Reavivados por Sua Palavra


NÚMEROS 20 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
26 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 20 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ
26 de fevereiro de 2019, 0:45
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A Bíblia responde nossas maiores inquietações; porém, pecadores têm medo da verdade. A verdade divina revelada expõe a ruindade humana; consequentemente, muitos desprezam a Bíblia, outros fogem da igreja.

Moisés e Arão tiveram que lidar com a verdade da parte de Deus: Eles não entrariam na Terra Prometida. Deus, graciosamente, deu satisfação, explicando-lhes a razão: “Já que vocês não confiaram em mim, não me trataram com reverência diante do povo de Israel, os dois estarão impedidos de conduzir a comunidade para a terra que estou dando a eles” (v. 12).

Que triste! Moisés que deixara o sossego do trabalho pastoril, família; que enfrentara o irredutível Faraó; guiara o povo; sofrera rebelião do povo; permanecera manso frente à acusação infundada sobre sua esposa…

Nesse contexto Moisés estava muito indignado pela atitude do povo pela falta de água (vs. 2-13), triste pela morte de sua irmã (v. 1). Em seguida recebeu resposta negativa à solicitação para passar nas terras de Edom (vs. 14-21). Logo depois lidou com a morte de seu irmão Arão (vs. 22-29). No mesmo capítulo, seus dois irmãos morrem. Parece injusto?

Parece justo chorar um mês por Arão e nenhum dia por Miriã (vs. 1, 29)?

Neste mundo…

1. A vida é injusta: sofremos pressões, reclamações, críticas, acusações…;
2. Somos pecadores: Estragamos tudo;
3. Liderar é complexo: Lidar com pessoas é difícil;
4. Grandes homens: Cometem erros.

O problema é que endeusamos nossas opiniões e desprezamos a Deus. Questionamos e reclamamos, mas Moisés não resmungou. Não ficou depressivo/fugindo. Ele submeteu-se a Deus humildemente.

Amplie tua visão:

• “Os filhos de Israel nunca foram afeiçoados ou fieis a seus líderes. Moisés não constituiu a prova disso? Seus contemporâneos lhe causaram tanto sofrimento que poderíamos nos perguntar se a decisão divina de barrar-lhe o acesso à terra prometida não foi um prêmio em vez de castigo. Só depois de sua morte sua gente entendeu sua singular grandeza” (Elie Wiezel).

• “Não houvesse a vida de Moisés sido mareada por aquele único pecado, deixando de dar a Deus a glória de tirar água da rocha, em Cades, e teria entrado na Terra Prometida, e seria transladado para o Céu sem ver a morte” (Ellen G. White).

Deus sabe o que faz! Nós, não sabemos! Daremos-Lhe glória? – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 20 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
26 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
25 de fevereiro de 2019, 0:55
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NÚMEROS 19 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
25 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
24 de fevereiro de 2019, 0:56
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NÚMEROS 18 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
24 de fevereiro de 2019, 0:45
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Deus escolhe, chama, capacita e defende àqueles que servem em funções espirituais especificadas por Ele. Deus também orienta, explica e delimita o que cada um deve fazer na função indicada por Ele.

Se cada um executasse bem a sua parte, com responsabilidade e maturidade, dependendo dAquele que chama e capacita, o resultado seria esplêndido! Caso contrário, a igreja torna-se uma calamidade! O povo de Deus experimenta o fracasso e, a espiritualidade despenca num retrocesso!

Portanto, ninguém deve submeter-se a desejos, sentimentos, anseios e imaginação pervertidos pelos pecados. Devemos elevar nossa visão de tudo mediante o meditar nos sublimes princípios revelados pelo Deus soberano:

1. No serviço espiritual é fundamental respeitar limites e funções estipuladas por Deus a cada pessoa (vs. 1-4);
2. Na obra de Deus cada um tem sua própria responsabilidade, na qual não cabe nenhuma irresponsabilidade. É irresponsabilidade ignorar a própria responsabilidade ou intrometer-se na responsabilidade alheia (vs. 5-7);
3. Na obra ministerial existem regras: Tudo deve ser realizado conforme orientado por Deus, com reverência e santidade (vs. 8-12);
4. Na liderança espiritual Deus cuida, sustenta e provê recursos para Seus servos; conquanto, estes devem prezar pela pureza familiar (vs. 11-13);
5. Na administração dos recursos divinos, dinheiro tem seu lugar; consequentemente, deve ser utilizado conforme a designação divina (vs. 14-19);
6. No cargo de liderança espiritual, nada deve ocupar tempo do ministro a não ser Deus, Sua vontade e Sua obra. Levitas não possuiriam terras, pois exigiriam tempo deles no cultivo e na colheita; eles, porém, teriam o que comer (vs. 20-24);
7. No ofício eclesiástico há salário, é o dízimo estipulado diretamente por Deus aos que trabalham pela salvação dos pecadores. Dízimo é 10% dos recursos. Quem recebe do dízimo também precisa ser dizimista, demonstrando fidelidade plena ao Senhor (vs. 25-32).

Imaginação enferma gera espiritualidade doentia. Imaginação doentia obstrui a compreensão destas preciosas lições. Purifique tua mente para entendê-las corretamente. Destrua a espiritualidade inválida!

Jesus quer cada membro da igreja sendo luz e sal neste mundo depravado. Portanto, cada um deve entender que no cristianismo participamos do sacerdócio de todos os santos (I Pedro 2:9-10).

Cada um deve fazer sua parte no corpo de Cristo, assim como cada órgão de nosso corpo executa sua função!

Reflita… Aplique… Compartilhe! – Heber Toth Armí.



NÚMEROS 18 – VÍDEO COMENTÁRIO PR RONALDO DE OLIVEIRA
24 de fevereiro de 2019, 0:05
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NÚMEROS 17 – VÍDEO COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ
23 de fevereiro de 2019, 0:54
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NÚMEROS 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ
23 de fevereiro de 2019, 0:45
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O conhecido pastor Roberto Rabelo disse: “O coração do problema humano é o problema do coração humano”. Sem Deus o ser humano é um ser problemático causador de sérios problemas; contudo, Deus sabe como lidar com tais complexidades.

Líderes espirituais escolhidos por Deus são alvos de ataques incessantes. Os críticos anseiam seus lugares; o que seria se Deus colocasse os críticos em funções importantes? Sendo eles causadores de sérios problemas, imagina o caos que seria! Felizmente Deus não cede à pressão dos revoltosos e arrogantes!

Leia Números 17 com atenção! R. Dennis Cole oferece-nos os seguintes tópicos para este capítulo, cujo tema principal é: Vara de autoridade de Arão: A primazia do sacerdócio de Arão confirmada:

1. Requisitos: Instruções e mandamentos (vs. 1-5);
2. Rápido cumprimento por parte do povo e de Moisés (vs. 6-7);
3. Resultados da prova (vs. 8-9);
4. Instruções renovadas (vs. 10-11);
5. Resposta retórica aos israelitas (vs. 12-13).

Sobre o episódio ocorrido no capítulo em apreço, Edgardo D. Iuorno, faz a seguinte aplicação:

“Quando o ministério é claramente escolhido por Deus floresce e dá frutos. Diante dos frutos as queixas já não têm sentido… Um ministério cheio de vida é o resultado de uma vida na presença de Deus. Longe dEle não há verdor, nem broto, nem fruto algum”.

Sua aplicação conclusiva é: “Pode existir mil problemas que atender, e mil queixas que calar. Se existe solução, esta começa na presença de Deus”.

Os servos de Deus sofrem com inveja, ciúme e cobiça dos que receberam outras funções. Há funções que são desejadas, porém, certas pessoas nunca foram divinamente chamadas para elas. Portanto, cabe a cada um exercer o ministério pelo qual foi chamado com humildade e dedicação sem desejar o que Deus delegou a outros.

A visão limitada da religião e das funções e liderança espirituais conduz algumas pessoas à acusação e reclamação dos sinceros servos do Senhor. Precisa-se ter cautela com aqueles que promovem uma autopromoção.

O que fazer com os críticos dos servos de Deus? É preciso orar por eles. Moisés e Arão intercederam a Deus por eles, para que não fossem consumidos; pois, criticando os servos de Deus, eles revelam que estão cegamente perdidos (16:41-50; 17:12-13). Eles precisam de salvação!

Oremos! Intercedamos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.