Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
16 de setembro de 2025, 0:50
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551 palavras

O trigésimo sexto capítulo nos ensina: 1) Assuntos aparentemente triviais podem envolver grandes princípios. Não existe nada na vida humana que não seja uma profunda questão de moralidade, uma vez que seja examinada a fundo; 2) A certeza inabalável da nossa herança em Cristo, 1 Pe 1:4; 3) A solução de todos os problemas, grandes e pequenos, se faz “segundo o mandado do Senhor” (v 5), a vontade divina que se descobre na Palavra de Deus. Bíblia Shedd.

filhos de Gileade. Eles representavam a outra metade da tribo de Manassés, que não tinha se estabelecido no lado leste do Jordão, na terra de Gileade, mas que receberia sua herança na terra de Canaã. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1038.

falaram diante de Moisés. Era uma reunião entre Moisés e toda a assembleia (ver Nm 27:2). CBASD, vol. 1, p. 1038.

O SENHOR ordenou. Note-se que não se trata de uma decisão feita por Moisés, mas sim de um consulta feita ao Senhor. Bíblia Shedd.

diminuída da herança de nossos pais. O desejos expresso era o de impedir mudanças constantes nos limites tribais, caso as posses das mulheres fossem transmitidas aos filhos gerados com esposos de outras tribos. CBASD, vol. 1, p. 1038.

na família da tribo de seu pai. Duas limitações foram dadas. As mulheres sem irmãos não deviam se casar com homens de outras tribos, nem com homens de outro clã da mesma tribo. Essas duas precauções preservariam as famílias e as heranças, tão importantes para a economia israelita. CBASD, vol. 1, p. 1038.

10 As filhas de Moisés fizeram conforme o Senhor havia ordenado. O livro de Números, que tantas vezes apresenta a rebelião do povo de Deus contra a Sua graça e em desafio à Sua vontade, termina numa nota feliz. Essas mulheres nobres, que se preocupavam com o nome de seu pai e com a posição delas na terra prometida, obedeceram ao Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

se casaram com os filhos de seus tios paternos. Ou seja, os primos delas, filhos dos irmãos de seu pai (ver 1Cr 23:22). CBASD, vol. 1, p. 1038.

13 São estes os mandamentos. Este posfácio provavelmente se refere a todo o livro de Números (ver Lv 27:34), incluindo, em particular, seus preceitos quanto ao culto (Nm 28 a 30) e às leis civis (Nm 27:11; 35:29).CBASD, vol. 1, p. 1038.

nas campinas de Moabe. Lugar no qual os israelitas estavam reunidos para a travessia do Jordão, para entrar na Terra Prometida. … Agora segue-se o livro de Deuteronômio, que é realmente o discurso que Moisés fez para preparar os israelitas para tomar posse da Terra Prometida. Relembra o passado, exorta para o futuro e dá leis para todos os tempos. Bíblia Shedd.

O livro de Números cobre 39 anos e termina com os israelitas posicionados próximos ao Rio Jordão com a terra prometida à vista. As jornadas no deserto chegaram a um fim e o povo se prepara para o próximo grande passo – a conquista da terra. O apóstolo Paulo diz que os eventos descritos em Números são exemplos que nos advertem e nos ajudam a evitar os erros dos israelitas (1Co 10:1-12). De suas experiências nós aprendemos que a descrença é desastrosa. Aprendemos também a não desejar pelos prazeres do passado, evitar a reclamação e se manter distante de qualquer forma de transigência.Se escolhemos deixar Deus guiar nossas vidas, não podemos ignorar Sua mensagem no livro de Números. Life Application Study Bible.



Números 36 — Rosana Barros by Ivan Barros
16 de setembro de 2025, 0:45
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“São estes os mandamentos e os juízos que ordenou o Senhor, por intermédio de Moisés, aos filhos de Israel nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, na altura de Jericó” (v.13).

Pensando na divisão da herança, alguns representantes da tribo de Manassés consultaram Moisés acerca da parte que caberia às filhas de Zelofeade. Apesar da conquista dessas mulheres de um direito divinamente reconhecido, seus irmãos de tribo visualizaram o prejuízo que lhes sobreviria caso elas casassem com homens de outras tribos. A transmissão daquelas terras diminuiria a herança daquela tribo e acrescentaria às tribos de seus futuros maridos, caso estes não pertencessem a Manassés.

Considerando justa a preocupação da “tribo dos filhos de José” (v.5), bem como havia tido como justo o pedido das filhas de Zelofeade, o Senhor, por intermédio de Moisés, ordenou que tanto estas quanto qualquer filha de Israel que possuísse alguma herança, se casasse “com alguém da família da tribo de seu pai, para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais” (v.8). Assim fizeram as filhas de Zelofeade, casando-se “nas famílias dos filhos de Manassés” (v.12), conservando a herança de sua tribo de origem.

Na fronteira da terra prometida, era necessário um povo comprometido com o Senhor e com Sua Palavra. Os “mandamentos e os juízos” (v.13) de Deus deviam ser obedecidos para que os filhos de Israel experimentassem os maravilhosos resultados da obediência. A repartição da herança seria um dos frutos de sua fidelidade a Deus e a oportunidade de provar e ver que Ele é um Deus justo que não dá a um menos e a outro mais, mas em justa medida divide a recompensa.

Havia uma visível preocupação do Senhor para com as famílias de Israel. Se os casamentos fossem realizados conforme às ordenanças estabelecidas por Deus, grande bênção os acompanharia. Semelhante às filhas de Zelofeade, precisamos confiar no “assim diz o Senhor”, na certeza de que Ele não irá nos desamparar. Aos solteiros, Ele diz: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará” (Sl.37:5). Aos casados, diz: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor [] Maridos, amai vossa mulher, como também Cristo amou a igreja e a Si mesmo Se entregou por ela. […] Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama” (Ef.5:22, 25 e 28).

Não é sem razão que o livro de Números termina abordando o casamento entre os filhos de Israel. A família é a base da sociedade, amados. E famílias sólidas no firme alicerce das Escrituras constituem o mais poderoso instrumento de Deus na Terra. Jesus voltará para buscar um povo composto por famílias que perseveraram em viver a vontade de Deus com integridade, e que farão parte dos números dos milhares de salvos. Que, pela graça e misericórdia do Senhor, a minha e a sua casa façam parte desta última estatística.

Pai bondoso, louvado seja o Senhor pelo estudo de Números! É o Senhor mesmo que nos convida a arrazoar Contigo e nós Te pedimos que o Espírito Santo continue nos admoestando, repreendendo, corrigindo e instruindo através da Tua Palavra. E que esta bênção seja não somente sobre nós, mas também sobre a nossa família. Concede aos Teus filhos solteiros a Tua direção para que façam escolhas sábias e que os casados sejam fiéis ao seu dever. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, famílias do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#Números36 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de setembro de 2025, 0:30
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NÚMEROS 36 – Caso se respeitasse hierarquias divinamente instituídas, problemas seriam resolvidos, preocupações e inquietações seriam sanadas, dúvidas e dilemas seriam esclarecidos. Entretanto, o orgulhoso insubmisso, em vez de solução, é parte do problema, complicando ao rebelar-se com base em sua ignorância e estupidez.

A herança concedida às filhas órfãs de Zelofeade em Números 27 suscitou inquietações aos chefes familiares do clã de Gileade; então, consultaram a Moisés e outros líderes quanto à herança delas caso se casassem com homens de outras tribos israelitas. A argumentação era justa; e, a busca por respostas junto aos líderes evidencia que por mais justa que seja uma questão, não se deve promover rebelião. Levantar bandeiras, criar grupos de oposição, falar contra os líderes, são estratégias daquele que rebelou-se tragicamente no Céu.

Soluções verdadeiras jamais surgem com insurreição de rebelião. Essa sempre foi a proposta de Lúcifer que se tornou Satanás!

A orientação em relação às mulheres órfãs foi que, caso casassem, deveriam escolher marido da mesma tribo que elas, a fim de não perderem a terra recebida por herança. “As filhas de Zelofeade fizeram conforme o Senhor havia ordenado a Moisés. As filhas de Zelofeade, Maalá, Tirza, Hogla, Milca e Noa, casaram-se com seus primos paternos, dentro dos clãs dos descendentes de Manassés, filho de José, e a herança delas permaneceu no clã e na tribo de seu pai” (Números 36:10-11).

Certamente, existiria mais harmonia na igreja caso se respeitasse as hierarquias providas por Deus (Tito 1:10-11). Infelizmente, Satanás tem induzido muitos crentes a se adaptarem ao seu perfil quando na verdade deveríamos permitir que princípios da Bíblia moldassem o caráter. O pior… é acreditar na ilusão de que rebelião seja o caminho da solução, sendo o caminho da perdição.

O livro de Números é fundamental à vida cristã. Suas páginas revelam o caráter corrompido e a incredulidade do coração humano – inclusive do povo de Deus. Além disso, as páginas sagradas desse livro informam que o Deus cujo caráter é santo, é pródigo em misericórdia. Sua graça atua na desgraça; contudo, para colocar limites ao poder desgraçado do mal, Ele precisa eliminar vários insubordinados.

Moisés, o grande líder, revela Jesus, o Líder que age para resolver o problema do pecado! Submetamo-nos a Ele e a Seus líderes! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 35 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 35 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 35 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



NÚMEROS 35 by Luís Uehara
15 de setembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/35

Enquanto estavam nos campos de Moabe, perto do rio Jordão e na frente de Jericó (verso 1), Deus deu instruções ao seu povo através de Moisés. Entre as cidades que pertenciam aos levitas, seis delas foram estabelecidas como refúgio para o assassino que matou sem intenção ou por engano (v. 11). Estas cidades foram estrategicamente localizadas em todo o território para que o assassino pudesse chegar rapidamente. Lá ele teria que permanecer até a morte do sumo sacerdote, e só então ele poderia voltar para sua terra natal (verso 28). Se ele deixasse a cidade, o vingador poderia matá-lo.

As cidades de refúgio eram um santuário e, portanto, um símbolo apropriado de Cristo que protege o pecador que nEle se esconde pela fé (Sl 46: 1; Rm 8: 1, 33, 34; Fil 3: 9). Enquanto o transgressor permanecesse obediente e submisso às exigências do sumo sacerdote, sua vida seria protegida. Ao nos prepararmos para a Canaã celestial, o príncipe deste mundo nos empurra para dentro de seu território para cometer erros involuntários. A melhor coisa será permanecermos escondidos no Santuário, sob a proteção do nosso Sumo Sacerdote Jesus Cristo.

Edgard Horna Santillán
Professor de Antigo Testamento
Seminário Teológico Asd
Universidade da União Peruana

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/35
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



NÚMEROS 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2025, 0:50
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529 palavras

dêem cidades aos levitas. Os levitas não deviam habitar juntos no território (18:20, 23-24), mas deveriam ser distribuído por Israel em cidades. A presença dos servos do Senhor contribuiria para unificar nEle a nação. Andrews Study Bible.

mil côvados. Cerca de 450 metros. Andrews Study Bible.

6 Das 48 cidades dadas aos levitas, seis eram cidades de refúgio. Estas seis cidades foram colocadas sob a supervisão dos levitas porque eles seriam os juízes mais imparciais. Life Application Study Bible.

acolha. As cidades de refúgio eram um santuário e, por isso, um tipo de Cristo, que acolhe o pecador que recorre a Ele em fé (ver Êx 21:13; Dt 19:2-9; Sl 46:1; 142:5; Is 4:6; Rm 8:1, 33, 34; Fp 3:9; Hb 6:18, 19). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1036.

11-28 Se alguém morresse por causa de violência, assumia-se que seria um assassinato, mas o suspeito de assassinato não era automaticamente considerado culpado. As cidades de refúgio asseguravam ao acusado que a justiça seria feita. Mas se ele ou ela deixassem a cidade, seriam considerados culpados e poderiam ser mortos pela parte vingadora. … As cidades de refúgio representavam o cuidado de Deus pela justiça em uma cultura que nem sempre protegia o inocente. É injusto tanto relevar maus feitos quanto estabelecer conclusões precipitadas quanto à culpa. Quando alguém for acusado de fazer algo errado, posicione-se pela justiça, proteja aquele cuja culpa ainda não foi comprovada e ouça atenciosamente todos os lados da história. Life Application Study Bible.

11 involuntariamente. A palavra aqui usada significa, literalmente, “por engano”, “por equívoco” (ver Js 20:3; Ec 5:6). CBASD, vol. 1, p. 1036.

12 vingador. [Heb goel] Um membro da família da vítima costumeiramente era designado para vingar a morte da vítima, matando o homicida. Biblia de Genebra.

15 estas seis cidades. Ver o nome delas em Josué 20:7, 8 [Quedes, Siquém, Hebrom; na Transjordânia: Bezer, Ramote e Golã]  . CBASD, vol. 1, p. 1036.

19 ao encontrar o homicida, matá-lo-á. Inclusive nas cidades de refúgio, que são reservadas apenas para o caso da morte acidental, 11. Isto quer dizer que o assassino nunca está livre de quem possa vingar o seu crime. Assim é a consciência daquele que não pediu perdão pelos seus pecados, 32.1-5. Bíblia Shedd.

20 empurrar. Ou melhor, “se o jogar”, ou seja, de um lugar alto de onde a queda pudesse causar a morte (ver Ez 34:21). CBASD, vol. 1, p. 1037.

A frase com mau intento vem do hebraico “espreitar” ou “ficar de tocaia”. Bíblia Shedd.

24 julgará. O acusado era retirado da cidade de refúgio, provavelmente sob a proteção de uma escolta, até algum lugar onde a comunidade refletiria sobre as evidências do caso (Êx 21:12-14; Dt 19:1-13). CBASD, vol. 1, p. 1037.

25 até à morte do sumo sacerdote. Ver também o v. 28. A morte do sumo sacerdote produzia uma alteração na condição jurídica de um homicida – o réu não mais estava sujeito à pena imposta pelo homicídio. Biblia de Genebra.

Este sistema reconhecia a seriedade de tirar a vida humana, mesmo por acidente e dava aos parentes do morto tempo para se recuperarem da ira. Andrews Study Bible.

30 Ninguém podia ser executado com base na evidência de apenas uma testemunha. Biblia de Genebra.

32 aquele que se acolher à sua cidade de resgate. A obrigatoriedade de morar na cidade de refúgio era considerada uma punição pelo descuido ao cometer um homicídio acidental. CBASD, vol. 1, p. 1037.



Números 35 — Rosana Barros by Ivan Barros
15 de setembro de 2025, 0:45
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“Não contaminareis, pois, a terra na qual vós habitais, no meio da qual Eu habito; pois Eu, o Senhor, habito no meio dos filhos de Israel” (v.34).

Das quarenta e oito cidades estabelecidas por Deus como cidades dos levitas, seis delas foram separadas para um fim especial. Cada tribo de Israel daria cidades para a habitação dos levitas e para as cidades de refúgio “na proporção da herança” (v.8) que recebesse. As cidades de refúgio serviam para acolher o homicida que matasse “alguém involuntariamente” (v.11). Na linguagem jurídica atual, poderíamos denominar tal homicídio de culposo, ou seja, sem a intenção de matar.

Mesmo que fosse um ato involuntário, o homicídio derramava na terra um sangue que precisava ser expiado, assim como o crime culposo hoje, apesar de ter uma pena amenizada, não deixa de ter a sanção penal prevista. Enquanto aguardava um julgamento que levasse em conta a ausência de dolo, o homicida não poderia sair dos muros da cidade de refúgio, devendo ficar ali “até à morte do sumo sacerdote, que foi ungido com o santo óleo” (v.25). A morte do sumo sacerdote prefigurava o sacrifício de Cristo, que faria expiação por toda humanidade. Mas se o homicida saísse “dos limites de sua cidade de refúgio, onde se tinha acolhido, e o vingador de sangue” o encontrasse “fora dos limites dela”, este poderia matá-lo sem que fosse “culpado do sangue” (v.26-27).

Feliz é aquele que faz do Senhor o seu refúgio! Para este há sempre a segurança em saber que sua vida está nas melhores mãos. Diz o salmista: “O que habita no esconderijo do Altíssimo e descansa à sombra do Onipotente diz ao Senhor: Meu refúgio e meu baluarte, Deus meu, em Quem confio” (Sl.91:1-2). Somos todos pecadores, e, portanto, culpados do sangue do Inocente Filho de Deus. Porque “assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm.5:12). “Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades” (Is.53:5).

Somente em Cristo podemos permanecer seguros até que Ele venha. Sair de Sua presença significa colocar em risco a própria vida, podendo selar o destino eterno para a perdição. Ao contrário do vingador de sangue em Israel, que geralmente era um dos parentes mais próximos da vítima, buscando vingar o sangue derramado, há um derramador de sangue espreitando cada vida humana, esperando a mínima oportunidade para matar e destruir todo aquele que abandona o seguro refúgio divino. Portanto, amados, “sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8).

Enquanto estivermos abrigados no esconderijo do Altíssimo, Satanás continuará apenas em derredor. A cada dia, apegue-se à Palavra de Deus e à oração, e você permanecerá seguro até àquele Grande Dia.

Ó, Pai Eterno, queremos habitar em Teu esconderijo todos os dias de nossa vida! Seja sobre nós a Tua graça para que o inimigo não nos toque! E que nossa vida seja um testemunho vivo do Teu amor e cuidado. Nós Te amamos, Senhor! E Te oramos em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, refugiados no Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#Números35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NÚMEROS 35 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de setembro de 2025, 0:30
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NÚMEROS 35 – Líderes espirituais são essenciais para Deus, pois realizam um serviço especial. O destino de povos, nações e do mundo dependem muito de bons líderes espirituais.

Os levitas (líderes espirituais) deveriam receber 48 cidades de herança, das quais 6 seriam consideradas cidades de Refúgio para abrigar assassinos culposos. Três destas cidades ficariam antes da terra de Canaã, as outras três em Canaã. Elas seriam úteis a israelitas (crentes) e estrangeiros (interessados). Através delas, Deus intencionava preservar a vida de assassinos culposos, não de criminosos intencionais.

Até a morte do sumo sacerdote, o refugiado não deveria deixar a cidade; caso saísse, os vingadores agiriam. Números 35 apresentam leis de preservação da vida e da justiça. Antes de prejudicar alguém, o indivíduo deveria conscientizar-se das terríveis consequências, assim evitava prejudicar alguém. Essa era e ainda pode ser um excelente sistema de inibir o desenvolvimento do ódio, da crueldade/perversidade e da malícia humana.

Líderes espirituais deveriam prezar pela justiça contra o assassino doloso e proteger assassinos culposos. Porém, nem mesmo crimes acidentais são insignificantes perante Deus. Somente após o sumo sacerdote morrer, haveria liberdade do refugiado de voltar à vida normal. “A morte do sumo sacerdote libertava os asilados que viviam nas cidades de refúgio. Nesse caso, o vingador do sangue não poderia mais causar dano ao agressor. A morte de Cristo, nosso sumo sacerdote, nos liberta da condenação exigida pela lei. Tal prescrição não faria sentido se não simbolizasse a obra de nosso Senhor na cruz!” – explica William MacDonald.

O Comentário Bíblico Africano destaca:

• Homicídio não devia ser considerado levianamente. Quem mata outra pessoa merece morrer; entretanto, a pena de morte não devia ser aplicada levianamente. Precisaria mais de uma testemunha do crime para aplicar a pena (35:29-30).
• Nenhum homicida, de crime doloso ou culposo, poderia ser resgatado (35:31). Ricos não poderiam pagar para escapar das consequências dos seus crimes.
• Quando alguém buscava proteção numa cidade de refúgio, não era possível pagar resgate para que pudesse voltar para casa antes da morte do sumo sacerdote (35:32). O propósito primário dessas prescrições visava proteger a terra da contaminação provocada pelo derramamento do sangue inocente ou pela falta de justiça.

Deus pretende refrear a maldade! Líderes espirituais precisam cooperar com Ele nesse propósito, juntamente com a comunidade! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 34 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de setembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: NÚMEROS 34 – Primeiro leia a Bíblia

NÚMEROS 34 – BLOG MUNDIAL

NÚMEROS 34 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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NÚMEROS 34 by Luís Uehara
14 de setembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/34

A terra de Canaã, que Israel teria que alcançar através da conquista, tinha limites específicos e deveria ser dividida por um grupo de pessoas lideradas por Eleazar e Josué. Por que o texto destaca essas fronteiras específicas? Primeiro, Israel alcançaria essas fronteiras apenas com a bênção de Deus, condicionada a manter-se fiel à aliança que tinha com Deus. Assim, as fronteiras se tornariam indicadores da fidelidade de Israel. Segundo, os limites específicos foram úteis para mostrar a Israel que a terra que eles herdariam era um cumprimento muito concreto da promessa de Deus (Gn 12:7; 15: 18-20).

Para nós, cristãos, a antiga terra de Canaã é um símbolo da Canaã Celestial (Hb 11:8-16). Se quisermos desfrutar da recompensa que Cristo prometeu a nós (João 14:1-3), precisamos nos manter fiéis ao nosso compromisso cristão. A promessa de Cristo não é algo vago ou obscuro. Desfrutaremos da presença de Deus no Éden restaurado, a terra que Cristo está preparando para nós! Este papel de Cristo é realmente prefigurado em Números 34 por Eleazar (o Sumo Sacerdote) e Josué (Yehoshua ou Yeshua, que significa “o Senhor é a salvação”).

Roy E. Graf
Professor do Seminário Teológico da DSA
Universidade da União Peruana

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/34
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara