Reavivados por Sua Palavra


1CRÔNICAS 6 — Rosana Barros by Ivan Barros
26 de março de 2026, 0:45
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“Seus irmãos, os levitas, foram postos para todo o serviço do tabernáculo da Casa de Deus” (v.48).

Os levitas foram escolhidos por Deus para dirigir todo o serviço do santuário, inclusive o serviço de “canto na Casa do Senhor” (v.31). Davi, além de um grande guerreiro e rei, era um músico talentoso. A Bíblia o chama de “mavioso salmista de Israel” (2Sm.23:1). Ele escreveu a maior parte dos Salmos, que compunham o hinário do povo israelita, e foi ele mesmo quem escolheu os cantores levitas (v.31). Mas por que Deus escolheu justamente a tribo de Levi para um encargo tão importante? Após o episódio em que o povo adorou um bezerro de ouro no deserto, enquanto Moisés recebia de Deus as tábuas da Lei (Êx.32), Moisés notou que o povo estava desenfreado, “pôs-se em pé à entrada do arraial e disse: Quem é do Senhor venha até mim. Então, se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi” (Êx.32:26). Deus honrou a atitude daquela tribo, que decidiu permanecer fiel a Ele.

Os levitas, portanto, receberam o privilégio e a responsabilidade de cuidar da Casa do Senhor e de tudo o que se referisse à sua liturgia. Os filhos de Levi, no entanto, não herdariam a terra, como bem foi profetizado na bênção de Jacó: “[…] dividi-los-ei em Jacó e os espalharei em Israel” (Gn.49:7). Levi e Simeão foram extremamente violentos ao assassinar todos os homens de uma cidade por causa de sua irmã Diná (Gn.34:25-31). O fato de terem ficado de fora da herança territorial confirma as palavras de Cristo quanto aos que hão de herdar a terra: “Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra” (Mt.5:5). Toda a ministração do templo estava aos cuidados desta tribo “sem terra”, cujas obras deveriam estar de acordo com a fé. É interessante que Jesus utilizou um levita e um sacerdote ao proferir uma de Suas parábolas. Ao ser questionado sobre quem era o nosso próximo, Ele contou a seguinte parábola, que muitos acreditam ter sido uma história baseada em fatos reais (permitam-me parafrasear):

Um homem foi roubado e gravemente ferido em uma estrada. Caído ao chão, quase morto, seu coração clamava por uma alma piedosa que dele se compadecesse. Com muito esforço, abriu os olhos e, vendo aproximar-se um sacerdote, pensou: “Estou salvo! Certamente este homem de Deus irá me ajudar!” Mas o “homem de Deus” o ignorou e passou bem longe. Ele quase não acreditou! Aquele que ministrava as coisas sagradas e que sempre o cumprimentava na igreja fez de conta que não o tinha visto. Tremenda foi a sua decepção! Naquele momento, ele desmaiou de dor.

Ao começar a recuperar os sentidos, ouviu de longe outros passos e novamente se esforçou para ver quem era. “Graças a Deus!”, pensou. “É o levita cantor da minha igreja. Ele, sim, vai me ajudar!” Mas, para sua surpresa, ele tomou a mesma atitude do sacerdote. Pronto! E agora? Tudo parecia perdido até que … surgiu um samaritano. Quem? Um cujo povo era considerado inimigo dos judeus? Pois é! Logo, o homem moribundo reconheceu no olhar daquele estrangeiro a pura compaixão. Prontamente, ele se aproximou, cuidou de suas feridas, o levou a uma hospedaria e pagou para que cuidassem dele até que ele voltasse.  (Lc.10:25-37).

Os levitas lidavam com coisas santas, mas, acima de tudo, com o Santo de Israel. Deus deveria ser o primeiro e o último em suas vidas. Sendo assim, deveriam compreender como ninguém o Seu amor e a Sua misericórdia. Mas, com o passar do tempo, tornaram-se os que menos conheciam o real caráter de Deus. Não estamos livres do mesmo perigo, amados. Vamos à igreja, trabalhamos nela, derramamos lágrimas pela causa, damos o suor pelas obras, mas esquecemos do principal: manter um relacionamento diário com o Dono da Casa. O nome já diz tudo: Casa de Deus. Ora, se a Casa é de Deus, Ele deve estar no controle de todas as coisas, inclusive, e principalmente, do nosso coração.

Um verdadeiro adorador do Senhor não é aquele que canta melhor ou que tem uma oratória que arrasta multidões. O verdadeiro adorador do Deus vivo é aquele que procura viver como Cristo viveu. Cristo não se preocupava em agradar pessoas; Ele veio para salvar pessoas! Essa é a maior confusão que fazemos: queremos mais agradar do que salvar. Aquele sacerdote e o levita da estrada pensaram apenas nos contratempos que lhes causariam cuidar daquele ferido; o bom samaritano pensou que não poderia deixar aquele homem morrer se ele tinha nas mãos o poder de fazer algo por ele. Pois “aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisto está pecando” (Tg.4:17). Compreendem, meus irmãos?

Precisamos despertar para a mesma atitude daquele verdadeiro servo de Cristo: nos preocupar menos com as “más línguas” e mais com os que perecem pelas estradas deste mundo. Esta obra não é mais conferida apenas aos levitas, mas a todos os que aceitam o sacrifício de Cristo Jesus. Porque a partir do momento em que experimentamos deste amor inigualável, torna-se impossível não querer compartilhá-lo. Somos obreiros do Mestre, e esta obra deve ser iniciada em nosso coração, aperfeiçoada na igreja e praticada por todo o mundo. Portanto, mãos à obra, servos do Deus Altíssimo!

Senhor, derrama em nosso coração o Teu amor, mediante o Teu Espírito! Enquanto o amor está esfriando de quase todos, que o Teu amor em nós cresça e seja aperfeiçoado. Dá-nos um coração compassivo, olhos sensíveis, ouvidos atentos e mãos que abençoem, segundo a necessidade do nosso próximo. Em nome do nosso supremo Exemplo, Jesus Cristo, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, obreiros de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#1CRÔNICAS6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 6 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de março de 2026, 0:30
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I CRÔNICAS 6 – A Bíblia não é como gibi, ou jornal, que se lê rapidamente e geralmente sem reflexão. Sua leitura exige tempo, submissão a Deus, abrir o coração, com muita oração… a fim de aprofundar em sua mensagem espiritual.

Observe o todo, avance depois para os detalhes. Perceba o propósito do livro bíblico para que interpretes suas porções corretamente.

Após estas considerações, note que I Crônicas foca a teologia da história do povo de Deus. Por isso, a ênfase está na monarquia e na eclesiologia. Sendo assim, o cronista destaca a tribo de Judá e a de Levi; de Judá, porque o rei seria dessa tribo; de Levi, porque os operários do templo deveriam ser levitas. Por isso, mais espaço é dedicado a essas duas tribos do que às outras (I Crônicas 4:1-23; 6:1-81; compare com 4:24-5:26; 7:1-8:40).

I Crônicas 6 contêm 81 versículos indicando quanta importância o autor concedeu à questão litúrgica ou eclesiástica.

É possível perceber quatro partes nesse capítulo:

• A genealogia sumo-sacerdotal da linhagem de Arão recebe atenção primária ao tratar dos levitas (I Crônicas 6:1-15).
• A divisão dos filhos de Levi formavam três grupos; cada grupo liderado por um filho de Arão: Gérson, Coate e Merari (I Crônicas 6:16-30).
• Os músicos deviam seguir certas exigências: Ou deveriam ser nomeados por Davi, ou deveriam ser levitas subordinados à linhagem de Arão (I Crônicas 6:31-53).
• As habitações dos levitas deveriam seguir orientações especificadas por Deus, espalhando-se por todo o território geográfico do povo de Deus (I Crônicas 6:54-81).

Observando atentamente estes e outros detalhes do capítulo em análise; pode-se dizer que Deus espera que as coisas sagradas sejam tratadas com o máximo respeito, com total reverência e com absoluta submissão ao Deus que será adorado.

A liderança espiritual não deve ser qualquer um que alegar possuir algum chamado de Deus; os músicos não devem ser qualquer um que alegar ter alguma (ou muita) noção musical; e, a localização geográfica das habitações mostra que não se deve descuidar das heresias e falsas teorias que rondam o povo de Deus.

Todos os ministros do culto devem ser devidamente consagrados a Deus a fim de conduzirem o povo a uma adoração genuína ao Deus verdadeiro! Saiamos da mornidão, reavivemo-nos biblicamente na adoração! Façamos isso… – Heber Toth Armí.



I CRÔNICAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 5 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 5 – BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I CRÔNICAS 5 by Jeferson Quimelli
25 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/5

Desde o início, aquelas tribos que escolheram ficar do “outro lado” do rio Jordão foram vistas com suspeita. Eles eram frequentemente considerados menos leais a Deus do que as tribos que atravessaram o Jordão, apesar de terem cumprido sua promessa de ajudar as outras tribos a conquistarem a terra que Deus lhes havia prometido. Embora este capítulo termine com a idolatria e o cativeiro, também fala de vitórias que essas tribos obtiveram pela confiança em Deus.

Existe alguém ou algum grupo de pessoas que você considera estar do “outro lado”? Você questiona a dedicação deles para com Deus? Você questiona se Deus está disposto a trabalhar neles e por meio deles? Os limites que traçamos podem não ser os mesmos que Deus traça. Quando somos muito rígidos na avaliação dos outros, corremos o risco de não perceber o que Deus está fazendo na vida deles. Também corremos o risco de perder as bênçãos que Deus deseja que desfrutemos através das vitórias deles.

Peça a Deus para ajudá-lo a tornar-se mais compreensivo para com aqueles que estão “do outro lado”. Esteja disposto a recebê-los em sua comunidade hoje.

Brent Hamstra
Diretor do Departamento de Química
Southern Adventist University, Tennessee EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/5
Tradução: Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 5 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
25 de março de 2026, 0:50
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615 palavras

O cap. 5 trata das tribos que se estabeleceram a leste do Jordão: Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés [não confundir com o rei Manassés, da tribo de Judá]. Os v. 3 a 10 apresentam a genealogia de Rúben. Rúben era o primogênito de Lia, que também era a mãe de Judá e Simeão (Gn 35:23), cujas genealogias já foram apresentadas. CBASD-Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 138.

1. filhos de José. A herança de uma porção dobrada (Dt 21:15-17), que Rúben tinha perdido por seu pecado (Gn 35:22; 49:4), foi dada aos filhos de José (Gn 48:21, 22). CBASD, vol. 3, p. 138.

não foi contado como primogênito. Como primogênito, Rúben devia estar em primeiro lugar na genealogia, o qual foi ocupado por Judá. CBASD, vol. 3, p. 138.

2 o príncipe. Isto é referência à linhagem real de Davi (ver 1Sm 13:14; Mq 5:2). CBASD, vol. 3, p. 138.

6 Tiglate-Pileser. Trata-se de Tiglate-Pileser III, que investiu contra Israel nos dias de Peca (2Rs 15:29). CBASD, vol. 3, p. 138.

10 hagarenos. Um povo arameu conhecido como Hagarânu nas inscrições assírias de Senaqueribe, em que se diz que viviam na Síria. O Salmo 83:6 parece indicar sua proximidade de Moabe. CBASD, vol. 3, p. 138.

Basã. O antigo domínio de Ogue (Nm 21:33-35; Dt 3:1-12). “Todo o Basã” [“que estava ao norte de Gileade”] foi originalmente dado a Manassés (Dt 3:13; Js 13:30), ao passo que Gade recebeu o território de Gileade (Js 13:24, 25). CBASD, vol. 3, p. 139.

17 Jeroboão. Rei de Israel desde cerca de 793 a 753 a.C. … A frase “inscritos na genealogia”sugere que ele, provavelmente, tenha feito um censo das tribos ao leste do Jordão. CBASD, vol. 3, p. 139.

22 até o exílio. Os hagarenos foram despojados por completo de seus territórios, e os israelitas dominaram a terra até o cativeiro, nos dias de Tiglate-Pileser (ver os v. 6, 26). CBASD, vol. 3, p. 139.

25 cometeram transgressões. O cronista constantemente aponta os tristes resultados do pecado, esperando, desse modo, despertar Israel para os perigos da transgressão e as bênçãos da obediência. CBASD, vol. 3, p. 139.

26 Pul. Documentos contemporâneos de Babilônia identificam Pulu, ou Pul, como o nome babilônico de Tiglate-Pileser. … A forma singular do verbo hebraico traduzido aqui: “que os levou cativos” sugere que apenas um rei estava envolvido, e não os dois. CBASD, vol. 3, p. 139.

rubenitas. A submissão e a deportação das dez tribos do norte aconteceram em etapas sucessivas. A deportação das tribos da Transjordânia por Tiglate-Pileser [1ª leva] é descrita aqui. O mesmo rei assírio também invadiu o território das tribos do norte e levou seus povos ao cativeiro (2Rs 15:29) [2ª leva]. Quando Salmaneser fez o ataque final a Samaria (2Rs 18:9) [3ª leva], havia apenas um débil remanescente (ver com [CBASD] de 2Cr 30:6). CBASD, vol. 3, p. 139.

para Hala, Habor. Estes lugares são mencionados em 2 Reis 17:6 como localidades às quais os israelitas foram levados após a conquista de Samaria, em 722 a.C. Acredita-se que Habor seja outro nome para o rio Khabur, que desemboca no Eufrates. O vale de Khabur foi residência temporária de Abraão no seu percurso para Canaã (ver com. [CBASD] de Gn 11:31). CBASD, vol. 3, p. 140.

Gozã. Uma cidade da Mesopotâmia chamada de Guzanu pelos assírios. Ela está perto da nascente do rio Khabur, aproximadamente no meio do caminho entre Nínive e Harã, e é conhecida hoje como Tell Halâf. CBASD, vol. 3, p. 140.

[Nota:  Estas últimas informações são úteis para sabermos para onde foram deportados os israelitas estabelecidos a leste do Jordão (Transjordânia) e no reino do Norte (Samaria) após o exílio assírio. Pode ser também que tenham sido remanejados pelos babilônios, responsáveis pelo exílio do reino do Sul (Judá). Muitas delas aparentemente se perderam e foram chamadas de “as tribos perdidas de Israel”. Entretanto, deve-se notar que durante a crescente apostasia do reino do Norte, muitos israelitas fiéis se juntaram ao reino de Judá, cf. 2 Crônicas 11:14-17; 15:9 e 19:4). Portanto, havia representantes de todas as tribos quando do retorno do exílio babilônico.]



1CRÔNICAS 5 — Rosana Barros by Ivan Barros
25 de março de 2026, 0:45
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“Porém cometeram transgressões contra o Deus de seus pais e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Deus destruíra de diante deles” (v.25).

O capítulo de hoje inicia relatando o desvio de conduta de uma pessoa e termina com o desvio de conduta de um grupo de pessoas. Sendo onisciente, Deus conhece o fim desde o começo. Ele sabia o que Rúben faria, mas não o desamparou por isso. Ele também sabia que aquele grupo das tribos transjordânicas que Lhe foram fiéis na guerra, em tempo de bonança Lhe dariam as costas, mas nem por isso os abandonou na peleja. É por isso que a justiça de Deus se difere da nossa, amados, pois está intrínseca e inseparavelmente ligada à Sua grande misericórdia.

O pecado de Rúben o levou a perder o direito à primogenitura, sendo esta conferida a José, filho de Jacó com Raquel. De Judá nasceria o Príncipe da Paz (Is.9:6), mas a atitude de José o fez maior do que seus irmãos, assim como vimos ontem com Jabez. O direito que Rúben tinha não impediu o Senhor de conferi-lo a José; assim como Davi, o menor dentre os irmãos, tornou-se o maior; assim também como Jacó prevaleceu sobre Esaú. A primogenitura, portanto, não concedia privilégios a quem nascia primeiro, se este não colocasse Deus em primeiro lugar em sua vida.

As tribos transjordânicas eram compostas pelos filhos de Rúben, pelos filhos de Gade e pela meia tribo de Manassés. Além de serem “homens valentes, que traziam escudo e espada, entesavam o arco e eram destros na guerra […] capazes de sair a combate” (v.18), formavam um só exército munido da única arma realmente eficaz: a confiança em Deus, “porquanto confiaram nEle” (v.20). Na luta, confiaram no Senhor e “de Deus era a peleja” (v.22). E Deus levantou entre eles “guerreiros valentes, homens famosos, cabeças de suas famílias” (v.24).

Porém, bastou a poeira assentar, bastou um momento de descanso das armas, e logo “cometeram transgressões contra o Deus de seus pais e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos da terra, os quais Deus destruíra de diante deles” (v.25). Na guerra, confiaram em Deus; na bonança, O trocaram por abominações. Esta é uma realidade que tem se repetido a cada geração. Contudo, só conseguirá perseverar até o fim aquele que, dia após dia, reveste-se da armadura de Deus: a couraça da justiça, o cinto da verdade, os calçados da preparação do evangelho da paz, o escudo da fé, o capacete da salvação, a espada do Espírito, que é a Bíblia; e orando em todo o tempo, “vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:10-18). Se a nossa armadura estiver incompleta, amados, Satanás saberá onde nos atingir.

No grande conflito entre o bem e o mal, não há quem esteja neutro. Todos nós estamos inseridos na batalha que definirá o nosso destino eterno. Como adquirir a perseverança de que precisamos? Eis que a Palavra de Deus nos responde: “Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:2-3). Quem lê o versículo 26 do capítulo de hoje sem a exata compreensão do todo, interpreta a ação de Deus como uma punição, e não como mais uma oportunidade de conversão.

O povo havia se “prostituído” com outros deuses, e o Senhor utiliza esta expressão todas as vezes que Seus filhos trocam a Sua aliança eterna pelas ofertas do príncipe deste mundo. Esta foi a realidade profetizada por Oseias: “porque a terra se prostituiu, desviando-se do Senhor” (Os.1:2). Mas o desejo de Deus não é o de castigar, mas o de corrigir para salvar: “e acontecerá que, no lugar onde se lhes dizia: Vós não sois Meu povo, se lhes dirá: Vós sois filhos do Deus vivo” (Os.1:10). Louvado seja o Nome acima de todos os nomes! Louvado seja o nome do Senhor, que não Se cansa de nos amar!

Eu bem sei que passar pela prova é desconfortável e, por vezes, desesperador, mas também é o momento em que mais nos aproximamos da experiência de sofrimentos de Jesus e, temos a oportunidade de ter nossa esperança e nossa fé aquecidas e fortalecidas, mesmo que nossa vontade não seja atendida. Quando engravidei pela última vez em 2020 e descobri que havia algo errado em minha gestação, clamei a Deus por um milagre. O milagre não veio da forma que pedi e desejei, mas o fato de ter feito de Deus a minha fortaleza, ainda que eu não compreendesse muitas coisas, me fez perceber que o inimigo pode até nos oprimir a ponto de ficarmos “como se estivéssemos morrendo e, contudo, eis que vivemos; como castigados, mas não mortos; entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:9-10). Porque a nossa esperança está além deste mundo; ela está em Cristo e na fiel promessa de habitarmos com Ele para sempre.

Se perseverarmos no reavivamento e reforma através da Palavra de Deus e da oração, alcançaremos a vitória prometida, não por nossas justiças maltrapilhas, mas pela justiça de Cristo que, por Sua graça, venceu a guerra contra o pecado por nós. Mas, até lá, que na provação ou na bonança, estejamos vigilantes, sabendo que há um inimigo ao nosso redor “procurando alguém para devorar” (1Pe.5:8). “Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que O amam” (Tg.1:12).

Nosso Pai do Céu, clamamos pelo batismo do Espírito Santo! Clamamos pelo revestimento de toda a Tua armadura! Clamamos por um coração de carne, puro e submisso a Ti! Clamamos para que a nossa provação neste mundo nos prepare para o mundo porvir! Clamamos para que voltes logo! Em Cristo e por Cristo, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, perseverantes na provação!

Rosana Garcia Barros

#1CRÔNICAS5 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 5 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de março de 2026, 0:30
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I CRÔNICAS 5 – É possível perder privilégios quando perdemos o respeito pelas orientações de Deus. Também podemos perder bênçãos por nossas práticas impróprias durante nossa existência.

A genealogia inicial de I Crônicas 5 mostra que o primogênito de Israel perdeu privilégios da primogenitura, que incluíam porção dupla da herança (Deuteronômio 21:17), devido à postura perversa frente aos princípios divinos. Isso sucedeu por ignorar a legislação divina e seguir seu próprio coração, cometendo incesto com Bila, a concubina de Jacó, seu pai (Gênesis 35:22).

Apesar disso, o texto deixa claro que Deus prosperou a tribo de Rúben, ampliou suas fronteiras, multiplicou seu gado em Gileade (I Crônicas 5:1-10). Deus é mais generoso do que nossa mente egoísta consegue perceber. Ele é mais gracioso do que nossa percepção pecaminosa pode assimilar. Contudo, sua graça e generosidade não premiam a corruptibilidade.

Não é nada bom perder privilégios familiares importantes; pior ainda é perder preciosas bênçãos de Deus por causa de atitudes impróprias e corruptas. A Assíria tomou posse da terra que fora prometida ao povo de Deus, porque esse povo devia ser fiel e submisso ao Soberano Deus; porém, eles seguiram outra direção. Então, colheram as consequências disso; por isso, Israel do Norte, cuja capital era Samaria, foi deportada pela Assíria. Deste modo, não apenas as propriedades foram perdidas, mas também a identidade (I Crônicas 5:6).

O texto segue apresentando a genealogia de Gade e faz referência à descendência das tribos transjordânicas, onde também fica evidente a teologia do plantio e da semeadura que pode ser analisada em cada época e cultura (I Crônicas 5:11-26; Gálatas 6:7-9). Após apresentar os líderes familiares da metade da tribo de Manassés, o texto afirma que embora Deus fosse gracioso e os abençoasse com soldados valentes e liderança destacada, eles “foram infiéis para com o Deus dos seus antepassados e se prostituíram, seguindo os deuses dos povos que Deus tinha destruído antes deles. Por isso o Senhor incitou Pul, que é Tiglate-Pilesser, rei da Assíria, a levar as tribos de Ruben e de Gade e a metade da tribo de Manassés para Hala, Habor, Hara e para o rio Gozã, onde estão até hoje”.

Nós somos responsáveis por boa parte dos nossos infortúnios; não o Deus que deseja o melhor para nós! Reavivemo-nos, então! – Heber Toth Armí.



I CRÔNICAS 4 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 4 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 4 – BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I CRÔNICAS 4 by Jeferson Quimelli
24 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/4

Na leitura de hoje somos lembrados de nossa herança espiritual.

Os filhos de Judá e de Simeão compuseram a base do remanescente de Israel. Esses descendentes se agarraram à terra de seus pais através da adversidade e do tempo, até hoje. A partir desses descendentes, podemos traçar a árvore genealógica da família de Judá à medida que segue desde uma pequena cidade de Belém, até José, marido de Maria, mãe do nosso Salvador Jesus (Mt 1:1-16).

Um destes filhos tem sua história bem comentada na cultura popular religiosa recente: Jabes. Interrupções de curta duração, como esta história, fazem uma pausa nas genealogias e nos dão uma visão sobre as práticas religiosas nos tempos antigos. Podemos crescer em nossa própria relação com Cristo quando refletimos sobre a oração de Jabes.

Jabez era um homem de honra, mais ilustre do que seus irmãos, mas aparentemente não trouxe essa reputação do berço. O registro aqui mostra que ele causou muita dor a sua mãe no seu nascimento [Jabes, no original hebraico, quer dizer: “Ele causará dores”, cf. nota textual sobre o v. 9, NKJV]. Não está claro se isso foi emocional, físico ou algum outro sofrimento. No entanto, ele corajosamente pede a Deus para abençoá-lo, dar-lhe mais território e responsabilidade. Ele pede que o Espírito de Deus esteja com ele para que ele não peque. Por fim, diz ele, “que eu não cause dores a outros” (v. 10 NKJV).

Este filho de Judá pediu a Deus, simples, mas fortemente, pela honra espiritual básica e que pudesse viver para o benefício de outros. E Deus concedeu a ele os desejos de seu coração. O que nós estamos pedindo que Deus nos dê?

Christopher Beason
Network7 MediaCenter

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/4
Tradução: Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de março de 2026, 0:50
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637 palavras

2 Reaías. Os v. 2 a 4 apresentam as ramificações de Hur, o primogênito de Efrata, esposa de Calebe (2:19, 50). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 135.

9, 10 Jabez é lembrado por um pedido de oração, e não por um ato heroico. Em sua oração, ele pediu a Deus que (1) o abençoasse, (2) o ajudasse em seu trabalho (“expandir meu território”), (3) estivesse com ele em tudo o que fizesse e (4) o protegesse do mal e do dano. Jabez reconheceu Deus como o verdadeiro centro de seu trabalho. Quando oramos pela bênção de Deus, também devemos orar para que Ele assuma sua posição de direito como Senhor sobre nosso trabalho, nosso tempo em família e nosso lazer. Obedecê-Lo nas responsabilidades diárias é viver como um herói. Life Application Study Bible Kingsway.

9 Foi Jabez mais ilustre que seus irmãos. Há uma frase similar em Gênesis 34:19. CBASD, vol. 3, p. 135.

10 Deus lhe concedeu. Nada se sabe sobre as circunstâncias pelas quais Deus concedeu o pedido sincero de Jabez. O importante é que Deus ouviu sua oração de fé e derramou grandes bênçãos sobre Seu servo fiel. CBASD, vol. 3, p. 135.

Jabez orou especificamente para ser protegido do mal e da dor. Vivemos em um mundo caído, cheio de pecado, e é importante pedirmos a Deus que nos proteja do mal inevitável que surge em nosso caminho. Mas também devemos evitar motivos, desejos e ações malignas que começam dentro de nós. Portanto, não só devemos buscar a proteção de Deus contra o mal, mas também devemos pedir a Deus que guarde nossos pensamentos e ações. Podemos começar a utilizar sua proteção preenchendo nossas mentes com pensamentos e atitudes positivas. Life Application Study Bible Kingsway.

“Deus concedeu-lhe o que tinha pedido”, porque pediu em acordo com a Sua vontade (1 Jo 5.14). Bíblia Shedd.

A bênção através da oração e da confiança em Deus é um dos grandes temas de Crônicas. Bíblia de Genebra

15 Calebe, filho de Jefoné. Este parece ser, pelo menos, o terceiro Calebe mencionado nesta genealogia se for incluído “Calebe, filho de Hezrom” (ver 1Cr 2:18, 50; ver com. de 1Cr 2:18). CBASD, vol. 3, p. 135.

19 Abiqueila. Também chamada de Queila (AA). É uma cidade da planície de Sefelá (Js 15:44) [planície que desce para o mar Mediterrâneo], resgatada dos filisteus por Davi (1Sm 23). Agora ela é Khirbet Qîla, 12,6 km a noroeste de Hebrom. CBASD, vol. 3, p. 135.

21 obreiros em linho. Profissões deste tipo, nos tempos antigos, em geral eram restritas a famílias que trabalhavam num ofício transmitido de pai para filho. CBASD, vol. 3, p. 136.

24 Os filhos de Simeão. As genealogias de Simeão seguem as de Judá evidentemente devido á estreita relação entre as duas tribos (ver Jz 1:3). Simeão recebeu sua herança dentro dos limites de Judá (Js 19:1, 9). CBASD, vol. 3, p. 136.

27 não tiveram muitos filhos. Isto é, os outros clãs simeonitas (Nm 26:12-14). Durante os 40 anos de peregrinação, a população da tribo diminuiu em 60% (Nm 1:23; 26:14). Como resultado, ficou com menos da metade da média de todas as demais tribos. CBASD, vol. 3, p. 136.

Simeão virtualmente se fundiu com Judá, embora após a divisão do reino alguns elementos tivessem ido para o norte, sendo por isso contada dentre as dez tribos do norte (2 Cr 15.9; 34.6). Bíblia Shedd.

33 Baal. Ou Baalate-Ber (Js 19:8). Alguns a identificam com Ramá ou Ramote, do sul (ver 1Sm 30:27). CBASD, vol. 3, p. 136.

40 pasto farto e bom. Quando Isaque se mudou para gerar, encontrou um país que poderia alimentar seus rebanhos (Gn 26:14, 17-20). CBASD, vol. 3, p. 136.

os descendentes de Cam. Evidentemente, os cananitas (ver 1Cr 1:8). CBASD, vol. 3, p. 136.

42 monte Seir. Ao sul e ao leste do território de Edom. O nome monte Seir é usado comumente para designar a terra de Edom [Esaú]. CBASD, vol. 3, p. 137.

43 o restante dos que escaparam dos amalequitas. Sem dúvida, estes eram os amalequitas que se refugiaram em Edom das guerras de extermínio comandadas por Saul (1Sm 14:48; 15:8; cf. 2Sm 8:12). Amaleque, em parte, era de ascendência edomita (1Cr 1:35, 36). CBASD, vol. 3, p. 137.