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“José se apressou e procurou onde chorar, porque se movera no seu íntimo, para com seu irmão; entrou na câmara e chorou ali” (v.30).
Não sabemos quanto tempo os irmãos de José demoraram para retornar, mas foi tempo suficiente para consumirem todo o cereal que haviam trazido do Egito. Diante do pedido de Jacó para que voltassem e comprassem mais mantimento, Judá viu a oportunidade de convencer seu velho pai a levar Benjamim com eles. Mesmo relutante, Jacó permitiu e usou a mesma estratégia que anos antes havia empregado com Esaú: mandou preparar muitos presentes para José e os abençoou, dizendo: ‘Deus Todo-Poderoso vos dê misericórdia perante o homem, para que vos restitua o vosso outro irmão e deixe vir Benjamim’ (v.14).
Era um tempo de prova para toda a família. Cada um precisava exercer sua fé em Deus, desde Jacó até Benjamim. Enquanto isso, José aguardava ansioso o retorno de seus irmãos com seu irmão mais novo. Ao ver Benjamim, ordenou a um de seus empregados que os preparassem para almoçar em sua casa. Essa notícia fez estremecer o coração de seus irmãos, que pensaram se tratar de um encontro para acusá-los de roubo por causa do dinheiro que lhes voltou nos sacos de cereais. O que os intimidava, na verdade — e sua constante desconfiança e medo — era uma consciência culpada desde o tempo em que venderam José como escravo. A cada ameaça de infortúnio, sua consciência os acusava e os fazia pensar que estavam diante de um castigo divino.
Mesmo sendo tratados agora com brandura e certos privilégios, ‘prepararam o presente’ (v.25) para entregar ao governador do Egito. Era muito difícil para eles não olharem com desconfiança para aquele momento. Chegaram a pensar que seriam punidos com a mesma sorte de José, sendo capturados como escravos (v.18). O que é isso, senão o resultado de uma mente cheia de culpa? A culpa tem seu lugar no processo que envolve o genuíno arrependimento. Ela age como a dor que indica que algo está errado. Mas, se for canalizada para o eu — como se tivéssemos o poder de vencê-la por meio de nossos próprios esforços —, ela pode levar ao mesmo fim de Judas, que tentou devolver as moedas aos sacerdotes e anciãos, mas, vendo que não adiantou, ‘foi enforcar-se’ (Mt.27:5). Contudo, se como Pedro, encontrarmos o olhar de Jesus (Lc.22:61), experimentaremos o verdadeiro arrependimento, que transforma e redime.
O certo é que, ao invés do que esperavam, os filhos de Jacó foram tratados com honra e dignidade e desfrutaram de uma excelente refeição na casa do oficial mais respeitado e poderoso do Egito. José, contudo, não pôde conter a emoção ao ver seu irmão caçula e ‘procurou onde chorar’ (v.30). E como mais uma forma de provar o caráter de seus irmãos, ‘a porção de Benjamim era cinco vezes mais do que a de qualquer deles’ (v.34). Quando olhamos para a cruz e para tudo o que nosso Salvador teve de passar por causa de nossos pecados, poderíamos nos sentir como os irmãos de José: culpados e passíveis do pior castigo possível. Mas, ao invés disso, Cristo nos prometeu levar para Sua casa e nos tratar com honra e dignidade, enquanto desfrutamos do banquete celestial. Porque ‘Aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus’ (2Co.5:21).
Vocês compreendem, amados? Cristo é a nossa Justiça! Essa é a mensagem que deve permear a nossa vida e ser revelada ao mundo. Esse é o evangelho eterno que transforma e salva! Jesus está na mais sagrada câmara do santuário celeste e é ali, no Santíssimo lugar, que Ele está a derramar Suas últimas lágrimas de amor por mim e por você. Não permita que a culpa seja um agente de destruição em sua vida, mas, pela graça de Deus, que ela te faça olhar para Jesus, Aquele que quer te perdoar e te vestir com Sua perfeita justiça.
Nosso amado Pai, obrigado pela maravilhosa obra redentora de Jesus, que nos deixou escrito o caminho para encontrá-Lo! Tu conheces o nosso coração e sabes bem de que somos culpados. Perdoa-nos, Senhor! Purifica-nos de nossos pecados e prepara-nos para Te encontrar! Estamos, agora, abrindo a porta para que o Senhor entre e coma conosco e nós Contigo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, justificados por Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis43 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 43 – Você conhece a profecia da túnica de José?
Veja, “…ganhar uma vestimenta especial (provavelmente tingida de cores raras e enriquecida de adornos) foi uma mensagem para os irmãos de José. Significava que ele era o favorito de Jacó para ocupar a chefia do grupo após sua morte”, explica Rodrigo Silva.
Parece que, inconscientemente, Jacó fazia uma profecia sobre José. Embora a túnica fosse rasgada pelos irmãos, o sonho de Deus dado ao irmão humilhado não poderiam ser destruídos. Tanto a projeção de Jacó a José sobressaindo a seus irmãos, quanto os sonhos que José tivera na infância, fluíam para tornarem realidade. Evidentemente, não era o poderoso Faraó, nem mesmo José, que estava no controle de tudo; certamente era Deus – como continua sendo Ele que conduz à história para que todas as profecias fluam para a segunda vinda do Messias.
“Quando José chegou”, diante dos irmãos lá no Egito, “eles o presentearam com o que tinham trazido e curvaram-se diante dele até o chão” (Gênesis 43:26). Contudo, isso não levou José ao orgulho, e a humilhar seus irmãos que o humilharam. Ao contrário, na escola de Deus, José aprendeu a humildade. José é o ícone da humildade no Antigo Testamento, algo que acontece com cada cristão que realmente se converte ao Mestre mais humilde que pisou nosso planeta (Filipenses 2:5-11).
O segredo da vida é entender que “onde Deus é tudo, o ego é nada”, como expressou Andrew Murray. E, acrescentou, “que Deus nos ensine que nossas opiniões e palavras e sentimentos com respeito aos outros homens são Seu teste de nossa humildade diante dEle é o único poder que nos capacita a ser sempre humildes com os homens. Nossa humildade tem de ser a vida de Cristo, o Cordeiro de Deus, dentro de nós”.
O poder pode corromper muitas pessoas que o alcançam, mas não corrompe àqueles que estão sob o poder do Deus do Onipotente. O poder nas mãos de alguém que se submete humildemente a Deus se torna num poderoso canal de bênçãos para beneficiar várias pessoas.
A submissão a Deus leva os indivíduos a desfrutar dos mistérios de Suas provisões. Desta forma, o que era caos e confusão será visto como providência de Deus em Sua Universidade!
Cresçamos espiritualmente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 42 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 42 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/42
Que belo caráter José tinha! Embora todos os seus vizinhos fossem egípcios pagãos, o jovem José permaneceu fiel ao Deus de seu pai, Israel.
Quando colocado em uma posição elevada, José percebeu que havia Alguém acima dele. Isso me mostrou como é importante ter a reverência a Deus implantada em nosso coração desde a mais tenra idade. Os frutos de uma boa educação espiritual na infância foram mostrados mais tarde no caráter de José.
Eu gosto de como José concedeu o milho de graça para seus irmãos escondendo o dinheiro do pagamento em seus sacos. Isso me lembra de como o dom da salvação que Deus concedeu a você e a mim é gratuito. Não podemos comprar a salvação, pois Deus já pagou o preço. Como os irmãos de José, não temos mais nada a pagar. E pensar que muitos ao nosso redor, especialmente aqui na Ásia, nada sabem a respeito da salvação!
Quando os irmãos se curvaram perante ele, José se lembrou de seu sonho profético da juventude. Mas os irmãos não se lembravam porque nunca o tinham levado a sério. E isso me faz pensar em nós. Reconheceremos as profecias se cumprindo ao nosso redor se nunca levarmos a sério nossas oportunidades de estudá-las?
Audra Haijon
Aluna do Instituto de Treinamento do Leste Asiático, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/42
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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761 palavras
1-5 Jacó – embora velho e enlutado – ainda é o chefe de sua casa. Desde que José é o centro da história, seus irmãos são referidos em relação a ele (v. 3). Notícias dos grãos do Egito viajaram para longe e os irmãos de José não foram os únicos em busca de comida (Andrews Study Bible).
2,3 Estêvão refere-se a esse incidente (At 7.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 desceram dez dos irmãos. Foram todos os dez ao Egito, por motivo de segurança ou porque o cereal era distribuído aos chefes de família. CBASD – Comentário Biblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 476.
4 O interesse especial demonstrado por José com relação a Benjamim provavelmente decorreria de seu desejo de verificar se os irmãos o odiavam também. Bíblia Shedd.
O irmão legítimo de José havia tomado o seu lugar nas afeições do pai (37.3 e notas). O tratamento dos irmãos para com Benjamim e para com seu pai indicaria se eles haviam mudado espiritualmente ou não. Bíblia de Genebra.
Algum desastre. Jacó não esquecera o “desastre” que alcançou a José, irmão mais velho de Benjamim. Bíblia Shedd.
6 se prostraram. Cumprimento parcial de seus sonhos (37:7-10) (Andrews Study Bible).
7-8 eles não o reconheceram. Vinte e um anos se passaram desde que eles o venderam à escravidão. José é agora um adulto, vestido de modo estranho, falando através de um intérprete e governando em uma posição e poder que são completamente inesperados (Andrews Study Bible).
9 espiões. A acusação é razoável, considerando as frequentemente tensas relações entre Canaã/Síria e Egito. Exércitos famintos fazem perigosos e desesperados inimigos. Em sua defesa, os irmãos liberam a informação que José está ansioso para ouvir: tanto pai quanto irmão estão vivos (Andrews Study Bible).
11 A aparente crueldade no trato de José para com seus irmãos tinha em vista, principalmente, comprovar-lhes que a confissão de honestidade que asseveravam ter era falsa. O caminho de arrependimento e da reconciliação há de ser, quase sempre, muito penoso. Bíblia Shedd.
todos filhos de um mesmo homem. Eles eram uma unidade familiar e não espiões de uma nação propensa à guerra (cf. Nm 13.2). Bíblia de Genebra.
15 pela vida de faraó. Os juramentos mais solenes eram proferidos em nome do monarca reinante (como no caso aqui), ou das deidades de quem jurava (Sl 16.4; Am 8.14), ou do próprio Senhor (Jz 8.19; 1Sm 14.39, 45; 19.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
17 prisão. Os três dias passados na prisão servem como uma amostra do que ele sentiu enquanto prisioneiro em uma terra estranha (40:3-7) (Andrews Study Bible).
18-20 Um plano revisto: um dos irmãos deverá ficar como refém (Andrews Study Bible).
A apresentação que José fez da escolha – vida ou morte – surtiu o efeito desejado (v. 21). Bíblia de Genebra.
21-25 A conversação dos irmãos é reveladora. O tempo não fez nada à culpa, exceto aumentá-la. O leitor conhece a reação de José e é tranquilizado: os irmãos nada sabem (Andrews Study Bible).
24 chorou. Com a confissão de culpa deles, era possível uma reconciliação. Bíblia de Genebra.
Humanamente considerando, José teria razões para pagar com a mesma moeda a crueldade dos irmãos. A realidade, porém, era que ele lhes devotava tanto amor que não lhe fora possível reprimir as lágrimas (cf Jesus, pendurado na cruz, a suplicar ao Pai Celestial o perdão para os seus assassinos Lc 23.34). Uma vez que Rúben estivera ausente por ocasião da venda de José aos midianitas (37.27-29), Simeão teria assumido a responsabilidade, sendo, como era, o segundo em idade. Eis a razão por que José o tivera retido. Bíblia Shedd.
Passando por alto a Rúben que comparativamente não tinha culpa, José escolheu Simeão, o principal instigador do cruel tratamento que ele recebera (PP, 226). A insensibilidade de Simeão havia se manifestado em outras ocasiões também, como quando ele e Levi massacraram os siquemitas. CBASD, vol. 1, p. 476.
25 José não devolveu o dinheiro deles com más intenções, mas porque não podia aceitar o dinheiro de seu pai e de seus irmãos para comprar alimento. CBASD, vol. 1, p. 478.
26-28 Outro teste: os irmãos encontram todo o seu dinheiro em sacos de grãos (Andrews Study Bible).
34 negociareis na terra. Para não afligir seu velho pai ainda mais, José mudou sua ameaça de morte (vs. 18-20) para uma promessa de oportunidade econômica. Bíblia de Genebra.
36 Não seria o caso daquela exclamação de Jacó, “tendes-me privado de filhos”, indicar sua incredulidade com relação às invencionices pelas quais intentaram camuflar-lhe o desaparecimento de José? Bíblia Shedd.
29-38 Os irmãos relatam tudo a Jacó, que chora a perda de mais um filho (v. 36). A forte reação de Jacó é também uma acusação aos filhos restantes. enlutado. (Literalmente, “sem filhos”). Embora não totalmente verdade, Jacó falou parte da verdade (Andrews Study Bible).
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“José era governador daquela terra; era ele quem vendia a todos os povos da Terra; e os irmãos de José vieram e se prostraram rosto em terra, perante ele” (v.6).
A notícia de que ‘havia mantimento no Egito’ (v.1) chegou até Jacó e sua família, pois ‘havia fome na terra de Canaã’ (v.5). Assim, os dez filhos de Jacó empreenderam viagem, levando consigo dinheiro suficiente para retornarem com os suprimentos necessários. Ao se prostrarem rosto em terra perante o irmão que não viam há vinte anos, não o reconheceram. Mas José os reconheceu e, ao ver aquela cena, ‘se lembrou José dos sonhos’ (v.9) que tivera quando ainda jovem. Diante do cumprimento de seus sonhos, como deveria agir? Ele resolveu, então, testar o caráter de seus irmãos. Teriam mudado aqueles que um dia o haviam vendido como escravo?
Fico imaginando como estava o coração de José. Após vinte anos sem ver sua família, ele se deparou justamente com os irmãos que tanto o maltrataram. Acredito que os três dias de prisão de seus irmãos foram três dias de oração para José. Como ele necessitava da sabedoria do alto para saber lidar com uma situação tão desafiadora! E diante da confissão de seus irmãos, que ‘não sabiam que José os entendia’ (v.23), ele, ‘retirando-se deles, chorou’ (v.24). Mas aquelas palavras ainda não provavam uma mudança de coração. Talvez se tratasse apenas de remorso e do medo de serem castigados por Deus. É bem possível que a escolha de algemar Simeão e deixá-lo preso tenha relação com a lembrança de José do irmão que mais o tratou com crueldade.
A ordem de José para que os suprissem de mantimentos e colocassem o dinheiro deles de volta em seus sacos revela sua generosidade, apesar dessa descoberta ter provocado grande temor no coração de seu pai e de seus irmãos. Enquanto Jacó não cedia em enviar Benjamim de volta ao Egito com os irmãos, como estaria José? Afinal, ele estava vivendo o real cumprimento de seus sonhos e ansiava ver novamente seu irmão mais novo e, quem sabe, seu pai. Nós também estamos há muito tempo separados de nosso Pai Celestial e de nosso irmão mais velho, Jesus Cristo. Deus nos deu Suas profecias, que nos ajudam a perceber o quão perto estamos de reencontrá-Lo. E ao vermos o cumprimento profético diante de nossos olhos, precisamos de sabedoria para discernir a vontade do Senhor.
Todos nós estamos passando pelo tempo de prova de nosso caráter. Assim como José com relação a seus irmãos, Jesus está provando o nosso caráter. É necessária a separação entre a escória e o ouro, e as provas determinam de que material somos feitos. Amados, estamos no meio de um fogo cruzado de ideias, teorias e entendimentos sobre os últimos acontecimentos e sua ligação com as profecias finais. Enquanto uns apontam para um provável ano em que Jesus voltará, outros rebatem essa ideia com sarcasmo ou indiferença. De um lado, alarmes soando; de outro, um balde de água fria. Em nome de Jesus, medite na experiência de José e você chegará à mesma conclusão que ele: ‘porque a coisa é estabelecida por Deus, e Deus Se apressa a fazê-la’ (Gn.41:32).
Se um sonho dúplice significa que Deus tem pressa em realizar algo, o que dizer da promessa da segunda vinda de Cristo, repetida na Bíblia cerca de 2500 vezes! Paremos de cogitar sobre ‘tempos ou épocas que o Pai reservou pela Sua exclusiva autoridade’ (At.1:7) e nos preparemos para encontrar o nosso Redentor todos os dias! Para viver o extraordinário, José precisou viver o ordinário. Lembrem-se de Noé: foram 120 anos de preparo até que o Senhor lhe deu a conhecer o tempo do dilúvio (Gn.7:4). Tenho a plena convicção de que Deus tem falado com Seu remanescente hoje e, da mesma forma que cuidou de José e o preparou para o cumprimento de seus sonhos, Ele está preparando um povo para o cumprimento de Sua derradeira promessa.
Por isso, continuemos sonhando com o Céu e com o dia em que abraçaremos Jesus. ‘Guardemos firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois Quem fez a promessa é fiel’ (Hb.10:23).
Nosso Deus amoroso e grande em fidelidade, Te agradecemos por Tua maravilhosa promessa de que em breve estaremos com o Senhor para sempre! Não sabemos quando será, mas o cumprimento das profecias se avoluma e nosso coração se enche de expectativa em Te encontrar. Não permita, Pai, que essa expectativa atrapalhe a nossa caminhada Contigo. Temos um trabalho diário a fazer. Dá-nos sabedoria para realizar a Tua obra, confiantes em Ti, enquanto não deixamos de sonhar com o Céu. Enche-nos do poder do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo sábio de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Gênesis42 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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GÊNESIS 42 – O plano de Deus visava capacitar José para salvar sua família, a fim de salvar o mundo. O treinamento de José ministrado por Deus não era apenas para a administração do Egito diante da fome, mas transformar a família na qual o Messias descenderia.
Não é fácil transformar nossa natureza pecaminosa. Por mais que Deus tentasse, Seus alunos aprontavam demais. Além dos diversos erros de Abraão, Isaque e Jacó, os filhos de Israel (futuros líderes do povo de Deus) enganaram e assassinaram os siquemitas – que após estuprarem a irmã Diná, os irmãos tentaram consertar o erro fazendo acordo com Jacó (Gênesis 34:1-31). Sem somar o que os irmãos fizeram com José (Gênesis 37:1-36), observe também as vergonhosas atitudes imorais de Judá e seus filhos (Gênesis 38:1-26). Muitos fogem da escola de Deus sem se preparam para as provas da existência.
Aprovado na escola da vida tendo a Deus como Professor, José superou “uma tentativa de sedução; um plano diabólico; ingratidão ignóbil; a prisão com todos os seus horrores. Todavia, sua impecável varonilidade, sua fidelidade em fazer o que era reto, sua lealdade ao Deus de seus pais levaram o jovem ao palácio – ele tornou-se governador na terra dos faraós”, destaca Frederick G. Owen.
As dificuldades são as provas da universidade da vida. Diante da fome ao chegar à Terra Prometida, Abraão abrigou-se no Egito (Gênesis 12:10-20); mesmo que Deus tenha-lhe frustrado, mais tarde seu filho Isaque intentara a mesma coisa diante da fome, mas foi impedido por Deus (Gênesis 26:1-6).
Portanto, seria preciso esperar o tempo certo no plano de Deus para descer ao Egito (Gênesis 15:13-14). As coisas estavam se encaixando como Deus havia predito em sonhos a José e ao Faraó (Gênesis 37:5-11; 41:15-36).
Jacó enviou dez filhos a buscar mantimento no Egito – o celeiro do mundo (Gênesis 42:1-5). José, governador daquele Império, identificou seus irmãos (que não o reconheceram) e os colocou à prova para ver se haviam mudado suas crueldades (Gênesis 42:6-38).
O relato inspirado revela que, apesar da fortíssima influência do mal, Deus cuida da história deste mundo imoral. Suas estratégias e ações visam abençoar e salvar pecadores! Ele conta com pessoas como José, dispostas a colaborarem com Seus planos para esses últimos dias nos quais vivemos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: GÊNESIS 41 – Primeiro leia a Bíblia
GÊNESIS 41 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/41
“José respondeu: ‘Essa capacidade [de revelar sonhos] não está em minhas mãos, mas Deus pode revelar o significado ao faraó e acalmá-lo’ ” (Gênesis 41:16 NVT).
Depois de ter sido escravo, acusado falsamente e preso, José se apresentou diante de um faraó que o elogiou por sua capacidade de interpretar sonhos. No entanto, José evidenciou humildade ao admitir que interpretar sonhos estava além de sua capacidade. Somente Deus poderia dar a Faraó as respostas que ele desejava. Ao longo de todas as provações e dificuldades, José não desanimava em relação a Deus, mas continuava confiando nEle de todo o coração.
A humildade não é natural para nós, como seres humanos que vivemos neste mundo pecaminoso. Muitas vezes esquecemos que Deus é quem merece todo o louvor. A história de Gênesis 41 realmente me ensinou que, embora estejamos no meio de provações, devemos depender de Deus e confiar Nele. Deus me mostrou através da história de José que é possível entregarmos nossas vidas completamente a Ele, apesar de nossa natureza pecaminosa e egoísmo natural.
“Pois os que se exaltam serão humilhados, e os que se humilham serão exaltados” (Mateus 23:12 NVT).
Aini Stephens
Aluna do Instituto de Treinamento do Leste Asiático, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/41
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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484 palavras
Vento oriental. Este vento oriental, que sopra do Deserto Árabe, é extremamente quente, cresta as colheitas e abrasa a terra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 467.
8 Como Nabucodonosor, séculos após, Faraó não pode encontrar um intérprete de sonhos adequado (Dan. 2:10). Mas ele conseguiu contar o sonho aos especialistas (Andrews Study Bible).
14 Os rituais de se lavar, barbear e vestir geralmente marcam a transição de um estado a outro (p. ex., os filhos de Araão durante o ritual de ordenação de sacerdotes; Lev. 8:6-13) (Andrews Study Bible).
16 A resposta de José é corajosa, considerando o fato de que os faraós eram considerados deuses (Andrews Study Bible).
17-31 Apesar de longos períodos de fome serem relativamente raros no Egito devido à regularidade do fluxo anual do Nilo, sete anos de fome estão bem documentados em fontes egípcias e outras (2 Sam. 24:13) (Andrews Study Bible).
33-36 José ousa aconselhar Faraó, apesar de não ter sido solicitado a fazê-lo. Agora. Sempre marca a transição entre fato e moral da história (Andrews Study Bible).
34 A quinta parte. O fato de que apenas um quinto da colheita devia ser recolhido cada ano implica que mesmo nos anos de fome a terra iria produzir algo. A fertilidade do Egito sempre dependeu da inundação anual ta terra pelo Nilo, uma vez que a chuva é praticamente desconhecida. … A uma altura [de inundação] de apenas 12 côvados [c. 6m], a consequência é fome. CBASD, vol. 1, p. 468.
45 Zafenate-Panéia. Uma reconstrução do nome egípcio poderia ser “meu sustento é Deus, o que vive”. Mudança de nome indica autoridade e também uma nova identidade (Dan. 1:7) (Andrews Study Bible).
Om. Isto é, Heliópolis; também no versículo 50 (Bíblia NVI). [Pelo casamento com José, a filha do sacerdote do culto ao sol se tornou adoradora do Deus vivo. O culto aos astros – que gerou a astrologia, ligada hoje ao movimento Nova Era – se opôs em todas as eras ao culto ao Deus criador. Observe o sentido da palavra Sunday. N.C.].
46-52 Anos de plenitude se refletiram na vida pessoal de José: ele se casa com a filha de um influente oficial e tem dois filhos. Note que em contraste com as matriarcas anteriores, é ele quem dá nome aos filhos (Andrews Study Bible).
53-57 Uma fome regional chega como previsto, mas devido ao sábio conselho de José e sua administração, o Egito tem abundância de comida e alcança poder internacional (Andrews Study Bible).
56 Vendia. Não foi sem motivo que José não distribuiu gratuitamente o cereal armazenado para as multidões que pereciam. As pessoas certamente haviam sido advertidas da calamidade iminente, e poderiam, com cuidado e economia, ter guardado um pouco para os dias de escassez. Uma vez que as pessoas tinham de pagar pelo cereal, eram estimuladas a exercer a moderação e a evitar o desperdício do precioso suprimento de comida, que precisava durar por sete longos anos. Esse plano também permitiu que José socorresse as populações famintas de outros países. CBASD, vol. 1, p. 474.