Reavivados por Sua Palavra


Jeremias 30 by Jeferson Quimelli
31 de maio de 2014, 0:00
Filed under: Aliança, comunhão, relacionamento, restauração

Comentário devocional:

O profeta Jeremias volta a receber a Palavra do Senhor. O profeta é instruído a escrever “num livro todas as palavras” que o Senhor tinha falado com ele (v. 2 ARA). É interessante notar que em boa parte da seção do capítulo 30 ao 33, ele usa uma estrutura poética como expressão de alegria, porque esta é uma seção de esperança.

No início do capítulo Jeremias anuncia a restauração de Judá. As pessoas estão em estado de pânico. Isto é descrito pelo uso de uma metáfora de uma mulher em trabalho de parto (v. 5-6). Deus tranquiliza o povo mostrando que Ele está por trás e no controle da punição ao Seu povo e revela que toda a crueldade e idolatria dos captores retornaria para eles como uma expressão da justiça de Deus: “Mas todos os que a devoram serão devorados; todos os seus adversários irão para o exílio. Aqueles que a saqueiam serão saqueados; eu despojarei todos os que a despojam”(v. 16 NVI).

Alguém poderia perguntar: Por que Deus permitiu que nações ímpias explorassem Seu povo? Por que Deus permite que o mal seja praticado e os ímpios prosperem? Ao dar esperança ao seu povo, Deus lhes dá a garantia de que a justiça será feita. A nação que traz o julgamento de Deus ao Seu povo também será submetida ao mesmo julgamento. 

Estas promessas de restauração do povo de Deus e de julgamento dos inimigos de Deus trazem também à tona o tema da aliança: “vocês serão o meu povo, e eu serei o seu Deus ” (v. 22 NVI), tema este que é discutido mais detalhadamente em Jeremias 31.Esta restauração que Deus promete não é apenas material, política ou nacional. É também uma restauração da relação da aliança entre Deus e Seu povo. 

Ao desenvolvermos ações de incentivo a uma vida saudável buscamos restaurar a saúde física das pessoas; ao alimentar os pobres cuidamos de suas  necessidades materiais; na busca de justiça em um ambiente politicamente injusto estamos defendendo os ideais da Palavra de Deus. Todos esses esforços são bons e elogiáveis, mas são de menor valor se não abordarmos o  cerne do problema, que é o relacionamento quebrado com o Criador. Este aspecto espiritual deve ser o centro e objetivo de todas as atividades da igreja e de seus membros individualmente.

“Querido Senhor, por favor, ajuda-me a lembrar em tudo que eu fizer, de que o foco principal da existência deve ser o meu relacionamento conTigo. Amém”. 

Michael Sokupa
Heidelberg College , South Africa

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/30/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 30 



Jeremias 29 by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2014, 0:00
Filed under: libertação, profecias, Queda de babilônia, restauração | Tags:

Comentário devocional:

Você gostaria de receber uma mensagem de um profeta de Deus? 

Neste capítulo, nós lemos sobre o profeta Jeremias enviando uma carta aos cativos na Babilônia. Se você também se considera um prisioneiro da moderna Babilônia em que vivemos, este conselho pode lhe ser útil: “Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: ‘Não deixem que os profetas e adivinhos que há no meio de vocês os enganem. Não deem atenção aos sonhos que vocês os encorajam a terem. Eles estão profetizando mentiras em meu nome. Eu não os enviei’, declara o Senhor.” (v. 8-9 NVI). 

Será que temos falsos profetas em nosso redor hoje? Este verso é uma advertência contra eles.

Minha filha Lauretta e eu estávamos em pé no antigo Caminho da Procissão na antiga Babilônia. Saddam Hussein restaurou 180 metros desta famosa via. Ali recordamos a História, quando os exilados de Jerusalém entraram pela Porta de Ishtar rumo aos seus desastrosos 70 anos de exílio. 

Bem ali, naquele lugar histórico, as mensagens reconfortantes de Jeremias 29 vieram às nossas mentes: “Assim diz o Senhor: ‘Quando se completarem os setenta anos da Babilônia, eu cumprirei a minha promessa em favor de vocês, de trazê-los de volta para este lugar. Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.’” (v. 10 -11 NVI). 

Se você abriga pensamentos negativos sobre o futuro, por favor, substitua-os pelos pensamentos que Deus tem para o seu futuro. 

Enquanto minha filha e eu andávamos através dos enormes portões da Babilônia, parcialmente reconstruídos, a caminho da sala do trono de Nabucodonosor, recordávamos a parte final desta promessa inspiradora: “’Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês’, declara o Senhor, ‘e os trarei de volta do cativeiro. Eu os reunirei de todas as nações e de todos os lugares para onde eu os dispersei, e os trarei de volta para o lugar de onde os deportei’, diz o Senhor” (v. 12 -14 NVI). 

Estamos todos exilados de nossa casa sem pecado no Éden e estamos vivendo, não só em um mundo pecaminoso, mas com nossa natureza caída pecaminosa. Quem irá nos salvar?

Quando minha filha e eu deixamos a sala do trono onde Daniel explicou ao rei que uma pedra viria esmagar os reinos deste mundo e estabelecer um reino eterno, entramos no enorme salão onde Belsazar e mil dos seus nobres (Daniel 5:1) foram destruídos por Ciro. Enquanto estávamos na sala do trono, apesar de não sabermos onde, sabíamos que tinha sido ali que a mão divina escrevera a condenação da Babilônia. 

Com as promessas de Jeremias 29 em nossa memória, Lauretta e eu fomos a Pasárgada, no Irã, onde fizemos uma visita ao túmulo de Ciro – um tipo de Cristo. Isaías 44 e 45 chama Ciro de pastor, libertador e ungido. Estes títulos de Ciro estão relacionados com um Personagem muito maior, de quem Ciro era um tipo. À medida em que meditávamos sobre este grande libertador, lembramos da tremenda mensagem reconfortante de Isaías 45:13: “Eu levantarei esse homem em minha retidão: farei direitos todos os seus caminhos. Ele reconstruirá minha cidade e libertará os exilados, sem exigir pagamento nem qualquer recompensa, diz o Senhor dos Exércitos” (NVI).

“Nosso querido Pai celestial amoroso, obrigado por explicar Sua salvação através da história de Ciro. Obrigado por nos libertar desta Babilônia onde vivemos de dor e morte para a felicidade do céu. Oramos isto em nome de Jesus, nosso celeste libertador e pastor. Amém”

Pr. François du Plessis
Evangelista na África do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/29/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 29 



Jeremias 24 by Jeferson Quimelli
25 de maio de 2014, 0:00
Filed under: restauração, sábado | Tags:

Comentário devocional:

Deus usa duas cestas de frutas para ilustrar Sua mensagem. Uma cesta tem figos perfeitos, maduros e pronto para comer. O outro cesto tem figos ruins que não podiam ser consumidos.

Note que Deus mostra que, assim como os figos, o Seu povo está dividido em dois grupos. 

Apesar da idolatria e da infidelidade da liderança política e religiosa, ainda há um grande grupo de Seu povo, retratado como “figos muito bons!” O outro grupo seguiu o modo mais fácil de vida e através da infidelidade tornou-se totalmente e completamente corrompido. Estou animado porque Deus mostra que existem fiéis mesmo em épocas de corrupção social e religiosa. Ele sempre tem um povo que é fiel! 

Mas a mensagem deve ter sido decepcionante para as pessoas boas. Enquanto aqueles retratados pelos figos ruins ficariam na terra, as pessoas retratadas pelos bons figos teriam que ir para o cativeiro babilônico! E Deus disse que isso era para o próprio bem deles!

Eu só posso imaginar o quão difícil deve ter sido aceitar esta mensagem! Como poderia a destruição de sua terra natal e sua cidade e ser levado para o cativeiro por pagãos cruéis ser para o seu próprio bem? Isso nos lembra que os caminhos de Deus não são os nossos caminhos. Devo lembrar disso na próxima vez que acontecer algo que pareça difícil de entender.

Tudo se resume em como vemos as coisas. Nossa perspectiva cobre apenas os poucos dias que temos nesta terra. A perspectiva de Deus é muito mais ampla. Ele havia dito aos primeiros israelitas, por meio de Moisés, qual seria o resultado se a nação fosse infiel e seguisse a outros deuses e práticas pagãs. As previsões em Deuteronômio são simples. O tempo finalmente tinha chegado.

Essa perspectiva é encontrada em dois lugares. Primeiro, nos versos 8 a 10. Deus limpará a terra. O rei e o restante que ficar na terra e aqueles que fugiram em busca da segurança no Egito experimentarão espada, fome e peste. Em segundo lugar, em 2 Crônicas 36, a Escritura registra que os líderes e o povo transgrediram mais e mais. Deus insistiu com eles através de seus profetas até que não houvesse mais nenhum remédio. Então, o juízo veio em ondas. Aqueles que sobreviveram à destruição (os figos bons) foram levados para a Babilônia como servos.

Observe um ponto muito importante aqui. O povo de Deus deveria permanecer na terra do seu cativeiro até que a terra agrícola gozasse seus sábados, para cumprir os 70 anos em que a terra pôde descansar. Deus havia orientado Seu povo a deixar a terra descansar a cada sete anos, mas o povo decidiu que não era economicamente viável fazer isso! Agora, Ele vai deixar a terra descansar para compensar todos esses anos em que sua Palavra tinha sido ignorada.

Mas este capítulo também tem uma boa notícia! Todos nós precisamos de uma boa notícia para o dia de hoje! Nos versículos 5-7, Deus expressa Seu grande plano para os “bons figos”, que seriam retirados da terra para evitar os julgamentos. Ele promete trazê-los de volta, restaurá-los e lhes dar um novo coração para que possam conhecê-Lo melhor. Ele promete que será o seu Deus e que, com o novo coração, eles se voltariam para Ele como nunca antes!

 Isso é o que nós precisamos: compromisso total, olhos apenas para Ele. Precisamos de um coração que está verdadeiramente convertido do poder destrutivo do pecado. Não como uma Laodicéia morna, mas completamente entregues ao nosso Salvador.

“Oh, Senhor , que eu esteja no cesto de figos bons! Por favor, dê-me um novo coração, completamente dedicado a Ti. Amém”.

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/22/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 22 



Isaías 56 by Jeferson Quimelli
21 de abril de 2014, 0:00
Filed under: restauração | Tags: , ,

Comentário devocional:

Chegamos agora à ultima seção desta Grande Sinfonia da Salvação escrita por Isaías, em que se entrelaçam temas como julgamento e salvação, justiça e misericórdia, advertência e conforto, as consequências e a brilhante esperança. 

Os capítulos 56-66 contém a mensagem especial de Deus para os exilados que seriam libertados por Ciro e enviados de volta para casa para recomeçar a nação praticamente do zero (44:24-28). Alquebrados pelo sofrimento da disciplina, era propósito do Senhor que alcançassem a humildade e contrição de espírito (cf. Isaías 66:2). Este seria um momento de grande expectativa para os exilados. Eles ficariam animados com as promessas de um reino e de um templo restaurados e de um novo começo prestes a amanhecer para eles.

O próprio Senhor (Yahweh) descreve os ideais dessa comunidade restaurada (v.1-8): deveria ser um reino caracterizado pela justiça, retidão e responsabilidade social; um reino que conheceria a alegria do descanso sabático (v.3-8). A salvação total seria concedida a TODOS os “que se unirem ao Senhor para servi-lo, para amarem o nome do Senhor e prestar-lhe culto” (v. 6 NVI), incluindo aqueles que tinham sido anteriormente consideradas excluídos (como os eunucos e os estrangeiros).

Mas Isaías precisava preparar o povo de Deus para as imensas dificuldades à frente, vindas de sua própria liderança, antes do reino de Deus se tornar uma realidade gloriosa. Suas tentativas de estabelecer uma comunidade segura e viável, sob o governo de Deus, seria repleta de frustração. O pecado com toda a sua agonia existiria em nível pessoal e corporativo e eles seriam tentados a desanimar, especialmente quando percebessem que estariam sendo conduzidos, mais uma vez, por líderes ímpios. Isaías simpatiza com o povo. Ele chama seus líderes de cegos e mudos (v. 10) e os denuncia com palavras fortes: “São cães devoradores, insaciáveis. São pastores sem entendimento; todos seguem seu próprio caminho, cada um procura vantagem própria” (v. 11 NVI).

A mensagem de Isaías também é para nós: todos os que viveram entre a primeira e a segunda vinda de Cristo.

Cristo veio a primeira vez para estabelecer o Seu Reino na terra, mas avisou que teríamos que suportar muitas dificuldades até que Ele viesse uma segunda vez para inaugurar o seu Reino de Glória. Até aquele momento, o reino de Deus e os reinos deste mundo existiriam lado a lado. A tensão entre o bem e o mal está se tornando mais crítica à medida que a maldade ganha terreno e se torna mais destrutiva. Mais e mais vemos líderes terrenos, civis e religiosos, se encaixando na descrição bíblica de lobos em pele de cordeiro.

Ao vermos todas estas coisas acontecendo não desanimemos ou permitamos que nossos corações se tornem insensíveis. Concentremo-nos na certeza de que em breve o reino de glória será implantado por Deus para TODOS aqueles que o amam.

Aleta Bainbridge
Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/56/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Isaías 56 



Isaías 32 by Jeferson Quimelli
28 de março de 2014, 0:00
Filed under: restauração, vitória | Tags:

Comentário devocional:

Isaías começa sua descrição messiânica de Cristo como Rei que reinará com justiça (v. 1a). 

“Isaías desvia a atenção do iminente ataque assírio a Jerusalém (Is 31:8,9) para se referir ao tempo de paz que viria a seguir. Depois da retirada de Senaqueribe, em 701 a.C., seguiu-se um tempo de paz sob o justo reinado de Ezequias… . De forma similar a derrota de todas as forças de Satanás será seguida do eterno reinado de Cristo em justiça e glória. Como de costume, o quadro profético de paz e segurança une a descrição das glórias do mundo porvir com a era messiânica. Nesse contexto messiânico, o “rei” é Cristo”. CBASD, vol. 4, p. 231.

Os fiéis são vistos como “príncipes que governarão com justiça” (v1b NVI)  Paulo diz que os justos irão julgar o mundo e até os anjos (ver 1 Cor. 6:2,3).

Nesta época pós-advento glorioso, onde cada homem terá a firmeza de uma fortaleza (v. 2), os cegos verão, os surdos ouvirão (v. 3). A “mente do precipitado saberá julgar”, pois discernirá a verdade (v. 4a), e os gagos falarão “com facilidade e clareza (v. 4b NVI). Isaías viu a perfeição total.

No final do tempo as coisas receberão o devido valor. Nunca mais o tolo será chamado nobre (v.5a) e os violentos serão chamados generosos (v.5b). 

Isaías define como insensato (NVI) aquele que loucamente “só pensa no mal; … pratica a maldade e espalha mentiras sobre o Senhor” (v. 6 NVI). O insensato  está constantemente a fazer planos para retirar proveito daquele que não tem como defender seu direito (v. 7). Em contraste, Isaías mostra que o homem nobre planeja o que é nobre e será apreciado por causa disso (v. 8). 

No final desta descrição Laodiceana da igreja, há um duplo chamado ao despertamento àqueles que dormem como as dez virgens da parábola de Jesus (v. 9). Isaías fala a seguir do momento em que o remanescente será convidado a se retirar do meio do erro: “saiam dela, povo meu … para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!” (Apoc. 18:4 NVI). Então, em um alívio, Isaías fala no verso 15 como o derramamento do Espírito tornará frutíferos os campos.

Em Joel 2:28, o Senhor diz: “derramarei do meu Espírito sobre todos os povos” e, então, quem quer que invocar o nome do Senhor será salvo. É o momento da chamada final em que muitos se unirão ao Remanescente. A justiça e a retidão serão encontradas onde antes era apenas deserto, mas que se tornou em campo fértil (v. 16).

Agora Isaías retorna ao tema inicial do capítulo, o reino Messiânico: “o fruto da justiça será paz” (v. 17a). A paz em Sião é fruto da justiça de Jesus e de seu justo reinado.  O justo “viverá em locais pacíficos, em casas seguras” (v. 18 NVI).

No versículo 19 Isaías vai voltar a mencionar como as cidades ficaram desoladas e destruídas. João em Apocalipse fala de grandes pedras de granizo e cidades arrasadas (Apocalipse 16:21). Em contraste, os justos estarão no céu onde eles e os animais poderão andar livremente porque lá não haverá guerras ou ladrões (v. 20).

Querido Deus,
Queremos viver em segurança espiritual e desejamos crescer na Sua graça. E quando a última chuva do Espírito for derramada, queremos ser banhados por ela.  Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/32/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Isaías 32 



Isaías 11 by Jeferson Quimelli
7 de março de 2014, 0:00
Filed under: restauração | Tags:

Comentário devocional:

O versículo 1 começa com uma referência ao “tronco de Jessé” e um ramo crescendo “das suas raízes” (ARA e NVI). Jesus Se identificou como sendo “a Raiz e o Descendente de Davi” (Apoc. 22:16 NVI). Esta é uma descrição do reinado futuro de Cristo como um rei justo, que cumpriria a promessa feita a Davi de que seu trono seria estabelecido para sempre (II Sam. 7:13).

Isaías diz que a “Raiz de Jessé” “será como uma bandeira para os povos” (v.10 NVI). Podemos ver a cruz de Jesus como a bandeira de Deus na luta contra o inimigo de nossas almas.

Isaías continua dizendo que a Ele “as nações buscarão” (v.10 NVI). Olhe isso à luz da mensagem do primeiro anjo para levar o evangelho “a toda nação, tribo, língua e povo” (Apoc. 14:6 NVI). ” Os grupos de missionários em terras pagãs foram comparados pelo profeta [Isaías] a bandeiras erguidas para guia dos que estão em busca da luz da verdade” (Profetas e Reis, p. 239). Louvemos a Deus pelos missionários! O Evangelho é para todos nós – judeus e gentios! 

Porém Isaías não para aqui. Os verso se encerra com: “o seu lugar de descanso será glorioso” (NVI). Em um mundo cheio de provações e dificuldades, o descanso do cristão “é encontrado somente em Cristo. Se possuímos Sua mansidão de espírito encontraremos nEle paz e alegria” (Signs of the Times, 17/12/1885, par. 2).

O plano de Deus era que quando o remanescente voltasse do cativeiro babilônico (v.11), colocaria toda a sua confianca nEle e prepararia todo o mundo para a vinda do Messias. Se assim o fizessem, Deus prometia lhes dar a paz (v. 12-16). Mas eles falharam. Aprendamos com eles e coloquemos a nossa confiança em Deus, enquanto nós, o Israel espiritual, preparamos o mundo para a Segunda Vinda.

Hoje aguardamos um “lugar” preparado para nós (João 14:2-3 ARA), onde o lobo e o cordeiro habitam pacificamente, o leopardo descansa com um cabrito e uma criança brinca ilesa com um bezerro e um leão (v.6). Imagine o leão celeste comendo grama como um boi (v.7). É um lugar onde não há medo de qualquer tipo de “dano” (v.9 ARA). Isso inclui a segurança proteção de todos os tipos de abuso e maldade. Será um lugar seguro eterno e “glorioso” para descansar e viver (v.10 NVI).

Senhor, ajuda-nos a sermos Seus dignos representantes, Suas bandeiras, Seus embaixadores. Obrigado por esse vislumbre do céu. Mantenha-nos fiéis enquanto esperamos por esse dia glorioso. Amém.

Pr. Lloyd e Sheila Schomburg
EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/11/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 11