Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de junho de 2025, 0:30
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ÊXODO 23 – Não existem leis de Moisés. Todas as leis na Bíblia são divinas.Tanto a lei escrita por Deus em tábuas de pedra (Êxodo 24:12) quanto as que Moisés escreveu no Livro da Aliança (Êxodo 24:4, 7), são de autoria divina. Deus intentava implantar a cultura do bem num mundo tomado pelo mal. Portanto, a lei moral, civil e cerimonial não sugiram da influência de literaturas e legisladores pagãos. Provêm da maravilhosa graça de Deus.

Essas leis, também não surgiram com Moisés intentando reinar ou impor sua formação cultural a um povo desnorteado; elas surgiram do coração amoroso e misericordioso do Rei do Universo, o Rei dos reis. Assim, as leis bíblicas não são cópias ou réplicas ou adaptações de leis inventadas por humanos, mas o Deus Soberano agia para impedir a desgraça total objetivada pelas “forças espirituais do mal nas regiões celestes” que atiram “as setas inflamadas do Maligno” sobre a humanidade (Efésios 6:12, 16).

Em Êxodo 23, o Legislador Celestial apresenta princípios que devem reger a vida de seus súditos na Terra. Como Seu reino é de amor, Ele deseja aplicar práticas inibidoras na cultura secular desprovida desse amor. As leis acerca da justiça e da misericórdia, do dia e ano sabáticos, e as três grandes festas anuais, oferecem princípios do reino celestial aos cidadãos que estão no mundo tomado pelo príncipe das trevas (1 João 5:19; Efésios 2:2; João 12:31).

Nas orientações de Êxodo 23, Deus preza pelos animais, cuida deles e espera que Seus súditos também o façam. Ele também preza pela justiça; portanto, condena o suborno, a propina, a calúnia, a exploração e a opressão. Além disso, Deus tem interesse no descanso da terra, dos animais e dos seres humanos; assim, estrategicamente opera para que eliminemos a ganância (avareza).

O mais importante da vida é a companhia do Deus onipotente; Ele deseja o melhor para Seu povo obediente, que almeja impactar positivamente a sociedade (Êxodo 23:20-33).

As leis do descanso e das festas revelam que Deus não nos quer escravizados pelo trabalho. A raça humana não foi criada para ser máquina de ganhar dinheiro; Deus nos fez para desfrutar a existência: Embora o trabalho foi instituído no Éden, o primeiro dia inteiro de Adão e Eva foi de descanso e celebração (Gênesis 2:1-3).

Portanto, desfrutemos a vida com Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 22 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
27 de junho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 22 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 22 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 22 by Luís Uehara
27 de junho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/22

Nos primeiros 15 versículos há uma continuação das leis relacionadas à propriedade pessoal. Essas leis são uma elaboração do oitavo mandamento “Não furtarás”. Deus desejava que fossem dados aos filhos de Israel exemplos de casos específicos para que entendessem completamente a extensão da lei.

Este capítulo também promove consideração e proteção especial para estrangeiros, viúvas e órfãos. Deus queria tornar claro ao seu povo que os necessitados entre eles deveriam ser cuidados. Em uma descoberta recente em Khirbet Qeiyafa, Israel, foi encontrada uma inscrição em 2008 que é o texto hebraico mais antigo já descoberto. Um estudioso acredita que pode ter sido uma liminar para cuidar de viúvas e órfãos, enquanto outro acredita que se relaciona com o estabelecimento da monarquia. Se a primeira interpretação estiver correta, é um bom exemplo da importância do cuidado para com as viúvas na história de Israel, se a última interpretação estiver correta, então temos uma evidência física da mudança de uma teocracia para um rei humano.

A passagem levanta questões importantes sobre nosso cuidado com os necessitados e nossa lealdade. Aqueles que seguem a Deus como a autoridade suprema cuidarão dos pobres e menos afortunados.

Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/22
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 22 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de junho de 2025, 0:50
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816 palavras

1-31 Um padrão alternado de leis rituais e de justiça social enfatizam a importância da comunidade e as relações da comunidade com o Senhor. Nenhum destes aspectos pode ser apropriadamente entendido se considerado em separado, o que destaca a natureza holística [como um todo] da religião bíblica (Andrews Study Bible).

Culpado de sangue. Não era permitido que o vingador de sangue perseguisse o homicida (Nm 35:27). Esse princípio, que mais tarde teve a sanção de Sólon, o legislador de Atenas, da lei romana e da lei da Inglaterra, fundamenta-se na suposição de que qualquer pessoa que entra forçosamente numa casa à noite tem intenção de matar ou que pode cometer um assassinato se a situação exigir. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 668.

3 Se, porém, já havia sol. Se isso acontecesse após o nascer do sol, se supunha que o ladrão não tinha a intenção de matar. Portanto, quem matasse o ladrão era “culpado de sangue” e podia ser morto pelo parente mais próximo. […] O sangue não devia ser derramado desnecessariamente; portanto, a lei punia o ladrão, mas protegia sua vida. CBASD, vol. 1, p. 668.

Restituição total. Essa restituição em dobro servia como um tipo de retaliação, pois o ladrão perdia o que ele esperava ganhar. CBASD, vol. 1, p. 668.

será vendido. Outros sistemas legais antigos (p. ex., o Código de Hamurabi) estabelecem a execução de um ladrão que não pode pagar, e multas muito mais pesadas (Andrews Study Bible).

Se irromper fogo. Uma restituição, claro, devia ser feita, mas não em dobro, pois o prejuízo não foi resultado de ação deliberada como o permitir que um boi coma grama do campo de outro homem. CBASD, vol. 1, p. 668.

7-15 Estas leis lidam com casos complicados que envolvem três partes: o que toma emprestado, o proprietário e o ladrão (Andrews Study Bible).

10-11 O foco aqui é manter e restauras os relacionamentos abalados por perdas patrimoniais (Andrews Study Bible).

12 Se lhe for furtado. Neste caso, devia ser feita a restituição, com base na suposição de que, se houvesse tido cuidado adequado, o roubo teria sido evitado. CBASD, vol. 1, p. 669.

15 Se foi alugado. Neste caso, considerava-se que o dono tinha assumido o risco da perda ou dano, ao fixar a quantia do aluguel, e, portanto, não se lhe deveria pagar compensação. CBASD, vol. 1, p. 669.

16-17 A sedução é um tipo de roubo da reputação de uma garota e portanto está incluída entre as leis sobre o roubo (Andrews Study Bible).

16. Se alguém seduzir. No Oriente é comum um homem pagar uma quantia em dinheiro, um dote, aos pais da virgem com quem vai casar. Alguém que seduzisse uma virgem devia pagar esse dote. Seu preço era de 50 siclos de prata (Dt 22:29). CBASD, vol. 1, p. 669.

20 Quem sacrificar. Como a oferta de um sacrifício era o principal ato de adoração, fazer isso a um deus falso era renunciar ao Senhor. CBASD, vol. 1, p. 669.

será destruído. A lei que tratava da destruição de alguém que oferecesse sacrifício a outros deuses emprega o mesmo termo utilizado na ordem posterior para destruir os canaanitas (Deut. 7:2; 13:15; 20:17; Jos. 6:17) (Andrews Study Bible).

21 Não afligirás o forasteiro. Ao passo que em outros lugares os forasteiros  podiam ser maltratados, a lei mosaica proibia que os hebreus fizessem isso (Êx 23:9; Lv 19:33). CBASD, vol. 1, p. 670.

22-24 Deus mostra uma especial atenção para viúvas e órfãos, que representam a parte mais vulnerável da sociedade. A opressão sobre o fraco foi a característica mais marcante do Egito na Escritura. Note a divina compaixão pelo fraco pela utilização de “Eu” e “Meu” nestes versos (Andrews Study Bible).

26 Se do teu próximo tomares em penhor. Penhorar, como fazem modernos penhoristas, não era proibido pela lei hebraica. Contudo, havia alguns artigos de primeira necessidade que não podiam ser penhorados, como um moinho para fazer farinha bem como suas pedras de moer (Dt 24:6). No tempo de Neemias, havia penhores com maus resultados (ver Ne 5). CBASD, vol. 1, p. 671.

Antes do pôr de sol. O motivo está no verso seguinte. Se a veste devia ser devolvida de imediato, e de modo permanente , não deveria ser de forma alguma dada em penhor. Talvez a veste fosse depositada durante o dia e devolvida ao dono à noite. CBASD, vol. 1, p. 671.

28-31 As últimas três leis enfatizam Deus como fonte verdadeira de todo bem e da vida (Andrews Study Bible).

30 Sete dias. Este período de tempo dava à mãe o alívio natural proveniente de amamentar o filho. Existe uma analogia entre essa disposição e a lei da circuncisão (Gn 17:9-12). CBASD, vol. 1, p. 668.

31 Homens consagrados. Eles não deviam comer a carne de um animal “dilacerado”, porque o sangue, que é a “vida” (Lv 17:14), não podia ser eliminado adequadamente do animal, que, portanto, se tornava imundo. Além disso, o animal carnívoro que dilacerava também era imundo, e contaminava o outro pelo contato. CBASD, vol. 1, p. 671.

Aos cães. Os cães eram imundos e, portanto, podiam se alimentar de qualquer coisa. De fato, eram visto como carniceiros (2Rs 9:35, 36). CBASD, vol. 1, p. 671.



Êxodo 22 – Rosana Barros by Ivan Barros
27 de junho de 2025, 0:45
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“Contra Deus não blasfemarás, nem amaldiçoarás o príncipe do teu povo” (v.28).

As leis civis e penais instituídas para a organização de Israel como uma nação, incluíam dispositivos conforme a capacidade do povo em compreender o objetivo final de cada um deles, dentro do propósito divino em eliminar do meio de Israel tudo aquilo que pudesse torná-lo como as demais nações. Era propósito de Deus que Seu povo fosse uma luz a iluminar o mundo. Essas leis, conhecidas como leis mosaicas, deveriam ser como freios para as más condutas. Apesar de serem conhecidas assim, lembremos que foi o próprio Senhor quem as ditou a Moisés. Nenhuma delas era de autoria humana, mas todas elas foram prescritas por causa da maldade humana.

Como um povo recém-liberto de um regime de escravidão, onde não possuía qualquer tipo de direito, era necessário que compreendessem o valor da propriedade privada e o devido respeito de cada possuidor. Era de extrema importância que a sua liberdade não fosse simplesmente no sentido territorial, mas que também ficasse claro que agora os filhos de Israel eram uma nação organizada, e não um grupo de escravos soltos no deserto, sem nenhum tipo de lei que os protegesse e regesse. Olhemos para um passado não muito distante, por exemplo. Quando foi decretada a abolição da escravatura no Brasil, houve grande comoção entre os escravos, mas a realidade foi a de que, por muito tempo, permaneceram como um grupo discriminado, sem leis de proteção; e muitos, a fim de preservarem a vida, tiveram de permanecer vivendo como se ainda escravizados em troca de salários indignos ou de moradia.

Algumas leis descritas no capítulo de hoje podem até nos parecer estranhas ou rígidas demais, mas quando olhamos para o histórico de Israel, percebemos que cada lei tinha o claro objetivo de educar o povo de Deus e de protegê-lo. Sim, amados. As leis do Senhor sempre atuam como uma proteção na vida dos que escolhem obedecê-las. E a verdadeira obediência emana de um coração cheio de gratidão por reconhecer que, antes, foi liberto por um Deus de amor. Apesar de sua idade avançada e de ser um profeta, Moisés não passava de um homem. Mesmo sua experiência com Deus não o autorizava a agir por conta própria, como se dele dependesse o bem-estar de Israel. Nas palavras de Jó – livro cuja autoria é atribuída pela tradição judaica ao próprio Moisés – encontramos a seguinte revelação: “Está a sabedoria com os idosos, e, na longevidade, o entendimento? Não! Com Deus está a sabedoria e a força; Ele tem conselho e entendimento” (Jó 12:12-13).

O fato do Senhor incluir nas leis de Israel a proteção aos estrangeiros, órfãos e viúvas, aponta para a Sua misericórdia e o Seu desejo de que o Seu povo fosse também misericordioso, revelando ao mundo o Seu caráter. A condenação da feitiçaria e do consumo de carnes imundas também apontam para o viés religioso que deveria tornar Israel uma nação de “homens consagrados” (v.31), separada das práticas pagãs não somente do Egito, mas das demais nações com as quais iriam se deparar na terra de Canaã. Tudo isso, amados, deve nos fazer refletir sobre a nossa condição atual. Não somos mais regidos pelas leis mosaicas. Residimos em lugares e países diferentes, cada um com suas leis locais. Mas será que, a despeito de quem as legislou, temos sido bons cidadãos? Além disso, a nossa vida tem refletido os princípios que regem o Céu?

Mais do que qualquer outra pessoa ou grupo de pessoas, os escribas e os fariseus eram considerados exímios cumpridores da lei. Eram extremamente esmerados em satisfazer os rigores de tudo o que julgavam ser seu dever. Mas, a respeito deles, Jesus declarou: “Porque vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (Mt.5:20). Jesus estava dizendo que, mesmo aqueles homens, com todo o seu esforço religioso, ainda assim, não eram dignos do reino celestial. Aquilo deve ter soado aos ouvidos de uns como um alívio, e ao de outros como um discurso aterrador. Como um alívio, para os que entenderam que não são obras humanas que salvam, mas a justiça de Cristo sobre o homem. Como um discurso aterrador para os que pensaram que teriam que fazer muito mais do que os escribas e fariseus a fim de serem salvos.

Meus irmãos, a obediência não é uma mola propulsora para o Céu ou um cartão de embarque para chegarmos lá. A obediência pura e genuína é o resultado do “lavar regenerador e renovador do Espírito Santo, que [Deus] derramou sobre nós ricamente, por meio de Jesus Cristo, nosso Salvador, a fim de que, justificados por graça, nos tornemos Seus herdeiros, segundo a esperança da vida eterna” (Tt.3:5-7). A verdadeira obediência é o resultado da salvação em Cristo Jesus. Que seja esta a obediência vista em nossa vida, como uma fonte de esperança e de salvação.

Pai de amor, nós Te louvamos, nosso Deus, pela salvação que temos em Cristo Jesus! Ele é o nosso perfeito Modelo de obediência; aquela que provém de um coração completamente cheio do Espírito Santo. Ajuda-nos, Senhor, pois somos falhos e pecadores, e carecemos da Tua graça e da justiça do Teu Filho sobre nós! E, uma vez justificados, necessitamos da santificação, do andar dia a dia Contigo, sendo guiados e lavados pelo Teu Santo Espírito. Que a nossa vida seja de obediência, não como um meio de alcançar o Céu, mas como um testemunho de que já pertencemos ao Céu, pelos méritos do nosso Salvador pessoal, Jesus Cristo. No nome dEle, nome maravilhoso e poderoso, nós Te pedimos e Te agradecemos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, cidadãos do reino celestial!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo22 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
27 de junho de 2025, 0:30
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ÊXODO 22 – Deus preza pela vida, justiça e misericórdia e anseia que aqueles que O têm como Deus também apreciem a vida, a justiça e a misericórdia.

A ética bíblica está baseada no princípio do amor. O amor sem a prática não passa de mera teoria. A justiça sem amor não passa de atitudes frias e intolerância implacável. Assim, nas leis específicas apresentadas por Deus ao Seu povo, “nota-se que algumas são severas e outras brandas, ilustrando outra vez a justiça e a misericórdia de Deus (ver Sl 85:10; 89:14). Deus é tanto misericordioso para com o fiel fraco e desvalido quanto é severo com o pecador ousado e obstinado”, analisa o Comentário Bíblico Adventista.

O amor deve estar presente no seio do povo de Deus. Submeter-se a Deus implica importar-se com a vida alheia. Vários tópicos desse capítulo são vistos neste texto de Ellen White:

“O amor ao dinheiro e o amor da ostentação têm transformado este mundo num covil de ladrões e salteadores. As Escrituras pintam a ganância e opressão que prevalecerão precisamente antes da segunda vinda de Cristo… Os costumes do mundo não são normas para o cristão. Ele não deve imitar suas práticas sutis, suas astúcias, suas extorsões. Todo ato injusto para com o próximo é uma violação da regra áurea… Toda tentativa de tirar vantagem da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem, é registrada como fraude no livro razão do Céu. Aquele que sinceramente teme a Deus, preferiria antes labutar dia e noite e comer o pão da pobreza, a condescender com a paixão do ganho que oprima a viúva e o órfão, ou prive o estrangeiro de seu direito. O mais leve afastamento da retidão derruba as barreiras, e prepara o coração para injustiça maior. É precisamente quando um homem chega ao ponto de tirar vantagem para si da desvantagem de outrem, que sua alma se tornará insensível à influência do Espírito de Deus. O engano obtido a tal preço é uma terrível perda” (PR, 651-652).

Injustiça e imoralidade, espiritualidade falsa e feitiçaria, depravação sexual e exploração social, devem ser eliminados do povo de Deus antes que esses pecados eliminem a verdadeira religião de nossa sociedade.

Então, nosso objetivo é avançar ousadamente na contramão da sociedade em decomposição. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 21 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
26 de junho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: ÊXODO 21 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 21 – BLOG MUNDIAL

ÊXODO 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 21 by Luís Uehara
26 de junho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/21

Em 1902, a descoberta arqueológica de uma pedra que documenta mais de 300 leis que governavam a Babilônia durante o reinado de Hamurabi mostra algumas semelhanças com este capítulo. Tanto o capítulo de Êxodo 21:16 quanto o código de Hamurabi indicam que o tráfico de escravos era considerado um delito grave punível com a morte. Êxodo 21:23 estabelece que um homem deve pagar pelo assassinato com sua própria vida. No entanto, a lei babilônica indica que um homem podia colocar sua filha em seu lugar. Mas esta injustiça não era permitida na lei mosaica.

Em contraste com Êx 21:26, a lei babilônica fala como se as injúrias fossem infligidas ao senhor do servo e não ao próprio servo. Mas a lei hebraica exclusivamente não considera um servo propriedade incondicional de seu mestre. Em geral, as leis de Êxodo se concentram mais nos direitos dos seres humanos individuais e na santidade da vida do que as leis babilônicas. Embora muitas leis do código de Hamurabi sejam diferentes, pode haver alguma indicação de que ambas as leis remontam a uma fonte comum. Deus desejava que a equidade e a justiça fossem exercidas entre Seu povo nos tempos antigos e também hoje.

Como estamos tratando as pessoas ao nosso redor?

Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/21
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



ÊXODO 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
26 de junho de 2025, 0:50
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913 palavras

21.1 -23.33 O Senhor estabelece as ordenanças de Sua aliança. … O propósito desses códigos sociais era regulamentar a vida dos israelitas na Terra Prometida. Bíblia de Genebra.

1-11 Essas leis, apesar de similares a outras leis da antiguidade, eram únicas em sua combinação de leis religiosas, éticas e sociais que são colocadas dentro de uma narrativa. Liberdade de escravidão é um tema no livro de Êxodo. Visto dentro do contexto no qual a escravidão era uma norma cultural, Deus a regulou para dar proteção e eventualmente liberdade aos escravos. Andrews Study Bible.

2-6 Estas leis estabelecem o princípio da liberdade do sétimo ano dos escravos hebreus por dívida; Qualquer pessoa que não podia pagar uma dívida, podia fazê-lo se tornando um escravo ou entregando um membro da família para pagar a dívida. As leis protegiam contra escravidão permanente. A furação [piercing] da orelha era um ato legal simbólico. Andrews Study Bible.

Os hebreus, apesar de terem sido libertos da escravidão, tinham, eles mesmos, escravos (ou servos). Alguém poderia se tornar escravo por pobreza, dívida ou, até mesmo, por crime. Mas os escravos hebreus eram tratados como humanos, não como propriedade, e lhes era permitido trabalharem por sua libertação. A Bíblia reconhece a existência da escravidão mas nunca a encoraja. Life Application Study Bible.

4 Em alguns casos, a mulher também era libertada (Dt 15:12-18). Andrews Study Bible.

para sempre (ARA; NVI: por toda a vida). Em hebraico, um período indefinido de tempo. … Ao se relacionar com pessoas, “para sempre” geralmente significa “enquanto a pessoa viver”. Comparar com 1Sm 1:22. Andrews Study Bible.

7-11 Essas leis preservam a posição social de uma mulher vendida pelo seu pai como concubina. As leis garantem sua proteção, preservando seu status como de uma esposa. Andrews Study Bible.

12-17 Em contraste com as leis de outras culturas da antiguidade, a pena de morte deveria ser somente utilizada em ofensas contra a vida (particularmente assassinato premeditado) e não contra propriedade. No caso de assassinato acidental, as cidades de refúgio proviam proteção contra vingança. Andrews Study Bible.

lugar. Cidade de refúgio (v. Nm 35.6-32; Dt 19.1-13; Js 20.1-9; 21.13, 21, 27, 32, 38). Bíblia de Genebra.

12 A chave para compreender estas leis acerca da violência é reconhecer que, na sociedade dos beduínos e dos semitas do deserto em geral a vingança era um dos conceitos mais populares, e que não houve quem lhe impusesse limites. Um ato de vingança levava a outro, até se destruir tribos inteiras por uma insignificância. Aqui, pois, achamos leias para a justa retribuição para preservar os inocentes contra os criminosos, e também proteger os próprios criminosos e suas famílias de uma punição sem medidas, sem piedade e sem fim. Bíblia Shedd.

13 O homicídio não premeditado se distingue claramente do assassinato pela primeira vez na história humana. Bíblia Shedd.

14 até mesmo do Meu altar. Os chifres do altar eram um último refúgio para as pessoas sujeitas a processo jurídico (v. 1Rs 1.50, 51; 2.28; Am 3.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 A autoridade paterna era altamente valorizada. É possível que “amaldiçoar” aqui envolva outros atos abusivos. Para um detalhamento da lei, ver Dt 21:18-21. Andrews Study Bible.

19 andar fora, apoiado no seu bordão. Evidência de que está se recuperando de seu ferimento. Bíblia de Genebra.

20 escravo. Ainda que o dono comprasse ao escravo, este não lhe pertenceria totalmente, porque a Deus pertence a terra e tudo que nela há. Assim a misericórdia de Deus intervém no tratamento do escravo. Bíblia Shedd.

Todos os escravos (estrangeiros ou hebreus) eram protegidos. punido. Literalmente “vingado”, o que significa que o proprietário deveria ser morto. Andrews Study Bible.

23-25 V. Dt 19.21. A chamada lei da retaliação (lei de talião) como demonstra seu teor, visava a impor um castigo que se enquadrasse ao crime. Jesus, ao invocar a lei do amor, corrigiu o modo popular e errôneo de compreender essa lei (v. Mt 5.38-42). Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 olho por olho. O princípio fundamental é que a punição deve equivaler à gravidade do crime (Lv 24.19-20; Dt 19.21). … Parece que “olho por olho” era uma expressão idiomática da justiça proporcional, e que tais penalidades não eram literalmente impostas (Dt 19.21). Bíblia de Genebra.

A regra do “olho por olho” foi instituída como um guia para juízes, não como uma regra para relacionamentos pessoais ou para justificar vinganças. Esta regra estabelecia que as punições se adequassem ao crime, portanto prevenindo punições cruéis que caracterizavam muitos países antigos. Jesus usou esses princípios para nos ensinar a não retaliar (Mt 5:38-48). Juízes, pais, professores e outros que trabalhavam com pessoas deveriam tomar decisões sábias para que a disciplina fosse efetiva.Uma punição muito dura é injusta e uma muito leniente [fraca] é impotente para o ensino. Peça a Deus sabedoria antes de efetuar qualquer julgamento. Life Application Study Bible.

Veja a amplificação desta lei por Jesus em Mt 5:38-42. Andrews Study Bible.

27 A violência física era severamente limitada por essa lei. Esse nível de proteção contra escravos era desconhecida em outras leis da antiguidade. Andrews Study Bible.

será absolvido. O proprietário do boi chifrador é penalizável e poderia incorrer em compensação econômica, mas ele não era um assassino. Andrews Study Bible.

30-31 A vida do proprietário poderia ser resgatada, mas isto poderia custar muito caro. Note o tratamento igualitário às crianças, o que destaca o alto respeito às crianças registrado nas Escrituras. Andrews Study Bible.

32 trinta siclos de prata (ARA; NVI: trezentos e sessenta gramas de prata). O valor mínimo de uma vida humana [escravo], segundo o preço de resgate legal. Foi por essa importância que Judas vendeu Jesus. Bíblia Shedd.

Segundo parece, o preço padrão de um escravo. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Êxodo 21 – Rosana Barros by Ivan Barros
26 de junho de 2025, 0:45
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“Se comprares um escravo hebreu, seis anos servirá; mas, ao sétimo, sairá forro, de graça” (v.2).

A escravidão era uma prática comum entre as nações daquela época. Pessoas eram negociadas como forma de pagamento, a fim de quitar dívidas ou para servirem como esposas ou concubinas, no caso das mulheres. Israel acabara de ser liberto da escravidão egípcia. Na maior parte das nações, senão em todas elas, o jugo de um escravo era terrivelmente pesado. Sofriam inúmeros castigos físicos, além de serem desprovidos de qualquer tipo de direito. O plano original de Deus incluía uma família humana sem distinções, que vivesse em perfeita harmonia e em comum igualdade. O pecado, porém, causou a desarmonia e o surgimento das diferenças, que geraram e continuam gerando graves consequências.

A prática da escravidão era comum até mesmo entre o próprio povo. Geralmente, os pais podiam vender seus filhos a fim de quitar alguma dívida. Deus precisava legislar sobre o assunto, a fim de que não houvesse injustiças no meio do Seu povo. Após seis anos de serviço, o escravo hebreu deveria ser liberto, sem mais nada dever a seu senhor. Como uma espécie de “ano sabático”, cada escravo possuía o direito de obter a sua liberdade, revelando o desejo de Deus em abolir o regime da escravidão. Não adiantava abolir por completo esta prática, dadas as circunstâncias de muitos que precisavam pagar suas dívidas e aprender a valorosa lição do serviço não remunerado. De certa forma, estes escravos também representavam a Cristo, que veio servir à humanidade sem receber nada em troca.

Deus é justiça. Tal atributo precisava estar bem claro dentre as leis que iriam reger a Sua nação eleita. Cada “inciso” de Suas leis contém a justa sabedoria de um Deus que não falha. Apesar de conhecida como Lei Mosaica, cada regra ali contida foi simplesmente a revelação de Deus ao Seu servo Moisés. O Professor por excelência precisava instruir o Seu povo conforme este pudesse compreender. Deus orientou Moisés de acordo com a capacidade de aprendizagem de Seus inexperientes alunos. Em cada situação específica, selou a lei que a regeria, não deixando brechas para mentiras ou mal-entendidos.

No caso do crime dos filhos contra os pais, no entanto, é notório que, comparado aos demais, parece ser o único que impõe a sanção de maior grau a uma ofensa de grau menor. Para Deus, a violência contra um progenitor, quer fosse física ou verbal, representava um crime hediondo. O filho que não respeitasse os próprios pais era a maior das ameaças às futuras gerações de Israel. Rebelião gera rebelião. Abaixo de Deus, os pais eram considerados a maior autoridade sobre os filhos. Se os filhos não os respeitassem, tampouco iriam respeitar a Deus ou considerar os Seus estatutos e leis. Muito além de ser uma punição severa, era uma forma de preservar os princípios que devem reger o lar e o bem-estar da sociedade em geral. Quando os filhos se rebelam contra os pais, há prejuízo dentro e fora do lar. Infelizmente, a nossa sociedade tem sido uma prova incontestável disso.

Todas estas leis deveriam ensiná-los a tratar uns aos outros com justiça e dignidade, até o ponto de não mais precisarem aplicar as suas sanções. Não era propósito de Deus que filhos rebeldes continuassem sendo mortos, nem que o povo continuasse sempre retribuindo “olho por olho, dente por dente” (v.24). Cristo veio para revelar ao mundo a essência da lei, que é o amor. O apóstolo Paulo sancionou esta verdade: “O amor não pratica o mal contra o próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (Rm.13:10). Deus estava lidando com uma joia ainda em estado bruto, que precisava ser lapidada, como ouro impuro que precisava ser purificado. Para isso, teve de instituir leis conforme a realidade de seus duros corações. A vida de Jesus foi o perfeito cumprimento do que o Senhor desejava realizar no coração de Seu povo e do que Ele deseja realizar em nosso coração, hoje.

Em tempos de crise em todas as esferas possíveis e imagináveis, fomos chamados para representar o nosso Pai Celestial e declarar ao mundo o caráter amoroso de Sua Lei. Diferente das leis civis e penais de Israel, em que nem todas possuíam o agravante máximo da pena de morte, sabemos que “o salário do pecado é a morte” (Rm.6:23). E “o pecado é a transgressão da lei” (1Jo.3:4). E que lei é essa, amados? A imutável Lei de Deus, os dez mandamentos. Portanto, a base do juízo de Deus será a Sua santa Lei, como está escrito: “Falai de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que hão de ser julgados pela lei da liberdade” (Tg.2:12).

Olhemos para Jesus! Contemplemos o Filho que foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8). Contemplando a Cristo, a Glória de Deus, “somos transformados, de glória em glória, na Sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito” (2Co.3:18). Eis o segredo da obediência gerada pelo amor.

Vigiemos e oremos!

Bom dia, filhos obedientes do Pai de amor!

Rosana Garcia Barros

#Êxodo21 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100