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“Ajuntai o povo, os homens, as mulheres, os meninos e o estrangeiro que está dentro da vossa cidade, para que ouçam, e aprendam, e temam o Senhor, vosso Deus, e cuidem de cumprir todas as palavras desta lei” (v.12).
As últimas palavras de Moisés foram carregadas do amor que tinha pelo povo e da forte emoção em pensar que aquela geração logo cruzaria as fronteiras de Canaã. Mesmo sabendo que não herdaria a promessa, o grande líder de Israel deixava um legado insuperável em grandeza e sabedoria. Sua vida temente a Deus preparou Josué e aquela geração para tomar posse da terra prometida que seus pais haviam perdido pela incredulidade. E, por três vezes, a promessa da presença do Senhor é reforçada, nos versículos 3, 6 e 8, como um recado de que o Deus trino assumiria a frente de batalha. Ou seja, amados, a vitória era certa.
Mas a promessa da presença de Deus no meio de Seu povo também era condicional. Deus sabia que no futuro Israel lhe daria as costas, prostituindo-se, “indo após deuses estranhos na Terra” (v.16), que O deixaria, quebrando assim a Sua aliança. “Nesse dia”, disse o Senhor, “a Minha ira se acenderá contra ele; desampará-lo-ei e dele esconderei o rosto, para que seja devorado; e tantos males e angústias o alcançarão, que dirá naquele dia: Não nos alcançaram estes males por não estar o nosso Deus no meio de nós?” (v.17). Por isso que a última ordem de Moisés ao povo, antes de sua morte, foi que, “Ao fim de cada sete anos” (v.10), a lei do Senhor fosse lida “diante de todo o Israel” (v.11). A renovação das palavras de Deus no coração dos pais e o seu conhecimento no coração dos filhos seria sua constante segurança.
Infelizmente, Israel se esqueceria do Senhor e de Sua Palavra, e a consequência seria “muitos males e angústias” (v.21). E, veremos amanhã, que o Senhor inspirou Moisés a transformar em um cântico a experiência de Israel. Muitas vezes não lembramos de uma frase de um discurso feito, mas temos muita facilidade em gravar uma música, por exemplo. Esse método didático foi utilizado por Deus como uma forma de gravar Sua mensagem na mente de Israel e das futuras gerações. Fico pensando e me perguntando, em que momento da História que esse cântico foi esquecido. E que prejuízo isso causou ao povo de Deus, de forma que, mesmo “nos últimos dias” (v.29), as consequências de sua apostasia iriam perdurar.
Não sabemos quando Israel deixou de ler a lei do Senhor e nem quando deixou de entoar o Seu cântico. Mas as suas experiências devem nos fazer refletir em como estamos lidando, hoje, com a Palavra de Deus. Será que a estamos lendo e estudando com o fim de ouvir, aprender, temer a Deus, cumprir Sua lei e para que nossos filhos conheçam o Senhor e Sua promessa de herdarmos “novo céu e nova terra” (Ap.21:1)? Amados, o Espírito Santo deseja fazer de nossa vida, de nossa experiência, um cântico que dê testemunho contra o mal. Temos o sublime privilégio de termos em nossas mãos a Palavra de Deus, o precioso pão do Céu, e de a compartilharmos com esta geração. Sim, somos, quem sabe, a geração mais fraca e mais frágil de toda a História. Mas foi a essa geração que Deus outorgou a Sua verdade, “integralmente” (v.24) e creio que foi à nossa geração que Paulo profetizou seu conhecido apelo:
“E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11).
Amados, “A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices” (Sl.19:7). E o último remanescente de Deus são aqueles “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap.12:17). E já vimos que o testemunho de Jesus é o dom profético (Ap.19:10). Ó, meus irmãos, Deus nos deixou tudo tão claro! Nós é que muitas vezes complicamos as coisas. Não permita que Satanás cegue seus olhos e impeça os seus ouvidos com os “deuses”, com as distrações deste mundo. Não ande em conformidade com este século, mas permita que a sua mente seja renovada pelo poder da Palavra de Deus, para que você e sua casa vivam a vontade dEle (Rm.12:2).
Nosso amado Pai Celestial, bendito seja o Senhor por Sua bondade em vir até nós e fazer de tudo para nos alcançar e salvar! Nós Te agradecemos pelas pérolas preciosas de Tua Palavra, que são mais valiosas do que qualquer tesouro desta Terra. Que elas continuem entrando em nosso coração como tesouro celestial acumulado para Tua glória e para o bem dos nossos pequeninos irmãos. Faze de nossa geração a geração que receberá a promessa da chuva serôdia e do retorno do nosso amado Senhor. Prepara-nos para Te encontrar, Pai! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, última geração de Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 31 – Ao chegarmos neste capítulo, observamos a preocupação de Deus com Seus escritos sagrados, com Seu amado povo ingrato, e os planos para o futuro de Seu povo rebelde.
O chamado de Josué revela o propósito de Deus cumprir Suas promessas, apesar da certeza que Seu povo O abandonaria. O cântico no capítulo seguinte é fruto da graça do Deus que não desiste daqueles que desistem dEle.
Em Deuteronômio 31 notamos a revelação sendo escrita, o Livro de Deus está em andamento. As futuras gerações teriam o privilégio de tê-lo, mesmo que os antepassados não permanecessem fieis a elas – isso graças à escrita, que são as palavras transcritas em algum material.
Alguns alegam que não acreditam na Bíblia, argumentando que papel aceita tudo. Para começar, inicialmente a Bíblia não foi escrita em papel. Segundo, se hoje a temos em papel, é porque “papel aceita tudo”, inclusive a escrita da revelação de Deus para nós.
Desta forma, quando um grande e inspirado líder espiritual falece, a Palavra de Deus fica imortalizada para as futuras gerações – a qual chegou até nós.
Deus aproveita o desenvolvimento humano para lidar com o ser humano. Conquanto, “aprendamos, das revelações dadas pelo Espírito Santo a Seus profetas, a grandeza de nosso Deus… À medida que aprendermos mais acerca de Deus e de nós mesmos, do que somos aos Seus olhos, havemos de temer e tremer diante dEle” afirma Ellen White (CBV, 432, 435).
A Torá deveria ser inteiramente lida pelo menos a cada 7 anos “perante” o povo “para que a escute”. A ordem de Deus por meio de Moisés foi: “Reúnam o povo, homens, mulheres e crianças, e os estrangeiros que morarem nas suas cidades, para que ouçam e aprendam a temer o Senhor, o seu Deus e sigam fielmente todas as palavras desta lei. Os seus filhos que não conhecem esta Lei, terão que ouvi-la e aprender a temer ao Senhor, o seu Deus…” (Deuteronômio 31-9-13).
“A revelação que Deus oferece de Si mesmo em Sua Palavra é para ser estudada. Temos de procurar compreendê-la”, exorta-nos White (T8, 279).
O caráter de Deus é perceptível ao fortalecer Josué frente aos desafios da conquista, mesmo sabendo que futuramente Seu povo O decepcionaria! O caráter divino é impressionante! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 30 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 30 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 30 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/30
Moisés apresentou diante de Israel a vida e a morte, a bênção e a maldição. A escolha era deles. Mas por favor, ele implorou, escolham a vida! Escolham a Deus de todo o coração! Se você vive em harmonia com a maneira como Ele projetou o funcionamento do universo, a vida será boa! Você será feliz e próspero, capaz de ajudar a outras pessoas. Se você vive de modo egoísta e faz as coisas do seu jeito, você se afasta Dele. O resultado será devastador. Mas se você se voltar para Deus, não importa o quão longe você tenha ido, Ele irá recebê-lo de volta.
Provérbios 1 descreve aqueles que rejeitam a sabedoria por muito tempo a ponto de desenvolverem insensibilidade em seus corações. Eles se tornam incapazes de responder. Eles foram alterados pelas escolhas que fizeram. Jesus também advertiu acerca do pecado contra o Espírito Santo – trata-se de dizer “Não” a Deus por tanto tempo que a nossa capacidade de ouvir a Sua voz é destruída, o nosso “querer” é desativado.
Oh, por favor, não deixe que isso aconteça! Se você nunca se rebelar, não terá que percorrer o longo caminho de volta! Mas se você se rebelou, não adie: volte para Deus enquanto ainda consegue ouvir a voz Dele! Ele prometeu restaurar você!
Virginia Davidson
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley
Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/30
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1355 palavras (1182 + citação Rm 10:5-13)
1 Quando, pois, todas estas coisas vierem sobre ti. As bênçãos e maldições eram condicionais. As maldições poderiam ser evitadas. Mas Moisés disse que elas se cumpririam porque os israelitas se desviariam de sua lealdade a Deus no futuro. De tafo, as bênçãos e maldições do cap. 28 soam como uma profecia sobre o aconteceria no resto do Antigo Testamento (ver especialmente o livro de Juízes). Andrews Study Bible.
se te recordares dela. Literalmente, “trazê-las de volta ao coração”. A mesma expressão ocorre em 1 Reis 8:47. Como passo preliminar para a restauração do favor de Yahweh, os israelitas teriam de meditar nas causas de seu exílio e na sua relação com Deus (ver Lv 26:40; Dt 4:29, 30). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1166.
2 e tornares. Também devia haver abandono do pecado e retorno à adoração de Yahweh (ver Ne 1:8, 9). A sinceridade seria refletida na obediência. CBASD, vol. 1, p. 1166.
de todo o teu coração e de toda a tua alma. Moisés referiu-se de novo ao grande mandamento de Dt 6.5, apegando-se à esperança do arrependimento onde houvera apostasia e julgamento. Bíblia de Genebra.
3 ajuntará, de novo. O retorno do exílio babilônico começou com Zorobabel. Mas esse retorno tipificou outra restauração. Bíblia Shedd.
O mais importante não é uma libertação do cativeiro físico, mas sim libertação do cativeiro do pecado (ver Sl 4:14; Jr 3:22; 17:14; Os 14:4; Mt 13:15). CBASD, vol. 1, p. 1166.
4 extremidade dos céus. O profeta Neemias menciona a promessa deste versículo (Ne 1:8, 9; ver ainda Dt 4:32; Sl 19:4;Is 13:5). Yahweh não desprezaria Seu povo; nunca os havia rejeitado como indivíduos. O castigo seria a dispersão. O castigo divino sempre tem objetivo particular. Uma vez atingido o objetivo, Deus Se volta para Seu filho e oferece restauração e a ajuda necessária para alcançá-la (ver Jó 23:10; Os 6:1-3; Hb 12:11). CBASD, vol. 1, p. 1166.
5 e te fará bem. Ver em Jeremias 32:42, 43 como o Senhor propôs cumprir esta promessa. CBASD, vol. 1, p. 1166.
6 circuncidará o teu coração. Comparar com Lv 26:41; Jr 31:33. Circuncidar o coração significa avivar a percepção espiritual e tornar a consciência sensível. CBASD, vol. 1, p. 1166.
7 O SENHOR… porá todas estas maldições. O arrependimento genuíno reverte a maldição que segue a rebeldia. Não existe separação tão grande e tão profunda entre Deus e o pecador que não possa ser estreitada imediatamente quando o pecador se volta para o Senhor. A alegria de Deus é completa quando o pecador se arrepende, pois as bênçãos do Céu podem ser derramadas. Só o pecador persistente sofrerá a maldição do pecado. CBASD, vol. 1, p. 1166.
8 De novo, pois(ARA; AA: “Tu te tornarás”). Refazer o caminho trilhado, como quando se volta de uma viagem. A expressão é usada com frequência de forma figurada para retratar quem se volta para Deus em humilde arrependimento (ver Is 10:21; 19:22; Jr 4:1; 15:19; 18:11; Ez 18:23; etc.). CBASD, vol. 1, p. 1166.
9 O SENHOR, teu Deus, te dará abundância. Quando alguém ama a Deus e obedece á Sua vontade (ver Jo 14:15) porque tem prazer nos Seus mandamentos (ver 1Jo 5:3), os princípios divinos são entesourados em seu coração (ver Sl 40:8). Isso permite que Deus fortaleça a alma e a vida dessa pessoa e lhe acrescente bênçãos materiais (ver Dt 28:63; Jr 32:41; Mt 6:33). CBASD, vol. 1, p. 1166.
10 As bênçãos da aliança renovada serão inseparáveis da obediência do remanescente restaurado do povo aos mandamentos do Senhor (cf. p. ex., Mt 7.21), mas essa obediência não servirá de base. A obediência a Cristo, que é a vitória sobre o pecado, da qual o remanescente pela fé compartilhará, é a única base meritória de tais bênçãos. Bíblia de Genebra.
neste Livro da Lei. Torah, a vontade de Deus revelada. CBASD, vol. 1, p. 1166.
11-20 O objetivo imediato dessa passagem é animar o povo lembrando-lhe que todas as coisas necessárias para uma vida santa estão ao seu alcance. Paulo se refere a ela com a mesma finalidade (Rm 10.6). O amor e a graça de Deus não estão escondidos, como mistérios ocultos poderiam estar. Para obtê-los não há necessidade de empreender uma longa e perigosa viagem como a que fizeram os magos do Oriente para chegar à manjedoura em Belém. O Verbo de Deus, que é outro nome para o Senhor, está muito perto de nós. Basta-nos levantar o coração para Ele, com simples fé, e confessá-lo como nosso Salvador e Senhor, e já temos a garantia da salvação do castigo e do domínio do pecado. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento, Ed. Betânia. F. B. Meyer.
12, 14 Paulo aplica essa passagem à disponibilidade da “palavra da fé” (Rm 10.6-10). Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 Quem subirá por nós aos céus…? É possível que os v. 12 e 13 citem um provérbio. O significado é que não se exige da pessoa realizar tarefa sobre-humana, fazer jornada longa e penosa, subir aos céus a fim de entender a vontade de Deus. O Senhor revelou claramente Suas intenções para Israel, por meio de Seu profeta Moisés. Seus justos mandamentos foram escritos; o ser humano estava plenamente informado sobre eles. Comparar com o argumento do apóstolo Paulo (Rm 10:5-13*). CBASD, vol. 1, p. 1167.
14 esta palavra está mui perto de ti. Paulo argumentou que Deus conscientiza as pessoas acerca de Sua vontade (At 20:26, 27; Fl 1:8). CBASD, vol. 1, p. 1167.
15 Vê que proponho. Moisés requereu uma tomada de decisão. Existem dois caminhos: o da vida e da morte, a bênção de Deus ou o julgamento certo. Josué apresentou as mesmas alternativas (Js 24.15) e Jesus, maior do que Moisés ou Josué, conclamou os Seus discípulos a seguirem a vereda estreita que leva à vida (Mt 7.13-14). Bíblia de Genebra.
19 céus e a terra… por testemunhas. A aliança tipica na antiguidade fora do AT continha uma lista de deuses que serviam de “testemunhas” das suas estipulações. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Na aliança bíblica, a criação de Deus [os mundos não caídos] foi chamada para testemunhar contra Seu povo. Bíblia de Genebra.
20 disto depende a tua vida. Propriamente, “esta é tua vida”, isto é, amar a Deus. Levar uma vida inspirada e dirigida pelo amor de Deus é herdar a vida eterna. As possibilidades de vida para todo ser humano se reduzem a duas: uma é amar a Deus com todas as forças. O resultado final é vida plena, que herda a imortalidade. Outra alternativa é desacatar a boa vontade de Deus, dedicando a vida às coisas desta terra. Uma vida gasta dessa forma conduz à morte eterna. Essas alternativas são uma exortação a todos. CBASD, vol. 1, p. 1167.
A vida não é a mera extensão dos dias. Consiste em amar, obedecer e apegar-se ao Senhor, em lugar de seguir os caminhos idólatras. Bíblia Shedd.
Em 32.46, 47 é declarado que todas as palavras desta lei é a vida deles. A lei, o Senhor e a vida estão vinculados entre si. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deus sustém a vida que Ele criou. Andrews Study Bible.
Moisés desafiou Israel a escolher a vida, a obedecer a Deus e, portanto, continuar a experimentar Suas bênçãos. Deus não força Sua vontade a ninguém. Ele nos deixa decidir se iremos segui-Lo ou rejeitá-Lo.Esta decisão, contudo, é uma questão de vida ou morte. Deus quer que saibamos isso, porque gostaria que todos escolhêssemos a vida. Diariamente, em cada situação, devemos afirmar e reforçar este comprometimento. Life Application Study Bible.
Aqui termina o quarto discurso de Moisés. CBASD, vol. 1, p. 1167.
* Rm 10:5-13:
5 Moisés descreve desta forma a justiça que vem da Lei: “O homem que fizer estas coisas viverá por meio delas” .
6 Mas a justiça que vem da fé diz: Não diga em seu coração: “Quem subirá aos céus?” (isto é, para fazer Cristo descer)
7 ou “Quem descerá ao abismo?” (isto é, para fazer Cristo subir dentre os mortos).
8 Mas o que ela diz? “A palavra está perto de você; está em sua boca e em seu coração”, isto é, a palavra da fé que estamos proclamando:
9 Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo.
10 Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação.
11 Como diz a Escritura: “Todo o que nele confia jamais será envergonhado”.
12 Não há diferença entre judeus e gentios, pois o mesmo Senhor é Senhor de todos e abençoa ricamente todos os que o invocam,
13 porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”.
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“Os céus e a terra tomo, hoje, por testemunhas contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua descendência” (v.19).
As palavras do Senhor deveriam ser transmitidas de geração em geração. Aos pais cumpria a instrução de sua descendência, de forma que esta também fizesse o mesmo a seus filhos, e assim por diante. Mas o Senhor, em Sua onisciência, sabia que os filhos de Israel não cumpririam o propósito para o qual foram chamados, de forma que chegaria o tempo em que seriam espalhados “entre todas as nações” (v.1) às quais Deus os lançasse. Ao mesmo tempo, porém, o Senhor deixou expressa Sua misericórdia pela promessa de trazer de volta aqueles que se voltassem para Ele de todo o coração e de toda a alma e que dessem ouvidos à Sua voz. Ele os restabeleceria na terra da promessa e circuncidaria o coração deles e de sua descendência (v.6).
Nós encontramos neste capítulo uma belíssima descrição da graça de Deus e do plano da salvação. O caminho de volta para o Pai sempre foi o mesmo. A salvação sempre foi pela graça. Afinal, quem procurou o casal pecador no Éden (Gn.3:8)? Quem lhes prometeu a vitória sobre o mal (Gn.3:15)? Quem cobriu a nudez de nossos primeiros pais (Gn.3:21)? Percebem, amados? A grande obra da salvação é sem o auxílio de mãos humanas. A parte que nos cabe é a decisão de aceitar a justiça de Cristo e permitir que o Espírito Santo realize a Sua boa obra de santificação em nossa vida. Por isso que o que o Senhor nos ordena “não é demasiado difícil” (v.11). “Pois esta palavra está mui perto de ti, na tua boca e no teu coração, para a cumprires” (v.14).
A circuncisão do coração promove o amor, e o amor, a vida. Este é o “caminho sobremodo excelente” (1Co.12:31). Porque essa obra representa a ação do Espírito Santo no coração, como está escrito: “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis” (Ez.36:26-27). É uma obra divina, meus irmãos! Se tão somente depositarmos nossa confiança em Deus e em Seu plano perfeito, Seu Espírito agirá em nós e através de nós. Só precisamos aceitar e confiar. Nenhuma obra humana nos recomenda a Deus. Mas se Cristo vive em nós na pessoa de Seu Espírito, então andaremos nas obras que o Senhor “de antemão preparou para que andássemos nelas” (Ef.2:10).
Deus coloca diante de Seu Israel de todos os tempos a seguinte proposta: “Vê que proponho, hoje, a vida e o bem, a morte e o mal” (v.15). A mesma proposta que foi dada no Éden, quando deu ao homem e sua mulher a liberdade de comer da “árvore da vida” e de “toda árvore do jardim”, mas que não comessem “da árvore do conhecimento do bem e do mal” (Gn.2:9, 16, 17). Que foi dada aos antediluvianos, através da escolha de entrar na arca ou permanecer fora dela. Que foi dada a Israel nas palavras de Josué: “[…] escolhei, hoje, a quem sirvais” (Js.24:15); nas palavras do profeta Elias: “[…] Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o” (1Rs.18:21). E eu poderia aqui citar exemplos em toda a Bíblia. Ou seja, amados, a Bíblia toda deixa bem claro que o amor de Deus trabalha com a liberdade, e não com a opressão. Olhe para a experiência de Jó, e você verá que o opressor é Satanás. E ele tem trabalhado incansavelmente para destruir os filhos de Deus. Mas louvado seja o Senhor por Sua fiel promessa: “porque sete vezes cairá o justo e se levantará” (Pv.24:16)! Amém, meus irmãos?
Ó, amados, o discípulo João, aquele mesmo que era conhecido como filho do trovão (Mc.3:17), foi transformado por Cristo em discípulo do amor. E suas cartas, especialmente a primeira, expressam o entendimento que o Espírito Santo deseja nos dar sobre a harmonia entre a lei de Deus e Sua graça. Ele praticamente replicou a ideia do capítulo de hoje ao escrever: “Porque este é o amor de Deus: que guardemos o Seus mandamentos; ora, os Seus mandamentos não são penosos” (1Jo.5:3). Em nome de Cristo, permita que o Espírito Santo circuncide o seu coração e acenda nele a chama inextinguível do amor de Deus, que se revela na obediência aos Seus mandamentos, que, na linguagem de Moisés, não são demasiado difíceis e, na linguagem de João, não são penosos, porque eles são vida e bênção (v.16)!
Com muito carinho, paciência e fervor, o Espírito do Senhor apela ao meu e ao seu coração, hoje: “escolhe, pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, amando o Senhor, teu Deus, dando ouvidos à Sua voz e apegando-te a Ele; pois disto depende a tua vida e a tua longevidade, para que habites na terra que o Senhor, sob juramento, prometeu dar a teus pais, Abraão, Isaque e Jacó” (v.19-20). “E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gl.3:29). Jesus em breve voltará! Coloca em ordem a tua vida e a tua casa! Escolhe, pois, a vida!
Paizinho do Céu, que privilégio o nosso poder chamá-Lo assim! Pela fé, cremos na obra do Espírito Santo e depositamos o nosso coração em Tuas mãos como Tua propriedade para que o Teu amor esteja em nós. Ó, Pai, e que a Tua bênção em nossa vida não seja somente para nós, mas se expanda para o nosso lar e para todos que o Senhor colocar em nosso caminho! Queremos Te amar, ouvir a Tua voz e nos apegar a Ti cada dia mais. Que a Tua Palavra esteja em nossa boca e em nosso coração, para que possamos cumpri-la. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, circuncidados de coração!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 30 – A Bíblia é a revelação do Deus que deseja bênçãos para Seus servos. Portanto, “a grande ansiedade que deve haver em toda pessoa, deve ser conhecer a Deus e cumprir Seus preceitos”, afirma Ellen White (Ev, 626).
As Escrituras tratam de Deus, Seu caráter e Seus planos em relação ao pecador. Em Deuteronômio 30, o Deus que ama misericordiosamente o miserável pecador aguarda ardentemente pelo arrependimento do transgressor (Deuteronômio 30:1-10). Ele é claro na abordagem das escolhas, transparente em relação às consequências, pois deseja que Seus ouvintes não optem pelo pecado e sofram seus efeitos corrosivos e destrutivos (Deuteronômio 30:11-20).
Assim, “Deus deseja que o homem exerça suas faculdades de raciocínio; e o estudo da Bíblia fortalecerá o espírito como nenhum outro estudo o poderá fazer. É o melhor exercício mental e espiritual para a mente humana”, concluiu White (T5, 703).
Deus não nos quer afastados de Seu nobre ideal; porém, caso afastarmo-nos, prontamente nos receberá novamente – caso voltarmo-nos! Seus mandamentos não são secos, sem vida, nem frios ou autoritários. Observe o apelo fervoroso de Moisés:
“Hoje ordeno a vocês que amem o Senhor, o seu Deus, andem nos Seus caminhos e guardem os Seus mandamentos, decretos e ordenanças… Hoje invoco os Céus e a Terra como testemunhas contra vocês, de que coloquei diante de vocês a vida e a morte, a bênção e a maldição. Agora escolham a vida, para que vocês e seus filhos vivam, e para que vocês amem ao Senhor, o seu Deus, ouçam a Sua voz e se apeguem firmemente a Ele. Pois o Senhor é a Sua vida…”.
Deus é a nossa vida! Ele está disposto a tudo para que Lhe sejamos fieis. Em Deuteronômio 30:6 diz que Ele mesmo “dará um coração fiel a vocês e aos seus descendentes”; com qual finalidade? “Para que o amem de todo o coração e de toda a alma e vivam”. Neste versículo está a essência da verdadeira religião.
Sem amor a Deus não existe religião verdadeira. Sem intimidade com Ele não há verdadeira espiritualidade. Obediência sem amor não passa de práticas obrigatórias que oprimem a quem quer que seja. Não é isso que Deus requer. Ele almeja um amor tão grande por Ele que resulte em obediência!
Reavivemo-nos…! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 29 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 29 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 29 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/29
Este mundo oferece a arte do negócio, baseada na riqueza e no poder. Deus oferece um pacto eterno, baseado em escolhas que podem trazer bênçãos ou maldições, vida ou morte. A escolha é nossa.
O contrato do céu é baseado em evidências experimentais, observadas com nossos próprios olhos, dos milagres e provisões de Deus. O registro da miraculosa fidelidade de Deus, tanto na vida dos antigos israelitas como em nossas próprias jornadas espirituais, é a base de nossas escolhas. E pelo fato de que Deus provou ser fiel eternamente, o signatário do contrato pode tomar decisões diárias com absoluta confiança no caráter imutável de Deus. Nem uma vez Deus falhou com aqueles que entraram em um relacionamento de aliança, embora eles muitas vezes falharam com Ele. Ele é fiel quando somos infiéis.
A aliança de Deus contém uma cláusula de advertência, no entanto: não espere bênçãos se você disser: “Eu estarei seguro, embora eu persista em seguir meu próprio caminho”. As consequências são abundantes quando escolhemos fazer as coisas do nosso jeito, em vez de seguirmos o caminho de Deus. Não podemos esperar colher bênçãos enquanto deliberadamente desprezamos as condições da aliança. Nenhum contrato, seja no céu ou na terra, funciona dessa maneira.
Se quisermos prosperar, precisamos seguir as condições estipuladas por Deus. O pai sabe muito bem o que é melhor para nós!
Lori Engel
Capelã (atualmente com necessidades especiais)
Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/29
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1100 palavras
29:2 – 30:20 O terceiro discurso de Moisés exorta os israelitas a aceitar e manter os termos da aliança feita com eles na fronteira da terra prometida.Andrews Study Bible.
1 Além da aliança que fizera com eles em Horebe. Não outra além da que foi feita no Sinai, mas sim uma reafirmação dela. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1163.
A aliança na terra de Moabe é a mesma que foi feita antes, em Horebe, com certas modificações devidas às novas circunstâncias. É distinta e nova, porém, no sentido que agora foi feita com uma nova geração. Bíblia Shedd.
Ao chamar isso de uma renovação da aliança do Sinai, devemos lembrar que a aliança era a mesma, mas não o povo. Todos os homens com mais de vinte anos de idade tinham perecido no deserto. Muitas das pessoas com menos de vinte anos então, agora entre os quarenta e os sessenta anos de idade, tinham visto os grandes acontecimentos, entretanto sem tomar parte deles. Agora eles também deviam afirmar aliança. Bíblia de Genebra.
No Monte Sinai, 40 anos antes, Deus e Israel estabeleceram uma aliança (Êx 19, 20). Apesar da aliança ser composta de várias partes (nos livros de Êxodos, Levítico e Números), seu propósito pode ser resumido em duas sentenças: Deus prometeu abençoar os israelitas em torná-los a nação através da qual o mundo poderia conhecer Deus. Por seu lado, os israelitas prometeram amar e obedecer a Deus para que recebessem bênçãos físicas e espirituais. Aqui Moisés revisa esta aliança. Deus ainda estava cumprindo sua parte no acordo (como sempre), mas os israelitas estavam negligenciando a sua parte. Moisés reapresentou a aliança para advertir o povo de que se eles não observassem sua parte do acordo, experimentariam disciplina severa. Life Application Study Bible Kingsway.
na terra de Moabe. Israel ainda estava acampado no mesmo local mencionado em Deuteronômio 1:5. CBASD, vol. 1, p. 1163.
4 o SENHOR não vos deu coração para entender. Positivamente, Deus não provoca a rebelião do homem contra Si, mas Ele conformou o oração do homem de tal maneira que, cada vez que este se recusa a fazer a vontade de Deus, torna-se menos sensível à próxima chamada ou mandamento. A consciência, assim, torna-se menos acessível, e o coração vai-se endurecendo. Bíblia Shedd.
Paulo combinou este versículo com Is 29.10 e aplica ambos os versículos aos judeus de seus dias (p. ex., 1.30; 4.20, 34; 5.6; 11.2-7). Bíblia de Genebra.
5 Quarenta anos. A preservação especial de roupas foi mencionada em 8.4. O fato adicional dado aqui é que eles não beberam nem vinho nem qualquer outra bebida fermentada, visto que não havia uvas no deserto. Eles também não tinham pães, mas Deus lhes supriu com o maná. Bíblia de Genebra.
6 Pão não comestes e não bebestes vinho nem bebida forte. Eles não semearam nem ceifaram, e, portanto, não tiveram colheitas. CBASD, vol. 1, p. 1163.
Israel tinha vivido do maná e de água miraculosamente providos por Deus (Êx 16-17). Andrews Study Bible.
15 e também com aquele que não está aqui. A aliança incluiria todas as gerações futuras. CBASD, vol. 1, p. 1164.
17 vistes as suas abominações. Propriamente, “suas coisas detestáveis”, isto é, tudo o que pertence ao culto e aos costumes pagãos. CBASD, vol. 1, p. 1164.
18 não haja entre vós raiz que produza erva venenosa e amarga. A idolatria seria como uma raiz a produzir fruto amargo, cf v 22-28. Bíblia Shedd.
A aplicação dessa passagem a qualquer homem que careça da graça de Deus, mostra que a tendência para a idolatria tem sua raiz na apostasia do coração. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento, Ed Betânia. F. B. Meyer.
Moisés advertiu que no dia em que os hebreus escolhessem se desviar de Deus, uma raiz seria plantada que produziria frutos amargos [e venenosos] (ver Hb 12:15). Quando decidimos fazer aquilo que sabemos que é errado, plantamos uma semente do mal que começa a crescer fora de controle, eventualmente produzindo uma colheita de tristeza e sofrimento. Mas podemos evitar que estas sementes de pecado lancem raízes. Se você fez algo errado, confesse-o a Deus e aos outros imediatamente. Se a semente nunca encontra solo fértil seu fruto amargo nunca será colhido. Life Application Study Bible Kingsway.
19 Terei paz. Isto é, tentar se convencer, por um processo de racionalização, que nenhuma das maldições cairá sobre a pessoa, mas que desfrutará as “boas coisas da vida”. CBASD, vol. 1, p. 1164.
O idólatra conhece a seriedade de sua ofensa, mas acha que pode pecar impunemente. Bíblia Shedd.
acrescentar à sede a bebedice. Provavelmente uma expressão proverbial. O sentido é que, embora a idolatria começasse em pequena escala, se propagaria e resultaria na ruína de todo o povo. Bíblia Shedd.
Provavelmente seja um provérbio que indica a destruição de muitos que foram mal influenciados por outros. CBASD, vol. 1, p. 1164.
20 O Senhor não lhe quererá perdoar. Não deve ser interpretado de modo contraditório a 2Pe 3.9 (“não querendo que ninguém pereça”). Pedro também diz que os que negam o “Soberano” trazem “sobre si mesmos repentina destruição” (2Pe 2.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.
23 a destruição de … Admá e de Zeboim. Cidades que se localizavam perto de Sodoma e Gomorra (cf Gn 14.2) e partilharam de sua mesma sorte. A dramática destruição daquelas cidades servia de horrível memória do juízo divino, cf Os 11.8. Bíblia Shedd.
25 desprezaram a aliança. Ver 1Rs 19:10, 14; Jr 22:9. Por centenas de anos, a terra da Palestina tem sido testemunha da maldição divina. Há muito que a maior parte do país é um deserto árido. Isso aconteceu à terra por causa da apostasia da nação judaica, que abandonou a aliança. As pessoas se surpreendem que uma terra tão inóspita como a Palestina possa ter sido descrita um dia como terra que “mana leite e mel” (Êx 3.8, etc.; ver com de Gn 12:6). CBASD, vol. 1, p. 1164.
28 O SENHOR os arrancou. A perda de Canaã não foi resultado de circunstâncias ocorridas por acaso. Israel foi “arrancado” por Deus. CBASD, vol. 1, p. 1164.
29 As coisas encobertas. Moisés enfrentava aqui o futuro incerto da nação de Israel, lembrando-se da sua inconstância e de como eles se voltaram para o bezerro de ouro em Horebe (Êx 32). Nessa incerteza, Moisés entregou o futuro incerto nas mãos de seu Deus fidedigno. Bíblia de Genebra.
Os acontecimentos ocultos do futuro de Israel, em relação às bênçãos e às maldições; mas a expressão pode também ter uma aplicação mais ampla. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Há mistérios divinos que vão além da compreensão humana. Mas o que precisamos saber nos foi revelado, e a isto devemos dar a nossa atenção. Bíblia Shedd.
O povo de Deus é responsável em ponderar, ensinar e seguir o que Deus revelou. Não precisa se preocupar em especulações vazias a respeito das coisas secretas que Ele não revelou (comparar 1Tm 1:4). Andrews Study Bible.