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SALMO 6 – Aflição e angústia têm solução e cura através da oração e comunhão com Deus. Todo aquele que humildemente recorrer a Deus com sinceridade experimentará os efeitos de Sua graça, bondade e misericórdia.
Dê atenção à mensagem do Salmo em apreço:
1. Devemos olhar para nós mesmos e reconhecer quem realmente somos. Fazer isso não é fácil, pois nos leva à aflição; não somos quem gostaríamos de ser, ou melhor, estamos aquém do ideal de Deus. Somos pecadores, falhos, defeituosos, provocadores da ira divina. Culpados e condenados, devemos suplicar a misericórdia e a graça de Deus para nos salvar (vs. 1-4).
2. Devemos ser sinceros e reconhecer que todas as nossas tentativas de encontrar felicidade, solução para nossa situação e salvação só nos leva a mais decepção se não buscarmos a Deus genuinamente. Nosso estado espiritual, nossa debilidade moral e nossa fraqueza física nos faz lutar em vão pela vida, nos faz gemer e encher nossos travesseiros de lágrimas, envelhecemos e nos desgastamos com a amargura da alma até a morte (vs. 6-7).
3. Devemos reconhecer que Deus é o único capaz de resolver nossa aflição de alma, libertar-nos de nossos pecados que nos assolam e colocar o bálsamo refrescante da esperança que restaura nossa alma. Para isso, precisamos nos humilhar e reconhecer que carecemos muitíssimo de Deus, depois confessar nossas fragilidades e orar com fé pela intervenção graciosa e miraculosa de Deus (vs. 8-10).
“O Salmo 6 é o primeiro dos sete ‘salmos de penitência’, nos quais os escritores estão sendo disciplinados por Deus e passando por sofrimentos… Neste salmo, Davi registra os estágios de sua experiência difícil de passar, pela fé, da tribulação para o triunfo”, explica Warren W. Wiersbe.
• Deus quer transformar-nos. Ele quer que reconheçamos quem realmente somos (mortais) e O busquemos a fim de libertar-nos de nós mesmos e dos problemas que nos assolam para que alcancemos a satisfação que Ele nos oferece.
• Deus quer que amadureçamos. Ele quer que cresçamos com as adversidades e as lágrimas, as quais servem de disciplina para nossa alma e correção para nosso coração.
• Deus quer restaurar-nos. Ele quer que sintamos paz, alegria e satisfação na comunhão com Ele, onde encontraremos a solução para todos os nossos problemas.
Deixe Deus te libertar! – Heber Toth Armí.
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“Senhor, não me repreendas na Tua ira, nem me castigues no Teu furor” (v.1).
O livro “Orientação da criança”, da escritora norte-americana Ellen G. White, traz verdadeiras pérolas da educação cristã. Dentre os diversos e preciosos conselhos, um deles diz que: “Cada família, na vida doméstica, deve ser uma igreja, um belo símbolo da igreja de Deus no Céu. Se os pais reconhecessem sua responsabilidade para com os filhos, sob nenhuma circunstância repreenderiam e se irritariam com eles” (O.C., p.335).
O que este texto nos diz é que a família, como símbolo da igreja celeste, não pode dar lugar à irritação criando um ambiente inadequado à devida educação cristã. Quando um pai ou uma mãe agem movidos pela ira e não pelo amor, a correção não atinge o seu real objetivo.
A súplica de Davi é pela misericórdia de Deus. Que Ele não o repreenda na Sua ira e nem o castigue no Seu furor (v.1). Isto me faz avançar até o relato de João oito e lembrar da atitude de Cristo diante de uma mulher adúltera. Todos ao redor a acusavam encolerizados com pedras nas mãos. Mas as palavras de Jesus os dispersou e o que Ele disse àquela mulher reflete bem o que Deus faz em nossas vidas: “Nem Eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (Jo.8:11). A ira do Senhor não é contra o pecador, e sim contra o pecado. Como nosso Pai de amor, Ele não nos repreende com ira, mas com amor e compaixão.
O salmista expressa uma condição de profunda tristeza e até sintomas de depressão, por causa dos seus inimigos. Como no caso da mulher adúltera, os inimigos de Davi o rodeavam prestes a atirar a primeira pedra. Mas assim como Cristo acolheu aquela mulher, Davi tinha certeza de que o Senhor ouviu e acolheu a sua oração.
Hoje, ainda há tempo de ouvirmos do Senhor:
“Eu não te condeno; vai e não pratique mais a iniquidade”. Contudo, chegará o dia em que muitos terão de ouvir as duras palavras: “Apartai-vos de Mim, todos os que praticais a iniquidade” (v.8; Mt.7:23).
O tempo que temos para clamar: “Volta-Te, Senhor, e livra a minha alma; salva-me por Tua graça” (v.4), é agora. Ele é o nosso Pai do Céu e não há ninguém tão interessado em nossa salvação quanto Ele. Chegou a hora de nos achegarmos de todo o nosso coração ao Pai da Eternidade que escolheu sofrer os resultados do mal por mim e por você. Ao Pai que enviou o Seu Unigênito para receber o salário que era nosso (Rm.6:23). Ao Pai que troca as pedras da ira por palavras de apreço e de perdão. Então, certamente, Ele nos ouvirá e acolherá as nossas orações. Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Pai de Amor!
10 DIAS DE ORAÇÃO – 3° dia – 10 HORAS DE ORAÇÃO E JEJUM: Oremos hoje pelo reavivamento na vida dos líderes da igreja e por nossos amigos de oração.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo6 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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915 palavras
Tal como acontece em muitos lamentos, o salmista expressou sua confiança no Senhor, no fim do salmo. O motivo do salmo parece ter sido uma doença severa (vs. 2-5). Este é um dos sete “salmos penitenciais” (juntamente com os Sl 32, 38, 51, 102, 130, 143). Bíblia de Genebra.
Alexander McLaren diz: “Se alguma vez a palpitação de angústia pessoal se expressou mediante lágrimas e palavras, fez isso neste salmo.” Lutero o chamou de “uma oração penitencial para a saúde do corpo e da alma”. Nele, o salmista expressa sua agonia física e tormento de alma ao ser escarnecido por aqueles que declaravam que Deus o havia abandonado. … Como no Salmo 3, este exibe uma mudança dramática e repentina: nos v. 8 a 10, profunda melancolia se transforma em alegria. No Salmo 30, há a descrição de uma experiência comovente similar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 724.
Antes do autor deste Salmo pedir alguma coisa ele reconheceu sua condição espiritual. Na primeira parte do Salmo, deixa claro que necessita do perdão. Quantas vezes pedimos as coisas a Deus sem fazer essa reflexão. Vilmar Belmonte, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/08/13/salmo-6/#comments.
1-3 …o salmista pede que Deus não lhe imponha com ira a plena medida da punição pelo seu pecado, pois nesse caso seria aplicada a pena de morte. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Usualmente, nós queremos que Deus mostre misericórdia para nós e justiça para todos os demais. Deus, em Sua bondade, nos perdoa em vez de nos dar o que merecemos. Life Application Study Bible Kingsway.
2 eu me sinto debilitado. Literalmente, “estou definhando”. O verbo é aplicado com frequência às plantas quando estão murchando (Is 16:8; 24:4, 7; Jl 1:12). CBASD, vol. 3, p. 724.
O salmista experimentava certo sofrimento, provavelmente uma grave enfermidade. Alguns tomam essa linguagem como figurativa da aflição espiritual. Bíblia de Genebra.
ossos. Como o esqueleto interior, aqui representam todo o corpo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 alma (ARA e NKJV: “alma”; NVI: “ser”). Aqui, não o aspecto espiritual em contraposição ao físico, nem o ser “interior” em contraposição ao “exterior”, mas seu ser como criatura viva, consciente e pessoal. O uso junto com “ossos” … não implicava, para o escritor hebreu, referência a duas entidades distintas, mas consistia para ele em duas maneiras de se referir a si próprio. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Não um aspecto separado do corpo, mas a pessoa, um ser vivente, pessoal e consciente, sinônimo de “eu”. Andrews Study Bible.
a minha alma está profundamente perturbada. Ainda maior que a dor física é a agonia mental. O salmista é incapaz de tirar de sua mente que ele está sofrendo por causa do desagrado divino. Ele exclama: “SENHOR, até quando?”, como que numa tentativa de ter um vislumbre de esperança de que Deus o sarará. CBASD, vol. 3, p. 725.
4 Volta-Te, Senhor. O salmista pensava que Deus lhe havia voltado as costas. Bíblia de Genebra.
5 não há recordação. A doutrina da ressurreição, tal como a doutrina da Trindade, fica implícita no Antigo Testamento, mas só é plenamente desenvolvida no Novo Testamento. Os vivos observam que os mortos fazem silêncio e não participam da adoração. Bíblia de Genebra.
Este versículo é evidência contra a doutrina de um estado intermediário entre a morte e a ressurreição (ver Sl 88:10; 146:4; Is 38:18). CBASD, vol. 3, p. 725.
no sepulcro. No hebraico, temos a palavra sheol. Essa palavra figura principalmente nas passagens proféticas que revelam os pensamentos e os temores dos vivos, mas não apresenta a doutrina da ressurreição ou de um estado intermediário. Bíblia de Genebra.
…a ideia das palavras deste versículo é que somente os vivos podem prestar culto público a Deus, e servi-Lo na terra perante os homens. Bíblia de Genebra.
O salmista apresenta como argumento que o louvor a Deus está em jogo. São os vivos e não os mortos que se lembram das misericórdias de Deus e celebram os livramentos que Ele opera. … Os escritores do AT sabiam que o homem foi criado para a vida, que a vontade de Deus para o seu povo era a vida, e que Ele tinha poder sobre a morte. Também sabiam que a morte era o destino de todos os homens, que, na hora certa, os justos repousariam em Deus, fato que aceitavam com equanimidade (v. Gn 15.15; 25.8; 47.30; 49.33; 1Rs 2.2). … Parece claro que até mesmo havia uma consciência de que a morte (como era observada) não era o fim da esperança dos justos, de que Deus tinha algo mais reservado para eles (v. esp. 16.9-11; 17.15; 49.15; 73.24). Quando, porém, os salmistas vinham questionar a Deus, lutando pela preservação da vida, falavam sobre o aspecto da morte como a viam, na sua contradição radical com a vida. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 faço nadar o meu leito. O poeta se vale de uma hipérbole [exagero] nos vs. 6 e 7 para expressar a intensidade de sua angústia. CBASD, vol. 3, p. 725.
7 meus olhos se consomem … fraquejam. Na linguagem vívida do AT os olhos são ofuscados quando as forças das pessoas vão minguando (v. 38.10; 1Sm 14.27, 29), pela mágoa (muitas vezes associada à aflição: 31.9; 88.9; Jó 17.7; Lm 2.11) e por anseios não atendidos e pela esperança adiada (v. 69.3; 119.82, 123; Dt 28.32; Is 38.14). Bíblia de Estudo NVI Vida.
8-10 O crente pode enfrentar seus inimigos com a certeza de que Deus já ouviu suas orações e as atendeu. Deus sempre atende a uma oração de sincera confissão desse tipo (1 Jo 1.9; Sl 51). Bíblia de Genebra.
8 Apartai-vos de mim, todos os que praticais a iniquidade. Frase citada por Jesus em Mt 7:23 e Lc 12:27.
10 Diante da restauração do salmista, seus inimigos serão publicamente envergonhados. Bíblia de Estudo NVI Vida.
É correto orar para que as maquinações do ímpio não tenham sucesso. CBASD, vol. 3, p. 725.
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De uma página oficial da Igreja Adventista Mundial, projeto “Unidos em Oração” :
“Eu tenho que compartilhar uma experiência incrível que aconteceu algumas semanas atrás.
Meu marido é pastor aqui no estado de Oregon, EUA, e tínhamos acabado de iniciar uma série evangelística, “Apocalipse da Esperança”. Eu tenho incentivado para que haja mais oração em nossa igreja, então, durante esta série, decidi supervisionar a sala de oração. No entanto, minha equipe de oração é composta principalmente por amigos idosos em casa ou pessoas que oram em suas casas. Então, eu não tinha certeza da quantidade de participação que haveria durante as reuniões. Mas eu decidi criar uma sala de oração na esperança de que alguns membros da igreja se tornassem dispostos a entrar e orar periodicamente durante as reuniões.
No entanto, naquela primeira sexta-feira à noite, era apenas eu. Eu me senti sozinha, mas orei de qualquer maneira. Mais uma vez, no sábado à noite, era apenas eu. Eu estava me sentindo um pouco mais desanimada. Eu coloquei para tocar uma bela versão cantada da Oração do Senhor. Enquanto a música prosseguia, eu permanecia orando. “Eu sei que onde dois ou três estão reunidos em seu nome, o Senhor está lá, querido Deus, mas e se sou apenas eu?” orei em silêncio.
Quando a música terminou, abri meus olhos e a sala estava cheia de anjos. Instantaneamente comecei a chorar enquanto olhava ao redor da sala com espanto. Os anjos eram altos, tão altos quanto o teto, com ombros largos, e eles estavam ombro a ombro, de costas para a parede, ao redor das paredes da sala. Eu me senti minúscula comparada a eles. Eles tinham asas e vestiam mantos esvoaçantes como roupas. Seus rostos chamaram a minha atenção. Eles se pareciam com homens, homens muito bonitos. Seus olhos eram tão gentis e eles sorriam de forma confortadora e gentil. Seus traços faciais eram bem definidos e eles exalavam ao redor uma ousadia como a de guerreiros. Seus cabelos eram de uma cor escura e vinham até os ombros e estavam soltos. Eles pareciam iridescentes, isto é, exibiam cores luminosas que pareciam mudar quando vistas de ângulos diferentes. Embora eu não pudesse ver através deles, quase conseguia. Suas formas brilhavam com uma cor amarela clara. Eu só consegui vê-los por 4 ou 5 segundos e então eles desapareceram, mas não consegui parar de chorar pelo resto da noite.
Ali estava eu tão desanimada, imaginando se Deus atenderia a oração se na sala de oração estivesse apenas eu, e Ele me mostrou, que se uma pessoa está orando, é suficiente. Sinto-me tão indigna e humilde que Ele me tenha dado esse grande presente. Eu ainda choro com frequência ao pensar nessa experiência sagrada.
É claro que continuo orando sozinha na sala de oração da igreja, mas não fico mais desanimada, pois eu sei que a sala está cheia de anjos, mesmo que eu não possa vê-los. Então eu tinha que compartilhar essa experiência.
Nunca devemos subestimar o poder da oração. Mesmo que apenas uma pessoa esteja orando, isso é suficiente. Deus e seus anjos estão trabalhando mesmo quando não podemos vê-los.”
Melony Coleman é esposa de pastor e mãe de três filhos. Ela e sua família vivem no sul do Oregon.
Fonte: Blog do projeto mundial oficial da Igreja Adventista “Unidos em Oração” http://revivalandreformation.org/uip/blog
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/5
Este Salmo é um clamor por libertação dos maus, aqueles que escolhem a maldade como estilo de vida. Davi suplica livramento de pessoas que lisonjeiam com palavras (v. 11), mas no íntimo planejam o mal contra o próximo. É muito penoso conviver com pessoas assim.
O Salmo confirma o desprazer de Deus para com todos os que praticam a iniquidade (v. 5-6).
Davi escolheu passar tempo de qualidade com Deus no começo de cada dia (v. 3). Ele suplica a direção do Espírito Santo para cada um dos seus atos (v. 8). Vivendo uma vida de obediência fruto de amor a Deus, Davi confia que haverá de se regozijar no Senhor (v. 11).
Entremos hoje na presença de Deus cientes de que precisamos de proteção contra os maus, e dispostos a obedecer a tudo aquilo que o Senhor nos pedir.
Pr. Jobson Santos – UNASP/Br
Prof. Jeferson Quimelli – UEPG/Br
Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/11/05/
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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SALMO 5 – Orar a Deus na primeira hora do dia fará total diferença em nossa história. Experimente agora!
O Salmo 4 refere-se à oração vespertina, já o Salmo 5 refere-se à oração matutina. “Orar de manhã dá coragem (vs. 1-3), e o senso da bondade e da justiça de Deus (vs. 4-6); garante a orientação divina (vs. 7-8); Sua proteção e castigo dos inimigos (vs. 9-10); e Sua bênção sobre os justos (vs. 11-12)” (Merrill Frederick Unger).
• Orar à noite acalma o espírito agitado pelos desafios enfrentados durante o dia; orar de manhã prepara o espírito para os desafios que surgirão no novo dia.
• Orar à noite prepara a alma para o descanso, acalmando sentimentos perturbadores; orar de manhã fortalece a alma para as inúmeras atividades a serem executadas.
• Orar à noite reorienta a mente, desacelera o coração e põe confiantemente os fardos estressantes aos pés de Cristo; orar de manhã conecta a pessoa à fonte de sabedoria, discernimento e poder, para viver à altura dos planos divinos.
• Orar à noite é uma forma de agradecer pelo dia vivido e entregar todas as experiências a Deus para educar-nos e moldar-nos para Sua glória; orar de manhã significa entregar cada hora desconhecida a Deus para Ele guiar, orientar e abençoar cada momento do dia.
• Orar à noite é um desfazer-se de todas as frustrações para não sermos escravos das preocupações que roubam nosso sono, é um esvaziar-se dos lixos que colocamos ou colocam em nossa alma; orar pela manhã significa encher-se com princípios divinos para viver vitoriosamente cada situação da vida.
• Orar à noite, relaxa-nos; orar de manhã, fortalece-nos!
Ellen G. White declara: “Nós podemos, nós podemos revelar a semelhança de nosso Senhor. Podemos conhecer a ciência da vida espiritual. Podemos glorificar a Deus em nosso corpo e nosso espírito, que são Seus”.
Portanto, antes de sair de casa ao trabalho, que “a sua oração diária seja: ‘Senhor, ajuda-me a fazer o meu melhor. Ensina-me como fazer um trabalho melhor. Ajuda-me a incluir em meu serviço o amorável ministério do Salvador’” (White).
Fazendo assim, Deus te ouvirá (vs. 1-7) e te guiará com maestria entre os incrédulos (vs. 8-10), assim serás instrumento de bênçãos irradiando alegria a teu próximo (vs. 11-12)!
Vamos orar mais? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“De manhã, Senhor, ouves a minha voz; de manhã te apresento a minha oração e fico esperando” (v.3).
Como guerreiro, Davi fez muitos inimigos. E como rei, também estava cercado de adversários que, aparentando boas intenções, eram verdadeiras armadilhas humanas (v.9). Diferente dos inimigos de guerra, as armas destes eram mais letais e perigosas, já que a intenção criminosa estava escondida em “seu íntimo” (v.9). Por isso que o clamor de Davi acontecia em meio a gemidos (v.1). Porque os inimigos poderiam estar à sua frente vestidos de ovelhas, mas diante do Senhor tudo se revela exatamente como o é.
Davi pediu a proteção contra os mentirosos (v.6), que “com a língua lisonjeiam”, mas que não têm “sinceridade nos seus lábios”. Para ele, como herói de guerra, era muito fácil reconhecer os inimigos com lanças e espadas nas mãos, contudo, como era difícil enxergar aqueles que o recebiam com ósculo “santo”! A resposta, mais uma vez, está em uma vida de oração. A primeira coisa que Davi fazia ao acordar era buscar a Deus em oração. E depois? Davi ficava esperando (v.3). Mas o quê, exatamente, ele esperava? Que, na Sua benevolência, Deus o cercasse “como escudo” (v.12). A confiança dele estava em Deus. O Senhor que o tinha livrado inúmeras vezes dos inimigos declarados, certamente, o protegeria dos inimigos disfarçados.
Também não precisamos temer a ninguém se temos o Deus de Davi conosco. Como afirmou o apóstolo Paulo: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm.8:31). Jesus, mesmo conhecendo o traidor, o tratou e amou igualmente como fez com os demais discípulos. Judas entregou o Filho de Deus à morte com um beijo. Ainda assim, Jesus não o condenou. Não devemos nós agir de igual modo?
À vista de Deus tudo está revelado, mas a nós não. Por isso, não cabe a nós julgar, e sim amar e entregar nas mãos de Deus tudo aquilo que está fora de nosso alcance resolver. Se tão somente confiarmos em Deus como fazia o salmista, ainda que por vezes não consigamos enxergar o Seu agir, tenhamos a certeza de “que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm.8:28). Ore, neste momento, e entregue a sua vida nas mãos do Senhor, “porque Ele tem cuidado de vós” (1Pe.5:7). Vigiemos e oremos!
Bom dia, “todos os que confiam” (v.11) no Senhor!
10 DIAS DE ORAÇÃO, 2° dia: Oremos hoje para que as 10 horas de jejum e oração de amanhã promovam o início de um reavivamento em nossa vida e na igreja. Para que nossos cinco amigos de oração aceitem estudar a Bíblia. E pelos nossos amigos que estão afastados da igreja.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo5 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100