Reavivados por Sua Palavra


SALMO 36 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2023, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 36 – Primeiro leia a Bíblia

SALMO 36 – BLOG MUNDIAL

SALMO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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SALMO 36 by Luís Uehara
11 de junho de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/36

O Salmo 36, ao mesmo tempo que contrasta o caráter dos malfeitores com o caráter de Deus, também descreve Deus como a fonte da vida. Fluindo dessa fonte eterna há um rio de delícias, prazeres que saciam a sede mais profunda do coração, que satisfazem a busca da alma por segurança e significado eternos, que satisfazem o anseio da mente pela reta justiça.

Quais são essas delícias que vivificam? Amor, fidelidade, retidão, justiça e proteção.

O amor de Deus é infalível, estendendo-se além dos limites do espaço e do tempo, culminando na Cruz. É o Amor que você tem procurado por toda a sua vida, um amor que irá curar suas feridas, transformando cicatrizes em estrelas.

Sua fidelidade é tão vasta que alcança os céus. Ele nunca vai abandonar ou trair você. Sempre fiel, Ele sempre estará com você. . . e em seu coração.

A justiça de Deus é mais elevada que o Monte Everest. Deus sempre faz a coisa certa, mesmo quando você não consegue entender. Como J.B. Phillips disse: “Se Deus fosse pequeno o suficiente para eu descobrir, Ele não seria grande o suficiente para eu adorar”.

Sua justiça é tão profunda quanto o oceano. Não importa o quanto você tenha sido abusado ou maltratado, um dia Deus trará alívio aos cantos mais profundos do seu frágil coração. A justiça divina prevalecerá! O rio de delícias de Deus – amor, fidelidade, retidão e justiça – flui livremente para todos.

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/36
Tradução: Luis Uehara/Jeferson Quimelli



SALMO 36 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2023, 0:50
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662 palavras

No Salmo 36, o salmista celebra a misericórdia divina a a contrasta com a depravação do ímpio. … O pecado nasce no coração (v. 1, 2), é expresso pela língua, na fala (v. 3), e se materializa pela atitude (v. 4). É uma análise progressiva da impiedade. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 807.

1 Porque os ímpios não temem a Deus, nada os restringe de pecar. Eles seguem em frente se nada acontecer com eles. Mas Deus é justo e está apenas adiando Sua punição. Este conhecimento nos restringe de pecar. Deixe que o temor de Deus faça seu trabalho em impedi-lo de pecar. em sua gratidão pelo amor de Deus, não ignore Sua justiça. Life Application Study Bible Kingsway.

Paulo cita a segunda frase do Salmo 36:1 para fundamentar sua tese sobre a depravação do ímpio (Rm 3:18). CBASD, vol. 3, p. 808.

a transgressão o lisonjeia (ARA; NVI: “Ele se acha tão importante”). CBASD, vol. 3, p. 808.

abjurou o discernimento (ARA; NVI: “abandonou o bom senso”). Os v. 3 e 4 apresentam a progressão do mal: o pecador deixa de fazer o bem, medita no que é mal, determina-se a fazer o mal e faz o mal sem que sua consciência o condene. CBASD, vol. 3, p. 808.

não se despega do mal (ARA; NVI: “ele nunca rejeita o mal”). Para o pecador depravado e sem esperança, a malignidade do pecado não é empecilho para a ação. Ele não percebe a imoralidade do ato pecaminoso. CBASD, vol. 3, p. 808.

A Tua benignidade (ARA; “O Teu amor”). Do heb. chesed (ver com. do v. 7). CBASD, vol. 3, p. 808.

aos céus. O salmista parece elevar-se de repente, acima da depravação humana, ao espaço infinito onde Deus reside. CBASD, vol. 3, p. 808.

os teus juízos [são] como um abismo profundo (ARA; NVI: “as tuas decisões [são] insondáveis como o grande mar”).  O salmista retrata os juízos de Deus como inesgotáveis e insondáveis. CBASD, vol. 3, p. 808.

preservas os homens e os animais. Desde o ser humano, coroa da criação, até o animal selvagem, Deus cuida de todas as criaturas (ver Sl 145:9). … Em vista disso, é preciso tratar os animais com bondade (ver PP, 443). CBASD, vol. 3, p. 808.

a Tua benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed, traduzido como misericórdia, no v. 5 (ARC; ver Nota Adicional [CBASD] a este salmo). CBASD, vol. 3, p. 808.

Fartam-se de abundância. Do heb. rawah, literalmente, “beber até saciar-se”. O que Deus dá ao ser humano o satisfaz, pois ele encontra em Deus o que precisa, e em abundância (ver Ef 3:20; cf. Lc 6:38). Deus é o bom anfitrião (Sl 23:5). CBASD, vol. 3, p. 808.

torrente. A metáfora era expressiva para o habitante da Palestina, onde a água é escassa. CBASD, vol. 3, p. 808.

das tuas delícias. As delícias de Deus, não as que o ser humano considera como delícias. Albert Barnes encontra neste versículo as seguintes verdades: (1) Deus é feliz; (2) A religião faz o ser humano feliz; (3) essa felicidade é de natureza divina; (4) satisfaz a necessidade da alma; (5) não deixa de satisfazer nenhuma delas; e (6) está estreitamente relacionada com a adoração na casa de Deus (ver PP, 413). CBASD, vol. 3, p. 808.

o manancial da vida. Deus não é apenas fonte de vida, mas de tudo que dá sentido à vida (ver Sl 34:12; Jo 1:4; 4:10; 5:26; Ed 97, 198; ver com.de Pv 9:11). CBASD, vol. 3, p. 808.

na Tua luz. Visto que Deus é a fonte de luz, somente nEle se pode ver luz. … Nossa oração deveria ser: “Ilumina o que é escuro em mim” (ver Jo 3:19, 20; 1Jo 1:5-7; 1Pe 2:9). CBASD, vol. 3, p. 808.

10 benignidade (ARA; NVI: “o Teu amor”). Do heb. chesed. É a terceira ocorrência deste termo (ver com. do v. 7; cf v. 5). CBASD, vol. 3, p. 809.

11 nem me repila a mão dos ímpios (ARA; NVI: “Não permitas … que a mão do ímpio me faça recuar”). O salmista pede que não seja pisado pelo insolente, nem afastado do lugar onde Deus o estabeleceu. CBASD, vol. 3, p. 809.

12 O salmista vê a resposta à sua oração e chama a atenção para a revelação da justiça divina na completa destruição dos ímpios. O salmo começa com tristeza e termina com triunfo. CBASD, vol. 3, p. 809.



Salmo 36 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de junho de 2023, 0:45
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“Continua a Tua benignidade aos que Te conhecem, e a Tua justiça, aos retos de coração” (v.10).

Amigos, parentes, cônjuges, filhos, geralmente são aqueles que podemos dizer que conhecemos. Alguns, de forma superficial, outros, mais intimamente, como aqueles com quem convivemos mais de perto. De certa forma, porém, o nosso conhecimento se limita ao que podemos ver e ouvir. E, muitas vezes, a depender da situação, alguém que julgamos conhecer revela atitudes que jamais poderíamos imaginar. Daí surgem as decepções e até mesmo a ruptura de relacionamentos.

Está escrito que o pecado fez separação entre nós e Deus (Is.59:2). Houve um rompimento no relacionamento entre o homem e o Criador, de forma que passamos a necessitar de uma escada de ligação com o Céu. Jesus Cristo é essa escada. Os sacrifícios da antiga aliança apontavam para esta verdade. A Jacó foi dada esta revelação através de um sonho (Gn.28:12) e o próprio Jesus a confirmou apontando para a Sua segunda vinda: “Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem” (Jo.1:51).

Em nosso coração há um grande conflito que se intensifica a cada instante. Quando rejeitamos Aquele que veio para restaurar o nosso relacionamento com o alto, somos dominados pelo engano e pela corrupção inerente à nossa natureza carnal (Jr.17:9). A descrição feita por Davi acerca da malícia humana em contraste com a bondade divina revela a nossa constante necessidade de Deus e da atuação de Seu Espírito em nossa vida. Como “trapo da imundícia” (Is.64:6) são nossas ações sem Deus, ainda que aparentem piedade. Mas é onde ninguém consegue conhecer e investigar que o Senhor nos vê e nos sonda (Sl.139:2).

O que temos permitido entrar em nosso coração? Ao deitar, são os nossos pensamentos perversos, ou, como Paulo, podemos afirmar: “Nós, porém, temos a mente de Cristo” (1Co.2:16)? Nunca houve um tempo onde houvesse tanta necessidade de o homem estabelecer um relacionamento tão íntimo com Deus como hoje, em que o virtual tomou o lugar do presencial. Conhecer a Deus e o Seu amor leal materializado em Cristo Jesus, mantendo uma comunhão pessoal e diária com Ele é o conhecimento que salva. Disse Jesus: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a Quem enviaste” (Jo.17:3).

Estamos às portas de contemplar o maior evento de todos os tempos: a gloriosa aparição de Cristo, a segunda vinda de nosso Senhor e Salvador. Antes, contudo, Satanás tentará imitar a derradeira promessa, aparecendo com seus anjos como ministros de luz. Só ficará em pé e não será enganado aquele que conhece a Deus, que guardou a Palavra do Senhor em seu íntimo. Logo veremos o cumprimento final do sonho de Jacó, mas também se cumprirá a profecia do salmista: “Tombaram os obreiros da iniquidade; estão derruídos e já não podem levantar-se” (v.12). Como também está escrito: “quando do céu Se manifestar o Senhor Jesus, com os anjos do Seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus” (2Ts.1:8).

Meus irmãos e minhas irmãs, como diz o pastor Alejandro Bullón: “Conhecer Jesus é tudo!” NEle “está o manancial da vida” (v.9). Portanto, aceitemos, agora, o Seu benigno convite: “Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a água da vida” (Ap.22:17). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, “retos de coração” (v.10)!

Rosana Garcia Barros

#Salmos36 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 36 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de junho de 2023, 0:40
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SALMO 36 – Neste Salmo somos confrontados com a realidade do contraste entre a misericórdia divina e a depravação humana. Quando esquecemos de adorar a Deus, caímos na armadilha de bajular o próprio ego, de onde surgem os pecados.

Spugeon salientou que, “aquele que faz pouco caso de Deus pensa muito em si mesmo. Aqueles que esquecem a adoração caem na adulação. Os olhos precisam ver algo e, se eles não admiram a Deus, bajulam seu próprio ego”; por isso, como ressalta Steven Lawson, “olham para o mundo a seu redor sem nenhum temor de Deus. Porque são irreverentes para com Deus, eles mergulham de cabeça no pecado”.

Através do Salmo 36, Davi revela que o ímpio não respeita a Deus; em vez disso, O considera como insignificante. Como aponta Lawson, “o resultado é que o descrente se engana quanto à sua verdadeira condição espiritual diante de Deus. Ele não consegue enxergar o seu pecado e não vê que suas más ações são uma ofensa ao Deus santo… Com sua consciência cada vez mais cauterizada, os não regenerados sentem cada vez menos restrição ao mal”.

O Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia explica esta questão da impiedade e sua degradação em três estágios:

1. Pecado que se opõe à consciência;
2. Pecado que não é condenado pela consciência;
3. Pecado impulsionado por uma consciência que se tornou totalmente depravada.

E, depois acrescenta uma análise progressiva do pecado. O pecado…

1. …nasce no coração (Salmo 36:1);
2. …é expresso pela língua, na fala (Salmo 36:3); e,
3. …se materializa pela atitude (Salmo 36:4).

Contudo, não podemos desconsiderar a ênfase dada em Deus pelo salmista. Os pecadores depravados, mergulhados de cabeça no pecado, irreverentes para com Deus, podem conscientizar-se de sua condição espiritual e buscar a misericórdia do Deus que é santo.

Por conseguinte, enquanto Salmo 36:1-4 descrevem a pecaminosidade da humanidade, Salmo 36:5-9 expressam a beleza dos atributos da divindade; consequentemente, Salmo 36:10-12 constituem uma oração expressando a fé de que Deus revelará Sua bondade a todos os alinharem a vida com a vontade dEle.

Os atributos divinos neste Salmo ressaltam a natureza de Deus em relação à humanidade. Misericórdia, fidelidade, justiça, amor, bondade e luz são essenciais para prover redenção aos pecadores! Portanto, vamos reavivarmo-nos? – Heber Toth Armí



SALMO 35 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2023, 1:00
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Texto bíblico: SALMO 35 – Primeiro leia a Bíblia

SALMO 35 – BLOG MUNDIAL

SALMO 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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SALMO 35 by Luís Uehara
10 de junho de 2023, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/35

Este salmo é um salmo imprecatório. Esses salmos “denunciam os inimigos de Deus e de Seu povo e lançam maldições sobre suas cabeças. O tom de tais salmos parece contraditório ao espírito que Cristo declarou que deveria governar nossa atitude para com um inimigo (Mateus 5:44)” (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol.3 página 624). Visto que os salmos são inspirados, por que a disparidade? Uma explicação do comentário acima na mesma página é esta:

A denúncia do pecador deve ser entendida no contexto dos tempos em que foram escritas. Naqueles dias, os homens se expressavam em termos fortes e com imagens vigorosas. Os escritores da Bíblia expuseram suas idéias em linguagem humana e em estilo familiar a outros. “A Bíblia foi escrita por homens inspirados, mas não é a maneira de pensar e exprimir-Se de Deus. Esta é da humanidade. Deus, como escritor, não Se acha representado. Os homens dirão muitas vezes que tal expressão não é própria de Deus. Ele, porém, não Se pôs à prova na Bíblia em palavras, em lógica, em retórica. ” (Ellen G. White MS 24, 1886).

Pai, dê-nos a graça de sempre escolher fazer o bem aos nossos inimigos. Sabemos que Tu podes fornecer o poder para fazermos isso. Em nome de Jesus, Amém.

Onaolapo Ajibade
Líder aposentado da Divisão Centro-Ocidental da África dos Adventistas do Sétimo Dia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/35
Tradução: Luis Uehara/Jeferson Quimelli



SALMO 35 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2023, 0:50
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526 palavras

O Salmo 35 é … o clamor de angústia do salmista ao ser perseguido por homens que foram seus amigos e então lhe retribuíam seu amor com intendo ódio. … Alguns creem que a conspiração de Absalão e Aitofel pode ter sido o contexto histórico deste salmo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 805.

Embraça o escudo e o broquel. Indicam tanto o escudo pequeno de Salmo 3:3 quanto o escudo maior e mais forte do Salmo 5:12 (ver também com. do Sl 18:2): ambos são usados nesta passagem para transmitir a ideia de completa defesa.  CBASD, vol. 3, p. 805.

Empunha a lança e reprime o passo. A forma hebraica traduzida por esta frase é segor. … O versículo retrata Deus, por meio da linguagem humana, como um guerreiro que luta ao lado do salmista. CBASD, vol. 3, p. 805.

minha alma. Ou, simplesmente “eu” (ver com. do Sl 16:10). O salmista se regozijará, não com a destruição do ímpio, mas com a intervenção divina. CBASD, vol. 3, p. 805.

10 Todos os meus ossos. Todo o corpo se regozija. CBASD, vol. 3, p. 805.

11 iníquas testemunhas. Literalmente, “testemunhas de violência”. CBASD, vol. 3, p. 805.

e me arguem (ARA; NVI: “questionam-me”). Ou, “eles perguntam de mim”. CBASD, vol. 3, p. 806.

13 em oração me reclinava sobre o peito. O salmista pede que sua oração por seus inimigos lhe seja concedida, como prova da sinceridade de sua atitude para com eles. CBASD, vol. 3, p. 806.

14 andava curvado. As formas externas de lamento entre os hebreus incluíam não tomar banho e não fazer a barba (ver 2Sm 19:24). O lamento do salmista era tão completo como o lamento por um familiar próximo. CBASD, vol. 3, p. 806.

15 os abjetos. Do heb. nekim, “os feridos”, referindo-se talvez aos mais fracos que o salmista, que se uniram para caluniá-lo conforme sugere o versículo. CBASD, vol. 3, p. 806.

16 como vis bufões em festins (ARA; NVI: “Como ímpios caçoando do meu refúgio”). A LXX traz: “eles me tentaram, zombaram de mim”. CBASD, vol. 3, p. 806.

19 sem causa. Em todo o salmo o escritor afirma sua inocência absoluta. Alguns creem que Jesus se referiu a esta frase quando disse: “Odiaram-me sem motivo” (Jo 15:25). CBASD, vol. 3, p. 806.

21 Pegamos! O desejo dos inimigos é ver a derrota definitiva do salmista. CBASD, vol. 3, p. 806.

22 Tu, SENHOR, os viste. Comparar com a frase: “até quando, SENHOR, ficarás olhando?”  (v. 17). A partir deste ponto o salmo é mais tranquilo. CBASD, vol. 3, p. 806.

não te cales. Literalmente, “não sejas surdo” (ver com. do Sl 28:1). CBASD, vol. 3, p. 806.

25 Agora, sim! Cumpriu-se o nosso desejo (ARA; NVI: “Ah! Era isso que queríamos!”.  Literalmente, “Ahah, nossa alma!”, expressão idiomática que significaria: “Ahah, temos o desejo de nosso coração.” CBASD, vol. 3, p. 806.

27 Cantem de júbilo Porque a causa do salmista foi defendida. CBASD, vol. 3, p. 806.

prosperidade (ARA; NVI: “bem-estar”). Do heb. shalom, “paz”. A conclusão do salmo é bem diferente do início. Ele se encerra com vitória. CBASD, vol. 3, p. 806.

28 celebrará. Do heb. hagah. Este verbo transmite a ideia de falar com voz baixa, como se meditando num pensamento agradável. Traduz-se como “medita” no Salmo 1:2. CBASD, vol. 3, p. 806.

a Tua justiça. A salvação que vem de Deus, não o livramento do salmista. Contemplar a bondade de Deus desvia o pensamento de si mesmo. CBASD, vol. 3, p. 806.



Salmo 35 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de junho de 2023, 0:45
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“Contende, Senhor, com os que contendem comigo; peleja contra os que contra mim pelejam” (v.1).

Davi tinha “fome e sede de justiça” (Mt.5:6). Seus adversários o oprimiam e o seu desejo era ver, na prática, a justiça divina. À primeira vista, pode-se dizer que o Salmo de hoje é um clamor por vingança. Mas entendo que Davi estava apenas cansado de lidar com a falsidade. Enquanto se compadecia das pessoas (v.13-14), estas se alegravam com a sua desgraça (v.15). Enquanto jejuava e orava por elas, elas se reuniam contra ele. Enquanto lhes fazia o bem, era retribuído com o mal (v.12). É realmente uma desolação – como disse Davi – uma situação como essas! O que pensar? O que fazer? Como reagir? Jesus disse que devemos amar os nossos inimigos. E mais: que além de amar os nossos inimigos, devemos orar por quem nos persegue, “para que vos torneis filhos do vosso Pai Celeste”, disse Ele (Mt.5:48).

Somos filhos de Deus quando compreendemos que os nossos irmãos não deixam de o ser quando decidem nos odiar ou nos perseguir; quando as suas atitudes, por piores que sejam, não podem apagar o amor do Pai em nosso coração; quando, ainda que machucados e tristes pela ingratidão sofrida, somos gratos a Deus porque Ele mantém o nosso coração fortalecido. Este amor, contudo, não nos é inerente. Necessitamos buscá-lo na Fonte. Precisamos pedir por ele. Então, “o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm.5:5).

Não gosto de pensar que Davi desejava o mal aos seus adversários, mas que esperava pela justiça divina, que é longânima e misericordiosa. Tanto, que a sua atitude não era de fazer justiça com as próprias mãos, e sim fazer o que estivesse ao seu alcance para vê-los bem (v.13-14). Porém, de graça era perseguido e sem causa era odiado (v.19). O que tornava o seu clamor um constante questionamento: — Para que tanto rancor sem causa?

Oh, amados, por mais que seja difícil entender algumas situações, o Senhor nos conforta, dizendo: “Eu sou a tua salvação” (v.3). Que a nossa oração hoje seja: “Julga-me, Senhor, Deus meu, segundo a Tua justiça” (v.24). “Entrego em Tuas mãos todos os meus perseguidores e todos os que me odeiam sem causa, para que “o anjo do Senhor os persiga” (v.6) com a finalidade de preservar-lhes a vida, a fim de que tenham a oportunidade de se arrepender e de serem transformados pelo doce amor de Cristo”.

Seja um agente da paz! Que a sua vida glorifique a Deus, de forma que “digam sempre: Glorificado seja o Senhor!” (v.27). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, pacificadores!

Rosana Garcia Barros

#Salmos35 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



SALMO 35 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de junho de 2023, 0:40
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SALMO 35 – Este Salmo retrata a profunda agonia emocional experimentada pelo salmista diante da perseguição e injustiça.

Essa composição poética de Davi é conhecida como Salmo de imprecação; nele, ele expressa suas emoções intensas enquanto clama ao Senhor por justiça e libertação de seus inimigos.

• Inspirado por Deus, as palavras do salmista revelam sua aflição profunda, o senso de injustiça e o peso emocional que ele está enfrentando (Salmo 35:1-10).
• Diante das ameaças e injustiças sofridas, o salmista reconhece que somente Deus pode trazer a justiça necessária para sua situação; então, confia em Suas ações. Por isso, não orquestra algo tentando vingar-se (Salmo 35:11-18).
• Confiando na intervenção divina, Davi expressa gratidão antecipada pela reposta de Deus, prometendo louvá-lO e testemunhar de Sua fidelidade a outros; ele reconhece nEle seu Salvador e motivo real de sua esperança; por isso pode compor, orar e cantar apesar das circunstâncias difíceis (Salmo 35:19-28).

A atuação de Deus está atrelada aos anjos, que são ministros enviados por Ele para servir aqueles que hão de herdar a salvação (Hebreus 1:14). No Salmo 34, há uma referência aos anjos no versículo 7, que diz: “O anjo do Senhor é sentinela ao redor daqueles que o temem e os livra”. No Salmo 35, há duas referências a esses ministros de Deus nos versículos 5 e 6; os quis ensinam-nos que:

• Os anjos são servos e mensageiros de Deus, enviados ao mundo para cumprir Sua vontade, cuja autoridade descende dAquele que os envia do Céu.
• Os anjos não são crianças que morreram, são seres poderosos criados por Deus para auxiliar Sua ministração do vasto Universo.
• Os anjos são servos de Deus com a missão de servir e ministrar àqueles que herdarão a salvação.
• Os anjos atuam poderosamente em favor daqueles que temem a Deus.
• Os anjos são instrumentos de proteção, livramento e auxílio aos crentes na caminhada da fé.

Por isso, como o salmista, apesar das angústias, devemos expressar confiança em Deus e aguardar pacientemente por Sua intervenção.

O Salmo 35 encerra com um tom de gratidão. Essa narrativa emocional nos ensina a buscar a Deus em meio às nossas próprias aflições, e a confiar em Sua intervenção mesmo nos momentos mais críticos da existência!

Em Deus, podemos erguer-nos e reavivarmo-nos! Você crê? – Heber Toth Armí