Reavivados por Sua Palavra


2CRÔNICAS 33 — Rosana Barros by Ivan Barros
21 de maio de 2026, 0:45
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“Ele, angustiado, suplicou deveras ao Senhor, seu Deus, e muito se humilhou perante o Deus de seus pais” (v.12).

Em um governo obstinado e déspota, Manassés destruiu tudo o que seu pai havia realizado em Judá. Ezequias havia restaurado a prática da verdadeira adoração não só em Judá, como também por toda a nação de Israel. Quantos quisessem adorar ao Senhor, eram bem-vindos em Jerusalém. Sua morte, contudo, revelou que o seu sucesso entre o povo não abrangia os de sua própria casa. Sendo ainda um menino, parece que Manassés assumiu o trono com o firme objetivo de arruinar tudo o que Ezequias havia promovido.

Segundo a idolatria dos pagãos, Manassés agiu. “Fez o que era mau perante o Senhor, segundo as abominações dos gentios que o Senhor expulsara de suas possessões, de diante dos filhos de Israel” (v.2). Levou o povo a pecar, promovendo no reino de Judá um dos piores períodos de apostasia. Ele não apenas aprovava as práticas pagãs, como ele mesmo “queimou seus filhos como oferta no vale do filho de Hinom, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro, praticava feitiçarias, tratava com necromantes e feiticeiros e prosseguiu em fazer o que era mau perante o Senhor, para O provocar à ira” (v.6). Ou seja, parece que tudo o que Manassés fazia tinha o propósito específico de contrariar a Deus.

Ainda assim, o Senhor falou “a Manassés e ao Seu povo, porém não Lhe deram ouvidos” (v.10). O profeta Isaías foi um dos profetas de Deus a adverti-los, mas, segundo a tradição judaica, Manassés mandou matá-lo, serrando-o ao meio. Era uma pessoa que, definitivamente, não aceitava nem tolerava conselhos e advertências que contrariassem as suas perversas convicções. Mas ele estava prestes a descobrir que toda a sua perversidade nunca poderia superar a misericórdia do Deus de seus pais. Preso em ganchos e amarrado com cadeias na sarjeta de um reino pagão, é bem provável que Manassés tenha lembrado das muitas vezes em que viu seu pai de joelhos diante de Deus. Ele lembrou da história que Ezequias lhe contava, de como ele orou e o Senhor enviou o Seu anjo para livrar Judá dos inimigos.

Sua memória familiar foi ativada, e, em atitude de profunda humilhação e contrição de coração, Manassés orou “e Deus Se tornou favorável para com ele, atendeu-lhe a súplica e o fez voltar para Jerusalém, ao seu reino; então, reconheceu Manassés que o Senhor era Deus” (v.13). A história de Manassés é uma das mais importantes histórias de conversão de toda a Bíblia, não pelo que Manassés fez depois de sua entrega a Deus, mas pelo que Deus fez até que houvesse esta entrega. A Bíblia diz que Deus falou com Manassés e com o povo. Em nenhum momento Ele os abandonou, mas os buscou e os amou mesmo em sua aberta rebelião. Através de Seus profetas e das provações que permitia que acontecessem, havia a mais amorosa declaração de que Deus os queria para Si.

Infelizmente, Amom não considerou a mudança de coração de seu pai_ e “se tornou mais e mais culpável” (v.23). As diferentes fases do antigo Israel remontam ao que vem se repetindo na História. Temos períodos de reavivamento e reforma seguidos de períodos de apostasia; então, Deus levanta outro despertamento espiritual, e Satanás novamente incita a rebelião. O certo é que a maioria geralmente segue pelo caminho “encantado” das trevas. É um grande conflito no qual não precisamos ficar reféns do que é predominante. Quando Manassés se humilhou diante do Senhor e O buscou de todo o coração, teve que voltar e encarar um povo que ele mesmo havia desviado do caminho correto. Não foi fácil restabelecer a verdadeira adoração depois de praticamente meio século de apostasia. Mas ele descobriu que a oração é a chave mestra que abre todas as portas que o homem, de outra forma, jamais conseguiria abrir.

Quanto necessitamos orar, amados! Dediquem tempo a estudar as orações na Bíblia e as respostas a estas orações, e vocês descobrirão que existe um inquebrável elo entre Deus e o homem através deste simples instrumento. Quando Ezequias e Isaías oraram, Deus enviou o Seu anjo poderoso. Enquanto Daniel orava, Deus enviou o Seu anjo (Dn.10:12). Enquanto Jesus orava, Deus enviou o Seu anjo (Lc.22:43). Enquanto Cornélio orava, Deus enviou o Seu anjo (At.10:3-4). Enquanto Pedro orava, Deus enviou o Seu anjo (At.10:9-16). Enquanto Paulo orava, Deus enviou o Seu anjo (At.22:17-21). Todas as vezes que um servo do Senhor se põe de joelhos a orar com inteireza de coração, o Céu se abre não só para ouvir, mas para descer até nós em forma de um anjo especial em nosso favor.

Em nome de Jesus, não negligencie o privilégio diário de estarmos unidos, igreja a igreja, coração a coração, em busca do batismo do Espírito Santo! Que nossas orações, em harmonia com a intercessão de nosso Redentor, movam o coração de Deus a enviar em nosso auxílio toda a milícia celestial e que o Espírito Santo, como uma pomba cujas asas “são cobertas de prata, cujas penas maiores têm o brilho flavo do oro” (Sl.68:13), repouse sobre nós, capacitando-nos para a obra final.

Nosso Pai, podemos não ter ido tão longe em nossos pecados como foi Manassés, mas, certamente, somos tão necessitados quanto ele do Teu perdão, da Tua misericórdia e da transformação operada pelo Espírito Santo. Renova a nossa vida, Senhor, põe em nós o Teu coração e nos prepara para Te encontrar. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo de oração!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS33 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



2 CRÔNICAS 33 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de maio de 2026, 0:30
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2 CRÔNICAS 33 – Nem sempre os filhos aprendem a praticar o bem com seus pais. O rei Manassés foi o contraste da bondade de seu pai Ezequias. Manassés foi ícone da perversidade no reino de Judá, liderando o povo de Deus.

A influência pecaminosa desse rei, cujo reinado de impiedade e apostasia foi sem precedentes na história do povo de Deus, em que suas práticas perversas incluíam sacrifícios infantis, altares pagãos e feitiçaria, foi equiparada ao das nações que Deus expulsou de Canaã diante dos Israelitas. O pior rei de Judá teve o maior período de governo, levando os judeus a “fazerem pior do que as nações que o Senhor havia destruído diante dos israelitas” (II Crônicas 33:1-9). Provavelmente Manassés condenou Isaías mandando serrá-lo ao meio. Assim, possivelmente, Paulo referiu-se à morte desse profeta em Hebreus 11:37.

• Líderes políticos que dão vazão aos seus desejos corrompidos são responsáveis por causarem estragos devastadores a toda a nação sob o seu governo.
• Políticos corruptos podem arrepender-se e serem miraculosamente salvos.

As terríveis consequências de seus atos levaram Manassés a reconhecer a Deus e a arrepender-se. Para isso, ele precisou descer do entulho de orgulho ao vale da humildade. Ele foi restaurado, e então restaurou o templo e o culto a Deus retirando tudo o que era impróprio. Porém, seu filho seguiu seu exemplo negativo, e “não se humilhou diante do Senhor, antes, aumentou a sua culpa”; então, logo foi morto numa conspiração (II Crônicas 33:10-25).

A história de Manassés pode ser vista didaticamente revelando a importância de humilhar-se, arrepender-se diante de Deus para, então, receber perdão. Manassés foi ao exílio babilônico antes da nação de Judá ser levada cativa à Babilônia; assim, o perdão concedido por Deus ilustrava o perdão que a nação poderia desfrutar caso em cativeiro reconhecesse seus pecados e buscasse a Deus.

Arrependimento e oração convidam o poder de Deus para prover restauração em nossa vida. Olhando para Manassés, os judeus poderiam encontrar esperança quando enfrentassem o exílio; e… nós também podemos.

Humilhar-se diante de Deus é o segredo para que Ele nos levante das desgraças que causamos a nós mesmos com nossos pecados – “A humildade antecede a honra” (Provérbios 15:33).

O mesmo Deus gracioso que restaurou Manassés anseia restaurar-nos também. Então, hoje vamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.



2 CRÔNICAS 32 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: 2 CRÔNICAS 32 – Primeiro leia a Bíblia

2 CRÔNICAS 32 – BLOG MUNDIAL

2 CRÔNICAS 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



2 CRÔNICAS 32 by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/32

2 Crônicas 32 descreve a vitória de Ezequias sobre os assírios como uma resposta à oração, mas há muito mais nessa história. Ezequias não estava apenas orando por seu reino, era a reputação de Deus que estava sendo ridicularizada. Os assírios cometeram o erro de pensar que Deus era alguém ou algo que poderia ser manipulado da mesma forma que um artesão esculpe uma imagem ou uma marionete para que eles possam puxar os cordões e controlar a marionete. 2 Crônicas 32:19 diz o seguinte sobre os assírios: “Referiram-se ao Deus de Jerusalém como falavam dos deuses dos outros povos da terra, que não passam de obra das mãos dos homens.” Eles tentaram puxar os cordões sitiando Jerusalém e esperavam numa vitória fácil, pois acreditavam que seus ídolos eram superiores ao Deus de Ezequias.

Eles nunca souberam o que os atingiu. Um anjo do Senhor saiu e matou todos eles enquanto dormiam durante a noite (ver II Reis 19:35). Deus pode cuidar de Si mesmo. Ele não é um Deus feito em casa que precisa da ajuda de um exército. Ele é o criador do universo e aparece em resposta às nossas orações para que Sua reputação seja protegida.

Karen D. Lifshay
Secretária de Comunicações da Igreja Adventista do Sétimo Dia Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/32
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



2 CRÔNICAS 32 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2026, 0:50
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728 palavras

1 Quando Ezequias se viu à frente da apavorante possibilidade de uma invasão assíria, ele tomou duas decisões importantes: Ele fez tudo que poderia para lidar com a a situação e ele confiou o resultado para Deus. Isto é exatamente o que devemos fazer quando enfrentamos dificuldades ou situações apavorantes. Faça tudo que estiver ao seu alcance para resolver o problema ou melhorar a situação. Mas também leve a situação a Deus, confiando nEle para a solução (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

3,4 As cidades precisam ser construídas próximas a fontes confiáveis de águas. Nascentes naturais eram a maior fonte de águas de Jerusalém. Em uma brilhante ação militar, Ezequias canalizou as nascentes abaixo da cidade através de um túnel subterrâneo (30); portanto, Jerusalém teria água, mesmo quando sofrendo um longo cerco. O túnel de Ezequias foi descoberto com a inscrição descrevendo como ele foi construído: dois grupos de trabalhadores começaram a cavar sob a terra, um em Jerusalém e outro na fonte de Giom e eles se encontraram no meio (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

6, 7 “O Sermão de Ezequias”. Falou ao coração, mostrou grande fé em Deus e inspirou calma e coragem ao povo, que confiou plenamente no socorro do Senhor. Alvos esses dignos de todo pregador (Bíblia Shedd).

7,8 Ezequias pôde ver com os olhos da fé. O número de seus oponentes não significavam nada enquanto ele permanecesse ao lado do Senhor. A vitória ocorre “não por força, nem por violência, mas pelo Meu Espírito, diz o Senhor Todo-Poderoso” (Zacarias 4:6). Ezequias podia confiantemente encorajar seus homens porque ele não tinha dúvidas de que ele estava ao lado de Deus. Você está do lado do Senhor? Pode ser que você nunca enfrente um exército armado, mas as batalhas que você enfrenta cada dia podem ser vencidas com a força de Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

31 para se informarem do prodígio que se dera. O retrocesso da sombra no relógio do sol (2Rs 20.11; Is 38:8) foi de especial interesse para os astrólogos e astrônomos de Babilônia e deve ter sido de assunto de indagação especial por parte dos enviados. A ocorrência desse milagre proporcionou a Ezequias uma oportunidade única de dar testemunho do poder e da bondade de Deus. Se Ezequias tivesse sido fiel e contasse aos representantes de Merodaque-Baladã exatamente como havia ocorrido esse incidente, e como Deus havia operado um milagre tanto de cura quanto na natureza, esses homens poderiam ter voltado para Babilônia com uma mensagem que teria feito com que muitos naquela terra idólatra se familiarizassem com a verdadeira natureza de Deus. Assim o caminho teria sido aberto para levar muitos ao conhecimento e à adoração do Deus que fez o céu e a Terra (CBASD, vol. 3, p. 322).

O historiador abrevia o registro de 2Rs 20.12-19 (cf Is 39) no qual Isaías disse a Ezequias que seus tesouros seriam tomados pela Babilônia. Ao que parece, o autor supôs que seus leitores estavam familiarizados com o relato de Reis e deixou de lado a dura reprimenda de Isaías  (Bíblia de Genebra).

para prová-lo. O teste não foi para informação de Deus, mas para benefício de Ezequias. O orgulho que levou ao fracasso do rei já se havia enraizado em seu coração. Em misericórdia, Deus permitiu surgirem circunstâncias que revelassem a Ezequias a verdadeira condição de seu coração (CBASD, vol. 3, p. 322).

O teste visava fortalecer Ezequias, desenvolver seu caráter e prepará-lo para as tarefas à frente. Em tempos de sucesso, a maioria de nós vive vidas confortáveis. Mas pressão, problemas ou sofrimento rapidamente removerão nosso frágil verniz de bondade, a não ser que nossa força venha de Deus. Como você é quando se encontra sob pressão ou quando as coisas vão mal? Você se afasta ou se aproxima de Deus? Aquele que está solidamente conectado a Deus não precisa se preocupar sobre o que as pressões irão revelar sobre ele (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Babilônia. Babilônia estava crescendo lenta e quietamente e se tornando um poder mundial. Ao mesmo tempo, o império assírio estava declinando lentamente devido a lutas internas e uma sucessão de reis fracos. Quando a Assíria finalmente caiu em 612 a.C., a Babilônia, sob Nabucodonosor, ocupou o seu lugar de proeminência (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Segundo parece, os emissários da Babilônia queriam um esforço conjunto contra os assírios, que se abrisse duas frentes de guerra contra eles simultaneamente  (Bíblia de Estudo NVI Vida).



2CRÔNICAS 32 — Rosana Barros by Ivan Barros
20 de maio de 2026, 0:45
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“Porém o rei Ezequias e Isaías, o profeta, filho de Amoz, oraram por causa disso e clamaram ao céu” (v.20).

Todo o Judá e muitos dos filhos de Israel renovaram a sua aliança com Deus e uniram-se a Ezequias e a seus líderes na obra de reavivamento e reforma. Sob a influência da celebração da Páscoa, das mudanças realizadas e da restauração do altar do Senhor, o povo estava vivendo um momento de glória, que há muito não vivia. Foi quando lhes sobreveio repentina tribulação. E o cenário de festa e de celebração, deu lugar à atmosfera de guerra e de angústia.

Satanás não pôde conter o seu ódio frente ao movimento que despertou a nação eleita à verdadeira adoração. Usando seus agentes humanos, tentou lançar por terra a fé de Ezequias e de todo o povo. Senaqueribe e seus subordinados cercaram as cidades fortificadas de Judá intentando “pelejar contra Jerusalém” (v.2). E, comparando o Deus de Israel aos “deuses dos povos da terra, obras das mãos dos homens” (v.19), através de palavras escritas e faladas ao “povo de Jerusalém, que estava sobre o muro”, fizeram de tudo “para os atemorizar e os perturbar” (v.18).

A fama da fidelidade de Ezequias ao Deus de Israel havia chegado à Assíria, como se vê nas palavras de Senaqueribe aos filhos de Judá: “Não é Ezequias o mesmo que tirou os seus altos e os seus altares e falou a Judá e a Jerusalém, dizendo: Diante de apenas um altar vos prostrareis e sobre ele queimareis incenso?” (v.12). Mas o rei ímpio não contava com a unidade estabelecida entre Ezequias, os líderes e o povo. Ellen White escreveu: “As forças do mal estão empenhadas em incessante luta contra os instrumentos indicados para disseminar o evangelho; e esses poderes das trevas são especialmente ativos quando a verdade é proclamada diante de homens de reputação e genuína integridade” (Atos dos Apóstolos, CPB, p.167).

Quando o rei propôs uma estratégia para bloquear o abastecimento de água para o exército inimigo, “os seus príncipes e os seus homens valentes […] o ajudaram […]; muito povo se ajuntou” (v.3-4). Ezequias “cobrou ânimo” (v.5) e “lhes falou ao coração, dizendo: Sede fortes e corajosos, não temais, nem vos assusteis […] porque Um há conosco maior do que o que está com ele. Com ele está o braço de carne, mas conosco, o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e guerrear nossas guerras” (v.6-8). O profeta Isaías e o rei Ezequias oraram e “clamaram ao céu” (v.20), e Deus “enviou um anjo que destruiu” (v.21) todo o exército inimigo, e cobriu de vexame Senaqueribe, que foi morto por seus próprios filhos.

Mesmo diante de uma grande reforma espiritual, de uma vitória sobrenatural e de uma cura milagrosa, Ezequias “não correspondeu […] aos benefícios que lhe foram feitos; pois o seu coração se exaltou” (v.25). Isso nos revela o perigo de baixar a guarda da vigilância do coração, amados. Mesmo o cristão mais consagrado pode tornar-se o mais orgulhoso na proporção das bênçãos recebidas. Afrouxar, nem que seja por um momento, as rédeas da comunhão com o Céu, pode significar prejuízos aqui ou até mesmo a perda da eternidade.

“Ezequias, porém, se humilhou por se ter exaltado o seu coração” (v.26). Um tempo oportuno lhe foi concedido e ele soube aproveitá-lo, terminando os seus dias em paz e sendo honrado pelo povo que, com “obras de misericórdia” (v.32), governou. Sabem, amados, em tempos de guerra ou de paz o Senhor requer de nós idêntica fidelidade. Estamos todos envolvidos em um grande conflito que se encaminha para o fim, enquanto o inimigo de Deus usa das mesmas estratégias:

1. Na guerra, ele tenta nos intimidar: “quanto menos vos poderá livrar o vosso Deus das minhas mãos” (v.15).

2. Na paz e na prosperidade, ele nos tenta a pensar mais nas conquistas do que no Senhor das conquistas.

Que nas batalhas desta vida, quando o inimigo ameaça nos destruir, tenhamos a firme convicção de que conosco está “o Senhor, nosso Deus, para nos ajudar e para guerrear nossas guerras” (v.8). E que, em tempos de bonança, em que Satanás busca envaidecer o nosso coração, nos humilhemos perante a face de Deus, reconhecendo-O como o nosso Senhor e Mantenedor. Estejamos, pois, unânimes, fortalecendo-nos uns aos outros, nesta lida diária.

Senhor, nosso Deus, Criador dos céus e da terra, estamos prestes a enfrentar uma guerra sem precedentes, um tempo de angústia qual nunca houve, e necessitamos ser fortes e corajosos, confiando que lutarás por nós. Que, até lá, nosso relacionamento com o Senhor cresça, que a nossa vida seja recriada à Tua imagem e semelhança e estejamos preparados para a chuva serôdia. Queremos ser prósperos espiritualmente, crescendo em graça e tendo o nosso coração renovado a cada dia. Opera esse milagre em nossa vida, Senhor! Clamamos, em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo cujo Deus é o Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2CRÔNICAS32 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CRÔNICAS 32 – Comentário pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
20 de maio de 2026, 0:30
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II CRÔNICAS 32 – O orgulho é um tipo de entulho que nos atrapalha colocar a confiança em Deus. Pois o caminho da dependência divina que opera maravilhas passa pela humildade.

O orgulho ou perda da humildade “é a raiz de todo pecado e mal. Foi quando os anjos agora caídos começaram a olhar para si mesmos com autocomplacência que foram levados à desobediência e foram expulsos da luz do céu para as trevas exteriores. E também foi quando a serpente exalou o veneno do seu orgulho, o desejo de ser como Deus, no coração de nossos primeiros pais, que eles também caíram da sua posição elevada para toda a desgraça na qual o homem está, agora, afundando. No céu e na terra, orgulho – auto-exaltação – é a porta, o nascimento e a maldição do inferno” (John Murray).

• Neste capítulo, é visível o orgulho do rei Senaqueribe, que se achava invencível, confrontando inclusive ao próprio Deus verdadeiro com sua petulância e arrogância; como resultado, seu exército foi derrotado com apenas um anjo de Deus, e quando se retirou envergonhado e humilhado com o orgulho ferido, indo ao templo cultuar ao seu deus falso, “alguns de seus filhos o mataram à espada” (II Crônicas 32:9-21).

• É notória também a humildade de Ezequias quando, em submissão, ao Deus verdadeiro, clamou em oração juntamente com o profeta Isaías pela intervenção de Deus diante das ameaças audaciosas de Senaqueribe, rei do Império Assírio; o resultado foi que Deus concedeu vitória a Judá, ainda que a lógica humana indicava grandes desvantagens bélicas frente ao imponente exército oponente (II Crônicas 32:1-8, 20-23).

• Infelizmente, o pecado do orgulho pode alcançar inclusive quem usufruiu as recompensas da humildade. Após ser curado de uma doença mortal, Ezequias recebeu uma delegação enviada da Babilônia. Nessa ocasião o rei abençoado usou as bênçãos divinas para se engrandecer, manifestando orgulho em sua vida. Embora tenha se arrependido, humilhando-se ao reconhecer seu orgulho, seu povo sofreria futuramente por causa deste terrível mal (II Crônicas 32:24-33).

Sem humildade interceptamos o poder de Deus e negligenciamos o dever de testemunhar de nosso poderoso Deus que não somente vence exércitos poderosos, também cura doenças mortais, opera sinais nos astros siderais, e faz muito mais!

Portanto, aprendamos a ser sinceramente humildes para, então, reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.



2 CRÔNICAS 31 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2026, 1:30
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Texto bíblico: 2 CRÔNICAS 31 – Primeiro leia a Bíblia

2 CRÔNICAS 31 – BLOG MUNDIAL

2 CRÔNICAS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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2 CRÔNICAS 31 by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2cr/31

Os pais podem dizer quando seu filho vai ficar bem. É quando a febre atinge seu ponto crítico e volta ao normal. É o ponto de virada em que a cura começa.

Ezequias conduziu seu povo através de uma crise de fé. Seu pai, Acaz, havia infectado a terra com idolatria e o templo e seus serviços estavam em ruínas. Após a morte de Acaz, Ezequias não perdeu tempo em levar o povo a voltar para Deus, reinstituindo os serviços do templo, colocando os sacerdotes de volta no lugar e coletando dízimos e ofertas para a manutenção do templo e dos levitas.

Ezequias logo veio inspecionar o progresso, para medir a temperatura de sua recuperação, se você quiser. Ele ficou surpreso ao ver os suprimentos e ofertas amontoados e em todos os lugares e perguntou quando tudo isso havia acontecido. “O sumo sacerdote Azarias, da família de Zadoque, respondeu: Desde que o povo começou a trazer suas contribuições ao templo do Senhor, temos tido o suficiente para comer e ainda tem sobrado muito, pois o Senhor tem abençoado o seu povo, e esta é a grande quantidade que sobra”. 2 Crônicas 31:10. Suas ofertas eram a evidência de que Deus os ajudou a superar a crise e restaurou sua fé.

Karen D. Lifshay
Hermiston, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2ch/31
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



II CRÔNICAS 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de maio de 2026, 0:50
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622 palavras

os israelitas. Lit. “todo o Israel” […] O interesse do cronista por “todo o Israel” unido sob o governo de Ezequias volta a ficar evidente. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Porque a adoração a ídolos é tão terrível? Os israelitas tinham acesso ao único Deus verdadeiro, mas eles constantemente se rebaixavam ao adorar ídolos feitos de madeira ou de pedra. Eles colocaram de lado a adoração ao Criador para adorar a criatura. Nós somos igualmente culpados quando Deus não ocupa o primeiro lugar em nossas vidas. Quando pensamos mais sobre saúde, prazer ou posses materiais do que sobre Deus, estamos, na verdade, adorando estas coisas como deuses. Por causa da adoração de ídolos, o povo de Judá foi levado em cativeiro para terras estrangeiras (36:14-17). Nós podemos não ser levados cativos, mas disciplina aguarda a todos que continuamente colocam desejos terrenos acima das prioridades espirituais (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

2-21. A não ser por 31.20-21 (cf. 2Rs 18.5-7), este material não se encontra em Reis. O autor de Crônicas escreve em um tempo quando o culto no templo estava sendo restabelecido e as provisões de Ezequias teriam sido de óbvia relevância para aquela tarefa. Bíblia de Genebra.

Estabeleceu… os turnos dos sacerdotes e dos levitas. Ezequias retornou à ordem de Salomão (8.14), que seguia o modelo de Davi (1Cr 6.1 […]). Bíblia de Genebra.

Ecoa 8.14 [sobre Salomão]. O cronista continua retratando Ezequias como um “segundo Salomão”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O rei contribuía. A contribuição que o rei fazia de seus bens impulsionou o povo a cooperar com generosidade, assim como acontecera no reinado de Davi (1Cr 29.3-9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

ordenou ao povo… que contribuísse com sua parte. Tal como Davi havia feito, Ezequias contribuiu de seu próprio tesouro, antes de apelar para o povo (1Cr 29.3 […]). Bíblia de Genebra.

5, 10 abundância … o Senhor abençoou. Quando o povo começou a observar a lei dos dízimos (Lv 27.30-33), Deus derramou sobre ele as Suas bênçãos, segundo Sua promessa (Ml 3.10) (Bíblia Shedd).

10 Não havia falta para o ministério do templo nem para a obra missionária. Há sobras abundantes quando o povo de Deus dá o dízimo de tudo quanto recebeu de Deus, o Qual nos concede graciosamente todas as coisas. Bíblia de Genebra.

11 Os aposentos já existiam, mas precisavam ser arrumados para receber a grande quantidade de produtos da terra e de dinheiro (1 Rs 6.5, 6, 8, 10). Bíblia de Genebra.

18 A maneira reverente e fiel pela qual tudo foi organizado deve ser um exemplo de eficiência mas igrejas de Cristo. Bíblia de Genebra.

20,21 Outro breve sinal de que o cronista procura realçar o castigo imediato: não somente a desobediência traz o castido imediato, mas também a obediência a Deus e buscar a sua faze trazem prosperidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Porque Ezequias fez “o que era bom e reto e fiel perante o Senhor,” ele levou o povo de Judá a uma renovação espiritual. Suas ações servem como modelo de renovação para nós: (1) ele lembrou a compaixão de Deus (30:9); (2) ele se manteve em frente apesar de ser ridicularizado (30:10); (3) ele removeu agressivamente influências maléficas de sua vida (30:14; 31:1); (4) ele intercedeu pelo povo, pedido pelo perdão de Deus (30:15-20); (5) ele estava aberto à espontaneidade na adoração (30:23); (6) ele contribuiu generosamente para a obra de Deus (31:3). Se algumas destas coisas está faltando em sua vida, pense em como colocá-las em vida e renove seu comprometimento com Deus (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

21 prosperou. A melhor garantia de prosperidade foi a justiça, equidade e integridade. Ezequias foi fiel a Deus e justo com seu povo, e, como resultado, ele prosperou, bem como a nação (CBASD, vol. 3, p. 317).

O Senhor recompensou a Ezequias pela sua fidelidade e obediência. Ele o livrou da invasão (32.1), curou a sua enfermidade (32.24), perdoou o seu orgulho (32.26) e lhe deu riquezas (32.27-31). Bíblia de Genebra.