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1731 palavras
5:1 – 8:39 Paz e alegria vem aos crentes em Jesus e a eles é garantida a glória futura e a vida eterna. Andrews Study Bible.
1-5 Estes versos introduzem uma seção que contém alguns conceitos difíceis. Para entender os quatro próximos capítulos, ajuda ter em mente os dois lados na natureza da vida cristã. De um lado, somos completos em Cristo (nossa aceitação por Ele é segura). Por outro lado, estamos crescendo em Cristo (estamos nos tornando mais e mais semelhantes a Ele). Temos ao mesmo tempo o status de reis e as cargas de escravos. Sentimos tanto a presença de Cristo quanto a pressão do pecado. Apreciamos a paz que vem de sermos declarados justos perante Deus, mas ainda enfrentamos diariamente problemas que frequentemente nos ajudam a crescer. Se nos lembrarmos destes dois lados da vida cristã, não perderemos a coragem diante das tentações e problemas. Em vez disso, aprenderemos a depender do poder disponível em Cristo, que vive em nós através do Espírito Santo. Life Application Study Bible.
1-11 Estes versos descrevem as bênçãos que acompanham a justificação: paz, alegria e esperança. Tendo exposto a maneira pela qual Deus justifica o pecador, Paulo prossegue apontando a importância da reconciliação com Deus. Não é simplesmente perdão mas elevação à posição de grande favor, “a esta graça na qual estamos firmes” (v. 2). Bíblia Shedd.
1 Pois. Paulo demonstrou que todos, tanto judeus como gentios, são pecadores e necessitados de justiça. Deus oferece a todos, como dom gratuito de Sua graça, o perdão completo e conciliação pela fé em Jesus Cristo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 572.
justificados pela fé. Sem as obras da Lei. Andrews Study Bible.
paz com Deus. Não meramente um sentimento subjetivo (paz de espírito), mas sobretudo uma posição objetiva, um novo relacionamento com Deus: antes éramos seus inimigos, mas agora somos Seus amigos (cf v. 10; Ef 2.26; Cl 1.21, 22). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 E gloriamo-nos. Em contraste com toda falsa vanglória, o crente possui esperança da glória de Deus. CBASD, vol. 6, p. 573.
3 nos gloriamos nas tribulações. Não “por causa delas”, mas “nelas”. Paulo não propõe um conceito mórbido da vida, mas uma atitude alegre e triunfante. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Nas próprias tribulações. Os primeiros cristãos foram chamados a suportar diversas formas de perseguição e sofrimento. O apóstolo não poderia prometer aos crentes qualquer isenção da tristeza. CBASD, vol. 6, p. 574.
Para os cristãos do primeiro século, a regra era o sofrimento, não a exceção. Life Application Study Bible.
4 caráter aprovado (NVI; ARA: experiência). Uma disposição testada e aprovada por Deus. Andrews Study Bible.
Experiência. O termo pode se referir tanto ao processo do teste, quanto ao resultado dele. Provações e aflições suportadas pacientemente provam a legitimidade da religião e o verdadeiro caráter da pessoa. CBASD, vol. 6, p. 575.
O cristão pode regozijar-se no sofrimento por saber que este não está destituído de significação. Parte do propósito de Deus é produzir caráter nos Seus filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5-6 Deus … Espírito Santo … Cristo. Todos os três membros da Trindade estão envolvidos na salvação. Life Application Study Bible.
5 a esperança não decepciona (NVI; ARA: não confunde; NKJV: não desaponta). Não é uma ilusão. Andrews Study Bible.
A esperança do crente não deve ser equiparada ao otimismo infundado. Pelo contrário, trata-se da certeza bendita do nosso destino futuro e baseia-se no amor de Deus, revelado pelo Espírito Santo e objetivamente demonstrado na morte de Cristo.
Derramou. O verbo (no original) denota uma situação resultante de uma ação no passado. Quando cremos pela primeira vez em Cristo, o Espírito Santo derramou seu amor em nossos corações, e esse amor continua habitando em nós. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 no devido tempo. O momento determinado no plano redentor de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Porque […] quando. Ele descreve a suprema grandeza desse amor, conforme é revelado pelo fato de Cristo ter morrido por nós, estando nós ainda em nosso estado impotente e ímpio. CBASD, vol. 6, p. 576.
8 sendo nós ainda pecadores. Estas são palavras maravilhosas. Deus mandou Jesus Cristo para morrer por nós, não porque éramos suficientemente bons, mas porque nos amou. Sempre que você ficar inseguro do amor de Deus por você, lembre-se que Ele lhe amou antes de você voltar para Ele. Se Deus lhe amou quando você era em rebelde, ele pode certamente fortalecer você, agora que você o ama também. Life Application Study Bible.
9 por Seu sangue. Referência à morte de Cristo por nossos pecados (v. 35). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ira de Deus. O juízo derradeiro, conforme deixa claro o verbo de “seremos salvos” (cf 1Ts 1.9, 10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
9 Muito mais agora. Se Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores, é certo que Ele vai nos salvar, agora que estamos justificados. CBASD, vol. 6, p. 578.
10 inimigos de Deus. O homem é inimigo de Deus, e não o contrário. Por isso, a hostilidade precisa ser eliminada do homem para que se efetue a reconciliação. Deus tomou a iniciativa ao reconciliar-nos com Ele mediante a morte de Seu Filho (cf v. 11; Cl 1.21, 22).
Reconciliados. Reconciliar é “por fim à hostilidade” e relaciona-se de perto com o termo “justificar”. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Pela sua vida. Isso pode ser entendido no sentido de que somos salvos pela união pessoal com o Salvador vivo, que vive para sempre para interceder por nós. Se a morte de Cristo tinha tal poder salvador para efetuar a reconciliação, Sua vida tem muito mais poder de levar a salvação a um feliz cumprimento. CBASD, vol. 6, p. 579.
12-21 Contraste entre Adão e Cristo. Adão introduziu no mundo o pecado e a morte; Cristo trouxe a justiça e a vida. … Esses dois homens também resumem a mensagem do livro até agora. Adão representa a condenação do homem (1.18-3.20); Cristo representa a justificação do crente (3.21-5.11). Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 O pecado, como princípio governante da natureza do homem, entrou na humanidade através de Adão. Em Adão todo mundo pecou, o que fica demonstrado na morte universal. A alma que pecar, essa morrerá (Ez 18.4). Bíblia Shedd.
a morte. A morte física é a punição pelo pecado. É também o símbolo da morte espiritual, que separa o homem definitivamente de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Como podemos ser declarados culpados por algo que Adão fez a milhares de anos atrás? Muitos consideram que não é correto Deus nos julgar por causa do pecado de Adão. Entretanto, cada um de nós confirma sua solidariedade com Adão pelos nossos pecados a cada dia. … Porque somos pecadores, não é justiça que precisamos – é de misericórdia. Life Application Study Bible.
13 até ao regime da lei (ARA; NVI: antes de ser dada a lei; NKJV: até a lei). Antes da Lei ser dada a Moisés. Andrews Study Bible.
Levado em conta. O ato da transgressão de Adão resultou na entrada do pecado como um princípio e um poder neste mundo. Mesmo na ausência de transgressões pessoais, como no caso das crianças, as pessoas estão sujeitas à morte. Paulo enfatiza a universalidade do pecado e da morte, a fim de destacar a universalidade da graça, por contraste. CBASD, vol. 6, p. 583.
14 O pecado existia no mundo antes que alguém quebrasse a Lei, como ela foi dada a Moisés. Andrews Study Bible.
Paulo lembra seus leitores que por milhares de anos a Lei não havia sido explicitamente concedida e, mesmo assim, as pessoas morriam. A Lei foi dada, ele explica em 5:20, para ajudar o povo a ver sua pecaminosidade, para lhes mostrar a seriedade de suas ofensas e conduzi-los a Deus em busca de misericórdia e perdão. Life Application Study Bible.
14 Havia de vir. Adão era um tipo de Cristo na medida em que os dois eram representantes de toda a família humana. Ele era o representante e autor da humanidade caída. Cristo era o representante e autor da humanidade restaurada. CBASD, vol. 6, p. 583.
15 dom gratuito. A morte de Cristo. Andrews Study Bible.
a ofensa. A queda de Adão. Andrews Study Bible.
muito mais. Tema que percorre essa seção. A graça de Deus é infinitamente mais poderosa para o bem [do] que o pecado de Adão o é para o mal. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 Sobre muitos. Cristo morreu por toda humanidade. No entanto, esse dom da justiça não serve para nada se não for aceito pela fé (Jo 3:16), mas nem todos escolhem crer. CBASD, vol. 6, p. 584.
16 dádiva de Deus. A salvação. Muitas transgressões [ofensas]. Os pecados das sucessivas gerações. Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 Em vida por meio de um só. Essas palavras enfatizam a posição que Cristo ocupa como mediados na obra de redenção dos seres humanos. Por Sua morte, o crente é justificado e, mediante a união com Ele, o cristão recebe esse poder vitalizante e santificador que transforma a vida presente e lhe assegura a vida eterna no por vir. CBASD, vol. 6, p. 585.
19 Desobediência. Do gr. parakoe, “ouvir erradamente”. A sugestão de descuido implícita nesta palavra pode indicar o primeiro passo para a queda de Adão. CBASD, vol. 6, p. 585.
obediência de Um só. A morte obediente de Cristo na cruz (ver Fp 2:8). Andrews Study Bible.
20 Lei foi introduzida. A lei tornou o pecado ainda mais pecaminoso, ao revelar o que é o pecado por nítido contraste com a santidade de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Superabundou. Deus permitiu o pecado e permitiu que se multiplicasse, e depois o anulou para fazer a mais maravilhosa exposição de Sua glória e graça, a fim de que os benefícios da redenção ultrapassassem infinitamente os males da rebelião. CBASD, vol. 6, p. 586.
Como pecador, separado de Deus, você vê a Lei de baixo para cima, como uma escada a ser galgada para chegar até Deus. Talvez você tenha repetidamente tentado subir por ela, somente para cair ao chão cada vez que você avança por um ou dois degraus. Ou talvez a escada tenha parecido tão assustadoramente alta que você nem tentou subir. Em ambos os casos, que alívio você deve sentir ao ver Jesus oferecer, com Seus braços abertos, para elevar você acima da escada da Lei, diretamente até Deus! Uma vez que Jesus eleva você à presença de Deus, você está livre para obedecer – por amor, não por necessidade; e através do poder de Deus, não do seu. Você sabe que se você tropeçar, não cairá no chão, mas será seguro pelos amorosos braços de Jesus. Life Application Study Bible.
21 Justiça. Isto é, a justiça de Cristo atribuída na justificação e comunicada na santificação. CBASD, vol. 6, p. 587.
Compilação: Tatiana Wernenburg e Jeferson Quimelli
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“Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo” (v.1).
A obra de justificação resulta em benefícios, cujo objetivo é sempre o mesmo: salvar o pecador. Através dela obtemos a paz e a graça sob as quais estamos seguros. De forma que até mesmo as tribulações são consideradas oportunidades de crescimento e amadurecimento espiritual, “sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança” (v.3 e 4). A palavra perseverança nos indica que a vida cristã não se trata de uma fase apenas, mas de um processo de constante crescimento que não pode paralisar. Precisamos avançar constantemente no sentido de alcançarmos a experiência pessoal com Deus, a intimidade relacional que resulta em uma esperança que “não confunde”, pela obra diária realizada “em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (v.5).
O amor, que não nos é implícito, é derramado em nosso coração. Não o amor que o mundo julga ter, e sim o maior dos dons, “o amor de Deus” (v.5); aquele que foi confirmado e provado “pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (v.8). Quando o Inocente morreu pelo culpado, o amor de Deus foi manifestado em seu sentido mais completo e perfeito. Justificados pelo sangue de Cristo, “seremos por Ele salvos da ira” (v.9), “seremos salvos pela Sua vida” (v.10). O plano da redenção nos outorgou o mais sublime privilégio e inestimável presente: “a reconciliação” (v.11).
Através de Cristo Jesus, fomos reconciliados com Deus. A separação causada pelo pecado foi rompida pelo sacrifício que nos uniu novamente ao Senhor. Sobre todo pecador arrependido, Jesus lança a Sua veste de justiça, e do Céu, Deus não mais contempla o pecador, mas o redimido por causa da manifestação do Seu amor. Pai, Filho e Espírito Santo trabalham em perfeita união nesta obra de salvação, confirmando uma esperança inconfundível que é regida e mantida pelo incomparável amor ágape.
Adão representa o fracasso humano, a derrota “pelo pecado” que nos trouxe a morte e a inevitável consequência da morte “a todos os homens, porque todos pecaram” (v.12). Como uma doença terminal, o pecado foi transmitido de geração em geração, até que viesse Aquele que venceria o pecado e pagaria o preço, o salário do pecado, que é a morte. O reino da morte que herdamos “por meio de um só”, Adão, foi vencido pelo reino da vida, “por meio de um só, a saber, Jesus Cristo” (v.17). Pela desobediência de um veio o pecado que nos condenou à morte, e pela obediência de Cristo, a graça e a justiça que nos conduz para a vida eterna.
Após milênios de pecado, a graça de Jesus continua à disposição do homem. A longanimidade de Deus se estende, “não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9). Mas esta graça, que é ilimitada, está prestes a ser interrompida pela dureza do coração humano. E diante da iminência do fim da oportunidade de aceitá-la, a atenção do Pai está voltada para os considerados mais indignos de recebê-la, pois “onde abundou o pecado, superabundou a graça” (v.20). Pessoas que antes eram presas do inimigo, tornam-se as mais fervorosas testemunhas de Cristo. A última obra aponta para o seu desenlace pelo chamado do Dono da vinha aos da hora undécima. O mais minucioso labor do Espírito Santo é dedicado à humanidade nestes dias finais. E o lugar Santíssimo do santuário celeste torna-se o odre das últimas lágrimas do Salvador, derramadas em favor do homem caído.
Qual tem sido a sua resposta a tão sublime amor? Decida hoje segurar firme na esperança adventista e, pela fé, avançar com perseverança “para a vida eterna, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor” (v.21).
Nosso Pai do Céu, louvado sejas por Tua graça abundante e maravilhosa! Graças Te damos porque o Senhor nos proveu libertação do cativeiro do pecado e salvação, mediante nosso amado Salvador! Clamamos que, por Tua bondade e fidelidade, nos conceda o batismo do Espírito Santo! Derrama em nosso coração o Teu amor, para que onde abundou o pecado possa superabundar a Tua graça. Purifica o nosso coração pela contemplação de Cristo e que a Tua Palavra seja soberana em nossa vida, de forma que estejamos prontos para o Teu grande Dia. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, justos pelos méritos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Romanos5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ROMANOS 5 – A cruz demonstra que o pecado é tão grave que só pode ser tratado pela morte do próprio Filho de Deus, e a justificação é tão preciosa que só pode ser recebida como presente!
A justificação pela fé é o coração do evangelho e a resposta ao dilema moral da história. Essa verdade desafia nossa racionalidade, destrói nosso orgulho e nos conduz à gratidão.
• Para defender esta verdade bíblica, não basta conhecê-la teologicamente; é necessário vivê-la diariamente!
A maior defesa da verdadeira fé cristã é uma vida transformada pela graça, refletindo a Cristo no caráter. Quando reconhecemos que somos perdoados e justificados, não por nossas obras, mas pela fé no magnífico sacrifício de Cristo, vivemos em esperança, confiança e amor, mostrando que a justiça de Cristo não é apenas teórica, mas também prática.
Assim, proclamamos a verdade que transforma: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de Quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus” (Romanos 5:1-2).
Em Romanos 5, Paulo apresenta um contraste profundo e teológico entre o primeiro Adão, que trouxe o pecado e a morte, e o segundo Adão, Cristo, que trouxe a justiça e a vida. Essa comparação é central para compreender o plano da salvação, destacando a universalidade do pecado e da graça:
• O pecado entrou no mundo através de Adão, e a morte passou a todos os seres humanos porque todos pecaram. Adão, representante da humanidade, trouxe condenação a todos os seus descendentes, pois sua desobediência teve consequências universais.
• Cristo, como o novo representante da humanidade, trouxe a justiça que leva à vida. Sua obediência perfeita reverteu as consequências do pecado de Adão. Ele inaugura uma nova criação, oferecendo condição de vida eterna àqueles que nEle creem.
• De Adão herdamos uma natureza pecaminosa e uma condição de alienação de Deus; seu pecado resultou numa corrupção moral que passou a todos os seus descendentes.
• Em Cristo, recebemos a justiça como dom perfeito. Assim como o pecado foi transmitido universalmente, a graça também está disponível a todos. Mas, ao contrário do pecado, a graça não é imposta: Ele é recebida pela fé!
Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: Romanos 4 – Primeiro leia a Bíblia
Romanos 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/4
Abraão confiou em Deus, e Deus o considerou um homem justo. Sua história foi escrita para nós, visto que também confiamos em Deus como Abraão fez e seremos considerados justos como ele era – porque “Jesus foi entregue por nossos pecados e ressuscitou para nos tornar justos”.
O que Deus faz com as pessoas que O rejeitam pode ser descrito como “abrir mão, desistir, entregar às consequências, abandonar”. “Portanto, a ira de Deus é revelada do céu contra toda impiedade e injustiça dos homens” (Romanos 1:18 NVI). O resto do capítulo descreve o resultado – pessoas irremediavelmente comprometidas com o mal, liberadas para viver suas escolhas e sofrer as consequências. Os resultados são devastadores. O pecado é destrutivo. O pecado mata! A ira de Deus tem tudo a ver com honrar a liberdade das pessoas e permitir que sigam com suas escolhas. É uma agonia para Ele.
Jesus sofreu a ira do Pai contra o nosso pecado e por isso foi abandonado.
Isaías 53 descreve o que aconteceu: “O Senhor fez cair sobre Ele a iniquidade de todos nós” (v. 6 NVI) e “[ignorantemente] presumimos que Ele foi castigado por Deus e atingido e afligido [por Ele]” (v. 4, NVI). Na cruz, Jesus gritou “Meu Deus! Meu Deus! Por que me abandonaste?”. O pecado que Ele carregou – o nosso pecado – O matou … para que não matasse a você!
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais,
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1753 palavras
1-3 Os judeus se orgulhavam de serem chamados filhos de Abraão. … Paulo não está dizendo que a Lei de Deus não é importante (4:13), mas que é impossível ser salvo somente por obedecê-la. Life Application Study Bible.
1 nosso antepassado Abraão (NVI). Grande patriarca da nação judaica e verdadeiro exemplo de pessoa justificada (v Tg 2.21-23). Os judeus dos dias de Jesus citavam Abraão como exemplo da justificação pelas obras, mas Paulo o enaltece como exemplo de justiça pela fé (v Gl 3.6-9). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Abraão descobriu que não tinha nada de que se vangloriar. Andrews Study Bible.
3 Referência a Gênesis 15.6, em que nada é mencionado no tocante às obras. Bíblia de Estudo NVI Vida.
imputado (ARA; NVI: creditado). Abraão não tinha observado nenhuma lei, prestado nenhum serviço nem cumprido nenhum ritual que lhe pudesse ter servido de crédito em sua conta corrente diante de Deus. Sua fé em Deus, que lhe fizera promessas, foi-lhe creditada como justiça. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado por justiça (ARA; BV: “Abraão creu em Deus, e foi por isso mesmo que Deus riscou seus pecados e declarou-o sem culpa”).
4-5 Descreve dois tipos básicos de religião: 1) uma que vê a salvação como uma recompensa ou salário; e 2) uma que a vê como um presente imerecido. Andrews Study Bible.
4 ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Este verso significa que se uma pessoa pudesse adquirir o direito de permanecer diante de Deus por ser bom, a concessão deste presenta não seria um ato livre; seria uma obrigação. Nossa auto-suficiência é fútil; tudo que podemos fazer é nos lançarmos na graça e misericórdia de Deus.1-3 Os judeus se orgulhavam de serem chamados filhos de Abraão. Life Application Study Bible.
5 ao que … crê naquEle que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada por justiça (ARA; BV: Deus declara que os pecadores são bons aos Seus olhos, se eles crerem que Cristo pode salvá-los da ira de Deus”).
não trabalha, porém crê. Duas ações sequenciais: 1) parar de “trabalhar”, isto é, cessar de tentar merecer a salvação, e 2) votar-se para Deus. A fé requer as duas ações. Andrews Study Bible.
Quando algumas pessoas aprendem que elas são salvas por Deus através da fé, elas começam a se preocupar e a se perguntar “Será que eu tenho fé suficiente? A minha fé é forte o suficiente para me salvar?” Estas pessoas perderam a perspectiva correta, de que é Jesus Quem nos salva, não nossas emoções ou ações e que Ele me salva, não importa o quão fraca é nossa fé.Jesus nos oferece a salvação como um presente [dom] porque Ele nos ama, não porque nós tenhamos adquirido a salvação porque conta de nossa poderosa fé. Qual, então, é o papel da fé? Fé é acreditar e confiar em Jesus Cristo e nos achegarmos a Ele para recebermos Seu maravilhoso dom da salvação. Life Application Study Bible.
6-8 Deus não continua lançando iniquidade na conta do pecador que se arrepende, mas lhe perdoa quando ele se confessa (ver Sl 32.3-5; Ez 18.23, 27, 28, 32; 33.14-16). Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 perdoadas. Justificação é perdão, e vice versa. Andrews Study Bible.
8 a que o Senhor jamais imputará pecado. Isto é, perdoará pecados. Abraão era justo porque fora perdoado. Andrews Study Bible.
9 circuncisos. Judeus. Incircuncisos. Gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Paulo agora aborda uma crítica adicional do seu argumento. Mesmo que ele tivesse demonstrado que a retidão veio pela graça, mediante a fé, no caso de Abraão, ter-se-ia ele esquecido que Abraão foi o pai dos circuncidados (e, portanto, não dos incircuncisos?) O apóstolo provê aqui uma resposta devastadora: Gn 15.6 descreve Abraão antes dele ter sido circuncidado (v. 10). A retidão expressa e selada por ele, por meio da circuncisão, já tinha sido imputada a ele quando ainda não havia sido circuncidado. Abraão serve, pois, de protótipo de todos os crentes, tanto judeus, quanto gentios. Para os judeus, Abraão serve de protótipo porque a sua circuncisão retorna ao momento da sua justificação e, para os gentios, porque ele recebeu a justificação à parte da circuncisão. Bíblia de Genebra.
Portanto, ele [Abraão] é o pai dos crentes gentios (os incircuncisos), porque creu e foi justificado antes de instituído o rito da circuncisão (o sinal dos judeus). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 quando ainda incircunciso. (ARA; BV: “antes que ele se tornasse judeu”).
10-12 Os rituais não garantiram nenhuma recompensa para Abraão; ele foi amplamente abençoado antes da cerimônia da circuncisão ter sido introduzida. Abraão encontrou favor diante de Deus pela fé somente, antes de ser circuncidado. .. Cerimônias e rituais servem como lembrança da nossa fé e elas instruem os novos na fé. Mas eles não nos concedem qualquer mérito junto a Deus. São sinais e selos exteriores que demonstram a crença e confiança internas. O foco de nossa fé deveria estar em Cristo e Sua alções salvadoras, não em nossas próprias ações. Life Application Study Bible.
11 sinal. A circuncisão não tem qualquer sentido à parte da justificação pela fé. Andrews Study Bible.
12 pai dos circuncisos (NVI). Abraão é, também, pai dos crentes judeus. Sua história, portanto, demonstra que, para judeus e gentios igualmente, há um só meio de justificação – o caminho da fé. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 herdeiro do mundo. “Mundo” aqui se refere à criação, assim como em 1.20. Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 se os da lei é que são os herdeiros, anula-se a fé. Deus nunca teve a intenção de fazer de Israel Sua herança através da lei. Seu propósito, desde o início, era cumprir Sua promessa a Abraão através de Cristo (Gl 3.17-18). Andrews Study Bible.
os que vivem pela Lei (NVI). Os que reivindicam direito à herança como base no cumprimento da lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
15 a lei suscita a ira; mas onde não há lei, também não há trangressão (ARA; BV: “quando procuramos ganhar a bênção e a salvação de Deus pela guarda de Suas leis, terminamos sempre debaixo de Sua ira, porque falhamos sempre em guardá-las. O único jeito de podermos evitar a quebra de Suas leis é não ter nenhuma delas para quebrar!”).
a Lei produz a ira (NVI). A lei, porque revela o pecado …, produz a ira, e não a promessa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Um propósito da lei é condenar o pecado e trazer julgamento aos pecadores. Andrews Study Bible.
16 Paulo demonstra que Abraão agradou a Deus mediante a sua fé somente, antes de ouvir falar de dos rituais que se tornariam tão importantes ao povo judeu. Nós também somos salvos por nossa fé somente mais nada mais. Não é por amar a Deus ou fazer o bem que somos salvos; nem é pela fé mais amor ou pela fé mais boas obras. Somos salvos exclusivamente pela fé em Cristo, confiando nele para perdão de todos os nossos pecados. Life Application Study Bible.
17 o Deus que dá vida aos mortos. A referência primordial é ao nascimento de Isaque, quando abraão e Sara já não estavam em idade de ter filhos (v Gn 18.11). De modo secundário, Paulo também alude à ressurreição de Cristo (cf. v 24, 25). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Aquele em quem Abraão confiou “vivifica os mortos”. Isso se evidenciou na nova vida que veio do ventre aparentemente morto de Sara (v. 19), na vida devolvida a Isaque, quando ele estava sob a sentença de morte (Gn 22) e, finalmente, na vida restaurada na ressurreição de Cristo. (4.24-25). Bíblia de Genebra.
chama à existência as coisas que não existem (ARA; BV: “fala de acontecimentos futuros com tanta convicção como se eles já pertencessem ao passado”). Deus tem a capacidade de criar do nada, como demonstrou no nascimento de Isaque. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 esperando contra a esperança (ARA; BV: “embora essa promessa fosse impossível de cumprir-se!”). Apesar da desesperança. Andrews Study Bible.
19 o ventre de Sara já estava sem vitalidade. Sara … já ultrapassara, em muito, a idade de ter filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
20 deu glória a Deus (NVI). Porque Abraão tinha fé em que Deus cumpriria as Suas promessas. Enquanto as obras são a tentativa humana de revindicar direitos sobre Deus, a fé dá glória ao Seu nome. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Popularmente, é comum dizer que “quando a esmola é demais, o santo desconfia”, ou “que isso é bom demais para ser verdade”. Certamente tais pensamentos expressam um conselho sábio quando o assunto é a humanidade pecadora. No entanto, quando o assunto é Deus e as Suas promessas de perdão dos pecados, de paz através da fé em Jesus, e de um “novo céu e nova terra”, não precisamos desconfiar. Elas vêm de um Criador totalmente confiável. Não pode haver insulto maior a Deus do que desconfiar das suas promessas. Bíblia Evangelismo em Ação Vida.
22 isso lhe foi imputado por justiça (ARA; BV: “foi por causa da fé que Abraão revelou que Deus perdoou seus pecados e o declarou ‘sem culpa’). A circuncisão de Abraão em 15:6 foi uma reconfirmação da fé que ele tinha em 15:5-6 . A circuncisão de Abraão foi uma expressão de sua convicção que Deus é capaz de dar a ele um filho através da estéril Sara. Andrews Study Bible.
23-25 A fé cristã na ressurreição de Cristo é a fé em Deus como Criador que é capaz de ressuscitar o morto. Andrews Study Bible.
23 não … apenas para ele. A experiência de Abraão não era particular nem individual, mas tinha amplas implicações. Se a justificação pela fé era real para ele, é uma verdade universal. Bíblia de Estudo NVI Vida.
25 Ele foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitado para nossa justificação (NVI). Essas palavras, que refletem a tradução da Septuaginta (e em grego) de Is 53.12, são provavelmente uma citação de uma fórmula confessional cristã. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A morte e ressurreição de Cristo são dois aspectos de uma única obra salvífica. Na primeira parte, Cristo levou sobre Si a pena legal pela nossa culpa. Na segunda parte, a ressurreição de Cristo confirmou que a Sua morte foi uma oferta suficiente e eficaz pelo pecado, tendo agradado ao Juiz Supremo. Bíblia de Genebra.
Quando cremos, estabelece-se uma troca. Nós damos a Cristo nossos pecados e Ele nos dá a Sua justiça e perdão (ver 2Co 5:21). Não existe nada que possamos fazer para merecer isto. Somente através de Cristo podemos receber a justiça de Deus. Que troca incrível isto é para nós! Porém, tristemente, muitos ainda escolhem abrir mão deste presente para continuas “apreciando” seus pecados. Life Application Study Bible.
BV: Bíblia Viva (A Bíblia Viva é uma paráfrase, uma tradução livre).
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“E recebeu o sinal da circuncisão como selo da justiça da fé que teve quando ainda incircunciso; para vir a ser pai de todos os que creem, embora não circuncidados, a fim de que lhes fosse imputada a justiça” (v.11).
Um dos textos bíblicos mais importantes acerca da justificação pela fé é o texto de Gênesis 15:6, replicado por Paulo: “Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça” (v.3). A experiência de Abraão com Deus começou quando ele ainda habitava na região da Mesopotâmia em meio a um povo envolvido com a idolatria. Deus encontrou em Abraão um coração disposto a segui-Lo e servi-Lo. Somente quando Ismael tinha por volta dos 14 anos, Deus instituiu a Abraão e sua descendência a prática da circuncisão. Ao contrário do que muitos pensam, a circuncisão não era uma marca exclusiva para os homens, mas para as famílias, no sentido de que aquela marca apontava para o plano de Deus de conservar para si um povo separado.
Mas não foi o sacrifício de Abraão de sair de sua terra natal e ir para uma terra que não conhecia, nem a sua vida piedosa, nem mesmo a sua obediência no monte Moriá, que lhe garantiram o título de “pai da fé”, mas porque, antes mesmo de ver cumprida a promessa, ele creu em Deus. Ele se tornou tão íntimo de Deus, que o próprio Senhor a respeito dEle declarou: “Abraão, Meu amigo” (Is.41:8). Os judeus declaravam que não precisavam ter fé em Cristo porque eram filhos de Abraão. Ignoravam, porém, que o próprio Abraão foi justificado por fé nAquele “que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8).
Enquanto o pecado vindica um salário, “o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.6:23). “Ora, ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida” (v.4). Por isso que crer em Jesus e viver pela fé é deixar “as obras da carne” (Gl.5:19), e permitir que seja produzido em nós “o fruto do Espírito”, que é: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio”, por isso que o verso termina dizendo que “Contra estas coisas não há lei” (Gl.5:22-23). São virtudes divinas concedidas graciosamente aos que aceitam viver e andar “no Espírito” (Gl.5:25). Portanto, o verdadeiro serviço cristão não é o que o homem faz, mas o que o Espírito Santo realiza no homem.
Se Deus tivesse ocultado das Escrituras as falhas de caráter e os pecados que ali estão registrados, teríamos todos os motivos de temer o Seu juízo e entregar a nossa alma ao desespero. Mas em Sua infinita misericórdia e bondade, os relatos estão repletos de testemunhos de pessoas “[semelhantes] a nós, [sujeitas] aos mesmos sentimentos” (Tg.5:17) – inclusive Abraão, que mentiu duas vezes acerca da identidade de Sara e casou com Hagar sem consultar a Deus – para nos dizer nas entrelinhas que Jesus tem poder para perdoar as nossas iniquidades e cobrir os nossos pecados (v.7). O testemunho de uma vida transformada nada mais é do que uma vida submissa a Jesus Cristo, “o qual foi entregue por causa das nossas transgressões e ressuscitado por causa da nossa justificação” (v.25). “Essa é a razão por que provém da fé, para que seja segundo a graça” (v.16).
Vocês compreendem, amados, a glória contida na doutrina da justificação pela fé? Não é o que fazemos ou deixamos de fazer, mas o que Deus opera em nós. Foi essa verdade que abalou a Idade Média. Foi por essa mensagem que homens e mulheres penitentes deram a sua vida nas fogueiras da inquisição. John Wycliffe, Calvino, Jan Huss, Jerônimo, Filipe Melâncton, Martinho Lutero, dentre tantos outros reformadores assumiram os riscos até às últimas consequências em defesa da fé; “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6). A primeira das virtudes do Espírito Santo, o amor, precede as demais e foi exatamente o que moveu os mártires reformadores a suportar com nobreza e serenidade a inevitável condenação. E será precisamente o que regerá “a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12).
Cristo prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). Como Abraão, que pela fé possamos nos fortalecer, “dando glória a Deus” (v.20) e estejamos plenamente convictos de que Ele é poderoso para cumprir o que prometeu (v.21).
Santo Deus e Pai, nós Te louvamos por Tua bondade, pois ela nos conduz ao arrependimento! Nós Te louvamos por Teu amor, pois ele foi revelado no sacrifício que Jesus fez por nós! Nós Te louvamos por Tua graça, pois ela nos salvou! Nós Te louvamos pelo maravilhoso dom do Espírito Santo, pois Ele quem opera em nós o querer e o efetuar segundo a Tua boa vontade! Como Abraão, queremos ser Teus amigos, Pai! Queremos andar Contigo, sorrir Contigo, chorar Contigo, e não nos cansar da Tua companhia, mas desejá-la tanto e cada vez mais, até que o nosso coração esteja transbordante do Teu amor. Completa em nós a boa obra que o Senhor começou. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos pela graça de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Romanos4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ROMANOS 4 – Deus resolveu o maior dilema moral da História! Mas: Como um Deus santo pode perdoar pecadores?
A esta altura da leitura em Romanos, essa verdade foi desvendada. A resposta está na cruz de Cristo, onde justiça e graça se encontraram.
Agora, vamos mergulhar na teologia de Romanos 4:
• Abraão foi justificado pela fé, não pelas obras (Romanos 4:1-3): Deus credita justiça àqueles que confiam nEle, não aos que dependem do próprio esforço.
• A graça de Deus não é salário, é presente (Romanos 4:4-5): A justificação não é uma recompensa por obras humanas, mas um dom gratuito dado àqueles que creem.
• A verdadeira e maior bênção que recebemos de Deus é sermos perdoados (Romanos 4:6-8): Felizes aqueles cujos pecados Deus não leva em conta – um perdão imerecido!
• A fé não conhece barreiras culturais (Romanos 4:9-12): Abraão foi justificado antes da circuncisão, mostrando que a salvação é universal, para judeus e gentios.
• A promessa depende da fé, para que seja pela graça (Romanos 4:13-16): A herança espiritual não vem da Lei, mas de uma promessa acessível a todos os que creem.
• A fé em Deus desafia o impossível (Romanos 4:17-21): Abraão creu contra a esperança, confiando que Deus é poderoso para cumprir o que promete.
• A justificação pela fé é para todos os que creem em Cristo (Romanos 4:22-25): Assim como Abraão, somos declarados justos ao crer nAquele que ressuscitou Jesus, nosso Senhor.
Ellen White declara que “a justificação pela fé e a justiça de Cristo” são “as mais suaves melodias de origem divina” (T6, 426). Diversas vozes dissonantes têm sufocado essa melodia celestial. Mas, Romanos 4 nos leva a ouvi-la novamente.
Paulo evocou a pessoa de Abraão, o “pai da fé”, visando salientar que a salvação é recebida pela fé, não pelas obras. Sua experiência é uma resposta direta àqueles que tentam ganhar o favor de Deus através de obras. Para os que acreditam que o cristianismo é uma religião meramente de moralidade, o relato de Abraão é uma defesa poderosa de que Deus não nos salva por aquilo que fazemos, mas por Quem Ele é e faz!
• Se a graça for merecida, automaticamente deixa de ser graça.
• E, a fé é o único caminho para experimentarmos os benefícios da graça!
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: Romanos 3 – Primeiro leia a Bíblia
Romanos 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/rm/3
Como adventistas, acreditamos que conhecemos toda a verdade. Muitas vezes, essa crença nos faz pensar que somos melhores do que os outros. Guardamos todos os 10 mandamentos, guardamos o sábado, comemos de forma saudável, não fumamos nem bebemos e vivemos uma vida moral. Não temos razões suficientes para nos considerarmos superiores aos outros? Paulo é inflexível: Absolutamente não! Certamente não! Ele nos lembra que somos todos pecadores necessitados da justiça de Deus. Somos pecadores por natureza, mesmo que não cometamos nada que possa se assemelhar ao pecado. Não podemos permanecer na presença de Deus, exceto… pela fé em Jesus. Ele apresenta Sua justiça ao Pai em nosso favor. O circuncidado precisa tanto de fé como o incircunciso.
Não há superioridade no que cremos ou no que fazemos. A superioridade está em Sua justiça. Não merecemos viver, pois por natureza desonramos a Deus. No entanto, Ele nos justifica porque nos ama. A salvação é para todos os que creem nele. Que Deus generoso, então ninguém pode se gabar. Tudo o que podemos fazer é viver nosso amor por Ele amando o que não é amável.
Cristian Dumitrescu
Professor e pastor que compartilha o amor de Deus entre moradores de rua nas ruas de Bucareste, Romênia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/rom/3
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli