Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
6 de junho de 2025, 0:50
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697 palavras

Os hebreus não chamam este livro “Êxodo.” Chamaram-no pelas suas primeiras palavras ou pensamentos no livro [Shemot ou We’eleh shemoth= “E estes são os nomes”]. (É assim que deram o nome de seus livros. Eles chamam Gênesis “no princípio” [B’reshit = “no princípio”]). Andy Nash, em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/exo/1/

O título “Êxodo” se baseia na tradução Septuaginta grega, que emprega o termo exodus, “saída” (19:1), e que foi mais tarde adotada pela Vulgata Latina (tradução da Bíblia para o latim, no início do século V, por Gerônimo). O título em hebraico demonstra a conexão [do livro do Êxodo] com Gênesis tendo em vista que começa com a conjunção “e”, sugerindo, portanto, a continuação de uma história anterior. …  e repete as exatas palavras de Gên. 46:8 [Estes são os nomes dos israelitas] (Andrews Study Bible).

1-22 O capítulo mostra a prosperidade que Deus sempre quer dar ao seu povo, e a desgraça que o mundo está sempre prestes a infligir (Bíblia Shedd).

1-4 Os livros de Êxodo e Gênesis estão ligados entre si por esta introdução (Gn 46.8-27). A promessa de Deus a Abraão foi cumprida pela frutificação de Israel (Gn 12.2) (Bíblia de Genebra).

7 Sete verbos descrevem a aparentemente sobrenatural multiplicação do povo de Israel: isto parece ser um eco consciente e alusão à criação, usando verbos de Gên. 1:20-22, 28 (Andrews Study Bible).

A terra era, provavelmente, a terra de Gósen, no noroeste do Egito, no Wadi Tumilat, no delta, um vale que tinha entre 50 e 60 km de extensão (cf Gn 47.4) (Bíblia de Genebra).

Os reis da terra conspiram visando a frustrar o plano divino. Mas isso seria o mesmo que deter a maré montante. Os dias em que a igreja sofreu perseguição e oposição foram sempre os dias de crescimento (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

8 novo rei. Aqui saltamos quatro séculos de história, desde a entrada de José no Egito. Trata-se de novas dinastias com outras maneiras de pensar e agir (Bíblia Shedd).

Esse novo rei do Egito pode ter sido Amosis I (1570-1546 a.C.) da XVIII dinastia, que expulsou os hicsos, os governantes semitas do Egito, de 1700 a 1550 a.C. (Bíblia de Genebra).

não conhecera. Não se refere a conhecimento intelectual ou  possível deslize de memória mas, ao invés, um conhecimento relacional e compromisso. O nome do rei não é mencionado, em contraste com as relativamente menos importantes parteiras (v. 15). Na Escritura, pessoas de nome não mencionado parecem não ter futuro. De acordo com 12:40, Israel passou 430 anos no Egito (Andrews Study Bible).

9 Refere-se, pela primeira vez, aos filhos de Israel como um povo. Ao invés de uma família ou tribo, eles são agora um povo e destaca o cumprimento da promessa divina (Gên. 15:5) (Andrews Study Bible).

11 feitores de obras. O termo hebraico geralmente indica trabalho não voluntário a um poder superior. Pitom e Ramessés. Possivelmente Tell-el-Rataba (aprox 96 km NE do Cairo) e Tell-el-Dab’a (32 km n de Pitom) (Andrews Study Bible).

As pinturas nas paredes das pirâmides dão testemunho dos sofrimentos infligidos a escravos com feições hebreias por feitores armados de chicotes (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

12 quanto mais. A graça de Deus com seu povo sempre supera as tentativas de destruição feitas contra seus escolhidos (Bíblia Shedd).

14 amargar. A experiência de Israel é lembrada nas ervas amargas da refeição pascal (12:8) (Andrews Study Bible).

15 parteiras. Duas parteiras para servirem tão numerosa população parece muito pouco; elas podem ter sido líderes das parteiras (Bíblia de Genebra).

É admirável notar os inesperados instrumentos que Deus usa para derrotar as intenções de seus inimigos. Logo essas duas mulheres, que pareciam as menos prováveis  (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

16 O assassínio secreto: as parteiras podiam atribuir a morte do filhinho a um acidente de nascimento (Bíblia Shedd).

17 temeram. Outra tradução poderia ser “ter respeito”. Isto envolve escolhas morais (9:30; 14:31; 18:21; 20:20). As parteiras colocaram aas ordens divinas acima das ordens humanas (Atos 5:29) (Andrews Study Bible).

20 Nada afeta tão profundamente o bem-estar de uma nação como o tratamento dispensado às crianças (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento).

21 lhes constituiu família. Deus honrou o compromisso das parteiras e deu descendentes a elas (Ver também Rute 4:12; 2 Sam. 7:11; 1 Rs. 2:24) (Andrews Study Bible).

22 O assassínio público: a fidelidade das parteiras em conservar a vida dos filhinhos forçou Faraó a revelar publicamente sua iniquidade. Assim é que uma atitude corajosa pode desmascarar as obras do maligno (Bíblia Shedd).



Êxodo 01 – Rosana Barros by Ivan Barros
6 de junho de 2025, 0:45
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“Mas os filhos de Israel foram fecundos, e aumentaram muito, e se multiplicaram, e grandemente se fortaleceram, de maneira que a terra se encheu deles” (v.7).

Após prometer a Abraão um filho e uma descendência inumerável, maior que as estrelas do céu, o Senhor lhe revelou: ‘Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, e será reduzida à escravidão, e será afligida por quatrocentos anos. Mas também Eu julgarei a nação a que têm de sujeitar-se; e depois sairão com grandes riquezas’ (Gn.15:13-14). Foi naquele momento que Abraão foi acometido de ‘grande pavor e cerradas trevas’ (Gn.15:12), um pressentimento que retratava o sofrimento que o povo de Deus passaria no cativeiro egípcio.

Após a morte de José, de seus irmãos e de ‘toda aquela geração’ (v.6), ‘se levantou novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José’ (v.8). Isso não quer dizer que ele jamais tenha ouvido falar de José e de tudo o que fez pelos egípcios, mas que, ao ignorar o passado, via a fertilidade e a prosperidade dos hebreus como uma futura ameaça. Usando ‘de astúcia’ (v.10), ‘os egípcios puseram sobre eles feitores de obras, para os afligirem com suas cargas’ (v.11), ou seja, capatazes para forçá-los a trabalhar. O interessante é que Faraó os fez construir duas ‘cidades-celeiros’ (v.11). Essas cidades, segundo estudiosos, eram locais de armazenamento dos tesouros do Egito e, possivelmente, também de alimentos, considerando o período de fome que a Terra atravessou nos tempos de José.

De qualquer forma, parecia que quanto mais afligiam os filhos de Israel, ‘tanto mais se multiplicavam e tanto mais se espalhavam’ (v.12). A estratégia de Faraó precisava mudar. Seu novo plano, então, deixou a violência dos feitores para focar na habilidade de duas ‘parteiras hebreias’ (v.15), Sifrá e Puá, que receberam ordens de matar todos os bebês hebreus do sexo masculino. O que Faraó não esperava era a coragem dessas mulheres em desobedecer às suas ordens, pois temiam mais ao Senhor do que a um rei terreno. Uma atitude que, infelizmente, se tornou um artigo de luxo no meio religioso de hoje. Sifrá e Puá usaram de maior astúcia que o rei do Egito e, por terem ‘temido a Deus, Ele lhes constituiu família’ (v.21).

Mas Faraó insistiu em seu plano perverso, ordenando a todos os egípcios que jogassem no Nilo todos os filhos que nascessem aos hebreus. Na verdade, amados, todo aquele que se levanta contra o povo de Deus não passa de uma marionete nas mãos do inimigo. Satanás sabia que, da descendência de Abraão, nasceria o Messias. E a ordem para matar todos os meninos recém-nascidos refletia sua ânsia por frustrar os planos de Deus. Contudo, os planos do Senhor não podem ser frustrados, pois Ele já havia estabelecido uma promessa com a humanidade (Gn.3:15). Como está escrito: ‘para Deus não haverá impossíveis em todas as Suas promessas’ (Lc.1:37). Afinal, ‘Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que se arrependa. Porventura, tendo Ele prometido, não o fará? Ou, tendo falado, não o cumprirá?’ (Nm.23:19).

A resposta a essas perguntas é um claro e sonoro SIM! Deus sempre cumpre as Suas promessas, pois ‘se somos infiéis, Ele permanece fiel, já que de maneira nenhuma pode negar-Se a Si mesmo’ (2Tm.2:13). O sofrimento do êxodo poderia estar apenas começando para o povo de Deus, mas até mesmo o sofrimento nesta Terra é passageiro. Havia um limite de tempo estabelecido por Deus. Ao Egito foram dados quatrocentos e trinta anos de oportunidade. Desde Cristo, a humanidade já tem quase dois mil anos de oportunidade. E, desde o fim do último período profético de Daniel 8:14, há cento e oitenta anos o povo do advento tem proclamado: ‘Breve Jesus voltará!’.

Muitos têm perguntado: ‘Até quando?’. Não o sabemos, amados, e louvado seja Deus por isso, pois Ele sabe o que faz! Precisamos, sim, mudar o foco da nossa mente para o que realmente importa: o nosso preparo, enquanto preparamos outros para o encontro com o Senhor. Que o temor a Deus – que faz parte da mensagem que temos de pregar a todo o mundo (Ap.14:6-7) – seja visto primeiramente em nossa vida. Só então estaremos prontos para o tempo de angústia, qual nunca houve (Dn.12:1), com a mesma disposição de Sifrá e Puá e com o mesmo resoluto discurso dos discípulos: ‘Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens’ (At.5:29).

Pai bendito, não temos do que nos orgulhar quando fazemos qualquer coisa, por melhor que seja. Mas temos do que nos alegrar quando o Teu bom Espírito manifesta as Tuas obras através de nós. Que sublime privilégio, nosso Pai amado! E o Senhor ainda nos recompensa quando aceitamos viver a Tua vontade. Preciosa graça do Teu amor, ó Deus! Ajuda-nos, Senhor, a sermos tementes a Ti, não importando as circunstâncias! Concede-nos o Teu Santo Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, tementes a Deus!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
6 de junho de 2025, 0:30
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ÊXODO 1 – A história da redenção começa em Gênesis 3:15 e termina em Apocalipse 19:14-15. Entre estes textos, notamos Deus operando o complexo plano de salvar pecadores da condenação em que se encontram.

O livro de Gênesis mostrou nosso valor na criação perfeita, e também o terror do pecado assombrando nossa existência. Gênesis começou relatando a vida e terminou com morte. Êxodo começa com escravidão e termina com libertação. Nestes livros, ficamos cientes que Deus atua em nossa sociedade corrompida.

Após mais de quatro séculos no Império Egípcio, chegava o momento de Deus cumprir a profecia de Gênesis 15:13-16 proferida a Abraão:

“Saiba que seus descendentes vão viver como estrangeiros numa terra que não é deles. Eles serão escravizados e oprimidos durante quatrocentos anos. Depois disso, PUNIREI OS SENHORES DELES, e aquela geração sairá de lá carregada de bens… Seus descendentes não voltarão para cá antes da quarta geração, PORQUE O PECADO ENTRE OS AMORREUS AINDA NÃO EXCEDEU O SEU LIMITE”.

Após observar esta profecia de suma importância na compreensão do livro de Êxodo, reflita:

• Por que Faraó ordenou matar bebês masculinos?
• Tem lógica essa ordem, considerando a importância dos homens nas construções egípcias?

Assim como para a escravidão, as justificativas para matanças de bebês meninos eram infundadas. Até poder-se-ia alegar o perigo de rebelião, mas tudo não passava de medo imaginário inventado por Faraó.

Contudo, nada impedirá Deus de cumprir Suas promessas, ainda que para isso tenha de usar parteiras que enganam e mentem.

Há um grande conflito. Desde Gênesis 3:15 a guerra entre o bem e o mal tornou-se evidente no planeta. Quando Jesus nasceu como bebê à semelhança de Moisés, foi necessário um livramento da morte; e, por ironia, Jesus refugiou-se no Egito (Mateus 2:13-18). Esse grande conflito prosseguiu em toda história da igreja, com ênfase em 1260 anos de opressão culminando em 1798. Contudo, no tempo do fim, “o dragão irou-se contra a mulher e saiu para guerrear contra o restante de sua descendência, os que obedecem aos mandamentos de Deus e se mantêm fiéis ao testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17).

Devemos estar cientes de que, nesta guerra cósmica, nada impedirá Deus de cumprir o que nos prometeu! Leia Apocalipse 12:1-16 e Romanos 16:20; e, então reavivemo-nos! Logo seremos libertos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 50 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
5 de junho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 50 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 50 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 50 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 50 by Luís Uehara
5 de junho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/50

O último capítulo de Gênesis começa com o luto de José pela morte de seu pai Jacó, o terceiro dos grandes patriarcas do livro. É um capítulo de grande dor e tristeza, especialmente para José que esteve separado do pai por tanto tempo. Tanto ele quanto Jacó haviam sofrido muito durante aqueles anos. Na morte de seu pai, José chora sobre o rosto de seu pai e beija seu corpo quente, mas já sem vida. Com amor e respeito, José embalsamou Jacó de acordo com a tradição egípcia.

Após o enterro digno de Jacó no cemitério ancestral de Canaã, encontramos os irmãos de José preocupados com a possibilidade de José finalmente se vingar deles. Humilde e perdoador, José repete as palavras que ele havia dito anteriormente “Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem…” v. 20 (NVI). A bondade no comportamento de José nos lembra o perdão de Cristo.

O capítulo final de Gênesis, relatando a morte de José, compara-se fortemente com a história da Criação de Gênesis 1. Já a sentença “e, depois de embalsamado, foi colocado num sarcófago no Egito.” (v. 26) contrasta com as palavras finais do Apocalipse que falam acerca do “Livro da Vida do Cordeiro.”

D. Lynn Bryson
Twin Falls, IASD de Idaho
EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/50
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 50 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
5 de junho de 2025, 0:50
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497 palavras

1-3 O texto foca o sofrimento de José e mantém silêncio sobre os irmãos. Jacó é tratado do mesmo modo que o seria um nobre egípcio, marcando a alta consideração pela família de José. A religião egípcia requeria o embalsamento do corpo tendo em vista a jornada após a vida. Quarenta dias… setenta dias. Os quarenta dias de embalsamento eram seguidos de trinta dias de luto (Num. 20:29; Deut. 34:8) (Andrews Study Bible).

embalsamassem. Uma prática egípcia destinada a preservar o corpo após a morte e, desta forma, conservar a identidade pessoal na vida pós-morte. Não existia essa prática em Israel. Aqui, o intento é o de preservar o corpo para ser transportado para Canaã (Bíblia de Genebra).

falou José à casa de Faraó. Logo após ter chorado a morte de seu pai (Dt 34.8), a aparência de José talvez não fosse adequada para se apresentar diante de Faraó (cf 41.14) (Bíblia de Genebra).

4-14 Após receber a permissão de Faraó para enterrar Jacó em Canaã, José, seus irmãos, e “todos” os oficiais de Faraó viajaram a Canaã para o enterro de Jacó. A explicação de José para a necessidade do enterro em Canaã (v. 5 “sepultura que eu cavei para mi mesmo”) é colocada de modo que possa ser entendida pelos egípcios (Andrews Study Bible).

carros e cavaleiros. A história posterior do êxodo usa linguagem similar (Êx. 14:9, 17-18, 23, 26, 28) (Andrews Study Bible).

10 além do Jordão. As palavras “além do Jordão” indicam que esse livro [Gênesis] foi concluído na outra margem desse rio, onde Moisés, depois, faleceu (Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento – F.B Meyer).

11 Abel-Mizraim. Lit. “Lamentação do Egito” (Andrews Study Bible).

No hebraico ebel significa “lamentação” e abel, “campo”. O nome parece ser um jogo das duas palavras (Bíblia Shedd).

13 Caverna do campo de Macpela. Ver 24.3.

17 As lágrimas de José só demonstraram o seu amor para os irmãos ao pensar que eles tinham desconfiado do seu perdão genuíno (Bíblia Shedd).

19 Este é o coração e o clímax da história de José: só Deus pode perdoar pecado e cobrir a culpa do homem pecador. A providência divina dirige em tudo, tornando os propósitos maus dos homens em bem (cf 45.4-7) (Bíblia Shedd).

21 lhes falou ao coração. Ver 34:3. O perdão verdadeiro entre seres humanos é induzido pelo perdão divino (Ef. 4:32) (Andrews Study Bible).

22,26 110 anos. O tempo ideal de uma vida, segundo inscrições egípcias (Bíblia Shedd).

Note a longevidade decrescente dos patriarcas desde Abraão (175 anos; 25:7) até José (110 anos). Ele recebeu embalsamento e honras de sepultamento como as teve Jacó (Andrews Study Bible).

23 Os filhos de Maquir, neto de José, são descritos como tomados sobre os seus joelhos (lit “nascidos sobre os seus joelhos”). Significa “adotados como seus descendentes” (Bíblia Shedd).

24 Deus certamente nos visitará. O verbo hebraico traduzido por “visitar” denota um encontro divino que mudará a vida de alguém para o bem ou para o mal (21.1; Êx 3.16, 4.31; Lc 1.68,78; At 15.14) (Bíblia de Genebra).

25 transportar os meus ossos. Os ossos de José foram tirados do Egito por Moisés (Êx 13.19) e, mais tarde, foram sepultados em Siquém (Js 24.32) (Bíblia de Genebra).



Gênesis 50 – Rosana Barros by Ivan Barros
5 de junho de 2025, 0:45
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“Respondeu-lhes José: Não temais; acaso, estou eu em lugar de Deus?” (v.19).

A morte de Jacó causou grande comoção não só à sua família, mas também aos egípcios, que ‘o choraram por setenta dias’ (v.3). Após esse período, José transmitiu à casa de Faraó o pedido de Jacó para ser sepultado ‘na caverna do campo de Macpela, que Abraão comprara com o campo, por posse de sepultura’ (v.13). Com a permissão de Faraó, José viajou com o corpo embalsamado de Jacó, acompanhado de seus irmãos e dos ‘principais da terra do Egito, de modo que o cortejo foi grandíssimo’ (v.9). A parada para mais sete dias de lamentação e luto, que chamou a atenção dos próprios cananeus, revela o quão impactante foi a influência de Jacó no Egito.

Ainda com o coração entristecido, José teve que lidar com a desconfiança de seus irmãos. Temendo a vingança de José pelo mal que lhe haviam feito, enviaram mensageiros com um suposto pedido de Jacó, ‘antes da sua morte’ (v.16). A Bíblia relata que, enquanto a mensagem era entregue, José chorava. Seus irmãos haviam convivido com ele durante os dezessete anos em que seu pai viveu no Egito, mas, mesmo assim, duvidaram do amor e do perdão de José. No entanto, as palavras e a atitude de José revelaram mais uma vez seu caráter nobre: ‘Assim, os consolou e lhes falou ao coração’ (v.21). José teve uma vida feliz e longeva, fazendo ‘jurar os filhos de Israel, dizendo: Certamente Deus vos visitará, e fareis transportar os meus ossos daqui’ (v.25).

Amados, iniciamos o livro de Gênesis com a origem da vida no Éden e o terminamos com a morte de José no Egito. De Adão a José, acompanhamos a jornada da humanidade após a sua queda. E do Éden ao Egito, acredito que já percebemos o enorme contraste causado pelo pecado. No princípio, enquanto Deus dava vida ao mundo, ‘as estrelas da alva, juntas, alegremente cantavam, e rejubilavam todos os filhos de Deus’ (Jó 38:7). No fim do livro, a morte de Jacó causou ‘grande e intensa lamentação’ (v.10). Contudo, assim como no começo o Senhor manifestou Sua graça e perdão ao casal errante que merecia a morte – prometendo cuidar deles e de sua descendência, e lhes dando consolo ao coração –, no final, José confirmou seu perdão a seus irmãos errantes, prometendo cuidar deles e de seus filhos, e ‘lhes falou ao coração’ (v.21).

Ó, meus irmãos, ainda existe graça! Ainda existe perdão! E podemos, como José, ser instrumentos da graça e do perdão de Deus na vida de nossos semelhantes. Podemos confiar que, onde o primeiro Adão falhou, o segundo triunfou. ‘Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante’ (1Co.15:45). ‘Porque, como, pela desobediência de um só homem, muitos se tornaram pecadores, assim também, por meio da obediência de um só, muitos se tornarão justos’ (Rm.5:19). Espero que a mensagem contida no livro de Gênesis tenha ficado muito clara e permaneça muito viva em nosso coração: Deus não abandonou a humanidade à sua própria sorte, mas, em Cristo, o segundo Adão, a redimiu e a perdoou. A decisão agora é nossa: Aceitaremos essa oferta gratuita de salvação?

Nosso amado Deus, sabendo que Jesus é o Verbo, a própria Palavra, nós Te agradecemos porque O encontramos já aqui em Gênesis. Desde o fato de que Ele é o Princípio da Tua criação, o segundo Adão, o Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, e em José, percebemos um tipo de Cristo, tudo isso enche o nosso coração de esperança e de confiança em Tuas fiéis promessas. Nós Te agradecemos, Pai, pelo conhecimento de Ti através do livro de Gênesis! E o fazemos em nome de Jesus, o vitorioso Filho do Homem. Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos e perdoados por Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis50 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 50 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
5 de junho de 2025, 0:30
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GÊNESIS 50 – Alguém pode ter-se chocado com os relatos perversos dos personagens do povo de Deus. Não é pelo fato do texto bíblico descrever suas falhas que devemos abandonar a leitura. Ao perseverarmos nas Escrituras, notamos como Deus tem poder para reverter casos aparentemente irrecuperáveis.

“Durante os anos em que José estivera separado dos irmãos, estes filhos de Jacó se haviam mudado em seu caráter. Invejosos, turbulentos, enganadores, cruéis e vingativos tinham eles sido; mas, agora, quando provados pela adversidade, mostraram-se abnegados, leais uns para com os outros, dedicados ao pai, e, sendo eles homens de idade mediana, sujeitos à sua autoridade”, comenta Ellen White.

Assim, encerramos com vitória o último capítulo do primeiro livro contendo a história do povo de Israel. A esperança nasce ao percebermos que “as pessoas podem mudar. Os corações podem ser amolecidos. Novos rumos podem ser tomados. Milagres podem acontecer. Os candidatos menos prováveis para o reino celestial podem se tornar justos mediante Jesus Cristo e Sua graça infinita. Por isso, devemos sempre olhar para o próximo de forma aberta, pensando no que pode vir a ser. Enquanto houver vida, as pessoas têm o potencial de se tornar o que Deus quer que sejam mediante Seu amado Filho”. Desta forma, “não podemos esquecer de que João, sob inspiração divina, registrou [os nomes dos filhos de Jacó] em ligação aos redimidos na vinda de Cristo: Os selados – os especiais – os 144.000 (ver Ap 7:4-8; 21:12). É uma grande honra para aqueles irmãos, considerando todo seu passado”, analisa Philip W. Dunham.

Na morte, a esperança de Jacó e José é evidente nas promessas/profecias de Deus. Como eles, devemos ser movidos pelas promessas/profecias de Deus. Essa certeza também deveria tomar conta dos israelitas que sofriam como escravos nas insalubres fábricas de tijolos.

A profecia bíblica deve nos tornar convictos a tal ponto de agirmos focados nelas, pois certamente elas passarão de promessas a realidades (Gênesis 50:24-25).

Em breve Jesus virá resgatar-nos deste mundo que nos escraviza com suas filosofias opressoras e destruidoras. Enquanto esse dia não chega, permitamos que Deus transforme nosso caráter e ofereçamos perdão a quem precisa de paz no coração! Ódio, vingança e retaliação são eliminados pelo perdão!

Deixe Deus conduzir. Sabendo que tudo coopera para o bem, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 49 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
4 de junho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: GÊNESIS 49 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 49 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 49 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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GÊNESIS 49 by Luís Uehara
4 de junho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/49

Gênesis 49 nos traz um sério aviso: nossas escolhas e ações têm uma influência decisiva em nossas vidas e na de nossos descendentes.

Muitas vezes nos surpreendemos ao ver como nossos filhos Christian e Giovani têm comportamentos e defeitos semelhantes aos nossos. Sabemos que traçar um caminho próprio tem sido uma luta, uma busca racional e espiritual para fortalecer as boas características e minimizar as más influências que lhes transmitimos.

Mas Gênesis 49 também traz boas notícias: não precisamos necessariamente estar presos à maldição de uma origem ruim. A graça de Deus pode transformar uma maldição em bênção. Simeão e Levi, por causa de seu caráter violento, influenciaram a dispersão de suas tribos em Israel (v. 7). Mas por causa de uma escolha sábia da tribo de Levi para se opor ao caminho fácil da idolatria (Êxodo 32:26), Deus escolheu os levitas como uma tribo sacerdotal para Israel.

Temos duas escolhas hoje: apenas lamentar noss
as fraquezas ambientais e hereditárias, ou nos submeter à ação do Espírito Santo para transformar nosso caráter à semelhança de Jesus. Deus pode transformar suas boas escolhas em uma linda colheita com efeitos eternos para nossos filhos naturais e espirituais.

Jeferson e Gisele Quimelli
Professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Paraná, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/49
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara