta à indagação dos discípulos: “Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e da consumação do século” (Mt 24:3). A indagação e a resposta abrangem igualmente tanto a destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., quanto o fim do mundo. CBASD, vol. 7, p. 503.

26 Já não resta sacrifício. A lei mosaica prescrevia a morte, não sacrifícios, para os apóstatas obstinados (v. 28). Foi assim com Nadabe e Abiú (Lv 10:1-5), Coré, Datã, Abirão e seus 250 apoiadores (Nm 16:1-35). Sacrifícios por essas pessoas teriam sido inaceitáveis ao Senhor, pois tinham valor apenas como representação de corações arrependidos. CBASD, vol. 7, p. 504.

35-38  O autor encoraja seus leitores a não abandonar sua fé em tempos de perseguição, mas para mostrar pela sua perseverança que sua fé é real. Fé significa descansar naquilo que Cristo fez por nós no passado, mas também significa confiar nele pelo que fará por nós no presente e no futuro (veja Romanos 8:12-25; Gálatas 3:10-13). Life Application Study Bible Kingsway.

37 Aquele que vem. Ou seja, aquele que prometeu voltar (Jo 14:1-3). CBASD, vol. 7, p. 507.

Tardará. Do gr. chronizō, “passar o tempo”, “atrasar”. As promessas de Deus podem parecer demoradas, mas, a seu tempo, se cumprirão. CBASD, vol. 7, p. 507.

38 o meu justo viverá pela fé. A primeira parte do versículo é uma citação de Habacuque 2:4 (ver com. ali e em Rm 1:17; cf. Gl 3:11). Aqui, “o justo” deve”viver pela fé”, enquanto aguarda a prometida vinda de Cristo. Pela fé, ele suporta pacientemente os tempos de angústia que precedem Sua vinda. CBASD, vol. 7, p. 507.

Esta frase é citada muitas vezes no NT para apoiar o ensino de que as pessoas são salvas pela graça mediante a fé (Rm 1.17; Gl 3.11; cf. Ef 2.8) e devem viver pela fé (Hb 10.38, 39). Passou a ser o lema da reforma protestante do séc. XVI. Bíblia de Estudo Andrews (com. sobre Hb 2:4).

A citação de Hc 2.3-4 encoraja a perseverança; ela proclama que a espera pelo fim será breve, e que a do justo é necessária, e que retroceder provoca o aborrecimento de Deus; e este aborrecimento, como o próximo versículo deixa claro, significa o Juízo Final. Bíblia de Estudo NAA SBB.

A fé tem duas dimensões. Significa “confiança” nas promessas de Deus (v. 35) e “perseverança” em fazer a vontade divina (v. 36). Bíblia de Estudo Andrews.

39 Somos dos que. Diplomaticamente, o autor inclui todos os leitores no grupo que “viverá pela fé” (v. 38). A admoestação dos v. 23 a 36 sugere que alguns deles estavam em perigo de retornar “para a perdição”. Mas o escritor afasta o pensamento de que qualquer deles pudesse fazê-lo. CBASD, vol. 7, p. 507.



Hebreus 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
1 de março de 2025, 0:45
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Já vimos que todo o sistema sacrifical representava o sacrifício de Cristo Jesus, que viria a este mundo e pagaria o preço dos nossos pecados “com uma única oferta” (v.14). Vocês entendem a magnitude do sacrifício do Salvador? Os anjos do Céu desejavam tomar o Seu lugar! Mas somente o sacrifício do Criador poderia dar fim ao abismo que O separava de Sua criatura. Criatura alguma tem o poder de remir pecados. Porque há “um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm.2:5). Só pelo sangue de Cristo conseguimos ser envoltos pelo perdão de Deus! Só pelo sangue de Cristo há esperança e salvação! “Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” (v.10).

Após a morte de Cristo, não fazia mais sentido algum todos aqueles rituais do santuário, pois todos eles apontavam para o verdadeiro e único sacrifício válido e suficientemente eficaz. Jesus veio e cumpriu com fidelidade todo o plano da redenção. Em Israel, havia uma regra áurea que definia a sua vitória, ou a sua ruína, caso fosse descumprida: a obediência a Deus. A Bíblia deixa bem claro que quando o povo seguia as orientações e leis do Senhor prosperava, e, quando não, colhia resultados desastrosos. Entendam: Deus não castiga, mas Ele permite que soframos as consequências de nossas próprias escolhas, porque faz parte da liberdade que Ele mesmo nos concedeu. Porque tanto nos ama, nos deu o livre arbítrio.

No princípio do mundo, o mal já existia, pois se originou no coração de um anjo, que, ao se rebelar contra Deus, foi expulso do Céu com terça parte dos anjos (Ap.12:9). Deus precisava, portanto, colocar diante de nossos primeiros pais a escolha de obedecê-Lo ou não. Deus requer que O sigamos porque O amamos e não porque temos medo de ser por Ele castigados. A obediência a Deus, pois, é nada mais nada menos do que a colheita do amor que O devotamos. Obedecemos ao Senhor porque por Ele fomos salvos e confiamos em Seus propósitos! É em nosso coração que Ele deseja gravar a Sua santa, boa e justa lei: “Porei no seu coração as Minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei” (v.16). É o mesmo que os pais fazem com seus filhos. Todo pai e toda mãe aconselha seus filhos e espera como retorno a obediência. Assim é o nosso Pai, o nosso Criador. Quem melhor do que Ele para saber como devemos andar? Antes mesmo de O conhecermos, Ele nos amou! Antes mesmo de existirmos, Ele nos escolheu!

Pelo sangue de Jesus”, podemos “entrar no Santo dos Santos” (v.19) e nos aproximar de Deus “com sincero coração” (v.22). E após “lavado o corpo com água pura” (v.22), ou seja, mediante o batismo, devemos guardar “firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois Quem fez a promessa é fiel” (v.23), considerando “também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (v.24), congregando e fazendo “admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (v.25). São conselhos que devemos ter em grande conta, visto a nossa condição como última igreja de Cristo. “Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (v.37) e “o Senhor julgará o Seu povo” (v.30).

Jesus, mediante o Seu “Espírito da graça” (v.29), ainda está batendo à porta de cada coração (Ap.3:20). Abra a porta do seu coração e deixe entrar o Rei da glória! Você verá que nada neste mundo pode se comparar à beleza e à paz de um coração movido por Deus! Entregue toda a sua vida ao Senhor e Ele apagará o seu passado, conduzirá o seu presente e assegurará para você um futuro glorioso! “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão” (v.35).

Pai querido, quantas promessas preciosas encontramos em Tua Palavra, pois Tu és fiel! Promessas de perdão, de paz, de salvação, de vida eterna! Por meio de Jesus, do que Ele fez por nós, podemos viver neste mundo pela fé, mesmo em meio a tribulações, porque dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará. Essa bendita esperança enche o nosso coração de alegria ainda que entristecidos pelas dificuldades destes últimos dias. Louvado seja o Teu nome, Deus Altíssimo! Firma os nossos pés na Rocha que é Cristo e que nEle estejamos escondidos até a Sua vinda! Em nome de Cristo Jesus, nós oramos e confiamos de que nos ouves, Pai, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, justos que vivem pela fé!

Rosana Garcia Barros

#Hebreus10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HEBREUS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
1 de março de 2025, 0:40
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HEBREUS 10 – Hebreus 9 e 10 formam um elo inseparável na exposição do ministério sacerdotal de Cristo e na transição entre os sistemas cerimoniais da antiga aliança e a realidade da nova aliança.

• Hebreus 9 apresenta Cristo como Sumo Sacerdote do verdadeiro Tabernáculo Celestial, contrastando o serviço levítico, que era meramente sombra das realidades espirituais. O autor enfatiza que o sacrifício de animais não podia purificar a consciência (vs. 9-10), mas o sangue de Cristo, oferecido uma vez por todas, proporciona redenção eterna (vs. 12-14).
• Hebreus 10 avança esse argumento, mostrando que a repetição contínua dos sacrifícios do Antigo Testamento evidenciava sua insuficiência para remover pecados (vs. 1-4). Em contraste, o sacrifício único e perfeito de Cristo santifica definitivamente os crentes (vs. 10, 14). Isso fundamenta a confiança do cristão para entrar no Lugar Santíssimo, não mais por um sistema terrestre, mas pelo “novo e vivo caminho” aberto pelo próprio sangue de Jesus (vs. 19-20).

O impacto dessa conexão é profundo: Hebreus 9 destrói qualquer ilusão de salvação baseada em ritos; Hebreus 10 proclama que a única resposta legítima é a fé perseverante. Assim, somos chamados a nos achegar a Deus com “coração sincero e com plena convicção de fé” (vs. 22), sabendo que Cristo, nosso Sumo Sacerdote, intercede por nós no verdadeiro santuário, no Céu.

O livro de Hebreus não apenas apresenta a doutrina do ministério de Cristo, mas também nos chama a viver à altura dessa realidade:

• Podemos e devemos cultivar uma vida de oração constante e sincera, pois agora temos acesso direto a Deus. Nossa comunhão não depende de intermediários humanos ou rituais, mas de uma relação pessoal baseada na fé (Hebreus 10:19-22).
• Podemos e devemos perseverar no cristianismo bíblico mesmo diante das tribulações, pois a certeza do sacrifício eficaz de Cristo nos fortalece contra dúvidas e desafios (Hebreus 10:23).
• Podemos e devemos participar de uma comunidade onde estimulamos mutuamente ao amor e às boas obras. A fé não é vivida isoladamente; precisamos da comunhão da congregação para crescer espiritualmente (Hebreus 10:24-25).
• Podemos e devemos abandonar os pecados, pois a prática contínua dele mostra desprezo pelo sacrifício de Cristo (Hebreus 10:26-31).
• Podemos e devemos resistir na provação e ter esperança na promessa divina. Não ousemos retroceder (Hebreus 10:32-39).

Diante disso, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



HEBREUS 9 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
28 de fevereiro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: HEBREUS 9 – Primeiro leia a Bíblia

HEBREUS 9 – BLOG MUNDIAL

HEBREUS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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HEBREUS 9 by Luís Uehara
28 de fevereiro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/hb/9

Paulo agora nos oferece um “tour” detalhado da parte interna do santuário israelita. Ele também identifica os rituais do santuário terrestre como a “primeira aliança”, a qual não deve ser confundida com a antiga aliança que Deus criticou – que se tratava das exclamações de autoconfiança do povo dizendo que iriam obedecer. Na verdade, sem a verdadeira fé em Cristo, qualquer promessa de obediência falhará.

Infelizmente, também, mesmo na história adventista, alguns identificaram erroneamente a frase “por trás do véu” (ver 6:19) como “prova” de que Jesus começou Seu ministério no lugar Santo dos Santos por ocasião de Sua ascensão. Mas quando nosso autor quer nos levar para dentro do lugar Santo dos Santos, ele nos diz isso especificamente, como no versículo 3: “Por trás do segundo véu havia a parte chamada Santo dos Santos”.

Também é confuso que algumas traduções trocam descuidadamente as palavras lugar Santo dos Santos e lugar Santo, embora na língua original o uso seja bastante consistente. Não existe solução fácil para isso, mas algumas traduções fazem referências aos aposentos do santuário de maneira consistente e assim pouparão o investigador sincero de muita angústia! A versão “New American Standard Bible” apresenta as palavras deste capítulo de maneira acurada, segundo a língua original.

Nesta porção bíblica, mais uma vez, Cristo e Seu sacrifício perfeito e de uma vez por todas é contrastado com o ministério dos sacerdotes terrestres. E quando Cristo retornar como Rei, Seu ministério sacerdotal já terá sido finalizado; assim, somos lembrados de que “hoje” é o dia para sermos reconciliados e estarmos em paz com Deus!

David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virginia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/heb/9
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



HEBREUS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de fevereiro de 2025, 0:50
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954 palavras

1 Também tinha. O fato de a primeira aliança ter preceitos é evidência de que a nova também os tem. O autor introduziu o serviço de Cristo como sumo sacerdote e, então, amplia as considerações sobre esse serviço. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 484.

Santuário terrestre. Ou seja, o santuário adaptado para a Terra, o qual está em contraste com o santuário da nova aliança, o “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem”. CBASD, vol. 7, p. 484.

4 Embora o altar do incenso ficasse no Lugar Santo, o autor o apresenta como pertencente ao Lugar Santíssimo. Seu propósito é demonstrar seu estreito relacionamento com o santuário interior e com a arca da Aliança. Bíblia Arqueológica NVI.

O altar de ouro puro para o incenso que ficava no lugar santo (Êx 30:6). Hebreus afirma corretamente que este altar “pertencia” ao santo dos santos, mas não que “ficava” ali (ver também 1Rs 6.22). Todos os dias, neste altar, queimava-se incenso especial voltado para o santíssimo, one a presença de eus se manifestava (Êx 30:7-10; 34-38; 40:5; comparar com Lv 16:12, 13). Bíblia de Estudo Andrews.

7 O sumo sacerdote entrava no Lugar Santíssimo apenas uma vez por ano, no Dia da Expiação (Yom Kippur), o décimo dia do sétimo mês (Lv 16.29, 34). Bíblia Arqueológica NVI.

8 Espírito Santo. O Espírito é o intérprete divino da verdade (Jo 14:26). CBASD, vol. 7, p. 488.

9 É isto uma parábola para a época presente. O termo grego traduzido por “parábola” também tem o sentido de “símbolo”. O autor argumenta que o primeiro santuário e seus rituais (v. 2-7) eram uma “parábola” que ilustrava a natureza transitória da antiga aliança (8:13; 9:9, 10). Bíblia de Estudo Andrews.

Consciência. Do gr. suneidêsis (Rm 2:15). O adorador poderia cumprir as exigências exteriores e ainda não ter paz nem a certeza da aceitação divina. Só mediante a fé pessoal em Cristo ele poderia encontrar essa paz. Mas poucos alcançavam essa experiência superior. CBASD, vol. 7, p. 489.

10 Ordenanças (gr dikaiōmata). São práticas litúrgicas impostas aos israelitas sob a velha aliança mas abolidas na Nova. Bíblia Shedd.

Tempo […] de reforma. Literalmente, “tempo de endireitar”. O sistema levítico era temporário. Suas ordenanças apontavam para a obra do Messias e tinham a intenção de vigorar até que o Messias viesse. A transição do antigo sistema para o novo é chamada de “reforma” por causa da decadência do tema antigo (Ef 2:15). CBASD, vol. 7, p. 490.

11 mais perfeito tabernáculo. O santuário celestial. Bíblia de Estudo Andrews.

12-14 Embora você conheça a Cristo, você pode acreditar que tem que trabalhar duro para se tornar bom o suficiente para Deus. Mas regras e rituais nunca purificaram os corações das pessoas. Somente pelo sangue de Jesus (1) temos nossas consciências purificadas, (2) somos libertos do aguilhão da morte e podemos viver para servir a Deus, e (3) somos libertos do poder do pecado. Se você está carregando um fardo de culpa porque está descobrindo que não consegue ser bom o suficiente para Deus, olhe novamente para a morte de Jesus e no que ela significa para você. Cristo pode curar a sua consciência e libertá-lo da frustração de tentar conseguir o favor de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

12 Seu próprio sangue. A superioridade do ministério de Cristo é ainda mais enfatizada. Depois de afirmar que essa superioridade se destaca por ser realizada num “maior e mais perfeito tabernáculo”, o autor diz que ela se evidencia mediante o sangue envolvido: o do próprio Filho de Deus, em contraste com o sangue de meros animais. CBASD, vol. 7, p. 491.

14 Pelo Espírito eterno. No grego, não há o artigo definido, o que sugere que não é ao Espírito Santo que se refere aqui, mas à própria natureza divina de Cristo, que é eterna. Enquanto Ele estava em Seu estado preexistente e eterno, Cristo Se ofereceu para dar a vida pela humanidade (Ap 13:8). CBASD, vol. 7, p. 492.

É impossível servir de modo aceitável ao Deus santo quem tem consciência maculada. Este é o versículo chave de Hebreus. Bíblia Shedd.

15 As pessoas nos tempos do Velho Testamento [Antiga Aliança] eram salvas através do sacrifício de Cristo, apesar deste sacrifício ainda não tivesse acontecido. Ao oferecer sacrifícios de animais inocentes, eles estavam antecipando a vinda de Jesus e sua morte pelo pecado. Não havia mais retorno ao sistema sacrificial agora que Cristo havia vindo e efetuado o sacrifício definitivo, perfeito. Life Application Study Bible Kingsway.

16 Testamento. Hebreus usa no seu argumento os dois sentidos da palavra grega diathēkē (“aliança”, “testamento”). Bíblia Shedd.

É necessário. O testamento não tem força alguma, enquanto o testador ainda vive. Para que se torne eficaz, o testador precisa morrer. CBASD, vol. 7, p. 493.

22 Quase todas as coisas. Havia algumas exceções. Algumas coisas eram purificadas com fogo ou água, sem uso de sangue (Nm 19; 31:23, 24). CBASD, vol. 7, p. 493.

24 Em contraste com o sumo sacerdote que somente podia entrar no Lugar Santíssimo uma vez [ao ano], Cristo permanece na presença de Deus. Bíblia Shedd.

26 Uma vez por todas. Uma vez que a expiação dos pecados dos homens se efetuou na história por intermédio da encarnação de Cristo, fica evidente que o único sacrifício de Jesus é suficiente para pagar todos os pecados cometidos na história. É eterno em sua eficácia. Bíblia Shedd.

Cumprirem os tempos. A morte e ressurreição de Cristo inauguram o período final da história (cf 1 Co 7.29, 31). Bíblia Shedd.

Para aniquilar […] o pecado. Cristo veio para “[salvar] o Seu povo dos pecados deles” (Mt 1:21). Ele é “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Dn 9:24). CBASD, vol. 7, p. 495.

28 Sem pecado. Isto está em contraste com a frase “para tirar os pecados de muitos”. No primeiro advento, Cristo tomou sobre Si os pecados do mundo. Ele foi feito “pecado por nós, […] para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Co 5:21). Mas a obra que Ele veio fazer pelo pecado estará concluída antes que venha pela segunda vez. CBASD, vol. 7, p. 496.



Hebreus 9 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de fevereiro de 2025, 0:45
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“Com efeito, quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e, sem derramamento de sangue, não há remissão” (v.22).

Após quatrocentos anos sob escravidão egípcia, os filhos de Israel finalmente marcharam em direção à liberdade. E como toda nação organizada que há sobre a Terra, Israel precisava de leis que a regessem. O Senhor deu a Moisés, portanto, leis diversas a fim de educar o povo e torná-lo modelo para os demais (Dt.4:6). Antes, porém, de estabelecer o santuário, Deus fez algo que Ele não delegou a Moisés nem a homem algum. Ele mesmo escreveu, com o Seu próprio dedo, a lei dos Dez Mandamentos (Êx.31:18). E enquanto escrevia, em meio a trovões e relâmpagos e forte clangor de trombeta, ao pé do monte, o povo ouvia e se estremecia. Contudo, bastou a ausência de Moisés por alguns dias para o juramento que haviam feito: “Tudo o que o Senhor falou faremos” (Êx.19:8), se transformar em um culto pagão a “um bezerro fundido” (Êx.32:4).

O santuário terrestre revelaria tanto a nossa condição pecadora e carente de perdão, quanto a nossa necessidade de um perfeito Mediador; tanto a impossibilidade do homem de prestar perfeita obediência, quanto a de haver Alguém que o fizesse. “É isto uma parábola” (v.9). Foi a forma didática do Senhor ensinar ao Seu povo que o plano da redenção já estava traçado “antes da fundação do mundo” (1Pe.1:20). “Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos céus” (v.23) nos fossem reveladas a fim de compreendermos a missão do Filho, e a nossa como herdeiros das promessas. O passo a passo do santuário representa também a nossa jornada rumo ao Céu. Acompanhem comigo:

Quando aceitamos a Cristo como Senhor e Salvador de nossa vida e cremos em Seu sacrifício expiatório (Altar de sacrifício), assim como Ele nos deixou exemplo, entregamos a nossa vida em Suas mãos através do santo batismo (pia da purificação). A partir daí, como novas criaturas em Cristo Jesus, e “sacerdócio real” (1Pe.2:9), entramos no “Santo Lugar” (v.2), “porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação” (1Ts.4:7), a fim de que através do estudo das Escrituras (mesa dos pães) e de uma vida de oração (altar de incenso), possamos, juntos como igreja e revestidos do poder do Espírito Santo, ser a luz do mundo (candelabro). É perseverando neste caminho, que, pelos méritos dAquele que que retirou o véu da separação entre Deus e o homem (Mt.27:51), podemos adentrar no “Santo dos Santos” (v.3), e, pela fé, viver em conformidade com a vontade de Deus, em obediência à Sua lei (arca da aliança), “pois esta é a vontade de Deus: a [nossa] santificação” (1Ts.4:3).

Percebem, amados, que Deus desenhou para nós a Sua vontade e o caminho que devemos percorrer para encontrá-Lo? Através do ministério sacerdotal, descreve Andreasen, “o povo era ensinado como se devia aproximar de Deus; como o perdão podia ser alcançado; como a oração se podia tornar agradável a Deus; quão inexorável é a lei; como o amor e a misericórdia prevalecem, por fim. Todo o plano da salvação lhes era esclarecido até ao ponto em que era possível ser revelado em símbolos e ofertas. Cada cerimônia visava impressionar-lhes o espírito com a santidade de Deus e as fatais consequências do pecado. Ensinava-lhes também a admirável provisão feita mediante a morte do cordeiro. Fosse embora um ministério de morte, era glorioso em suas promessas. Contava de um Redentor, de alguém que levava o pecado, que compartilhava a carga, um Mediador. Era o evangelho em perspectiva” (O Ritual do Santuário, p.43).

Amados, Cristo Jesus “Se manifestou uma vez por todas, para aniquilar, pelo sacrifício de Si mesmo, o pecado. E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-Se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que O aguardam para a salvação” (v.26-28). A humanidade nunca esteve tão perto desta saudosa promessa, mas também nunca esteve tão longe de Deus. Os dias que antecedem o retorno do nosso Senhor e Salvador, como Ele próprio afirmou, se assemelham aos dias de Noé e aos dias de Ló (Mt.24:37; Lc.17:28). Se aproxima o tempo em que os homens “correrão por toda parte, procurando a Palavra do Senhor, e não a acharão” (Am.8:12).

Enquanto temos a Bíblia em mãos e a graça de ainda poder estudá-la, busquemos com mais empenho a sua sabedoria, pois “o Dia do Senhor está prestes a vir sobre todas as nações” (Ob.1:15). Que Jesus nos encontre apercebidos!

Pai de bondade e misericórdia, o Teu santuário terrestre era um lugar onde o Senhor Se manifestava em perdão e misericórdia. Mas o que ali havia e ali acontecia não passava de figuras das próprias coisas celestiais, de onde temos acesso, pela fé, por meio de Cristo. É lá, no mais Santo Lugar, que Jesus intercede por nós e nos purifica de todo pecado. Nós cremos no perfeito sacrifício de Cristo por nós e de que logo Ele aparecerá segunda vez aos que O aguardam para a salvação. Concede-nos, ó Deus, Teu Santo Espírito, santificando o nosso caráter, cada dia, até aquele grande Dia! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, chamados para serem santos!

Rosana Garcia Barros

#Hebreus9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



HEBREUS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de fevereiro de 2025, 0:40
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HEBREUS 9 – Quando analisamos este capítulo à luz de Levítico, aprofundamos nossa percepção do contraste entre o sistema levítico e o ministério sumo-sacerdotal de Cristo. Hebreus utiliza conceitos-chave do culto levítico – especialmente a função do santuário, o papel dos sacerdotes e o uso do sangue nos sacrifícios – para demonstrar a superioridade da aliança inaugurada por Cristo.

Hebreus 9 começa descrevendo o tabernáculo da antiga aliança (vs. 1-5), ecoando Levítico 16, que detalha o ritual do Dia da Expiação. O santuário/tabernáculo era dividido em dois compartimentos:

• O Lugar Santo (Hebreus 9:2), era onde os sacerdotes realizavam o serviço diário (Levítico 1:1-7:38).
• O Lugar Santíssimo (Hebreus 9:3-5), onde apenas o sumo sacerdote entrava uma vez por ano, no Dia da Expiação (Levítico 16:2, 29-30).

Em Levítico 16:34 estabelecia que o sumo sacerdote fazia expiação anual para purificar o santuário terrestre, apontando para a necessidade de uma purificação maior, realizada por Cristo no Santuário Celestial. Hebreus 9:11-12 ensina que Cristo entrou em um Santuário Superior, não feito por mãos humanas.

No sistema levítico, os sacerdotes eram mediadores entre Deus e o povo, realizando sacrifícios contínuos para a purificação dos pecados (Levítico 4:20, 26, 31). O sumo sacerdote tinha a função de entrar no Lugar Santíssimo no Dia da Expiação para aspergir o sangue sobre o propiciatório, intercedendo pelo povo (Levítico 16:15-16).

Hebreus 9:24 afirma que Cristo entrou “nos Céus, para agora” interceder por nós. Ao contrário dos sacerdotes levíticos, Ele não precisou oferecer sacrifícios repetidamente (Hebreus 9:25). Sua mediação é perfeita, pois Ele é tanto o sacerdote quanto o sacrifício.

O uso do sangue é tema central em Levítico quanto em Hebreus. Levítico 17:11 ensina que “a vida da carne está no sangue”, e por isso Deus ordenou que os sacrifícios fossem feitos com derramamento de sangue para a remissão dos pecados. Hebreus 9:12, 14 destaca que Cristo, ao contrário, entrou no Lugar Santíssimo celestial com Seu próprio sangue, obtendo a redenção eterna, enquanto os sacrifícios levíticos tinham apenas um efeito temporário.

Enquanto o sangue de animais era uma sombra da purificação verdadeira (Hebreus 9:13), o sangue de Cristo realiza a expiação real (Hebreus 9:14). Ao informar que Cristo morreu uma vez por todas (Hebreus 9:28), Hebreus mostra que Cristo corrigiu a limitação da antiga aliança.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.