Reavivados por Sua Palavra


1CRÔNICAS 26— Rosana Barros by Ivan Barros
15 de abril de 2026, 0:45
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“Todos estes foram dos filhos de Obede-Edom; eles e seus filhos, e seus irmãos, homens valentes e de força para o ministério; ao todo sessenta e dois, de Obede-Edom” (v.8).

Em sua tentativa de trazer a arca da aliança de volta a Jerusalém, Davi não cumpriu com os estatutos estabelecidos por Deus para o transporte das coisas sagradas. Sendo assim, Uzá pagou com a própria vida e, desgostoso, Davi guardou a arca na casa de Obede-Edom até segunda ordem. Este recebeu grande bênção mantendo a arca depositada em sua casa, de onde foi devidamente transportada para Jerusalém, três meses depois (2Sm.6:11).

Obede-Edom reaparece neste capítulo como um dos chefes dos porteiros do templo. Novamente seu nome é destacado, e seus filhos e irmãos conhecidos como “homens valentes” (v.6), “homens capazes e robustos para o serviço” (v.8). Aos chefes destacados para este ofício “foi entregue a guarda, para servirem, como seus irmãos, na Casa do Senhor” (v.12), sendo divididos por “sortes para designar os deveres tanto dos pequenos como dos grandes, segundo as suas famílias” (v.13).

Ainda foram designados os guardas “a cargo dos tesouros da Casa do Senhor” (v.22) e os oficiais e juízes, “que superintendiam Israel […] em todo serviço do Senhor e interesses do rei” (v.30). Todos estes tinham por encargo a proteção de algo, quer das entradas do templo, quer dos tesouros, quer dos negócios de Deus ou do rei. Os sentinelas, divididos por turnos, tinham a importante missão de manter o tabernáculo seguro. Serviam como uma espécie de soldados especiais de Deus. Vigias das coisas sagradas do Senhor.

Em profecia dada a Isaías, ocorre um diálogo entre os habitantes de Seir e um guarda: “Guarda, a que hora estamos da noite? Guarda, a que horas? Respondeu o guarda: Vem a manhã, e também a noite; se quereis perguntar, perguntai; voltai, vinde” (Is.21:11-12). Habacuque assumiu a sua missão profética usando a figura de linguagem de um vigia: “Pôr-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza e vigiarei” (Hc.2:1). Em ambos os textos fica claro que os guardas da Casa do Senhor também eram seus atalaias.

Hoje, amados, precisamos montar guarda à porta do nosso coração, não permitindo que ele seja contaminado pelas impurezas deste mundo. Para isso, precisamos dar ouvidos às palavras do Senhor: “Vigiai e orai” (Mt.26:41). Como um anjo do Senhor deu as boas-novas aos pastores de Belém durante a vigília da noite, anjos estão sendo enviados para encher de expectativa o coração dos apercebidos que, na hora mais escura da noite, despertarão para serem recebidos nas bodas do Cordeiro pelo Guarda de Israel. Despertai, povo do Senhor! “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6).

Pai Celestial, em toda a Bíblia somos advertidos sobre a importância da vigilância. Não podemos deixar a nossa torre de vigia, mas constantemente guardar a Tua Palavra em nosso coração para não pecar contra Ti. Por isso, clamamos pelo Espírito Santo em nossa vida, nos mantendo prostrados em Tua presença e em pé diante dos homens! Faze de nós guardadores e atalaias dos Teus tesouros espirituais. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, vigias do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#1CRÔNICAS26 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 26 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de abril de 2026, 0:30
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I CRÔNICAS 26 – As pessoas devem ser envolvidas nas atividades da Igreja. Nem veteranos nem novatos devem ser deixados de lado nas funções eclesiásticas. Os líderes espirituais precisam incluir o maior número de indivíduos em suas equipes. Nenhum membro da igreja deveria ficar sem pelo menos uma atividade.

Em I Crônicas, teologicamente, o autor foca na espiritualidade. Ele coloca as atividades espirituais como centrais na vida humana. No capítulo em consideração, o cronista trata das pessoas que deveriam ser responsáveis pelo cuidado do templo, os porteiros (I Crônicas 26:1-19), daqueles que foram nomeados para lidar com o tesouro e as ofertas voluntárias consagradas ao Senhor (I Crônicas 26:20-28) e, também, daqueles que exerceriam as funções de oficiais e juízes entre o povo (I Crônicas 26:29-32).

O trabalho dos servidores espirituais ia além dos limites do templo, explícito nas responsabilidades de oficiais e juízes. O Comentário Bíblico Adventista observa que “de acordo com o cap. 23:4, 6 mil levitas foram separados para estes deveres. Já nos dias de Moisés, atribuíram-se aos sacerdotes deveres de juízes (Dt 17:9-12)”. O serviço deles “sem dúvida incluía o recebimento dos dízimos, do dinheiro do resgate e ofertas voluntárias do povo. Também devia estar incluída a tarefa do ensino religioso (ver 2Cr 17:7-9”. Isso abrangia “questões religiosas ligadas ao templo e assuntos seculares relacionados à administração civil”.

Porteiros chefes deveriam ser sábios conselheiros (I Crônicas 26:14). O mesmo deve ser considerado hoje na escolha dos recepcionistas, diáconos e diaconisas da igreja atual para que ela cresça sobrenaturalmente (Atos 6:1-8; I Timóteo 3:8-15). Oficiais eclesiásticos deviam ser pessoas capazes (I Crônicas 26:6-7) pois intrusos aparecem em todo momento, falsos mestres surgem em todo lugar e pessoas precisam sempre de orientação, instrução e direção!

Hoje, pessoas precisam ser orientadas, direcionadas e educadas. A igreja precisa estar abastecida para cumprir Seu propósito. Deus têm Seus tesouros na Terra, os quais, para serem devidamente administrados, devem chegar à Casa do Tesouro. Quem os toma para si, rouba a Deus. E, ladrão algum será considerado tesouro particular divino no dia do juízo (Malaquias 3:7-17; I Coríntios 6:9-11).

Por conseguinte, em vez de atacar os princípios organizacionais de Deus, acatemo-los! Respeitemos os líderes de Deus (Hebreus 13:7, 14). Vivamos o sistema divino. Assim, reavivaremo-nos! – Heber Toth Armí



I CRÔNICAS 25 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
14 de abril de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 25 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 25 – BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



I CRÔNICAS 25 by Jeferson Quimelli
14 de abril de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/25

Davi gostava de música e se interessava pessoalmente pelo ministério dos cantores e instrumentistas. Dos trinta e oito mil levitas existentes em seus dias, quatro mil foram separados para louvar ao Senhor com instrumentos musicais (1 Crônicas 23:5) e 288 foram escolhidos para cantores no templo (1 Crônicas 23:7).

A fim de desempenhar os seus papéis sagrados na adoração pública, os cantores precisavam estar sob a direção do Espírito Santo. Por isso se dizia que foram escolhidos “para o ministério de profetizar ao som de harpas, liras e címbalos” (1 Crônicas 25:1, NVI). A eles cabia comporem e cantarem hinos que levassem o povo para mais perto de Deus.

Os músicos profissionais que serviam no templo pertenciam à família dos Levitas. Isto significa que eles eram sustentados com os recursos do dízimo e com as dádivas trazidas pelos adoradores. Esta permanente provisão financeira permitia que eles se dedicassem integralmente à sua nobre função e resultava num serviço de qualidade. Suas composições musicais não priorizavam satisfazer o gosto popular, mas, sobretudo, agradar a Deus.

Embora nem todos sejamos músicos profissionais, todos somos convidados a louvar ao Senhor e darmos glória a Ele através da nossa maneira de viver!

Senhor, reaviva os louvores no meio do Seu povo, pela inspiração do Seu Espírito.

Pastor Jobson Santos

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/25



1CRÔNICAS 25 — Rosana Barros by Ivan Barros
14 de abril de 2026, 0:45
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“Todos estes estavam sob a direção respectivamente de seus pais, para o canto da Casa do Senhor, com címbalos, alaúdes e harpas, para o ministério da Casa de Deus […]” (v.6).

Da mesma forma com que foram organizados os ministérios levítico e sacerdotal, foi instituída a função dos cantores levitas no tocante ao louvor do templo. Os filhos de Asafe, Hemã e Jedutum foram separados por Davi e pelos “chefes do serviço” (v.1) para este mister. Com “harpas, alaúdes e címbalos” (v.1), os cantores enchiam o santuário com a melodia da verdadeira adoração.

Aqueles servidores não eram apenas músicos e cantores, mas, através da música, eram agraciados por Deus “para profetizarem” (v.1). Notem que Jedutum “profetizava com harpas, em ações de graças e louvores ao Senhor” (v.3); e Hemã era “o vidente do rei e cujo poder Deus exaltou segundo as Suas promessas” (v.5). Eram homens inteiramente consagrados a Deus e que exerciam “o seu ministério debaixo das ordens do rei” (v.2).

Além de serem fiéis a Deus e ao rei, também eram submissos a “seus pais” (v.6). Pais e filhos unidos numa só voz, para um único propósito. Em grupos de doze, eles se revezavam “para o canto da Casa do Senhor” (v.6), de forma que o templo era um lugar de constante louvor e adoração. A música, portanto, exercia um papel de fundamental importância no tabernáculo terrestre, uma cópia do que acontece no santuário celeste: “E os quatro seres viventes […] não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, Aquele que era, que é e que há de vir” (Ap.4:8).

Como antigo regente da corte angélica, Satanás tem pleno conhecimento da importância da música na adoração e tem trabalhado com afinco a fim de desvirtuá-la. A música possui o poder de influenciar a mente humana como nada mais consegue. Utilizada da maneira correta, torna-se em instrumento de louvor e profecia, além de afugentar as hostes malignas. Usada da forma errada, mesmo que com aparência de piedade, exerce o mesmo engano do diabo no deserto da tentação, quando tentou fazer Jesus tropeçar usando a própria Escritura.

Uma coisa é certa, amados, e precisamos estar bem atentos a isso: o inimigo é mestre no quesito misturar a verdade com o engano. Por supervalorizar a discussão sobre a música, muitos têm perdido o foco do que realmente importa: sermos “verdadeiros adoradores […] porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo.4:23). Como os músicos de Israel exerciam “o seu ministério debaixo das ordens do rei” (v.2), respeitando a autoridade acima deles, Deus deixou à Sua igreja dos últimos dias orientações muito claras acerca da adoração através da música. Dentre elas, a seguinte: “Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a melodia dos pássaros – dominado e melodioso” (Ellen G. White, Evangelismo, CPB, p.510).

O príncipe deste mundo está para dar ordens à sua orquestra maligna a fim de que todos adorem “a imagem da besta” (Ap.13:15). Semelhante ao que aconteceu no campo de Dura — em Daniel, capítulo três — eis que os principados e potestades estão a postos para tocar a música do engano. Como Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, o Senhor conservará para Si um restante cuja vida manifestará ao mundo a melodia do Céu: “Farei passar a terceira parte pelo fogo, e a purificarei como se purifica a prata, e a provarei como se prova o ouro; ela invocará o Meu nome, e Eu a ouvirei; direi: é Meu povo, e ela dirá: O Senhor é meu Deus” (Zc.13:9).

Acerca do que acontece em nossos dias, infelizmente até mesmo dentre o professo povo de Deus, é descrito com clareza na seguinte revelação: “As coisas que descrevestes como tendo lugar em Indiana o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas.” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, Vol. 2, CPB, p.36).

Que a nossa vida seja sempre um louvor “em ações de graças e louvores ao Senhor” (v.3) e que nossos gostos musicais sejam submetidos ao crivo do Espírito Santo.

Nosso amado Deus, Tu és digno de todo o nosso louvor e adoração. Ensina-nos a Te adorar em espírito e em verdade, na beleza da Tua santidade. Por Tua graça e misericórdia, ajuda-nos a compreender esse assunto à luz da Tua Palavra, por meio do Teu Espírito! Desperta-nos a um reavivamento da genuína piedade, para que tenhamos prazer em realizar a Tua vontade! E que a nossa vida dê ao mundo o sonido certo da verdadeira adoração. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#1CRÔNICAS25 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 25 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
14 de abril de 2026, 0:30
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I CRÔNICAS 25 – O culto a Deus não oferece lugar para exibir dons e talentos. A música na Igreja não é meio de buscar “aplausos”, ou engrandecer orgulhosamente diante do público. A glória deve ser dada exclusivamente a Deus; do contrário, toda atuação será vanglória, aliás, uma glória vã, inútil, sem sentido real, desprovida de espiritualidade.

A música para louvar, exaltar e adorar a Deus é de grande importância nos momentos cúlticos. Sua utilização deve ser correta para ser devidamente útil. Para Deus, a regra não deve ser “qualquer coisa serve”. Cantar sem preparação, apresentar sem ensaio ou sem consagração, implica afrontar ao Deus que, devidamente planejado, entregou Seu melhor, a nós que merecemos o pior. Quanto mais deveríamos considerar ao apresentar-Lhe um louvor!

Precisamos ter ciência da importância e relevância da música na adoração como tinha Davi. “Evoluídos tecnologicamente, musicalmente e culturalmente” ficaríamos envergonhados diante do preparo e organização musical orquestrados por esse rei num passado remoto.

Davi selecionou 4.000 levitas “para louvarem o Senhor com os instrumentos musicais que” ele “tinha preparado com esse propósito” (I Crônicas 23:5). Além desses milhares de instrumentistas, 288 cantores foram devidamente escolhidos para apresentar os louvores: “Todos capazes e preparados para o ministério do louvor ao Senhor” (I Crônicas 25:7). Não havia separação de idade ou de habilidade, todos estavam juntos. Pois, “tiraram sortes entre jovens e velhos, mestres e discípulos para designar-lhes suas responsabilidades” (I Crônicas 25:8).

Há pessoas que não compactuam com a ideia de ter instrumentos musicais na adoração a Deus. Estas louvam suas ideias e orgulham-se de suas concepções pervertidas. Porém, Davi tinha ciência de que os instrumentos musicais impulsionavam e embelezavam os sons vocais emitidos pelas vozes humanas. “Davi, junto com os comandantes do exército, separou alguns dos filhos de Asafe, de Hemã e de Jedutum para o ministério de profetizar ao som de harpas, líras e címbalos… Todos esses homens estavam sob a supervisão de seus pais quando ministravam a música do templo do Senhor, com címbalos, liras e harpas, na casa de Deus. Asafe, Jedutum e Hemã estavam sob a supervisão do rei” (I Crônicas 25:1, 6).

Tudo precisa ser devidamente preparado e organizado (I Crônicas 25:2-5, 9-31). Como seria o louvor em nossas igrejas caso aplicássemos esses princípios? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I CRÔNICAS 25 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de abril de 2026, 0:30
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466 palavras

1-31 A lista dos instrumentistas e cantores é colocado logo após os levitas, refletindo a relação entre suas atividades no serviços do santuário (Andrews Study Bible).

O cap. 25 alista as 24 classes de cantores. Esses músicos formavam um grupo importante e desempenhavam um papel significativo nos serviços do templo (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 196).

1 profetizarem com harpas. A assim chamada “profecia levítica” era inspirada em música e tinha foco em louvores a Deus no Seu sagrado santuário. Outras passagens bíblicas que relacionam música com profetizar são 1Sm e 2Rs 3.15. Hemã, um dos três chefes da música, é chamado “o vidente do rei”, um título normalmente aplicado a um profeta (Andrews Study Bible).

Muitos dos salmos ou cânticos foram compostos por profetas e são de natureza profética, como alguns dos de Davi, e seu canto visava à edificação do povo de Deus, bem como a Sua glória (ver 1Sm 10.5). Esses salmos foram escritos em forma poética (Bíblia Shedd).

3 seis. Apenas cinco nomes são alistados aqui. A lista nos v. 9 a 31 sugere que o nome que falta é Simei, do v. 17. A LXX [Septuaginta, versão grega do VT] inclui o nome de Simei, colocando-o como o quarto nome da lista (CBASD, vol. 3, p. 196).

4 Hananias. A partir do sexto filho, Hananias, os nomes traduzidos do hebraico formam a seguinte oração de Hemã sobre sua obra como cantor: Sê gracioso, Senhor, Sê gracioso comigo; Meu Deus, a Ti; Tenho orado; e Exaltado pedindo auxílio; Embora exaltado sozinho; Tenho proclamado; O Altíssimo; Visões. Deus deu a Hemã esses filhos, e este piedoso servo do Senhor deu a sesu meninos esses nomes, compondo uma mensagem. Cria que Deus o abençoaria de forma a completar a sentença formada com os nomes de seus filhos (Bíblia Shedd).

5 cujo [de Hemã] poder Deus exaltou. Uma metáfora hebraica bem conhecida que significa exaltar uma pessoa ou aumentar seu poder (ver 1Sm 2:10; Sl 89:17; 92:10). Portanto, o significado, neste caso, parece ser que o Senhor tinha exaltado Hemã ao dar-lhe 14 filhos e três filhas (CBASD, vol. 3, p. 196).

Ter muitos filhos é sinal da bênção divina (v. Jó 1.2; 42.13). No caso de Hemã, esse fato é especialmente aplicado como consequência das promessas que Deus fizera de torná-lo poderoso. V. 3.1-9; 14.2-7; 26.4,5; 2Cr 11.18-21; 13.21; 21.2; 24.3 (Bíblia de Estudo NVI Vida).

7 duzentos e oitenta e oito. Este número é 24×12; assim, os 24 “filhos” de Asafe, Jedutum e Hemã, alistados nos v. 2 a 4, devem ter sido músicos dirigentes, cada qual tinha consigo 11 músicos associados. Os 24 líderes devem ter acompanhado com música instrumental o coral que dirigiam (CBASD, vol. 3, p. 196).

8 deitaram sortes. As sortes foram lançadas a fim de determinar a ordem dos turnos de cada um dos 24 grupos de músicos para a realização dos serviços correspondentes (CBASD, vol. 3, p. 196).

17 Simei. O sistema explicado no v. 9 sugere que este é o nome que falta no v. 3 (CBASD, vol. 3, p. 196).



I CRÔNICAS 24 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
13 de abril de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 24 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 24 – BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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I CRÔNICAS 24 by Jeferson Quimelli
13 de abril de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/24

Lançar sortes para decidir quem ocupará uma posição de liderança nos parece muito estranho. Considere nossos métodos hoje. Temos a comissão da igreja que dialoga, do ponto de vista humano, a respeito da melhor maneira de preencher um cargo. Mas neste capítulo, eles lançaram sortes sem maiores conversas! A escolha não ocorria porque alguns eram polidos e educados, ou tinham o título certo ou as melhores conexões interpessoais. No método de sorteio ficam de fora as competições, as fofocas e as brigas pelo poder antes das eleições.

O trabalho na igreja não deveria ter nada a ver com o poder, mas, sim, com o serviço. Ninguém tem uma procuração vinda do céu, ou o direito, de ficar num cargo para sempre. Todo cristão deve estar disposto a servir em uma posição hoje e em outra totalmente diferente no futuro. Se tivéssemos a mentalidade de “lançar sortes”, ou seja, seguir a vontade de Deus, manifestada pela Palavra e pelo Espírito, não precisaríamos ficar com medo de não sermos reeleitos! Nossas decisões seriam então baseadas, não no que os outros pensam, mas apenas nas verdades da Palavra de Deus. Quanto dano poderia ser evitado hoje, quanto mais espaço dado ao Espírito Santo, se fôssemos totalmente dependentes da liderança de Deus ao selecionarmos pessoas para os cargos da igreja.

Tente implantar este importante princípio em sua vida. Esteja satisfeito com qualquer função ou cargo em que você esteja servindo hoje e alegre-se por estar sendo dirigido pelo Espírito Santo.

Kris Lenart
Conselheiro, Amos Ministry, Áustria

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/24
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I CRÔNICAS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
13 de abril de 2026, 0:50
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372 palavras

1-2 O relato segue a divisão tradicional dos filhos de Arão (cf. 6.3; Ex 6.23; Nm 3.2-4). Os descendentes de Eleazar e de Itamar eram os únicos que serviam como sacerdotes (6.1; Lv 10.1-3) (Bíblia de Genebra).

1-31 O capítulo continua o relato das listas levíticas, com foco especial na linhagem de Aarão. Vinte e quatro divisões de sacerdotes no santuário foram introduzidas por Davi (Andrews Study Bible).

1 Foram divididos em 24 turnos cabendo 15 dias anuais para cada um. Tinham também de estar prontos para as grandes festas, durante as quais, aliás, os sacerdotes se congregavam em Jerusalém. Visto que no calendário judaico o ano tem 13 meses, o período de prestação de serviços não caía na mesma data (época) de cada ano  (Bíblia Shedd).

2 morreram perante seu pai. Os dois filhos mais velhos de Aarão morreram porque cometeram sacrilégio no tabernáculo (Lev. 10:1-2).

Eleazar. Os filhos de Levi e Aarão foram listados consistentemente ordenados pela idade. Itamar, o irmão de Eleazar também servia no tabernáculo neste tempo (Andrews Study Bible).

4 dezesseis […] oito. 24 divisões, ao total, foram selecionadas por sortes. […] Os nomes da primeira, segunda, quarta, nona e 24ª divisões foram achados num rolo do mar Morto da quarta caverna em Qumran (Bíblia de Estudo NVI Vida).

5 Repartiram-nos por sortes. O lançamento de sortes em conformidade com os padrões revelados tinha por desígnio assegurar que as decisões fossem feitas de acordo com a orientação divina e não segundo os preconceitos humanos (Pv 16.33; Lc 1.8-9; At 1.26) (Bíblia de Genebra).

7 Jeoiaribe. O pai dos Macabeus (Matatias) pertencia ao turno de Jeoiaribe (cf 1Macabeus 2.1) (Bíblia de Genebra). [NC: Não obstante os livros de Macabeus não pertencerem ao cânon hebraico do VT, eles reúnem importantes informações históricas a respeito dos judeus no período intestamentário.]

10 Abias. O pai de João Batista (Zacarias) pertencia ao turno de Abias (Lc 1.5) (Bíblia de Genebra).

15 Hezir. A divisão pertencente à família de Hezir destacou-se no período intertestamentário; o nome aparece num dos túmulos grandes no vale do Cedrom, a leste de Jerusalém (Bíblia de Estudo NVI Vida).

31 como a seus irmãos menores. O tratamento igual para com todas as famílias foi um modelo a ser seguido durante o período que se seguiu ao exílio na Babilônia (24.5, nota). Talvez estivesse havendo uma controvérsia que requeresse a ênfase sobre o tratamento justo (Bíblia de Genebra).