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ÊXODO 25 – A adoração consiste na aproximação do ser humano a Deus, e, da aproximação de Deus ao ser humano. Deus executa o que for necessário para que tal aproximação aconteça. Através da instituição do Santuário e suas mobílias, Deus apresenta o caminho para reconciliação do pecador com Ele!
Uma curiosidade interessante é que “os primeiros dois capítulos de Êxodo… abrangem cerca de 80 anos, e o restante do livro, apenas um ano, aproximadamente”, informa o Comentário Bíblico Adventista. Isso nos mostra a importância que Deus dá ao estabelecimento do tabernáculo.
A instituição do Santuário era alvo de Deus para o povo, revelando Seu interesse de habitar entre ele. Diante desse especial projeto divino, “grandes e dispendiosos preparativos eram necessários; grande quantidade de materiais mais preciosos e caros era exigida; todavia o Senhor apenas aceitava ofertas voluntárias… A devoção a Deus e o espírito de sacrifício eram os primeiros requisitos ao preparar-se uma morada para o Altíssimo”, afirma Ellen White (PP, p. 343).
A cópia do imóvel a ser arquitetonicamente construído vinha do modelo do Santuário existente no Céu (Êxodo 25:8, 40; Hebreus 8:1-2); no qual, reside toda a história da redenção da humanidade caída em pecado. Possuindo relevância indescritível, faltam palavras para enfatizar o privilégio de entender a mensagem de Deus através do santuário:
• Para Tiago White, o santuário é “onde se centralizam todas as grandes colunas da verdade presente”; “o grande centro ao redor do qual se agrupa toda verdade revelada relativa à salvação”.
• Para F. R. Cottrell, o santuário é “o grande centro do sistema cristão”, e “o centro e a cidadela da verdade presente”.
• Para Urias Smith, o santuário é “o grande núcleo ao redor do qual se agrupam as gloriosas constelações da verdade presente”.
Ou seja, quem se dedica a estudar a doutrina do santuário fica deslumbrado com sua importância e relevância. Todo esse sistema apontava para Cristo, o Deus que habitou entre nós (João 1:14), e voltará para levar-nos para estar com Ele no Céu (João 14:1-3). Depois, purificará a Terra, para habitar nela para sempre com Seu povo (Apocalipse 21:3).
Reflita: Deus faz de tudo para habitar conosco; e nós, estamos dispostos a tudo para habitar com Ele? Nossos investimentos nas coisas espirituais revelam nossa resposta!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 24 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/24
Moisés escreveu todas as palavras do Senhor que se tornaram o livro da aliança. Embora em Êxodo 17:14, Moisés tenha sido instruído por Deus a escrever os eventos ao redor de Refidim e o ataque dos Amalequitas, este é o primeiro “livro” mencionado como tendo sido escrito. Como isso foi feito e qual script foi usado?
O fato do alfabeto ter sido introduzido pela primeira vez na Península do Sinai por volta de 1600-1550 a. C. deu a Moisés acesso ao mais recente desenvolvimento da escrita. O alfabeto proto-sinaítico foi um avanço na comunicação escrita que poderia ser equivalente à invenção da imprensa ou da internet. Moisés pode, de fato, ter escrito os primeiros cinco livros da Bíblia durante esse período. Por causa dessa inovação na linguagem, o momento para Deus colocar Sua aliança por escrito não poderia ter sido melhor.
Moisés foi convidado a subir ao monte de Deus para representar Seu povo. A glória de Deus hoje repousa em Seu santuário enquanto Jesus intercede por nós. Somos convidados a levar nossas petições a Ele para que Jesus, nosso intercessor divino, receba por nós o que Deus prometeu.
Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/24
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1166 palavras
1-18 Deus controla os termos da aproximação. Ele inicia tanto a aliança como o acesso a Ele mesmo. Note os estágios da revelação. O povo não deve ir além do sopé do monte. Os anciãos podem ir um pouco mais. Então Josué e Moisés se aproximam mais e, finalmente, Moisés segue à frente para falar com Deus. Ao fim do capítulo todos os israelitas podem ver a glória de Deus. Andrews Study Bible.
1 Subam ao monte. A narrativa histórica, temporariamente interrompida para dar lugar ao Livro da Aliança (20.22-23.33), é retomada, dando continuidade a 20.21. Bíblia de Estudo NVI Vida.
setenta dos anciãos. Representantes do povo, para comunicar à nação a natureza da Aliança. Bíblia Shedd.
Talvez representando os 70 descendentes de Jacó (v. 1.5; Gn 46.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O termo designa aqueles de certa categoria e posição oficial entre seus irmãos, os chefes das famílias (Êx 6:14, 25; 12:21). Eles representavam o povo como um todo, enquanto Nadabe e Abiú representavam o sacerdócio futuro (Êx 28:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 679.
3 as palavras. Os Dez Mandamentos (20.1). Bíblia de Genebra.
as palavras do Senhor e todos os estatutos. Ao retornar ao acampamento, Moisés anunciou a legislação registrada em Êxodo 20:22 a 23:33. CBASD, vol. 1, p. 679.
4 Moisés escreveu. Já é a segunda vez que ficamos sabendo que, no decurso dos acontecimentos do Êxodo, Moisés estava tomando nota escrita de tudo (17.14). Estes acontecimentos, que revelam a maneira de Deus agir e reger entre os homens, eram para ser ensinados e relembrados até o fim do mundo, a fim de guiar aos homens (cf 13.8-9 e 14-15). Bíblia Shedd.
O Espírito da verdade que inspirou todos os profetas (ver Jo 14:26; Hb 1:1; 2Pe 1:20, 21) fez com que Moisés se lembrasse de todas as ordens que Deus havia lhe dado. CBASD, vol. 1, p. 679.
doze colunas. Apesar da estrita proibição de erigir colunas para adoração (ver 23:24), estas colunas não deveriam ser adoradas, mas servir como representantes das [12] diferentes tribos. Andrews Study Bible.
5 sacrifícios pacíficos. Representavam comunhão renovada com Deus e gratidão a Ele (ver com. de Lv 3:1). CBASD, vol. 1, p. 679.
8 tomou Moisés aquele sangue, e o aspergiu sobre o povo. Metade do sangue era atribuída ao povo e metade a Deus; o sangue aspergido sobre o altar simbolicamente ligava Deus aos termos da aliança, e o aspergido sobre o povo ligava este último da mesma forma (Hb 9:18-22). CBASD, vol. 1, p. 679-680.
Jesus proclamou o cumprimento desse simbolismo por ocasião da Última Ceia, quando ofereceu o cálice: “Isto é o Meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mt 26.28). Bíblia de Genebra.
Não é provável que Moisés aspergisse sangue em cada pessoa daquela grande multidão; ele deve ter feito isso sobre os líderes como representantes do povo. CBASD, vol. 1, p. 680.
9 Esta é quinta vez que Moisés sobe ao monte. Andrews Study Bible.
10 viram o Deus de Israel. Eles viram uma manifestação visível do Senhor, mas não a plenitude de Sua glória e poder. Mais tarde, Moisés foi privilegiado por ver a “bondade” e as “costas” de Deus (33.19-23), embora o caráter limitado da manifestação tenha sido enfatizado. Bíblia de Genebra.
Nesta passagem, fica claro que Deus não é uma força impessoal, mas uma pessoa real (ver também Êx 33:17-23; 34:5-7; Nm 12:6-8; Is 6:1-6; Ez 1:26-28). CBASD, vol. 1, p. 680.
pés. A descrição se concentra exclusivamente sobre os pés do Senhor, uma indicação do caráter parcial da manifestação divina. Bíblia de Genebra.
Esta é uma das poucas ocasiões em que humanos viram a Deus. Ver 33:11. … Comer e beber era importantes elementos rituais envolvidos na realização de alianças. Andrews Study Bible.
o céu na sua claridade. Ou seja, “claro como o próprio céu”. Pode-se pensar que essa elevada honra e esse grande privilégio teriam gerado nesses homens fé duradoura e obediência a Deus. Mas a trágica história registra que, pouco mais tarde, Arão se entregou ao pedido impulsivo do povo por um bezerro de ouro (ver Êx 32:1-6) e que Nadabe e Abiú foram mortos por oferecer “fogo estranho” (Nm 3:1-4). Uma experiência religiosa tida num dia não é proteção para o dia seguinte (Mt 14:28-33; Lc 13:25-27; 1Co 10:11-12). CBASD, vol. 1, p. 680, 681.
11 Ele não estendeu a mão sobre os escolhidos dos filhos de Israel. (ARA; NVI: “Deus, porém, não estendeu a mão para punir a mão para punir esses líderes do povo de Israel [porque subiram ao monte]). Deus não feriu esses homens com morte, pestilência ou cegueira, embora sua impiedade não lhes desse razão para pensar que pudessem ver a Deus e viver (ver Gn 32:30; Êx 33:20; Jz 6:22, 23; etc.). Nessa ocasião, eles viram a glória do Filho de Deus, a segunda pessoa da Divindade (PP, 312, 366). CBASD, vol. 1, p. 681.
12 Sobe a Mim … dar-te-ei. Um “padrão” foi mostrado a Moisés de tudo o que constituiria o culto de Israel (Êx 25:9; Hb 8:5), incluindo detalhes quanto ao material, forma e construção de cada objeto. Essas instruções estão registradas em Êxodo 25 a 31. CBASD, vol. 1, p. 681.
14 Esperai-nos aqui. Isso arma o cenário para o incidente do bezerro de ouro, no cap. 32. Bíblia de Genebra.
16 Mesmo Moisés teve de esperar até que Deus o chamasse. O sétimo dia significa completeza. Moisés teve de esperar pelo tempo [timing] perfeito de Deus. Andrews Study Bible.
Hoje, como naqueles dias, o preparo do coração e a contemplação do caráter e da vontade devem anteceder uma associação íntima com Ele (cf. At 1:14; 2:1). Sem dúvida, Moisés e Josué passaram esse tempo em meditação e oração. CBASD, vol. 1, p. 681.
17 O aspecto da glória. Esta visão nos faz lembrar da transfiguração de Cristo (Lc 9.28-36). Em ambos os casos, anciãos ou discípulos foram deixados ao pé do monte para cuidar do povo (Êx 24.14 e Lc 9.40). Em ambos os casos era o ponto de partida para novas revelações religiosas: no Êxodo, o conceito de culto e de sacrifício que preparava o povo para a vinda de Cristo; no evangelho, o ensinamento de que Jesus deveria dar Sua própria vida para a salvação do mundo (Lc 9.14-15). Em ambos os casos, também, os maiores fracassos aconteceram ao povo de Deus durante a ausência do líder espiritual (Êx 32.1-10 e Lc 9.41). Bíblia Shedd.
18 Moisés … subiu ao monte… e lá permaneceu quarenta dias. Igual tempo Jesus passou no deserto, antes de começar Seu ministério (Lc 4.1-2). Bíblia Shedd.
Após deixar Josué, Moisés entrou na nuvem e permaneceu ali por quarenta dias e quarenta noites (PP, 313). Durante todo esse tempo, ele não comeu (Dt 9:9; cf. 1Rs 19:8; Mt 4:2). A experiência de Moisés foi extraordinária. Ela ensina que a comunhão com Deus dá à alma força e refrigério. Sem isso o espírito se esmorece (ver Lc 18:1), o mundo penetra furtivamente em nós, nossos pensamentos e palavras se tornam terrenos (1Co 15:47), e não temos vida espiritual em nós mesmos nem podemos comunicá-la a outros. É em comunhão com Deus que se recebem os dons. Foi assim com Moisés; é assim conosco. O fato de Moisés ter estado a sós com Deus sugere o valor da oração em secreto (Mt 6:6). Mesmo no rebuliço e na agitação de uma cidade grande, ficar a sós com Deus e em súplica silenciosa ajuda a enfrentar os problemas do dia a dia. CBASD, vol. 1, p. 681-682.
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“E viram o Deus de Israel, sob cujos pés havia uma como pavimentação de pedra de safira, que se parecia com o céu na sua claridade” (v.10).
A safira é uma pedra preciosa caracterizada mais comumente por sua cor azul, além de ser uma das pedras mais duras e resistentes depois do diamante. O que Moisés, Arão e seus filhos, e os setenta anciãos contemplaram não foi simplesmente uma visão, como acontecia com os profetas, por exemplo. Mas “eles viram a Deus, e comeram, e beberam” (v.11) na presença dEle. Sobre aquele precioso pavimento de cor celestial e firme, uma representação de Sua majestade e realeza, o próprio Senhor Se apresentou àqueles homens. Uma aparição que poderia ter-lhes custado a vida, mas o Senhor “não estendeu a mão sobre” (v.11) eles, proporcionando-lhes uma experiência única e impactante. Experiência maior e mais profunda, porém, teve Moisés que, “entrando no meio da nuvem, subiu ao monte; e lá permaneceu quarenta dias e quarenta noites” (v.18).
Se aqueles homens “escolhidos dos filhos de Israel” (v.11) foram privilegiados, que sublime privilégio teve Moisés! Ele estava envolto pela glória do Senhor. Aos olhos do povo, que contemplava aquela manifestação divina à distância, o “aspecto da glória do Senhor era como um fogo consumidor no cimo do monte” (v.17). No entanto, a experiência de Moisés e o que ele podia contemplar era completamente diferente. Observem que cada grupo teve uma experiência diferente, uma forma diferente de ver aquele momento e de diferentes perspectivas. O próprio povo havia pedido a Moisés para ser o porta-voz de Deus a Israel: “Fala-nos tu, e te ouviremos; porém não fale Deus conosco, para que não morramos” (Êx.20:19). Apesar de Moisés ter respondido que eles não precisavam temer, ainda assim o povo preferiu permanecer à distância das manifestações do Senhor.
Arão e seus filhos e os setenta anciãos de Israel representavam um grupo que pôde se aproximar mais do Senhor, a ponto de vê-Lo e de comer com Ele. Contudo, o que Moisés viu e ouviu não poderia ser comparado ao que esse grupo e todo o restante de Israel testemunhou. Porque a comunhão de Moisés com Deus superava, inclusive, a comunhão até mesmo de um profeta. Pois a respeito dele o próprio Deus declarou: “Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois ele vê a forma do Senhor” (Nm.12:8). Deus tem diferentes formas de Se manifestar aos Seus filhos. A uns Ele já apareceu em sonhos, a outros em visões, a uns poucos de forma pessoal, e sempre está disposto a falar com quem O busque através da Sua Palavra.
Muitos buscam por manifestações sobrenaturais de Deus, julgando que elas são os meios de provar do batismo do Espírito Santo. Mas, na verdade, ninguém, por melhor que seja, é digno da presença de Deus, seja de perto ou de longe. Nossa busca não deve estar baseada em sentimentos e fortes emoções. Não era esse o objetivo do monte que fumegava e da refeição com aquele pequeno grupo. Tudo ali deveria despertar em todos a confiança e completa dependência no Deus Todo-Poderoso que os havia libertado com mão forte e que os guiava pelo caminho. Porque o Deus que Se apresentava face a face a Moisés era o mesmo que desejava ter uma íntima comunhão com cada um dos filhos de Israel. Mas nem todos estavam preparados para isso, nem tampouco estavam buscando ao Senhor com inteireza de coração.
Falando à Sua última igreja, Jesus manifestou Sua indignação contra seu orgulho e egoísmo. Como lidar com a realidade de que Sua última igreja na Terra, aquela que tem a missão de encerrar a obra de pregar o evangelho ao mundo, não passa de um grupo “infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu”? (Ap.3:17). A resposta está nos versículos seguintes: “Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas […] Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:18, 20). Três ordens nos são dadas: comprar o que Jesus nos oferece, ouvir a Sua voz e abrir a porta para que Ele entre. Três ações que envolvem o nosso direito de escolha.
Notem que há muito respeito envolvido aqui. Deus não nos obriga a aceitar o que Ele tem, mas nos aconselha a adquirir. Ele também não arromba a porta do nosso coração e nem força nossas decisões, mas bate e espera ser convidado a entrar. Percebem que a nossa experiência com Ele será sempre na medida em que conseguimos suportar e em como permitimos que ela aconteça? O que faz a diferença na vida de um cristão não é quantas vezes viveu o extraordinário, amados, mas sim em andar com Deus no ordinário do dia a dia. Ellen White reforça essa verdade com as seguintes palavras: “Consagrai-vos a Deus pela manhã; fazei disto vossa primeira tarefa. […] Assim dia a dia podereis entregar às mãos de Deus a vossa vida, e assim ela se moldará mais e mais segundo a vida de Cristo” (Caminho a Cristo, CPB, p.70 e 71).
O Espírito Santo deseja lavar e alvejar as nossas vestes no sangue da nova aliança e nos preparar para chegarmos finalmente ao Lar! Que a nossa comunhão diária com Deus nos molde mais e mais até que morra o nosso eu e Cristo viva em nós.
Santo Deus, o Senhor Se revela a quem quer e como quer. Só o Senhor pode sondar os corações e só o Senhor conhece o fim desde o princípio. Nosso coração nos engana constantemente, Pai. Por isso clamamos por Teu auxílio e direção. Que o Teu Espírito tome as rédeas de nossa vida e nos desperte cada dia para entretermos comunhão Contigo, e sermos moldados segundo a vida do nosso Salvador. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz semana, moldados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo24 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 24 – A função da lei é servir como espelho que mostra nossas fraquezas, falhas e imoralidades; sem os Dez Mandamentos, não saberíamos o que de fato é pecado (Romanos 7:7-8). Sem a lei não teríamos nenhum diagnóstico exato de nossa situação de condenados, carentes de um Salvador à altura para libertar-nos.
Além de revelar o pecado e apontar a necessidade de um Salvador para nos absolver da condenação (Romanos 4:15; 5:13; 7:24-25; Gl 3:21-24), a lei também preza pela limitação da atuação do pecado, ao condená-lo (1 Timóteo 1:8-11); e, ainda serve de guia no processo de santificação (Romanos 8:1-8).
Em Êxodo 20, o divino Legislador proferiu de forma audível Seus Mandamentos. O povo, porém, atemorizado, suplicou que Moisés falasse, não Deus – para não morrerem (Êxodo 20:19). Por conseguinte, “Moisés, Arão, Nadabe, Abiú e setenta autoridades de Israel subiram e viram o Deus de Israel, sob cujos pés havia algo semelhante a um pavimento de safira, como o céu em seu esplendor. Deus, porém, não estendeu a mão para punir esses líderes do povo de Israel; eles viram a Deus, e depois comeram e beberam” (Êxodo 24:9-11).
Após determinado lugar, apenas Moisés foi convidado a avançar. “No sétimo dia o Senhor chamou Moisés do interior da nuvem. Aos olhos dos israelitas, a glória do Senhor parecia um fogo consumidor no topo do monte” (Êxodo 24:16-17). Todo esse esplendor durou 47 dias – tempo em que Moisés esteve na presença de Deus (Êxodo 24:15-18).
Como pecaminosidade impede à proximidade de Deus, todos precisaram consagrar-se e ser purificado para contemplarem a cena extraordinária, e então adorarem à distância (Êxodo 24:1-8). Desta forma, um povo pecador “foi separado e selado para Deus. Um sacrifício foi oferecido ao Senhor. Uma parte do sangue do sacrifício foi aspergida sobre o altar. Isso significava que o povo tinha se consagrado – em corpo, alma e espírito – a Deus. Uma porção foi aspergida sobre o povo. Isso significava que, por meio do sangue de Cristo, Deus os aceitava graciosamente como Seu tesouro especial” (Ellen White).
Em Cristo, pecadores tornam-se tesouros particular de Deus, tratados com paternal compaixão (Malaquias 3:17). Assim, o Santo Legislador oferece indescritível graça aos pecadores. Precisamos responder com compromisso sério a esse Deus que tanto nos ama (Apocalipse 1:4-5).
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 23 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/23
Porque Deus é justo, Ele chama Seu povo a ser justo e correto em suas relações uns com os outros. Expandindo o nono mandamento, “não dirás falso testemunho,” Israel é avisado de que essa ordem não se limita a comportamento em tribunais. A nossa interação cotidiana deve ser livre de falso testemunho, fofoca ou calúnias. Não devemos seguir a multidão e sermos influenciados pela pressão dos colegas, mas devemos fazer nossos próprios julgamentos e defender o que é direito.
Se Israel permanecer fiel a Deus, Ele enviará Seu Anjo, Cristo (PP 232, 311, 366), para ir adiante deles. A aliança no Sinai é concluída com a promessa da intervenção de Deus em suas batalhas na conquista de Canaã. Israel recebe a certeza de que o próprio Deus enviará o Seu medo diante deles, e que Ele destruirá seus inimigos, incluindo o envio de vespas para expulsar as nações Cananitas. Nesta promessa de libertação, Israel é instruído a confiar em Deus, na obra que Ele realizaria.
Muitas vezes em nossas vidas procuramos fazer o que Deus quer fazer por nós. Estamos dispostos a confiar na promessa de que Ele irá adiante de nós, para que possamos ser testemunhas de Seus poderosos atos?
Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/23
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1607 palavras
1 notícias falsas. Esta ordem é uma ampliação do nono mandamento, que proíbe a calúnia e a difamação. … Embora a palavra “testemunho” indique que a lei tem a ver principalmente com a forma de se proceder num tribunal, não se limita a isso. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1, p. 673. [Nota do compilador: nos dias de hoje poderíamos incluir nesta categoria as muito conhecidas fake news.]
3 Apesar da lei ter o objetivo de proteger o pobre (ver v. 6), ela não devia ser mal utilizada para favorecer o pobre contra o rico. Andrews Study Bible.
Isso … simplesmente sustém uma justiça imparcial, que não deve favorecer o pobre nem o rico. Inclinar-se para qualquer um dos lados significaria perversão da justiça (Lv 19:15). CBASD, vol. 1, p. 673.
4 A inimizade pessoal não pode paralisar a vida normal da sociedade, nem secar as fontes de compaixão e de piedade. Quantas vezes o povo paralisa as fontes de alimentação da nação para a extorquir com um preço mais alto! Bíblia Shedd.
O princípio do NT de amar os inimigos (Mt 5:43-48) tem suas origens nessa lei. Andrews Study Bible.
7 1Rs 21.10-13 é uma ilustração vivida da violação dessa lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10-12 As duas leis do sábado diferem em sua motivação (16:23; 20:10; 31:15-17). Enquanto que a criação e a santidade de Deus formam a motivação das outras citações, aqui o foco se encontra em prover descanso e alívio para os mais sobrecarregados, tanto humanos quanto animais. Andrews Study Bible.
10-13 O quarto mandamento, o do sábado (20.8-11), aqui se aplica à terra, à obra humana, e aos animais. O sétimo ano é para a terra descansar (que, aliás, é uma necessidade agrícola) , e tudo que ela produz sozinha é para alívio dos pobres, juntamente com a fauna terrestre e as aves. Bíblia Shedd.
Os setenta anos de cativeiro tiveram o objetivo de compensar a não observância dos anos sabáticos (2Cr 36:17-21). CBASD, vol. 1, p. 674.
13 Em tudo o que vos tenho dito, andai apercebidos. Tudo o que Deus nos diz na Sua Palavra é para nos ensinar a amá-Lo, confiar nEle e servi-lO na terra e nos céus. As leis que aqui aparecem são para separar o povo de Deus de todo sintoma de paganismo, da idolatria e do deslize mental que o acompanha. Assim, a primeira Epístola de João, que tanto fala do amor de Cristo e da vida espiritual, se encerra com as palavras: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1Jo 5.21).
do nome de outros deuses … nem se ouça de vossa boca. Como proteção contra a idolatria, o povo de Deus sequer deveria mencionar nomes de deidades pagãs. Esta proibição estava baseada no princípio de que a familiaridade com o mal com frequência leva à sua prática. Se esta ordem tivesse sido cumprida, o perigo da idolatria teria sido removido por completo. CBASD, vol. 1, p. 674.
14-19 As três festas religiosas [que simbolizavam as três grandes intervenções espirituais de Deus: Páscoa, Pentecoste e Volta de Jesus] em que o povo todo se reunia para o culto solene. Quando o povo se tornou em uma grande nação, tais festas se realizavam no Templo de Jerusalém. Bíblia Shedd.
Na terra prometida, a vida giraria em torno do calendário agrícola. Em Canaã, o plantio e a colheita estavam intimamente ligados à adoração de ídolos que se supunham garantir fertilidade. Essas leis visavam proteger da idolatria ao ligar Deus à vida diária e identificá-Lo como a fonte de todas as bênçãos. Andrews Study Bible.
15 Pães asmos. Continuação da festa da Páscoa, na qual se dava graças a Deus pela libertação da escravidão. Bíblia Shedd.
Apesar desta ser a época do festa da colheita da cevada na primavera, Deus estabelece como motivação a libertação do Egito e não apenas um festival de colheita. Andrews Study Bible.
Começava com a Páscoa e uma santa convocação, durava sete dias e terminava com outra santa convocação (Lv 23:5-8). Comiam-se pães sem fermento durante esses dias, em comemoração à saída apressada do Egito (Êx 12:33, 34, 39). O fermento era símbolo do pecado e do erro (Mt 16:6, 11, 12; 1Co 5:6-8). O pão sem fermento representava a libertação do pecado por meio dAquele que é o pão da vida (Jo 6:35, 48, 51). Um molho das primícias era oferecido perante o Senhor (Lv 23:9-14). … Quando o Salvador ofereceu-Se a Si mesmo no Calvário cessou o significado da Páscoa, pois ela apontava para Ele (1Co 5:7). O rito da Ceia do Senhor foi instituído como um memorial do mesmo evento (Lfc 22:14-20). CBASD, vol. 1, p. 675.
16 Guardarás a Festa da Sega, dos primeiros frutos do teu trabalho. É o Pentecoste, a festa das semanas, assim chamada por contar sete semanas ou cinquenta dias, desde o começo dos produtos da terra até ao dia da festa. “Pentecostes” é a transcrição do numeral grego que significa “cinquenta”. É a festa de gratidão por todos os benefícios de Deus na vida diária. Bíblia Shedd.
Cinquenta dias eram contados a partir do dia em que o molho da colheita era oferecido (Lv 23:15-21). O 50º dia era chamado de “a festa da semanas”, pois sete semanas inteiras o separavam da Páscoa. Na época do NT era chamado de Pentecostes, que deriva de uma palavra grega [da tradução Septuaginta, do AT] que significa “quinquagésimo”. CBASD, vol. 1, p. 675.
… e a Festa da Colheita. Celebrada depois de colher tudo aquilo que o ano produziu. Naqueles dias, todos viviam em tendas de ramos e folhas, para lembrar-se do tempo, no deserto, quando Deus supria tudo sem a contribuição do esforço humano. Bíblia Shedd.
Em outras passagens é comum o nome “Festa dos Tabernáculos” [tendas], pois o povo devia fazer tendas para habitar durante a festa (Lv 23:33-36; Dt 16:13-15; 31:10; Jo 7:2). Este festival de oito dias começava no dia 15 de tisri, que se dava no final de outubro ou começo de novembro. CBASD, vol. 1, p. 675, 676.
17 Mulheres e crianças são poupadas da cansativa jornada. Andrews Study Bible.
18 Não oferecerás o sangue do Meu sacrifício com pão levedado. Este sacrifício era o cordeiro pascal, uma vez que a proibição de se usar “pão levedado” e qualquer parte que restasse do cordeiro” até pela manhã” tinha a ver apenas com essa oferta (Êx 12:1-11; Dt 16:1-5). O cordeiro pascal era a mais importante de todas as ofertas, pois tipificava o sacrifício de Cristo, o verdadeiro cordeiro pascal (1Co 5:7). de fato, Deus podia chamá-Lo de “Meu sacrifício”. CBASD, vol. 1, p. 676.
19 a primícia do frutos. Isto significava tanto “o melhor” dos primeiros frutos (Nm 18:12) como “os primeiros frutos” (Nm 18:13). Assim como esses primeiros frutos da colheita da terra eram apresentados a Deus, Cristo se apresentou ao Pai como o primeiro fruto da colheita da ressurreição (Jo 20:17; 1Co 15:20-23). CBASD, vol. 1, p. 676.
não cozinharás. Cozinhar os cabritos dos sacrifícios no leite de sua mãe era uma prática dos cananeus. Provavelmente, esta ordem foi dada para evitar que esse rito pagão, proibido por Deus, fosse realizado entre Seu povo. CBASD, vol. 1, p. 676.
Essa lei é repetida mais duas vezes (34:26; Dt 14:21). Provavelmente ela aponta para um tratamento sensível à criação não-humana e a proteção à relação mães-filhos de vários animais. Ver tb 22:30; Lv 22:27-18; Dt 22:6-7 para exemplos disso com cordeiros, bezerros e pássaros. Andrews Study Bible.
A gula humana não pode suprimir a compaixão. Bíblia Shedd.
20-33 Deus tem autoridade para nos dar Suas Leis, pois Ele criou o mundo e nos tirou da escravidão (20.2). Mas à autoridade, Deus sempre acrescenta Sua graça e Seu amor. Bíblia Shedd.
21 Nele está o Meu nome. Aqui a primeira pessoa da Divindade, o Pai, fala da segunda pessoa da Divindade, Seu Filho. Esta declaração indica que o “anjo” que leva o nome de Deus é igual ao próprio Deus (ver Jo 1:1-3, 14; Cl 1:13-19; Hb 1:8). CBASD, vol. 1, p. 677.
23 Eu os destruirei. Destruí-las como nações, não como indivíduos, pois eles deviam ainda ser conquistados como prosélitos à fé de Israel (2Sm 23:39; 24:18-25; 2Cr 8:7-9). CBASD, vol. 1, p. 677.
24 Não adorarás os seus deuses, nem lhes darás culto. Deve-se lembrar que a adoração idólatra daqueles povos pagãos era licenciosa e degradante ao extremo. As cerimônias de algumas deidades pagãs eram contaminadas por sacrifícios humanos e corrompidas com prostituição. A iniquidade dessas nações estava agora completa (ver Gn 15:16). Não é de se surpreender que estavam prestes a encher a medida da ira de Deus (ver com [CBASD] de Gn 15:16). CBASD, vol. 1, p. 677.
25 e Ele [o Senhor] … retirará do vosso meio as enfermidades. O povo de Deus deve orar em favor dos doentes. A paz com Deus lança fora as múltiplas doenças causadas pelos vícios, pela preocupação, pelo ódio e pelo medo. Bíblia Shedd.
O viver saudável nos protege de enfermidades da mente bem como do corpo. Da mesma forma, a piedade promove o bem-estar físico (ver DTN, 827). CBASD, vol. 1, p. 677.
26 Não haverá mulher que aborte. Isto podia ser resultado de uma interposição especial de um favor divino e cuidado providencial, bem como do viver saudável. Não deixariam de existir nascimentos prematuros, mas também, como indica a última frase, mortes prematuras.CBASD, vol. 1, p. 677.
completarei o número dos teus dias. Da mesma forma, o ideal para o crente é ir amadurecendo, até a velhice, para depois ser colhido como um feixe de trigo, a seu tempo (Jó 5.26). Bíblia Shedd.
27 Enviarei o Meu terror. Ver o cumprimento desta promessa em Números 22:3; Josué 2:9, 11; e 9:24. Os inimigos dos israelitas realmente bateram em retirada frente à derrota (Nm 21:3, 24, 35; Js 8:20-24; 10:10, 11). Se Israel tivesse obedecido a Deus de forma plena, Ele teria quebrantado todo o poder das nações cananéias. CBASD, vol. 1, p. 677.
29 num só ano. Seria impossível cultivar uma terra abandonada, de uma hora para outra. Bíblia Shedd.
Quando Israel, o reino hebreu do norte, foi despovoado pela remoção das dez tribos ao cativeiro, houve um crescimento notável de leões que devoraram os poucos remanescentes (2Rs 17:24, 25). CBASD, vol. 1, p. 677.
31 Porei os teus limites. Estes limites só foram demarcados 400 anos depois, sob o reinado de Davi e Salomão (1Rs 4:21, 24; 2Cr 9:26). CBASD, vol. 1, p. 677.
32 Não farás aliança. Uma vez que os tratados de paz comuns dessa época continham um reconhecimento dos deuses das nações e palavras de louvor a eles, alianças com povos pagãos incluiriam o reconhecimento de seus deuses. CBASD, vol. 1, p. 678.
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“Em tudo o que vos tenho dito, andai apercebidos; do nome de outros deuses nem vos lembreis, nem se ouça de vossa boca” (v.13).
Talvez a parábola das dez virgens seja o texto que melhor exemplifique o que o Senhor quis transmitir ao Seu povo no versículo que acabamos de ler. É bem provável que todos nós já tenhamos ouvido muitos sermões e lido muitos comentários a respeito dessa parábola e que estejamos bem familiarizados com o significado de seus símbolos. Mas gostaria de destacar o fato de que todas as dez virgens possuíam a lâmpada, objeto que ilustra a Palavra de Deus (Sl.119:105). Todas também esperavam pelo noivo (figura de Cristo), e todas dormiram. Somente cinco, porém, possuíam o azeite reserva (o Espírito Santo). E as cinco virgens néscias talvez tenham se agarrado ao fato de possuírem a verdade da Palavra de Deus. Porém, sucumbiram espiritualmente porque um mero assentimento intelectual da verdade não é o bastante. Necessitamos do fruto completo do Espírito Santo em nossa vida (leia Gl.5:22-23).
A verdade sem o amor é legalismo. O amor sem a verdade é sentimentalismo. Necessitamos da junção harmônica dos dois, se quisermos chegar “à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo” (Ef.4:13). As leis civis culminam no capítulo de hoje como um antídoto contra a falsidade e a maldade. Os “não” de Deus sempre têm o claro objetivo de manter o nosso olhar em Seu amor e fidelidade. Não espalhar falsas notícias, não seguir a multidão para fazer o mal, não perverter o direito do pobre, não aceitar suborno, não oprimir o estrangeiro, não retribuir o mal com o mal, mas com o bem, são leis que bem se aplicam para o povo de Deus em todos os tempos. Estatutos que se alinham perfeitamente às palavras do Salvador: “Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles; porque esta é a Lei e os Profetas” (Mt.7:12).
O ano sabático também apontava para o amor de Deus não somente pelos pobres entre o povo, mas até pelos irracionais, aqui representados pelos “animais do campo” (v.11). Era um ano de colheita em abundância, de renovação do solo e uma verdadeira prova de fé. Os filhos de Israel eram convidados a confiar na provisão de Deus para os anos seguintes, contando com a promessa: “Eu vos darei a Minha bênção no sexto ano, para que dê fruto por três anos” (Lv.25:21). O ano sabático também era uma escola divina contra a ganância. Uma vez estabelecidos na terra que manava leite e mel, não deveriam esquecer que tudo pertencia ao Senhor e que sua vida deveria estar em harmonia com essa verdade, como obreiros “que não tem de que se envergonhar” (2Tm.2:15). Uma ordem divina que, infelizmente, foi negligenciada por muitos anos, culminando no cativeiro babilônico que foi o período de tempo de todos os anos sabáticos que não foram observados por Israel (leia 2Cr.36:21).
Além do ano sabático, havia uma lembrança semanal que não somente exigia confiança na provisão divina, mas a constante lembrança de que “em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx.20:11). O sábado é o memorial da criação e uma proteção constante contra a idolatria. Um constante lembrete para que andemos apercebidos até o fim. Vivemos em dias decisivos e grandemente solenes, amados. As profecias apontam para o desfecho de todas as coisas e para o cumprimento da nossa bendita esperança: a segunda vinda de Cristo. O sábado do sétimo dia será a prova de lealdade final do povo de Deus (leia Ap.14:7, 12). E as três festas anuais principais em Israel apontavam para a jornada do povo de Deus na Terra até alcançar o porto seguro da Nova Jerusalém: “Eis que Eu envio um Anjo adiante de ti, para que te guarde pelo caminho e te leve ao lugar que tenho preparado” (v.20).
O Anjo do Senhor, um dos nomes de Cristo no Antigo Testamento, foi prometido ao Seu povo Israel. A mesma promessa nos alcança hoje em toda a sua força e fidelidade: “E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:20). Pois em Cristo está o nome de Deus (v.21). Em conhecê-Lo está a vida eterna (Jo.17:3). Em obedecê-Lo está a nossa segurança (v.22). Em servi-Lo está a nossa bênção (v.25-31). E o que Jesus nos pede é a nossa completa lealdade (v.32-33), algo que só o Espírito Santo pode operar, se cooperarmos com Ele. Meus amados irmãos, nestes dias finais podemos até estar dormindo, mas precisamos ser despertados com o poderoso refrigério do Espírito. Não é suficiente simplesmente termos a Palavra da Verdade, mas necessitamos ser praticantes da Palavra. E esta obra pertence ao Espírito perscrutador de Deus. Permita que Ele acenda a sua vida e faça de você participante do alto clamor que iluminará a Terra com a glória de Deus (leia Ap.18:1).
Nosso Pai Celestial, ainda existem muitas coisas que precisamos abandonar para que possamos acolher em nós a plenitude da vida de Cristo. O nosso eu precisa morrer para que Ele viva em nós. Socorre-nos, ó Deus, pois em nós não há nada de bom! Necessitamos da justiça do Teu Filho. Necessitamos ser encharcados do combustível do Espírito Santo para dar glórias a Ti com nossa vida. Necessitamos de um caráter semelhante ao Teu, Senhor! Que Cristo esteja à nossa frente, nos guardando pelo caminho e nos levando para o lugar que Ele tem preparado para nós. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, iluminados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo23 #RPSP
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