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Falta de fé e compromisso com Deus geram atrasos na vida. Andar em círculos, patinar, remar sem sair do lugar… torna-se rotina. Alguns acostumam-se com isso, acomodando-se.
Como cristãos, devemos arregaçar as mangas e avançar; para tanto, precisamos repudiar o pecado! Pois pecado é um enorme obstáculo à fé.
“Por não haverem colocado plena fé em Deus, o que deveria ter sido uma aventura de dois meses acabou sendo uma provação de quarenta anos. Quantos de nós podemos pensar em pessoas que ignoram a oferta de salvação ano após ano, só para colher as terríveis consequências de sua recusa? Com que frequência, à semelhança do antigo Israel, essas mesmas pessoas culpam a Deus pelos problemas que trouxeram sobre si mesmas? […] Com que frequência usamos as desculpas mais estapafúrdias para justificar nossa procrastinação?” argui Frank Holbrook.
Após a geração de perversos morrer no deserto, a nova geração vai à luta. Antes de entrar em Canaã Deus concedeu vitórias miraculosas a Seu povo. Desta forma, somos informados da:
• …vitória sobre o rei Arade (vs. 1-4);
• …vitória sobre o rei Seom (vs. 21-32);
• …vitória sobre o rei Ogue (vs. 33-35).
No meio destas batalhas, houve outra guerra: Contra o pecado! Como serpentes abrasadoras, o pecado aplica seu veneno mortal nos filhos de Deus. A morte é evidência de sua eficácia. O pecado afasta-nos da proteção de Deus; então, a desgraça aparece. Contudo, Deus sempre tem o remédio certo. Não há nenhuma solução, senão a providência de Deus: Uma serpente de bronze numa haste (vs. 4-9).
A serpente é símbolo do mal. Jesus assumiu nossos pecados, nossa culpa, e morreu a nossa morte. Ao fazer-Se maldição, almejava abençoar-nos (João 3:14-15; Gálatas 3:13). Assim, serpente também tornou-se símbolo de Cristo!
Ir ao médico não cura nenhuma doença. Decorar receitas, obter remédios, entender composição química dos medicamentos, explicar bulas dos medicamentos, sem, porém, ingeri-los não cura nenhuma doença. Assim também é com a doença do pecado: Conhecer a Bíblia, saber que Deus tem uma igreja, estudar Jesus, sem entregar-se integralmente a Ele… não haverá chance de perdão, restauração nem salvação.
Somente após submeter-se plenamente a Deus como um paciente submete-se ao médico pacientemente, é que o crente avança, vence e canta alegremente durante sua jornada rumo ao Céu (vs. 10-35).
Avancemos! – Heber Toth Armí.
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A Bíblia responde nossas maiores inquietações; porém, pecadores têm medo da verdade. A verdade divina revelada expõe a ruindade humana; consequentemente, muitos desprezam a Bíblia, outros fogem da igreja.
Moisés e Arão tiveram que lidar com a verdade da parte de Deus: Eles não entrariam na Terra Prometida. Deus, graciosamente, deu satisfação, explicando-lhes a razão: “Já que vocês não confiaram em mim, não me trataram com reverência diante do povo de Israel, os dois estarão impedidos de conduzir a comunidade para a terra que estou dando a eles” (v. 12).
Que triste! Moisés que deixara o sossego do trabalho pastoril, família; que enfrentara o irredutível Faraó; guiara o povo; sofrera rebelião do povo; permanecera manso frente à acusação infundada sobre sua esposa…
Nesse contexto Moisés estava muito indignado pela atitude do povo pela falta de água (vs. 2-13), triste pela morte de sua irmã (v. 1). Em seguida recebeu resposta negativa à solicitação para passar nas terras de Edom (vs. 14-21). Logo depois lidou com a morte de seu irmão Arão (vs. 22-29). No mesmo capítulo, seus dois irmãos morrem. Parece injusto?
Parece justo chorar um mês por Arão e nenhum dia por Miriã (vs. 1, 29)?
Neste mundo…
1. A vida é injusta: sofremos pressões, reclamações, críticas, acusações…;
2. Somos pecadores: Estragamos tudo;
3. Liderar é complexo: Lidar com pessoas é difícil;
4. Grandes homens: Cometem erros.
O problema é que endeusamos nossas opiniões e desprezamos a Deus. Questionamos e reclamamos, mas Moisés não resmungou. Não ficou depressivo/fugindo. Ele submeteu-se a Deus humildemente.
Amplie tua visão:
• “Os filhos de Israel nunca foram afeiçoados ou fieis a seus líderes. Moisés não constituiu a prova disso? Seus contemporâneos lhe causaram tanto sofrimento que poderíamos nos perguntar se a decisão divina de barrar-lhe o acesso à terra prometida não foi um prêmio em vez de castigo. Só depois de sua morte sua gente entendeu sua singular grandeza” (Elie Wiezel).
• “Não houvesse a vida de Moisés sido mareada por aquele único pecado, deixando de dar a Deus a glória de tirar água da rocha, em Cades, e teria entrado na Terra Prometida, e seria transladado para o Céu sem ver a morte” (Ellen G. White).
Deus sabe o que faz! Nós, não sabemos! Daremos-Lhe glória? – Heber Toth Armí.
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