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“Eis que vem o Dia do Senhor, dia cruel, com ira e ardente furor, para converter a terra em assolação e dela destruir os pecadores” (v.9).
A invasão de Babilônia ao reino de Judá foi devastadora, levando cativo o povo de Deus e deixando a terra desolada. Os babilônios exerceram poder por um tempo, mas Deus suscitaria os medos (v.4 e 17) para os abater, profecia que foi cumprida com exatidão (Dn.5:31). Além do contexto histórico e da profecia que já se cumpriu, há o contexto profético para além dos tempos bíblicos, apontando para o segundo advento de Cristo. E o cumprimento dessa profecia está mais próximo do que possamos imaginar.
A proximidade do “Dia do Senhor” (v.6) tem sido a maior esperança daqueles que aguardam o retorno de Jesus à Terra. Será? A Bíblia nos dá um vislumbre do que acontecerá naquele Dia, mas a situação de letargia com que muitos se encontram parece amortizar a mente do “dia de obscuridade e densas trevas, dia de nuvens e negridão!” (Jl.2:2). Para os salvos será um glorioso dia, mas para os ímpios, dia de assombro, dor e medo arrebatador (v.8). Se todos os que professam a fé adventista fizessem ideia da grande destruição que sobrevirá (v.9), o compromisso com a pregação do evangelho seria bem maior e não desejariam que este Dia chegasse a menos que tivessem esgotado todas as forças fazendo a vontade de Deus na obra de salvação.
Deus nos chama a um serviço que os anjos celestes desejariam realizar. A obra inicial deve acontecer em cada lar e dali para o mundo. O inimigo tem atacado as famílias e tornado muitas casas em palco de maldições. Se como pais fizéssemos ideia da missão que nos foi confiada, quão diferente seria a realidade com a qual estamos sendo obrigados a conviver. O caráter mal construído nos filhos, a ausência dos pais e a falta de tempo e interesse no ministério do lar, negligenciando o plano original do Criador, tem deixado fora da “arca” muitas famílias. Lembremos de Noé. Considerado por muitos como um evangelista fracassado, Noé conseguiu a façanha de entrar na arca com toda a sua família, mesmo em face de uma geração corrompida e cruel: “Disse o Senhor a Noé: Entra na arca, tu e toda a tua casa, porque reconheço que tens sido justo diante de Mim no meio desta geração” (Gn.7:1).
Um povo está sendo preparado pelo Senhor, tanto para recebê-Lo com poder e grande glória, como para suportar a destruição que sobrevirá a este mundo. E esse preparo deve ser iniciado em cada lar, como declara Ellen White: “Os pais negligenciam demais seus deveres domésticos. Não preenchem o padrão bíblico. Mas àqueles que abandonam seus lares, cônjuges e filhos, Deus não confiará a obra de salvar vidas, pois eles têm se demonstrado infiéis a seus sagrados votos. Têm-se revelado infiéis às sagradas responsabilidades. Deus não lhes confiará riquezas eternas” (CPB, Conduta Sexual, p.31).
Deus nos chama para uma missão mais elevada dentro de nossa casa, especialmente às mães. “As crianças precisam do olhar vigilante das mães”, reforça a irmã White, “O Senhor não a chamou a negligenciar seu lar, esposo e filhos” (Idem, p.29). O que acontecerá no grande Dia do Senhor envolve dois resultados: de sofrimento ou de alegria. Para qual dos dois temos nos preparado e preparado nossos filhos? Por mais louváveis que sejam as suas atividades, inclusive as religiosas, elas nunca podem se sobrepor à santa e sagrada obra do lar. Estamos mui perto do Dia em que a terra e os céus serão abalados (Mt.24:29) e precisamos nos entregar diariamente à oração e ao exame das Escrituras, para que não sejamos participantes do mesmo destino de Babilônia (v.19; Ap.18:4).
Jesus nos convida hoje: “Segue-Me” (Mt.9:9), para que, por Sua graça, façamos parte do seleto grupo que dEle ouvirá: “Muito bem, servo bom e fiel” (Mt.25:21). Como você tem administrado o seu tempo em família? Ore e peça ao Espírito Santo que lhe dê sabedoria para ser um missionário (ou uma missionária) primeiramente em seu lar. Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo do advento!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías13 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 13 – Nem bem ainda estabelecera, o império babilônico recebe uma profecia de destruição. Nesse contexto, Babilônia crescia, enquanto a Assíria progredia. Mas de ambas, Deus já sabia o futuro.
Babilônia, na Bíblia, ganhou significados titânicos. Das terras de Sinear, da antiga cidade de Ninrode, construtor da Torre de Babel, ergue-se a megalomaníaca Babilônia dos caldeus. Babilônia nasce das lamas do dilúvio motivada pela rebelião às ordens de Deus (Gênesis 9:1; 10:8-11; 11:1-9).
O termo “Babilônia” é mencionado na Bíblica quase 300 vezes, só perde para Jerusalém das cidades mais citadas. Essas duas cidades se opõem nas páginas da história sagrada.
A cidade projetada para frustrar os planos divinos, que buscava unidade e poder político-religioso, construída por homens pretendendo alcançar o céu, recebe uma profecia divina da parte de Isaías (v. 1):
1. Babilônia seria atacada, e o próprio Deus seria o regente dos exércitos que a atacariam. Ele mesmo deu ordem, chamou valentes para executarem Sua ira. Ele é o Senhor dos exércitos (vs. 2-4).
2. A ira de Deus contra a Babilônia antiga vai além de sua conquista em 539 a.C. Atinge a escatologia apocalíptica. A Babilônia literal é símbolo da profética Babilônia espiritual como consta em Apocalipse – envolvendo “toda a terra” (vs. 5-8; Apocalipse 17, 18 e 19).
3. As convulsões cataclísmicas nos astros siderais antecedem ao grande dia do Senhor; ou seja, elas apontam para a majestosa segunda vinda de Cristo em glória. Será o fim do mundo – da Babilônia – para os perversos, e a salvação para os conversos (vs. 9-16; Joel 2:30-32; Mateus 24:29-31; Apocalipse 6:12-17; 16:12-21).
4. A destruição de Babilônia será a libertação do povo de Deus. O caos inabitável em que “a joia dos reinos, a glória e o orgulho dos caldeus” se transformaria é símbolo do que se tornará a terra imediatamente à ascensão dos salvos com Cristo (vs. 17-22; I Tessalonicenses 4:16-17; Apocalipse 20:1-15).
Os medos e persas foram despertados por Deus para invadir a opulenta Babilônia. A profecia se cumpriu como Isaías previu, e a Babilônia histórica não existe mais conforme Deus revelou. Assim, temos certeza que o que falta cumprir se cumprirá. Portanto, creiamos e preparemo-nos para o que a Bíblia revela para o futuro próximo!
Viva com esperança! Deus é Soberano! – Heber Toth Armí
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 12 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 12 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
ISAÍAS – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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1. Graças te dou, ó SENHOR. Este capítulo é um salmo de ação de graças, uma continuação apropriada do capítulo anterior, no qual o Messias liberta os justos das mãos dos opressores.
2. Deus é a minha salvação. No tempo da invasão de Senaqueribe, foi Deus que salvou Seu povo, nãos os muros que cercavam Sião ou os exércitos de Judá (Is 37:33-36). Nos últimos dias, o remanescente fiel será salvo do poder do inimigo pelas mãos do Senhor.
4 Tornai manifestos os Seus feitos. O povo de Deus é encorajado a relembrar as misericórdias divinas e a contar a outros as bênçãos recebidas. Se houvesse mais louvor entre o povo de Deus haveria menos desânimo e crítica. O ser humano falha em não relembrar as misericórdias do Céu e, com isso, tende a se esquecer de Deus (Rm 1:21-23) e a se demorar nos erros de seus irmãos.
5 Coisas grandiosas. Incontáveis são os atos de misericórdia da parte de Deus para com Seus filhos. Então, por que não relembrá-los e cantar louvores ao Senhor por Suas misericórdias? Cantar afasta o desânimo, o medo e a tentação e fortalece contra os ardis do diabo.
6 O Santo de Israel. O profeta não representava um Deus distante, que Se encerra num Céu santo, mas um Deus que habita com Seu povo (Is 57:15; 66:1, 2). O fato de Deus estar com Seu povo – Emanuel, “Deus conosco”- era a mensagem da vida do profeta e de suas palavras (ver Is 7:14; 8:8, 10). Os que foram libertos do pecado interior e dos inimigos exteriores (ver com. do v. 1) não podem permanecer em silêncio. Não é suficiente pensar que só no futuro, sobre o mar de vidro, será o momento de se unir ao cântico dos remidos. É nosso privilégio nesta vida alçar a voz e cantar, com a alegria e paz do Céu no coração. Este hino de louvor (Is 12) conclui o que é chamado de “Livro de Emanuel” da profecia de Isaías.
Fonte: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.4.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/12
“Alegrem-se sempre no Senhor. Novamente direi: alegrem-se!” Filipenses 4:4 NVI.
Amo cantar e acho difícil me sentir triste ou deprimida quando ergo minha voz em louvor a Jesus. Quando concentro meus pensamentos em Deus e O louvo pela beleza ao meu redor, isso ilumina o meu dia. Só de passar algum tempo olhando as flores que desabrocham em meu jardim ou os passarinhos que vêm à minha janela traz alegria ao meu coração.
“Abrimos para nós mesmos as comportas da infelicidade ou da alegria. Se permitimos que a mente se nos absorva com as aflições e as mesquinharias da Terra, o coração encher-se-nos-á de incredulidade, sombras e maus pressentimentos. Se fixarmos as afeições nas coisas que são de cima, a voz de Jesus nos falará ao coração, silenciarão as murmurações, e os pensamentos aflitivos se desvanecerão em louvores a nosso Redentor.” Conselhos aos Professores, Pais e Estudantes, p. 234
Treine seus olhos para procurar pela beleza ao seu redor, em vez de se concentrar no mundo feio e pecaminoso. Isso manterá seus olhos focados em Deus e em Sua misericórdia amorosa. Declare aos outros como Deus tem conduzido a sua vida. Comece um diário para anotar as orações e como Deus trabalhou em sua vida. Então, durante os dias de desânimo, você pode ler essas bênçãos e novamente confiar em Jeová, nossa força e nosso cântico.
Cheri Holmes
Enfermeira alto padrão
Lynden, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=937
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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“Cantai louvores ao Senhor, porque fez coisas grandiosas; saiba-se isto em toda a terra” (v.5).
Um coração agradecido, cheio de louvor, entende que a sua principal motivação não deve ser o que Deus faz, mas o que Deus é. Ao chamar Moisés para a grande obra de sua vida, este temeu por sua incapacidade e pela rejeição do povo. Então, ao pedir que o Senhor revelasse o Seu nome, ouviu a seguinte declaração da boca de Deus: “EU SOU O QUE SOU” (Êx.3:14). Ou seja, Deus é Aquele que subsiste pelo Seu próprio poder. O verso cinco não se trata de uma contradição a tal pensamento, mas uma confirmação de que é Ele quem realiza todas as coisas em favor daqueles que O buscam, o “restante do Seu povo” (Is.11:11).
Creio que o grande desafio da fé é crer que DEUS É. Que Deus não tem a salvação, “Deus é a minha salvação… Ele se tornou a minha salvação” (v.2). Que Deus não tem a força, “o Senhor Deus é a minha força” (v. 2). Deus não tem a grandeza, mas “grande é o Santo de Israel no meio de ti” (v.6). Compreendem? Se Deus não for o EU SOU em nossa vida, corremos o risco de viver uma fé baseada apenas em condições favoráveis, ignorando que neste mundo também passamos por aflições (Jo.16:33). Apesar da grande tribulação sofrida pelo povo, Deus consolaria o Seu remanescente. Para um cristão verdadeiro, as provações não são obstáculos que o afastam de Deus, mas são degraus que o fazem chegar mais perto dEle, como está escrito: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3).
Em João, capítulo oito, Jesus declarou por três vezes: “EU SOU”, e de forma clara afirmou ser o mesmo Deus que falou com Moisés na sarça ardente. O nosso louvor e adoração deve ser ao único Deus: “Aquele que É, que ERA e que HÁ de vir” (Ap.1:8). E a nossa adoração deve ser conhecida “em toda a terra” (v.5). Temos o privilégio de sermos atalaias do Deus Todo-Poderoso e permitirmos que o poder atuante e constante do Espírito Santo faça de nossa vida um cântico de louvor ao Senhor para que o último sinal que antecede a volta de Jesus seja cumprido: “E será pregado este evangelho do Reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
Seja a minha e a sua vida um cântico de louvor em testemunho ao Deus EU SOU, e certamente faremos parte, “naquele dia” (v.4), do grupo de salvos que entoará o cântico de abertura dos portais da eternidade! “Exulta e jubila, ó habitante de Sião, porque grande é o Santo de Israel no meio de ti” (v.6)! Vigiemos e oremos!
Bom dia, “habitante de Sião”!
* Oremos para que o Espírito Santo nos ensine a sempre ter um cântico no coração.
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 12 – A verdadeira religião produz salvação para quem está sentenciado à condenação. A libertação, obviamente, produzirá alegria e adoração.
“Este capítulo 12 é uma conclusão poética da primeira grande divisão do livro de Isaías […]. É uma conclusão apropriada das mensagens dos primeiros onze capítulos, e especialmente de 11:1-10. Expressa com força e clareza a esperança do profeta de que Israel, apesar da sua infidelidade como nação, tem um grupo dos fieis ao Santo de Israel que cumprirá a sua missão messiânica” (A. R. Crabtree).
Tanto no capítulo anterior, como neste, percebe-se o plano de Deus contemplando toda a terra. Portanto, “Isaías revela que o Messias é um grande missionário de Deus, que deseja se tornar um ponto de ligação não só para seu povo escolhido, mas para todo o mundo” (Comentário Bíblia de Estudo Andrews).
“O cântico apresenta-se em duas porções. Os versos de 1 a 3 expressam a gratidão individual, talvez da assembleia congregada no culto. Os versos 4 a 6, no plural, falam da gratidão ao Senhor, e da proclamação das suas grandes obras em toda a terra” (Crabtree).
Jesus disse: “E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo” (João 12:32).
Jesus é o Messias, o Salvador da humanidade. Assim como Israel seria restaurado, pecadores são salvos da escravidão resultantes do pecado. Quem realmente experimenta a graça do plano da salvação, exulta em louvor e adoração: Gratidão a Deus inunda o coração do pecador.
• Prevendo a futura libertação do pecado e suas consequências, o profeta declara como reagirá o povo de Deus e até mesmo o que dirá quando experimentar a salvação (v. 1);
• Os salvos reconhecem que a salvação não está fundamentada em coisas ou filosofias, mas em uma pessoa, o Messias – O Senhor é força, salvação e cântico do condenado pecador. A música comum difere do louvor ao Senhor! (v. 2);
• Os miseráveis pecadores resgatados exploram as bênçãos da conversão. Os salvos são beneficiados com o refrigério espiritual e se tornam fontes de bênçãos aos outros (vs. 3-4);
• Quem experimenta realmente o milagre da graça em sua vida desgraçada, proclamará alegremente ao mundo os divinos atos salvíficos (vs. 5-6).
A presença de Deus é nossa única esperança (v. 6)! Com tal mensagem, resta-nos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 11 – Primeiro leia a Bíblia
ISAÍAS 11 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ
COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)
COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)
VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)
VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)
VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)
VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/11
Há muito que podemos descobrir neste capítulo poderoso em que Isaías profetiza a respeito da vinda do Messias e da paz que caracteriza o Reino dos Céus. Mas há uma descrição fascinante acerca da justiça de Deus nos versículos 3 e 4. O Messias é descrito como um Juiz que não depende do que vê com os olhos ou ouve com os ouvidos.
Nos tribunais, juízes e júris ouvem testemunhas dizerem o que viram e ouviram, mas aqui Deus toma suas decisões com base na “retidão” e na “justiça”. Enquanto os destinos terrestres são selados pelos sentidos, Deus vê muito mais profundamente – Ele conhece a pessoa, quem ela foi, quem ela é e o que ela será. Quando se trata de lei, Ele estabelece o padrão e sempre toma a decisão certa.
No reino dos céus, os animais que consideramos perigosos estão em paz com os animais que vemos como pacíficos. Um lobo está em paz com um cordeiro, um leão com um bezerro, até mesmo uma criança com uma víbora. Essas são combinações mortais na terra, mas servimos a um Deus que é um juiz justo, e até mesmo transforma inimigos em amigos.
Michael Peabody
Diretor da ReligiousLiberty.TV
Los Angeles, California, EUA.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=936
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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“Não se fará mal nem dano algum em todo o Meu santo monte, porque a Terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (v.9).
De tudo o que o homem pode conquistar, certamente a busca pelo conhecimento intensifica as realizações. Quanto mais se obtém conhecimento acerca de algo, mais aumentam as oportunidades de crescer e de colher os resultados almejados. De nada adianta, porém, conhecer e não praticar. A teoria aliada à técnica aperfeiçoa e revela a nossa capacidade e constante necessidade de aprender.
Como alunos na escola de Cristo, precisamos conhecê-Lo a fim de estreitar de tal forma o nosso vínculo com Ele a ponto de como Pedro declararmos: “Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que Tu és o Santo de Deus” (Jo.6:68-69).
É importante lembrar que o apóstolo Pedro fez essa declaração quando ainda no início de sua vida cristã. Ele havia compreendido que a sua vida não fazia sentido sem Jesus e que andar com Ele e dEle aprender poderia até frustrar seus planos terrenos; ele descobriria também quão débil era a sua fé e quão sujo o seu coração, mas quão maravilhosa é a graça imerecida que o levou a suportar os açoites deste mundo a fim de lograr a coroa da vida. De um homem rude e impetuoso, a um evangelista e líder piedoso, Pedro foi brilhando mais e mais avistando, pela fé, a consumação do dia perfeito (Pv.4:18). Com os olhos fitos em Jesus, despido de sua arrogância e ruins suspeitas, cheio do “Espírito do Senhor” (v.2), ele compõe a lista dos que serão ressuscitados e recolhidos “desde os quatro confins da Terra” (v.12) na gloriosa volta de Jesus.
Fomos criados e formados com a necessidade intrínseca de conhecer a Deus, pois Ele “pôs a eternidade no coração do homem” (Ec.3:11). Sendo assim, o conhecimento das Escrituras deve refletir em nós o desejo profundo de nos encher de Deus e da beleza de Sua santidade. É o esforço humano aliado ao poder do Espírito Santo que nos impulsiona em nossa jornada cristã, nos faz querer estar mais perto de Cristo e vivifica o nosso desejo de habitar na morada gloriosa (v.10). Certa vez ouvi um experiente ferreiro dizer que apenas olhando para o seu pai e prestando atenção no que ele fazia, que aprendeu o seu ofício. Jesus declarou: “E a vida eterna é esta: Que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Olhar para Jesus, o “rebento” do “tronco de Jessé” (v.1), é a chave da vitória que nos levará para a terra em que “o lobo habitará com o cordeiro” (v.6) e “o leão comerá palha como o boi” (v.7).
Jesus é o estandarte para onde devem afluir todos os povos (v.10). Todos são convidados à salvação e a experimentar a fragrância de uma vida movida pelo Espírito excelente (v.2). Nas palavras de Cristo e nas atitudes que revolucionaram aquela geração e alvoroçaram o cenário religioso da época, encontramos a plenitude do conhecimento de Deus aliada ao perfeito altruísmo. Jamais rejeitaremos o que o mundo oferece se não olharmos para Aquele que nos oferece um mundo melhor. Jamais conheceremos Jesus se não estivermos dispostos a viver como Ele viveu: “Assim como o Pai, que vive, Me enviou, e igualmente Eu vivo pelo Pai, também quem de Mim se alimenta por Mim viverá” (Jo.6:57).
Ergamos a nossa cabeça para o céu enquanto curvamos o nosso coração ante a Majestade Celeste! A nossa redenção se aproxima, quando o Senhor “julgará com justiça os pobres e decidirá com equidade a favor dos mansos da Terra… e com o sopro dos Seus lábios matará o perverso” (v.4). Conhecer a Jesus e praticar as Suas obras é tudo de que necessitamos. Então, perceberemos que mais do que um lar glorioso, um lugar de paz e de alegria, aguardamos ansiosos pelo encontro face a face com o nosso Senhor e Salvador; que amamos a Sua vinda não somente pelo que Ele prometeu, mas porque não vemos a hora de abraçar Aquele que não desistiu de nos procurar. Permita que o Espírito de Cristo repouse sobre a sua vida e Ele lhe conduzirá por “caminho plano” (v.16) até o pleno conhecimento de Deus (v.9). Vigiemos e oremos!
Bom dia, mansos da Terra!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Isaías11 #RPSP
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