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“Respondeu o Príncipe do exército do Senhor a Josué: Descalça as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é santo. E fez Josué assim” (v.15).
A travessia milagrosa do Jordão causou um grande alvoroço entre os povos de Canaã, de maneira que até os reis da terra ficaram desalentados “por causa dos filhos de Israel” (v.1). Eles sabiam que era só uma questão de tempo e que Deus estava não só conduzindo Seu povo à terra prometida, mas também aplicando Seu juízo contra os impenitentes. Mas a geração que entrou em Canaã não havia observado a cerimônia da circuncisão no deserto. Acredito que as dificuldades da peregrinação os impediu de observar tal rito e que, não obstante, Deus desejava renovar a Sua aliança com eles, culminando na celebração da Páscoa, e no fim do maná, pois finalmente estavam em casa e desfrutando “do fruto da terra”, “das novidades da terra de Canaã” (v.10, 12).
“Estando Josué ao pé de Jericó” (v.13), muito provavelmente buscando no Senhor o auxílio e a sabedoria para saber o que fazer dali por diante, quem sabe sentindo-se angustiado, de repente ele “levantou os olhos e olhou; eis que se achava em pé diante dele um homem que trazia na mão uma espada nua” (v.13), um guerreiro pronto para a batalha. Era o “Príncipe do exército do Senhor” (v.14), que acabava de chegar. Percebam que Josué “se prostrou com o rosto em terra, e O adorou” (v.14). Ora, se fosse um anjo, jamais aceitaria adoração (Leia Ap.19:10; 22:8,9). Josué estava diante do próprio Cristo e, semelhante à experiência de Moisés na sarça ardente, prontamente descalçou “as sandálias dos pés” (v.15), segundo a ordem do Senhor, pois estava em solo sagrado.
As cenas que se seguirão neste mundo antes da volta de Jesus serão rápidas e sucessivas (1Ts.5:3). A peregrinação dos filhos de Deus chegará em seus dias finais e eles receberão o refrigério do Espírito Santo (Zc.10:1). Não precisarão mais ser ensinados, pois o maná, a Palavra de Deus, estará em seus corações (Hb.8:11). Livres, finalmente livres, de todo mal que os assediava, marcharão resolutos e confiantes com a armadura de Deus (Ef.6:10-18), tendo o Senhor Jesus Cristo como seu grande Comandante (Na.1:7). Os reis da Terra atentarão para isso e se lamentarão (Ap.18:9). Mas todo aquele que, semelhante a Josué, estiver buscando o Senhor como seu refúgio e fortaleza, clamando por sabedoria, será fortalecido, e Miguel, o grande Príncipe, virá em seu favor (Dn.10:21).
Eu creio de todo o meu coração que este tempo está mais perto do que possamos imaginar. Como a Páscoa era símbolo da libertação do pecado, seguida do Pentecostes, símbolo de colheita e fartura por meio do Espírito Santo, e do dia da expiação, símbolo de renovação espiritual, culminando na Festa dos Tabernáculos, símbolo da celebração nas moradas eternas, estamos, em nossos dias, pisando no solo sagrado do tempo do fim. É hora de descalçarmos nossos pés de todo orgulho humano, e estarmos atentos somente ao que é de origem divina. Satanás e seus anjos podem lutar contra nós com todas as suas armas, mas se perseverarmos em levantar nossos olhos e olhar para o Senhor dos Exércitos, Ele “os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap.17:14).
Ó, amados, todas as nossas energias e faculdades precisam estar empregadas em mantermos nossos olhos fixos em Jesus, “o Autor e Consumador” de nossa fé (Hb.12:2)! Este mundo está em contagem regressiva e não podemos descer de nossa torre de vigia (Hc.2:1). Eu sei que a exaustão, que o sentimento de forte angústia e desânimo, causado pelas provas, muitas vezes querem nos dominar e fazer com que nossa mente seja tomada por inúmeras distrações e pensamentos nocivos. Mas nós temos a fiel promessa da constante companhia de Cristo ao nosso lado (Mt.28:20), e precisamos confiar e nos agarrar a ela, “pois Quem fez a promessa é fiel” (Hb.10:23). “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:35-37). Você crê?
Nosso bendito Deus, cremos que o Senhor em breve voltará. Cremos na bendita esperança de nosso resgate e que Jesus está às portas. Cremos que mesmo que a angústia se intensifique, receberemos força adicional para suportar o que há de vir. Cremos que o Senhor já proveu o nosso livramento. Cremos que tens ouvido o clamor do Teu remanescente e que depressa lhes fará justiça. Cremos no Teu amor pela humanidade e que estás chamando as Tuas últimas ovelhas. Reveste-nos de Tua armadura, Senhor dos Exércitos! Prepara-nos para Te encontrar, nosso amado Pai! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, exército do Senhor Jesus Cristo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOSUÉ 5 – Nossa realidade mais se parece a campos de batalha que a parques de diversão.
Jesus é o capitão do verdadeiro cristão. A igreja é Seu exército no mundo! Ele é nosso líder político e religioso!
Em Josué 5, o povo de Deus é todo aquele que assume compromisso sério com Ele, ilustrado pela circuncisão dos israelitas em Gibeate-Aralote. Com a circuncisão da nova geração, Deus declarou: “Hoje removi de vocês a humilhação sofrida no Egito”. Na sequência, celebrou-se a Páscoa – lembrança da libertação operada por Deus à nação israelita. Em seguida comeram do fruto da Terra Prometida; então, o maná cessou. Tudo indicando o quanto Deus cuida atentamente de Seu povo!
Os versículos finais de Josué 5 revelam a presença do verdadeiro Líder do povo de Deus. E, Josué mostra-nos como vencer com Ele:
• Focar: “olhou para cima”.
• Identificar: “perguntou-lhe”.
• Ouvir: “Venho na qualidade de comandante do exército do Senhor”.
• Prostrar-se: “com o rosto em terra, em sinal de respeito”.
• Submeter-se: “Que mensagem o meu Senhor tem para o Seu servo?”.
• Obedecer: Quando pediu para tirar as sandálias, “Josué as tirou”.
Nossas lutas teriam vitórias se tivéssemos tais atitudes!
Nossa vida está cheia de lutas. “Há batalhas a serem travadas cada dia. Uma guerra está em processo em cada alma entre o príncipe das trevas e o Príncipe da vida. Há uma grande batalha a ser travada para que os habitantes do mundo sejam advertidos sobre o grande Dia do Senhor, para que se possa entrar nas fortalezas do inimigo e para que todos os que amam ao Senhor possam se unir sob a bandeira ensanguentada do Príncipe Emanuel. A parte principal da luta, porém, não cabe a vocês. Como instrumentos de Deus, vocês devem se entregar a Ele, para que Ele possa planejar a batalha e conduzi-la por meio de vocês, com sua cooperação. O Príncipe da Vida está na direção de Sua obra. Ele precisa estar com vocês em sua batalha diária contra o eu para que consigam ser fieis ao princípio; para que a paixão que luta pelo predomínio possa ser subjugada pela graça de Cristo; para que possam ser mais que vencedores por meio dAquele que os amou”, considera Ellen White (CBASD, v.2, p.1097).
Reavivemo-nos… aprendendo com Josué! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JOSUÉ 4 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/js/4
Cada um de nós precisa de um Gilgal. Na verdade, precisamos de periódicos “Gilgais” – aqueles lugares em nossas vidas onde estabelecemos lembretes e paramos para refletir sobre o que Deus fez por nós em tempos passados, como Ele nos libertou através de várias águas de provações, aflições e outros problemas.
Tais “Gilgais” servem a pelo menos dois propósitos: (1) Quando somos tentados a nos perguntar onde Deus está, ou quando enfrentamos desafios que não sabemos como lidar, podemos refletir sobre o que Ele fez no passado, descansando. certo de que Ele pode e irá nos abençoar novamente; e (2) esses memoriais servem como uma testemunha para os outros que enfrentam seus próprios desafios. Outros também podem obter coragem em saber que o Deus que nos abençoou está pronto para abençoá-los de maneira especial.
Willie Edward Hucks II
Professor Associado de Teologia Pastoral e Homilética
Universidade Andrews
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/4
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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553 palavras
Depois do povo atravessar o rio, qual seria o próximo passo? Conquistar a terra? Não ainda. Primeiro, Deus os orientou a erigir um memorial com 12 pedras retiradas do rio por 12 homens, um de cada tribo. Isto parece ser um passo insignificante em sua missão de conquistar a terra, mas Deus não queria que se lançassem a ela despreparados. Eles deveriam se focar em Deus e se lembrar de quem os estava guiando. Quando você estiver ocupado fazendo as tarefas da obra de Deus, aquiete-se por alguns momentos, tempo para que você construa seu próprio memorial do poder de Deus. Muita atividade pode retirar seu foco de Deus.Life Application Study Bible Kingsway.
8 e levantaram doze pedras do meio do Jordão. As pedras representam as doze tribos de Israel. Com elas se erigiu uma coluna memorial em Gilgal (20). Deus, sabendo da nossa deficiência humana de esquecer, sempre facilita, por um meio ou outro, a lembrança dos grandes eventos relacionados com a nossa salvação. Note-se, por exemplo, as festas de Israel e a Ceia do Senhor e, também, o batismo neotestamentário. Bíblia Shedd.
9 Outras doze pedras foram colocadas no leito do rio e se tronariam visíveis sempre que as águas baixassem. Era uma visível demonstração, portanto, de que Israel estivera, uma vez, naquelas profundezas. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
18 Somente a presença da arca mantinha as águas amontoadas. E é assim que Jesus se coloca entre nós e qualquer coisa que possa engolfar-nos, principalmente o pecado e a morte (Hb 2.14). Não aconteça que, rejeitando-a, rejeitemos nossa única salvação. Comentário Bíblico Devocional – Velho Testamento. F. B. Meyer.
19 no dia dez do primeiro mês. Esse é o dia em que o cordeiro pascal devia ser escolhido (Êx 12.3), sublinhando a conexão entre a travessia do rio Jordão e o êxodo. Ver vs. 23; 5.10.
Gilgal. Em geral identificada com as ruínas de Khirbet el-Mafjer, quase 4 km a nordeste de jericó. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21, 22 É de suma importância educar os filhos naquilo que Deus fizera, particularmente tudo que Ele nos ensina na Sua Palavra. É de se notar que por deixar de cumprir a este mandamento específico, mais do que por qualquer outro motivo, Israel foi levado à idolatria e desviou-se de Deus em poucos anos, como deparamos nos tempos dos juízes. Bíblia Shedd.
24 todos os povos da terra. As maravilhas dos caps. 3-4 teriam efeitos que ultrapassariam a geração imediata e iriam muito além do povo de Israel (2.10; 5:1; cf 12.3). As admiráveis obras de Deus na Bíblia deveriam afetar aqueles que ouvem falar delas, tão poderosamente como aqueles que as vêem (Êx 10.2; Jo 20.30-21). Bíblia de Genebra.
O Senhor desejava que Sua relação com Israel se transformasse em uma lição prática para toda a humanidade. O povo não devia, em egoísmo, reter para si o conhecimento do Deus verdadeiro e de Seu poder para salvar. Esse conhecimento devia se estender por toda a Terra em resultado da correta educação dos filhos (ver v. 22), que, por sua vez, deveriam se tornar missionários. à medida que os israelitas crescessem em número e influência, toda a Terra aprenderia sobre o verdadeiro Deus e O glorificaria. No entanto, Israel fracassou e, posteriormente, Cristo deu a mesma ordem aos discípulos (Mt 29:19, 20). A “palavra da reconciliação” hoje é confiada a nós (2Co 5:19). Não podemos fracassar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 180.
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“Para que todos os povos da Terra conheçam que a mão do Senhor é forte, a fim de que temais ao Senhor, vosso Deus, todos os dias” (v.24).
Assim que todo “o povo se apressou e passou” (v.10) o Jordão, doze homens, “um de cada tribo” (v.5), foram escolhidos por Josué para cumprir a ordem do Senhor de tomar doze pedras de onde “pousaram os sacerdotes os pés” (v.3), a fim de erguerem um “memorial aos filhos de Israel” (v.7). “Estas pedras” (v.7) serviriam de testemunho às futuras gerações que, perguntando: “Que vos significam estas pedras?” (v.6), ouviriam sobre as maravilhas que o Senhor operou no passado no meio de Seu povo. E, diante dos rostinhos curiosos, seus pais poderiam afirmar com propriedade: “Israel passou em seco este Jordão” (v.22).
Deus sabia que, com o passar do tempo e com o surgimento de novas gerações, Israel enfrentaria inúmeros desafios. As experiências do passado deveriam ser relembradas como “por sinal” (v.6) entre o povo de que a forte mão do Senhor o conduzia. Mas isso também serviria de sinal e testemunho a “todos os povos da Terra”, para que O conhecessem e para que o temor do Senhor permanecesse com Seu povo “todos os dias” (v.24). É interessante observar o zelo de Deus com relação à preservação da fé nas famílias. Seria a fidelidade dos pais em contar a seus filhos o que o Senhor lhes havia feito que prepararia aquela geração para levar a mesma obra adiante. E, assim, cada família de Seu povo seria uma representação fiel de Seu caráter ao mundo.
Amados, Jesus, nosso Sumo Sacerdote, está diante da “arca da Aliança no Seu santuário” (Ap.11:19), segurando a correnteza da impiedade até que nos apressemos para passar a pé enxuto além do rio. As pedras memoriais são o nosso próprio testemunho, de todas as maravilhas que o Senhor já realizou em nós e através de nós. E há um chamado divino aguardando nosso fiel cumprimento: “Para que todos os povos da Terra conheçam que a mão do Senhor é forte, a fim de que temais ao Senhor, vosso Deus, todos os dias” (v.24). “Vi outro anjo voando no meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo” (Ap.14:6-7).
Percebem que o objetivo do chamado de Deus a um povo eleito sempre foi o de usá-lo a fim de alcançar todos os povos da Terra? Sabem por quê? “Porque Deus amou ao MUNDO de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Nosso chamado consiste em preparar um povo para viver eternamente com o Senhor. A cruz é o monumento da graça e a sepultura vazia é o monumento da esperança. A Palavra de Deus é o monumento da verdade e nossa vida deve ser o monumento da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6). Ó, amados, que o Espírito Santo nos motive, a cada dia, a vivermos “como pedras que vivem” (1Pe.2:5), inabaláveis, segundo a exortação do apóstolo Paulo: “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos. Todos os vossos atos sejam feitos com amor” (1Co.16:13-14).
Senhor, nosso Deus e bom Pai, há milhares de pessoas aguardando apenas o nosso testemunho para que possam Te conhecer. O que queres que façamos em Tua obra? Fala neste dia de forma especial ao nosso coração! Revela-nos o que desejas que façamos em Tua obra e qual é nosso chamado, Senhor! Estamos dispostos a ouvir a voz do Teu Espírito e crer, e trabalhar, para salvar vidas e apressar a volta do nosso Redentor. Que Tua mão forte atue em nosso coração, em nosso lar e através de nós, ao mundo! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, salvos para salvar!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JOSUÉ 4 – Este capítulo é claro ao revelar que os atos divinos jamais deveriam ser considerados pontuais na história. As obras de Deus devem tornar-se legados às próximas gerações.
Cada agir de Deus deve ser um tijolinho na construção de nossa teologia, e do nosso ensino às futuras gerações. Quanto mais Deus faz, mais deveria ser engrandecido a fim de tornar-Se ainda mais conhecido!
As ações de Deus na história da humanidade deveriam ser registradas para não apagar de nossa memória debilitada. Preparar um monumento de pedras em meio às correntes do rio Jordão foi orientação que o líder Josué recebeu do Deus que não queria ser esquecido pelos que foram beneficiados com Sua atuação: Monumentos e registros são necessários aos que foram divinamente abençoados – Deus sabe muito bem disso e de sua importância!
Josué 4 trata de pelo menos quatro objetivos claros quanto à construção de um monumento, assim que Israel atravessou à seco o rio Jordão – da mesma forma que 40 anos antes havia atravessado o Mar Vermelho. Tal monumento serviria…
• …como recordação no meio dos israelitas para sempre (Josué 4:7).
• …como mensagem à futura geração do que Deus fizera em prol dos antepassados (Josué 4:6, 21-23).
• …de testemunho a todas as nações a fim de torná-las cientes de que Deus é o Todo-poderoso do Universo (Josué 4:24).
• …de apelo para o povo respeitar e comprometer-se com Deus para sempre (Josué 4:24).
Deus ordenou escolher doze líderes, das doze tribos, para colocar doze pedras no rio Jordão. A Nova Jerusalém terá doze portas, “cada porta feita de uma única pérola” (Apocalipse 21:21). “Pérolas são formadas pelo sofrimento. Quando um grão de areia penetra na concha de uma ostra, parece haver só uma coisa que essa humilde criatura tem de fazer… Todos ao entrarem nesta preciosa cidade terão de passar pelas portas de pérola, símbolo do sofrimento. Pela abundante graça de Deus eles transformaram suas provas em triunfos; cada torturante pecado foi coberto com a justiça de Cristo” (Roy Allan Anderson).
Na liderança de Cristo, Seu povo logo atravessará o Jordão deste mundo de sofrimento. A Santa Ceia é um memorial do Seu sacrifício por nós, mas na eternidade lembraremos Seus benefícios cada vez que atravessarmos as portas de pérolas da cidade. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JOSUÉ 3 – Primeiro leia a Bíblia
JOSUÉ 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/js/3
“Se eu estivesse lá. . .”
Acordamos no terceiro dia de estarmos acampados junto ao rio Jordão. O sol brilhava forte no céu a leste, atrás de nós, e o rio, reluzindo em sua luz, movia-se com rapidez, pois era o tempo da cheia da primavera. Nossos líderes passaram pelo acampamento nos dizendo para observar a Arca e os sacerdotes de Deus se moverem e depois seguirmos a liderança deles. Fomos avisados para não nos aproximarmos muito da arca, para não perdermos de vista a sua localização e deixarmos de discernir a sua condução.
Pouco depois, o próprio Josué se dirigiu a nós, dizendo para buscarmos a Deus seriamente e nos santificarmos porque Deus faria maravilhas poderosas entre nós. Ele se dirigiu aos sacerdotes e eles concordaram em seguir as orientações.
No dia seguinte, com uma palavra de Josué, os sacerdotes marcharam em direção ao rio, carregando a Arca. Todos nós olhamos com ansiosa expectativa. Para nossa total surpresa, quando seus pés atingiram as margens do rio Jordão, as águas se ergueram como uma parede a uma certa distância deles. Com este milagre incrível, cruzamos em terra seca, em direção à Sião. Ficamos sabendo, sem sombra de dúvida, que o Deus de nossos pais estava com Josué e conosco.
Seja qual for o Jordão que você enfrenta, busque a Deus, confie nEle e entregue a sua vida à Ele. E Ele te livrará!
Benjamin Burkhardt
Ancião, Professor dos jovens, Coordenador dos Ministérios de Oração
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Hermiston
Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jos/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1846 palavras
3.1 – 4.24 Pormenores da travessia do rio e do memorial com 12 pedras que foi erigido no acampamento em Gilgal. Por mais que se ressalte, nunca se estará exagerando a grande importância desse relato, pois marca a travessia da fronteira da terra prometida e forma um paralelo com o milagre da travessia do “mar Vermelho” no êxodo (Êx 14 e 15). A fé que os israelitas tinham no Deus de seus pais foi renovada e fortalecida quando estava para enfrentar sua prova mais desafiadora, ao passo que, ao mesmo tempo, o medo dos cananeus foi grandemente intensificado (5.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A grande significação dessas maravilhas é indicada em 4.24. Essas maravilhas deviam permanecer como um testemunho para todos os povos de todos os séculos de que a mão do Senhor é poderosa. Bíblia de Genebra.
1 Levantou-se, pois, Josué de madrugada. Um refrão repetido ao longo do livro de Josué (3:1; 6:12; 7:16; 8:10). No início da carreira de Josué como líder de Israel, Deus o instruiu a meditar na Torah dia e noite (1:8). É evidente que Josué tinha o hábito de levantar cedo para comungar com Deus em meditação e oração (ver 5:13-15). Andrews Study Bible.
Josué não podia descansar enquanto havia uma importante obra do Senhor a fazer. … Os que realizam grandes coisas para Deus precisam se levantar cedo. CBASD-Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 173.
Sitim, ou “Abel Sitim, nas campinas de Moabe”, era a localização do acampamento de Israel a leste do rio Jordão, defronte de Jericó (cf Nm 33.49). Bíblia Shedd.
2 três dias. Durante três dias, a multidão ficou diante daquele rio transbordante. Isto bastou para amedrontá-los, a menos que, como Abraão, ousassem enfrentá-lo à luz da graça divina. Tudo foi feito para incutir neles o fato de que o rio fora cortado por efeito da arca, e para ela. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer.
3 arca da Aliança. A arca simbolizava a presença de Deus em poder no meio do Seu povo. Era tão sagrada que, pelo fato de nela tocar, Uzá teve morte instantânea (2 Sm 6.6-9). Só podia ser levada por sacerdotes descendentes de Levi. A palavra “aliança” (heb “berith”) significa “concerto”, “pacto”, “testamento”, “contrato”. A arca era o símbolo do concerto feito entre Deus e o homem (cf Êx 2.25; Dt 4.7; 7.6-8; 8.17-18). Bíblia Shedd.
Era o tesouro mais sagrado de Israel. Life Application Study Bible Kingsway.
os levitas sacerdotes a levam. Normalmente, eram os filhos de Coate [levitas não sacerdotes, ou seja, não descendentes de Arão] que carregavam a arca. … No Jordão, os sacerdotes, representando Cristo, nosso mediador e sumo sacerdote, deviam ir à frente e abrir o caminho. CBASD, vol. 2, p. 174.
4 A distância entre o povo e os sacerdotes foi intencionalmente aumentada para que não pudesse haver dúvida quanto ao milagre. Sempre que avançamos através de um caminho desconhecido, a arca da aliança, que simboliza Cristo, no precede (Is 52.12). Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. F. B. Meyer.
5 Santificai-vos. Santificação, na Bíblia, significa separação para uso exclusivo de Deus (cf Gn 2.3; Êx 28.2, 3, etc.). Esta separação implicava uma purificação tanto da alma como do corpo…. “Santificação, a necessidade de distinguir entre Deus e as coisas que Ele criou”. Bíblia Shedd.
Houve um requisito semelhante quando Deus desceu para o povo, no monte Sinai (Êx 19.10, 14-15). Bíblia de Genebra.
Eles deviam se banhar, lavar as vestes e se abster de tudo que pudesse lhes impedir de concentrar a atenção no grande milagre que logo seria operado em favor deles. O Senhor, é claro, abençoaria a obra de preparação. O ser humano sempre deve cooperar com Deus na experiência da salvação (Fp 2:12). Para esperar a bênção e a orientação divina nos preparativos para entrar na Canaã celestial, é essencial que o crente se “santifique” por meio da consagração da vida ao Senhor, a fim de que Ele o purifique e o torne santo. Se isso era necessário para entrar na Canaã terrena, quanto mais para a admissão na Canaã celestial! CBASD, vol. 2, p. 174.
amanhã o SENHOR fará maravilhas por meio de vós. As “maravilhas” que o Senhor fazia de tempos em tempos O distinguiam como o verdadeiro Deus. Por serem feitas em favor de Israel, separavam esse povo das outras nações como objeto especial do favor divino. Porém, não seria possível haver “maravilhas” – Deus não poderia operar em favor dos israelitas – se não cumprissem primeiro a ordem de se santificar. CBASD, vol. 2, p. 175.
7 Hoje, começarei a engrandecer-te. O Senhor validaria a liderança de Josué repetindo as maravilhas que Ele fizera às margens do mar Vermelho através de Moisés. O Deus de Josué era o Deus de Moisés [e é o nosso Deus]. Bíblia de Genebra.
para que saibam. Os atos de Deus, com frequência, têm o propósito de esclarecer e das conhecimento (Êx 8.10; Dt 4.35; 2Rs 19.19; Is 45.6). Tal conhecimento nunca é meramente intelectual. … é atingível mediante o ouvir acerca dos atos de Deus, bem como de contemplá-los (2.9-10; 4.24). Bíblia de Genebra.
10 Nisto conhecereis. No antigo Oriente Médio, um modo comum de obter o veredicto judicial dos deuses era obrigando o acusado a submeter-se ao julgamento mediante o ordálio [prova judiciária feita com a concorrência de elementos da natureza e cujo resultado era interpretado como um julgamento divino] pela água. Em geral, tratava-se de lançar o acusado num rio (se morresse, os deuses o tinham declarado culpado; se sobrevivesse, os deuses o tinham declarado inocente). … É significativo que o Senhor entraria primeiro no Jordão e permaneceria ali até que todo o Seu exército tivesse atravessado com segurança. Sendo assim, a sua reivindicação à terra foi vindicada diante dos olhos de todos os que ouvissem a respeito. E a reivindicação era de Deus, e não de Israel; foi somente com ele que a nação atravessou o Jordão e como exército dEle, “batizado” para o Seu serviço. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A passagem através do rio era um tipo de teste pela água, frequentemente usado em tempos antigos para determinar a decisão legal dos deuses. Deus passou com segurança pela água com Seu povo, demonstrando, assim, Seu direito (e do povo) à terra de Canaã. Andrews Study Bible.
lançarás diante de vós. Por que Deus estas nações de suas terras? Deus já havia punido Israel por sua desobediência. Ele, então, se voltou ao restante das nações. Gênesis 15.16 indica que o povo de Canaã era ímpio e merecia ser punido por seus pecados terríveis. Israel deveria ser um meio para esta destruição. Mais importante, ainda, era o fato de que Israel, como nação santa, não poderia viver entre este povo tão mau e idólatra. Fazer isso seria convidar o pecado a habitar em suas vidas. O único meio de prevenir Israel de ser infectado por religiões más era expulsar aqueles que as praticavam. Israel, contudo, falhou em expulsar todos que Deus ordenara expulsar. Não demorou muito para que Israel – a nação que Deus escolheu para ser Seu povo – começasse a seguir as más práticas dos cananitas. Life Application Study Bible Kingsway.
11 a arca da Aliança do Senhor de toda a terra. Lit. “a arca da Aliança, o Senhor de toda a terra”. Não somente o símbolo da Aliança, mas o próprio Senhor iria à frente de Seu povo. Bíblia de Genebra.
12 doze homens. Isso antecipa o principal assunto do cap. 4; ver 4.2. Bíblia de Genebra.
13 assim que as plantas dos pés… pousem nas águas. Muitas vezes, Deus não provê solução aos nossos problemas até que confiemos nEle e nos movimentemos à frente com aquilo que sabemos que devemos fazer. Quais são os rios ou obstáculos em sua vida? Em obediência a Deus, avance e pise na água. Life Application Study Bible Kingsway.
Os sacerdotes que levavam a arca deviam manifestar sua fé na palavra de Deus ao pisar na água. O Senhor sempre pede a Seu povo que, além de enfrentar dificuldades, também avance ousadamente com fé, sob Seu comando, confiando que Ele abrirá o caminho. Deus prometeu separar as águas e superar os obstáculos (Is 43:2). CBASD, vol. 2, p. 176.
Por que Israel precisou esperar até o Jordão estar em período de cheia para atravessá-lo? Um mês antes ou um mês depois a situação teria sido diferente, e os israelitas já se encontravam acampados em Sitim faziam dois meses. Provavelmente havia duas razões: (1) o poder de Deus seria mais evidente (ver com. de Êx 9:16; ver também 2Co 12:9) e (2) o povo de Jericó não os estaria esperando , e não haveria guardas junto ao rio. … Para Deus, o volume de água do Jordão não fazia a menor diferença. CBASD, vol. 2, p. 176- 177.
15 O Jordão transbordava sobre todas as suas ribanceiras (ARA; NVI: “em ambas as margens”). Essa informação vital toma o leitor de surpresa. A travessia seria ainda mais notável do que o v. 13 tinha indicado. Bíblia de Genebra.
Por causa das chuvas da primavera e do derretimento da neve no monte Hermom. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 Adã. Uma cidade a cerca de 32 km ao norte de onde Israel atravessou. Este grande milagre de interromper o fluxo do Jordão pode ter ocorrido pela suspensão direta de Deus das leis da natureza ou, tão miraculosamente quanto, pelo trabalho de Deus através de Suas leis, providenciando a exata coordenação para que isso atingisse os Seus propósitos.A História secular registra que, ao menos em duas instâncias (08/dez/1267 e 11/07/1927), quando em resultado de um terremoto e deslizamento de terra, o Jordão teve cessado o seu fluxo aproximadamente no mesmo lugar dos dias de Josué (hoje Damieh) e muitos km do leito do rio permaneceram secos por muitas horas. Andrews Study Bible.
Seja qual for o caso [ocorrência natural usada por Deus, como um deslizamento de terra, ou outra maneira], Deus mostrou Seu grande poderem operar um milagre de coordenação de tempo [timing] e de localização para permitir que Seu povo cruzasse o rio em terra seca. Este testemunho do poder sobrenatural de Deus serviu para construir a esperança dos israelitas em Deus e dar a eles grande reputação contra seus inimigos, que os excediam em grande número. Life Application Study Bible Kingsway.
mar da Arabá. Ou, mar da planície, isto é, o Mar Morto. Arabá [heb Ahava] era a grande depressão do vale do Jordão que se estendia para o sul até o golfo de Áqaba. CBASD, vol. 2, p. 177.
17 os sacerdotes. O sacerdócio do AT era um tipo do sacerdócio de Jesus Cristo (cf Hb 10). Os sacerdotes, obedientes á vontade de Deus, entraram no Jordão. … Cristo, nosso Sumo Sacerdote, entrou na morte (rio), preparando o caminho para o Seu povo. Pela Sua morte expiatória, Ele abriu o caminho para os Seus (Hb 10.19-22). Agora, os crente em Cristo podem herdar sua Terra da Promissão, porque Cristo, seguindo a vontade de Deus, entrou na sua frente, preparando o caminho (Jo 14.6). A morte de Cristo será eficaz para todo o povo de Deus chegar até a glória. Bíblia Shedd.
16 passou o povo defronte de Jericó. Fica claro que os sacerdotes que levavam a arca cruzaram defronte de Jericó, e a multidão passou por ambos os lados da arca. Os cananeus teriam tentado defender os vaus do Jordão se houvessem previsto esse plano de passagem. Por certo sabiam que o acampamento dos israelitas ficava do outro lado do Jordão, mas a travessia lhes pegou totalmente de surpresa. CBASD, vol. 2, p. 177.