Filed under: Sem categoria
“[…] E se foi sem deixar de si saudades; sepultaram-no na Cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis” (v.20).
A palavra saudade significa sentir a ausência de algo ou alguém e vem do latim solitas ou solitatis, que quer dizer solidão. Geralmente, é um sentimento provocado pela distância ou pela morte. Mas o relato de hoje fala de alguém que se foi sem deixar saudades. Seu caráter foi, em essência, tão cruel que, além disso, nem na morte recebeu um sepultamento digno de sua posição, pois “sepultaram-no na Cidade de Davi, porém não nos sepulcros dos reis” (v.20). Seu nome? Jeorão.
Com a morte de Josafá, Jeorão assumiu o trono de Judá e, além de primogênito, tratou logo de tornar-se filho único, pois “matou todos os seus irmãos à espada” (v.4). E, se ele não teve o mínimo de misericórdia de seus irmãos de sangue, que diria do povo que governava.
Josafá foi um líder espiritual consagrado a Deus, contudo, também cometeu seus deslizes. Um deles foi ter feito aliança com o rei de Israel por meio do casamento de Jeorão com Atalia, filha de Acabe com Jezabel. Esta aliança política usurpou o coração de Jeorão de tamanha forma que ele apenas “fez o que era mau perante o Senhor” (v.6). Pior ainda: “seduziu os habitantes de Jerusalém à idolatria e fez desgarrar a Judá” (v.11). Ou seja, desfez todas as reformas religiosas que seu avô e seu pai haviam feito.
Contudo, apesar de toda a desgraça causada por Jeorão, Deus “não quis destruir a casa de Davi por causa da aliança que com ele fizera, segundo a promessa que lhe havia feito” (v.7). O que nos afirma que, ainda que se levantem infiéis em meio aos fiéis, o Senhor mantém as Suas promessas por amor a estes. Como está escrito: “O mau, é evidente, não ficará sem castigo, mas a geração dos justos é livre” (Pv.11:21).
A carta do profeta Elias a Jeorão não se tratava de um castigo arbitrário da parte de Deus, mas de uma última oportunidade de arrependimento para aquele rei ímpio. Entretanto, mesmo ciente de tudo o que lhe sobreviria caso permanecesse em sua maldade, Jeorão permitiu que a “enfermidade incurável” (v.18) do pecado lhe consumisse até às entranhas. E ele morreu sem família, sem amigos, sofrendo “terríveis agonias” (v.19), sepultado como um indigente, e “se foi sem deixar de si saudades” (v.20).
Do que valeu seu esforço para o mal? Qual foi a vantagem em matar os seus irmãos? Qual foi o resultado de dar as costas a Deus e ao Seu profeta? Lembram da mensagem de ontem? “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20). Quão diferente teria sido a vida de Jeorão, do povo e de sua família se tão somente ele tivesse abandonado o seu orgulho e se convertesse ao Senhor. Mas este relato também pode ser uma oportunidade que o Senhor está usando, hoje, para transformar corações.
Quem sabe, como Jeorão, você veio de um lar cristão, cresceu ouvindo a Palavra de Deus e, por alguma circunstância da vida, se encontra longe do Senhor. Amado ou amada de Deus, preste muita atenção: o Senhor te ama tanto que usa até situações aparentemente ruins para te chamar de volta para Ele. Por favor, não faça como fez Jeorão! Deus te chama de volta! “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15). Ainda que se sinta só, ainda que suas atitudes tenham feito com que ninguém sinta a sua falta, há Alguém que sente por você uma eterna saudade! Ó, amado(a), volta para o Senhor enquanto há tempo e Ele fará de você um herdeiro da promessa (v.7)! Pois está escrito: “Mas, convertendo-se o perverso da perversidade que cometeu e praticando o que é reto e justo, conservará ele a sua alma em vida” (Ez.18:27).
Oração:
Pai de amor, a Tua graça abundante ainda está à nossa disposição e podemos aceitá-la e ser por ela transformados. Mas, assim como chegou o fim do tempo de oportunidade para Jeorão, o grande conflito se apressa para o fim. Hoje é o tempo que o Senhor nos oferece para que possamos tomar uma decisão firme ao Teu lado. O Senhor, conforme a Tua promessa, tem derramado o Teu Espírito sobre toda a carne. Dá-nos ouvidos sensíveis para ouvi-Lo e coração disposto a obedecê-Lo! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, herdeiros da promessa!
Rosana Garcia Barros
#2CRÔNICAS21 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
I CRÔNICAS 21 – A influência do mal é perigosa, porém, sua aceitação é rápida e ampla. É muito fácil indivíduos substituírem o certo pela prática daquilo que é errado. Pecadores tornam-se cegos e surdos e, assim, subestimam o poder do mal.
Em apenas 8 anos, Jeorão colocou tudo a perder em Judá, restaurando a idolatria que seus antepassados levaram décadas para erradicar. Com 8 anos de reinado, Jorão levou Judá ao fundo do poço, como estava Israel. A influência do mal veio da rainha Jezabel e do rei Acabe, que levaram Israel ao auge da perversidade e cuja filha Atalia tornou-se esposa de Jorão.
Ao assumir o reino, Jeorão fez igual a sogra, assassinou todos os seus irmãos e quem quer que ameaçasse seu governo (II Crônicas 21:1-7). Sua estratégia era eliminar qualquer que pudesse opor-se a ele ao promover a religião pervertida do deus Baal, a religião de sua sogra.
• Josafá não devia ter dado brecha ao mal aliando-se a Acabe (II Crônicas 18).
Deus preza por Seu povo mesmo que este O despreze. Seu amor é maior que a indiferença generalizada. Sua compaixão vai além da corrupção moral e religiosa. Suas promessas Se cumprem apesar das desgraças dos nossos pecados. Seu reino está acima de qualquer reinado de terror, ainda que este esteja sob a regência do próprio diabo.
Embora Deus pudesse dar fim a Judá, Ele preservou essa nação como preservou Israel que por mais tempo se apostatara. Contudo, não deixou o mal tomar conta, Ele permitiu as consequências das más escolhas: Judá sofreu derrotas, rebeliões e guerras (II Crônicas 21:8-10).
Além dessas consequências, Deus enviou mensagem por carta a Jorão através do profeta Elias. Dessa carta destacam-se os seguintes pontos:
• É necessário seguir bons exemplos, em vez de optar pela influência dos maus exemplos: Jorão ignorou o exemplo de Davi, do piedoso Asa, e do reformador Josafá, seus familiares diretos, para seguir o exemplo de Acabe e Jezabel.
• Um pecado leva a outro se não colocarmos freio em nossa vida. Partindo da idolatria, Jorão tornou-se fratricida e assassino.
• Os pecados podem parecer bons, porém suas consequências são cruéis. A condescendência de Jorão o levou a uma enfermidade intestinal incurável.
Aprendamos a plantar as sementes do bem, para não colhermos as consequências do mal. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: II CRÔNICAS 20 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/20
No capítulo 20 de Crônicas somos imediatamente convidados a ver como um filho de Deus deve reagir aos desafios da vida. Tão logo um inevitável infortúnio se apresenta diante de Josafá ele, de pronto, se apresentou diante de Deus em busca de refúgio. Diante da iminente batalha contra tropas inimigas o ato de fé do rei Josafá foi expresso na promoção de um jejum nacional em busca pelo Senhor. Esse sem dúvidas foi um ato de grandeza maior mesmo que os exércitos inimigos em torno de Jerusalém.
Tal jejum revelou a sua certeza de que não era a força física o que eles necessitavam para a vitória, mas o poder que está acima de qualquer fonte de vigor proveniente desta terra. Disto aprendemos que o reconhecimento humano de sua nulidade é condição necessária para o agir divino em sua completude. Neste segmento, umas das grandes belezas desta história é que o local da peleja que representaria o vale da morte ao povo de Deus passou a chamar-se o vale da Benção.
Isael Santos Souza Costa
Professor, Seminário Latino Americano de Teologia, Bahia, Brasil
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/20
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
571 palavras
1 filhos de Moabe … Amom. Os descendentes desses inimigos continuaram sendo uma ameaça a Israel após a volta do exílio babilônico (Ne 2.19; 4.1-3,13) (Bíblia de Genebra).
3 Josafá teve medo. Não há problema em se ter medo diante do perigo; errado é sucumbir ao medo. Pessoas fortes e corajosas muitas vezes sentem medo; mas, apesar do temor, elas seguem adiante e agem resolutamente (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 277).
3-4,9 apregoou jejum. Josafá reagiu imediatamente convocando Judá a um jejum e a buscar o Senhor. Esses atos relembram a oração dedicatória de Salomão (20.18-19). […] Josafá aplicou a oração dedicatória de Salomão explicitamente à sua situação (Bíblia de Genebra).
10 não permitiste. Foi ordenado a Israel que poupassem os edomitas por serem filhos de Esaú, o os moabitas e amonitas. Ver Dt 2:4, 5, 9, 19; Nm 20:14-21. (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 277).
15 Talvez não lutemos contra um inimigo armado, mas todo dia batalhamos contra a tentação, pressões e “governantes … deste mundo tenebroso” (Ef 6.12) que querem que nos rebelemos contra Deus. Lembre-se que como crentes nós temos o Espírito de Deus em nós. Se clamarmos pelo auxílio de Deus quando enfrentarmos dificuldades, Deus lutará por nós. E Deus sempre triunfa. Como podemos deixar que Deus lute por nós? (1) Pela conscientização de que a batalha não é nossa, mas, sim, de Deus; (2) pelo reconhecimento das limitações humanas e pela permissão que o poder de Deus atue através de nossos medos e fraquezas; (3) Certificando-se que estamos buscando os interesses de Deus e não nossos próprios desejos egoístas; (4) Pedindo a Deus que nos auxilie em nossas batalhas diárias (Life Application Bible Kingsway NIV).
20-30 A estratégia o resultado dessa batalha formam um contraste notável com a batalha anterior de Josafá (Bíblia de Genebra).
23 Depois de os amonitas e moabitas terem destruído o exército de Edom, parece ter havido contendas entre si acerca dos despojos, as quais trouxeram à tona antigas animosidades tribais (Bíblia Shedd).
36 navios que fossem a Tarsis. NVI: navios mercantes. Hebraico: “de navios que pudessem ir a Társis (comentário NVI). Isto é, navios do tipo transoceânico, que habitualmente iam a Társis, provavelmente na Espanha. No caso, a viagem seria para Ofir (talvez na Índia), cf. 1 Rs 22.49.
Eziom-Geber. Este porto marítimo de Salomão era também seu centro de refinação de cobre. É o gêmeo do atual porto de Elate, em Israel, no golfo de Aqaba, reconhecido como ponto altamente estratégico (Bíblia Shedd).
37 os navios se quebraram. Talvez saíram direto dos estaleiros, apanhando uma tempestade súbita no meio do golfo rochoso. O melhor plano resultará em fracassos e decepções, quando realizado em conformidade com aqueles que não pertencem a Deus. Os crentes fariam bem em não se comprometerem com as forças do mundo, por mais vantajoso que pareça (Bíblia Shedd).
Procuramos desastre quando entramos em sociedade com não crentes em Deus porque nossos fundamentos diferem (2 Co 6.14-18). Enquanto um serve ao Senhor, o outro não reconhece a Sua autoridade. Inevitavelmente aquele que serve a Deus será confrontado com a tentação de comprometer seus valores. Quando isso acontece, o desastre espiritual acontece. Antes de firmar uma sociedade, questione: (1) Quais são os meus motivos? (2) Que problema estou tentando evitar ao buscar esta parceria? (3) Esta sociedade é a melhor solução ou é apenas uma solução rápida ao meu problema? (4) Eu já orei ou pedi a outros para orarem por a orientação? (5) O meu parceiro e eu realmente buscamos os mesmos objetivos? (6) Estou pronto a conseguir menores ganhos por obedecer à vontade de Deus? (Life Application Bible Kingsway NIV).
Filed under: Sem categoria
“Pela manhã cedo, se levantaram e saíram ao deserto de Tecoa; ao saírem eles, pôs-se Josafá em pé e disse: Ouvi-me, ó Judá e vós, moradores de Jerusalém! Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (v.20).
Quando você ouve a palavra “deserto”, o que lhe vem à mente? Calor? Areia? Peregrinação? Tentação? Josafá havia acabado de renovar sua aliança com Deus por meio da segunda reforma em seu reinado. E “depois disto” (v.1), passou por uma das piores provas de sua vida. Dois grandes povos, Moabe e Amom, “com alguns meunitas”, ameaçaram destruir a nação de Judá. A Bíblia diz que “Josafá teve medo” (v.3). Só que esse medo o fez buscar socorro no lugar certo: “e se pôs a buscar ao Senhor” (v.3).
Todo o Judá se reuniu na Casa do Senhor, a mesma Casa que Deus disse que, se o Seu povo orasse, se humilhasse e O buscasse, com genuíno arrependimento, Ele o ouviria, o perdoaria e o ajudaria (2Cr 7:14). Pois bem, lá estava todo o povo fazendo exatamente como o Senhor orientou: pedindo “socorro ao Senhor” (v.4). E que oração a de Josafá! Ele estava prestes a entrar no deserto. Ele sabia disso. Ele não procurou aliados políticos, não se apegou ao seu exército, mas na força e no braço poderoso do Senhor dos Exércitos. Não confiou em suas próprias forças, mas fixou os olhos em Deus: “porém os nossos olhos estão postos em Ti” (v.12).
Prontamente, o Espírito Santo veio sobre Jaaziel, que trouxe a mais fiel mensagem de Deus a todo filho em angústia: “Não temais, nem vos assusteis por causa desta grande multidão, pois a peleja não é vossa, mas de Deus” (v.15). “não tereis de pelejar […] ficai parados e vede o salvamento que o Senhor vos dará […] porque o Senhor é convosco” (v.15,17). Uau! Você pôde sentir o poder saindo de cada palavra? Não há como duvidar de um Deus assim! Meus irmãos, sempre que resolvemos fazer a vontade de Deus, podemos ter a certeza de que desertos virão. Surgirão provações que nos farão sentir medo, desânimo. Inimigos se levantarão para tentar nos tirar a paz. No entanto, em meio a tudo isso, se assumirmos a atitude de Josafá, e buscarmos ao Senhor de todo o nosso coração, Ele nos diz:
— Não precisa ter medo, filho(a), a guerra não é tua, é Minha. Você não tem que lutar. Apenas contemple o livramento que te darei, pois Eu sou contigo.
Que outra atitude podemos ter diante de um Deus tão maravilhoso, senão a que teve Josafá e todo o povo? — “Oh, Senhor, nos prostramos diante da Tua face e Te adoramos!” (v.18). Mas para que Deus nos ajude no deserto da tentação, precisamos “pela manhã cedo” (v.20) nos dirigir ao deserto da comunhão. A nossa luta não é “contra o sangue e a carne”, amados, mas contra as forças do mal que tentam nos destruir (Ef.6:12). Eis aí a receita da vitória: Levanta-te, povo do Senhor, todos, “como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos” (v.13), e de manhã cedo buscai ao Senhor por meio do estudo da Palavra e da oração, para crer no Senhor e no que Ele nos deixou escrito por intermédio de Seus profetas.
Lembrem-se de que foi por meio do jejum, oração e do “está escrito” que Cristo venceu Satanás no deserto (Mt.4:1-11). Se seguirmos essa receita espiritual, logo estaremos “no vale da Bênção” (v.26), rendendo “graças ao Senhor, porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v.21). Ó, amados, não percamos esse foco, e Deus há de nos dar “repouso de todos os lados” (v.30)! Há um recado do Céu para cada um de nós, hoje:
Não permita que Deus tenha que “destruir as tuas obras” (v.37) para que então você perceba que elas não têm poder para te fazer vencer. Você está sendo ameaçado? Busque ao Senhor. Está sendo perseguido? Busque ao Senhor. Alguém te faz sofrer? Busque ao Senhor. Circunstâncias adversas te afligem? Busque ao Senhor. Creia em Deus e estarás sempre seguro. Creia em Sua Palavra, e Ele te fará prosperar. “Tomai posição” (v.17) com os joelhos no chão e Jesus no coração, e apenas com os teus olhos contemplarás o livramento que Deus te dará, conduzindo-te ao eterno vale de Bênção. “Não temais”, povo de Deus, “nem vos assusteis […] porque o Senhor é convosco” (v.17).
Oração:
Pai amado, que também é o Senhor dos Exércitos que luta por nós, graças Te damos porque o Senhor continua lutando pelo Teu povo hoje! Mas será que temos assumido a mesma postura de Josafá em meio às nossas provações? Temos, de fato, mesmo com medo, buscado ao Senhor e fixado nEle os olhos? Ó, Senhor, clamamos pelo Espírito Santo nos dando a fé e a perseverança tão necessárias nestes desertos finais! Há uma multidão de inimigos contra nós nas diversas investidas de Satanás para nos destruir. Cremos em Ti e cremos em Teus profetas! Então, Pai, guarda-nos em segurança e faz-nos prosperar em Ti, até que Cristo volte. Em nome dEle, do nosso poderoso Cristo vencedor, nós clamamos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, crentes perseverantes!
Rosana Garcia Barros
#2CRÔNICAS20 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
II CRÔNICAS 20 – As dificuldades de vida parecem promover nossa espiritualidade. Quando buscamos a Deus, os grandes desafios e crises que enfrentamos neste mundo são excelentes oportunidades para Ele revelar Seu poder e vantagens de O buscarmos.
II Crônicas 20 ensina-nos a fazer jejuns coletivos; a convidar outras pessoas para juntos buscarem a Deus; a orar confiantemente reconhecendo Quem Deus é, o que Ele fez e o que pode fazer; a depender do tempo e da forma do Espírito Santo agir; a participar da adoração a Deus frente aos desafios da vida; a agir em sintonia com Deus na busca pela vitória completa; e, a ser grato por Deus conceder vitória e paz.
No texto, a coligação transjordanenses de Moabe, Amom e do monte Seir travou uma guerra desproporcional contra Judá sem causa justa (II Crônicas 20:10-12). Após a consagração do rei Josafá juntamente com o povo que viera de todas as cidades de Judá e juntos clamarem a Deus, o Espírito Santo “veio sobre Jaaziel” com orientações que resultariam em vitória para o exército que de madrugada sairia ao deserto de Tecoa e cantaria louvores a Deus.
Diante da orientação profética, foram os cantores do templo que lideraram o exército, não os capitães militares treinados para a batalha. Além disso, a música não era de batalha, nem exaltava a justiça ou a soberania divina; a letra rezava: “Deem graças ao Senhor, pois o Seu amor dura para sempre” (II Crônicas 20:20-21). Tem lógica?
A vitória ficou para o povo que buscou a Deus e confiou piamente em Suas orientações sem lutar; pois a luta se deu entre os aliados, que se autodestruíram (II Crônicas 20:22-30); mesmo que nem Josafá nem o povo eram perfeitos diante de Deus (II Crônicas 20:31-37). Tudo isso nos evidencia que:
• Não importa o tamanho do problema, Deus é maior e sabe como resolvê-lo.
• Não importa quão pequenos somos, Deus pode conceder-nos Seu favor.
• Não importa se a lógica divina seja aparentemente absurda, ela tem mais lógica que nossa forma de ver as coisas.
• Não importa se não somos perfeitos; se perfeitamente buscarmos ao Senhor, graciosamente seremos atendidos e surpreendidos.
Se hoje buscarmos verdadeiramente ao Senhor, nosso dia será bem diferente do que seria sem dependência dEle. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: II CRÔNICAS 19 – Primeiro leia a Bíblia
II CRÔNICAS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2cr/19
Ontem, vimos que os planos de Deus prevalecem, mesmo com as consequências e baixas resultantes de falhas na sua implementação pelos seres humanos.
Ao retornar a Jerusalém, o profeta Jeú repreendeu Josafá por ajudar os iníquos e amar aqueles que odeiam o Senhor. Jeú disse que ele suportaria consequências por suas decisões, embora houvesse algo bom nele, como evidenciado ao livrar o país dos bosques onde a adoração pagã ocorria. Josafá continuou seu programa de reforma por toda Judá, visitando cada cidade pessoalmente para demonstrar seu compromisso em realizar a vontade de Deus. Este programa incluiu a criação de sistemas eclesiásticos e civis separados de justiça. Cada juiz foi exortado a se ver a si mesmo como um representante de Deus em seus julgamentos e a julgar cuidadosamente “porque com o Senhor nosso Deus não há injustiça, parcialidade ou suborno”.
O capítulo conclui com Josafá pedindo que eles “ajam com coragem, e que o Senhor esteja com aqueles que fazem o bem.” É preciso coragem para realizar a vontade de Deus; a falta de coragem geralmente nos impede de fazer as coisas que sabemos que precisam ser feitas. Agir com coragem e fazer o bem são sinônimos. Quanto mais cedo começarmos a agir com coragem em nossas vidas, mais cedo estaremos fazendo o bem e experimentando as bênçãos completas de Deus.
Tobias Elias
Professor de História em escola pública
Michigan EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/19
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
316 palavras
4 O próprio rei Josafá liderara a obra reformadora, que induziu o povo à fé e à obediência ao Senhor. As instruções deixadas aos juízes e aos sacerdotes (v.5-9) servem para qualquer líder civil ou eclesiástico: 1) Tudo deve ser feito com dedicação e cuidado (v.6 e 7); 2) Deve ser feito num espírito de reverência e de fé (v.7 e 9); 3) reconhecendo que todo poder emana de Deus, e em Seu nome deve ser usado (v.6); 4) Deus, em tudo, é o grande Exemplo de justiça e imparcialidade (v. 7); 5) Deus está presente junto aos que realmente O amam, para inspirá-los, corrigi-los e consolá-los (v. 6) (Bíblia Shedd).
5 nomeou juízes. O nome Josafá (que significa “o Senhor julga”) é apropriado para o rei que instituiu essa reforma judiciária. A organização dos tribunais de justiça por Josafá (v. 5-11) seria de interesse especial para o cronista do período pós-exílico quando os tribunais da comunidade restaurada teriam sua existência e estrutura legitimadas por esse precedente (Bíblia de Estudo NVI Vida).
5-10 Josafá nomeou sacerdotes e levitas para ajudar a administrar a lei civil. Muitos anos antes, Moisés tinha escolhido homens capazes, fiéis e honestos para ajudá-lo a julgar as disputas entre as pessoas (ex. 18.21,22). Obviamente o melhor tipo de líder é o que sempre age com reverência a Deus. Líderes efetivos fazem que o trabalho seja feito; líderes fiéis garantem que o trabalho seja feito do modo de Deus e no tempo de Deus. Ele procuram incutir a sabedoria de Deus em futuros líderes e construir os valores de Deus em toda a comunidade (Life Application Study Bible Kingsway NIV).
10 sentença contestada. Isto é, casos que poderiam chegar ao tribunal central em Jerusalém, provenientes de outras cidades. Fica claro a partir desta passagem que o tribunal da capital era um supremo tribunal de apelação (Comentário Adventista do 7º Dia,vol. 3, p. 274).
entre sangue e sangue. Para definir os casos de morte “acidental”, em “legítima defesa”, ou “assassínio” (Bíblia Shedd).