Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 25 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
3 de março de 2019, 0:45
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É bom quando Deus transforma maldições em bênçãos, mas é tenebroso quando Satanás transforma bênçãos em maldições. Deus fez o sexo para ser bênção na vida matrimonial assim como Deus fez a mulher para ser bênção na vida do homem (e vice versa).

Quando ela deixa-se usar por Deus, tal mulher será uma bênção; entretanto, quando ela permite ser seduzida pelo diabo será maldição tenebrosa.

Convido você a mergulhar no texto bíblico. No capítulo anterior, Balaque e Balaão seguiram, cada um o seu caminho. Cada um voltou para sua casa. Agora observe:

1. As mulheres moabitas seduziram os homens do povo de Deus e os levaram a adorar deuses pagãos, o que resultou na morte de 24.000 pessoas (Números 25).

2. As mulheres fizeram isso seguindo o conselho de Balaão (Números 31:16). Sendo que ele já havia voltado a sua terra, como entender essa questão?

• Supõe-se que Balaão ficou pensando em como resolver o fato dele não conseguir amaldiçoar ao povo de Deus.
• Ele pode ter concluído que Deus não Se afasta de Seu povo e, consequentemente, o povo será sempre invencível, protegido e abençoado; mas, se o povo envolver-se com o pecado, o povo se afastaria de Deus e seria tão fraco que criariam armadilhas para sua própria destruição.
• Balaão voltou com a ideia maquiavélica: Orientou Balaque a selecionar as mulheres mais sensuais, dizer a elas para seduzir os homens de Israel e, quando estiverem embebidos de paixão por elas, fizessem chantagem: Eles só poderiam tocar nelas se fossem adorar seus deuses em sua terra. Magnífico!
• A idolatria e a prostituição afastaram o povo de Deus de Sua proteção e a praga veio com destruição.

3. Fineias, neto de Arão, resolveu drasticamente o problema da praga mortal ferindo aos últimos amantes do pecado. Ah! Moisés recebera ordens de Deus para enforcar aqueles que encabeçaram o pecado.

O pecado seduz, cega, entorpece e mata. Pecado atrai a ira de Deus, pois afasta dEle aos que Ele ama. Por outro lado, Deus abençoa, promove e cuida de quem O ama, se compromete com a moralidade, e ousa combater ao pecado.

Cuidado para que o pecado não torne as bênçãos de Deus em maldições. Viva a plenitude das bênçãos sem corrupções… e serás bem-aventurado! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 25 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
3 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
2 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 24 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
2 de março de 2019, 0:45
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Este é o terceiro capítulo em que Moisés descreve o fracasso do profeta Balaão. A mensagem clara é que por mais que se invista de várias formas possíveis é impossível atingir ao povo que tem a Deus como Senhor, guia e protetor.

É loucura pensar que lutar contra Deus obterá alguma vitória. Cegado pelo pecado com coração ambicioso, Balaão seguia seu destino tortuoso. O destino do caminho da ambição é a destruição! Ambição/ganância leva à independência de Deus – isto é, demência!

Percebendo a invalidez dos encantamentos (sete altares) Balaão desistiu deles; então passa a falar diante de todo o povo de Deus (vs. 1-2). “Desta vez Balaão abençoa todo o Israel (24.3-5), prediz que um dia terão um grande rei e um grande reino (24.6,7) e vincula o poderio deles à obra de Yahweh a seu favor (24.8,9). O oráculo final de Balaão prediz que Israel derrotará todos os seus adversários (vs. 15-24)” (Paul R. House).

• As promessas de Deus de enviar um Messias para erradicar o pecado do mundo poderiam sofrer oposição, mas certamente seriam cumpridas.

Intentando amaldiçoar, Balaão abençoou. Intentando enfraquecer o povo de Deus, Balaão profetizou sua total vitória com base na obra do Deus verdadeiro. “Balaão pronunciou, portanto, a palavra de Deus, e Deus disse que verdadeiramente se cumprirão as promessas de herança, aliança e terra. Essas são palavras de Deus, e elas são infalíveis mesmo apresentadas por um adivinho estrangeiro, mercenário e incapaz de enxergar como Balaão” (House).

De profeta, Balaão decaiu para adivinho (Josué 13:22).

• Para abençoar Seu povo Deus pode falar através de quem Ele quiser; Suas palavras a você podem vir de qualquer pessoa, até de alguém apostatado.

Balaão e Balaque representam a união religiosa com a política. Esta relação sempre foi perigosa. No tempo do fim o Armagedom significará união da política mudial com a religião mundial contra o remanescente de Deus. Entretanto, não tenha medo…

“Na verdade, os crentes sofrem certa oposição à medida que se dirigem à Terra Prometida por Deus. Essa oposição pode criar uma verdadeira e séria dificuldade. Mas, ‘nos últimos dias’, os nossos inimigos é que serão derrotados pelas mãos de Deus” (Lawrence O. Richards).

Para quem está com Deus, até maldição torna-se bênçãos. Portanto, agarremo-nos a Ele! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 24 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
2 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
1 de março de 2019, 0:55
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NÚMEROS 23 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
1 de março de 2019, 0:45
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Uma grande história possui grandes lições. Nos próximos capítulos as aplicações das tristes experiências de Balaão deverão desviar-nos do caminho da ruína.

Para abrir nossa mente à mensagem divina deste capítulo considere: “O mundo tem-se tornado um leprosário de pecado, um monturo de corrupção. É um mundo que não conhece os filhos de Deus, porque não conhecem a Deus” (Ellen G. White).

Balaão não era um profeta pagão, nem judeu. No entanto, Deus o chamara para proclamar Sua misericórdia e o plano da salvação aos politeístas da mesopotâmia. Ou, no mínimo, para acalmar os ânimos das nações, explicando que Israel nada faria com aqueles que tinham certo parentesco com Abraão (ver Deuteronômio 2).

Todavia, o medo evidencia que moabitas e midianitas nada sabiam destas recomendações. Balaão deve ter negligenciado sua missão como muitos de nós negligenciamos a nossa função como cristãos.

• Quando não testemunhamos, desprezamos oportunidades que Deus nos deu para ajudar pecadores em seus temores.

Ao invés de profetizar sobre Deus para abençoar o mundo corrompido, Balaão intentava amaldiçoar o povo de Deus, tornando-se uma pedra de tropeço tanto para o povo de Deus quanto para os pagãos. Mesmo assim, Deus colocou palavras na boca desse profeta como colocou na boca da jumenta; e, então, ele falou somente o que Deus queria:

1. O primeiro discurso (vs. 7-10);
2. O segundo discurso (vs. 18-24).

Pergunto: Por que Balaão orientou Balaque a fazer sete altares para sete sacrifícios, sendo que nenhum servo de Deus agiu assim na Bíblia?

Estudos demonstram que a cultura religiosa das nações pagãs cultuava cinco planetas mais o sol e a lua, ao todo sete astros. Sendo assim, Balaão tentou afastar-se de Deus visando amaldiçoar Israel; contudo, fracassou (vs. 1-6, 11-17, 25-30).

• Mesmo em um mundo que é leprosário de pecado, um monturo de corrupção, um povo abençoado por Deus não pode ser amaldiçoado por ninguém.

A adoração aos astros sempre foi forte no paganismo, a ponto de ser absolvido pelo cristianismo, levando a igreja cristã à apostasia. O profeta Balaão é mencionado pelo apóstolo João como progenitor de doutrinas falsas entre o povo de Deus (Apocalipse 2:14).

Cuidado com ministros que seguem doutrinas de Balaão: Cegos espiritualmente, ávidos materialmente. Fique alerta: Busque sempre a verdade!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 23 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
1 de março de 2019, 0:05
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NÚMEROS 22 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
28 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 22 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
28 de fevereiro de 2019, 0:43
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Creio ser excelente este pensamento para iniciar uma das mais deprimentes histórias bíblicas:

“Nenhum de nós pode permitir-se pecar. É um negócio demasiado caro. O pecado cega os olhos de tal modo que o mal não é discernido, e mediante procedimento irrefletido, os que assim ficam cegados tornam-se instrumentos para difundir a injustiça em favor de Satanás” (Ellen G. White).

Balaão era verdadeiro PROFETA de Deus no mais pleno sentido da palavra. Ele foi convidado pelos moabitas a uma missão que não poderia falhar. Ele era a pessoa certa, na visão do rei Balaque (vs. 1-17). Sua convicção ficou evidente sua rejeição peremptória:

“Mesmo que Balaque me desse sua casa repleta de prata e ouro, eu não seria capaz de desafiar as ordens do Eterno e fazer qualquer coisa, grande ou pequena” (v. 18).

Antes disso, ele falara face a face com Deus. Balaão tinha intimidade com Deus e o texto revela familiaridade entre os dois. Balaão não agia sem consultar Sua perfeita vontade. Entretanto, perante a segunda comitiva de importantes líderes moabitas, oferecendo-lhe nova proposta tentadora, Balaão insistiu com Deus. Obteve permissão, porém com restrição; logo saiu sem titubear rumo à missão de amaldiçoar Israel.

Conhecendo a motivação de Balaão, percebendo sua ambição e onde seu coração intentava pousar… Deus preparou-lhe uma poderosa lição fazendo uma jumenta falar/conversar/dialogar igual gente.

• Convicção sem submissão a Deus requer exortação e orientação espiritual.

Balaão conversa com a jumenta sem surpreender-se, de tão ávido que estava por avançar. A jumenta desviou-se do CAMINHO e o profeta disse-lhe que se tivesse uma ESPADA na mão, a MATARIA. Quando o anjo abriu-lhe os olhos, Balaão viu que, na verdade, ele havia se desviado do CAMINHO; e, se não fosse pela jumenta, o anjo o teria MATADO com a espada que trazia à mão (vs. 22-33).

• Independência de Deus nos faz agir pior que jumenta!

Deus permitiu que Balaão prosseguisse; entretanto, falaria somente o que Deus colocasse em sua boca como fez com a boca do animal (vs. 34-41).

• Se Deus usou até a jumenta, Ele pode usar-nos como quiser!

Devemos abençoar, não amaldiçoar! Indiferença para com a missão de Deus leva-nos à acomodação. Nesta situação, nem mesmo convicção é suficiente para resistir à tentação!

Sejamos ativos: Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.