Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 58 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2020, 0:50
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1124 palavras

1 Clama a plenos pulmões. Em Isaías 57:15 a 21, o profeta apresenta a mensagem celestial de reconciliação e paz. No cap 58, ele fala sobre o que constitui o arrependimento e o que é essencial para que as bênçãos prometidas sejam derramadas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 324.

Ainda Me procuram dia a dia. Exteriormente, a nação de Judá professava seguir o Senhor, mas o coração estava longe dEle. As pessoas se apegavam a formas externas da religião e negligenciavam seus princípios básicos. Jejuavam e oravam, observavam o sábado e as festas sagradas, apresentavam ofertas no templo e participavam das assembleias solenes, ao mesmo tempo em que se envolviam com toda forma de iniquidade (Is 1:11-15). CBASD, vol. 4, p. 325.

Por que jejuamos … ? A hipocrisia permeava a vida religiosa (ver com. de Mt 6:2). Eles pensavam que recebiam a aceitação de Deus por meio da aflição física. … Esqueceram-se de que a essência da verdadeira religião é o exercício da justiça, misericórdia e humildade (Mq 6:8; ver com. de Is 57:15). CBASD, vol. 4, p. 325.

Cuidais dos vossos próprios interesses. As pessoas jejuavam porque queriam assim obter a aprovação divina. Não compreendiam o significado espiritual do jejum e da observância do sábado, e criam que cumprir as formas de religião lhes permitia satisfazer as próprias paixões e oprimir o pobre e o desamparado. CBASD, vol. 4, p. 325.

Exigis que se faça todo o vosso trabalho. Literalmente, “oprime todos os vossos trabalhadores” (ver Lv 19:13; Tg 5:4). CBASD, vol. 4, p. 325.

Para contendas e rixas. As formas do jejum eram religiosamente seguidas, mas o espírito do verdadeiro jejum (ver v. 6)  havia se perdido. Práticas rigorosas serviam apenas para causar irritação. O jejum conforme ordenado por Deus (v. 6) teria resultado num viver virtuoso. CBASD, vol. 4, p. 325.

Seria este o jejum … ? Eles jejuavam apenas para garantir o favor de Deus e assegurar a aprovação de seus atos maus, como se a abstinência de alimento fosse mais importante para Deus do que se afastar da iniquidade (ver com. de Mt 6:16). CBASD, vol. 4, p. 325.

Que soltes as ligaduras. O verdadeiro jejum foi designado para purificar as inclinações e reformar a vida. Mas, entre os judeus, as práticas religiosas tinham se tornado um manto para ocultar a opressão dos fracos, o roubo às viúvas e aos órfãos, e todas as formas de suborno, engano e injustiça (Is 1:17, 23; Os 4:2; Am 2:6, 3:10; 4:1; 5:11; 8:4-6; Mq 6:11, 12). O verdadeiro propósito da religião é libertar o ser humano dos fardos do pecado, eliminar a intolerância e a opressão e promover justiça, liberdade e paz. Deus queria que Seus filhos fossem livres, mas os líderes de Israel os estavam convertendo em escravos e mendigos. CBASD, vol. 4, p. 325. [Destaque acrescido].

Repartas o teu pão. A verdadeira religião é prática. Sem dúvida, inclui os ritos e as cerimônias da igreja, mas é na atitude perante o próximo que se manifesta a presença ou a ausência da verdadeira religião. Não é tanto uma questão de se abster do alimento quanto o é de compartilhar o alimento com o faminto. A bondade na prática é o único tipo de religião reconhecida no juízo final (Mt 25:34-46). CBASD, vol. 4, p. 325.

Tua cura. O que se faz para o bem de outros resulta em benefício para si mesmo. CBASD, vol. 4, p. 325.

Tua retaguarda. Quando são trilhados os caminhos que Deus escolhe, pode-se ter a certeza de Sua presença e proteção. CBASD, vol. 4, p. 326.

Se tirares do meio de ti o jugo. Com crítica, censura, fofocas e insinuações, muitas pessoas tornam o fardo do próximo quase insuportável. Muitos cristãos são esmagados e enviados à sepultura desanimados e derrotados por terem sido objeto de escárnio de de outros cristãos. Deus não pode Se aproximar de Seu povo enquanto este estiver ocupado em criticar e oprimir o próximo. CBASD, vol. 4, p. 326.

10 Se abrires a tua alma ao faminto. Isto é, ter interesse pessoal. Se a igreja vivesse à altura de suas oportunidades e responsabilidades, se seus membros fossem cristãos tanto em espírito como no nome, logo se cumpriria a missão, e o Senhor voltaria em glória. Vidas de serviço egoísta afastam a luz da glória de Deus (ver Is 9:2; 60:1, 2). CBASD, vol. 4, p. 326. [Destaque acrescido.]

11 O SENHOR te guiará. Para ser guiada por Deus, a pessoa deve primeiramente abandonar o eu e se entregar por completo à obra do Mestre. Deus não pode guiar os obstinados, convencidos e egoístas. CBASD, vol. 4, p. 326.

Fartará a tua alma até em lugares áridos. Em tempos de aridez espiritual, Deus promete refrigério aos que buscam com sinceridade ser uma bênção ao próximo. CBASD, vol. 4, p. 326.

12 Os teus filhos edificarão as antigas ruínas … serás chamado restaurador de brechas. Aqui se descreve uma grande obra de reavivamento, reforma e restauração. Havia uma brecha no muro, devido à falta da prática da verdadeira religião (v. 3-5). CBASD, vol. 4, p. 326.

13 Desviares o pé. A obra de restauração deve começar com um reavivamento da verdadeira observância do sábado, cuja essência é a comunhão com Deus e recordação do Seu poder criador, no dia que Ele tornou sagrado. … Nunca foi o propósito divino que o sábado fosse um fim em si mesmo, mas um meio pelo qual o ser humano pudesse se familiarizar com o caráter e os propósitos do Criador (ver com. de Êx 20:8). CBASD, vol. 4, p. 326.

Teus próprios interesses. A essência do pecado é o egoísmo; fazer o que se deseja, sem levar em consideração a Deus ou ao próximo. O sábado dá ao ser humano a oportunidade de subjugar o egoísmo e cultivar o hábito de fazer o que agrada a Deus (1Jo 3:22) e que contribui para o bem-estar de outros. Quando compreendido e observado corretamente, ele se torna a chave para a felicidade do ser humano tanto aqui quanto no porvir. A verdadeira observância do sábado conduzirá à reforma descrita em Isaías 58:5 a 12. Os que não participam do espírito do sábado como Deus ordenou não percebem o que estão perdendo. O sábado é uma das maiores bênçãos do Criador aos seres criados. CBASD, vol. 4, p. 326, 327.

Deleitoso. Os que consideram o sábado uma carga não descobriram seu verdadeiro significado e valor. A mera observância do sábado tem pouco valor. CBASD, vol. 4, p. 327.

E o honrares. Eis a prova decisiva para se determinar o que é certo e apropriado fazer no sábado: Isso honra a Deus? Toda atividade cujo objetivo seja aprender mais dos caminhos, do caráter, das obras e da vontade do Criador, ou que seja um canal pelo qual Seu amor pode alcançar o coração e a vida do próximo, é sem dúvida, uma honra a Deus. CBASD, vol. 4, p. 327.

14 Então, te deleitarás. Os que fazem do sábado o que Deus planejou que ele fosse têm comunhão íntima com Ele.  CBASD, vol. 4, p. 327.

Os altos da terra. Promete-se prosperidade material e espiritual a que de coração toma parte no espírito do sábado (ver com. de Mt 6:33). CBASD, vol. 4, p. 327.



ISAÍAS 58 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
18 de outubro de 2020, 0:45
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“Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável” (v.12).

A prática do jejum era muito comum no antigo Israel. Encontramos a primeira referência ao jejum na Bíblia quando Moisés subiu ao monte para receber as segundas tábuas da Lei, e “ali, esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água; e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as dez palavras” (Êx.34:28). O primeiro jejum bíblico, portanto, estava intimamente relacionado com os mandamentos de Deus, e antecedeu o momento em que a pele do rosto de Moisés “resplandecia, depois de haver falado com Deus”, de forma que “pôs um véu sobre o rosto” (Êx.34:29 e 33). Uma experiência marcante que assinalou o recomeço de um povo chamado para iluminar o mundo com a glória do Senhor.

Também encontramos outra experiência marcante sobre o jejum, quando o profeta Elias fugiu da ira de Jezabel e, após ser alimentado com a água e o pão do Céu, “com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus” (1Rs.19:8). O próprio Jesus experimentou o jejum, quando “foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo”, onde jejuou “quarenta dias e quarenta noites” (Mt.4:1 e 2). Há três semelhanças especiais nestes três jejuns que gostaria de destacar:

1. Todos estavam no deserto;
2. Todos jejuaram durante quarenta dias e quarenta noites;
3. Todos subiram em um monte;

A abstinência no comer e no beber, porém, não é um fim em si mesma. Moisés subiu ao monte e ali permaneceu abstinente porque Deus o levou para lá e o sustentou pelo Seu poder. Elias caminhou tantos dias sustentado pelo alimento e bebida do Céu. Mas o nosso Salvador foi o único cujo relato diz que “teve fome” (Mt.4:2) e ainda teve de enfrentar os dardos inflamados do Maligno. Ele não teve a sua face resplandecendo como a de Moisés. Ele não ouviu a voz de Deus como Elias ouviu na caverna. Mas, sustentado pelo trio espiritual da fé: Jejum, oração e a Palavra de Deus, “O deixou o diabo, e eis que vieram anjos e O serviram” (Mt.4:11).

Amados, o que o profeta Isaías escreveu e que “a plenos pulmões” (v.1) teve de clamar, é a essência que envolveu esses três jejuns especiais: o amor e a fidelidade a Deus. A fé operante de Moisés, de Elias e de Cristo se fundem para nos dizer que o verdadeiro jejum está em fazer a vontade do Pai. Não foi sem razão que na transfiguração de Jesus, em “um alto monte… apareceram Moisés e Elias, falando com Ele” (Mt.17:3). O jejum não é um botão que acionamos para que os nossos desejos sejam realizados e nem tampouco um instrumento de penitência. O jejum aceitável a Deus é aquele que nos eleva ao monte da comunhão para de lá descermos iluminados de santa consagração a fim de sermos uma bênção para os nossos semelhantes.

Moisés foi usado por Deus para lembrar o povo dos mandamentos que haviam esquecido, inclusive o mandamento do sábado: “Considerai que o Senhor vos deu o sábado” (Êx.16:29). “Elias restaurou o altar do Senhor, que estava em ruínas” (1Rs.18:30). Jesus declarou e viveu estas palavras: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mt.5:17). O capítulo de hoje é um clamor para que possamos viver esta real experiência com Deus e, por meio dela, nossos filhos façam parte da geração que edificará “as antigas ruínas” (v.12). Um clamor para que vivamos o evangelho prático, que mesmo seja o deserto o último lugar de nossa existência, ou a experiência de alguns dias, confiemos de que, se perseverarmos, o Senhor converterá o deserto em “um jardim regado e… um manancial cujas águas jamais faltam” (v.11).

Quer receber a força do alto para superar os desertos de sua vida? Então, suba ao monte da comunhão e desça de lá para ser uma bênção. Uma vida consagrada a Deus e ao próximo, eis o verdadeiro jejum. E não há dia mais oportuno para isso do que o sábado, pois “é lícito, no sábado, fazer o bem” (Lc.6:9). Ou seja, fazer do sábado um dia de cura e salvação está em conformidade com a Lei de Deus e nos leva a gozar das bênçãos celestiais, “porque a boca do Senhor o disse” (v.14). Não perca o privilégio de experimentar este jejum que restaura, liberta e promove a verdadeira paz. “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9). Entra no descanso do teu Senhor, e Ele “fartará a tua alma até em lugares áridos” (v.11). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, reparadores de brechas e restauradores de veredas!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías58 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 58 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 58 – Meras formalidades, rituais externos, cultos mecânicos, cerimônias vazias de significados, louvor de boca para fora, indiferença no momento da pregação, despreparo na apresentação da mensagem bíblica, falta de espiritualidade fora da igreja, hipocrisia, e muito mais – diversos tipos de práticas religiosas desprovidas da aprovação divina.

Orar, jejuar, dizimar e até guardar o sábado sem um real relacionamento e submissão exclusiva a Deus durante as 24 horas, dos sete dias das 52 semanas do ano, é inaceitável ao Soberano do Universo.

Deus disciplina Seus filhos para que eles cresçam, amadureçam e aprendam a viver a religião corretamente. O propósito de Deus era que os judeus voltassem do exílio babilônico com uma visão mais abrangente do que significava ser verdadeiramente religioso conforme Seus conceitos.

Muitas vezes, precisamos ser disciplinados por Deus. “O exílio desmonta nossas perspectivas complacentes, e nos capacita a perceber que a restauração pode ser encontrada somente no caráter oculto de Deus, bem longe de nosso pragmatismo e controle… O exílio pode também nos preparar ao longo do caminho para recebermos benefícios sem precedentes” (James Houston).

O capítulo em pauta ensina-nos muitas coisas importantíssimas:
• Se Deus não revelar por meio de Seus servos os nossos pecados pelo poder do Espírito Santo, muito dificilmente reconheceremos nossos pecados e transgressões (v. 1).
• Deus mostra que práticas espirituais, como jejum, com interesses egoístas, não resultam na submissão que Deus espera dos Seus filhos (vs. 2-3).
• Os que utilizam a religião para subestimar ou dominar aos outros, ou mesmo praticam alguns rituais para maquiar suas contendas, rixas e arrogâncias, não serão aceitos por Deus (v. 4).
• Mais que usar a religião como máscara, precisamos de relacionamento com Deus que gere transformação, mudança de vida, atitude e comportamento visíveis (vs. 5-7).
• Religião com resultados reais e extraordinários é aquela que brota do coração influenciado por Deus para representar Seu amor numa sociedade decadente (vs. 8-12).
• Guardar o sábado é insuficiente para Deus, precisamos saber como viver as 24 horas de cada sábado. Sucesso, bênçãos e proteção terão aqueles que honrarem ao Criador de fato e de verdade no santo dia instituído pelo próprio Legislador (vs. 13-14).

Há muitos religiosos absolutamente enganados! Este capítulo deveria ser muito estudado e propagado.

“Senhor, disciplina-nos para aprender – se for necessário! Reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 58 – Comentário de Aleta Bainbridge by Jeferson Quimelli
18 de outubro de 2020, 0:30
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O “verdadeiro jejum”, a adoração que agrada a Deus, será revelado na maneira como tratamos os outros (v. 6-12). É marcado pelo arrependimento genuíno e por vidas transformadas. As pessoas param de brigar e de explorar os fracos. A autoindulgência e a ganância são substituídas por generosidade de espírito e pelo cuidado dos pobres e dos que sofrem.

Vidas generosas como essas agradam a Deus e liberam as bênçãos que Ele está ansioso para conceder.

Quando procedemos assim tornamo-nos canais através dos quais as bênçãos da aliança de Deus fluem para os outros. Tornamo-nos locais de descanso e fontes de água para almas cansadas e sedentas. Tornamo-nos restauradores de vidas quebradas, no sentido literal e no sentido espiritual. O amor de Deus revelado em nossas vidas atrai o coração das pessoas para os caminhos antigos da verdadeira adoração e restaura a confiança em Deus e Suas leis.

Isaías destaca como a correta observância do sábado favorece essa experiência de regozijo no relacionamento com Deus que nos leva a tratar bem ao nosso irmão.

O descanso sabático é muito mais do que obedecer a letra da lei. Envolve entrega total a Deus e completa confiança em Sua obra por nós como Criador e Redentor. Os adoradores que experimentam essa dimensão espiritual do sábado desfrutam de intimidade com Deus e alcançam vitórias sobre suas falhas de caráter. E, por viverem numa atmosfera de paz e felicidade, desfrutam de relacionamentos agradáveis uns com os outros. O descanso sabático faz parte do verdadeiro jejum espiritual.

Aleta Bainbridge
Associação da Grande Sydney, Austrália

 

Postado em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2017/07/17/

Texto integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/04/23/



ISAÍAS 57 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
17 de outubro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 57 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 57 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ISAÍAS 57 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUÁREZ(link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



ISAÍAS 57 by Jobson Santos
17 de outubro de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/57

Que maior conforto poderia haver para aqueles cujos entes queridos foram arrebatados pelo grande inimigo, a Morte, do que os versos 1 e 2 deste capítulo! O Soberano do Universo está totalmente no controle da vida e da morte em todos os momentos: “Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu: Tempo de nascer e tempo de morrer…” (Ec 3:1 NVI)

Além disso, os filhos de Deus nunca morrem sozinhos e sua morte nunca é desprovida de sentido. Ele os tira do reino “agora, mas ainda não” deste mundo com seu pecado, sofrimento e agonia. Eles dormem pacificamente até serem despertados para ver seu Senhor vindo nas nuvens do céu para inaugurar o tão esperado Reino da Glória. Que esperança! Que conforto para o povo de Deus!

Não é apenas na hora da morte que os ‘justos’ encontram paz. Os filhos do Servo Sofredor vivem continuamente numa atmosfera de paz e louvor (v. 19) que o mundo não pode dar ou compreender.

Por qual razão uma pessoa dotada de raciocínio escolheria viver fora do Reino de Deus repleto de Paz?

Aleta Bainbridge
Coordenadora do projeto “Parceiros de Ministério”
Associação da Grande Sydney, Austrália

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=982
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ISAÍAS 57 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
17 de outubro de 2020, 0:50
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854 palavras

1 Perece o justo. Este capítulo dá continuidade, sem interrupção, à linha de pensamento introduzida em Isaías 56:9. Alguns observam que esta seção descreve as circunstâncias da primeira parte do reinado de Manassés (ver vol. 2 [CBASD], p. 72). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 321.

São arrebatados antes que venha o mal.   Isaías se consola com o pensamento de que, em momentos como os descritos neste capítulo, a morte dos justos os livra de males maiores, que lhes sobreviriam caso continuassem vivos. CBASD, vol. 4, p. 321.

2 Descansem no seu leito. Os justos encontrariam paz e descanso na morte. CBASD, vol. 4, p. 321.

3 Descendência. Isaías exorta os obreiros da iniquidade a se aproximar e ouvir a palavra do Senhor. A Bíblia, muitas vezes, refere-se a homens como “filhos” daqueles cujas práticas imitam (Jo 8:39, 41, 44). CBASD, vol. 4, p. 321.

4 De quem chasqueais? Os ímpios zombavam dos justos e os ridicularizavam. CBASD, vol. 4, p. 321.

5 Que vos abrasais na concupiscência junto aos terebintos. Literalmente “aqueles que se inflamam entre os carvalhos”. … Isaías faz uma descrição vívida das orgias que se praticavam nos ritos religiosos dos cultos de fertilidade da época (ver vol. 2[ CBASD], p. 20-23). CBASD, vol. 4, p. 321.

Sacrificais os filhos. Os judeus apóstatas aos quais Isaías se dirige também eram culpados de oferecer sacrifícios humanos (ver com. de Lv 18:21; 20:2; cf. 2Rs 16:3, 4; 2Cr 28:3; …). Esta prática horrível era realizada, às vezes, no vale de Hinon, ao sul de Jerusalém (2Rs 23:10; Jr 7:31; 19:5, 6). . CBASD, vol. 4, p. 321.

6 Pedras lisas dos ribeiros. Isaías repreende os judeus por outro ato idólatra: a adoração de colunas de pedra, como as adoradas pelos pagãos. Essas colunas eram ungidas com azeite e consideradas divinas (ver com. de Gn 28:18). CBASD, vol. 4, p. 321.

Contentar-Me-ia Eu com estas coisas? As práticas idólatras tinham provocado a ira de Deus. Como poderia se acalmar com elas (cf. Jr 5:7, 9)? CBASD, vol. 4, p. 321.

7 Pões o teu leito. A metáfora é apropriada porque a idolatria era considerada como adultério espiritual, e as formas mais degradantes de imoralidade faziam parte dos supostos ritos sagrados das religiões pagãs (ver Ez 16:15-36). CBASD, vol. 4, p. 321.

8 Detrás das portas … pões teus símbolos eróticos. Possivelmente o símbolo fálico, em geral adorado nos cultos de fertilidade (ver vol. 2, p. 20-22). Ordenou-se a Israel que escrevesse as palavras de Deus sobre os umbrais e as portas de suas casas a fim de que se lembrasse delas mais facilmente  (Dt 6:5-9; 11:13, 18-20, 22). Porém, o infiel Israel removeu o memorial do Senhor e, no seu lugar, colocou símbolos idólatras. CBASD, vol. 4, p. 321 e 322.

9 Rei. Também pode significar “Moloque”… deus pagão. A descrição que se segue é a de uma prostituta que se enfeita para atrair a presa. CBASD, vol. 4, p. 322.

10 Não dizes: É em vão. Os líderes judeus persistiam na apostasia e não admitiam que isso os levaria à ruína. CBASD, vol. 4, p. 322.

Não desfaleces. A ideia é de que o rei de Judá encontrou meios de manter sua política pervertida, apesar das dificuldades. CBASD, vol. 4, p. 322.

11 De quem tiveste receio ou temor …? Para eles, era mais importante evitar a desaprovação do homem do que a desaprovação e os juízos de Deus. CBASD, vol. 4, p. 322.

12 Publicarei essa justiça. Deus iria expor ao mundo a justiça própria vã e vazia de Judá. CBASD, vol. 4, p. 322.

14 Aterrai. Um caminho devia ser preparado para facilitar a viagem ao “santo monte” do Senhor (Is 57:13;…) Desse modo, Isaías, simbolicamente, insta com os líderes de Israel a remover obstáculos que impediam o cumprimento do propósito divino para Israel. CBASD, vol. 4, p. 322.

15 Que habita a eternidade. Literalmente, “habita para sempre”. Estas palavras sublimes caracterizam a Deus como eterno. CBASD, vol. 4, p. 322.

Mas habito também. Não importa quão insignificantes sejamos aos nosso próprios olhos, é nosso privilégio receber os maiores dons celestiais. Sejam quais forem as nossas necessidades, Deus está pronto a supri-las. CBASD, vol. 4, p. 322.

Contrito. Contrição e humildade … são os requisitos essenciais para ser aceito por Deus. CBASD, vol. 4, p. 322.

16 O espírito definharia. Se Deus fosse hostil para com os seres humanos devido à sua conduta, e contendesse com eles “para sempre”, a vida que Ele deu seria extinta e os seres que criou deixariam de existir (ver com. de Gn 2:7). CBASD, vol. 4, p. 323.

17 Rebelde. Literalmente, “dando as costas”, “apostatando”. … Como muitos hoje, escolheram fazer o que lhes agradava em vez de se sujeitarem aos princípios divinos. CBASD, vol. 4, p. 323.

18 Aos que choram. Essa expressão devia estar unida ao v. 19 para que se lesse, literalmente, “aos que dele choram como fruto dos seu lábios”. CBASD, vol. 4, p. 323.

19 Paz. A mensagem divina de paz está nas boas-novas da salvação (ver com. de Is 52:7). O evangelho é para todos … Deus sarará da enfermidade do pecado todos os que desejam abandoná-lo e seguir ao Senhor. CBASD, vol. 4, p. 323.

20 Os perversos. Os perversos não encontram paz porque rejeitam o único meio pelo qual podem alcançá-la. CBASD, vol. 4, p. 323.

21 Não há paz. A paz é o fruto da justiça (ver com. de Is 32:17). … Os perversos não podem esperar paz de espírito nem tranquilidade. Onde ocorre afastamento dos princípios divinos, há inevitavelmente dissensão, discórdia e contenda. Se o mundo quiser se livrar da contenda, primeiramente deve abandonar o pecado, a causa de toda contenda. Somente a justiça interior pode produzir paz exterior. CBASD, vol. 4, p. 323.



ISAÍAS 57 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
17 de outubro de 2020, 0:45
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“Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos” (v.15).

O conceito atual e ocidental acerca da vida cristã é baseado em uma religião de comodismo, prosperidade material e estabilidade emocional. A assinalada cultura de uma espiritualidade rasa e sem intimidade com a Palavra de Deus, avança em nosso meio como uma praga que ganha força à medida que se espalha. E a propaganda do cristianismo perde completamente a sua razão de ser quando as bênçãos tomam o lugar de Jesus. Porque Jesus não nos prometeu uma vida livre de dificuldades, e sim que neste mundo teremos aflições, “mas tende bom ânimo”, disse Ele, “Eu venci o mundo” (Jo.16:33).

Observando as multidões após um dia de pregação, Jesus Se compadeceu delas porque não tinham o que comer. Eufóricas com o milagre da multiplicação, as pessoas O seguiram na esperança de ter um rei que as servisse, suprindo suas necessidades. Quando, porém, Jesus declarou: “Eu sou o pão da vida” (Jo.6:48), logo se escandalizaram indo embora, restando apenas os doze discípulos. O mesmo acontece toda vez que uma dificuldade da vida é acolhida e valorizada no coração a despeito da graça divina. E à semelhança do “que foi semeado em solo rochoso… em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da Palavra, logo se escandaliza” (Mt.13:20 e 21).

Israel se envolveu com práticas condenadas por Deus e, apesar de sua constante rebeldia, continuava exercendo a sua profissão de fé no rol das facilidades. Os justos eram ignorados e a morte deles vista em consideração distorcida. Para o Senhor, no entanto, a morte de Seus servos é tida como descanso merecido e necessário, “antes que venha o mal” (v.1). Aquele era um tempo decisivo para Israel; tempo de abandonar as práticas ilegítimas e se firmar no “assim diz o Alto” (v.15). Hoje é tempo decisivo para nós; tempo de abandonar “o caminho da [nossa] escolha” (v.17) e buscar uma renovação da mente, para que possamos experimentar “qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).

Jesus breve voltará trazendo eterna “paz para os que estão longe e para os que estão perto” (v.19). Podemos provar desta paz enquanto O aguardamos. O desejo de Cristo é “vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos” (v.15); é apelar aos impenitentes: “chegai-vos para aqui” (v.3). Ninguém há que seja de inferior importância aos olhos dAquele que declarou: “habito também com o contrito e abatido de espírito” (v.15). Canalizada a tristeza para o Getsêmani, para a via dolorosa e para a cruz do Calvário, encontramos o alento em crer nAquele que “a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma de servo” (Fp.2:7). Pois “assim diz o meu Deus” (v.21): “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão” (Sl.126:5). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, habitação do Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías57 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 57 – Comentário Pr Heber Toth Armí by Jeferson Quimelli
17 de outubro de 2020, 0:40
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ISAÍAS 57 – Estamos partindo para a conclusão do estudo do livro de Isaías. Após dedicarmos vários dias estudando cada um de seus magníficos capítulos, estamos chegando ao ápice de suas profecias de esperança.

O melhor para a nossa vida acontece quando estamos na companhia de Deus; contudo, por Suas promessas somos incentivados a espera coisas melhores que ainda virão. Aguardemos!

A última parte do livro do profeta Isaías, de acordo com Gary V. Smith, começou no capítulo 56, o qual ele intitulou: “O destino dos servos de Deus”, e, o subdividiu da seguinte forma:
• Os justos experimentarão a futura salvação de Deus (56:1-59-21);
• Deus trará salvação, transformará Sião e destruirá aos malvados (60:1-63:6);
• Lamento e resposta: o destino dos servos e dos rebeldes (63:7-66:24).

O capítulo em questão fala muito ao nosso coração, que neste mundo turbulento, anseia intensamente por uma paz aparentemente inacessível.

Analise estes pontos relevantes para nossa vida no século XXI:

1. A injustiça e a indiferença dominam a sociedade atual como foi nos dias de Isaías, mas Deus está atento aos justos e os livra antes que o mal tome conta totalmente do nosso planeta. Apenas quem preza pela justiça divina e pela retidão no procedimento encontra paz e descanso para o coração (vs. 1-2).

2. A religião falsa é confrontada pelo Deus verdadeiro. Os que trocam o certo pelo duvidoso, que fundamentam suas crenças na tradição e não na revelação, que pautam sua adoração pelos conceitos falhos da opinião humana… são confrontados pelo único Deus vivo. Querendo a salvação dos desviados, após confrontar, Ele mesmo incentiva: “O que confia em mim herdará a Terra e possuirá o Meu santo monte” – isto é, salvação (vs. 3-13).

3. Os obstáculos que impedem o sublime e majestoso Deus de habitar no coração dos seres humanos são nossos pecados, principalmente o orgulho e a arrogância; mas, os humildes desfrutam desse privilégio – estes, diferentemente dos estúpidos arrogantes, têm o coração cheio de paz, satisfação e tranquilidade (vs. 14-21).

Onde Deus habita, há confiança em Suas promessas, apego a Seus planos, e isso resulta em paz, tranquilidade e satisfação. Um coração sem Deus viverá sempre em busca de algo, impaciente.

Deus vivifica o espírito dos abatidos e o coração dos contritos. Deixe Ele te avivar! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 56 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
16 de outubro de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 56 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 56 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ISAÍAS 56 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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